(🫧) . ݁₊ você e o johnny terminaram.
e agora?
{❄️} headcanon sobre como seria o término/possível volta, entre você, e seu namorado johnny.
— “veguinha, por favor, faz um término com o johnny!” mas amiga, você tem certeza?
— “por favor vegaaaa, com o johnny” então tá.
— vocês que pediram.
— john suh é seu marido. você o ama, e é inegável, mas há algo diferente na relação de vocês… algo sobre a distância, a falta de proximidade como casal, a rotina.
— tudo isso os levou à um pedido de divórcio de sua parte, um johnny estático, e a pequena filha de 3 aninhos de vocês totalmente confusa.
— você achou melhor, para o bem dos dois, pegar sua filha, uma mala com suas coisas, e ir pra casa da sua mãe. a última coisa que você viu foi ele, recostado no batente da porta da frente, com aquelas roupas casuais que sempre usava quando estava em home office, sorrindo fraco para a bebê que não entendia muito bem o porque de ter que ir sem o papai dela.
— você queria ter sido forte e não ter olhado pra trás, porque assim, não teria visto a dor nos olhos dele.
— ele te mandaria algumas mensagens, perguntando sobre a filha de vocês. tentaria ao máximo respeitar seu tempo, mas volta e meia perguntaria sobre a relação.
— o quarto pareceria imenso sem você. a cama de casal vazia do seu lado, seu travesseiro ainda com uns fios de cabelos seus, seu perfume… e ele ali, tentando ser forte.
— no closet, ainda teria suas coisas. no banheiro, seu shampoo, seus cremes. na cozinha, estariam os doces que você gostava, e ele se perguntaria em que momento tudo aquilo se perdeu. quando parou de reparar em você.
— iria descer de madrugada até a cozinha, pegar um copo de whisky, e beber puro. lágrimas se acumulariam em seus olhos. “puta merda…” sussurraria quando entendesse que não conseguiria segurar o choro.
— bêbado, sozinho, e chorando de saudade.
— quando as quengas do trabalho dele soubessem que ele estava em um processo de divórcio, dariam em cima dele mais do que antes. chamariam ele pra sair, dariam cafés e donuts pra ele… mas ele negaria tudo. ainda se sentia seu. e de fato, era.
— iria até a casa de sua mãe para ver a filha de vocês, que correria até ele com alegria. “papai!” e desta vez, seus olhos se encheriam d’àgua. ele iria até você QUASE te dando um selinho, no automático, mas você desviaria.
— quando você deixou a bebê de vocês com sua mãe, e foi buscar mais algumas roupas, o encontrou ainda com a roupa do trabalho, no escritório.
— se aproxima dele, o nariz vermelho pelo frio que fazia, e ele te repara. te repara mesmo.
— sem dizer nada, você deixaria que ele se aproximasse. deixaria ele passar o nariz por seu pescoço, deixaria que ele beijasse você. deixaria que ele tirasse sua roupa, e te comesse de quatro encostada na mesa do escritório da casa de vocês, enquanto ele ao menos retirou a gravata. cru, duro. como se estivessem lavando roupa suja, uma discussão sem palavras.
— gozaria dentro uma vez, como se estivesse marcando território. te viraria, meteria de novo, olhando nos seus olhos, aquela dor silenciosa ali, gritando mais do que qualquer palavra poderia.
— de início, você se arrependeria, claro.
— até que ele decidisse que precisava reconquistá-la. e reconquistaria. flores, chocolates, a presença, o amor, o sexo.
— e você entenderia que a crise dos primeiros anos de casamento era real, mas que johnny era o amor de sua vida pra sempre.












