A sintaxe: um novo adoçante O conforto um novo anunciante Uma dança mais truncada entre espaços Que foram arborizados por figurações Seu linho desalinhado Tens um tom todo estético Entre o café e o guardanapo Bem-vindo a explanação do pessimismo, boa aventurança Coração estoico servido na sopa Era iguaria coro dos descontentes E afrodisíaco ao paladar de mercado Eis aqui um trinta e três mal sucedido Um acontecido para chamar-lhe de conhecido Entende-lo em locução única e diurna Estende-lo em locuções nasais Um filo seguido de vós, meu fenômeno Os agentes passionais do medo Trouxeram gafanhotos e cupins O primeiro para beijos O segundo, aos calcanhares Os agentes passionais do medo Traziam consigo gafanhotos e cupins O primeiro, para os beijos O segundo para calcanhares O relógio interno de messias Clamava por países miseráveis do primogênito Algo rápido como um trem bala Que faço onipresente em todos os templos Não se ama no país dos românticos Segue-se a receita da façanha Estoril masculino belga Talhado em era das trevas A gente é fruto Que vira suco Que tem por fim saciar Para morrer no suco gástrico
Na Poupa do Pop, Pierrot Ruivo














