Madonna Louise Veronica Ciccone. First of her name. Queen of the pop, the audiovisual and the controversy. The rightful Queen of the world. Breaker of paradigmas and prejudices. Mother of gays and the opressed, regente of the realm.
É difícil explicar o que uma figura artística e icônica significa pra você e o porquê desse significado. Alguém que você admira desde os oito anos de idade. Creio que o discurso do Billboard Woman of the Year resume alguns dos motivos por admirá-la tanto.
Nos momentos de alegria, sua arte se fazia presente pra celebração. Nos de tristeza e depressão, sua arte se fazia presente pra conforto e superação. Como membro da comunidade LGBT, sua arte e sua figura política se fez presente pra empoderamento. Como profissional, sua personalidade se faz presente como exemplo
Sua coragem, sem medo de se expressar e dizer o que pensa. Sem medo de defender seus ideais, independente da represália e da carnificina cruel da mídia. Sem medo de se reinventar e de se impor como mulher e artista num universo ainda machista e anti-idade, no auge dos seus 61 anos, como uma das personalidades mais relevantes da indústria e, mesmo que com os vocais machucados, consegue lançar um dos álbuns mais atuais, conceituais e pragmáticos desse século.
Madonna nunca foi uma cantora. Madonna nunca foi uma dançarina.
Madonna sempre foi uma artista completa, uma figura política, crítica e social. Madonna sempre foi Madame X.
Não posso desejar nada mais do que esse ser já possui, além de sinceros feliz aniversário, admiração e agradecimento.
Agradecimento pelo impacto em minha vida, por ter trazido em sua música trilha sonora pra momentos chaves e marcantes de minha vida, e em sua arte empoderamento, exemplo e força pra minha vida.
Happy Birthday. And All Hail The Queen.