É uma honra apresentar a delicada Morgan Andrews, mas, permita-me lhe dizer que o estudante de cinema/blogger de 22 anos prefere ser tratada como Morg pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ela se parece com Taylor Lashae, mas, ela prefere ser conhecida como The old soul.
“Eu sei que parece um pouco surreal, mas, é possível que meu príncipe esteja esperando por mim em qualquer lugar por aí.”
Sabe quando dizem que mãe é tudo igual? Morgan nunca abriu a boca para proferir essa frase, já que não chegou a conhecer a sua mãe. Lila Andrews morreu durante o trabalho de parto, obrigando a equipe médica do Seattle West Medical Center a iniciar uma cesárea de emergência. Por mais sofrido que tenha sido a morte da esposa, se você pedisse ao sargento Mitchell Andrews para descrever a sua filha com uma palavra ele certamente usaria milagre. Ela era o seu pequeno milagre desde o momento que chegou ao mundo trazendo consigo seu par de grandes e curiosos olhos castanhos.
Morgan foi criada com muito afeto e carinho, e acabou absorvendo muito disso enquanto crescia, tornando-se assim uma criança bastante afetuosa e compreensiva. Desenvolveu também, ao longo de seu crescimento uma enorme resiliência, provavelmente devido as susceptivas mudanças que teve de enfrentar enquanto crescia, visto que seu pai estava mudando sempre de cidade devido ao emprego. Para sua sorte, Morg sempre fez amizades muito rapidamente, conquistando o carinho da grande maioria por onde quer que passasse. Por outro lado, sempre se apegou com muita facilidade as pessoas, sentindo realmente o peso da mudança assim que a ocorria. Porém, como forma de se adaptar a tantas mudanças, a Andrews acabou por se tornar uma ardua jogadora do famoso jogo do contente, desenvolvido por Pollyana, no livro que lera.
Com o passar dos anos, Morgan acabou se tornando uma moça dona de um verdadeiro otimismo cego, isso a levou a muitas desilusões, especialmente amorosas, porém, não a fez perder a fé nas pessoas. Apaixonada por trilhas sonoras, fotografia e escrita, nada parecia mais perfeito para Morgan do que a faculdade de cinema. Por isso, quando ela entrou para uma nos Hamptons a alegria tanto da moça quanto de seu pai não poderia ser maior. Morgan mudou-se sozinha, já que seu pai estava trabalhando em Greenville. A garota alugou um apartamento pequeno, onde mora e onde grava a maioria dos seus videos para o blog que apresenta.
Morgan é alguém muito alegre e doce. Sempre com um sorriso contagiante e tentando olhar pelo lado bom, a garota em uma longa lista de amigos, por todo o país.
É uma honra apresentar a charmoso Victor Manganiello, mas, permita-me lhe dizer que o chef de cozinha/Dono do Salt de 36 anos prefere ser tratado como Victor pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ele se parece com Joe Manganiello, mas, ele prefere ser conhecido como The womanizer.
“Oras, é que além de fazer comida boa, a gente come bem. Mas, falando sério, a minha cozinha é uma das poucas coisas que eu realmente levo a sério na vida.”
Ser mãe solteira em uma cidade pequena e conservadora do Mississipi era como sair de casa com uma seta imensa pedindo por julgamento. Fora essa a vida de Elisa, antes conhecida como uma mulher pura. O que ninguém sabia era que o pai da criança era o perfeito e exemplar fazendeiro Tobias Anderson, ícone da cidade, porém, que obrigou o a mulher a se afastar do local para o mais longe que pudesse. Foi assim que a jovem grávida acabou parando em uma casa realmente humilde, em um Condado da Flórida.
Cercado pelo carinho da mãe, Victor teve uma infância relativamente comum, ainda que precisasse ajudar nas tarefas domiciliares, uma vez que a sua mãe trabalhava para fora. As pessoas por ali eram aparentemente gentis, ou pelo menos assim pareciam em seus jantares em família para o qual Victor acabava sendo vez ou outra convidado por um de seus coleguinhas. Vivia uma vida simples, de diversas dificuldades, que começou a mudar apenas quando o casal Truddman decidiu engravidar.
Henry e Joshua Harrison eram o casal simpáticos de toda a região, sempre mantiveram o desejo de ter um filho só deles. Elisa que além de precisar de dinheiro, se comoveu com a história do casal, aceitou gestar o bebê dos Harrison. Ela se mudou com o filho para a casa de visitas do casal, e com o tempo de certa forma, virando mais que uma funcionária, e começando a fazer parte da família. Quando as gêmeas Harrison nasceram, jovem garoto vibrou quase como se fossem suas irmãs de verdade, ainda que não fossem, já que Emma e Essie eram uma junção do esperma de Joshua com uma moça escolhida pelo casal.
