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Sujeirada localizada no futuro, bem no futuro mesmo. Não tem tristeza, não tem conceito. Ele só queria o direito de ser imundo por nada e sem propósito.
Viver sozinho naquela casa por tantos anos tinha feito dele uma pessoa antissocial e naturalmente sozinha de forma compulsória, uma vez que só tinha os amigos pra recorrer mas só fora daquelas paredes também, só serviu pra ele se acostumar a ter a própria presença e um gostinho de como ia ser pelo resto de sua vida.
Ele não podia controlar, já tinha aceitado e até se atrevia a dizer que gostava, mas só até ela chegar. Só até ela chegar e mudar tudo.
No começo ele podia jurar que não tinha saco pra ter uma intrusa debaixo de seu teto, dependendo dele feito uma criança pequena, mas tinha mudado depois que… Bom, eles passaram a conviver de forma civilizada, sem querer amaldiçoar e matar um ao outro por influência integral da antipatia dele, e descobriram que eles eram melhores juntos — juntos mesmo — do que separados. A verdade é que ele tinha ficado mal acostumado com a presença dela, mimado com sua figura perambulando ao seu redor quando ele chegava em casa, como um gato feliz com a volta de seu dono depois de muitas horas fora. Ele gostava de ter ela ali, ter que lhe dar atenção, ouvi-la falar, conversar com ela, traçar formas de libertá-la daquela vida de fugitiva pra que ela não tivesse só aquelas fronteiras limitadas ao seu redor.
Ele gostava de precisar dela, tanto quanto ela parecia precisar dele, e não negava nem uma oportunidade de ter ela por perto.
— Claro que você pode ficar aqui enquanto eu trabalho, você é sempre bem-vinda, docinho.
Até porque, como ele poderia negar um pedido pra ela? Como ele poderia dizer não para aqueles olhos bonitos e naturalmente suplicantes quando ela abre a porta de seu laboratório e diz que está muito entediada? Como ele poderia se recusar a ficar no mesmo espaço que ela depois de tanto tempo se proibindo?
O movimento que ele faz pra afastar sua cadeira da mesa e alinhar as pernas pra ela se sentar em seu colo, é uma memória quase muscular, assim como seus braços abraçando a cintura dela, seu nariz esfregando o tecido de sua blusa pra sentir o seu cheiro por alguns segundos, antes de voltar sua atenção pro livro que precisava ler pra desenhar seu projeto novo. Era sobre como ele ficava confortável com o corpo dela tão perto do seu, sua mão menor entrelaçada a sua e como ela não parecia se importar em ficar ali em completo silêncio o assistindo trabalhar. Recusar um pedido dela seria como recusar um desejo seu também.
Porque não leva cinco minutos pra ele começar a se distrair e mover os dedos pra barra da blusa que ela usa como vestido, circulando a pele de suas coxas nuas como se não fosse nada demais, até avançar os toques cada vez mais dentro da peça de roupa e ele sem querer esbarrar em sua calcinha. Ou onde ela deveria estar.
— Você veio matar seu tédio aqui sem calcinha? — Ele a questiona em um tom de provocação, o dedo indicador abrindo os lábios macios da buceta, fazendo um movimento de sobe e desce lento. — Ou veio pra matar seu tesão?
Como se aquilo fosse possível, e usando ele mesmo de exemplo; se lembrava bem de ter comido a mulher em cima dele a noite anterior inteira depois de chegar do trabalho e ainda assim estava ali, usando os dedos pra estimular o clitóris dela como se nunca a tivesse tocado antes, numa urgência que ele só percebe quando ela não consegue completar nem os próprios gemidos antes de engasgar com o ar.
— Tira a blusa e abre bem essas pernas. Eu vou te entreter, docinho.
E por entreter ele quer dizer afundar três dedos dentro dela assim que ela atende seu pedido, enquanto usa a mão livre pra apertar o mamilo dela, intercalando entre apertos firmes nos volumes que cabiam perfeitamente em sua mão. Ele sabia que ela gostava das mãos dele, sabia que estar sendo tocada por ele a deixava mais molhada do que qualquer coisa, então só aproveitou a oportunidade pra fazer o que ela queria, da melhor maneira possível, enquanto mantinha os lábios grudados em seu pescoço.
— Sempre tão desesperada pra ser tocada, putinha necessitada que não consegue ficar um dia sem choramingar por atenção. — Ele sussurra contra o ouvido dela em falso tom de repreensão, trabalhando os dígitos dentro dela, rápido e fundo, sem deixar ela se acostumar com a velocidade antes de aumentar. — Interrompe meu trabalho só porque a bucetinha tá molhada e carente pedindo mais, e diz que tá entediada… Entediada porque você só quer ficar cheia de pau e porra o dia todo. O meu pau? A minha porra?
