Ricardo Salles usou o cargo que ocupava como Secretário no governo Alckmin/SP e, em 2016, tentou forçar funcionário a diminuir áreas de proteção do Plano de Manejo da Várzea do Rio Tietê. Era para fraudar sem ninguém saber (omitindo nome e data), tirando a proteção do Tietê entre as cidades de São Paulo e Suzano e entre Barueri e Santana de Parnaíba. Um funcionário do setor de Geoprocessamento e Cartografia da Secretaria Estadual do Meio Ambiente sabia que a alteração era ilegal. A primeira coisa que ele fez foi pedir que o secretario formalizasse a ordem de mudança por email. Depois enviou sua carta de demissão e entrou com denúncia no Ministério Público. "Era a única forma de impedir que o novo mapa fosse aprovado", explicou. Graças a coragem de um funcionário público, Salles já foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa, com multa de dez vezes o seu salário na época e teve seus direitos políticos suspensos por 3 anos. Mas, a convite de Bolsonaro, tornou-se ministro do Meio Ambiente. :( Saiba mais: "Como Ricardo Salles adulterou um mapa ambiental para beneficiar mineradoras", The Intercept, 04/01/2019: https://bit.ly/2G7LFyZ "Ricardo Salles é condenado por improbidade administrativa" - Estadão, 19/12/2018: https://bit.ly/2EHDqZQ "Um investigado por fraude ambiental comandará Meio Ambiente sob Bolsonaro" - El País, 10/12/2018: https://bit.ly/2RODt8W
http://bit.ly/2SASTBi