Aos 14 anos, quando tudo ocorreu, Victor ganhou a oportunidade de ir estudar em uma escolha melhor, paga por Henry Harrison. Victor agarrou a oportunidade com todas as forças que tinha, fazendo bom uso dela para entrar na faculdade de economia em Stanford, mudando-se mais uma vez, quando os Harrison se mudaram para os Hamptons. Dividia seu tempo com o trabalho no banco, porém, tudo logo começou a ficar muito enjoativo para Victor. Foi quando ele decidiu transformar o seu hobby em uma profissão. Juntou uma certa quantidade de dinheiro não apenas trabalhando no banco mas, também fazendo alguns bicos e conseguiu pagar um curso em uma escola de gastronomia em Ottawa, no Canadá. No retorno, trabalhou em diversas cozinhas de restaurantes e bistrôs, até que decidiu abrir seu próprio negocio, em sociedade com um velho amigo.
Assim, a mudança para os Hamptons foi feita. O lugar foi escolhido por, além de ser bom economicamente falando, Victor sentia saudade de sua mãe e da família que haviam formado.
Victor é dono de uma personalidade forte, poderia ser o famoso casca grossa que mencionam por aí. Entretando, quando o assunto é sua família o homem acaba virando uma verdadeira manteiga derretida. Seu jeito charmoso agracia muitas mulheres e ele acaba realmente tomando proveito disso.
- I heard that you were trouble but i couldn't resist;
- When I leave for the night, I ain't coming back;
- Now she got her hands on my legs, got my seats all wet in my ride;
- I just had sex and it felt so good;
- I've been drinking I get filthy when that liquor gets into me;
- If you wanna go to heaven you should fuck me tonight;
- She asked me if I do this every day, I said often... Baby I can make that pussy rain.
Primeiro foi aquela merda de diário, eu não faço ideia do porque eu voltei a escrever naquilo e nem sei porque eu to contando pra você isso, é patético até uma mulher de 25 anos que ainda tem um fodendo diário em casa e actually escreve nele! Mas não é por isso que to escrevendo essa carta. Você é provavelmente a pessoa de mais confiança na minha vida além das minhas irmãs e eu não acho certo preocupa-las com isso, na verdade nem te preocupar eu acho certo mas é que eu não tenho mais ninguém pra falar sobre isso, acho que é o preço que eu pago por ser tão casual.
Eu estou em um ponto da minha vida que eu fiz 25 anos, acabei de me formar, tenho uma casa linda e só minha, tenho minha família e alguns amigos de verdade, mas tudo o que eu sinto é um eterno vazio dentro de mim, e acredite eu já tentei preencher esse vazio com N coisas diferentes e nunca deu certo, nem chegou perto. Eu estou perdida presa dentro de mim mesma, cheia de noites vazias, histórias vazias, acho que tudo vazio menos a minha cama, que coisa não?
Não, eu não to perdendo o tesão, a vontade de transar, longe disso, eu sou louca demais por essas coisas pra simplesmente desistir e largar tudo e virar uma Violet calma, quieta e totalmente diferente do que eu sou, mas eu não sei o que eu to fazendo com a minha vida... Eu odeio direito, eu me formei, eu fui a melhor da turma, eu literalmente só me formei nessa merda porque meu pai me ameaçou tirar tudo, minha mãe me ameaçou afastar minhas irmãs e elas são a minha vida, elas são meu tudo, elas são o que me move e eu simplesmente não conseguiria. Eu adoro moda e com toda certeza seria a coisa que eu mais amaria fazer, mas também não é algo que eu me vejo fazendo pra sempre, e aqui estamos de volta, Violet Beaumont, 25 anos nas costas e sem saber o que fazer amanhã. Eu pareço bem, feliz, animada, mas isso ta me matando aos poucos por dentro, o que eu to fazendo aqui? O que eu to fazendo com a minha vida? Será que vai ser assim pra sempre? Será que isso é só uma fase? Será que a resposta está na próxima cama que eu me deitar ou no fundo do próximo copo de drink que eu tomar? Eu só sei que não sei de mais nada.
Você é a única pessoa que eu consigo falar sobre qualquer coisa sem me sentir um lixo total no fim do dia, desculpa por te enviar isso, na verdade espero que você só ignore a carta afinal estamos em 2017 quem manda carta? Saiba que eu amo você, de verdade, já te disse isso mais de uma vez e sempre vou reafirmar, nunca deixe de ser você mesmo, você é incrível, e obrigada por tudo até hoje.
- XO, Violet.
Preciso lembrar de ligar para a vovó e checar se está tudo bem (lembrar de repetir as perguntas que o médico mandou fazer a ela para checar se a memória tem sido preservada)
Lembrar de falar com o Violet sobre sair com a irmã dela e, claramente, se isso a incomodar, se forçar para não sair. Afinal, é a Violet.
