The heady scent of sandalwood and incense overwhelmed him as Jack stepped through the door and for a moment he regretted his decision. Well, it would be pointless to change tack now. He was committed to the plan. Nodding to the person at the cash register, he moved towards the back of the store and tried hard to look interested in the many varied oils and instruments lining the shelves. Christ he wished he'd chosen another store. Any other store. He was going to get a migraine at this rate. Fuck. He'd just have to wait it out.
And so he did.
A few moments later, the sound of the door opening broke through the peaceful atmosphere once again and with a glance back he felt a swell of triumph. Gotcha.
See, for the past few weeks Jack had acquired a shadow. At first he thought it was a coincidence. Small town, small world, you get the gist. But then he'd started to pay attention. The kid from the bar, the odd, infuriating one with the journal, had been showing up everywhere, far past the point of possibility of meagre coincidences. Seeing them walk through the door now only confirmed his suspicions. They were following him. He was sure of it.
Ducking around an aisle, he made a beeline for them. "Okay, seriously, I've tried to ignore it, but it's getting really weird now," He hissed, trying not to disturb the other customers milling around. "It's like every time I turn around lately you're there. So what is your problem, huh? Why are you following me?"
RIP my dude, the bad news is that you died, the good news is that it was the sort of death fit for a cinematic experience with guns blazing and huge explosions taking you out. You were a vital part of your gang and you will be missed and forever remembered as a badass mother fucker. Now that you're gone, your prodigy will take your place, or at least they will attempt to fill your terribly daunting shoes. You're a legend, an icon, and you are the moment. You will be missed bby.
>> a song for one whose found home six feet under. <<
Me Because Of You- HRVY
Daughters- John Mayer
Holding Out For A Hero- Bonnie Tyler
Eye of The Tiger- Survivor
Livin’ On A Prayer- Bon Jovi
Always- Bon Jovi
We Built This City- Starship
Mambo No.5- Lou Bega
They lived together in New York, now they’re back under the same roof in Oceanside. Lots of light, lots of plants, and lots of laughter can be found within these walls. Both women make enough money to live comfortably and their spacious square footage at a hefty SoCal price reflects this. All of the walls were hand painted by the pair during a questionable weekend involving their now empty case of awful seltzers. Neither grew up with happy homes so both women have taken great pride in turning their current abode into a place of ease and comfort. It’s beautiful and it’s a safe locale to rest your head, which is all anybody could ask from their home right?
Clio entrou na sala do diretor com a leveza e confiança de quem estava visitando um bom amigo. Não que ele fosse amigo de Merlin, mas era chamado à sala do diretor com tamanha constância que sentia-se livre o suficiente para entrar como o dono do lugar, sentando-se na cadeira em frente ao mago com os pés no apoio para as mãos da poltrona. —Você enfeitiçou isso aqui desde a última vez? Tá mais duro que um caixão, esse estofado é todo cenográfico. — Reclamou, se ajeitando precariamente no assento. Merlin revirou os olhos. Seria um longo interrogatório.
— Muito bem, senhor Iradiklis...
— Senhor Iradiklis? Esse é meu pai, diretor. A mim você pode chamar de Vossa Excelentíssima Alteza Real. — O gracejo foi correspondido por um olhar pétreo de Merlin.
— ... enfim, senhor Iradiklis. Vamos dar início aos procedimentos. Poderia identificar-se? Nome, idade, filiação e raça, por favor.
— Clio Artemisius Kim da casa Iradiklis do reino de Diamandis, 22 aninhos, filho do rei Apolo Iradiklis e da rainha Kwongji Kim, conhecida por Cinderela. Humano, mas com algum tempero. — Sua piscadela para a Fada Azul foi retornada com um olhar duro, mas isso não tirou o sorriso de sempre do rosto. O suspiro pesado de Merlin em ter que lidar com Clio deixava óbvio que o mago já não aguentava mais as excentricidades do príncipe.
— Qual foi a primeira coisa que fez ao chegar ao parque?
— Fui atrás da Rhea, que é minha crush, apesar de ela só pisar em mim. Eu tinha todo um plano, sabe? Ia ser ótimo se minha irmã não tivesse roubado ela e sumido por aí. Então eu fiquei frustrado, óbvio, e fui me divertir.
— Recebemos as reclamações de funcionários do parque, senhor Iradiklis. É isso que se passa por diversão pra você? — O olhar do diretor poderia ser descrito habilmente como “fulminante”, “assassino” e outras palavras análogas.
— Isso é diversão, meu velho. — Ele pôde ver que o mago inalou antes de fazer alguma reclamação sobre respeito, mas usou desse tempo para entrecortá-lo antes que acontecesse. — Mas acho que nenhuma das suas reclamações envolve ter sumido com doze aprendizes, não é? Por que eu não fiz isso. — Uma pausa, antes que Clio desse seu melhor sorriso e batesse com a ponta do indicador no próprio nariz. — Continua do mesmo tamanho, viu só? Já posso ir embora?
