★ Summary: Ryuki chega em casa carregado de frustração, incapaz de se desligar do próprio corpo. Só existe um lugar onde ele encontra calma: entre os seios de S/N.
★ Conteúdo adulto (18+) !! TAGS: Established Relationship, Obsessão, Seios / Breastfixation, Comfort Smut, Aftercare, Intimidade, Mordidas / Chupões, Carinho Bruto, Vulnerabilidade Masculina, Idol x Fem Reader.
★ Gênero: +18, Erótico, Intimista, Drama Leve.
★ Avisos: Conteúdo adulto explícito, com fetiche em seios (breast play) como foco central.
A/N: Esta fanfic contém conteúdo adulto (+18) e descreve a exploração de um fetiche entre personagens já em relacionamento estabelecido. Todos os atos descritos ocorrem com consentimento mútuo. Se esse conteúdo não é confortável para você, recomendo não prosseguir com a leitura.
O relógio da cabeceira já havia passado da meia-noite quando a porta do apartamento finalmente se abriu. O som seco da madeira batendo contra a parede ecoou pelo corredor, denunciando o humor de Ryuki. Ele entrou em silêncio, a tensão estava escrita em cada músculo do corpo. O rosto carregava sombra, desde a mandíbula travada aos os olhos escuros faiscando. Não explicou nada. Apenas chutou os tênis para o lado e desapareceu direto para o banheiro.
S/N estava deitada na cama, enrolada no lençol, usando uma das camisetas brancas dele como pijama. O algodão largo caía até a metade da coxa, revelando mais do que escondendo. Fingiu não esperar, mas o ouvido permanecia atento ao som da água correndo. Não fazia ideia do que o tinha deixado daquele jeito, mas conhecia bem seu Ryuki. Seu Ryuki era como um furacão por onde passava e, por isso, o silêncio o denunciava.
Minutos depois, o barulho cessou. O vapor escapou pela fresta da porta quando Ryuki saiu apenas de calça de moletom cinza, sem camiseta, o cabelo recém descolorido ainda pingando, escorrendo gotas pelo pescoço até o peito. Os ombros subiam e desciam numa respiração pesada. Aparentemente, o banho não havia sido suficiente para esfriar a cabeça.
Ele parou diante da cama, olhando S/N deitada. O olhar duro se suavizou por um instante. Passou as mãos pelo rosto, suspirando.
— Desculpa a hora — murmurou, voz grave, rouca, cansada. — Não consegui voltar antes.
S/N não respondeu de imediato. Apenas levantou o corpo um pouco, apoiando-se nos cotovelos. A camiseta dele escorregou pelo ombro, revelando a pele nua. Apesar de não planejado, o efeito do gesto imediato: os olhos dele se fixaram ali, escurecendo ainda mais.
— Vem pra cama, Ryuki. — a voz dela saiu baixa, mas firme e convidativa.
Ele hesitou. O corpo inteiro parecia pedir contato, mas a mente resistia. Aproximou-se devagar, como uma fera acuada. Mas em vez de se sentar na beira, Ryuki se inclinou de uma vez, deitando-se sobre S/N, o peso dele a prendendo no colchão. A respiração quente dele bateu contra seu rosto.
As mãos deslizaram direto pela camiseta, encontrando os seios escondidos por baixo do tecido. Ele os agarrou com força, um gemido baixo escapando de sua garganta.
— Porra… é isso… — murmurou contra a boca dela, antes de beijá-la com urgência.
Os lábios se encontraram num choque de calor, a língua dele invadindo sua boca enquanto as mãos apertavam seus seios. S/N gemeu dentro do beijo, sentindo o corpo inteiro ser consumido pela pressa dele.
De repente, Ryuki a puxou, mudando de posição: sentou-se na cama e a colocou em seu colo, de frente para ele. A camiseta caiu solta sobre o corpo dela, mas ele não a retirou. Pelo contrário, começou a trabalhar nos seios por cima do tecido, apertando, beliscando, esfregando os polegares contra os mamilos que já endureciam sob a fricção.
Ele sugou o mamilo esquerdo através da camiseta, o tecido ficando úmido e transparente sob a boca dele. A sensação era diferente, mais intensa pela barreira fina. Cada chupada deixava os mamilos ainda mais sensíveis, marcados contra a malha molhada. S/N gemeu alto, agarrando os ombros dele, rebolando no colo sem perceber. O volume duro no moletom pressionava direto contra o centro dela, aumentando o atrito. A fricção, somada ao estímulo implacável nos mamilos, fez o corpo de S/N estremecer.
— Ryuki… eu… — tentou avisar, mas a boca dele colou na dela em outro beijo faminto. Ao mesmo tempo, ele beliscava um mamilo através do pano encharcado e voltava a chupar o outro com força.
O prazer explodiu rápido demais. S/N gemeu alto dentro do beijo, o corpo inteiro tremendo contra ele, o orgasmo vindo apenas da pressão dos quadris e do tratamento selvagem nos seios. Ela se agarrou a ele com força, arranhando suas costas.
Ryuki afastou os lábios da boca dela, ofegante, o olhar vidrado.
— Isso… porra… só isso… — gemeu, lambendo os lábios e olhando para os mamilos agora bem visíveis através da camiseta molhada. — Eu preciso ver.
Com um puxão lento, ele ergueu a barra da camiseta, revelando finalmente os seios úmidos, os mamilos rígidos e avermelhados pela fricção. O olhar dele se tornou fome crua. Sem perder tempo, abocanhou um deles direto, agora sem a barreira do pano. A língua áspera girava em círculos, os dentes mordiam, os lábios sugavam com intensidade. As mãos continuavam a massagear, alternando entre apertar e puxar os mamilos já sensibilizados. S/N arqueava o corpo, gemendo sem controle, sentindo ondas de prazer cada vez mais fortes.
Os beijos na boca voltavam quentes, desesperados, urgentes. Ele parecia incapaz de escolher entre sua boca e seus seios — então devorava ambos com a mesma necessidade.
— Parece que eu tô pegando fogo… — murmurou contra a pele dela, os lábios vermelhos e inchados. — Não consigo parar...
E não parou. Só se perdeu mais, enterrado nos seios dela, sugando e mordendo. S/N já não conseguia distinguir onde terminava a dor e começava o prazer — os dois se misturavam, intensos, viciantes.
O orgasmo anterior não foi suficiente. O corpo dela já pedia mais, respondendo à cada chupada com novos espasmos, como se os seios fossem botões ligados direto ao seu centro do prazer. Ela gemeu de novo, os quadris rebolando contra a ereção dele, e outro orgasmo veio, ainda mais forte, arrancado apenas pelos seios.
Ryuki não diminuiu o ritmo até sentir o corpo dela desmoronar nos braços dele, mole, trêmulo, respirando em soluços. Só então suavizou as carícias, chupando com calma, como se saboreasse cada segundo da calmaria que conquistara.
Ele a deitou novamente, cobrindo-a com o corpo. O rosto se aninhou entre seus seios, os braços a envolvendo forte. A respiração, antes pesada e ansiosa, foi ficando mais lenta, cadenciada.
— Agora sim… — murmurou, já com a voz embargada de sono. — Aqui eu consigo descansar.
S/N acariciou os cabelos dele, ainda ofegante, mas sorrindo com ternura. Ele suspirou, beijando-a uma última vez antes de se render ao sono. O corpo relaxou por completo, pesado sobre o dela. E, pouco a pouco, aquele que era como um furacão adormeceu, respirando tranquilo, agarrado ao único refúgio capaz de acalmar a tempestade dentro dele.