Eu sou o amante da chuva viúva Que caí torrencial a espreita de um alvo Eu faço-me forma a sua diluída metáfora Dobra-se ante meu corpo A outra persona estira ao chão Extenuada por um amante que fora embora Transitando para fora de seu sexo comício Tão tragável e popular nesta época de crustáceos Espelhos esburacados ao refletirem Uma nova versão de conto de Dorian O canto dos lábios estão também esburacados Pois o retumbante Ícaro roubara como sequestro Entreveiro cobras corais Proclamando guerra um no Corpo vestimenta do outro Feito luto, feito xale O outro a perna de cigarra Rogando carnavais Sob a silhueta entre abajures Abaixados e dolorosos aos senhoris de cravos Desconforto entre quais cassacos aderir O pai dos abutres, o faz sorrisos em noites como essa A primazia imperador de flamingo, eram afronta aos vizinhos O comitê de pavão sucateado era suculento aos adversários Sob teu peito sapateiro Com pés descalços Os deletérios formais De mais um avatar desgraçado Comemore a desavença Em minha pele caleidoscópio Que lhe afugente e atraí Aos espelhos perplexos mares de magenta...
A Mistura Corais e Essência Sabor Baunilha - Pierrot Ruivo











