Howie Day - Collide (acoustic)
Even the best fall down sometimes Even the stars refuse to shine Out of the back you fall in time I somehow find You and I collide

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Howie Day - Collide (acoustic)
Even the best fall down sometimes Even the stars refuse to shine Out of the back you fall in time I somehow find You and I collide
Once upon a time. | Epilogo
Residência dos Lynch, Nova York, 2031.
Bianca: Okay, crianças, já está ficando tarde. Hora de dormir. Tris, videogame só amanhã. E Lu, a cidade de lego pode esperar para ser montada depois. - Abaixou-se ao lado da filha, que estava sentada no tapete da sala, cercada por pecinhas coloridas. Abriu os braços para que ela viesse ao seu encontro e a pegou no colo. - Venha, vou te ajudar a escovar os dentes. 17:09
Okay...
Você se preocupa demais - Fez careta e colocou as mãos no volante - E você tem assistido muito esse filme recentemente?
E você quer nos matar e estragar meu carro! - Replicou. - Assistia quando era criança e achava que Alicia Silverstone era a maior gata que existia. Minha mãe não me deixava ver Beleza Americana.
Okay...
Bobo - fez uma careta pra ele - Eu sei que gostaria disso, mas não vai acontecer nada! Só gosto de sentir a adrenalina e o vento nos cabelos… - tirou as mãos do volante para tocar os cabelos.
Mulher, segure essa droga de volante antes que nos mate! Você está achando que isso aqui é Patricinhas de Beverly Hills e que eu sou a Cher e um negrão surgirá para nos salvar?!
ooc: So happy paranoia day!
Oops, foi mal, quis dizer que é happy martchella day! o/ insira facepalm dela aqui só pra não perder o costume
Okay...
What?! Depois eu que me aproveito de você - deu língua pra ele e ligou o carro, começando a dirigir um pouco rápido de mais.
Eu sou seu empresário, sem mim ainda estaria cantando em pés de bueiro porque ninguém te ajudaria a escalar o meio fio. - Retribui, gesticulando em direção a ela. - Ei, vai com calma com esse acelerador que eu sou muito novo para jogar poker com vocês durante a eternidade!
Okay...
Isso! - ligou o carro - Bem alto, de preferência.
Só não cante junto, agora só aceito sua cantoria quando ela nos rende grana extra ara o churrasco. - Ligou o rádio e ajeitou os controles.
Okay...
Se bem que, no dia da piscina eu dirigi? - perguntou, confusa. Pegou a chave - De qualquer maneira, será divertido! - entrou no carro - Pode escolher as músicas, mas que sejam boas.
Aquilo não conta, foi uma emergência. - Entrou no carro e apertou o cinto. - Vamos ouvir Owl City que assim você não fica reclamando depois.
Okay...
Quando começar a ganhar dinheiro vai estar longe, por isso faço você ter umas dívidas agora e depois paga - riu - Está falando sério? - disse surpresa - Eba! Au quase nunca me deixa, vamos!
Será a primeira e a última vez que vamos no Batmóvel aqui, então não se acostume. - Entregou as chaves a ela. - Mas não conte a Biru, eu não a deixo dirigir porque ela canta o tempo todo.
Okay...
Claro, esperei tanto tempo, agora que vai ficar rico tenho que usufruir - brincou - Na confeitaria no shopping, fiz umas encomendas.
O certo é você me esperar ficar rico primeiro, e só depois tentar me explorar! Eca, aprenda a ser uma trambiqueira de sucesso. - Estalou a língua. - Bem, já que é um dia especial, acho que posso ser legal então. Vou te deixar dirigir, não nos mate.
Okay...
- Saiu da aula puxando o amigo pelo braço - “Despedida” não é a palavra que vou usar, e você sabe, não é como se estivesse indo embora amanhã, então vamos chamar isso “Dia para passar com o meu irmão melequento mais velho”… Não que eu já não faça isso basicamente todos os dias mas… Argh, isso está confuso, vamos logo para a nossa primeira parada.
Podia só ter chamado de "vamos comer por conta do Tyler a quem sempre exploro", que é o normal. - Brincou, seguindo-a. - Mas duas coisas: A melequenta aqui é você, e segundo: onde vamos?
Biru, abra a porta que as seguranças lá de baixo me deixaram entrar.
- Aconchegou-se em seus braços e sorriu. - Ótimo, eu vou torcer mais do que as líderes. Só não vou dar nenhuma cambalhota… Mas espero te dar sorte. - Retribuiu o beijo e em seguida riu baixo. - Okay, tirarei os outros da minha lista, não queremos que seu nome de famoso jogador dos Yankees suje por causa de assassinatos desnecessários, certo? Bem, você disse que a sua mãe ainda tem que vir para cá resolver algumas coisas, tem alguma previsão de partida?
