I think pop music is in such an exciting place right now, and I do kind of credit that to Lorde with ‘Royals.’ I think that song changed everything in the pop scene. All of the sudden, alternative pop music became pop music.
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@freyxrxv
I think pop music is in such an exciting place right now, and I do kind of credit that to Lorde with ‘Royals.’ I think that song changed everything in the pop scene. All of the sudden, alternative pop music became pop music.
@rainhamá
𝐲𝐨𝐮'𝐯𝐞 𝐠𝐨𝐭 𝐚 𝐟𝐫𝐢𝐞𝐧𝐝 𝐢𝐧 𝐦𝐞 { task 07
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Havia terminado o presentinho que preparou para a ex-duquesa fazia muitos dias, mas ainda não tinha a maneira adequada para entrega-lo, queria tudo perfeito e só quando se viu satisfeitu que pegou a caixa grande e seguiu até o dormitório da loira na imre, a ideia era deixar na porta de seu quarto e sair, já tinha um bilhete nele com detalhes suficientes para que ela entendesse do que se tratava, mas quando posicionou a caixa e se levantou, demorou tempo demais observando-o pois ao virar-se, a mulher estava bem ali, só esperando uma explicação do que estava fazendo, ao menos foi o que imaginou que era isso que se passava na cabeça dela. “Oi!” Falou simplista, curvando-se rapidamente para pegar a caixa novamente e completamente sem jeito, a estendeu na direção dela. “Eu que fiz, tudo”
Existiam dramas rotineiros na vida de Frey, as vezes eram as roupas e como as pessoas reagiam a elas, outras eram a aparência e como elas pareciam se incomodar com isso, mas sempre, todos os dias, seu maior drama vinha do uso do banheiro. Era um ser que carregava a imensa incógnita sobre quem ele era, por mais que se sentisse a vontade com o gênero feminino, ele nunca se importou com a sua real natureza (além do que tinha entre as pernas), sua maior problemática vinha da aparência, a cada nova poção, Frey se tornava cada dia mais feminino, já tinha a pele lisa e com pelos quase invisíveis de tão finos, os lábios haviam ganhado um formato diferente e sua mandíbula estava se suavizando, a magia estava mudando até mesmo seus ossos e sempre que se via nu em frente ao espelho, ele via as curvas que queria ver, mesmo que ainda não tivesse seios e existia aquele incômodo que não podia simplesmente desaparecer. Naquele fim de tarde, depois da aula de balé, demorou horas para entrar no vestiário e se livrar do suor de um treinamento mais árduo, quando nenhum outro homem estava presente, Frey entrou e com toda a calma que o tempo poderia lhe proporcionar, se livrou das roupas e foi tomar um banho relaxante, mas o time de rugby havia ido ao vestiário logo que o Frey começou a se ensaboar, então aconteceu o que ele sempre tentou evitar até aquele momento.
Estava escuro ali, as mãos machucadas seguravam a fresta de um dos espaços que havia no armário, trêmulas, enquanto sentia o sangue escorrendo em seu rosto, não havia ninguém ali e se arrependeu por ser sempre o último a se lavar depois do treino. Já estava cansado de chorar, gritar e pedir ajuda, sentindo a garganta arder, sua cabra estava amarrada e o silêncio poderia ser torturante. Foi então que ouviu Demo falar algo, alguém estava entrando no vestiário e não conseguiu chamar pela pessoa, deixando apenas que a cabra fizesse o escândalo necessário, Frey aguardou até que a silhueta fosse possível de ver para bater contra a porta do armário fechado e dizer em um tom baixo e rouco. “Estou aqui, me prenderam aqui. Por favor, me ajude!”
primeirotavio ::
tml: antes dos daemons.
“Sabe uma coisa que eu nunca entendi?” Primeiro estava calado por tempo demais. Na cabeça, mil e uma informações sendo processadas e devidamente separadas — todas com quais teve que lidar ao longo do dia. Do lado de fora da janela da área comum, o céu já está escuro. São poucos os aprendizes ainda por ali, mas @freyxrxv tem o azar de ser um desses. “Banheiros. Digo, eu entendi, banheiros são necessários, lá em casa sempre foi ruim ter que dividir só dois. Mas aqui eu só posso usar o do desenhinho esquisito. Super esquisito. Quem é a pessoa que tem um corpo daquele? Só o Gaston.”
