Rientro in punta di piedi in casa, senza lasciare il pomello della porta: è ancora tutto come l'ho lasciato, c'è soltanto uno strato di polvere in più.
Ma i libri sono ancora al loro posto, così come le foto sui tavolini. Il pavimento scricchiola un po' di più sotto al peso della vita, ma ancora regge.
Guardo ancora per qualche istante questi muri che hanno visto la mia esistenza evolvere decine di volte, ne annuso l'essenza: il sapore degli ultimi anni ha già lasciato il posto al bergamotto del mio presente.
Faccio un passo indietro, socchiudo la porta lentamente lasciando ai miei occhi il tempo di memorizzare ogni particolare. È chiusa.
È l'epilogo definitivo, l'ultimo capitolo non scritto.
Mi allontano sotto la pioggia, sotto i colpi dei tuoni, delle bombe cadute in Ucraina per due anni, fra le grida di israeliani e palestinesi, nel terrore di Hamas.
Forse adesso non sembra il miglior modo di concludere un libro, ma un giorno lo sarà.
Attenzione: questa non è un'esercitazione. Ripeto, questa non è un'esercitazione.
Nossa famigerada agente Maria Agoreth está em chamas!
Depois daquela refeição balanceada e alguns goles de sei-lá-o-que, Miles deixou o refeitório e partiu dizendo que estava atrasado pra passar um fax urgente para Chicago; Agoreth fingiu não entender... aquele não era o momento.
Apesar de atender pelo nome de Maria, a agente mais requisitada do Departamento não é uma Merovingi e muito menos conta com o prestígio que deveria.
Ela é, na verdade, uma agente D, uma Smee. Denominação atribuída a todos os agentes treinados nos níveis B, C e D de execução.
Os Smee (Ismí) são uma casta especializada em diversas técnicas de espionagem; infiltração, sabotagem e camuflagem. Falam diversos idiomas, até mesmo línguas ancestrais. Dominam a linguagem hermética dos símbolos em todas as artes. São exímios no combate corporal e em diversas armas-brancas; são capazes de usar qualquer objeto como arma.
Podem assumir diversos papéis na sociedade; do açougueiro ao dentista. Eles têm a liberdade total de se relacionarem amorosamente com as pessoas das Colônias. Inclusive isso é incentivado e muitas vezes serve de veículo para a conclusão de planos estratégicos.
Um Smee pode recrutar, quando achar conveniente, qualquer outro indivíduo das Colônias e usá-los como massa de manobra. Essa tática foi e ainda é amplamente usada.
Eles estão no círculo das artes, entre os filósofos e sociológos de quase todos os países. Eles formam um front ideológico para a condução das pessoas. Um verdadeiro tanque de pensamento, de onde todas as possíveis alternativas sócio/econômicas já foram definidas. Por trás de toda dicotomia política, de toda polarização cega, de toda torcida ensandecida, de toda grana suja.
Aliás, é no mercado financeiro onde os camaleões Ismí estão muito bem instalados. Eles são a camada mais obscura de todos os golpes nas democracias e no saque dos recursos públicos; ou seja, no roubo e na usurpação das riquezas dos povos.
Mas o que uma Smee, nesse caso, Maria Agoreth, está fazendo entre os Vigias, os agentes E?
Agoreth, assim como outros Smee, foram enviados às Colônias da América Latina para a devida implantação das Doutrinas antes que os Vigias pudessem chegar e manter a observância; foi quando Miles e Pilares chegaram.
...
Depois de caminhar pelo corredor da agência e voltar à sua sala, Agoreth lembrou-se de Pilares. Ela sabe que pode nunca mais ver seu parceiro. Por um instante ela pensa em meditar no mesmo Yantra que o aprisionou, numa clara e apaixonada tentativa de resgate. Contudo, algo surge como um raio... uma ideia...
COMMENTO DI MARI: E GLI TSUNDERE VISSERO PER SEMPRE FELICI E CONTENTI!
