escrever...
nunca foi, sobre bobas paixões.
nunca foi, sobre medir o outro.
sempre foi, sobre estudar meu próprio estranhamento e resolvê-lo.
Sweet Seals For You, Always
Peter Solarz

blake kathryn
trying on a metaphor
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d e v o n

祝日 / Permanent Vacation
h
we're not kids anymore.

No title available
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taylor price
almost home
will byers stan first human second

Origami Around
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if i look back, i am lost
Sade Olutola
wallacepolsom

❣ Chile in a Photography ❣
seen from United Kingdom

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@temporejava
escrever...
nunca foi, sobre bobas paixões.
nunca foi, sobre medir o outro.
sempre foi, sobre estudar meu próprio estranhamento e resolvê-lo.
Nota pessoal:
O teu silêncio me ensurdece.
Se eu voltar a ter olhos, olharei verdadeiramente os olhos dos outros, como se estivesse a ver-lhe a alma [….] ou o espírito, o nome pouco importa… Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos.
José Saramago, “Ensaio Sobre a Cegueira”. (via indeferindo)
Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. Você é o que ninguém vê.
Martha Medeiros
Fiquei tão só, aos poucos. Fui afastando essas gentes assim menores, e não ficaram muitas outras. Às vezes, nos fins de semana principalmente, tiro o fone do gancho e escuto, para ver se não foi cortado. Não foi.
Caio Fernando Abreu. (via indeferindo)
Melancolia
Manuscrito de José Saramago
Natalie Wood photographed by Ralph Crane for Life magazine, 1956.
untitled by h.lister on Flickr.
poema para o corpo morto
fechar o caixão foi difícil difícil a volta pra casa praça, coreto, alameda mureta, edifício, cidade
os mortos dormem no limbo no ninho dorme a saudade fechar o caixão foi difícil difícil a volta pra casa
José Saramago
Quanta gente vestida de coração nu.
Eu Me Chamo Antônio. (via oralizou)
03:20
Sentada nas escadas, olho para o céu limpo e pouco estrelado. Deveria estar dormindo (como deveria outras coisas), mas cá estou, chorando e soluçando baixo, para que o céu não chova comigo, e ninguém ouça. Meu peito dói diariamente de uma saudade que eu deveria ter guardado. Num tom baixo, minha voz falha entre palavras que somente tu ouvias. O cigarro já não tem mais o mesmo gosto de antes. Quando acordo com lentidão nos olhos, com os pés quente, falta algo, só não sei o quê. São dias repetidos, dias cansativos. Merda! Se há dor, mora em meu peito, sem duvidas. Com tristeza, e uma força (talvez, fictícia) também. Porque baby, tuas mão não estão mais nas minhas.