Ted Tonks x Andromeda Black
–you are my sun,my moon,and all my stars (- e.e cummings)
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★

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Ted Tonks x Andromeda Black
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“Mrs Tonks’s resemblance to her sister Bellatrix became much less pronounced: Her hair was a light soft brown and her eyes were wider and kinder.“
@hcrmioneweasley asked: andromeda tonks or narcissa malfoy?
My mum’s got this knack of getting stuff to fit itself in neatly —she even gets the socks to fold themselves — but I’ve never mastered how she does it — it’s a kind of flick —
all my greens to the bottom | truth or dare | halloween 1976
{FLASHBACK} -antes do interrogatório
theblacknotsobad:
A visão de Ted naquele estado e por sua causa lhe partia o coração em pedaços, sentia um aperto no peito quase que a sufocando, parecia que não conseguia respirar e teve que controlar pra não se derramar em lágrimas mais uma vez aquele dia, e isso era a última coisa que queria, Tonks estava passando por muita coisa e não queria que ele se preocupasse com ela. Ainda assim as palavras proferidas pelo lufano parecia aquecer sua alma de certa forma e um fraco sorriso permaneceu em seus lábios e em seu olhar, todos os sentimentos sumindo e dando lugar a calmaria que Tonks era. Ela era tão importante assim? Tanto quanto ele era pra ela? “Eu também não sei o que está acontecendo comigo” murmurou mais para si que para o amigo, havia tanto pra dizer, tanto que queria fazer mas parecia estar de mãos atadas, o que poderia fazer para dezamara-las? Suspirou se perguntando se era pedir muito por paz, se era pedir muito alguém como ela poder pertencer a alguém como ele, o que havia de tão errado? Aquilo parecia tão extraordinário, talvez um dia poderia ser comum. “Eu fui tão importante pra você assim?” sentia as bochechas queimarem em antecipação a resposta, um sorriso bobo se formando em seu rosto. “Eu não sei o que aconteceria ou o que faria se você não se mantivesse lúcido, por isso não quis ir embora, quando você insistiu para que eu fosse isso me fez achar que não me queria por perto, eu não sei, só…. eu… eu” suspirou sentindo o peito aperta mais uma vez e não pode evitar começar a chorar precionando o mesmo contra si, se escondendo em seu peito.
“Eu senti tanto medo, como nunca senti antes e eu já passei por coisas muito ruins Ted, você nem faz ideia” sacudiu a cabeça tentando espantar o calafrio que lhe percorreu o corpo. Sua mente já havia detetado algumas lembranças para seu próprio bem mas muitas ainda pareciam dolorosamente vivas. Ainda escutava os gritos, via as lágrimas e sentia a dor lhe corroer os ossos, o sangue derramado parecia ferver em sua alma, a culpa lhe assombrando a noite. As pessoas a achavam fraca por sentir tanto mas isso era o que a tornava tão forte, indestrutível e imparável, ela só não sabia nem eles, ainda. “Senti como se fosse minha culpa, eu me senti tão impotente, eu só queria te proteger, achei que o sabia fazer mas foi como…” parou de falar com medo do que poderia acontecer se contasse tudo, se se abrisse por completo, não queria perde-lo mesmo ue ele merecesse saber, talvez em um outro momento quando toda a tempestade se acalmasse e ela entenderia se ele se afastasse, só não agora, pelo menos não todos os detalhes. “Bem eu tive que aprende a aceitar, aceitar coisas como o que aconteceu na noite de Halloween, porque minha família acredita nessa coisa de ser superior, sempre ouvi que era o certo, mas eu nunca acreditei nisso e quando vim para Hogwarts isso se fortificou, conheci você, a Lene, a Morgan, e vocês se tornaram mais meus amigos que meus colegas de casa, aqueles que possuíam o mesmo sangue que eu, pessoas tão maravilhosas assim não merecem sofrer, inocentes não merecem sofrer” claro que em seu interior acreditava que algumas pessoas mereciam sofre assim como quem causou aquilo ao lufano e ela não se importaria de usar medições imperdoáveis em qualquer que fosse, muitos poderiam não achar correto mas Andrômeda era uma sonserina e faria tudo que estivesse ao seu alcance pelo que acreditava, não havia muitos par se preocupar com o meio quando a causa era boa no final. “Eu não sei o que faria se te perde-se Ted, eu senti tanto medo, eu estou com tanto medo” as mãos da Black se atreveram a percorrer o caminho até o rosto do mesmo lhe acariciando os fios coloridos, brincando com eles entre os dedos. “Não, Ted, você não é o problema são eles, são pessoas como meus pais e eles