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Wintersonnenwende 2019
Wada (Black and White)
Freya: Well?? Say you’re sorry!
Odin: Uhhhhh....
Freya: You can’t say it, can you?
Odin: I can say it.
Freya: Then say it!!
Odin: I’m....solly.
Freya: Did you just say you’re “solly?!?”
Odin: I’m soggy.
Freya: YOU’RE “SOGGY?!?”
Odin: I’m sarmy.
Freya: That’s not even a word, smarmy.
*Loki facepalms*
"A Natureza não existe"
Dizer isso pode soar um pouco estranho vindo de um pagão, mas tenha paciência e se aconchegue junto ao fogo do nosso lar, tome uma porção de comida e receba nossa mais sincera hospitalidade enquanto lhe conto melhor sobre isso.
Não quero aqui falar sobre “o homem” como uma entidade abstrata, mas, durante muito tempo, vários grupos humanos ancestrais que tive o prazer de conhecer suas histórias, viveram sem sequer uma palavra para “Natureza”.
Isso à primeira vista pode parecer absurdo e contraditório, porque temos a ideia razoavelmente acurada de que eles eram povos que viviam do que chamamos de Natureza e para o que chamamos de Natureza, e seria bastante estranho se eles sequer a percebessem como uma entidade separada.
Essa divisão entre Homem versus Natureza é produzida na cultura ocidental como uma consequência do modo de pensar romano, ainda no grego physis (Φύσις) é usado para se referir à totalidade integrada das coisas existentes, incluindo-se aí o humano, que seria apenas a parte dotada de pensamento ou racionalidade (λόγος). Mas é ainda entre os gregos que a physis, sua forma de entender a Natureza, passa a se opor ao nomos (νόμος), a lei ou costume, isto é, à “civilização”.
Mas o que essa discussão nos interessa enquanto heathens germânicos, sejamos anglo-saxões ou nórdicos? O fato de que ao expandir sua “civilização” e cultura, tanto pela espada como pela Bíblia, os romanos fizeram com que adquiríssemos essa noção de separação do meio natural.
O idioma anglo-saxão carece de uma palavra nativa para “Natureza”, bem como o nórdico antigo o importa do latim. Esse fenômeno não é restrito aos germânicos, os povos indígenas do Brasil que conheço, por exemplo, não possuem uma palavra para “Natureza”.
Isso porque a “Natureza” como algo abstrato e separado do humano, contra o qual estamos constantemente lutando, não era exatamente vista como querem Hobbes, Locke, Marx e outros pensadores que tendem a colocar essa separação ocidental como um fato essencial no processo “evolutivo” dos seres humanos.
Nas culturas nativas, e os paganismos são um tipo de cultura nativa, a Natureza não está separada de nós, mas os diversos entes animais, minerais, vegetais, fungos, etc. que a compõem são vistas em estreita relação com os humanos. Os humanos não se veem como esferas individuais mas como rizomas, raízes profundas, o tempo todo interrelacionando-se com o outro e definindo-se a partir dessa relação.
Nesse sentido, o que nós chamamos de “Natureza” — aquilo que não é humano, que exploramos em vez de interagir —, em oposição à “Sociedade” — aqueles com quem interagimos socialmente — não exatamente existe. A “Natureza” é parte da sociedade; ancestrais podem habitar em árvores e montes, um carvalho poderia ser testemunha de juramentos e casamentos, o Mar era visto com temor, os trovões as batidas da marreta do campeão dos deuses.
Deuses esses que em si faziam parte do mundo, pertencendo a ele imanentemente, ou seja, não eram espíritos transcendentais e afastados do que aqui acontece. A Natureza é cheia de personalidades, e então não é apenas um véu que mistifica e oculta, mas o próprio revelar-se daquilo que é sagrado, isto é, daquilo que é vivo e proporciona vida.
E assim, a “Natureza” era uma ideia dispensável, porque, de fato, a relação dos povos pagãos com a Natureza era tão profunda que eles não conseguiam se enxergar como algo separado dela, um ente assustador contra o qual lutavam absurdamente.
Penso eu que essa seja uma linda lição que os antigos povos pagãos têm a nos ensinar, principalmente numa época em que aqueles que seguem cegamente o deus pregado decidiram destruir completamente o que chamam de Natureza, que para nós pagãos, é a parte mais sagrada de nosso “self”, e não uma mera fonte de recursos a ser destruída sem reflexão.
Band: Dimitris Koutsouvelis - All Vocals Lefteris Vourliotis - Lead Guitars Michail Vlavianos - Rhythm Guitars Yiannis Moraitis - Bass Guitar George Tsinanis - Drums
“The Symbolist”
HEATHENDOM didn’t rest on laurels, but pushed the envelope even further. The Greeks shed doom elements almost completely, instead concentrating on intense and dark power metal stemming from the US and Scandinavian school (SANCTUARY, NEVERMORE, MEMORY GARDEN, MORGANA LEFAY…), but on their 2nd full-length they venture into the technical thrash (ANNIHILATOR, HEXENHAUS) and even further into the movie soundtrack territories, incorporating classical instrumentation into their intricate arrangements. Not only the vocalist, who often sounds slightly deranged, reminds of the king of horror metal, but the spirit of KING DIAMOND works hovers over this music. Perfect production boosts this unique metal gem, highlighting every single instrument. - Metal On Metal Records -
HEATHENDOM The Symbolist (2011) Metal On Metal Records Athens / Greece
Tracklist: 1. Endistancement By The Null Position 04:32 2. Alternate Sickness 04:34 3. The Symbolist 06:06 4. My Obedience 04:50 5. Black Euphoria 05:11 6. Sanctified 04:14 7. The Concept Of Reason 05:55 8. Die Insane 05:07 9. Prescience Of The End 05:19 10. An Angel, A Demon And A Dying God 07:22
- necro69mancer -
The Holy Spirit will convince the world of sin. The Holy Spirit is actually the only conceivable actor of the verb, for the conviction of sin exceeds all human ability. Only the Holy Spirit can do this, even though he can and will use us as instruments in his hand. Taken in this sense, elenctics is the science which is concerned with the conviction of sin. In a special sense then it is the science which unmasks all false religion as sin against God and calls people to the knowledge of the one, true God.
J.H. Bavinck, 'elenctics': to 'convince', 'convict' or 'rebuke', and so to call to repentance: defined as 'the science which unmasks to heathendom all false religions as sin against God and . . . calls heathendom to a knowledge of the only true God'