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awoo
Gauru and Honor by Mirko Failoni
and for inktober day 31 i give you vanessa's half wolf half human form, the most werewolfy form for halloween!
Little werewolf doodle drawn up to fiddle with character design, inked up to fiddle with inking, painted up to fiddle with painting. I spend so much time playing basically catch-up y'know?
This, is GREAT.
Gauru #1
Galhos secos quebravam sob os cascos escuros de seus pés peludos de carneiro. Suas pernas finas pareciam fraquejar por vezes, como que ameaçando desabar o rapaz sobre os arbustos de roseiras já armados com espinhos. As mãozinhas delicadas pairavam perdidas, empurrando folhas e trepadeiras que atrapalhavam o caminho. A cabeça pequena virava-se de um lado para o outro procurando algo além de plantas, sem sucesso. Seu corpo magro ondulava-se enquanto ele se curvava, virava e observava aquelas árvores de troncos grossos e escuros, imundos de musgo. A floresta era úmida.
Gauru parou para observar uma enorme flor magenta aberta sobre os restos de um tronco oco abandonado, esbanjando um delicioso perfume macio - tão bela com aquele tom de rosa escuro na ponta de suas pétalas generosamente grandes e seu pólen esverdeado que mais parecia purpurina salpicada.
Ele passou os dedos pelo tronco, sentindo-o úmido e sensível. Encolheu os ombros pipocados de sardas escuras – estas que decoravam também seu rosto, cintura e joelhos. Afagou amavelmente seus cabelos castanhos quase beges e comprimiu os lábios. Voltou a andar pela terra fofa até que avistasse raios de luz entre as poucas árvores mais adiante, que iluminavam rochas cinzentas e grandes. Aos poucos o cheiro forte de umidade e mofo foi sendo substituído por uma brisa quente com aroma de campo. Animou-se e apertou o passo, pulando logo numa pedra menor para seguir assim subindo a pequena colina rochosa. Ouvia os cascos estalarem em baques baixos quando batiam nas pedras como os carneiros que escalavam montanhas em busca de abrigo. Ele subiu, e só parou quando chegou ao topo da colina e se deparou com um penhasco áspero de quase trinta metros de altura. Sentou-se e observou a vista lá em baixo na estepe verde, onde quatro cavaleiros apostavam corrida com seus cavalos enormes.
O rapaz pegou-se pensando nos tempos de guerra, onde aquela mesma estepe serviu incontáveis vezes de campo de batalha. Por tantas vezes essa mesma terra foi banhada em sangue, que dava arrepios só de estar a essa distância.
Os cavaleiros estavam rindo. Puxaram as espadas das bainhas e lutaram de brincadeira uns contra os outros. Gauru deitou nas pedras e respirou fundo, observando o céu infinitamente grande, claro e quase sem nuvens. Pousou as mãos sobre o peito liso e mexeu a cauda fina, semelhante à de um leão. Baliu involuntariamente como que num suspiro e fechou os olhos. Cochilou.