Imperatus is a really impressive model.
seen from Russia
seen from China
seen from Türkiye

seen from Australia

seen from United States
seen from China

seen from Georgia

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States
seen from Singapore

seen from Denmark
seen from United States
seen from Georgia
seen from Portugal
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Russia
seen from Hong Kong SAR China
Imperatus is a really impressive model.
Imperatus - The Dusk of Hopeless Dreams
Blackened Death Metal from Hanoi, Vietnam
After being founded in the midst of winter 2023, and released our debut album entitled “At the Mercy of the Wind” exactly a year ago, Imperatus has been playing live regularly in our fatherland, assembled a new line up that, together, in a very short amount time, cultivated this album. With the addition of Ullr and Finn, our music was breathed in more Death Metal overtones, compared to the relentlessly paced Black Metal on their debut. “The Dusk of Hopeless Dreams” is a declaration of war, wielding the sound of wrath, hatred and revenge against hypocrisy.. With the signature arpeggiated tremolos, Swedish-influenced chainsaw guitar tone, and the rich sense of melody and composition that can be heard from classical music, Imperatus are back!
1. Hopeless Dreams 05:36 2. Echoes of My Soul 03:54 3. The Mountain of Forever Waits 04:41 4. The Curse of Night 05:43 5. Wrath of the Late Huntsman 04:13 6. Death to the Nymph 04:07 7. Twilight Fantasy 05:12 8. Beneath the Moon's Pale Veil 04:30 9. Within the Grave 03:23
Release date: April 15th, 2025
Imperatus · Album · 2025 · 9 songs
@imperatusofficial
Done the white on Imperatus.
Projetos
John Devint. Um nome até simples, mas ninguém conseguia chama-lo assim. Ele era apenas “o jonny”. Foi assim nos estudos e ainda é assim agora que se formou e foi trabalhar para os militares de Cerys. Jonny era jovem e dominava a prática de criação de fórmulas mágicas muito bem. Ele mesmo já tinha corrigido pequenos deslizes de alguns de seus professores. Isso deixava o rapaz loirinho se sentindo importante. O único problema de Jonny eram as mulheres... Principalmente as mithras. O loiro de olhos claros era muito apaixonado pelas felinas que via em trajes de ajudantes durante alguns ritos divinos em Gara ou mesmo usando as roupas vitorianas nas ruas da capital. Mas isso era apenas um grande problema para ele – Jonny ficava muito vermelho na presença de uma delas e isso sempre foi alvo de chacota para seus amigos. Agora era a chance de Jonny se tornar famoso: Ele precisava terminar um projeto imenso de algum nobre da capital de Cerys, como não havia tempo para levar o projeto até Gara, o jovem arquiteto arcano foi convidado a conhecer o imenso Imperatus. Os primeiros dias foram de assombro, mas logo o loiro estava já usando roupas formais e se dedicando ao projeto para qual foi chamado. Numa noite próxima do Turbilhão, Jonny via a linha fina do arquipélago de Gara à distância. Mas isso não estava incomodando o arcano. Ele olhava o projeto na mesa seriamente.
Batidas severas na porta. Um militar entrava no quarto em forma de torre cedido ao arquiteto. - Meu Lorde? Precisa de alguma coisa? – Jonny avançava na mesa guardava os pequenos charutos de lírio, muito sem graça. - Não se incomode.... Pode usar de tuas drogas o quanto quiseres... Apenas me diga do projeto.. Jonny fazia uma careta... – Er...Meu lorde..eu preciso dizer que não sei se devo usar meus conhecimentos para tamanho projeto sem saber o objetivo do mesmo... O militar deu apenas um passo, mas estava ao lado do mago. A respiração era pesada. Havia o cheiro do metal polido. Ele se abaixou para ficar na altura do estudioso de Gara: - Uso militar... O senhor não está sendo pago para ter escrúpulos... Afinal ... É possível? Jonny estava escutando os próprios batimentos cardíacos. - Er... Sim, é possível – o loiro dava a volta e ia até a mesa – Eu fiz algumas alterações aqui e aqui para que os cristais de matéria não matem a todos durante a produção, mas eu preciso dizer que.. O militar foi até a mesa e ficou olhando as anotações. Jonny continuou: - Quero dizer que sou grato por tudo, de verdade. Até mesmo consegui uma namorada mithra – risos – Mas não posso assinar este projeto por não concordar com o seu uso, o senhor entende não? O homem olhou para jonny ainda com os papéis nas mãos. - Com essas alterações marcadas, irá funcionar? - sim, sim. Mas não posso assinar isso. Não posso vincular meu nome com tal projeto e eu ainda pretendo levar à sério meu relacio.. Jonny não pôde terminar a frase. Ele estava no ar. O vento intenso o jogava como uma folha de árvore. Ao longe, acima, ele via o Imperatus e o seu quarto com a janela aberta.