queriam que eu fosse como eles mas não posso, Ted não a nada mais mágico que você, quando te conheci minha forma de pensar mudou, sabe eu… eu ainda tinha pensamentos puristas antes de você, mas olha agora um nascido trouxa amigo de uma Black” confessou esperando que ele não se decepciona-se com si, mas não tinha culpa, fora criada em meio a pessoas que acreditavam ser superiores mas ela viu que aquilo não poderia ser verdade. “Fui criada pra não sentir, pra ser fria mesmo e não pensar em mais nada que poder, mas você sempre foi tão doce, tão gentil e caloroso, eu só queria um pouco disso, eu vi eu algo mais digno que sef puro sangue, ser digno de magia, sem influência alguma, então você me mostrou um lado meu que nem eu mesma conhecia, você se tornou como uma luz para mim Tonks” um grande sorriso lhe tomou a face, os olhos brilhantes repletos daquele sentimento que só o lufano conseguia lhe fazer sentir. “E o que faremos? Pode se cuidar sozinho? Eu preciso ter certeza que vai ficar bem, se eu te perder então eu me perco também, não entende? Não existe eu sem você” confessou com o olhar cravado no dele, tentando faze-lo entender.
Um riso descontraído escapara dos lábios rosados da Black como música se expandindo no espaço, seus olhos preocupados pareciam se descansar agora de todo peso que sua alma parecia carregar, ela era só uma garota, havia tanto para se viver, havia tanto que desejava,seria demais pedir um descanso? Pedir pra tudo parar um pouco? Seria pedir muito congelar aquele mísero segundo quando o oceano azul de seu olhar se misturava com o marrom chocolate de Ted Tonks. Oh Edward Tonks o que eu farei como você? seus pensamentos ruins se disparam com o olhar caloroso que o lufano emanava, um suspiro escapava da sonserina como forma de certo controle enquanto balançava levemente a cabeça em negação, estava perdida, tão perdida… “Você acha que estou sempre brava?” ajeitou o pequeno corpo entre os braços aconchegantes que lhe cercavam sem pretensão de fugir deles, erguendo levemente o queixo franziu o cenho fingindo estar brava, a conversa tomando um tom mais leve, como se todos os problemas do mundo pudesse apenas sumir por estarem juntos. Não podendo evitar que sua atenção se dirigisse aos lábios de Ted, como poderia não se derreter com aquele sorriso largo? Aquelas covinhas brincando em suas bochechas timidamente se revelando? O que estava acontecendo? Droga, droga, droga, droga… mas que droga Andrômeda, porque ele? Mas como poderia não ser ele? mordiscou o lábio inferior tentando de alguma forma conter seus desejos mais profundos, tentando não se derreter totalmente pelos charmes de Ted Tonks, mas acreditava ser tarde demais, poderia jurar que naquele momento seus olhos brilhavam e sua bochecha deveria estae vermelha pelo formigamento em sua pele, de alguma forma como se seu corpo estivesse em chamas, implorando por aquele que havia roubado seu coração a mais tempo do que ela imaginava, o único que fazia seu peito palpitar, seu sangue correr mais rápido, seu senso lhe abandonar, o único que a deixava externamente nervosa, o único que conseguia lhe invadir os sonhos, seus pesadelos, ele era o único e nem que quisesse poderia mudar isso. Se aconchego em seus braços, fazendo uma presse aos deuses que aquele momento fosse eterno, fazendo daquele lugar o seu favorito, queria congelar aquele momento e nunca mais sair de perto do Tonks. “Você tem razão, tarde demais, mas de alguma forma isso não precisa ser ruim, de fato, é nossa primeira briga e conseguimos lidar com ela, talvez signifique que nossa amizade está mais forte, que nunca vamos nós separar” ela queria acreditar naquelas palavras com toda sua força, fazer um pedido e torná-las reais, mas como poderia controlar o destino? Ainda assim não perderá o seu tom gentil e confiante, depositando um breve e pequeno beijo na bochecha de Ted, não imagiava ser tão difícil se controlar com tanta proximidade mas que culpa tinha? Os toques do lufano ppr mais puros faziam seu corpo estremecer em arrepios, se perde-se um pouco mais a cabeça o beijaria os lábios. “Você tem razão, não posso mais me esconder e nem quero, irei enfrentar o que tiver que enfrentar, eu passe muito tempo com medo que minha verdade pudesse fazer todo mal que já conhecia chegar as pessoas que amo mas ele já chegou e está fora do meu controle, eu quero protegê-los, eu preciso escolher o lado que acho certo” um sentimento forte e incontrolável crescia em seu peito, o que era aquilo lhe consumindo? Bem, seja o que fosse, a fazia se sentir invencível.
