𝐲𝐨𝐮'𝐯𝐞 𝐠𝐨𝐭 𝐚 𝐟𝐫𝐢𝐞𝐧𝐝 𝐢𝐧 𝐦𝐞 { task 07
Feels kinda cool in the rager and I Never thought I’d see the day in my life Yet here you are
NOME: Sucellus
SEXO: Fêmea
ANIMAL REPRESENTANTE: Lebre da montanha
Considerado pelos povos indígenas o símbolo do sustento para o reino animal, a lebre também representa a inocência, fertilidade, medo, abundância, crescimento e agilidade.
É preciso pensar na extrema importância do bestiário lunar nesta tapeçaria subjacente da fantasia profunda, onde estão inscritos os arquétipos do mundo simbólico, para compreender a significação das inúmeras lebres e coelhos, misteriosos, familiares e companheiros muitas vezes inconvenientes dos luares do imaginário. Povoam todas as nossas mitologias, nossas crenças, nossos folclores. Até em suas contradições todos se parecem, como também são semelhantes as imagens da Lua. Com ela, lebres e coelhos estão ligados à velha divindade Terra-Mãe, ao simbolismo das águas fecundantes e regeneradoras, ao da vegetação, ao da renovação perpétua da vida sob todas suas formas. Este é o mundo do grande mistério, onde a vida se refaz através da morte. O espírito que é somente diurno nele se choca, preso, ao mesmo tempo, de inveja e de medo diante das criaturas que, necessariamente, assumem para ele significações ambíguas.
CARACTERÍSTICAS:
Tendo o tamanho de 50 cm e pesando 7 kg, possui os pelos acinzentados em um misto de claro a escuro, patas longas e orelhas curtas, tem uma excelente audição e é rápido como se espera de uma lebre. Sucellus é atenta a tudo, sempre muito ágil e com um reflexo excelente, se fosse resumir em uma única palavra: Sucellus é fofa. Fala rápido assim como anda, as vezes Ian não consegue entender, tem muita energia, então durante a noite, enquanto Ian dorme, ela corre pela extensão do quarto na tentativa de queimar a energia acumulada durante o dia e dorme no horário oposto, se porta de maneira infantil quase sempre, mas também sabe ser séria quando precisa.
PERSONALIDADE:
Não tem como um daemon ser tão parecido com o seu parceiro, como gosta de ver, Sucellus parece tanto com o Ian que chega a ser irritante, temperamento explosivo igual e também possui a capacidade de perdoar muito fácil, sempre vê o lado bom das pessoas, enquanto Ian reclamar, ela rebate com coisas positivas, não é tão otimista assim, mas consegue pesar e equilibrar no momento em que está acontecendo, o que torna a lebre um pouco inconveniente. Ela parece não ligar muito pro Ian, mas tem um ciúmes quase doentio pelo namorado dele ( @basilenrose ), o que pode ser reflexo do que Ian reprime em si. Ian gosta de pensar que Sucellus é tudo o que reprimiu por muitos anos no formato de uma lebre pequena, gorducha, peluda e fofa.
RELAÇÃO DO SEU PERSONAGEM COM O DAEMON:
Não tem aquela relação bonita que se espera, apesar de estar sempre juntos, Sucellus parece quase sempre preferir ficar sozinha do que na presença de Dunbroch, o que é bom, porque as vezes a lebre se torna um pouco irritante para o príncipe. Quando é na hora de dormir, parece nutrir um amor incondicional um pelo outro, dormem juntos e só não estão assim quando o namorado de Ian surge, o que irrita um pouco mais o príncipe. Sucellus é fofa quase sempre com o Dunbroch, mas Ian acredita que é só pra conseguir comida.
PRIMEIRA REAÇÃO DO SEU PERSONAGEM AO ENCONTRAR O DAEMON e COMO FOI O PRIMEIRO CONTATO DO SEU PERSONAGEM COM O DAEMON E COMO ESTÁ AGORA?
Sucellus surgiu na sua vida de uma maneira quase repentina, acordou e tinha uma lebre lhe encarando como se fosse uma enorme cenoura, não se assustou, Ian é acostumado com animais e gosta demais deles, as vezes prefere a presença de um do que dos humanos que quase sempre são irritantes. O que o surpreendeu foi ouvir a voz dela, não que fosse uma voz feia, era só uma voz saindo de uma lebre, por mais suave e gentil que pudesse parecer, não esperava ouvi-la tão racional e humana, era assim que conseguia pensar quando a ouviu pela primeira vez. Dentre as conversas que tinha com os animais em sua vida nada parecia tão presente em sua realidade, a lebre era como uma cópia de si e era engraçado ter alguém assim em sua vida, demorou para se acostumar no quanto ela sabia de Ian assim como na maneira como ela interagia com as outras pessoas, sempre seguindo os seus passos e presente onde quer que estivesse, apesar do interesse da lebre sumir instantaneamente quando estavam no mesmo ambiente. Acabou se acostumando, o que não pareceu ser muito fácil para Vesemir ou até mesmo aos lobos de sua irmã que pareciam ser estranhar a presença da lebre.