RP005
O gigantesco navio fazia manobras de subida e descida. Para a navegação aérea, isso é uma manobra muito complicada. Os barcos seguem correntezas de ventos que são como linhas planas nos céus. Claro que é possível voar fora delas, mas a grande vantagem de se ficar nesses “rios de ventos dentro do céu” é a estabilidade que confere aos navios. Barcos pesados e com poucas velas (ou pequenas) conseguem navegar rapidamente e sem se preocupar com solavancos ou mudanças de nuvens. Fora dessas “estradas”, o destino do barco depende de alguns fatores, como o peso e tamanho do mesmo, as capacidades dos seus marinheiros e boa forma física de todos. Os ventos mudam de força e direção muito rapidamente, predadores dos céus usam as nuvens para se esconderem e os barcos precisam de várias hastes (ou “mastros de lastro”) projetando para os lados ou abaixo do casco com a função de equilibrar o navio. Barcos sem isso ou que isso se quebre podem rodopiar e matar a todos. Outro fator é a força de motor. Veleiros e costeiros não usam forja de matéria para impulsionar seus barcos, portanto ficam à mercê da direção dos ventos caóticos ao estarem fora das correntezas.
O que tudo isso tem a ver com a jornada do Imperatus? Simples:
- não há correnteza conhecida que leve para o continente de Yuralis.
Diálogo de Aegnor com Ayala antes de saírem:
> A clériga ainda estava recebendo os últimos adornos em sua roupa ao estilo "pandawa" com mangas longas quando Aegnor apareceu na porta que ainda tinha cheiro de tinta (a reforma foi ontem).
-Lady Ayala?! > A sacerdotiza olha rapidamente para a porta enquanto uma das mithras está empenhada em prender um adorno dourado que vai segurar parte dos panos sedosos. > Ah, nosso mago de bordo... Mais algum problema? Mais piscina esvaziando? Outras portas ou canos quebrados..? Deusa....
-peço pergdão pelos ocorridos minha senhera. -ja solucionamos os problemas. Com tudo venha a sua presença para pedir seu pedrão por conta de minha incapacidade.
> Ela nem se vira enquanto experimenta outra sandália (já há uns pares pelo chão) - Se fosse incapaz, os problemas não teriam sido solucionados, não?
- Milha lady foi muito generosa mas,não tenho o conhecimento necessario para levar a frente os estudos com os escritos que me foram cedidos- minha senhora a escrita não me é familiar, não consigo enxergar a logica das formulas. me é mt abstrato
> Ayala vira-se para o mago. Provavelmente ela é uma das elvans mais bonitas que o jovem arcano já vira. Trajes sedutores que revelavam muito rapidamente uma pele desnuda com movimentos suaves. O sorriso era talvez sua principal arma. > Meu caro... Eu imagino que os escritos e estudos de Lorde Levis seriam úteis na sua empreitada, não? Aquele monte de livros e pergaminhos não são de ultilidade? > Uma voz suave é ouvida por detrás de Aegnor: - Senhora, acredito que Lorde Aegnor estava apenas no local errado. Minha culpa.
>Aegnor perde seu olhar na beleza da Elvan, e qndo se da conta q se excedeu pede desculpa e abaixa a cabeça
> lady Aniliáh (a loirinha novinha) está também na porta.
> Ayala olha para a sua pupila com desaprovação: - Aniliah, me surpreende que, depois de um relatório falando das capacidades arcanas de nosso mago de bordo, o coloque para trabalhar num estudo clerical... Mostre a sala de lorde Levis para ele... > A jovem abaixa a cabeça: - sim, minha senhora.. > Ayala continua depois de uma pausa: - E ...Aniliah? > - senhora? > ..>Depois que eu retornar, veremos sua punição. > Sim, minha senhora. Vou aguardar. > Ayala termina de se arrumar, pede para chamar os três que irão com ela.
