A inveja e a presença Construções massivas Em carne de primogênito Priorizando farmácias O tempo é um sussurro O peso é a mão prensada em outra Como obriga as lesões românticas Digeridas em radiografias panorâmicas A argila, revela a pureza O sopro, mares abertos Em mesas de bares afogadas Na dissimulada dissecação O pulso aberto de uma Amélia Atribuída como insulto à América Meu território ovaciona Pollyanas Prostradas em porta retratos Longilíneo braço Esculpido com descuido Em riste a contradições Das facas de plástico Futuro e fardo No dorso origami Aquilo que sempre negastes És hoje teu veículo, filo e fio de prata Maleficio institucionalizado Vide o feito do zelo Congestionado entre ásperos afagos Incumbido de negociar infâmias A língua tumba, proclamando uma linguagem morte Imortal moral do espantalho de ferida aberta Sal salgado a ferida, abobora seca escorrida Banquete a luz do dia para corvos
Assuntos, Covas e Insultos - Pierrot Ruivo










