The perryshmirtz tomorrow

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The perryshmirtz tomorrow
Sporting x Arsenal nos oitavos com hattrick do trincao nos emirates e golo do viktor em alvalade que ele não celebra e depois o edu quaresma marca um pelas pernas do gabriel veneerlhaes e passamos a próxima fase. O viktor é fotografado no tunel a chorar no ombro do trincas num paralelo de janeiro 2025.
Este devocional foi elaborado para guiar a leitura do livro do profeta Daniel em 21 dias, convidando o leitor a mergulhar em oração e reflexão diária. Cada capítulo apresenta o texto bíblico, observações espirituais e comentários que servem como complemento, sem jamais substituir a ministração do Espírito Santo.
Embora o livro de Daniel seja marcado por revelações escatológicas e debates sobre autoria, contexto histórico e interpretações, o propósito central deste devocional é conduzir a uma experiência de edificação espiritual e prática cristã. Além das meditações, o material oferece pesquisas históricas e teológicas que enriquecem a compreensão do cenário vivido por Daniel, fortalecendo o estudante da Palavra de Deus em sua fé e conhecimento.
Escrito pela historiadora Érika Gomes, 21 Dias Buscando a Sabedoria no livro de Daniel mescla, de uma forma toda especial, a profundidade do estudo bíblico e escatológico com a leveza do devocional.
O livro está disponível em formato impresso e eletrônico (e-book).
O e-book pode ser adquirido na Amazon (clique aqui) ou na play store do Google (clique aqui).
O livro impresso pode ser adquirido no site da Editora Uiclap, clicando aqui.
O Segredo Milenar da Elite que Vai Resetar a Civilização Codificado em Símbolos: O Desvio Axial da Terra, o 666 nos Logos e o Bunker Trilionário em Denver
Desde os tempos mais remotos, uma rede invisível de poder tecida por símbolos, números e códigos milenares vem guiando os rumos da civilização humana. O que à primeira vista parece mero folclore maçônico — o Esquadro e Compasso com seu “G” de Granito e o círculo perfeito que anuncia as perfuratrizes de túneis — revela-se, sob escrutínio rigoroso, uma linguagem cifrada de precisão geométrica e intenção profunda. O 322 da Ordem da Caveira e Ossos não é um número qualquer: lido como (3)22, converte-se, pela gematria hebraica, em 666, o mesmo que ecoa nas três pirâmides de Gizé, nos três Vs do logotipo da Monster, no VW nazista, no WWW da internet global e em dezenas de marcas que dominam o imaginário coletivo.
Essa não é uma teoria solta. É um padrão coerente, documentado em tabuleta de argila como a Plimpton 322 — trigonometria avançada de 1800 a.C. —, nas Georgia Guidestones, nos filmes carregados de mensagens subliminares da Walt Disney Company, nos logotipos da FedEx, VISA, Proctor & Gamble e em incontáveis corporações que cresceram à sombra da mesma tradição. Tudo converge. Tudo é Uma Só Coisa.
Por trás da fachada de sociedades secretas aparentemente dissolvidas opera a progênie de Jove, hoje diluída naquilo que se pode chamar de Entidade Sem Nome — uma estrutura de controle que transcende governos, exércitos e conglomerados. Seus símbolos não foram feitos para entreter curiosos, mas para sinalizar, a quem possui os olhos treinados, a existência de um projeto arquitetado ao longo de milênios: um domínio que se manifesta tanto nos túneis escavados em batólitos ancestrais de granito quanto na engenharia cultural que molda comportamentos desde a infância.
Os antigos falavam por enigmas. Os modernos estampam os mesmos códigos em embalagens, telas e monumentos. Quem decifra essa linguagem percebe que nada no cenário civilizacional atual é aleatório. Os números, as letras, os ângulos e as formas compõem um mapa inteligente, deixado à vista de todos — e invisível para a maioria.
Este texto não é uma simples decodificação de simbolismo. É o convite para enxergar o mecanismo por trás da cortina.
O Segredo Milenar da Elite que Vai Resetar a Civilização Codificado em Símbolos: O Desvio Axial da Terra, o 666 nos Logos e o Bunker Trilion
The Sky Goddess Nut represented double
From The Dawn of Astronomy; J. Norman Lockyer (1894)
Profético si que ha sido.
Confessional Dezessete
Quando era pequena, aprendi que existiam os deuses gregos do Olimpo e que cada um tinha um “poder”: Atena, a deusa da sabedoria; Poseidon, o deus dos mares; Zeus, o deus dos raios e trovões, pai dos deuses; Ártemis, a deusa da caça. Um desses deuses me acompanha há anos em tudo e, embora se manifeste pouco na minha escrita de forma literal, aparece intensamente de forma criativa: Apolo. Apolo, o deus-sol (de forma simplista), o deus da arte, da música e da profecia (que ele encaminha de Zeus aos oráculos). Esta semana, criei arte inspirada em música. E ouvi muita música. Estou em uma Missão de Reconhecimento, como eu mesma nomeei, com os álbuns do Queen. O Queen não é uma banda que precise de apresentação (e nem vou me prestar a isso), mas eu não conheço tudo sobre eles. E, depois de quase perdê-los por antipatia a uma fã da banda, decidi que, como essa música era importante para mim, uniria o útil ao agradável: transformaria minha jornada de retomada do Queen em colagens elaboradas, pensando progressivamente nos elementos das músicas e no histórico dos membros… E nisso… Apolo. Ah, Apolo. Um deus que sempre esteve comigo: no canto, na dança, na música, na pintura, no desenho, na colagem, na escrita, na leitura por entretenimento, na profecia… Sim, na profecia. Assim como Florence Welch diz em Inútil Magia: “Canções podem ser incrivelmente proféticas, como mensagens subconscientes ou avisos para mim mesma, mas, muitas vezes, eu só sei o que estou tentando dizer anos mais tarde. Ou uma previsão se concretizou e eu não pude fazer nada para impedi-la, então parece uma espécie de inútil magia.” Meus poemas dizem muito sobre ciclos tóxicos dos quais tenho plena consciência de fazer parte. Mas reconhecer sua existência não significa sair deles. Ainda assim, discordo veementemente de Florence: não é uma inútil magia. Muitos continuam vivendo esses ciclos sem saber, repetindo-os ad infinitum. Quando você expõe o que está vivendo, você vê. E, vendo, é possível mudar. Não quer dizer que vai. Mas é possível. Logo, não é inútil. No fim das contas, reverencio várias figuras divinas femininas e, delas, recebo dons, mas dons obtidos com esforço. Apolo me ofereceu os seus desde o meu nascimento. Todos eles. Quando foi a última vez que fiquei sem escrever? Minha mãe não se lembra de mim sem cantar desde que aprendi a falar. Leitura não é um hobby; é identidade para mim. E o dom da profecia… Não posso contar o que sei, mas posso dizer isto: é grande. Vêm coisas grandes por aí. Se o dom é real, então eu tenho dons. Não sou nenhum Freddie. Mas vou mostrar coisas ao mundo. Sas efharistó, Apolo. Sas efharistó. - 26 de abril de 2026
E é debaixo das estrelas, debaixo do céu, que o homem peca, achando que ninguém vê. Mas o Senhor lá do alto tudo enxerga.
- Mariliva Mello