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Festival ESTEOESTE: talentos emergentes bracarenses em foco | Entrevista Artistas
O Festival ESTEOESTE fez a sua estreia nos dias 11, 12 e 13 de 2023, respetivamente sexta-feira, sábado e domingo. Esta primeira edição foi bastante concorrida, com bastante público a aderir a todas as atividades. Além dos concertos e DJ sets, houve também um street market. De relembrar que algumas das bandas bracarenses mais conhecidas marcaram presença, foram os casos de Mutu e Travo.
A diversidade musical bracarense, do rock psicadélico, ao Doom Metal e até passando pelo hip-hop, foram géneros musicais presentes. Essa mesma heterogeneidade será igualmente nota dominante no programa deste ano.
Concertos da 1ª edição do Festival ESTEOESTE em 2023 Agora em 2024 o evento passa a 2 dias: 9 de agosto (sexta-feira) e 10 de agosto (sábado). Além de concertos de bandas como Maison Vërt ou Quadra, haverá também DJ Sets que terão lugar numa das novidades desta segunda edição, serão realizadas no Palco Piscina. A programação inclui ainda um Mercado de Criadores, food trucks e atividades infanto-juvenis.
O festival tem co-organização da Aubhaus (ex-Cosmic Burger) e da Bazuuca, com o apoio da Câmara Municipal de Braga e da Cerveja Nortada. Este ano, conta também com o parceiro de sustentabilidade Music Declares Emergency, reforçando o compromisso com práticas sustentáveis e promovendo a consciencialização entre o público.
A entrada para o evento no Parque da Ponte em Braga é gratuita.
Para mais detalhes sobre o cartaz e atividades, há mais informações na página de Internet em esteoeste.world e na página de Instagram do festival em @festivalesteoeste.
~ Apresentação e Entrevistas a Maison Vërt e ST. James Park
Os Maison Vërt vão atuar no primeiro dia do Festival ESTEOESTE. Eles são uma dupla de música eletrónica/hip-hop composto por Frank Lucas (voz) e por Birou (beats). O projeto teve início em novembro de 2022, durante uma atuação conjunta dos dois artistas no Festival FENDA, em Braga.
O objetivo inicial era mesclar os seus estilos musicais, mas ambos sentiram que a performance poderia ser ainda mais representativa da sua amizade. Foi assim que surgiram várias composições originais, concebidas apenas um mês e meio antes do festival, e que refletem toda a sua energia: as influências urbanas, a liberdade da música eletrónica e uma jornada cósmica, com ambientes espaciais envolventes.
Lançaram o disco de debute, ‘7,83Hz’, no passado mês de Fevereiro. Este trabalho de estreia dos Maison Vërt é uma homenagem ao planeta Terra e à natureza. Em ritmo de antevisão, durante o ano passado, foram surgindo singles avulso: “Mais Um” e “Não Sei” (com INÊS APENAS). Com 10 temas editados nesse álbum existe agora todo um disco completo para ser descoberto.
Maison Vërt na 'Noite de Reis da Bazuuca' em 2024
~ Entrevista aos Maison Vërt
headLiner (Edgar): Lançaram o vosso primeiro álbum ‘7,83Hz’ no passado mês de fevereiro. Como tem sido o feedback que têm recebido do público?
Maison Vërt: Estamos muito felizes com a forma como o nosso primeiro álbum foi recebido e acarinhado. Ambos viemos de um background musical um pouco distante daquilo que nos encontramos a fazer agora e na altura decidimos compor algo que fosse fora da nossa zona de conforto, não imaginávamos que pudesse resultar num álbum... mas aconteceu! Estamos muito gratos pela forma como nos receberam neste novo capítulo.
headLiner (Edgar): Para vocês, Frank Lucas e Birou, como é serem uma dupla de hip- hop/eletrónica de Braga? Quais os desafios que têm encontrado pela frente?
Maison Vërt: Hoje em dia, na teoria, partimos todos do mesmo ponto de partida. No entanto, numa cidade em que não há tanto fluxo cultural, as coisas podem parecer um bocadinho mais desafiantes. Sentimos que Braga está a fervilhar, estão a florescer projetos muito interessantes e acreditamos que com isso, futuramente, a cidade poderá ser uma referência no que toca à Cultura Nacional.
Frank Lucas na 'Noite de Reis da Bazuuca' em 2024 headLiner (Edgar): Vão atuar no primeiro dia do Festival ESTEOESTE. O que pode o público esperar da vossa atuação?
