@wgs_yoo
FACECLAIM: @juanxkui.
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 13 de Setembro de 1994 / 26 anos.
NACIONALIDADE: Coreia do Sul.
ETNIA: Coreana.
GÊNERO: Masculino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Homossexual.
ATIVIDADE: Agente funerário; florista (Nambu Gungjeon) e faz bico de tapa buraco.
LOCALIZAÇÃO: Songwon.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance.
TRIGGERS: Anfíbios. Fotos de cobras.
PERSONALIDADE:
Como último filho da família Namgung, podemos descrever Yoo com um mix de personalidades. Às vezes, você pode confundi-lo com a sua irmã mais velha, Joo, por ser dedicado; mas às vezes pode dizer que ele é completamente a cara de sua irmã do meio, Soo, pelo seu jeito atrapalhado. Como podemos ver, o que Namgung Yoo tem de dedicação ele tem de atrapalhado, e ainda podemos colocar uma pitada dispersão com lerdeza que o pacote fica completo.
Até atingir a maioridade, Namgung Yoo sempre foi visto como o garoto prodígio, e ele realmente era. Eram as melhores notas no colégio, era a dedicação aos estudos, seu comprometimento e senso de responsabilidade eram quase impecáveis. O problema, foi que Yoo mudou da água para o vinho, ou melhor, talvez sempre fosse assim e nunca tinham percebido. O jovem pode ser descrito como uma bomba relógio, talvez até um pouco instável (nada relacionado a ataque de raivas, ou coisa relacionada, longe disso). A questão central é que Yoo ao mesmo tempo que pode ter sacadas inteligentes, ele também é duro igual uma pedra. Sua mente tem os momentos certos e a hora certa para trabalharem, e é por isso que se você o questionar uma vez: “Quem pintou o quadro da Monalisa?” Ele responderá “Leonardo Da Vinci”, mas é questão de segundos para que ao ser perguntado novamente, ele responda: “Óbvio que foi o Leonardo DiCaprio. Ele é famoso e tudo. Além de pintor, é ator...” São em momentos como esses que vemos o seu jeitinho de ser.
Além de tudo isso, Namgung Yoo, ainda em sua juventude, é um rapaz animado e alegre, com sacadas espertas, mas dignas de risada. Quase igual a sua irmã Namgung Soo. O jovenzinho ainda é um fã de carteirinha de karaokês, soju de uva verde e comida. Até porque, quem é que não gostam dessas coisas? A questão com o Yoo é que ele gosta tanto dessas coisas que pode se vender facilmente por alguma delas. Quer barganhar algo com ele? Ofereça algo assim. O diálogo não pode ser aquele a mil maravilhas, porque todos nós temos suas limitações, mas quando você o conhece, e reconhece que apesar de jovem, ele é um zero a esquerda para a tecnologia e lerdo igual uma tartaruga, você vai gostar dele. Ao menos ele acha isso.
JUSTIFICATIVA:
Era uma vez... Quem eu quero enganar? A história da vida de Namgung Hee não foi um conto de fadas, nunca foi. Talvez as coisas teriam sido melhores se tivesse sido, no entanto, a vida real pode ser cruel às vezes. Se eu disser que vocês já sabem a história da família Namgung de cor e salteado, talvez esteja me exaltando um pouco, uma vez que vocês conhecem apenas a versão da história feita por Joo e Soo. O que vocês não sabem é que assim como as suas irmãs mais velhas, Namgung Yoo também não foi uma criança planejada.
A história de vida do jovem caçula, apesar de ser parecida com a de suas irmãs no quesito “sem planejamento”, se diferencia quando Yoo, com seus quatro anos de idades mal completos, precisa se mudar para uma ilha chamada Wangshu. Espera aí, como a vida de Namgung Yoo se diferencia das de suas irmãs por ser mudar para ilha? Pelo simples motivo de que: quais são as lembranças que uma criança pode ter de um local antes de ir a ilha? Parte, se não, toda sua vida foi viver na ilha. Em outras palavras, ele pode se dizer originário de Wangshu tanto quanto aqueles que moram no local desde seus nascimentos.
Mas, retornado às lembranças da criança caçula. Se pudermos retomar algumas, com certeza serão as formas com as quais ele era comprado constantemente pelas irmãs e até mesmo pelo Tio Shin. Vemos a esperteza aguçada de Namgung Yoo desde cedo. A criança estava aprendendo a falar, suas frases favoritas eram: “Não conto nada, mas você me dá chocolate? Doce? Salgado? Onigiri? Kimbap?”. Às vezes ele nem precisava falar nada, mas seu olhar de julgamento era o necessário para suas irmãs e seu tio saberem que mais tarde aquela criança precisava de alguma coisa para mastigar para que não abrisse o bico. O que ele podia fazer? Era só não aprontarem que ele não contava nada.
Agora, retomamos a viagem da barca e o novo início de Namgung Hee na ilha Wangshu. Era tudo novo para ela, tudo novo para Yoo, para suas irmãs, e cada um deles souberam lidar com as divergências de encarar o novo local. Não foi tão difícil assim, ainda mais que a barreira da linguagem era praticamente inexistente, embora houvesse algumas famílias chinesas na ilha. A língua coreana também era usada e facilitavam as coisas para a família. Para a surpresa de Namgung Hee, as coisas facilitariam talvez um pouco mais, pelo menos as crianças pensaram dessa forma quando, um dia, os avós Woo e Chokja, junto do Tio Shin, bateram na porta de Hee. Fora uma surpresa para a matriarca, uma vez que buscou fugir da visão de seus pais de todas as formas. Embora ela batesse os pés e quisesse negar a presença familiar inesperada, de certa forma, ao retomar os negócios da família e poder ter ajuda com as crianças, a ajudara em certos aspectos, mesmo ela negando quando perguntada sobre.
