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Not my kind of tune || Brad’s POV - Retcon || Evento 1 - Parte 1 & 2
Brad não estava acostumado a visitar qualquer coisa relacionada com cultura, bom, quase tudo para falar a verdade. Não ia a museus, exposições, eventos ou qualquer outra coisa que remetesse a algo um pouco mais culto que não fosse relacionado a sua grande e verdadeira paixão: Cheese Bacons com barbe-- Digo, Musica. Mas ainda sim, nunca gastaria dinheiro a mais (levando em consideração o quão pouco ganhava tocando em bares e restaurantes) para ver um concerto de musica clássica ou de algum artista famoso, mas ao menos era mais fácil ele aceitar o convite. Brad havia sido convidado para um tour especial na Nasada e não se interessava nada nada pelo assunto, mas por algum motivo, havia ficado interessado, talvez poderia ser um pouco interessante... Ou quem sabe poderia ter alguma coisa de graça para levar de lembrança (ou vender no e-bay, quem sabe), ou melhor ainda: comida de graça. Enfim, nas esperanças de pode filar uma boia, Brad havia acordado tarde naquele dia, após outra noite de tocar em um bar e beber de graça até quase não aguentar (do jeitinho que ele gostava) e estar com uma ressaca leve, mas ainda, era melhor ir logo em vez de comer pizza congelada velha mais uma vez
Lá na Nasada, a primeira coisa que fez foi um circuito entre as barraquinhas distribuindo comida de graça, um Bloody Mary do Bulk para melhorar da ressaca, algumas batatas fritas da Adelle e claro, uma pizza gigantesca de cogumelos do Jerome Stone (ao menos pizza fresca era melhor do que congelada e aquela em particular era deliciosa). Depois de comer era comos e o dia tivesse acabado, queria uma cerveja, ou quem sabe apenas uma cama para deitar, ficar olhando o teto, ou quem sabe lendo algum quadrinho... A sensação de ressaca não passava e o sol na sua cabeça só o fazia se sentir pior. Aparentemente tinham exposto uma modelo do módulo usado pelos Power Rangers do espaço, mas sinceramente? Já havia visto aquilo na tv tantas vezes que nem se importava, valia mais apena usar do seu tempo... é claro, comendo. Uma coisa fique clara, Brad não era uma espécie de bufão que comia por simplesmente comer, por mais que o seu tamanho pudesse indicar isso, gostava de comer, é claro, mas o seu principal motivo de comer daquela maneira quando a comida era disponibilizada de graça era simplesmente que nunca podia comer aquela qualidade no seu dia a dia, tendo uma dieta similar a um universitário quase sem dinheiro (ou no cado de Brad, um que até conseguia um dinheiro, mas gastava com cerveja e equipamentos musicais)
O Dia continuou da mesma maneira, no mesmo ritmo sem nenhum acontecimento em especial, até chegar a hora de ir ao prédio principal da Nasada, como indicava o seu convite. Brad, para falar a verdade, chegou a questionar por um momento ou outro se deveria ir, mas como realmente não teria nada melhor para fazer aquele dia, ou qualquer trabalho mais tarde, achou que seria bom fazer algo de diferente pelo menos uma vez. Chegando lá, viu que não era o único, pouco se importou, contanto que sobrasse brinde pra todo mundo... tirando é claro umas verdadeiras gatas que estavam entre as convidadas e outra que parecia ser uma das cientistas, olhou para cada uma delas, levantando uma das sobrancelhas, tentando chamar a atenção, passar uma cantada, mas a unica que parecia ter o visto era a de laranja, que correspondeu com o mesmo olhar, mas de uma forma muito mais cômica, o que o deixava um pouco embaraçado, o fazendo parar com aquilo. Brad acompanhou o grupo quando começaram a andar, observando o seu redor, até um pouco impressionado com a grandiosidade de tudo aquilo, como o lugar era bem decorado, poderia morar ali facinho, só precisava de um colchão, uma TV e uma geladeira de Corona bem gelada... Isso é... até ver o POwer Lab, quando mudava completamente a ideia e escolhia ir morar ali... Será que um dos aparelhos era um sintetizador de comida que nem no Star Trek?