Maison Vërt: Nos últimos meses temos tentado aproximar as energias do disco ao que pretendemos levar para os palcos. Dito isto podem contar com boa disposição e muita alegria! E novidades...
headLiner (Edgar): Qual a vossa perspetiva sobre a realização do Festival ESTEOESTE no Parque da Ponte em Braga? Qual o impacto que este evento pode trazer para a cidade e para os artistas?
Maison Vërt: Para nós é um prazer estar a tocar em casa, num Festival que partilha os mesmos valores de sustentabilidade do nosso projeto. Um cartaz composto apenas por prata da casa é sempre a maneira mais orgânica de fazer com que a comunidade cresça.
St. James Park atua no segundo dia do Festival ESTEOESTE. Este é o nome artístico de Tiago Sampaio, um músico, produtor e compositor português.
Em 2012, fundou a banda GrandFather’s House, juntamente com a sua irmã, Rita Sampaio. Durante o período entre 2012 e 2017 a banda lançou três edições discográficas, teve algum reconhecimento nacional e internacional e realizou imensos concertos em Portugal e até fizeram digressões pela Europa.
Mais tarde o artista decide começar uma nova aventura como St. James Park, explorando, desta vez, a música eletrónica. Influenciado por eletrónica experimental, música clássica e hip-hop, o músico, produtor e compositor nascido em Braga lança em 2020 o seu álbum de estreia, ‘Highlight’, que conta com a participação de artistas como Lince, Noiserv e IVY.
Depois de ter participado em diversos projetos regressou este ano a dar novo capítulo ao seu projeto a solo. Surgiu no passado mês de março com a edição do seu segundo álbum cujo título é 'Modern Loneliness' tendo sido editado pela Cosmic Burguer (hoje em dia chama-se Aubhaus).
St. James Park na 'Noite de Reis da Bazuuca' em 2024
~ Entrevista a Tiago Sampaio - ST. James Park
headLiner (Edgar): Tiago, foste o impulsionador dos Grandfather's House numa primeira fase a solo e depois em formato banda. Durante alguns anos produziram um repertório indie rock de bastante qualidade e tiveram algum reconhecimento, plenamente meritório. Agora és produtor e tens o teu próprio projeto a solo como St.James Park no planeta da música eletrónica. O que te levou a estes novos caminhos?
St. James Park: Sempre tive muita curiosidade por aprender novos instrumentos ou técnicas de composição. Em 2015, estava com algum tempo livre e comecei a explorar a composição em software mais intensivamente. Depois disso, vieram os sintetizadores, drum machines... comecei a entrar no mundo da eletrónica apenas por curiosidade. Até que cheguei a um ponto (5 anos depois) em que tinha já músicas suficientes para um disco. Passou de curiosidade para forma de compor e de ver a música. Foi nessa altura que percebi que precisava de um nome para o projeto.
headLiner (Edgar): Produção a solo pode ser bastante solitário, certo? Quando estás a produzir música original quais são as tuas alavancas motivacionais? Imagino que tenhas quem te vá dando feedback...
St. James Park: Em relação aos Álbuns e Ep’s a alavanca é quando sinto que tenho algo a dizer musicalmente ou artisticamente. Acontece também quando sinto que existe uma temática sónica que tenho vontade de explorar. Mas muitas vezes, na rotina do dia-a-dia de estúdio, estou só a experimentar novas técnicas, um novo synth ou um efeito novo e surge um single ou uma paisagem sonora daí. Lembro-me de um amigo me dizer há uns tempos: Uma peça nova de gear reflete-se sempre num novo release hehe. É verdade!
Quanto a feedback, confio sempre nos meus amigos do meio, mas são as pessoas mais próximas, que não percebem muito de música, que normalmente me dão o melhor feedback.
St. James Park na 'Noite de Reis da Bazuuca' em 2024 headLiner (Edgar): Em 'Modern Loneliness', álbum lançado em março passado, tiveste a participação de artistas como Bia Maria, Rui Gaspar (First Breath After Coma) e até com a tua irmã Rita Sampaio (Isa Leen). Em todos os 8 temas do disco tiveste a cooperação de diversos músicos. Como decorreu esse processo colaborativo e qual a ideia que te levou a isso?
St. James Park: Tudo começou porque estava farto de fazer música sozinho, fechado no meu estúdio. Sentia que me tinha de desafiar, experimentar novas ideias com novos estilos e formas de compor. Queria evoluir enquanto artista.
Quanto ao processo, foi muito trabalhoso porque exigiu muito de mim e de toda a gente que participou no disco.