Estava sentado naquele espaço do castelo fazia algumas horas, seus cabelos ainda estavam molhados do banho e seu corpo ainda dolorido do treino, mas eram raros os momentos em que conseguia ficar sozinho, por isso, talvez, que Frey não pareceu muito feliz quando o coelho surgiu, mas era uma sensação que passava rápido. Era com primeiro que conseguia ter conversas mais sobre o que queria falar, grande parte do tempo, ambos se questionavam sobre detalhes sem importância, como aquele que o próprio coelho parecia interessado em discutir. "Nas nossas casas não tem um banheiro pra cada gênero, não sei quando foi que tiveram essa brilhante ideia de colocar tal imposição em ambientes como esse" Comentou também, dando liberdade para que o outro lhe acompanhasse e guardando o seu livro na mochila. "Eu evito, ao menos você tem essa aparência que ajuda"
viaziz ::
Era noite, Aziz chegou para o lado esquerdo da cama para abrir espaço do seu lado, os olhos denotavam certa carência, brando e levemente iluminados a fitar a colega de quarto. A coberta retirada do lado livre da cama, enquanto convidava u colega para se juntar a ele, duas batidinhas do colchão para que u outru viesse. Se aconchegou na cama junto junto da nova companhia. Verdade era que estava mais reflexivo naquele dia, até , talvez consequência de não ter fumado nada naquele dia… Se virou para @freyxrxv a voz era arrastada e até mesmo pueril e incerta. “Você ficaria triste se eu desaparecesse?”
Após um dia exaustivo, Frey estava deitade em sua cama com um dos seus vários pijaminhas com babados e cores claras, no qual já não o atraía tanto quanto parecia. Seu entretenimento durante a noite era o livro de feitiços de sua mãe, ficava horas e horas com os olhos acompanhando as letras enquanto pontinhos de luz voavam ao redor, não foi possível ignorar o gesto de Aziz, nunca ignorava, poderia estar dormindo e Frey saberia que podia ir pra sua cama, que Aziz queria sua presença ali. Largou o livro por um minuto sobre o gaveteiro, para se acomodar na cama dele, deitou-se ficando com o rosto virado na sua direção enquanto o observava em silêncio, os pontinhos de luz continuavam ali, flutuando sobre suas camas. “Sim, você ficaria se fosse eu?”
anikastornieren ::
Havia dito sim durante a festa que até gostaria de dançar mais vezes, que havia sido divertido, mas não esperava que o filho da rainha má fosse levar isso tão a sério assim. Por alguma razão, Anika começava a pensar que a maioria de suas amizades pareciam empenhadas em a tornar uma dançarina no mínimo aceitável. E ainda assim, ela parecia completamente desmotivada para as lições de ballet oferecidas pelo amigo, com tantas coisas acontecendo era difícil manter o foco ali. —Desculpa, você está sendo tão gentil em tentar me ensinar e eu estou aqui sendo uma péssima aluna. — Se desculpou assim que fizeram uma pausa, não queria o chatear de forma alguma ou parecer desinteressada em algo que o anileno parecia apreciar. —Inclusive, me pergunto como você e seu irmão conseguem ser tão diferentes… Acredita que ele me enterrou viva a poucos dias atrás?