— Não, senhor Iradiklis. É de suma importância o depoimento de todos dos aprendizes para a resolução do caso.
— Mas você sabe que nenhum de nós tem competência pra isso, não é? A última vez que alguém tentou dar uma de vilão aqui ele acabou preso na própria masmorra.
— Não estamos acusando nenhum de nossos aprendizes, senhor Iradiklis. Apenas colhendo as informações necessárias para a investigação. Agora vamos, se lhe apetecer, dar continuidade aos questionamentos.
— Não me apetece em nada, mas vai lá. Faz teu nome. — Pôde ver os olhos de Merlin se revirando um pouco, e sentiu-se satisfeito. Alguém irritado era fácil de tirar dos eixos, e deixava passar detalhes apenas para se livrar da fonte de sua irritação. Que felizmente, nesse caso, era Clio.
— Qual sua relação com os desaparecidos?
— Nenhuma. Conhecia eles de vista, claro, por que estou enfiado aqui faz anos, mas precisa ter um certo cacife para que eu me interesse, entende? Sou um cara legal demais para ficar dando o ar da minha graça pra qualquer um.
— Fez algo inusitado no passeio?
— Eu atirei com uma flecha no senhor da barraquinha de tiro ao alvo, roubei a máscara de um dos fantasmas do trem fantasma e saí correndo, me pendurei na roda gigante e tentei jogar um sapato em um dos espelhos da casa de espelhos. Não sei se isso é inusitado, por que pra mim isso é uma terça-feira.
— Você se lembra de ter visto algo estranho no passeio ou uma presença estranha?
— Se eu tivesse visto algo estranho eu teria ido embora mais cedo. Tenho medo de visagem. — O nariz não cresceu. Clio realmente tinha medo de fantasmas, ora, ia fazer o que?
— Tem inimizade com alguém em Aether?
— Inimizade? Jamais. Quem odiaria esse rostinho lindo? — A retórica recebeu apenas mais um suspiro de Merlin. — Tem gente que não gosta de mim, eu acho, pois nem o Narrador agradou a todos, mas é questão de tempo até eu ganhar esses daí. — E o narizinho permaneceu intocado, por que Clio acreditava piamente que poderia ganhar qualquer pessoa no papo se tivesse tempo e inclinação suficientes.
— Já cogitou prejudicar ou fazer mal a um colega aprendiz?
— Eu não faço mal, meu bom senhor. Consertar as coisas é literalmente meu poder. Por que me daria ao trabalho de quebrá-las? — Uma verdade, por incrível que pareça. Clio tinha certo costume de rir da desgraça alheia, mas nunca esforçou-se para causá-la. Era trabalho demais, e ele era um preguiçoso.
— Recebemos a informação de que você foi visto em atitude suspeita perto do Trem Fantasma e que já disse ter interesse em “acabar com a raça de Cheryl La Bouff”. Por que disse isso?
— Eu já disse que peguei a máscara do rapaz lá, mas foi uma brincadeira! O que tem de suspeito nisso? Ainda mais vindo de mim, eu hein. — Reclamou em seu tom de voz mais irritante. — E outra, eu mal sei quem é essa. Já falei que não conheço os sumidos, que o Narrador os tenha.
— Fomos informados de que se meteu em um desentendimento no final do passeio. Se importaria de explicar o motivo?
— Eu jamais entraria num desentendimento. É uma falta de elegância terrível, e irritação trás rugas. E isso é um conselho, viu? Apesar de que acho que cheguei tarde demais, mas o que vale é a intenção. — A careta mal-disfarçada de Merlin apenas acentuou seus pés de galinha, tão profundos que Clio pensava que talvez ele guardasse uma poção ou duas ali.
— Reparamos que foi um dos últimos a chegar no ponto de encontro. Qual o motivo para ter demorado?
— Soren me ligou pedindo ajuda, então eu fui ajudar ele. Demorei nisso.
— Saberia dizer em qual horário recebeu a chamada do Senhor Fitzherbert?
— Deve estar no meu transmissor, mas não sei exatamente. Pode ser um choque para o senhor, mas uso… substâncias ilícitas. Mamãe sempre disse que essas coisas apodrecem o cérebro, acho que ela estava certa. — Foi possível ver os olhos de Merlin se abrirem um pouco mais, o mago claramente tentando não arregalá-los para manter sua compostura. Bingo. Desconcertando o interrogador, seria mais fácil de confundi-lo quando a hora chegasse. E o pior é que ele nem tinha usado nada no dia do parque, razão pela qual teve que se comprometer com a admissão vaga e que implicava que ele usava em outras ocasiões; o que era, admitidamente, verdade.