Em alguns casos tivemos de ir trocando ideias durante meses. Outras vezes tínhamos de começar uma ideia e dar estrutura em apenas dois dias de estúdio. Não foi aquele processo belo de estar 2 semanas num estúdio com todos os artistas a gravar e descontrair. Mas, na minha opinião, a aprendizagem foi mesmo muito positiva, estou muito feliz com o resultado final.
headLiner (Edgar): Por outro lado, relembrando os Grandfather's House tens saudades do trabalho em banda? Desses tempos o que, hoje em dia, é-te útil como músico enquanto St. James Park?
St. James Park: Tenho muitas saudades de fazer música com os Grandfather’s House porque não tinha de compor todos os instrumentos/partes das músicas. Apenas tocava o meu instrumento e era um processo criativo muito live e mais partilhado a todos os níveis. Contudo, hoje em dia tenho outra banda que são os X IT (com a Elenie Wagner e o Danië van der Duim), a forma de compor não é a mesma de GFH, mas acaba por ser um híbrido com St. James Park.
Respondendo à tua última pergunta, trabalhando sozinho acaba por ser mais rápido em quase todos os processos, é mais simples agilizar a agenda de uma só pessoa.
St. James Park e Mafalda na 'Noite de Reis da Bazuuca' em 2024 headLiner (Edgar): Vais atuar no segundo dia do Festival ESTEOESTE. O que pode o público esperar da tua atuação?
St. James Park: Vou tocar grande parte das músicas de Modern Loneliness no concerto, mas, como não consigo ter todos os convidados, decidi fazer versões das próprias músicas ao vivo. Vou estar a interpretar parte dos temas acompanhado da MAFALDA na voz.
headLiner (Edgar): Qual a tua perspetiva sobre a realização do Festival ESTEOESTE no Parque da Ponte em Braga? Qual o impacto que este evento pode trazer para a cidade e para os artistas?
St. James Park: Eu acho que é um festival que é muito importante para a cidade por dois motivos.
O primeiro é porque junta a comunidade local com os artistas também locais e da região. É um momento de festa e partilha muito grande, que não existe no resto do ano.
O segundo é porque Braga precisava de um festival assim, num local como o Parque da Ponte. Para quem não conhece, é o parque do centro da cidade, um local verde incrivelmente lindo.
~ Horários da programação musical
Agradecimento final para o Tiago Sampaio pela disponibilidade e rapidez nas respostas. Entrevista feita via e-mail. Com muito gosto o headLiner é media partner do Festival ESTEOESTE. Um evento dinâmico e que promove os artistas emergentes da cena musical bracarense, algo que o headLiner se revê totalmente.
Festival ESTEOESTE: vida cultural em Braga enriquecida a 9 e 10 de agosto | Entrevista Organização
O ESTEOESTE é mais do que um festival, é um ponto de encontro entre a cultura e a comunidade de Braga. Revela-se portanto como uma plataforma para artistas emergentes da cidade.
Nesta segunda edição, a grande novidade é o palco Piscina, onde o público poderá usufruir de DJ Sets e concertos enquanto se refresca. Estará de volta àquela cidade minhota para dois dias repletos de música e diversão, para celebrar a cultura e a comunidade da cidade.
A programação vai muito mais além dos concertos e DJ sets. Haverão atividades infanto-juvenis, um foodmarket e um mercado de criadores, onde artistas e marcas independentes vão expor e comercializar os seus trabalhos de ilustração, artesanato e moda. A este respeito decorreu um open call para participação cujas inscrições encerraram a 20 de julho.
Ambiente na 1ª edição do Festival ESTEOESTE em 2023 Entre as diversas atividades destacam-se a Oficina de Leitura e Expressão com a UMAR Braga, as atividades do Braga25, os jogos de tabuleiro da Ludoteca da Estufa e sessões de Flash Tattoos com as tatuadoras Leticia Guimarães e Camilla Gomes.
O festival tem co-organização da Aubhaus (ex-Cosmic Burger) e da Bazuuca, com o apoio da Câmara Municipal de Braga e da Cerveja Nortada. Este ano, conta também com o parceiro de sustentabilidade Music Declares Emergency, reforçando o compromisso com práticas sustentáveis e promovendo a consciencialização entre o público.
A entrada para o evento no Parque da Ponte em Braga é gratuita.
Para mais detalhes sobre o cartaz e atividades, há mais informações na página de Internet em esteoeste.world e na página de Instagram do festival em @festivalesteoeste.
~ Entrevista a Francisco Quintas – elemento da organização
headLiner (Edgar): Em 2024 vai acontecer a segunda edição do Festival ESTEOESTE. O que esteve na génese na criação deste evento?
