Tags: sex. hard sex. horny straight couple. chocking. no protection. friends with benefits dynamics. long distance situationship. size kink. slight masturbation (m&f). multiple orgasms. cum inside.
Se você é menor de idade e ainda por cima, caiu aqui de paraquedas, some e corre pra bem longe.
Chega a ser meio preocupante a parte que ela nem consegue esperar que eles passem do hall da entrada do apartamento, antes de tirar a blusa dele. Mas ela mesma não pode se culpar, não depois de passar meses sentindo a falta daquele homem e finalmente, ter ele ao seu alcance pra encher de beijos.
Ela já tinha passado o dia todo se convencendo que aquela visita não ia ser nada demais, assim como o assegurou a semana toda que ela estava animada, sim, mas não tantooooo, do mesmo jeito que ela passou aquele mês se preparando só um pouco pra receber ele na casa dela, sem tratar tudo aquilo como um grande evento. Ela só levantava da cama, ia dar aula na escolinha de dança onde tinha escolhido pra estagiar durante seu mestrado, passava todos os intervalos mandando mensagens pra ele, e gastava todo o resto do dia pensando no quanto ia dar pra Luther Chai quando ele aparecesse em seu campo de visão com seu sorriso fofo e voz tranquila.
Era bem tranquilo. Dava pra ver que ela não estava mesmo tão ansiosa.
— Eu fiquei o dia todo esperando por isso, porra. Eu achei que nem ia conseguir vir pra cá sem quicar em você no carro. — Ela confessa sentindo o coração acelerado, nos pequenos intervalos que sua boca faz enquanto beija a pele de seu pescoço, peito e ombros como se precisasse cobrir tudo com os lábios dela. — Pode aparecer de surpresa no Studio mais vezes, lá todo mundo já sabe que você é meu namorado mesmo.
Mesmo que eles não fossem oficiais, mesmo que eles só tivessem feito um monte de promessas sobre ser fiel ao outro e não encontrar outras pessoas nos longos períodos que ele viajava pra ser o jornalista competente que ele era e ela se descobrir em outro continente longe da criação rígida do pai, Ji amava dizer pras pessoas que Luther era seu namorado e que ela o amava e que ele era perfeito pra ela. O que fez sua saída desesperada da escolinha, quase atropelando as outras professoras e coordenadoras só pra chegar até ele do outro lado da rua, nem uma hora atrás, se tornar um comportamento totalmente compreensível.
Ela só estava amando. Acontece.
— Eu senti tanto a sua falta…
Fica explícito que ele também, assim que ele puxa seu rosto pra cima e a beija com uma posse e fome que a deixa suspirando de tesão, subindo as mãos pra se apoiar nos ombros dele, enquanto o corpo fica completamente colado ao seu a ponto dela sentir o quanto ele fica mais duro a cada segundo daquilo. A buceta dela parece uma cachoeira quando ele desce uma das mãos pra levantar sua saia e toca o tecido úmido e fino de sua calcinha, e é só aí que ela tem certeza que não vai conseguir esperar até eles chegarem no quarto, imagina só então a sala.
Ji sente o aparador do hall tocando suas costas e não leva um segundo antes de se apoiar pra conseguir abrir suas pernas trêmulas pra ele, soltando um gemido longo e necessitado assim que sente os dedos de Luther contornarem sua buceta por cima da calcinha, a provocando suficiente pra ela choramingar igualzinho uma vagabunda desesperada. Era difícil não pensar em tudo que ele ia fazer com ela, lembrar das coisas que ele já tinha feito, enquanto ondulava os quadris contra a palma dele, procurando qualquer tipo de atrito pra aliviar o calor dela.
— Baby, eu não quero mais esperar. — Ela choraminga manhosa, de novo, por causa dele. — Eu quero você dentro de mim. Agora.
Ela não quer um dedo, nem ele esfregando a língua nela, nem um tipo de preparação pro caralho dele, não quando ela já se sente escorrendo pelas pernas e acha que vai desmaiar se ele não socar fundo dentro dela logo. Ela deixa isso claro no quão rápido se livra da calça e cueca dele, e no quão rápido ela o deixa tirar as roupas dela antes de manter uma das mãos punhetando todo o comprimento dele, muito perdida em outro beijo agressivo pra perceber o quanto ele está vazando por causa dela também.