Quando as coisas se tornaram tão confusas, quando seu controle emocional falhou? Era difícil mensurar se tudo o que estava sentindo era por causa do que ocorreu na noite de Halloween ou se era pelo acúmulo de sentimentos ao longo dos anos. Sua vida mudou desde o momento em que se aproximou de Andrômeda Black, ficando completamente encantado e hipnotizado por seus olhos azuis, sua personalidade e principalmente pela escuridão que trazia no olhar, Ted só conseguia querer protegê-la e foi exatamente isso que fez incansavelmente. “Foi? Você é importante pra mim, Andy… desde a primeira vez que te vi”. Sentia como se tivesse confessando seus sentimentos por ela, ainda que não fosse o caso realmente, pelo menos não ainda. Suas palavras eram sinceras, ela era e sempre seria importante pra ele. Não via tanta diferença entre eles a não pela classe social de suas famílias, mas aquilo tampouco era importante para ele, Tonks via a todos como simples seres humanos, mas entendia o seu lugar e jamais desejou que seus sentimentos fossem correspondidos, simplesmente não acreditava que ela olharia para ele. Andrômeda era tão… única e destemida. Mas ele conhecia a escuridão de seu coração, algo que a maioria desconhecia ou ignorava. “Eu nunca iria afastá-la, nunca. Ambos estávamos cansados, você também precisava se recuperar. Você já tinha feito a sua parte Andy…”. A apertou nos braços, as mãos passeando e massageando as costas dela, deslizando levemente pelas pontas de seu cabelo.
“Na verdade faço… Não sou nenhum tolo, Dromeda. Sempre vi no fundo dos seus olhos os horrores que você já presenciou, posso não saber exatamente o que aconteceu, mas consigo fazer uma ideia. Sou um bom observador, não gosto de fofocas e sei que na maioria das vezes há exageros, mas já ouvi coisas sobre a sua família, sei… que eles não são pessoas boas realmente e eu sinto muito por isso. Você não é igual a eles, nunca foi…”. Murmurou a última parte, lhe partia o coração imaginar os horrores que ela vivenciou ao longo de sua vida e era por causa da escuridão que ele enxergava nela, que Ted se esforçava sempre para ser uma luz na vida. Ele a amava e acreditava no melhor dela, sempre tentou mostrar que ela não era a pessoa terrível que acreditava ser. “Você não tem culpa se sua família e outros bruxos pensam dessa forma, entendo seu sentimento de impotência, mas sempre haverão coisas que fugirão ao nosso controle. Por mais que tentemos, não conseguiremos proteger a todos que amamos o tempo todo. Inocentes não merecem sofrer, mas ás vezes é através do sofrimento de inocentes que as pessoas acordam e escolhem um lado. Não é justo, de forma alguma, mas faz parte do equilíbrio entre bem e mal no mundo”. Ele tinha uma visão muito madura sobre certas coisas, talvez fosse devido a crença de sua própria família. Ted Tonks tinha um senso de justiça muito centrado, além de acreditar em equilíbrio e que tudo acontece por um motivo maior. “Você não é sua família, é terrível que você tenha crescido com essas ideologias e vendo coisas tão terríveis. Mas você não precisa aceitar, não mais Andy. Você mesma aprendeu a enxergar por si só, a pensar por si só, foi isso que acabou de dizer. Não deixe que eles determinem quem você é, isso cabe única e exclusivamente a você e ninguém mais”. Suas palavras eram serenas e carinhosas, ele se importava tanto com ela. Não pensava ou queria pressioná-la a escolher um lado, tampouco a lhe revelar os horrores de seu passado, ele sempre esperaria que ela estivesse preparada para lhe dizer e nesse dia ele a ouviria de bom grado. A única coisa que Tonks fazia questão era de deixar claro que ele não a julgava e jamais a julgaria. “Não tenha medo, Andy. É isso que eles querem, nos manter paralisados pelo medo. Eu não vou a lugar algum e você também não, porque não vou deixar que nada de ruim lhe aconteça, mesmo sabendo que você consegue se defender perfeitamente bem sozinha”. Sorriu tranquilo sentindo o toque dela em seus fios coloridos.
