Um olhar visto a distância Que desintegra e agride A palidez da parede que pulsa, era o amor O suspiro um anel de noivado Celebração sobre calças de lavagem anil Bocas que emudecem e emagrecem Bolsos armadilheiros de ansiosos Lide com teus destemperos com feitios italianos Nuvens carregadas em dilema retorno Forçam a cintura por funis Trazendo chuvas matutinas Que nunca irão cessar Envolta em panos vermelhos Quentes como qualquer primavera Tratamento dentes de ouro Recebido como a personificação de um deus Arrasta outro desconhecido para a cova confortável Trincheira do espírito miserável Até mesmo Baco em diversas personas Arremataria um sonoro "não" A morte engolira todos os cavaleiros Tem a peste em seus dedos, a guerra em sua língua com idioma A fome em seus lábios, fizera-na ceifar outro Entregue como simpatia do homem vulto, afago recolhido Inconfidência materna O amor viera pelo ego Transitado por palidez Celebrado por veias canônicas Tribalismo concretista A vista encontro com horizontes A espada de deus à migrantes O devoção ao moinho importado rondando ao vento do norte...
Tardo-me, Portanto Ausência Seguirá com Vós, Pierrot Ruivo