-(aegnor) minha senhora não a puna, eu lhe imploro.... como ainda sou jovem minha gana por conhecimento é grande e acreditei q podeiria extrair algum conhecimento dos escritos. se existe algum cupado é minha arrogancia. > ele se ajoelha ao falar
> A Alta sacerdotiza olha para o jovem mago e depois para sua pupila. Alguns nervosos momentos e ela continua: - Pois então Aliniah...está com sorte...Lorde Aegnor ficará então em teu lugar quando eu retornar.
> agora saiam e tragam os três que virão comigo.
O grupo partiu para o tal “chá tardio” e um clima de calma dominava o local do clero das àguas em queda. Kanon estava já criando ódio pelas fórmulas das bombas... Uma besteira de uma medida diferente e a porcaria explodia ao invés de apenas fazer fumaça. Tudo estava mudando do tom avermelhado do pôr-do-sol para um azul da noite vindoura. Duas mithras ainda estavam passando preguiçosamente os esfregões para terminar a eterna limpeza do local. Dullue estava descansando olhando para a gigantesca vidraça que mostrava as nuvens passando rapidamente – sinal de proximidade do Turbilhão. Kanon se aproximou da guerreira. Ele nunca prestado muita atenção na mestiça, mas como ela estava deitada apenas com roupa de banho, não havia como evitar. A meia-elfa era alguém bem diferente do que ele se lembrava. Estava com os músculos definidos e haviam marcas apagadas por debaixo das atuais, cicatrizes e os dedos mostravam que já foram quebrados e solidificaram de forma não muito certa. Ela tinha um busto firme, mas as tatuagens na cabeça deixavam-na com ar exótico e violento. - Ainda tarado kanon? O pirata deu um pulo para trás – nem havia percebido que tinha sido notado e nem que estava tão perto da guerreira. - Ops, desculpa Dullue, não foi por mal. Cê tava aí, sossegada..tá tudo tão..quieto. A mestiça virou-se novamente para o grande vidro. - A gente vai conseguir achar a Koharu? É mesmo possível isso? O jovem ajeitou seu braço mecânico que estava pingando um pouco de aguardente. - Vamos sim. Tenho certeza de que vamos. Mas dizem que as pessoas que passam pelo turbilhão esquecem quem eram. ISSO me preocupa. Ambos ficaram quietos. Apenas olhando os céus ficando mais azulados enquanto os barcos menores de limpeza passavam ligeiros. Só UM daqueles barcos era muito bem conhecido de Kanon. - QUÊ??? Mas aquele é o MEU barco!!! PUTAQUIPARIU! É O PEGAPRAKAPAR!!
E era apenas o início da noite.
Gara em alguns dias.
- CARALHO!!!!! ELE TA LÁ!!! A GENTE PRECISA CHEGAR NELE, PRECISO PEGAR ELE DEVOLTA DULLUE!?!?!?! - Kanom abaixava o tom de voz e tentava organizar o pensamento. Lembrando dos motivos por não conhecer ninguém que havia chegado ao novo continente. Apenas lendas e contos, de Marshall Newgate, alguem que havia morrido alguns anos antes de Kanom virar Bucaneiro de Zayra. Lembrava da Gnoma tentando explicar os fatores pelos quais não chegariam ao continente. Os dentes dos deuses e a falta de correntes. Muitas coisas passavam pela cabeça do Nurian, uma delas era como chegar ao barco e pra que ele estaria sendo usado. - Assim que acabar a reunião, a gente tem que dar um jeito de chegar nele... -Toma um gole de Aguardente de seu dedo polegar se senta ao lado da guerreira. vendo seu barco navegar. apos tomar, tenta mostrar a Meia elfa, qual deles é o barco, aquilo iria demorar.
> levou ainda algum tempo para a guerreira responder o marujo, mas ela tava com um meio sorriso no rosto: - er...Kanon? Aquilo não é um mero barco costeiro de limpeza?
> Kanom reparava na observação da combatente e observava melhor, levando as duas mãos a cabeça e segurando os cabelos, realmente cheio de odio - Como eles... filhos da puta! não pode ser!
> Kanom observava melhor tentando reparar se realmente era o barco dele que estava fazendo esse papel de barco costeiro de limpeza.