Então ouvia: Power Ran... POWER RANGERS!? Ok, o dia acabava de ficar muito melhor - OH Yeah Baby! - dizia fazendo uma imitação de Elvis Presley - Power Rangers? Nós? Ai Sim mermão!!! - ele dava um Hi five para o rapaz que usava uma camiseta do ranger vermelho antes de ir na direção do doutor que parecia encabeçar toda a operação, quase esbarrando num nerd de azul, para quem também ofereceu um Hi five, mas não foi correpondido - Whats Up doc? Sério? Power Rangers? Espero que não esteja me zuando, porque... - Brad levantanva as sobrancelhas e soltava um grito de animação - Ohhh boy eu ficaria decepcionado... Agora, pergunta, vou poder usar a roupa em encontros?
Thomas parou por um momento encarando o jovem rechonchudo e reconsiderando se todas as escolhas haviam sido feitas da maneira correta... Bom, nunca haviam errado, não? -Encontros? - respondia um pouco sem paciência
-Claro Doc! Pode apostar que as garotas devem se amarrar em um Power Ranger gostosão que nem eu! Deixa eu adivinhar, ranger dourado? - dizia levantando a carta, antes de se virar para o resto do grupo - ADIVINHA SÓ PESSOAL? - ele apontava para si - PRIMEIRO TIME DE POWER RANGERS LIDERADOS POR UM RANGER DOURAD--
O doutor tapava a boca de Brad, antes de o puxar, para que ficasse de frente com ele novamente - Não fale besteiras! - dizia quase sem paciência - Não seriam doidos o suficiente para te escolher como líder! O líder é o vermelho! - dizia apontando para Jay
-”O líder é o vermelho”? Qual é mermão!? Que preconceito é esse? Só porque eu sou dourado, né!? - respondia Brad enérgicamente
Thomas fechava um dos punhos, mas se segurava, tinha algo mais importante do que dar a satisfação para um bufão daqueles, apenas se contentou em responder entredentes - Jason Connors foi o mais indicado pelo algorítimo como líder e ranger vermelho... E consigo entender como não foi você...
-O que quer dizer com isso? - perguntava legitimamente confuso, o que Thomas respondia apenas fazendo um Facepalm e se afastando, para não perder mais a paciência, deixando Brad Falando sozinho -Ei Doc! Qual é!? - Ele se virava para os outros - Viram isso? E Ó o cara ai!
New Cicle || Steve’s POV - RETCON | Evento 1 Parte 1 & 2
Steve havia chegado logo após o almoço a Nasada, achou que seria muito melhor se chegasse mais próximo do horário em que seria o Tour para qual foi convidado. Era difícil para o descendente de Nativos sair para lugares tão públicos como aquele ou tão cheio de gente quanto naquele dia, preferiria muito ficar em casa colocando sua leitura em dia do que ter todo aquele contato humano, mas era por um bom motivo. Steve se deslumbrava com qualquer coisa que fosse espacial, para ele, era uma das maiores conquistas da humanidade poder ter decolado daquele planeta que viviam, alcançar a lua e ir muito mais além, Steve sabia bem, havia lido muitas vezes sobre a tecnologia usada pela Nasada em suas expedições, inclusive aquelas que foram criadas por engenharia reversa do arsenal de um time de Power Rangers, alias, um de seus grandes projetos era um sistema de informações baseado nos dados que adquiriram com essas pesquisas, sempre sonhou em trabalhar em algum lugar como a Nasada, mas tudo o que conseguiu foi aquele emprego na empresa de programação que trabalhava... Não ganhava mal, a empresa era conhecida do mundo inteiro, mas ainda, não era o que ele exatamente gostaria de fazer, não era o seu sonho, sabia que tinha muito mais potencial em si, ainda que não tivesse a confiança para arriscar tal atitude, alias, não arriscava nada desde que se mudou da reserva para a Alameda, foi preciso um pouco de impeto, não queria viver preso a aquilo, queria seguir o seu caminho pela ciência