Francisco Quintas: A criação do Festival ESTEOESTE surgiu da vontade de proporcionar à cidade de Braga uma oferta cultural diferenciada durante o verão. Percebemos que, apesar da abundância de eventos, havia espaço para um festival que promovesse a cultura local e emergente, criando uma plataforma para artistas e talentos da nossa região se apresentarem e se conectarem com a comunidade.
headLiner (Edgar): Agosto é altura de férias, de muitos eventos e festas populares por todo o país, com bastante oferta no norte. Sentiram a necessidade de criar uma alternativa cultural para quem está por Braga nos dias do festival?
Francisco Quintas: Sim, precisamente. Agosto é um mês movimentado, mas notamos que havia uma lacuna para aqueles que ficam por Braga. Queríamos criar um evento que não apenas entretivesse, mas que também celebrasse a cultura local, oferecendo uma alternativa envolvente para os residentes e visitantes de Braga.
headLiner (Edgar): A primeira edição teve três dias. Este ano há a redução para dois dias. O que levou a esta mudança?
Francisco Quintas: A decisão de reduzir para dois dias foi estratégica. Observamos que, ao condensar o programa, conseguimos oferecer uma experiência mais intensa e diversificada. Apesar de termos menos dias, teremos mais artistas na edição deste ano e um horário muito mais alargado. Isso permite uma maior concentração de atividades, tornando cada momento do festival ainda mais dinâmico.
headLiner (Edgar): Em destaque estão os talentos emergentes de Braga. Pode-se dizer que o festival serve como showcase de apresentação dos talentos bracarenses à sua comunidade?
Francisco Quintas: Com certeza. Um dos pilares do Festival ESTEOESTE é justamente dar palco aos talentos emergentes de Braga. Queremos que o festival seja uma vitrine para esses artistas, proporcionando-lhes a oportunidade de se apresentarem para um público amplo e diversificado, fortalecendo a cena cultural local e criando novas oportunidades para esses artistas.
headLiner (Edgar): O Palco Piscina é uma das novidades este ano. Realmente a combinação do tempo quente, da piscina e música é bastante apelativa. Como surgiu a ideia?
Francisco Quintas: A ideia do Palco Piscina surgiu da vontade de inovar e oferecer uma experiência única aos festivaleiros. Queríamos aproveitar o facto daquele equipamento municipal (Piscina do Parque da Ponte) ter sido recentemente requalificado. A inspiração veio de outros festivais como o saudoso Milhões de Festa, ou até o Festival Ponte Party People, que aconteceu naquela mesma piscina e do qual eu fiz parte da organização. Queremos que o público não assista apenas aos concertos, mas que viva uma experiência diferente de qualquer outro evento na região.
headLiner (Edgar): Nem só de música viverá o evento. Do resto da programação do Festival ESTEOESTE quais são os destaques?
Francisco Quintas: Além da música, teremos uma programação diversificada que inclui atividades infanto-juvenis em parceria com a Câmara Municipal de Braga e a Braga 25, um food-market, um beer garden e um mercado de criadores independentes.
headLiner (Edgar): Certamente o Festival ESTEOESTE estará de portas e braços abertos a todos. Para todos aqueles bracarenses ou que vivam na região de Braga e que estejam a ponderar a visita ao vosso evento... Querem deixar uma mensagem?
Francisco Quintas: Gostaríamos de convidar todos os bracarenses, residentes e visitantes da região a virem celebrar connosco. O Festival ESTEOESTE é feito para vocês, com o objetivo de fortalecer os laços da nossa comunidade através da arte e da cultura. Prometemos uma sexta e um sábado bem passados!
~ Horários da programação musical
Agradecimentos finais para a organização do Festival ESTEOESTE: - Ao Francisco Quintas pelas rápidas respostas às perguntas. Entrevista feita via e-mail. - À Inês Silva pela disponibilidade, atenção e ajuda para a realização deste artigo em regime colaborativo de parceria!
Com muito gosto o headLiner é media partner do Festival ESTEOESTE. Um evento dinâmico e que promove os artistas emergentes da cena musical bracarense, algo que o headLiner se revê totalmente.
Tasty
Sem #esteoeste mas com um #percuso muito bem #orientado 🙈🙉🙊 (em Este Oeste Pizza Sushi Café)
Gyosa vibes... #food #foodporn #esteoeste #asianfood (at Este Oeste Pizza Sushi Café)
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Today is a day for love! 💙 From ... Norte-Sur, Luisa Pomar 2013 From ... Este-Oeste, Luisa Pomar 2012 Mutabilis - Torino


