જ ⃔ . . . 𝑬𝑳𝑳𝑬𝑵 𝑾𝑼 (icons & layouts)
reblog/lıke ıf you sɑve.

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Germany

seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from Germany
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from United States

seen from Netherlands
seen from China

seen from Kenya
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Germany
seen from China
seen from United States
seen from United States
જ ⃔ . . . 𝑬𝑳𝑳𝑬𝑵 𝑾𝑼 (icons & layouts)
reblog/lıke ıf you sɑve.
· # ulzzαng ♡ ᥱllᥱn wu⃔ lαчoutʃ lıkᥱ or rᥱblog ıf чou sαvᥱ : uѕᥱ !
How the Model Minority Myth Helped End Affirmative Action, August 19, 2023
Ellen Wu, author of The Color of Success, discusses the latest Supreme Court decision that has effectively eliminated the use of affirmative action in college admissions. In a live interview on Twitch, Wu explains how the persistence of the 'model minority' myth has minimised the role racism plays in the persistent struggles of non-Asian minority groups — especially black Americans, and how it was the primary tool in dismantling affirmative action. Join hosts Samir Ferdowsi and Dexter Thomas on Twitch for more: twitch.tv/vice . VICE News
Conheça mais de tsu_boonyi!
NOME: Sun Boonyi. USER DO TWITTER: tsu_boonyi DATA DE NASCIMENTO / IDADE: 24 de novembro de 1992 / 27 anos. GÊNERO: Feminino. NACIONALIDADE: Taiwan. OCUPAÇÃO: Locutora da rádio NHK.
Residente em Toyotama desde 2019.
PERSONALIDADE Quando me pedem pra falar sobre mim, parece que me dá um branco. Passo horas me perguntando: "Quem sou eu mesmo?".
Mas costumo ser alguém que ama a liberdade. Tenho a extrema necessidade de conhecer o mundo, novos lugares, assuntos e pensamentos. Aventuras? São comigo mesmo. Seja ela a mais boba ou aquelas mais radicais. Meu sonho é pular de paraquedas. Odeio ficar em casa por muito tempo sem fazer nada, é como se estivessem me trancando em uma gaiola.
De acordo com meu avô, sou uma pessoa tão feliz que chego a contagiar as pessoas ao meu redor. Que não existe mais tempo, com isso realmente concordo. Estou sempre alerta para fazer qualquer oportunidade da vida um momento extraordinário, e espero que todos ao meu redor aproveitem a vida da mesma forma.
Sou extremamente protetora com as pessoas que amo e, se necessário, explodo tudo para protegê-los. Sou muito leal, para qualquer ocasião. Precisa de ajuda às 23h de um domingo e não sabe para quem ligar? Eu sou esse tipo de amiga. Mas não só nos momentos bons. Não sou o tipo de amiga que passa a mão na cabeça do amigo quando ele tá errado, sou extremamente sincera quando necessário.
As vezes sou muito sincera e, sinto medo de magoar as pessoas próximas com essa sinceridade que não é bem vista por todos, principalmente pelas pessoas mais sensíveis. É algo que tenho tentado mudar.
Além disso, falo mais do que o necessário, e isso facilmente sufoca pessoas mais inibidas com meus trezentos mil assuntos.
Tento sempre levar a vida de forma descontraída, mas as vezes perco um pouco do filtro. Algumas piadas sem graça ou em ocasiões inoportunas podem acontecer. Eu nem noto, quando vejo, já saiu. Risada de nervoso também é algo que acontece frequentemente.
PASSADO Essa seria a parte em que falaria dos meus pais, como minha infância foi com eles. Mas eu não tive uma família convencional, apesar de ter crescido com o melhor pai possível, meu avô. Xu Shunyuan fez tudo o que podia e até o que não podia pra me criar. Sou eternamente grata a ele.
Nasci no dia vinte e quatro de novembro de mil novecentos e noventa e dois, em no Taiwan. Mas cresci em Hong Kong com meu avô. Ele queria que eu tivesse todas as oportunidades possíveis.
Sei que todos em certa idade começam a se questionar do motivo de não ter um pai e uma mãe, mas fiz isso apenas uma vez. Ao ver a dor na voz e no olhar de vovô, desisti na mesma hora de tentar entender o que tinha com eles. Abracei o ex-militar com os braços curtinhos e falei: "Tá tudo bem, vovô. Você é a única família que eu preciso". E esse foi meu lema desde então.
A minha paixão pela rádio começou quando, toda tarde após as aulas, ouvia a rádio favorita do meu avô com ele. Quando a mesma acabava, simulava uma entrevista divertida com Shunyuan, o herói sem capa. Meu avô, quando notou minha paixão, me deu um gravador. Foi aí que minha saga começou.
Gravava meu dia-a-dia, contando coisas que aconteciam, histórias e até mesmo entrevistando pessoas. Meus vizinhos e meu avô eram meus alvos favoritos. Amava ter uma forma prática de registrar tudo, principalmente quando chegava o final de semana e eu parava pra ouvir cada fita.
Quando cheguei na adolescência, foquei mais em meus estudos, gravando poucas coisas por semana, apenas resumos. Com a ajuda de meu avô, consegui decidir que jornalismo era mesmo o que queria e iria me esforçar para o tal. Meu avô já se dedicava muito para pagar as melhores escolas, não queria que também fizesse isso na faculdade.
Com muito esforço, consegui uma bolsa para a CUHK (The Chinese University of Hong Kong). No meu segundo semestre, uma colega de turma me apresentou o podcast. Fiquei obcecada, da mesma forma que era em gravar minha vida. Ouvia sem parar, sobre diversos assuntos. Até que resolvi criar o meu próprio podcast em uma plataforma gratuita, o Podfalar.