Não conversou com ninguém, evitou pessoas, apenas ficou na sua, quieto, observando em silêncio as exposições que tinham ali, seus olhos vorazes pareciam fotografar a informação como conhecimento, de fato era tudo muito interessante e estava se entretendo bem, bem mais do que esperava para falar a verdade, tanto que de vez em quando esboçava um sorriso aqui e ali quando via algo especialmente impressionante. Uma dessas coisas foi o modelo do módulo usado pelos Power Rangers do espaço, aquilo sim era fantástico, como as pessoas da Nasada conseguiram criar aquilo? Não conseguia compreender Mas pode apostar que ele queria descobrir como. O Dia continuou daquela maneira, seguindo no ritmo do programador, vendo um pouco de ciência, tomando um ar outro pouco... Eventualmente o horário que estava em seu convite, havia chegado e ele dirigiu-se para o prédio principal do centro de viditantes
Achou interessante, já dentro do prédio, que os outros convidados do Tour tinham convites cada um em sua cor, sem repetir, parecia uma escolha artística interessante, assim como percebia que cada um dos que estavam ali usavam roupas que combinavam com os seus convites... Interessante... Ele apenas usava Azul, porque gostava da cor, será que escolheram as vestes para combinar? Provável, não existem coincidências, impossível que só usassem suas cores favoritas, seria completamente ilógico. Não demorava para o Doutor aparecer, conhecia o homem de revistas cientificas, havia publicado artigos várias vezes e realmente o admirava pelas conquistas, era interessante o quanto o homem estava envolvido até o pescoço com assuntos relacionados a Power Rangers, nada fazia mais sentido que ele continuasse trabalhando na Alameda esses anos todos, lembrava das revistas antigas com informações de como ele realizou a pesquisa no arsenal dos Rangers do espaço, como auxiliou na construção de Terra Venture, ou como ajudou o desenvolvimento da Lightspeed Rescue, ou até como teve participação nas pesquisas das Bio Labs, não é a toda que havia feito o esforço de ir até a Nasada, não podia perder aquele tour por nada.
Ele seguiu o grupo e o doutor até o elevador, aguardou a descida com aparência calma e pouco ligando, mas por dentro estava quase explodindo de ansiedade para ver o que aconteceria naquele dia, permitiu-se imaginar um pouco, mas sua mente não conseguia decidir se seria mais legal o Doutor mostrar algum reator novo de algum foguete ou quem sabe, se tivesse muita sorte, algum dos módulos recuperáveis, como Elon Musk estava desenvolvendo com a SpaceX... Mas... Não foi nenhuma das opções, em vez disso ele se deparava com o seu sonho de consumo, o laboratório dos seus sonhos, daqueles que o fazia ter vontade de vender a própria casa para comprar um . Seus olhos brilhavam para os hologramas que dançavam pelo ar, até mesmo quando o assunto não era muito positivo, não conseguia deixar de ficar estupefato com tudo... Bom... Ao menos até ouvir para o que estavam ali
-Po... Power Rangers? Você só pode estar brincando... - Falava mais para si mesmo, do que para o doutor na sua frente, sem expressão alguma no rosto estava quase em choque. Por mais que as intenções fossem apenas um auto comentário, a fala foi ouvida pelo doutor, que voltava-se para falar com Steve
-Precisamente, Senhor Watts - respondia o doutor, ainda deixando de rir um pouco com a conversa que acabava de ter com a garota que portava o convite laranja - Power Rangers
Steven observava o homem por um momento, ainda não conseguindo acreditar na hipótese de se tornar um herói, mas ao mesmo tempo não tinha como duvidar, a maior autoridade sobre ciência Power Ranger do mundo estava ali na sua frente, sempre se perguntou como ele não havia criado ainda um time dele, como Fairweather ou Hartford, mas ai tinha a sua resposta, ele estava criando - Isso... Não faz Sentido... Digo... Faz.... - Steve estava um tanto nervoso com as possibilidades na sua frente, o que atrapalhava um pouco o seu pensamento - Como que... Vamos... Lutar? Eu não tenho a menor noção de artes marciais ou combate!