Comprar o presente de casamento da Heather antes que ela me cobre um (URGENTE)
Lembrar de não faltar a terapia essa semana (como na semana passada, ou eu vou acabar realmente me dando mal)
Reforçar para a Alex não sair com o advogado, primeiro porque não acho que funcionaria, segundo porque tenho a sensação de que eu odiaria ver a cena
IMPORTANTE - Passar no hospital para doar sangue
Okay, agora é aquela parte que a psicóloga falou que é importante escrever para si conhecer melhor. Essa é uma parte difícil, para ser sincero, porque requer uma certa sutileza em descrever sentimentos quando eu sou realmente prático. O que aconteceu essa semana foi basicamente nada, eu trabalhei, muito aliás, e tentei relaxar enquanto deu. Estou ligeiramente preocupado com a vovó, ela tem tido alguns lapsos de memórias estranhos, o Hunter já cismou dizendo que pode ser Alzheimer e o médico mal teve a oportunidade de investigar ainda. Eu estou na esperança de ser algo mais tranquilo e parte do processo senil.
Não tive oportunidade de falar com a Violet desde o baile, quando chamei a irmã dela para sair. Eu não sei em quantos graus de cafajeste eu posso ser classificado por isso mas, estou tentando fazer da maneira mais justa que consigo. A mulher é incrível, digo, ela tem uma beleza ligeiramente diferente do que eu já vi. Mas, a Violet, é a Violet, não tem possibilidade de eu entrar, propositalmente em qualquer território que a magoasse ou a deixasse minimamente desconfortável.
Mudando de assunto, já fumei três cigarros hoje, eu devo estar realmente apreensivo pelo trabalho.Algumas contas não estão batendo e isso tem sido ligeiramente preocupante. Okay, eu sou um fracasso nisso, já estou começando a falar mais de trabalho do que dos meus “sentimentos” ou coisa assim, então é isso...Eu acho.
É uma honra apresentar a bondoso Jeffrey H. Shepherd, mas, permita-me lhe dizer que o traumatologista de 34 anos prefere ser tratado como Jeff pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ele se parece com Matt Davis, mas, ele prefere ser conhecido como The Captain Splendid.
“ Todos nós somos um emaranhado de fios cobertos por esperança. Um dia, todos esses fios se partem e aí acabamos nossa primeira jornada. É preciso saber dar valor a cada um desses fios, porque eles estão aguentando firme tudo o que você é. É preciso respeitar o momento desses fios e seu prazo de validade. É preciso, sobretudo, que você mantenha o fio mais forte de todos, a esperança.”
Num geral, cirurgiões são bons em abrir e fechar pessoas, fazer curativos depois de consertar a bagunça dentro delas. Bem, talvez tenha sido assim que Jeffrey H. Shepherd se tornou um ótimo cirurgião. Diferente do que se espera, e do que está escrito em sua biografia não autorizada, Jeff nasceu em uma cidade minuscula do Texas, no entanto, sua família se mudou para Nova York antes mesmo que ele completasse um ano. Olga e Thomas Shepherd eram um casal extremamente dedicados ao trabalho e absurdamente apaixonados pelo filho.
Jeff, como era geralmente chamado, sempre foi um menino muito fácil de lidar, fazia amizades na escola sem grande dificuldade, mantinha um sorriso aberto e estava sempre de um lado a outro tentando fazer graça para que as pessoas rissem, no fundo, eke era uma daquelas crianças realmente crianças, ria feito bobo por qualquer coisa. A grande Nova York foi a casa do garoto por longos anos, onde ele foi verdadeiramente feliz. Vivia com seus pais, seu irmão mais novo, com quem tinha um cuidado realmente excessivo e tudo corria perfeitamente bem na vida do garoto.
Foi em uma tarde comum, Jeff estava voltando da escola quando decidiu passar no trabalho de seu pai, que era engenheiro nuclear. Disseram que o homem estava no laboratório e que era mais seguro que ele não ultrapassasse uma faixa amarela que havia no local. Mas, você sabe como funciona a curiosidade de uma criança. Então ele simplesmente passou por todas as faixas e foi ao encontro do pai, ele só não esperava que um dos reatores explodisse bem na hora que ele falou o nome de seu pai. Nesse instante, o garoto não viu mais nada, apenas o escuro. Três meses depois ele acordou na cama de um hospital.
Graças ao incidente, a adolescência de Jeff foi marcada por várias visitas ao hospital, seu pai permaneceu lá por anos e embora ele nunca dissesse a ninguém, se sentia um tanto culpado por aquilo. Mas, ele não podia simplesmente reclamar, era o garoto de ouro de uma boa escola, era o filho mais velho e consolo da mãe. A vida seguia ao redor dele e ele não podia reclamar por isso. No entanto, em uma manha fria as coisas mudaram mais uma vez. A noticia de que seu pai havia morrido o deixou completamente estável, fragilizado, mas, a mãe dele e seu irmão mais novo também estavam, então ele precisava segurar o choro por um tempo para ser o suporte que eles precisavam. A morte do pai acabou unindo ainda mais a família.