Leva só um segundo pra ela se virar e se apoiar de novo no aparador, empinando a bunda nua e abrindo mais as pernas pra ele com uma expressão de pura ansiedade no rosto, que ele só consegue ver por causa do espelho bem em cima do móvel, que também o deixa assistir sua surpresa quando ele desce um tapa firme em uma das bochechas macias, e depois a outra. Ji até se esquece da parte que implorou pra ele começar a foder ela de uma vez, mas só porque gosta muito da surra de tapas que leva no rabo cada vez que ele pesa mais a mão pra acertar na pele vermelha, mas nada supera a sensação de ser finalmente penetrada pelo homem amado depois de meses se contentando com nudes e todo tipo de vídeo imundo que os dois eram capazes de gravar.
A primeira estocada é tão funda e lenta que ela acha que vai desmaiar, sentindo ele arrombando seu buraco molhado até se acomodar bem fundo dentro dela, encostando as bolas pesadas em sua bunda e a deixando tão cheia que fica difícil de respirar, sentindo a buceta se esticar e apertar ao redor de cada centímetro dele. E só fica melhor quando ele passa um dos braços pela cintura dela, e começa a macetar do jeito que ela gostava e ele sabia que ela aguentava. Forte, fundo e rápido. Muito rápido.
Ela já tinha esquecido do próprio nome e que tinha vizinhos a muito tempo, porque a cabeça ficou cheia da imagem imunda dele a comendo por trás e sussurrando os elogios mais doces em seu ouvido como se não estivesse prestes a fundir o corpo dela no aparador, que estava sendo violentamente batido contra a parede do cômodo e contra o corpo menor dela. É assim que você gosta? É assim que você queria? Você é tão boa. Você é tão gostosa. Você é minha. E ele fazia questão de mostrar isso não só como a fodia até ela começar a chorar contra o peito dele, mas no jeito que tocava suas curvas, contornando todo seu corpo e amassando seus peitos até sentir os mamilos ficando ainda mais rígidos contra as palmas das mãos dele.
— Eu amo você — Ela choraminga, com lágrimas nos olhos, fodida demais pra não rebolar a bunda contra os quadris dele intensificar todo aquele prazer. — Luther, eu amo tanto você.
E não era mentira, nem porque ela já sentia a cabeça do caralho dele socando seu colo do útero, mas dizer aquilo com ele tão perto e lhe dando tanto prazer parecia tão certo quanto dizer que ela era a putinha dele, que ninguém comia ela tão gostoso quanto ele e que ela precisava dele ainda mais fundo e duro na buceta. Ela o amava, sim, e amava tudo o que ele fazia pra ela ficar arrombada e vazando na rola dele, como ele não se cansava dela, e como ele a tocava sem ela precisar pedir por mais.
Ela sente sua buceta quase o estrangulando por dentro quando o vê mover uma das mãos pra envolver seu pescoço, apertando os dedos de leve no começo ao redor de sua garganta, e aumentando a força com as estocadas bagunçadas que ele continua investindo nela. É tão gostoso sentir ele entrando e saindo rápido, e tão gostoso ficar sem ar no meio disso tudo, que ela goza com força e deixando ele ainda mais melado no ponto onde os dois estão ligados, se deixando escorrer pelas próprias coxas e as bolas dele também, enquanto solta o gemido mais alto e sujo. Mas ela precisava de mais.
— Eu aguento, por favor, soca mais. — Mesmo sem fôlego e completamente trêmula, só conseguindo ficar de pé por causa do braço dele ainda a segurando no lugar, mas não fazia diferença. — Me fode mais, eu quero de novo.
Não faz diferença quando ele volta a meter nela, ainda mais forte que da primeira vez, e agora esfregando seu clitóris num ritmo que beirava a tortura, porque depois de tanto tempo afastados ela que não ia perder a oportunidade de ficar com a buceta inchada de tanto dar e ser usada como a putinha desesperada pela pica dele que ela era, principalmente quando o sente encher ela de porra quente depois de fazê-la gozar de novo, distraída demais com os lábios dele colados nos seus pra engolir e abafar todos os seus gritinhos histéricos, pra perceber o quão fundo aquele jato de leite foi.
Eles tinham acabado de fazer um filho, só não sabiam ainda. Que coisa.