Thomas sorria mais uma vez, rindo um pouco para si, achava um tanto engraçado um jovem, claramente intelectual, tropeçando nos próprios pensamentos - Tudo o que é preciso é sejam vocês mesmos. a Luta virá, as habilidades virão
Steve cruzava os braços e apoiava uma mão no queixo, pensando nas palavras ditas pelo Doutor, aquilo lhe lembrava algo que ele havia dito em um de seus artigos, uma espécie de transmissão de informação por um campo de energia, uma espécie de Rede com os poderes de morfagem dos Rangers, provavelmente seria algo daí - Muito bem - dizia calmo - Ainda não sei se aceito isso, mas vamos ver no que dá - dizia, dando as costas para o doutor, após um cumprimento educado. Conforme se afastava, ainda pensativo, quase esbarrava em um outro jovem um tanto quanto... parrudo, que tomava o seu turno para conversar com o doutor
A’m i an... Oranger? || Maria’s POV - RETCON || Evento 1 - Parte 1 & 2
Maria passava pelas catracas que davam acesso a Nasada logo no começo daquela manha de atividades inesperadas, não entendia nada de foguetes ou viagens espaciais, mas sempre estava disposta a fazer coisas diferentes do seu dia a dia, que tirando a faculdade, não havia uma rotina estrita de qualquer maneira. Infelizmente, seu grande amigo, seu pai não pode a acompanhar, estava terminando um plantão noturno como paramédico e não podia deixar seu posto no hospital, mas havia prometido se divertir do seu jeito, mesmo que sozinha. Conversaria com estranhos, faria mais amigos... coisas que estava acostumada a fazer, era do jeito da jovem portar-se assim, leve solta, despreocupada. Acompanhada da sua mais do que fiel bolsa de pano, seu caminhar para dentro do complexo de centro de visitantes mais parecia pequenos saltinhos de felicidade, quase como se em sua cabeça tocasse uma musica leve e feliz, musica que poderia não ser ouvida por outros, mas ela provavelmente expunha as sensações com os sorrisos que dava para qualquer um com quem cruzava o olhar, independente de quem fosse.
O dia passou-se como musicas em uma playlist para Maria, pequenos encontros aqui e ali, conversas com pessoas aleatórias, até mesmo pousou para algumas fotos que um escritor estava tirando para seu diário de viagem... “John”? Não lembrava muito bem do homem dele, apenas lembrou que era engraçado o quanto ele parecia animado com tudo aquilo. Ela também aproveitou para visitar tudo o que estava disponível por lá, fosse o modelo do módulo dos Power Rangers do Espaço, fosse o foodtruck que estava dando sorvetes novos para experimentar “Laranja galática” foi o seu favorito.
Estava se divertindo tanto, mas tanto que quase se esqueceu do motivo que a tinha levado ali naquele dia: uma carta laranja que havia chegado alguns dias antes na sua casa. Ele retirava a correspondência, um pouco amassada entre todas as coisas que tinha na bolsa, e relia o convite do Dr. Smith para um Tour especial... Achava um pouco injusto que tinha sido escolhida, porque não havia entrado em sorteio algum e não se interessava tanto por aquilo... Talvez um tour com o jardineiro do centro de visitantes da Nasada fosse mais interessante, saber como cuidavam daquelas árvores que brilhavam sob o sol, ou as flores que tinham aquele perfume tão... Espera... Maria quase desviava novamente do motivo, pelo menos tinha de ir para não chatear o doutor.
Chegando no prédio principal ela se surpreendia em saber que haviam mais pessoas na mesma situação que ela, convidados para aquele tour... Por ela tudo bem, era bem mais divertido fazer as coisas em grupo do que sozinha, até reencontrou o escritor que tirou a sua foto, que tinha uma carta vermelha e ao seu lado um jovem asiático, com uma carta amarela, fazia mais do que sentido ela se colocar entre os dois, olhando as cartas na transição gradiente de cor pelo espectro do arco-iris, mas eles sequer pareciam notar - Oi Jessie! - dizia para o escritor, mas não tinha resposta... “Droga... será que é ‘Jack’?” pensou. Os dois ao seu lado não a ouviam, estavam mais interessados no Doutor que havia começado a falar, mas Maria não estava prestando atenção, estava perdida nos pensamentos de como o cabelo de uma ruiva de verde a sua frente era bonito, qual cheiro será que tinha? Tinha vontade de se aproximar, mas... todos começavam a andar, seja lá qual era o motivo, ela apenas os seguiu até aquele elevador imenso, as 11 pessoas cabiam ali tranquilamente, o que só a impressionava mais - Dios Mio, esse tour tá sendo demais! - dizia sorridente - Nunca andei num elevador tão grandão!! - dizia animada para a pessoa do seu lado, que parecia ter outras preocupações do que falar sobre o elevador, então ela apenas se manteve em silêncio
A maior surpresa do dia foi o discurso do doutor, as exibições de hologramas que não deixavam de impressionar a artista, que reagia a quase tudo com um “wow!” ou palminhas animadas, parecia algo direto de um filme, mas estava acontecendo na sua frente... e mais... Power Rangers? Não podia ser. Maria dava um pulo quando ouvia, e o que via, ao julgar pelas cores das cartas e que cada ranger deve ser uma cor, ela chegava a uma conclusão - Finalmente vai ter uma ranger laranja, é uma cor muito linda para sempre ignorarem!! - exclamava para si mesma, completamente animada e sem noção alguma da responsabilidade que estavam incumbindo ela. Sua fala chamava a atenção do doutor, que se surpreendia um pouco com a reação da mesma, mas não perdia a pose. Quando ela o via, corria na direção do cientista - Eu to certa, não estou!? Vou ser mesmo a ranger laranja!?!? - perguntava com os olhos brilhantes
-V... vai...? - respondia o doutor com os olhos um pouco arregalado, olhando da garota para sua assistente, como se perguntasse “o que eu faço com isso aqui?”