“Não acho que eu seja o problema, só quis dizer que para eles o problema é a minha origem”. Não era um assunto engraçado, mas ele riu, talvez fosse o nervosismo por estarem tão próximos e tendo aquele tipo de conversa. “Eu também nunca imaginei ser amigo de uma sonserina, não quando a maioria sempre me desprezou, mas eu sempre tentei fazer a diferença para que outros assim como você, tivessem uma visão diferente sobre o purismo. Fico feliz por ao menos ter feito a diferença pra você”. Ele queria poder fazer a diferença na vida de outras pessoas, mas estava satisfeito em ter Andy ao seu lado, em ter feito amizade com ela e mostrado um pouco da luz que ela e qualquer pessoa merecia ter. “Eu sempre serei sua luz Andrômeda Black, não importa onde eu esteja”. A emoção que as palavras dela o fizeram sentir por muito pouco não escaparam pelo canto de seus olhos. Sorriu largo, mostrando suas covinhas e depositou um beijo na testa dela, aproveitando a proximidade para lhe afagar o cabelo. “Você existe sem mim, você não é alguém dependente, mesmo que entenda que de alguma forma eu acabei de dando tudo o que você sempre quis e precisou, mas há outros além de mim e você precisa ser autossuficiente ou eu sempre seria a sua fraqueza, mesmo que… você também seja a minha, precisamos crer no contrário ou isso irá nos destruir”. Seu tom era sério agora, tinha receio do peso de suas palavras sobre ela e se… Andromeda entendesse que ele a amava? “Eu posso me cuidar sozinho, mas é você quem precisa me dizer o que faremos. Nossa amizade já foi exposta, não acho que nos manter escondidos irá resolver, mas o farei se você quiser”.
Ele amava aquela risada, na verdade ele amava tudo em Andrômeda Black, sua faze corada, seus lábios rosados, seu sorriso e seus olhares, aquele azul que brilhava quando o viam e se tornavam elétricos quando alguém fazia ou dia algo que a irritava. “Talvez…” Riu divertido. “Você é intensa e parece estar sempre prestes a explodir”. A provocou, ele gostava daquela personalidade incendiada que ela possuía. Estava tão adorável fingindo-se de brava que por um instante Ted sentiu-se atraído a colar os lábios nos dela, provar seu sabor e demonstrar finalmente todo o amor que sentia. Mas ele não podia, não por ser um covarde ou lhe faltar coragem, mas porque Tonks não era bom naquele tipo de coisa, relacionamentos e amor não era algo que ele almejava ou ansiava, ele era focado em seus estudos e amigos, a única garota que o encantou e despertou sentimentos estava ali em seus braços e ele não fazia ideia do que fazer com ela ou com seus sentimentos. “Não vejo motivos para nos separarmos, então é claro que nossa amizade é um elo forte. Acredito que brigas tornem a amizade mais forte, sempre iremos brigar com aqueles que amamos”. Droga, lá estava ele novamente falando em amor, deixando implícito que a amava, será mesmo que Ted Tonks não conseguia mais disfarçar o que sentia? O beijo na bochecha o deixou um pouco em choque e a vermelhidão em seu rosto foi inevitável, seu cabelo automaticamente mudando para o rosa pálido que sempre adotava quando estava com ela. As palavras seguintes dela só o fizeram sorrir ainda mais e erguer a mão para tocar sua bochecha. “Acredito que seremos mais forte juntos, será mais fácil vencer qualquer coisa unidos do que separados”. O polegar descia pela bochecha dela e Ted começava a sentir calor, seu olhar baixou pela primeira vez para os lábios dela, um desejo quase que incontrolável o tomava.