Frey não estava querendo torna-la a melhor dançarina do mundo, mas que ao menos se sentisse mais a vontade na pista de dança, havia descoberto que era divertido vê-la dançando e era bom quando a princesa tentava sem se preocupar muito, mas sabia que as inseguranças de algo que não temos tanto hábito de fazer, acabava deixando-a muito tensa, Frey era a melhor pessoa para entender sobre isso. "Tudo bem, eu vejo que se esforça o máximo que pode, já é alguma coisa" Pegou as garrafas de água para dar uma para ela antes de abrir a própria, mas foi interrompido quando ouviu sobre o irmão, ou a pessoa que deveria chamar assim, um completo estranho que infelizmente carregava o mesmo sangue que ele. "Eu fui criado pelo meu pai" Explicou simplista e sem muito entusiasmo em sua palavra. "Ele te enterrou viva e você não fez nada? Anika, isso é grave"
thecoldbalthazar ::
Dizer que ele não antecipava aquele encontro, seria mentira. Muitas coisas fugiam de si, apenas por existir. Claro, muito disso tinha haver com seu temperamento explosivo. Porém, não gostava daquele fator. Quando o viu se aproximar de maneira graciosa, era quase como um alarme dizendo o quanto eram diferentes, e ele não podia negar isso. Balthazar analisou Frey, de cima a baixo, e por mais que quisesse o arrastar até o quarto, onde teriam privacidade, respeitou o pavor que o mais novo parecia ter consigo. “— Achei que você ia fugir de mim, pelo resto da minha vida. Mas já que está aqui, pode começar a falar. Quer um café, uma água?” Sabia que aquelas palavras eram uma péssima maneira de começar, porém, tão pouco se importou.
Ver os olhos dele correndo pelo seu corpo como se analisasse até o fundo de sua alma, só causou um arrepio que percorreu toda a sua espinha e Frey precisou desviar o olhar para evitar de fazer comentários ácidos sobre sua atitude, se encolheu um pouco, mas não temia o outro tanto quanto a si mesmo, carregava dentro de si um ódio tão grande de sua progenitora que temia acabar descontando nele, mas não tinha lembrança o suficiente de sua mãe para saber quem se parecia mais ou menos com ela. "Eu nunca fugi de você" Explicou simplista e desviou o olhar se sentindo desconfortável em um momento. "Sem bebidas ou cordialidades... por favor" Ainda sem encara-lo, Frey decidiu que suas mãos ficariam na barra de seu vestido, enquanto brincava com a rendinha de lá, ele tentava organizar as coisas em sua mente. "Ela falou alguma coisa de mim?"
Nonbinary and alive.
closed starter with @thecoldbalthazar
Desde o seu retorno pelo breve afastamento que teve, Frey não tivera tempo que rever algumas pessoas ou retomar algumas conversas, o que, com o passar do tempo, lhe pareceu completamente irrelevante. O jovem bruxo estava recomeçando em uma nova fase de sua vida, percebendo-se um pouco apático em algumas questões, como agora, a presença de Balthazar não parecia lhe incomodar tanto e mesmo que ainda sentir arder algo dentro de si, o que ele sabia que só fortalecia a raiva e o rancor que tinha por sua mãe, não deixava de vê-lo como um tipo de aliado. O que lhe forçou a ser gentil, coisa que não estava afim de ser fazia algum tempo, caminhou até ele de maneira graciosa e, ao se aproximar, já que estavam na mesma casa, não precisaria procurar muito, Anilen era um dos lugares mais fáceis de se encontrar pessoas e o ambiente em si era aconchegante, o que lhe dava esperanças de não acabar machucando o outro. “Oi, acho que agora podemos conversar”
mcdeofdiamonds :: flashback
Acompanhar a risada alheia fora simplesmente inevitável — mesmo que eu possa apostar que Felicia não fazia ideia do que era assim tão engraçado. — Ela endireitou a postura, mas não fez menção de se afastar — até porque, a princesa sequer tinha força para manter-se de pé por muito tempo, depois daquele ligeiro saltitar, exigindo mais da perna fraturada do que deveria. — “Assustadora?” O projetar do beiço trouxe-lhe uma expressão que era o exato oposto do adjetivo usado para descrevê-la. “Desculpa, não quis te assustar, Frey.” A tristeza fingida não durou muito em sua expressão, sendo rapidamente substituída por um riso suave. “E se eu cair, você me segura, não? Como no ballet! Quando você me segura no alto e eu giiiro.” Cornelia inclinou o tronco para trás, balançando a cabeça em um movimento circular para indicar o que dizia. “É legal!”
