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Nice to hear Zach Lowe back!
Você assistiu ao fim de semana das estrelas da NBA? O mundo também não! Tudo bem que o negócio aconteceu durante o carnaval, então o brasileiro de modo geral estava, por assim dizer, ocupado. Mas o evento não apeteceu até pra quem era do bloco unidos do sofá: essa edição foi a de pior audiência da história do All-Star Weekend.
Apenas o momento da escolha dos times - do “draft” das equipes - surpreendeu positivamente, mostrando que a escolha à la rachão, na qual cada capitão vai escolhendo seu time alternadamente, ao vivo, até ficarem os piores por último, funcionou.
Sabe quem foram os dois últimos escolhidos? Lauri Markannen e… Nikola Jokic, o atual bi-MVP da liga e favorito pra ganhar o tri nesta temporada. Se esse cara ficou entre os últimos, uma coisa a gente pode ter certeza: o objetivo final dos capitães não era vencer o jogo e sim dar show. Jokic é tipo o Tim Duncan dessa geração: eficiência em primeiro lugar e plasticidade em lugar nenhum (paradoxalmente, esse desprendimento estético por si só já tem sua beleza, né, mas vou fugir dessa divagação).
Acabou que o melhor momento do jogo foi o que aconteceu antes dele. Sem Stephen Curry e também sem Lebron James e Antetokounmpo durante boa parte da partida, a coisa ficou morna e a revolta aconteceu: um dos jornalistas mais influentes que cobrem NBA, o Zach Lowe, xingou muito no seu podcast: “Em algum momento, a NBA precisa se perguntar: se os jogadores não ligam para o All-Star Game, se eles não ligam para 25% dos jogos da temporada regular (por conta da administração de tempo que eles têm), então porque a NBA deveria ligar?”
Por conta de dinheiro, é claro, e também porque essa semana de folga que o evento traz é uma das coisas que o sindicato dos atletas mais ama nesse mundo inteirinho. Mas Lowe tem um ponto: um terço das cadeiras do ginásio de Salt Lake City estavam vazias durante o jogo das estrelas; o evento teve sua pior audiência na história. Todo mundo na NBA diz que o fim de semana das estrelas é pro público, é pros fãs - mas parece que não: o público não se engajou e quem aproveitou a folga foram os atletas. A NBA precisa resolver esses dois impasses: do fim de semana das estrelas e da quantidade de jogos da temporada regular porque, vamo combinar, é impossível acompanhar tanta partida se você não é pago pra isso.
É por isso que o HBNSB tá de volta só agora, depois do meio da temporada, porque é agora que a coisa começa a valer de verdade! Depois da pausa do fim de semana das estrelas e do carnaval, a temporada regular da NBA volta a acontecer hoje a noite, com dois bons jogos sendo transmitidos no Prime Video. Grizzlies vs 76ers às 21h30 e Warriors vs Lakers à meia noite.
Zach Lowe on ESPN.com:
It took me years before I realized the contrast between the wizard's white beard and black cloak formed a “W.” (I might have problems.)
So ... I learned something new today 🤯. (In my defense, that logo is such an eyesore that I’ve never looked at it closely until now.)
Mike On Much – #62 – ESPN’s Zach Lowe Mike and Max discuss the terror attack at Ariana Grande's concert in Manchester and set up the feature chat with their personal basketball memories.
He staged little rebellions every night. The veterans cackled at them. Whenever Ginobili would do something crazy, Willis, Kerr and Danny Ferry, the graybeard benchwarmers, would scream in unison: "He's a bad man!" During one pregame film session, Popovich showed a clip of Ginobili heaving a high-risk, fast-break pass out of bounds and told him never to try it again, players recall.
The very next game, he got the ball in a similar situation, wound up for a pass, pulled the ball back and paused to grin at Popovich. The bench went nuts.
From the glory of representing Argentina to the satisfaction of winning the NBA Finals, the career of Manu Ginobili is defined more by his love of team than anything else.
Great article about an amazing and unique player
Wow. This is one of the best basketball-related articles I’ve ever read. Funny, sad, heartwarming, inspiring, and eye-opening… Zach Lowe did a marvelous job at painting this portrait of one of the most selfless yet competitive players in basketball history.
This is actually less a basketball piece than it is a character piece. Manu is such a fascinating and unusual guy and Lowe totally gets it. And totally gets what’s so great about him.
What a beautiful read.