Mas hoje foi mais um dia que tomei um chá de camomila, onde a ansiedade não mais sentia, pude dormir tranquila nos meus sonhos que eu já nem sei mais o que me diziam. Até certo momento estava tudo tranquilo, até que eu tive que acordar e lá veio ela me abraçar de novo, todos os dias convivo com ela, minha maior amiga e minha pior inimiga, ei você mesmo ansiedade que vive e reside em mim. Te pedi um tempo, te implorei pra me deixar, chorei por você me abraçar tão forte que me sufocava, esse tipo de amor vai me matar. Você vai me matar, porque você me faz pensar que naquele segundo e o fim do mundo e eu sinto que é, porque me vejo desabar no chão e você nem me pegar, aquele buraco que você me mostra no chão, sem fundo, preto. Você me faz pensar coisas tão horrivéis, me faz fazer coisas horrivéis com meu corpo, e naquele momento você me abraça e me diz que sempre vai ser minha parceira pra toda vida, que você só vai me deixar na morte... e naquele momento eu quero a morte e não você. Não quero seus abraços sufocantes, seus espamos pelo meu corpo que me fazem adoecer, o ter que me esconder pra lidar com você. Eu falar que tenho, e diferente quando estou com você, quando você está comigo eu sinto vergonha do que me torno, você me transforma na pessoa que me olhando no espelho tenho vergonha porque eu me curvo a você, eu abaixo minha cabeça e te deixo você me dominar mesmo não querendo, porque meu corpo já tão dolorido de lutar contra você não suporta mais, e depois que você faz tudo isso comigo como um orgasmo mortífero que me mata de uma forma ruim, você vai embora e me deixa com dores, marcas e me faz lembrar durante o dia que você esteve ali me abraçando e me dizendo que não vai me deixar e eu lutando dizendo que sim, você tem que me deixar. Mas aquele sorriso no seus lábios de que "você ta muito enganada, não vou te deixar e vou sempre te abraçar quando você menos esperar, quando esperar. Vou sempre está aqui".