Felícia tinha uma energia muito gostosa que Frey adorava, talvez fosse o sorriso fácil ou só a maneira ingênua de pensar do mundo, mas era uma das várias garotas no qual adorava passar o tempo, ainda mais que a loira fazia parte do balé, mais uma que aceitava ser seu par quando nenhuma outra parecia interessada, seus minutinhos de garoto guiando a garota em uma dança que deveria seguir devido as normas heteronormativas ainda muito impregnado em tudo. "Mas não giramos quando estamos bêbados, é uma das regras para não se sentir mal depois" Ainda tentava segura-la quando podia, porque tinha medo dela acabar se machucando. "Felicia, você é linda, mas não deveria abusar da sorte, não é sempre que tem um príncipe por perto para salvar a donzela, sabe disso"
freyxrxv :
“Eu não sei elogiar e você também não sabe ser legal. O pior é que você é tão bonito que fica lindo até com essa roupinha mais ou menos…” Falou com toda sinceridade, porque tinha sido assim desde que bebeu aquela bebida. “Então eu não consigo nem fazer você sentir o que aquele carinha sentiu e o que eu senti agora, então você provavelmente não vai entender” Se isso fosse possível, o que poderia acontecer é que o homem nem se importasse com isso, ele parecia ser assim. “Sério que você está comparando? Eu te pedi desculpas pelo inconveniente e você me diz que eu fui idiota? Mas tudo bem derrubar a auto estima das pessoas, ok, você realmente está de parabéns.” Riu e negou com a cabeça, não sabia ainda como se surpreendia com as pessoas daquele lugar ainda, principalmente os homens. “Certo, você procura água em um lugar e eu em outro, certo? Não tô mais afim de aguentar essa sua versão.” Disse isso, suspirou antes de finalizar a conversa. “E sinto muito por essas coisas que eu falei, não era pra sair assim, sem controle algum” E não esperou que o outro rebatesse, só deixou ele lá e foi em busca de alguma bebida que fosse segura.
Não dava para acreditar que tinha chamado de idiota um completo desconhecido. Esteban não agia daquela maneira em dias normais, simplesmente porque não precisava vocalizar nada, seus pensamentos protegidos pelo escudo do anonimato e do silêncio. Vendo de fora, ele não se limitaria a dizer apenas que ‘não estava sendo legal’ mas escolheria ofensas muito mais graves que as que o garoto tinha escolhido para ele. “ Sim, foi exatamente o que eu disse… Quiero decir, pare de fazer perguntas, pelos deuses… Não queria ofender ninguém, mas não fazia ideia do aquela bebida era capaz de fazer e você não está ajudando ” suspirou, passando a mão através do cabelo, percebendo que, pela primeira vez em muito tempo estava sendo julgado por suas impressões pessoais. Era o que acontecia quando frequentava festas. “ Então não devia ter parado ao meu lado ” concluiu, apenas piorando a situação, em engolindo em seco, como se pudesse recuperar as palavras. “ No, não foi isso— ah, deixa pra lá. Melhor eu calar a boca ” porque, então, o outro já tinha ido, e Santiago chegou à conclusão de que era precisamente aquele o efeito que a bebida queria causar.
— 𝖊𝖓𝖈𝖊𝖗𝖗𝖆𝖉𝖔.
trcmainc ::
Não recuou ao toque de Frey, deixando-se envolver-se pelo contato de seus lábios e pelas mãos sinuosas do rapaz. Ele parecia bem ávido a querer mais do que apenas alguns beijos e talvez Laurent estivesse disposto a dá-lo, mas não ali, não com ele visivelmente embriagado. O Tremaine poderia ser todo tipo de cara, mas não um cara que se aproveitava do estado alterado alheio, a não ser quando ele desejava tal coisa. Portanto, ainda que sentisse o desejo queimar em sua pele, o mais alto afastou-se ao ouvir a batida na porta, anunciando que havia acabado o tempo deles e afastou-se do outro rapaz, abrindo um sorriso e dando de ombros como se pedisse desculpas. ‘ regras são regras. ’ ele explicou, ao menos de inicio imaginou que o outro não as conhecesse, então, abriu a porta e esperou que ele saísse, para então voltarem ao local da festa. ‘ mas foi legal, podemos repetir outra vez, em outra ocasião. ’ sugeriu com uma piscadela.
