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I drew yamato on the board at my school
O lado fatal - Lya Luft
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Quando Lhe Querer Viraste Doença
Eu me deito com o personagem Eu como de sua carne fantástica Eu excito em sua falas equilibradas Eu me doou ao seu amor de 120 minutos O prazer na ferida O prazer da adaga O prazer na pele O prazer na unha O pequeno frasco de vidro Confabulando um perfume Inventando o a doçura entre a gengiva O sangue borrifado em meu pescoço Eu sou um instante no teu espaço Eu me alargo até faltar-me ar Eu estou indo e vindo Nas voltas turvas do teu desejo A invenção aprimorada O faz romance eterno O faz manual exemplificado Dos ventres infrutíferos de Samael Para todas as vezes que me tocaste Em tuas imundas mãos Eu lhe aceito em detrimento Dentro de minha carne Corvos sob a luz da lua Me gorando prisões de cristais Me acostumei aos beijos entre véus A viúva e a noiva na mesa intensidade Estou empalhado nos arrepios de tua pele A rodada dos Búzios, nos fizeram greve Entretanto, a escolha ainda nos padecia E nos encontrávamos para triunfar em pecados
A ciência-consciente Vê a si mesma como martírio Mantida nas frestas dos caninos De alguém que balbuciava hinos e demônios A minha primazia sub-entende-se como única O que era pertencente à museu Meu torso, minhas línguas e minhas vestes Todas tão repetitivas e repreensivas O disfarce entre espelhos Ilude à si, águas burricadas Corroboravam com tua exposição Entre ídolo, ausência, banquete Estou mandando garrafas vazias Para teus cílios postiços e meus poemas Que em impasses hão de figurar-se Como filhos de casais sem pais Abra os mares de meus olhos Que tão marejados lhe procuram feito pátria E eu e tantos outros órfãos a procuramos O último que chegasse seria refluxo do padre Sentiremos tua falta, disseram-me Porém, teus lábios ficam como imposto Por desabrigar-se de nossa costura Jamais poderá recitar aves gorjeantes Os braços do antigo amor Eram vestidos como xale de viúva O corpo que dançava era uma espiral De comadres e cabideiros Nota: Exílios e tragos Trazem-me questões essenciais ao termômetro Quem são teus doze moinhos de areia Do qual cultivas com tamanho zelo?
Baby Boy, Babydoll - Pierrot Ruivo
Vós que veste-se do abreviações E dotes nobres antes de teu nome Dispa-se aos meus olhos Tal qual um querer febril Contemplei-te outrora Com coroa feita de minhas ossadas O beijo que hoje tanto caças Fora emancipado da couraça feita com minha mandíbula O céu tão testemunho do desespero Fora encoberto de baixo para cima Por uma urgência que parecia tão tardia E fria que consumia-se a total escassez A exaustão fora procurar o equilíbrio Proveito, filosofia e romantismo E nenhum dos três obtenho êxito Não sou nenhum dos três quando me deito Digas para quem aperta os dedos esperando Que minha ânsia romântica está no passado E nesta hora amo como amantes marginais Tão somente quero o suor e o idioma bicho As paredes caridosas carecem também de atenção Ao pé delas deixo meu coração de isopor Entalharei no pós-coito mais uma viúva que trocara meu nome Pelo desamor mais anunciado destes lindos lábios ébrios Se quiseres presentear-me Presenteia-me com tua rudimentar presença Sem caras alianças ou pesados relógios Aceites os espelhos que nos cercam e encare-os! Conta-te para quem estiver ouvindo do outro lado da porta Que enlouqueci por amar em baciada E tenho agora o mal trato com figuras de linguagens ríspidas A quem ousar compor-me na fábula de poeta oníssono...
Os Lamentos E Crases Do Eterno Amante, Pierrot Ruivo
Luiz Inácio Lula da Silva surpreende Pollyanna Dutra em momento emocionante!
Mesmo na separação obrigatória de bens, prêmio de loteria da viúva pode ser incluído na herança do falecido
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o prêmio de loteria ganho por uma viúva – recebido quando o marido estava vivo – seja reconhecido como patrimônio comum do casal e incluído na partilha da herança do falecido, ainda que o casamento tenha sido celebrado sob o regime de separação obrigatória de bens. Ao reafirmar a jurisprudência segundo a qual é desnecessário…