Ele não espera que ela responda quando sua palma começa a bater contra a buceta dela, distribuindo tapas em toda a parte sensível e encharcada, mas fica satisfeito quando ela fica de pé sem ele precisar pedir quando ele solta seu corpo e leva as mãos até a calça; como ela obedientemente espera que ele desça o zíper e se desfaça das peças de roupa e não se afasta quando ele morde a pele de sua bunda e beija cada marca que ele deixa para trás antes de envolver os braços em sua cintura de novo. Como ela se senta mais confortável em cima dele, antes de arreganhar as pernas e apoiar os pés na mesa, só esperando Leto erguer seus quadris e fazer ela afundar a buceta no cacete dele de uma vez só, como se ela fosse dele pra usar.
E era mesmo.
— Que bucetinha apertada, tão gostosa me engolindo assim. — Ele derrama elogios enquanto segura a parte inferior de suas coxas macias, fazendo ela ir e voltar em cima dele devagar, sentindo cada pedaço daquele buraco quente o estrangulando e prendendo por dentro. — Vai deixar eu meter com força? Vai deixar eu alargar você todinha de novo? Essa buceta que ainda tá inchada de tanto dar, hm? É isso o que você quer?
Ouvir ela gemer entre soluços que é o que ela quer é o que ele precisa pra começar a atravessar ela de verdade, fazendo ele perfurar a buceta dela como um animal, intercalando as estocadas fortes com fazer a rebolar em cima com ele fundo dentro dela, a empalando todas as vezes até sentir a bunda quente e macia bater contra suas bolas encharcadas pela excitação dela. Foder ela era tão bom, se enfiar no calor daquela buceta que ela dava pra ele com tanto gosto era quase opressor; Willow Jeong era a mulher mais deliciosa que ele já tinha colocado os olhos e as mãos e achava que ela merecia ser macetada com vontade, só porque ela existia e precisava ter aquele corpo usado.
— Vagabunda, me diz quem tá te comendo bem assim? Quem tá te fazendo gritar alto desse jeito. — Ele usa as mãos pra afundar as unhas na pele das coxas dela, sabendo muito bem que ia deixar marcas, depois que deixa ela despencar de uma vez em cima dele sem aviso algum e pode jurar que ela começa a chorar pedindo mais. — Diz que seu macho tá te dando uma surra de rola porque você é uma putinha viciada no meu pau, diz que essa bucetinha e esse cu só pedem a minha rola o dia todo, porque eu te fodo do jeito que você precisa. Diz que sua boca foi feita pra me chupar, e que você é a única que aguenta tudo. A única que eu quero meter.
Uma onda de tesão intensa o invade quando ela choraminga, soluça e gagueja qualquer coisa incoerente que ele não consegue entender, só a parte que ela implora pra ele continuar e fazer ela gozar, um pedido que ele atende, voltando a usar a força dos braços pra fazer ela sentar em cima dele sem pausas pra respirar e nem registrar quando a rola dele entra e sai dela com violência. Ele mete enquanto ela goza, mete enquanto ela diz que ficou sensível mas não consegue parar de dar gostoso pra ele, e mete até ela amolecer em cima de seu colo, cansada e lambuzada da própria excitação que não parar de sair dela e afogar o pau dele, quando ele usa um tom doce pra chamar a atenção dela ao tocar seu corpo quente com cuidado.
— Eu ainda tô duro, docinho. Você quer o leite quente na boca ou no cu?
Pra ele era o verdadeiro significado de tanto faz, já que ela era tão gostosa de foder, mas ficou satisfeito quando ela saiu de seu colo ainda meio trêmula e se acomodou de joelhos na frente dele, o tomando na boca sem hesitação alguma, chupando com vontade até a ponta atingir a garganta e fazer ela engasgar. Era a vez dele de gemer como se nada pudesse pará-lo, se derretendo na sensação da boca quente e habilidosa lhe dando prazer, lambendo cada veia, enrolando os lábios macios na ponta e apertando as bolas dele como se fosse sua coisa favorita de fazer no mundo todo. Ouvir ela o engolir era tão bom, encarar aqueles olhos grandes e suplicantes enquanto ela fazia aquela coisa imunda era ainda melhor.
— Isso, vagabunda. Me leva fundo nessa sua boquinha de puta, chupa meu cacete. — Ele diz em um tom possessivo, segurando o cabelo dela com força, fazendo ela afundar a cabeça com ele empalado agora na boca. — Mama bem desse jeito, gostosa.
A recompensa não podia ser outra se não ele esporrando no fundo da boca dela, assistindo quase encantado como ela ainda o toma como se não fosse nada, como se ela pudesse aguentar tudo uma vez que ela foi a única implorando por ele.
E claro, a ele só restava entreter ela.