Com o tempo, as coisas foram se ajustando na vida de Jeff, no entanto, ele ainda tinha as cicatrizes do dia do acidente, e elas não estavam somente em seu corpo, mas, ninguém precisava saber dessa parte, porque para todos ele era o garoto de ouro, que fazia todas as coisas como elas deveriam ser feitas.
Não foi surpresa nenhuma quando ele conseguiu a bolsa de estudos em Yale, não foi surpresa nenhuma quando ele decidiu que cursaria medicina e não foi surpresa nenhuma quando conseguiu se especializar em trauma, como era sua intenção desde o começo, porque bem…não é obvio? Ele não pudera ajudar seu pai no acidente, mas, poderia ajudar outras pessoas, faria seu melhor para isso. Também não foi supresa quando ele se tornou um cirurgião de respeito em Nova York, mas, foi uma enorme surpresa para todos quando ao receber uma proposta de emprego nos Hamptons, o homem aceitar.
No entanto, o que poucas pessoas sabem e eu não vou contar, é o motivo para o doutor deixar a cidade, sua amada esposa Harley e partir para os Hamptons, levando consigo sua pequena filha Alice.
É uma honra apresentar a genial Henrich S. Hooker, mas, permita-me lhe dizer que o investigador de 37 anos prefere ser tratado como Henrich pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ele se parece com Benedict Cumberbatch, mas, ele prefere ser conhecido como The supermind.
“Eu não estou supondo que você vai fazer o que eu quero, estou dizendo que você vai.”
Era uma viagem de férias, casados há não muito tempo, risadas e risadas. Kayleigh Scott estava no seu sétimo mês de gravidez e Nathaniel Hooker pensava em como Londres parecia ainda mais bonita com a mulher ali. Eles estavam na London Eye, em seu passeio da tarde enquanto uma chuva fina caia na cidade. Foi quando a bolsa da mulher estourou e o susto feio de imediato. Os dois tiveram de sair as pressas, com a ajuda de algumas pessoas do local. Conseguiram um taxi e estavam a caminho do hospital, mas, não havia tempo o suficiente. Foi nesse momento que Nathaniel agradeceu aos céus por ser médico e conseguir, de modo quase milagroso, fazer o parto do primeiro filho, ainda em um taxi inglês. E foi ali, olhando aquela pequena coisinha em seus braços, todo sujo de sangue, que o homem se apaixonou perdidamente pela segunda vez.
Nathaniel estava tão bobo que ainda quando chegaram no hospital, ele mal piscava direito. A mulher foi levada para um quarto e seu filho, pré-maturo, para a incubadora, ficaria lá um tempo, então eles tiveram de planejar demorar mais na viagem. O nome foi escolhido em prol do seu significado. Henrich: Principe poderoso. Escolha de nome cujo a presunção só podia vir de Nathaniel. Foram algumas, na verdade, muitas semanas até o casal poder finalmente voltar para sua casa em New Jersey. Os primeiros meses foram empolgantes, apesar de Nate não saber exatamente o que fazer e se irritar com o choro do filho, ele odiava “aquele barulho maldito que os bebês fazem” mas, estava feliz em ver que agora tinha um vinculo com Kayleigh para toda a vida. Além disso, desde cedo, Henrich se mostrou um garoto muito esperto, ainda nos primeiros meses, gostava de brincar com joguinhos de montar e desmontar, coisa que não foi mudando muito ao longo do tempo. Mas, se você quer saber, houvera outra pessoa que acabara se apaixonando pelo pequeno Henrich também e era isso o que seu pai temia. O avô do garoto ficou tão maluco com a noticia de que teria um neto, que ignorou todas as desavenças com o filho simplesmente para poder ficar mais próximo ao menino. Convencido por Kayleigh a aprovar a aproximação do homem, Natheniel ficava incomodado toda vez que via o vinculo que estava sendo criado entre Henri e seu pai.
Então, o pequeno garotinho começou a crescer e mostrar a sua personalidade forte em todas as vezes que era contrariado. Inves de abrir um choro de horas, Henrich se emburrava e discutia, muitas vezes parecendo até gente grande quando fazia isso. A facilidade com que aprendera a falar fora surpreendedora. Nathaniel usava palavras difíceis, na intenção de ver se o garotinho repetiria ou não e surpreendentemente, ele fazia isso com precisão. O pai de Nathaniel também ficara admirado com o garoto e por isso, vez ou outra tentava conversar com os pais do menino, na tentativa de convencê-los a enviar o menino para um famoso colégio interno britânico, um dos melhoresdo mundo, no entanto, Kayleigh e Nate concordavam que Henrich era novo demais para algo assim. Porém, conforme os anos foram passando as habilidades do garoto foram ficando mais obvias. Henrich era alguém muito observador e inteligente, passava o dia quase todo em seu quarto, com jogos de montar, achar, até mesmo caça palavras, mas, um de seus favoritos era detetive,e ele adorava inverntar um culpado, as causas, as armas e nem sempre elas eram tão obvias assim.