Quando Andrômeda conheceu Ted, bem ela havia conhecido a pessoa mais doce e gentil de toda sua vida, alguém que ela queria proteger a todo custo e o fez. Os dois viviam cuidando um do outro e a sonseria as vezes achava que ele estaria melhor sem ela para lhe dar trabalho, mas Ted não parecia se casar nunca da enorme confusão que era Andrômeda Rosier Black e as poucos fora impossível não se apaixonar pelo menos. “E você é importante pra mim desde a primeira vez que te vi”. Confessou em um riso fraco, sentia as bochechas ruborizarem, ela queria confessar todos seus sentimentos pelo lufano mas não parecia apropriado, sentia medo de sua reação, não apenas de ser rejeitada mas de quebrar o elo forte que tinham como amigos. Além do mais não era fácil, parecia que havia um abismo entre eles, sua classe social e seu sangue, coisas bobas para a dona dos olhos azuis e cabelos negros, mas ainda os mantinha distantes, ela só queria poder acabar com aquilo pois não havia ninguém mais perfeito para ela que Edward Tonks. O jeito divertido, doce, carinhoso, desastrado, tímido e único dele encantava a sonserina cada vez mais e era difícil tentar achar alguém que pudesse substituí-lo, ninguém parecia suficiente por mais invencível que fosse, talvez esse fosse seu mal, estar fadada a amar que não poderia ter. Eu nunca iria afastá-la, nunca... aquelas palavras lhe ecoava a cabeça como uma promessa da qual ela se apegaria pro resto da vida. “Eu apenas achei que nada parecia o suficiente”. Murmurou colado a testa com a dele, seu corpo cabia perfeitamente em seus braços e se aconchegavam como se estivesse em casa, já os toques, aqueles malditos toques, fazia seu corpo todo delira quase implorando por mais.
Sentia um misto de surpresa e alívio com a resposta de Ted. “Você me conhece mais do que imagino então”. Ouvir aquilo sobre seus pais doia, doía muito e seus olhos começaram a marejar novamente. “Eles nem sempre foram de todo ruins sabe? Mamãe penteava meu cabelo e papai me deixava pisar em seus pés para dançar, eu sei lá eu tenho essas memórias boas deles e as ruins, eu sempre quis acreditar que não eram as mesmas pessoas porque... eu os amava, eu os amo mesmo depois de tudo”. Escondeu o rosto entre o corpo do outro afundando suas lágrimas em sua roupa, mas o murmúrio lhe fez cessar o choro. “Como pode saber? Como pode saber que não sou como eles?”. Ela se lembrava de tudo que já havia feito e nem sempre sentia remorso ou culpa, algumas pessoas mereciam sofre e no final das contas ela só queria sobreviver. “Um sacrifício por um bem maior”. Disse ríspida lembrando das palavras duras de seus pais, sabia que não poderia impedir a guerra apenas teria que escolher um lado e ela estaria no lado dela. “Obrigada”. Sussurou após as palavras inspiradoras, ele sabia exatamente como acalentar seu coração. “Bem eu sempre cuidei de mim mesma, eu precisava afinal ninguém o faria mas acho que posso deixar você me proteger também, esteja aqui por mim e eu estarei por você, sempre”. Ninguém estava disposto a desistir, a partir, aquilo era uma promessa independentemente do que acontecesse, aquele era seus juramentos. “Eu sei... O que foi?”