> Realmente É (ou era) o "pegaprakapá", agora transformado em barco de manutenção. Há uma bandeira de uma espada com um sol poente atrás.
> O capitão pensava se afundava de vez ou resgatava o barco. logo ele parava e descia ate o "local de trabalho" e voltava com uma garrafa de rum, sentando ao lado da guerreira. - Sinto saudade da Koharu, Ela unia a gente. espero que isso de perder a memoria seja apenas mais uma fabula
> A mestiça olhava para além dos barcos pequenos, olhava para mais longe que as nuvens - Kanom..aquele então é o teu barco...Mas porque então ele tá lá e não contigo? Perdeu nas apostas?
> A Porta do grande setor se abre lentamente. Um dos guardas ri de alguma coisa e Shokker entra com uma mochila de lona. Ele acena de longe.
> Abria a garrafa, dando uma boa golada, deixando a garrafa entre ambos, Kanom, forçava a vista tentando reconhecer a bandeira, se era do imperatus, ou de algum outro grupo que ele conheceu - Não, fui pego pelo Eric, ia pra forca mas Ayala, Ayre e Selene negociaram pra me soltar no deserto... agora isso não parece tão amigavel, mas to vivo. haha - Kanom acenava de volta chamando o grandalhão para perto, ergueu a garrafa de rum.
> O grandalhão acena de volta, guarda a mochila na "sala de operações" e vem se aproximando
> - O que era aquilo ? - Kanom olhava para o grandalhão se aproximando
> (Shokker) - Ah? Ah, nada demais. Trabalho particular. Eu ia falar que vi um barco conhecido, mas tô vendo que já o acharam
> (Kanom) é... a gente vai esperar Ayrê e as meninas voltarem com o Aegnor da tal reunião da hora chá esnobe pra avisar que vou recuperar o meu barco, e esperar que Agatha e zoomer estejam bem
> (Shokker) - peraí... -coloca a mão no ombro do kanom - vamos supor que você pegue o barco e aí? Vai fazer o quê? Fugir pelos céus?
> (Dullue) - vai abandonar a gente? Complicar a sebosa da minha prima?
> Vou procurar uma rota pra Yuralis... Se ninguem ate hoje achou aqueles Rios de vento pra lá não devem ser grandes. Devem ser estreitos e suaves... Complicar? como complicaria ela?
> (Dullue) sei lá...ela te salva e tu pula fora..eu taria puta contigo, mas faça o que quiser - ela bebe o rum - Argh! Que troço ruim! Me dá mais.
> (Shokker) - por mim, tudo bem! Buscar novas rotas é emocionante! Aliás, esse é bem o espírito de aventureiro - risos - Ei! Não beba tudo!
> (Kanom) - Pela Korahu, e a gente não pode ficar aqui por mais tempo, vou conversar com ela também. Você viria com a gente né? -risos- imagina? Iriamos descobrir as rotas para Yuralis! Fazer nome
> (Shokker) - Eu vou, na moral. Devo a vida para a magrela, mas isso de viajar no barco assim é ruim.
> (Dullue) - Boa busca para vocês - A guerreira se levanta e espreguiça. Shokker ri. A mestiça olha para o pirata - O que foi que tá engraçado?
> (Kanom) - Verdade... deixa o rum Dullue! por favor... Fala sério, imagina os combates que você poderia ter... os tesouros... as criaturas...
> (Shokker) - Ué? Tava olhando tua bunda oras, Só falta trincar - hahahah
> Os olhos da guerreira se apertaram mas o soco foi esquivado pelo marujo que ria alto - Eita! Porque toda mulher se irrita com isso?
> Shokker apoia um pé atrás da mestiça e dá um empurrão - deita aí que a bebiba te faz mal
> As mithras saem dos seus quartos para ver a cena da musculosa se levantando e arremessando as cadeiras num pirata que corria em círculos enquanto kanon ainda ficava parado olhando a cena
> Num momento as cadeiras acabaram e o pirata ria alto - Há! Acabou as cadeiras, e agora?
> A MESA DE LANCHE acerta o grandalhão que é jogado na enorme piscina. Assim que ele coloca a cabeça para fora da água, Dullue já pulava com o restante da mobília élfica. Era possível ver o branco dos olhos do pirata
> As mithras gritavam e traziam panos. os guardas saiam de seus postos e vinham ajudar. No meio de tudo, lá estava um atônito Kanom com sua garrafa de rum
> Shokker consegue nadar para fora da piscina, vários machucados, mas rindo muito.