Porém, foi também com o passar do tempo que a relação de Nate e seu primogênito foi se complicando, o nascimento da segunda filha só fez isso piorar. Nate agora tinha de dividir seu tempo e acabava implicando com algumas coisas que o filho fazia, no entanto, o garoto tinha um gênio forte, uma personalidade voltada para si, como se ele fosse um pequeno rei do mundo e assim ambos acabavam discutindo. As discursões foram ficando freqüentes antes mesmo de Henrich ter doze e sobre ter doze, foi nesse dia que seus pais e seu avô chegaram ao acordo de que o garoto decidiria entre ir e ficar. Para a infelicidade de Kayleigh, Henrich decidiu que queria ir estudar no lugar e argumentou que seria bom para ele estar em um lugar assim, prometendo que ligaria sempre. Kay ficara triste, mas, podia entender, era uma boa oportunidade, porém, tivera alguém que mesmo sem demonstrar ficara arrasado. Então uma discussão começara a maior que os dois tiveram desde que Henrich nasceu, coisas horríveis foram ditas de ambas as partes e quando o garoto fora embora no mês seguinte, os dois ainda nem se falavam direito.
O tempo que Henrich passou no internato não fora complicado. Ele era o que você pode chamar de numero um. De algum modo, parecia que o garoto era bom em tudo, bem, quase tudo, porque quando o assunto era lidar com pessoas, as coisas complicavam um pouco, tudo porque conforme os anos foram se passando o ego do garoto foi apenas crescendo, assim como sua inteligência, que para muitos era até assustadora. Ele ligava para casa vez ou outra e foi assim que ficara sabendo do nascimento de seus irmãos, além disso, seus pais vinham nas férias, ainda que vez ou outra, seu pai teimasse em vê-lo. Mas, foi no colégio interno que Henrich ganhou conhecimentos para se tornar um dos melhores alunos que qualquer professor teria a honra de ensinar. Além disso, era bom em esportes, tinha talento com a musica e em uma dança de casais, o rapaz conduzia como ninguém. Porém, o que não se sabia era que toda essa obsessão de Henrich para ser bom em tudo, não se baseava apenas no seu ego enorme, mas, na sua vontade de mostrar ao pai que ele era o melhor. Fora essa necessidade de provar ao pai que ele não tinha feito a escolha errada que em uma manha de março, quando estava em seu ultimo ano , que decidira contar aos pais que cursaria medicina. Seu pai estava tão alegre que quase abraçara o filho, não fosse o fato de o mesmo dizer que seria em Oxford. E novamente, a raiva de Nate surgiu.Por mais que não admitisse, ele odiava ter o filho longe e ainda que não soubesse, Henrich tambémodiava estar longe, mas, agora ele tinha de deixar seu filho decidir, novamente o que faria.
Na faculdade foi à mesma coisa, ego, notas enormes, prêmios e alguns casos, além de certas brigas desnecessárias, mas, no final das contas, Henrich acabara se tornando um dos melhores alunos da turma e isso não se dava ao fato de vez ou outra, ele transar com algumas professoras, que lhes pareciam atraentes, mas, que ele faia questão que fossem ainda mais severas com ele. No entanto, Henrich não fazia amizades, não entrava em relacionamentos, não fazia absolutamente nada que o tirasse do foco e fora assim até e mesmo depois da formatura. Com o fim da faculdade, o rapaz voltara para casa, enquanto esperava o resultado da sua especialização sair. Foi nesse verão que tivera o primeiro contato com a filha do meio de Richard e Trixie, Harmony. Fora quando notara os olhos admirados da garota sobre si. Ela devia ter uns treze anos na época, então não era nada que lhe interessasse muito.
Depois viera a especialização, ele escolhera engenharia genética porque queria entrar na área de pesquisas, que sempre lhe parecera muito mais interessantes do que qualquer outra. O garoto fora novamente o melhor de sua turma, só havia um problema, Henrich era frio demais com todas as coisas, apesar de sua carapuça de educação, todos sabiam que ele possuía um ego do tamanho do mundo. Novamente voltara a sua casa, aonde vira novamente a princesinha dos Howard, só que agora ela tinha ganhado atributos de mulher e então a visão de Henrich mudara um pouco. Acabou levando a garota para cama, sem saber que isso aconteceria vezes depois, afinal, ele estava voltando para Londres em poucos dias. O garoto começou a trabalhar como investigador criminal na Inglaterra, na área de pericia, enquanto iniciava uma faculdade de direito para melhorar em sua profissão, mais uma formatura, mais uma discussão com seu pai, dessa vez Henrich virava as costas para ele e lhe dizia que o problema dele era o fato de não aceitar que Henrich era melhor que ele, berrando isso em alto e bom tom, enquanto saia da limusine.
