eu olho lá no fundo e ainda vejo a cicatriz, as coisas que você disse não viraram cinzas, marcaram a ferro. quero lapidar um outro eu, mas ainda uso para escalada os nós que deixou por mim, atando minha garganta até o fundo do poço onde eu estava. como melhoro este eu, se tudo o que penso de mim ainda são todas as crueldades que você dizia. como crio alguém, se não reconheço o reflexo do espelho. como ser eu, depois de tanto tempo aprendendo a ser alguém para você.
consterna.














