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Happy New Year!
"Hey Negan, this ain't half bad."
Did a one hour (? quick sketch of rick in negans cloth! Like share comment if u like this🥺🙏
CAPÍTULO 4 — He Didn’t Pull Away
(Negan’s POV)
Tem gente que passa e tem gente que fica, mesmo quando vai embora.
Rick Grimes era do segundo tipo e eu soube disso assim que o vi parado naquela estrada, com a viatura cansada debaixo do sol e o olhar tão fundo que parecia preso a um lugar onde ninguém mais tinha acesso.
Desde aquele dia, ele não saiu mais da oficina. Ou melhor: não saiu de mim.
Não era sobre quantas vezes ele aparecia, mas sobre o espaço que ele ocupava mesmo sem estar. O som da bota dele no piso de concreto ecoava horas depois de ter ido embora. A maneira como olhava, direto, sem cerimônia, como quem nunca aprendeu a fingir, ainda cortava dentro da minha cabeça nas madrugadas mais silenciosas. E foi por isso que, quando ele voltou, eu não me surpreendi.
A porta rangeu como sempre, mas não foi o som que me alertou, foi o silêncio que veio com ele.
Rick não chegou anunciando. Não tossiu, não pigarreou, não deu desculpa alguma. Entrou como quem não tinha outra opção, como quem procurava qualquer coisa que pudesse distrair daquilo que morava dentro do peito ou talvez estivesse tentando se afastar de mim e, por alguma razão, escolheu o pior lugar possível pra isso.
— Viatura tá quase pronta — falei, sem olhá-lo de imediato, limpando a graxa das mãos com o pano já encardido de dias iguais. Minha voz saiu mais baixa do que esperava. Não por nervosismo, mas porque ele estava perto. E perto demais, Rick tinha cheiro de terra, de farda velha, de coisa contida. O tipo de cheiro que ninguém notava... a não ser que quisesse. E eu queria.
— Não vim cobrar — ele disse, encostando-se à bancada como se fizesse parte dela, os dedos tamborilando levemente o metal, quase como se estivessem tentando acompanhar o ritmo da própria confusão. — Só… precisava sair um pouco da delegacia. — Não comentei. Nem provoquei. Só assenti, e o deixei ali, com o silêncio ao lado.
Porque às vezes, quando o barulho dentro de alguém é alto demais, a gente faz o favor de calar tudo ao redor. E por mais que meu instinto gritasse pra soltar alguma frase torta, algum comentário que cutucasse a ferida até fazer sangrar, algo em mim decidiu que não era hora.
Ele ficou um tempo em pé, observando a oficina, como se enxergasse mais do que o que estava ali. Como se procurasse alguma parte de si mesmo entre as ferramentas penduradas e os motores abertos. Até que se sentou. Não disse nada. Apenas puxou a cadeira de madeira que costumava ser de Logan e largou o corpo ali, os ombros ainda tensos, o maxilar travado. Eu continuei trabalhando, mas os olhos me traíram… Voltavam pra ele.
Até que, de repente, quando terminei de ajustar uma peça, deixei as ferramentas de lado, virei de frente e encarei de verdade. E ele... não desviou. — Tá tudo bem com o garoto? — Demorei a perguntar, mas perguntei. Porque era a única brecha segura. Carl, o filho, o ponto de ancoragem.
Rick pareceu demorar a sair de algum lugar dentro da própria cabeça antes de responder. — Tá, sim. — A voz veio mais baixa, quase rouca. — Às vezes eu acho que ele lida melhor com a vida do que eu. — Sorri de canto, não pelo comentário, mas pelo que veio depois. Porque ele levantou os olhos até os meus e por um segundo inteiro, inteiro mesmo, sem corte, sem escudo, ele deixou cair aquilo que segurava desde o primeiro dia. O cansaço, o desejo, a culpa, a curiosidade… Tudo num só olhar. E eu vi. Eu vi cada parte.
E talvez por isso, ou talvez porque o silêncio estava alto demais, eu me aproximei. Pouco, mas o suficiente. — Sabe... não é errado procurar um lugar pra respirar. — Ele franziu a testa, como se quisesse entender o que eu estava dizendo. — Às vezes, a gente só precisa parar de segurar o mundo um pouco. Mesmo que ele continue girando. — Acho que ele ia retrucar. Dizer alguma coisa racional, algo que jogasse a conversa de volta pro terreno seguro. Mas não disse.
Ele ficou quieto. Olhando. E quando minha mão roçou de leve a dele, sem intenção clara, sem plano, ele não afastou. Ele não recuou. E eu, que já havia passado a vida inteira tendo que recuar por todos, por tudo... Soube que aquele gesto, por menor que fosse, era o mais alto que ele podia gritar naquele momento.
E por algum motivo, talvez tolo, talvez perigoso, isso foi o bastante pra mim.
my mercy prevails over my wrath
ok BUT
THIS Negan and THIS Rick would have been the perfect match and I'll be forever sad that we'll never get this
Es la peimera vez que subo algo pero hize un dibujo de una escena de Andrew y de Jeffrey. No son totalmente igual pero hize lo que pude.
Me tardo do horas hacerlo y si no es muy bueno es por el hecho de hacerlo en el móvil y no en una tableta.
Strawberry Wine || Chapter 28: Sleepover || Read on AO3 by @milarca / @sweet-andy & @ranebowstitches
Rick and Negan spend one last night at Rick’s old house, and Rick gets a little tipsy in the process…
An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
When you’re kissed by the muse and have some time, use it, right?
Chapter 3 is finished :)
Have fun reading!