Dias depois, com a noticia do falecimento de seu avô, o homem voltara a New Jersey, pela primeira vez, alguém vira Henrich completamente arrasado. Ele simplesmente venerava o homem e todos podiam ver aquilo. Henrich não discursou no funeral do seu avô, ele dizia que era besteira fazer aquilo porque ele não estaria nem ouvindo, mas, dias depois, Natheniel acabou flagrando o garoto sentado no tumulo do homem com uma garrafa de Whisky nas mãos, enquanto falava o quanto o avô significava para ele. Mais uma volta a Londres, dessa vez, Henrich só retornara quando soubera da separação dos pais. Ver Nate abalado daquela maneira fez Henrich entender o quanto se importava com o pai e foi por isso que ele transferira tudo o que tinha para a cidade de Jersey, construindo uma casa na frente da de seus pais, por não querer admitir que tinha decidido se estabelecer só para apoiar o pai. Meses depois, quando sua mãe apareceu dizendo que se casaria novamente, foi um choque para todos, inclusive para ele. Mas, o mesmo tinha de apoiar a mulher, porque ela parecia animada quanto ao casamento, então ele simplesmente tentaria colocar as coisas em ordem para Nate.
Depois que as coisas se acalmaram em sua família, Henri voltou a sua vida normal como investigador, passando por diversas cidades até parar nos Hamptons com uma velha conhecida, Stelmarya. Afim de resolver um problema de família da garota. Mudou-se então para uma antiga propriedade sua.
Seja muito bem vinda a vida extremamente corrida de Howard Horan Strucker, vou ter de te confessar que o médico residente de 25 anos odeia o Horan, então só How. Tem quem diga por aí que ele se parece com Paul Weasley, mas, está mais para simplesmente The mister ego.
“ Se você estiver treinando para ser cirurgião, pra segurar um coração humano nas mãos, hein? Isso que é responsabilidade. ”
Quando se cresce em uma família como a de Howard Strucker, você aprende sobre responsabilidade mesmo antes de aprender a andar de bicicleta.
Para começar, tente juntar um almirante comprometido com seu trabalho e uma residente na área de cirurgia. Agora imagine ser o mais velho dos três filhos desse casal. Você ainda nao consegue ver onde responsabilidade entra ai, certo? Bem, deixe-me lhe contar uma historia….
Tudo começou quando Ernest Strucker, almirante alemão, viajou aos Estados Unidos para tratar de um problema que tivera em combate. O homem fora enviado para o melhor hospital de Nova York, na tentativa de se recuperar e fora la onde ele conheceu a bela e adoravel Ellis Horan. Na epoca, ela era a residente responsavel pelo caso dele, ou seja, passava um bom tempo o vigiando. Veja bem, Ernest era um homem extremamente interessante, viajado, educado e charmoso. Ellis era aquela mulher encantadora, doce e esforçada, então não foi nem um pouco estranho quando um começou a se interessar pelo outro. Os dois mantiveram contado mesmo depois que o problema de Ernest fora resolvido, mesmo depois que ele voltara para sua casa em Berlim, mesmo depois que ambos descobriram estar perdidamente apaixonados. E você pode achar ridículo, porque ai vai uma daquelas coisas que só acontecem em filmes malucos, ele mudou completamente sua vida para ficar com a mulher que amava.
Os dois casaram-se em um domingo de primavera, e foi um casamento lindo, voce teria adorado se tivesse ido. Dois anos depois a noticia da gravidez contemplou o casal, e foi basicamente assim que no dia dez de janeiro nasceu Howard Horan Strucker, a maior bençao que Ellis e Ernest receberiam em toda sua vida. Imagine só, aquela coisinha pequena, com os olhos azuis mais encantadores do mundo e o cabelo loiro mais brilhante que os médicos daquele hospital já sonharam em ver. Pois bem, esse era Howard, encantando o mundo desde seus primeiros dias de vida.
Desde o nascimento, o garoto foi fadado com a sina de estar “destinado a grandes coisas”. Não que ele entendesse isso aos três anos de idade, quando a irmã mais nova, Donna, nasceu. Aos três anos de idade ele só era o garoto que gostava de rabiscar, de montar aquele quebra cabeça de dez peças e de falar tudo o que podia, falar também o quando estava apaixonado pela irma menor, não que na época ele conseguisse pronunciar a palavra “apaixonado”. A vida de Howard seguia boa exatamente do jeito que era, ele era um garoto hiperativo, não parava um segundo, vivia se dispondo a fazer coisas que nem sabia fazer direito, como ajudar a empregada da casa a cozinhar, ou tentar limpar os tacos de golf do pai, e coisas que ele era muito bom, como por exemplo ensinar Donna a amarrar os cadaços, ou cuidar dela já que seus pais viviam correndo de um lado para o outro. Quando Meredith, seu outro irmão nasceu “Céus, que alegria!”, agora o garoto tinha mais alguém para ensinar como amarrar os sapatos, certo? E ele realmente ensinou, mas, houveram mais coisas que Howard teve de ensinar para os suas irmãs, dentre elas a superar percas.