— Você está insinuando estar sob efeito de entorpecentes durante a excursão, senhor Iradiklis?
— Com todo o respeito, o senhor acha que alguém sóbrio iria se pendurar do alto da roda gigante? — A retórica veio acompanhada de um sorriso amarelo, como uma criança pega no flagra. A expressão endurecida no rosto do diretor indicava que ele tinha comprado suas meias-verdades; ao fazer a pergunta ao mago, ele não afirmou nada. Ainda assim, teve que conter a vontade de tocar no nariz só pra ter certeza que ele estava do mesmo tamanho (e só não o fez por que nossa, como pareceria suspeito!)
— E qual foi o conteúdo dessa chamada, exatamente? — O mago questionou, limpando a garganta em uma tentativa de retornar ao seu eixo. Clio teve que reprimir um sorriso. Showtime.
— Eu estava indo pra carruagem, sim? Feliz e pimpão por que minha crush aceitou sair comigo. Pode perguntar pra ela, é a Rhea. Aproveita e diz pra ela parar de me pisar, por que eu sou sensível e vou chorar a qualquer momento. Isso é uma ameaça. — Começar do começo era essencial, assim como jogar uma verdade facilmente verificável para criar a ideia de boa-fé. — E aí meu transmissor recebeu um SOS, do Soren. Ele estava me pedindo ajuda, como eu já falei, na casa dos espelhos; que inclusive, um perigo viu? Nem todos são abençoados com ambos inteligência e beleza, meu bom. Soren mesmo, coitado, tão bonito o rosto... Mas enfim. “Clio, me socorra”, tananã e coisa e tal. Então eu fui lá né, por que eu sou um ótimo amigo, fui atrás dele e tananã. Aí chegando lá eu perguntei “cara, que merda você tá fazendo?” e ele me respondeu tipo, “merdas acontecem amigo” e tananã. — Os olhos estreitos de Merlin direcionados a si denotavam a desconfiança do mago com a resposta escorregadia, mas estava tudo bem. Seria burrice não esperar alguma resistência. — Aí eu o ajudei e coisa e tal, fomos à caminho da carruagem onde ele me parou e disse, “Clio, eu não sei o que faria sem você na minha vida. Tenho que confessar que sempre te amei, pois você é lindo, inteligente e eu tenho certeza que daqui a alguns anos seus ombros vão ficar mais largos e você vai ficar mais alto, mesmo que já tenha passado da puberdade.”, e então nós nos beijamos e- — O formigamento no nariz e o olhar fulminante da Fada Azul foram o suficiente para fazê-lo resmungar. — Sério, nem uma piada? Umazinha? Eu vou ter que falar com todas as palavras que estava brincando sobre ter um tórrido romance gay com meu amigo de infância?
— Esse não é momento para piadas, senhor Iradiklis. Temos doze aprendizes desaparecidos. — Merlin esfregou os olhos com a esquerda, claramente cansado da teatralidade do príncipe. Só mais um pouco...
— Pois me dê um violino que eu vou pranteá-los com uma música triste agora mesmo! — A falsa animação na voz veio fácil. Ele nem sabia tocar violino.
— Clio, cale-se e responda as perguntas! — Lá estava. A irritação palpável do mago, do tipo que só não o expulsava por receio da ira de seus pais, era exatamente o que ele precisava para adiantar o fim do interrogatório e não incriminar o amigo.
— Você quer que eu fique calado ou responda? Por que eu não tenho como fazer os dois ao mesmo tempo, a não ser que você tenha uma maneira de ouvir meus pensamentos. Mas ah, você não iria querer ouví-los, por que eu sou um puta de um pervertido e na sua idade-
— Você me entendeu, Iradiklis. Saiba que está suspenso por uma semana por sua insolência. — A punição foi recebida com o sorriso de sempre; nada novo sob o sol. — Existe alguma razão para que algum de seus colegas possa querer te comprometer com respostas falsas?
— Talvez a minha irmã. Ela sempre teve inveja por que eu sou o gêmeo bonito, e simpático, e- — O formigamento no nariz de novo. Mas que inferno de mulher sem senso de humor essa Fada Azul! — Isso é uma brincadeira. Não consigo pensar em ninguém.
— Antes de ir, senhor Iradiklis. — Existia uma nota de alívio na sentença de Merlin ao finalmente se ver livre do príncipe. — Tem alguma coisa que queira nos contar? Essa é a única vez que vamos te dar essa oportunidade.
— Sabe, Merlin, tem algo que é... É muito difícil, e eu nem sei se poderia estar falando isso sem que vire um problema pra mim, mas — Ele pôde ver a postura da Fada Azul mudando em antecipação. — você deveria fazer suas sobrancelhas. Nunca fiquei te encarando por tanto tempo assim, mas agora percebi que estão parecendo duas lacraias em cima dos seus olhos, e elas estão se juntando viu?