Regras são regras, entendeu que o tempo tinha passado e seria isso, sairiam daquele armário e sabe-se lá quando teriam outro momento como aquele. Quando deixaram o espaço, sorriu para algumas pessoas que faziam sons e exclamações sobre o que havia acontecido ali e então ouviu o outro falar sobre repetir, sorriu meio incrédulo, mas se ele estava dizendo, por que não acreditar? "É, foi muito gostoso. É muito fácil me encontrar por aí..." Deslizou a língua sobre os lábios que ainda estavam inchados e vermelhos, ainda tinha o sabor dele. "Apesar de não acreditar muito que isso se repita" Iniciou uma risada que foi interrompido rapidamente por sentir que não deveria ter falado aquilo. "Divirta-se baby!" Deu uma piscadela e se afastou, seguindo o caminho até a mesa de bebidas, é, ficaria ali por mais um tempo.
ENCERRADO.
sxweselton ::
“Como se você conseguisse!” Não era bem um desafio, mas Saxa sabia que estava abusando da sorte. No entanto, estava tentando ficar feliz, depois de tanto tempo, depois de tantos dramas, ela merecia pelo menos um pouquinho de felicidade e ver Frey com certeza contribuía para isso. “Eu estou grávida mas não sou outra pessoa. Eu ainda sou eu.” Explicou, afinal, ela estar esperando um filho não agia de forma mágica a capacitando milagrosamente para a maternidade, na verdade, ela duvidava de verdade que algum dia fosse se sentir uma mãe. Parecia que estava apenas fingindo. Não parecia real. “Sei… Ele está bem?” Perguntou, sabia pouco sobre o pai do parceiro de dança, mas sabia que era difícil lidar com aquilo sozinho, por isso a pergunta seguinte foi dita em voz mais baixa. “Você está bem?” Os olhos verdes faíscando em direção a ele. “Aquele jornal…” Ainda não tinha se vingado de Maeve o suficiente sobre aquilo. “Ex-duquesa.” Corrigiu, porque tecnicamente sua família não estava mais no poder. “Mas obrigada. Sua opinião realmente importa, não é como as pessoas falsas daqui. Então. Eu tenho tanta coisa pra te contaaar!” Alongou as palavras, chacoalhando-o de leve. “Mas e você? Você parece diferente, olha essa cintura!”
"É, não consigo" Concluiu com um sorriso sincero nos lábios, mas não imaginava o que estava acontecendo com ela, não tinha ideia do que ela estava sentindo, precisava mesmo estar mais presente em sua vida. "Ah, é verdade, que sorte essa criança tem em ter uma mãe assim... meio maluca" Riu e levou a mão até os cabelos dela, tentando tirar um pouco a espuma que tinha ali, suspirou com a pergunta dela e deu de ombros. "Normal, melhorou e parou de beber de novo, mas sabe, eu li em algum lugar que a recaída faz parte da cura, então não será a última vez" E então a pergunta sobre ele e bem, estava bem, não estava? Sorriu e assentiu, ao menos se sentia bem. "Ficar alguns dias longe daqui, ajuda um pouco" Suspirou quando o assunto foi para o jornal e então descobriu que ela não era mais duquesa. "Bem, eu não sou príncipe ou princesa, mesmo assim eu deixo as pessoas me chamarem assim" Riu e isso se prolongou um pouco com o quanto ela lhe chacoalhava. "Certo, temos tempo pra você me dizer tudo." Arqueou as sobrancelhas e fez pose, com carão e tudo, sorrindo logo em seguida. "Estou bem menininha? Estou tomando algumas poções e testando alguns feitiços, espero conseguir um resultado mais rápido"
snowanika ::
—O que? — Questionou confusa, a expressão se tornando ainda mais confusa com a aproximação, demorando um certo tempo para compreender que ele estava usando magia nela, o que ela não esperava e tão pouco estava acostumada. Ainda que soubesse que ele usava magia, tal como a muitas das amizades da princesa, geralmente, não esperava que fosse ser usada nela, independente de qual fosse a intenção. Não pode deixar de se sentir levemente incomodada com aquilo, sentindo falta naquele momento de seu anel de petricita para a proteger daquele tipo de coisa, mas aquele sentimento logo foi substituído pela felicidade, era como se o corpo se tornasse mais leve. —Vou tentar… Obrigada. — Deixou o corpo ser guiado pelo anileno, agora com o novo sentimento de alegria, era um pouco mais fácil para que ela se soltasse e o corpo já não estivesse mais tão rígido quanto antes. Sem se importar com a proximidade visto que ao contrário de Balthazar, Frey não queria lhe matar, não que a princesa soubesse, ao menos. Agora quando parava para realmente relaxar e sentir a música fluir por todo seu corpo, a atividade se tornava divertida, ainda mais quando ela não se importava mais tanto com o que os outros poderiam dizer da maneira que ela dançava. —Está tudo bem… Isso é até divertido, eu deveria tentar mais vezes.