> Assim que Dullue se aproxima da beira o pirata sorri largo e encosta um dedo na água - a aguerreira fecha os olhos - você não ousaria...
> A explosão elétrica levanta a água da piscina jogando pedaços de móveis para todos os lados. As servas mithras tentam recolher o que dá junto com os guardas. Do outro lado, Lorde Levis, o conselheiro de magia, sai de seu quarto para reclamar do barulho, mas uma cadeira ornada o atinge jogando para dentro do aposento novamente.
> Shokker ri alto - Nossa! Faz tempo que não tinha uma briga tão legal assim e .....epa.
> A guerreira acabava de pegar ele pelo tornozelo.O grito do pirata terminou depois que ele quicou na piscina e acertou a pequena ilha.
> Dullue pediu uma toalha, secou o rosto (e não notou o cabelo punk), foi até kanon : - Pode ir na sua aventura, mas eu fico. Ayrê pediu minha ajuda e vou ajudar no que for. - Logo, a guerreira vai se deitar, as mithra arrastam os móveis quebrados para a cozinha enquanto outras secam o chão
> Logo temos Kanom sozinho, parado com uma garrafa de rum
> Kanom ainda coça a cabeça - pqp.... Shokker... Entendo. A proposta está de pé.
> Kanom olha o Shokker na ilha -Ta vivo? Pqp... Nem quero ver quando Ayala chegar... pior que nem podemos culpar o mago de bordo agora...
> O pirata levanta o polegar indicando que estava...bem. Em seguida, desmaia.
> Kanom ri... e olha para o local aonde o ancião havia saido - PQP o velho!! - o pirata corre ate o local - Mithras, prf ajudem o gradalhão na ilha e tem enfermeiras aqui... Caralho... fudeu Correndo ate o velho: -Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...Fudeu...
> Uma das mithras se aproxima junto do Kanom. Lorde Levis foi arremessado para dentro do banheiro e estava desmaiado.
> Noriko (a mithra): - Vou cuidar dele. Nós não temos como tirar o encanador da ilha (e nem queremos)
> (Kanom) - Brigado moça, pode cuidar dele?
> do lado de fora estava pouca iluminação. O quarto de Dullue mostrava que ela ainda não tinha ido dormir.não havia guardas na porta. Kanon estava sozinho. As outras mithras estavam ocupadas juntando os móveis nos fundos da cozinha
> (Kanom) - Noriko, certo? brigado... peça para as mithras para que terminamos tudo antes de lady ayala voltar. seria de grande ajuda para todos, principalmente para ela, ela pode infartar se ver isso....
> Kanom vai ate o quarto da guerreira, dando 6 batidas suaves na porta em um ritmo suave
> kanon vê a mithra saindo do quarto do idoso e entrando na cozinha. Ela faz um gesto que está tudo bem e entra na cozinha guardando a faca.
> Dullue grita para entrar - "tô no banho"
> - Caralho... - Kanom vai ate a cozinha procurando a mithra com a faca
> A cozinha é um caos de felinas cuidando dos móveis molhados e tentando ter espaço para tudo. Muitas olham para o pirata com aquela cara de " o quê você quer agora?"
> Kanom tenta acompanhar alguma que esteja indo em direção a alguma saida secundariaIgnorando o olhar das felinas.
>Há uma porta por detrás da cozinha, mas está aberta e com mithras entrando e saindo. Uma das mithras se aproxima - o que podemos fazer pelo "senhor"?
> (Kanom) - Acabou de entrar uma mithra com uma faca na mão aqui, queria achar ela.
> kanom chama uma mitrha com alguma mancha em diferencial ou padrões de pelo que seja facil de procurar/ achar depois, ou essa mesma mithra que falou com e ele: - Não deixa ninguém sair da cozinha. por favor. Então o Nurian segue para a tal porta, enquanto faz isso procura a mithra que havia visto antes, tentando notal a faca na mão ou a cor da mithra, olhos ou padrões de listra
> Não é fácil isso. Kanon não estava realmente vendo isso. A travessia da cozinha é lenta com um monte de móveis molhados e mithras aborrecidas. A que se aproximou para perguntar ao kanon avisa que não tem mais nada para fazer lá fora, mas que a "lady guerreira" estava chamando por ele.