Aos poucos fui ganhando visibilidade, principalmente quando tratava sobre assuntos sérios, vez ou outra levando convidados para debater.
Um tempo depois, criei um blog. Escrevia basicamente sobre os mesmos assuntos gerais que falava no podcast, mas com imagens (principalmente quando o assunto era lugares de Hong Kong).
Me formei em dois mil e dezesseis, aos vinte e quatro anos. Como já era "conhecida" pelo podcast, fui contratada para uma rádio local. Não era nada demais e eles não me deixavam criar, que era o que mais gostava de fazer. Não tinha a liberdade que queria, tendo também que deixar o Podfalar de lado por falta de tempo. Dois anos depois, infeliz e cheia de problemas de ansiedade, larguei meu emprego - ideia do meu avô - e voltei a focar no podcast.
PRESENTE Tudo nos conformes. Meu público alvo aumentou após expandir o Podfalar para outras plataformas, além da que comecei. Cheguei a upar meus episódios até no YouTube! Só começou a dar errado quando meu avô passou mal e eu tive que ir correndo com ele para o hospital. Não tinha ideia de que há meses ele lutava contra o câncer de pulmão e sequer me falou, de acordo com ele, para não me atrapalhar.
Ao ir correndo para casa procurar os exames dos últimos meses - que estavam escondidos - para levar para o médico, achei algumas caixas antigas no quarto do meu avô. Várias fitas minhas da época do gravador e alguns - lê-se vários - envelopes e pacotes nunca abertos, de um tal lugar chamado Tsushima. Nunca fui curiosa ao ponto de abrir correspondência alheia, e com toda certeza não teria o feito se o destinatário não fosse eu.
Sempre tive os pés no chão, mas quando abri uma das cartas, de mil novecentos e noventa e quatro. Era minha mãe perguntando como eu estava, se meu avô estava me alimentando direitinho, se precisava de ajuda e que se arrependia de ter seguido a ideia do meu pai.
Separei todas as cartas - até às que não eram minhas -, pacotes e fitas antigas e guardei embaixo da minha cama. Ao voltar para o hospital, sequer sabia como encarar meu avô, até lembrar do que falei pra ele quando criança: "Tá tudo bem, vovô. Você é a única família que eu preciso".
Um pouco antes de falecer, ele me contou tudo. Fingi surpresa, mas já havia lido todas as cartas, até algumas que não devia. Me pediu para procurar meus pais e que tentasse perdoá-los, já que ele mesmo não havia conseguido fazer isso.
E então a ligação chegou, não me lembro muito das primeiras horas após descobrir que meu avô faleceu. Mas me lembro da dor. A dor crua, horrível e enjoada que descrevi diversas vezes para a minha terapeuta, após diversas crises de ansiedade.
Nunca fui de desobedecer meu avô, ainda mais o último pedido dele antes de falecer, três dias após me contar tudo. Parece que estava apenas esperando tirar esse peso dos ombros para que pudesse ir embora.
Cheia de medos, inseguranças e mais contras do que prós, vendi tudo que tinha em Hong Kong, levando apenas o essencial para a tal Tsushima, que parecia um paraíso de anime. Só tinha alguns nomes, que eram bem comuns. Mas não devia ser difícil achar uma família chinesa na tal ilha, só precisaria de coragem, coisa que não tive até então.
Estou na ilha a um ano. Moro em Toyotama e trabalho na rádio NHK, mas continuo com meu blog e o podcast quinzenalmente. Após dois meses em Tsushima, a locutora local mudou-se para Tokyo, aparentemente por conta de uma proposta irrecusável. Graças a isso, estou empregada em um local que me dá toda a liberdade possível. Me encontrei como locutora na rádio NHK.
A frustração de não ter coragem de procurar minha família me assombra todos os dias, frustração essa que acabo descontando em coisas que não devia. A única coisa que era como antigamente era minha paixão por falar.
FUTURO Dizem que precisamos reinventar o passado para ver a beleza do futuro, por isso espero que esse medo em descobrir mais sobre o motivo de ter sido abandonada com meu avô vá embora junto com minhas crises existenciais que acompanham esse assunto. Sinto que só vou conseguir viver em paz após fazer o que meu avô me pediu, o perdão. Mesmo que eu não tenha raiva alguma, apenas medo.
Que eu consiga me mudar para uma casa melhor, com mais espaço para mim e Master Seafood, minha tartaruga. Mesmo que ela não precise de tanto.
Quero voltar para as aulas de boxe - que fazia na adolescência antes de focar na faculdade - e talvez yôga. Preciso levar uma vida saudável, principalmente agora que estou perto dos vinte e oito. Tempo livre eu tenho, só me falta força de vontade mesmo.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Pansexual. TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut. FACECLAIM: Ellen Wu, atriz.
Historian Ellen Wu's The Color of Success: Asian Americans and the Origins of the Model Minority just might be the best examination of the roots of the model minority stereotype in print.
Historian Ellen Wu's The Color of Success: Asian Americans and the Origins of the Model Minority just might be the best examination of the roots of the model minority stereotype in print. More than...