This Singer factory is still standing in Huambo...
The singer sewing machine is thought of as a uniquely western machine, but here’s a run-down and empty factory in Huambo, which was once known as Nova Lisboa during Portuguese colonial times.
It’s not clear when this building was manufacturing Swinger machines, but after a decades-long battle for independence that lasted from 1975 - to 2002, the entire countryside was destroyed.
Now, this building simply sits in the dust and falls apart, waiting to be rebuilt by human hands. The bones of this building are still good, but it’s likely that this building will never again be brought back to its original luster.
Arequipa: Plantaron 5000 árboles de queñua en comunidad campesina de Huambo
Con el objetivo de restaurar los ecosistemas altoandinos de la región Arequipa, el Servicio Nacional Forestal y de Fauna Silvestre (Serfor) plantó 5000 árboles de queñua (Polylepis rugulosa) en la comunidad campesina de Huambo, distrito del mismo nombre, en la provincia de Caylloma, región Arequipa.
Esta iniciativa se enmarca en el proyecto “Restauración Biocéntrica de territorios de los Pueblos Indígenas”, liderado por la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) y el Centro Cindes. El proyecto busca combinar el conocimiento técnico con los saberes ancestrales para la recuperación de paisajes degradados en las regiones de Arequipa, Puno y Moquegua.
La plantación se realizó en la jurisdicción de la Comunidad Campesina de Huambo con la participación activa de los comuneros quienes lideraron la siembra de los árboles. Además, la Municipalidad Distrital de Huambo brindó y asumió el compromiso de riego para garantizar el crecimiento de los plantones. Serfor y Centro Cindes brindaron asistencia técnica.
Del total de árboles de queñua instalados, 4200 fueron proporcionados por el Serfor y 800 por la Sociedad Minera Cerro Verde.
Las siguientes plantaciones se realizarán en los distritos de Andagua (Castilla), Cabanaconde y Tapay (Caylloma) donde Serfor ha identificado ecosistemas clave para la restauración. En estas zonas se plantará queñua y sancayo (Corryocactus brevistylus) como especies principales y se fomentará la recuperación del ayrampo (Airampoa ayrampo) y otras especies de flora silvestre en base a los conocimientos de las comunidades locales recopilados en los “talleres de vida” que se realizan como parte del proyecto.
Esta es la segunda plantación realizada en Huambo en este año. La primera fue en el mes de enero donde se instalaron 3500 queñuas reforzando así el compromiso de las instituciones aliadas con la recuperación de los bosques altoandinos.
Arequipa
via https://pachamamaradio.org/arequipa-plantaron-5000-arboles-de-quenua-en-comunidad-campesina-de-huambo/
Personal archive: O repositório imagético apresentado concilia retalhos de experiência, de banalidade conspícua, extra-ordinária e transfigurada (porque descontextualizada e, agora, recontextualizada), errantes no mapa; arquivados desde 2017 para notas biográficas posteriores. Sem capitalizar o ócio da viagem, em crescimento até aqui, monto uma dramaturgia íntima, cronológica e multi-situada do (meu) mundo, entre a coisalidade lítica das referências e os sonhos, imaginações e símbolos que delas brotam.
Não é prescrita, evidentemente, qualquer leitura certa, estática ou rígida dos retratos em fotografia. O espetador é convocado a (des)fusionar os fragmentos que escolhi enquanto (possíveis) manifestações do meu estar-viva. O meu corpo foi peso e medida da câmara, regulando sensível e inteligível e movendo-se além dos imponderáveis, invisíveis e irrepresentáveis, como soube.
Persegui, despretensiosamente, o que me seduziu. Naveguei entre as coisas que apareceram, desapareceram e se mutaram; cristalizando-as, momentaneamente, nas formas que lhes couberam. Para lhes adivinhar ontologia ou fixar fluxos, e, essencialmente, arquivar, refletir e inventar sobre a realidade comigo em relação (com todos os seus atores e ambientes) - ou, simplesmente, para brincar, seriamente, com a sua condição plástica, imprevisível, ilusória e inefável.
Personal archive: O repositório imagético apresentado concilia retalhos de experiência, de banalidade conspícua, extra-ordinária e transfigurada (porque descontextualizada e, agora, recontextualizada), errantes no mapa; arquivados desde 2017 para notas biográficas posteriores. Sem capitalizar o ócio da viagem, em crescimento até aqui, monto uma dramaturgia íntima, cronológica e multi-situada do (meu) mundo, entre a coisalidade lítica das referências e os sonhos, imaginações e símbolos que delas brotam.
Não é prescrita, evidentemente, qualquer leitura certa, estática ou rígida dos retratos em fotografia. O espetador é convocado a (des)fusionar os fragmentos que escolhi enquanto (possíveis) manifestações do meu estar-viva. O meu corpo foi peso e medida da câmara, regulando sensível e inteligível e movendo-se além dos imponderáveis, invisíveis e irrepresentáveis, como soube.
Persegui, despretensiosamente, o que me seduziu. Naveguei entre as coisas que apareceram, desapareceram e se mutaram; cristalizando-as, momentaneamente, nas formas que lhes couberam. Para lhes adivinhar ontologia ou fixar fluxos, e, essencialmente, arquivar, refletir e inventar sobre a realidade comigo em relação (com todos os seus atores e ambientes) - ou, simplesmente, para brincar, seriamente, com a sua condição plástica, imprevisível, ilusória e inefável.