-Ai que legal! - ela respondia com um pequeno sorriso, mas calma, como se fosse nada demais
O doutor se mantinha em silêncio por alguns segundos olhando a menina, estranhando um pouco a falta de perguntas, todos estavam confusos, assustados, mas ela... Ela parecia que havia sido convidada para dar um passeio em um parque e não para salvar o mundo - Sério que você só vai perguntar isso?
-Hm? - aquilo deixava Maria um pouco confusa - Você quer que eu te pergunte mais coisas? - ela ficava um pouco pensativa, antes de voltar a abrir um sorriso - Tudo bem! Qual a sua cor favorita?
Tom levava a mão a sua têmpora, a apertando - Não... digo... quanto a ser um Ranger... você sabe o quanto isso pode ser perigoso? Sabe o quanto isso pode ser difícil? - perguntava um pouco preocupado
-Bom... Deve ser não é... Mas... Você disse que nos escolheu por que somos os melhores para isso, não? Por que eu me preocuparia? - Maria respondia, dando de ombros
Tom ria um pouco, surpreso com a calma daquela jovem, ao menos era uma boa notícia que ao menos um dos rangers estivesse lidando tão bem com aquilo, provavelmente um dos motivos que a fez ser escolhida - Pode esperar um pouco? tenho algumas duvidas para tirar - dizia apontando para os outros rangers, aproximando-se de um jovem de azul que aguardava para falar com o mesmo
-Ok! - respondia Maria, tranquila, antes de se virar para o restante do grupo, seria bom conversar um pouco
Much Ado at the Tech Booth || Jackson, Cai, Dominic
Dom got up and rearranged the things on the table for the third time, because he simply had no idea what to do with himself. Sighing, he went back to sit beside the other two, propping his feet up on a nearby chair. If boredom had a face, it would look very much like his right now.
Spotting a stack of rough paper, he came up with the most brilliant idea his parched mind could think of. He would make hats.
“Here you go!” he exclaimed a little too loudly, popping open his creations and settling them on top of the other two’s heads, giving no heed to the looks on their faces. “Now at least we look cool.”
Are there any pieces of equipment that you feel provide better evidence than others?
“Now now, I don’t have special preferences, all my equipment are special to me” he smiled, reaching out to pat each and every piece of equipment laid out on the table. The person looked at him expectantly.
He sighed, “Ok, I’m joking, one of the best equipment to use is this.” Dom turned around and pulled out a scruffy teddy bear from a case behind him. “This, this is what stirs things up during a shoot. In short, it is easier to get a strong reaction from the entities when you put something familiar that reminds them of their living past. A teddy bear is a pretty standard thing for children, don’t you think? And everyone loves spoopy things that involve children.” He explained, looking down at the bear. Every time they brought out the bear, readings would spike and the bear would record frequencies that wouldn’t happen until its appearance. Dom shuddered at the memory of the things they heard recorded on it.
People milled around the convention, but many were expectantly attracted to the psychics and the stars of the show. Dom looked out from the tech’s booth while chatting with Cai, growing slightly bored with just sitting there. He picked up a speaker connected to a laptop with their previous recordings and held it near someone who was strolling past their booth.
“Come iiinnnn...join ussss” a ghostly, raspy voice floated right by the unsuspecting person’s ear.