> Kanom da um meio sorriso sem desviar do objetivo - por favor, vá ver o ancião. cuide dele por favor, acho que temos um grande problema.
> Kanom passa completamente atento tentando ignorar barulhos em geral
> (Mithra) - e quanto a lady guerreira chamando por ti?
> a cozinha tá uma movimentação só: as felinas são bem jeitosas, mas para passar rápido, precisaria ser alguém até mais ágil.
> - Diga que já vou - Kanom tenta ser o mais ágil possível, colocando o braço mecânico pra cima para ajudar na passagem.
> Elas vão saindo da frente e logo kanon está na lavanderia. Alguns dos móveis estão empilhados alí. Uma mithra chama a atenção das outras - ela está usando óculos.
> Kanon olha ao redor: Há duas escadarias e duas portas. Uma está aberta. Aquele cheiro clássico de roupa lavada.
> Kanom vê por ali, passa o olho em todas, e retorna a que usa óculos, logo foca no seu objetivo. "porra, não sabia que tinha uma lavanderia... falar com shokker.. foco...". Kanom entra na porta fechada, verificando se esta aberta
> Tem inscritos em élfico na porta, mas kanon não sabe ler. A porta não está fechada, mas as outras felinas ficam olhando o pirata abrindo a porta e vendo a escadaria de madeira escura
> (Kanom) - alguma mithra entrou em uma dessas portas? ou passou para a escadaria por agora?
> Alguém está cozinhando peixe. Apenas um prato. A que usa óculos se aproxima, ela coloca a prancheta de madeira debaixo do braço. - Nessa porta que o senhor abriu, não. Mas a outra sim, várias. Ao menos desde que estou aqui, foi isso.
> (Kanom) - o que tem aqui? qual seu nome? esta aqui a muito tempo? desculpa as perguntas..
> (Mithra) - aliás, acho que os senhores podem focar suas balbúrdias na região da piscina não? temos muito trabalho. Essa porta é que leva para os aposentos de Lady Aliniah. A outra leva para a área de lixo. Meu nome é Alasy - Ela pôe os óculos de novo.
> Hm.. ok - Kanom se vira para quem frita o peixe ver se reconhece como a que segurava a faca - Brigado, Alasy. Tentando lembrar se quem segurava a faca era a Noriko.
> kanom pode ver toda a movimentação dali: mithras levando os móveis para um eventual conserto ou apenas secar, um prato de peixe cozido solitário na mesa longa, outras estão passando bocejando e outras ainda estão com panos de chão
> (Kanom) - Quem fazia a refeição ali Lady Alasy? perdão te pertubar
> logo elas voltam para a correria dos seus afazeres.
> Quando kanon ainda está organizando seus pensamentos, uma mithra magrinha o toca no ombro: senhor? Voltei do quarto e ele dorme bem.
> Respira fundo. - você que se alimentava na mesa? quem comia ali? você viu pequena?
> Kanom vai ate o prato de peixe na mesa. coçava a cabeça tentando organizar os pensamentos.
> Ninguém come àquela hora. Ninguém sabe de quem é o prato. Uma das felinas fala que quem comeu algo assim foi "lady Selene" ontem.
> Kanom vai perguntar pra de óculos se a elfa saiu, e vai subir ao quarto dela, procurar algum cristal ou coisa do tipo. ele pede a de óculos uma lista das mithras dali, quantas e nomes.
> "a de óculos" fala que o Kanom não tem autorização para ir no quarto da Dama. Ela pigarreia. "o senhor está insinuando alguma coisa de nós? Saiba que és um servo como todas nós aqui, sr. encanador"
> - Tudo bem... procure por favor a mithra que deixou aquele prato, é de suma importância, Alasy. Não entenda mal. Muito obrigado pela ajuda - Kanom sorri e vai ate Dullue olhando fixamente para o prato.
> A mithra resmunga alguma coisa e Kanom passa pela mesa. O prato está intocado - ninguém comeu.
> Dullue já estava no quarto dormindo. A porta estava fechada
> kanom fica de tocaia na porta, já que não havia guardas.
RP004
O fatídico chá tardio.
RP003
Dia seguinte...manhã.