Exatamente, meu taco e uniforme novos não ficariam bem manchados de sangue. - Replicou em tom divertido. - Semana que vem, ela vai me acompanhar no dia de assinar o contrato e garantir que tudo corra bem. Mas eu só tenho que ir para lá pouco antes do começo do período letivo, então tenho o verão todo para ficarmos juntos. Por isso perguntei seus planos, quero aproveitar essas ultimas férias antes de ter minha própria equipe de líderes de torcida.
Biru, abra a porta que as seguranças lá de baixo me deixaram entrar.
Entendi. É claro. - Assentiu em concordância e aprovação aos planos do garoto. - Ei, não se preocupe. - Segurou sua mão, chegando mais para perto. - Eu vou dar um jeito de te visitar com certa frequência, acho que não será nenhum problema. Você só precisará arranjar um tempo para mim, no meio da sua rotina tão cheia de estudos e treinos, quando eu estiver por lá. E eu quero estar na torcida dos jogos também! - Abriu um pequeno sorriso. - É, não vamos ficar sem nos falar.
E quando é que não arranjo tempo para você? Seria uma ofensa se te deixasse plantada, até porque quando chegasse em casa tudo estaria congelado. - Com as mãos que mantinham unidas, a puxou para perto e voltou a abraçá-la. - E porque eu morro de saudades suas, vocês sabe. Vai ter um lugar especial para você em todos os jogos, e vou te mandar uma jaqueta também. Será meu amuleto ambulante. - Sorriu e a beijou de leve. - Eu prometo que não. Então por favor dispense seus outros 6 admiradores ou vou ter que matá-los quando vier fazer uma surpresa.
Biru, abra a porta que as seguranças lá de baixo me deixaram entrar.
Ah, sim, por favor, também não me deixe perder a moral de namorada do melhor jogador de todos. - Brincou. - O quê, você vai trancar a faculdade? Mudar-se de vez para Nova York? - Olhou-o atônita por um momento, mas sacudiu levemente a cabeça em seguida. - Faz sentido, precisará treinar o tempo todo por lá para participar dos jogos, eu só não tinha pensado nisso. Bem, nós já estudamos distantes um do outro por alguns meses, não será uma grande novidade, não é? - Tentou não deixar transparecer a decepção em seu tom de voz e expressão.
Não, trancar a faculdade mataria minha mãe do coração! Vou me mudar para uma faculdade de lá associada a eles, assim não será tão diferente daqui. Só vou ter que pegar menos matérias por semestre para me dar tempo o bastante para treinar. - Explicou resumindo o plano que fizera nos últimos dias junto com a mãe. - Mas morando em Portland eu podia ir te ver mês sim, mês não. Morando em NY a viagem será mais longa e nem sei quanto vão me pagar para saber se poderei ficar indo de um lado para o outro. E não só você, até para ver mamãe será complicado. - Conteve um suspiro, esperando não estar soando muito preocupado. - É claro que darei um jeito, pelo menos nos feriados principais e no resto do ano temos telefone e skype.
Biru, abra a porta que as seguranças lá de baixo me deixaram entrar.
Ah meu Deus! Ty, isso é incrível! - Inclinou-se na cama e o abraçou, sorrindo. - Parabéns! Eu sempre soube que você era o melhor jogador de qualquer time universitário por aí, vai subir de posição logo, com certeza.
É, não é? - Riu aliviado pela reação dela e a abraçou. - Obrigado! Eu não sei sobre isso ainda, mas vou fazer o meu melhor para não envergonhar a torcida. Afinal se eu não for bem perco toda minha moral como seu professor de baseball e isso não pode acontecer. - A beijou no rosto e se afastou um pouco para fitá-la. - Só que isso quer dizer que vou morar do outro lado do país.
Biru, abra a porta que as seguranças lá de baixo me deixaram entrar.
É, eles são a minha garantia, duvido que consiga sogros melhores por aí. Cunhados, talvez… - Riu um pouco. - Espera, você recebeu uma proposta? Para jogar em um time em Nova York? - Levou uma mão rapidamente à aba do boné azul. - Só pode ser brincadeira. - Fitou-o em expectativa, esperando que confirmasse suas suspeitas.
Hm, yeah. Já deve imaginar onde, certo? - Indicou o boné com um gesto. - Eu também pensei que fosse e ainda parece meio bizarro quando paro para pensar, mas eu chequei tudo e o olheiro é de lá mesmo. De uma liga menor de base, claro, mas ainda assim. Talvez com o tempo eu possa subir e, bem, não posso dizer que a ideia não me faz pirar um pouco.