Um livro com treze contos de terror cotidiano que brinca com as nuances do real e do irreal. O que te assusta mais?
Dia 28 de janeiro em pré-venda na Amazon.
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Um livro com treze contos de terror cotidiano que brinca com as nuances do real e do irreal. O que te assusta mais?
Dia 28 de janeiro em pré-venda na Amazon.
mergulho em você levo-me a exaustão
toca reverbera e exaure meu corpo
preenche minha alma rouba meu folego sequestra meus suspiros
quero maldizer não consigo!
viola meus sonhos impiedosamente e produz roteiros franceses
suja meus pensamentos pesa as minhas peças intimas faz tudo sem qualquer esforço
não sabe o que faz suplico que continue fazendo suplico suplico suplico mas não pretendo lhe contar de minhas súplicas
suspiro
beijei o desejo e flamejei você ateou fogo no meu corpo colocou-me em combustão
a vontade extrapolou a barreira da sujeira sangrei com seus movimentos rápidos não havia tempo que comportasse a nossa vontade
tremi enquanto entrava em mim não controlei o movimento das minhas pernas sentiu quando gozei fizemos o que foi possível mas desejei ter feito mais
não quero que me tenha em pé preciso estar em sua cama fazer com que sinta que sou sua por alguns instantes serei
vou matar sua fome sussurrar imoralidades em seus ouvidos quero distribuir saliva em todo seu corpo e ainda assim te deixar com muita sede
não haverá quantidade de água que dará conta de nós vamos flamejar juntos e nossos corpos serão atores das mais belas sombras
"Amor palavra frágil Verbo amar. A mar a si A mar a ti Amando todas Não quando for intransigente Quando seca a boca da gente Amar o todo Amar o nada Amar de alma lavada com lavanda e cheiro de Jasmin. Amar de todo desamar e como Drummond buscar o mar questionar Amar ou Desamar...? . Muitos sentidos movem a poeta... A lua, as cores, a estrela que brilha sem mostrar Dolores. Mas amar? Mais amar? Somente as pétalas das flores Amar Como um grande pequeno moinho de sabores Sem palco Sem cálculo Sem tragédia Pois amamos tudo isso O difícil O transbordar saboroso Do seu colo sigiloso Que me arranha a pele, amor rancoroso Quando amar é assim Indisposto E imposto Que nada me defina nesse domingo de ruas finas Que o amor não me insista um sabor puro desgosto Amar e amar onde da água e do sal nasce o mar Pois essa imensidão é Sol de Solidez Posso tocar e destocar Sem nada e apenas nada esperar." DESAMAR - seria eu mesma a poeta. #poesia #poema #amor #amaredesamar #escrita #mulheresnaescrita #feminismo #autoral #paraty #gorda #plussizestyle #domingo #boanoite (em Paraty, Rio de Janeiro, Brazil)