Era doze de maio de um ano terrivel quando a noticia chegou. Ernest e, que havia saído em missão há cerca de dois meses tinha sumido no mar, pois seu barco tinha naufragado. Foi naquele momento que Howard recebeu o peso de ser “o homem da casa’ e ele tinha apenas seis anos. Seis anos e um senso de liderança que impressionava as pessoas com quem convivia, a mãe dos garotos saia para trabalhar muito cedo, nessa época ela já havia acabado a residencia e era uma cirurgiça respeitada, mas, não era como se ela tivesse exatamente tempo ou vontade para os filhos, simplesmente porque tudo neles a lembrava de Ernest e isso a matava um pouco. Então veja bem, diferente do que se espera de uma mae nessas horas, Ellis simplesmente afastou os filhos de si, passava horas e horas no hospital, pegava todos os plantões que podia, e você pode julgar? Não, era o jeito dela de reagir a dor.
É como diria Meredith Grey, você sabe…”Dor chega em todas as formas possíveis. Uma dorzinha aguda, um pouquinho de depressão, a dor aleatória com que convivemos todos os dias. Então tem o tipo de dor que você simplesmente não consegue ignorar, um nível tão grande de dor que bloqueia todo o resto, faz com o que o mundo inteiro desapareça até que a gente só consiga pensar que o tanto que machucamos e a maneira com que lidamos com a dor é totalmente pessoal. Nós anestesiamos, sobrevivemos a ela, ou a abraçamos, ou ignoramos. Para alguns de nós, a melhor maneira de lidar com ela é atravessando-a.” Ellis decidiu a anestesiar, a ignorar já Howard, com seus simples seis anos, decidiu atravessa-la.
Agora ele era o homem da casa, o pequeno grande homem. Isso significava que tinha de cuidar de suas irmãs, ensinar a elas o quanto era importante estudar, ensinar a lição de matemática e ensinar como se comportar. Assim, desde cedo, as meninas passaram a ver o jovem irmão como uma especie de “pai” ou pelo menos Meredith passou, Donna tinha alguns problemas quanto a aceitar as orientações do mais velho e isso só foi aumentando conforme os dois cresciam. Aos dezesseis, Donna foi pega usando drogas, coisa que quase fez o jovem Howard ter um ataque do coração e sua mãe? Bem, Ellis estava simplesmente ocupada demais para se preocupar com isso.
Foi Howard quem teve de lidar com a irma, foi Howard quem teve de assumir a responsabilidade, isso enquanto lidava com os problemas de todo adolescente, como a insegurança quanto a faculdade e como tudo era novidade em relaçao ao sexo, em meio a tudo. Além disso, você nem imagina a pior parte…quando How entrou na faculdade sua mãe nem se quer comemorou o fato dele escolher o mesmo curso que ela, quer saber o que ela lhe disse? “Voce não vai aguentar a pressão, How. É demais para você, mas, boa sorte, meu filho.” Então ele não ia aguentar o curso de medicina? Oras, ele tinha aguentado anos de responsabilidade em suas costas, se ele podia cuidar de duas garotas, podia aguentar a faculdade sozinho.
Aceito em uma das fraternidades mais bem conceituadas do local, o primeiro ano de Howard foi o que voce poderia chamar de “um inferno”. Tudo isso porque Joseph Turman, na época big borther de How fez questão de garantir que o “Senhor Perfeição”, como ele chamava o Little Brother, fosse estupidamente complicado. Motivo? Ciúmes, o que mais podia ser? Todos estavam tão encantados com o novo garoto que Joseph acabou com ciumes. Sabotava tudo o que Howard tentava fazer, mas, curiosamente, o loiro arrumava um jeito de fazer tudo funcionar como deveria, ou pelo menos parecer que funcionava.
Howard só colecionava mais e mais trofeus, virando um dos nomes mais conhecidos da universidade. Ficará conhecido como “O garoto que era bom em tudo”, o “Capitão esplendido” entre alguns outros apelidos que que estuda em Yale deve conhecer. Então foi assim que surgiram mais e mais troféus, mais e mais medalhas, mais e mais garotas. Ele era respeitado, era o rei da sala de aula, ia a todas as festas e ainda conseguia tirar dez naquela prova de cardiologia que todo mundo se deu mal. Ele era desejado, as garotas o queriam, alguns homens também, seu nome era divagado junto com grandes nomes da Universidade. Ele era dedicado, tinha uma lista tão grande de atividades extra curriculares que daria para doar uma parte para algum aluno precisado. Howard Strucker era o garoto de ouro, o garoto que valia um milhão, mas, sua mãe se quer via isso. Pela mãe, ele e suas irmãs eram praticamente invisiveis, mas, para o resto da universidade, How era simplesmente um dos estudantes mais promissores.