A essa altura vocês já repararam que Namgung Yoo praticamente cresceu na ilha de Wangshu. Devido a esse fato, quase nada mudou em sua vida. A família era a mesma, embora a casa não fosse, o negócio da família continuava o mesmo, apesar de num lugar diferente. Talvez os vizinhos e as amizades? Yoo era uma criança, demorou um pouco até ele saber distinguir os dois. Em outras palavras, era um mundo novo para a criança Yoo. Um mundo novo de explorações, porque o que esse garoto mais gostava de fazer era explorar. Podia ser o bairro, podia ser a vizinhança, era praticamente tudo explorável para o pequeno Yoo.
Já em sua adolescência, as coisas começaram a complicar um pouco. Não que o rapaz havia deixado as suas explorações de lado, mas, talvez por uma grande convivência com sua irmã do meio, Soo, o rapaz Namgung dividia sua atenção entre ser um bom aluno no Instituto Confúcio, ao mesmo tempo que vez ou outra cabulava as aulas com sua irmã. A versatilidade do rapaz era justamente nesse nível. Ao contrário de Soo, ele conseguia pular o muro da escola e ainda tirar notas boas e não ter nenhuma veste rasgada. Já ela... Isso é uma história para um outro momento.
A criação de Namgung Yoo não divergiu em nada comparado às suas irmãs, o ambiente hospitaleiro, agradável – mesmo com todas as mortes e fantasmas rondando a família o tempo inteiro, segundo o Tio Shin -, ainda era cheio de amor para todos os cantos. Porém, nem com todo o amor do mundo Namgung Yoo conseguiu uma aprovação digna em alguma universidade. Alguma abdução aconteceu com o rapaz durante um de seus sonos, porque a carreira acadêmica, ou melhor, todos os seus esforços durante sua vida escolar praticamente foram ao ralo. Foram exatas sete reprovações nos vestibulares. O problema não era ele não saber as questões, ele até as sabia, porém, ele se dispersava muito, ao ponto de achar que tinha respondido tudo e não havia respondido era nada. O que restou, então, depois de tantas cartas vermelhas nos vestibulares foi manter-se ajudando nos negócios da família. O que não era de todo ruim, era incrível, na verdade, coisa que Yoo tomou tanto gosto que sempre que podia enganava a big noona para fugir de suas tarefas.
PRESENTE:
Depois de suas inúmeras falhas – das quais nenhuma abalou o garoto Yoo -, ele se viu obrigado a ajudar ativamente nos negócios da família. A parte da floricultura era fácil, mas quando se trava dos assuntos da funerária, o rapaz tinha um pouco de medo. Ele era descrente de várias coisas, mas quando o assunto eram fantasmas, almas penadas, talvez por ter crescido com o Namgung Shin, o maior contador de histórias da família, era um tópico sensível para o jovem Yoo.
Namgung Yoo quando não está dedicando toda a sua atenção aos corpos ou as flores, ou até mesmo as crianças, ele está buscando algum bico para fazer, só para complementar a sua renda que às vezes é inexistente por diversos motivos. Isso que dá trabalhar nos negócios da família. Os bicos que Yoo fez varia entre trabalhar numa loja de conveniências, da qual foi demitido por comer parte do estoque e ser pego no flagra nas câmeras, e entre ser animador de festas com fantasias infantis. Ou seja, talvez não seja raro você já ter se deparado com uma joaninha gigante e ter pensando: “Aquele é o Namgung Yoo?” Não tenha 100% certeza se era realmente ele, porém, é quase certo: era ele.
Fora as suas peripécias de tentar arrumar um novo bico para fazer por aí, do qual ele estará sempre disposto a ajudar da melhor forma possível, sempre que o jovem tem um tempo livre, ele sai para passear em alguma livraria ou um café com o livro debaixo dos braços. Pode não parecer, depois de todas essas histórias do rapaz, mas um de seus hobbies era a leitura, da qual apreciava bastante.
DESEJOS:
O jovem Namgung Yoo é um homem de muitos desejos. Um deles é tentar não reprovar pela oitava vez em um vestibular. Apesar de todo o estigma que ele possa carregar por conta da idade, ele não liga para isso, porque ele sabe que irá reprovar antes mesmo de tentar.
Além disso, uma das vontades de Yoo é conseguir com seu avô lhe compre um novo carro com o dinheiro do salário da little noona Soo. Há pouco tempo ele descobriu que Soo esconde um segredo dele, e como ela não quer contar para ele, porque nem com suborno ele está conseguindo com a garota, ele vai ter que apelar para o lado emocional: Soo sem dinheiro e Yoo feliz com seu novo carro.
Um outro desejo de Yoo é conseguir um emprego fixo. Não que ele não goste dos negócios da família, pelo contrário, ele ama, porém, os bicos às vezes não acontecem e ele acaba tendo que recorrer a outros meios para ganhar dinheiro – chorar para a big noona, ou para os seus avós. O bom é que sempre dá certo, mas e quando não der mais? Um emprego legal acabaria com essa dor de cabeça.