Após o uso da magia, bem, Frey já não se sentia seguro em usar suas habilidades e por isso, só depois que o efeito aconteceu e foi possível ver que Anika estava mais a vontade que elu pensou em se posicionar sobre o que tinha feito. "Desculpa, o uso da magia, não é sempre que dá certo" Sorriu sem jeito, mas continuou estimulando o corpo dela para a dança, ficou feliz em ver que ela estava se divertindo e se sentindo bem, essa era a parte mais importante. "Sim, devia, sempre que quiser dançar, pode ir até o estúdio" Deixou o convite que provavelmente a Snow relutaria em aceitar, de fato, Frey gostava da filha da maior inimiga de sua mãe e sempre ficou relutante sobre o que ela pensaria disso, esperava manter essa boa relação por mais tempo e queria até mesmo fazer parte do grupo que faria o possível para protegê-la. Quando percebeu que ela já se movia sozinha e seguia um fluxo natural de seu corpo, Frey soltou as mãos de seu corpo e deixou um espaço mais seguro entre eles, para que pudessem dançar como bem entendesse, sem se preocupar com o que pensariam dos movimentos desordenados da princesa.
barbablue ::
“ Parece que você não sabe elogiar. É pior do que eu. Não, ninguém é pior do que eu tentando elogiar ” um vinco se formou no centro da testa, sem conseguir identificar em que momento tinha sido elogiado. Pode ser que não tivesse percebido porque nunca estava atento aquele tipo de coisa quando se referia a ele. “ Babaca por falar das roupas do garoto? Perdon, você é amigo dele ou só não gosta que os outros se chateiem? ” era como se estivessem falando em enigmas consigo, tanto que ele chegou a cogitar que a bebida estivesse embaralhando não só a língua, como também os pensamentos. “ Você pareceu meio idiota mesmo enquanto mandava os outros tirarem a roupa ” a dor física o acompanhou enquanto tentava conter a enxurrada de palavras que viria se abrisse a boca. “ Água… ” disse com dificuldade. “ É a melhor opção. Vou procurar ”
"Eu não sei elogiar e você também não sabe ser legal. O pior é que você é tão bonito que fica lindo até com essa roupinha mais ou menos..." Falou com toda sinceridade, porque tinha sido assim desde que bebeu aquela bebida. "Então eu não consigo nem fazer você sentir o que aquele carinha sentiu e o que eu senti agora, então você provavelmente não vai entender" Se isso fosse possível, o que poderia acontecer é que o homem nem se importasse com isso, ele parecia ser assim. "Sério que você está comparando? Eu te pedi desculpas pelo inconveniente e você me diz que eu fui idiota? Mas tudo bem derrubar a auto estima das pessoas, ok, você realmente está de parabéns." Riu e negou com a cabeça, não sabia ainda como se surpreendia com as pessoas daquele lugar ainda, principalmente os homens. "Certo, você procura água em um lugar e eu em outro, certo? Não tô mais afim de aguentar essa sua versão." Disse isso, suspirou antes de finalizar a conversa. "E sinto muito por essas coisas que eu falei, não era pra sair assim, sem controle algum" E não esperou que o outro rebatesse, só deixou ele lá e foi em busca de alguma bebida que fosse segura.