Ele realmente era incrível e assustadoramente promissor, fora um dos internos de mais sucesso no período em que começara e não era exatamente pelo charme que tinha, era sobre como ele era pratico, firme e conseguia se importar e conversar com os pacientes como nenhum outro. No entanto, Howard tinha um problema, ele sempre acaba se envolvendo demais com seus pacientes, desse modo, a primeira morte que o rapaz assistiu lhe deixou chocado por algumas semanas. Foi na área de trauma, duas pessoas estavam presas por uma barra metálica e eles até tentaram salvar os dois, mas, não havia exatamente como, certo…aquilo foi definitivamente complicado, especialmente quando Howard viu que teriam de desistir de um paciente para salvar o outro. “Jordan Hanks. Hora da morte 03:42.” Depois disso, Howard ainda foi encarregado de uma missão que você poderia chamar de impossível, mas, essa é uma longa história, que ele só lhe contará se estiver muito bêbado ou se você conseguir ser um amigo intimo dele.
Anos depois, quando acabou a faculdade, o garoto se tornou residente no mesmo hospital em que fora interno, e acredite ou não, ele ainda era um dos mais promissores em seu cargo. Seguia uma vida normal, os irmãos estavam na faculdade, então ele se mudara para um apartamento, afim de ficar mais próximo ao hospital. Se você conhecesse Howard, saberia que ele é o homem incansável, está sempre de um lado para o outro e há boatos de que poucas vezes é visto dormindo no hospital, alguns até se perguntam se existe mais de um Howard Strucker mas bem…a resposta costuma ser não, ele não tem. Vou lhe dar uma outra teoria sobre Howard Strucker…Talvez ele não seja muito normal…Bem, acho que terá de descobrir sozinho.
RORY VALENTINE’S C H A R A C T E R D E V E L O P M E N T
Rory Valentine com 10 anos as Raffey Cassidy
Rory Valentine com 15/ 21 anos as Alexandra Daddario
Rory Valentine com 40 anos as Kate Beckinsale
Rory Valentine alternative fc as Sarah Bolger
Rory Valentine genderswap as Jeremy Irvine
“Era curioso como Rory precisou perder tudo para conseguir algo”
Foi no pé da escadaria de sua mansão que Rory O’Brien, aos dez anos, observou o FBI invadir a sua casa e carregar inúmeras caixas do escritório de seu pai. “Vocês não deveriam mexer ai”, tentou dizer, “papai não gosta que entrem ai”, mas nenhum deles lhe deu ouvidos. Daquele degraus podia ouvir sua mãe tentando ligar para ele --- sem sucesso se seus gritos eram algum indicativo. Sentir se sozinha não era nenhuma novidade para a garotinha, então ficou ali, abraçada a seu ursinho de pelúcia favorito, tentando entender o que estava acontecendo.
Quando seu pai não voltou para casa naquela noite, ela se perguntou se estava em alguma de suas muitas viagens. Conforme as fotos dele e de sua família apareciam na televisão, suas dúvidas aumentavam, porém ninguém lhe dizia nada. A achavam jovem demais para sentar com ela e explicar que seu pai havia montado toda uma operação fraudulento (mais conhecido como Esquema Ponzi), que ao descobrir que seus crimes foram descobertos, ele fugiu com todo o dinheiro que roubara de gente inocente, que sentar na porta de casa esperando por sua volta não adiantaria de nada. Ao invés disso, eles a olhavam com pena.
Não demorou muito para que o governo tomasse tudo que estava no nome da família: propriedades, casas, negócios, dinheiro e etc. Sem ter para onde ir, mãe e filha acabaram sendo acolhidas pelo avô materno, Bill Valentine, há muito afastado por não concordar com a escolha de marido da filha. Sua vida nova era muito diferente da antiga, sem tantos luxos nem pessoas conhecidas e essa diferença foi recebida com resistência pela garotinha. Porém o tempo é o melhor dos remédio e não demorou para que ela desse uma chance e percebesse que aquela nova vida não era pior que a outra.
Pela primeira vez na vida ela não se sentia sozinha. Tinha a atenção de sua mãe, a presença constante de um avô que a adorava e uma espécie de família nos funcionários e clientes frequentes do Hells Bells (o bar que seu avô montara quando era mais novo). Foi então que Rory O’Brien ficou no passado e de suas cinzas nascera Rory Valentine.