NOTA DELLE NOROWA: Red e Mari hanno detto che usciranno anche dei mini fumetti su di loro. Vi ricordiamo che aprendo Tumblr dal web (e no dall’app per cellulare) potrete trovare le cartelle dei mini-comics già usciti e tanti altri contenuti extra
(ITA) È vietata la diffusione delle scan senza il permesso del team Norowa
(ENG) It is forbidden to distribute the scans without permission from the Norowa team.
“Cómo estás” es una pregunta que acribilla en el aire. La verdad es… no sé si su propósito me reconforta. Siento que nada basta. Y no importan los esfuerzos que hago, porque si la realidad pudiese enfrentar tan maldito cuestionamiento, no estoy bien. Y eso está bien.
Regocijado con mis privilegios, cada esfuerzo es otra munición que gasto, y aunque estamos llegando al final del túnel, pareciera que la oscuridad es perpetua.
Y mi sanidad mental, la estabilidad que con tanto ahínco atesoro, se revienta. Pero descuida, estaré bien. De presente futuro.
Embriagándome en té, escribiendo cartas que nadie va a leer, aprieto los dientes bajo la presión, pero me pregunto constantemente: ¿cuánto falta? Tal vez pueda aguantarlo. Llorando entre sesiones, respirando y volviendo a empezar, avanzo un poquito y doy dos pasos hacia atrás. Hago una pausa y me desmorono, abrazo a mis padres y, nuevamente, me quejo, porque puede que esto no tenga un desenlace oportuno.
¿Qué no hay mal que dure cien años? Otros cien años de soledad no podría soportar. Y ya no quiero repetir, inmerso en un ciclo que no termina, en caída libre me reía, pero estoy casi aferrándome a la fuerza y a mi voluntad.
Detente, sonríe, respira y agradece. Vuélvelo a repetir. Que no está bien ni lo merecemos, pero promesa de gozo es la abundante esperanza del mañana.
A minha dor pode não ser a mesma que a sua, mas mesmo assim não deixa de ser dor. A sua pode te fazer enxergar o mundo de uma forma positiva, e até te fazer querer mudar; a minha pode ser esmagadora, destrutiva e me fazer querer desistir de enxergar este mesmo mundo, seja ele da forma que for. Ta aí, será que desistir seria um estágio? Arrisco a dizer que sim, e arrisco mais, tende a ser o último estágio da dor. O que vai te fazer pensar em todos os outros estágios que o antecedem, mas felizmente eu não usei do plural no meu título, o que me desobriga a escrever sobre eles, os demais, mesmo sendo relevante e talvez necessário para quem venha aqui ler. O fato é que, não é confortável para mim dissertar sobre como você chega em uma fase da vida que te faz querer desistir. Estaria eu no último estágio?
Ela se olhou no espelho depois de um dia maçante e infinito, parecia que as horas nunca iam passar e tudo que mais queria era chegar em casa. O barulho ensurdecedor do escritório e o constante choque dos sapatos contra o chão estavam distantes enquanto ela estava entorpecida e vagando dentro de si. Jogou as coisas no sofá empoeirado, pegou uma taça de vinho e se trancou no banheiro. Respirou. Parecia que tinha um planeta nos seus ombros. Olhou o espelho. Seus olhos estavam cansados, distantes. Tirou a roupa enquanto se perdia pelos pensamentos confusos e entrou na água quente do chuveiro.
O contato da água com seu corpo foi suficiente pra desmanchar tudo por dentro.
Por fora, lágrimas ressentidas caíam de seus olhos. Aquele peso que carregava consigo, desmoronou. Foi-se pelo ralo a maquiagem e toda aquela farsa de mulher forte que não precisa de ninguém. Quem a via nos corredores, não imaginava tamanha fragilidade. E não chegariam a imaginar, ela não dava esse prazer a nenhum indivíduo. Desligou o chuveiro, secou as lágrimas e todo o seu corpo. Vestiu seu pijama rasgado e deitou pra esperar o sono chegar com toda aquela esperança de que o dia seguinte seria diferente.
Mas ela sabia, ela sentia, que o chuveiro a esperava pra chorar novamente.