Adotei rostos joelhos Para servir-me no baile de máscaras As janelas são os olhos que lhe odeiam E ainda sim, fitam-lhe a noite inteira Meu filhos folhetins Seguram tua porta Para possas aproveitar a vista Sem seres flagrada pelo mexeriqueiro O véu são interrogatórios Violentos com sacos de plásticos Anéis desnecessários Morte aos fura bolos O ouro eram teus cabelos platinados O verde o bolor em teus pulsos O azul teus lábios Parafraseando capitães Tantos altares Formando casais formal Finalizando-os dois meses depois Divórcios para aumentar a chance do próximo casório Fechem os portões O banquete trocara a ordem dos atores Primeiro primazia de entrego Atual jejum, depois entrega aos prazeres de Baco O balcão de negociatas, oferecia-nos: Um mau presságio, por duas fichas De fato, uma verdadeira pechincha O Amor eterno de três xícaras, por dúzias de fichas Pós vitória, um cheiro etéreo de infância A mesma diluía-me os pés na chaleira Encarando as minhas costas, há vinte anos atrás E lá vi o sol por-se em letargia, colhendo a espera
O Desencanto do Encarnado, Pierrot Ruivo


















