Just send me to jail and then I can still skate.
I, Tonya (2017)

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I, Tonya (2017)
Jumanji – Bem-Vindo à Selva | Crítica
Tendo Jumanji (1995) como um dos meus filmes favoritos, não é de se duvidar que ficasse realmente animada com o anúncio de sua suposta sequencia. Devo confessar que junto da animação, também fiquei um pouco apreensiva com o rumo que a nova obra teria.
Seria uma sequencia direta do clássico dos anos 90? Creio que uma continuação seria desnecessária. Ou talvez um remake? Fico feliz em dizer que não. Jumanji Bem-Vindo à Selva me surpreendeu de forma positiva.
Além de não apelar para a nostalgia do bom e velho Jumanji, Bem-Vindo à Selva inova com seu roteiro voltado para os dias atuais, englobando a tecnologia na nova versão do jogo de forma divertida e cheia de referencias aos “clichês” de jogos eletrônicos atuais ao nos apresentar, desta vez, um jogo de vídeo-game.
Os personagens principais são apresentados de forma rápida, porém eficiente logo no início, como adolescentes comuns americanos, com seus estereótipos e tudo. Temos a presença do atleta, da popular, do “esquisito” e da nerd. Os quatro são mandados para a detenção e é lá que encontram o jogo de Jumanji e são mandados para a dimensão do mesmo. Este momento inicial de interação entre os personagens me lembrou Clube dos Cinco.
Os quatro então, ao serem tele transportados para dentro do jogo, se transformam em seus avatares que em nada se parecem consigo mesmos. Achei interessante como o novo núcleo conseguiu manter as características adolescentes e até mesmo inocentes de seus personagens, é engraçado ver The Rock se surpreender com o tamanho de seus músculos ou Jack Black julgar a si mesmo como “o tiozinho barrigudinho”.
Entretanto, algumas das piadas feitas no filme são repetidas em mais de uma ocasião, o que acaba, em certo ponto, perdendo a graça e as tornando cansativas. Algo que também me chamou atenção foi a forma como pequenos detalhes do enredo ou até mesmo a motivação dos personagens são repetidas diversas vezes ao público, seria como uma forma de reforçar qual é a missão ou para constantemente nos lembrar do que os personagens estão fazendo em Jumanji?
No geral, o filme se mostrou despretensioso, possivelmente sem a intenção real de se tornar um clássico como o original, porém divertido e leve. Um clássico da sessão da tarde, eu diria.
Ficha Técnica
Título: Jumanji: Bem-vindo à Selva (Jumanji: Welcome to the Jungle)
Lançamento: 04 de Janeiro de 2018 (Brasil)
Direção: Jake Kasdan
Classificação: 12 anos
Gênero: Ação, fantasia, comédia
Duração: 119 minutos
#397 #JeanneDielman23QuaiDuCommerce1080Bruxelles #JeanneDielman ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ São 200 minutos de pouca ação, de câmera estática, de planos longos e pouquíssimos diálogos. “Jeanne Dielman” de Chantal Akerman foi meu último filme no cinema em 2017, e não poderia ter encerrado de maneira tão peculiar. É um cinema que incomoda, que entedia, mas que passa uma mensagem forte sobre o cotidiano de uma mulher que precisa recomeçar do zero depois de perder o marido e até então seu porto seguro. Uma atuação arrebatadora, e de uma naturalidade poucas vezes vista no cinema, de Delphine Seyrig torna ainda mais interessante acompanhar por três longos dias a vida de Jeanne Dielman em sua residência em Bruxelas. #filmes2017 #movies #belgica🇧🇪 #frança🇫🇷 (em IMS Paulista)
Prestigiem minha lista de melhores no @sitecinese7e Aproveitem e sigam a página e indiquem aos amigos. #cinese7e #filmes2017
#395 #TheBirthOfTheDragon #AOrigemDoDragão ⭐️ Estava reticente sobre esse “A Origem do Dragão”; mas era o segundo filme do diretor George Nolfi, que havia estreado atrás das câmeras com o ótimo “Os Agentes do Destino”, então resolvi encarar essa pérola que mostra o período anterior à famosa luta entre o lendário Bruce Lee e o igualmente popular (ao menos na China) Wong Jack Man. É uma lástima só. Apenas um par de boas lutas coreografadas, mas que usualmente eram interpretadas por diálogos bobos. Uma subtrama desinteressante envolvendo um romance e personagens que não agregam nada a história principal. Bruce Lee merecia algo muito melhor. #filmes2017 #movies #china🇨🇳 #eua🇺🇸 #canada🇨🇦 (em Cinesystem Cinemas)
#394 #Pendular ⭐️⭐️⭐️⭐️ Falar que “Pendular” tem as melhores, mais bem coreografadas e dirigidas cenas de sexo do cinema dos últimos anos pode parecer que o filme seja sobre o tema ou explore isso de maneira exagerada, quase leviana. Jamais! As cenas estão no filme de maneira tão orgânica e natural como o ato sexual em nossas vidas, está ali mas não é o mais importante. O filme de Julia Murat quer mostrar o processo de criação de um artista, as dores de quem nunca está contente com o resultado de suas obras e os enfrentamentos pessoais e artísticos do processo. Mas além da exímia direção de Julia o pulo do gato de “Pendular” está na atuação de Raquel Karro. A atriz se entrega de tal maneira que a personagem salta da tela. Eis que aos 45 do segundo tempo vejo mais um ótimo filme nacional. #movies #filmes2017 #brasil🇧🇷 (em CineSesc)
#393 #TestrőlÉsLélekről #CorpoeAlma ⭐️⭐️⭐️ A maior virtude de “Corpo e Alma” é nunca ser previsível. O filme húngaro é peculiar e recheado de camadas, daqueles que a gente continua digerindo após a sessão. Embora seu ritmo lento, ora afaste o espectador e razoavelmente disperse a trama; ora contribua para o desenrolar dos personagens, é na direção que ele encontra sua maior qualidade. Direção acertada somada a imprevisibilidade do roteiro torna “Corpo e Alma”, representante da Hungria no Oscar 2018, um filme fora da caixinha e saboroso a cada nova cena. Longe de ser perfeito, tem algumas gordurinhas e uma certa cena na banheira que depõe contra o que se viu na maior parte da projeção, mas certamente vale prestigiar. #filmes2017 #movies #hungria🇭🇺 (em Caixa Belas Artes)
#392 #JeuneFemme #JovemMulher ⭐️⭐️⭐️ “Jovem Mulher” é o famoso estudo de personagem. Tradicional, daqueles que seguem a protagonista ininterruptamente, com poucos coadjuvantes e que necessita de um bom intérprete para ser relevante. O que sustenta “Jovem Mulher”, longa-metragem de estreia da diretora Léonor Serraille, é a soberba atuação de Laetitia Dosch, que credita verossimilhança aos destinos de Paula, sua personagem. Recém-saída de um relacionamento abusivo, desempregada e grávida, Paula precisa dar a volta e reconstruir sua vida sozinha. Alguma arestas ficam soltas e alguns assuntos mal explicados, como a relação conturbada com a mãe e o desentendimento com o até então primeiro amor, e que desencadeou a jornada da heroína. Para um primeiro filme o saldo é bastante positivo. #filmes2017 #frança🇫🇷 #movies (em Caixa Belas Artes)