. Fraziu o cenho com a risada do mesmo. “Eu amo sri jeito sabia, se as pessoas se permitissem elas mudariam seus malditos pensamentos em um piscar de olhos ou se apaixonaria perdidamente por você”. Mordeu o lábio inferior em sua confissão sabendo que Ted não tinha noção da enorme diferença que seu destino teria se não o tivesse conhecido, talvez suas historias já tivessem sido escritas pelas estrela. “Eu sempre serei sua luz Andrômeda Black, não importa onde eu esteja”. A emoção que as palavras dela o fizeram sentir por muito pouco não escaparam pelo canto de seus olhos. Sorriu largo, mostrando suas covinhas e depositou um beijo na testa dela, aproveitando a proximidade para lhe afagar o cabelo. “Você existe sem mim, você não é alguém dependente, mesmo que entenda que de alguma forma eu acabei de dando tudo o que você sempre quis e precisou, mas há outros além de mim e você precisa ser autossuficiente ou eu sempre seria a sua fraqueza, mesmo que… você também seja a minha, precisamos crer no contrário ou isso irá nos destruir”. Seu tom era sério agora, tinha receio do peso de suas palavras sobre ela e se… Andromeda entendesse que ele a amava? “Não tem porque escondermos mais nada, não é mesmo? Todos já sabem”. Moveu levemente os ombros como se não se importasse com aquilo, e de fato não se importava, apenas se preocupava se alguém de sua casa começassem a pegar no pé de seus amigos por causa dos últimos acontecimentos e em relação a como sua familia reagiria.
“Eu infelizmente tenho que concorda com isso” Riu em meio as lembranças das inumeras confusões que acarretava em seu círculo, ao mesmo que era uma aluna exemplar e brilhante isso jamais implicou em alguma detenções e murmúrios pelos corredores de Hogwarts do quando era esquentada, de fato não era nada difícil ver a pele pálida e alva de Andrômeda se torna escarlate, ela gostava disso de todo modo, o medo que tinham sobre si era um tanto excitante e ela não ligava de carregar tal peso, de qualquer não era como se fosse um mostro por completo afinal quem prestasse atenção via seus atos de bondade encobertos. “Bem se eu sou essa bomba ambulante porque nunca me temeu Edward Tonks?”. O encarou curiosa por aquela resposta, seu olhar fixo e predador, ela adorava como ele não apenas não atemia mas o carrinho estampado em seus olhos, uma pontada de chama que aquecia a Black, algo como esperança, ele a fazia se sentir incrível do jeito que era. Perdidas em seus inúmeros pensamentos seu olhar se encontrava vidrado em cada detalhe perfeito do rosto de Ted, sua pele clara e macia ao toque, seu olhar gentil e até mesmo ingénuo, seu cabelo curiosamente como um arco-íris, as covinhas em sua bochecha, seus lábios rosados... suspirou frustrada, tentando conter seus impulsos. “Bem quando pessoas se amam tentam encontrar paz no meio da guerra se elas apenas querem estar juntas”. Amor, não sabia ao certo se Ted estava tentando lhe dizer algo, amigos se amam mas Andrômeda o amava de uma forma diferente. “Você tem razão juntos somos mais fortes e de qualquer forma eu não pretendia me afastar de você mesmo, não conseguiria nem se quisesse”. De certo era impossível não notar o sorriso em seus lábios com o beijo, um mero beijo na bochecha, talvez ele quisesse algo mais, ela com certeza queria... “O que foi? Tô te deixando sem graça?” Sussurou em uma pequena risada, prendeu o lábio inferior entre os dentes enquanto suas mãos brincanvam com os fios rosados. “Você não gosta dos meus beijos?” Disse mais uma vez quebrando o espaço entre eles e agora grudando seus lábios em seu pescoço, aquilo estava perdendo um pouco o controle. O toque dele lhe aquecia todo o corpo, como chamas, um suspiro escapará de seus lábios, seu olhar subiu mais uma vez e quando percebeu aonde a visão de Ted focava não pode mais conter-se, sabia agora que ele desejava aquilo tanto quanto ela. Seus lábios primeiro se aconchegaram no canto de sua boca, enquanto uma de suas mãos subiam emaranhavam os dedos entre as madeixas rosas e a outra lhe descia a cinturq o puxando contra si, antes de se inclinar e finalmente possuir seus lábios, sugando o inferior e o mordendo de leve antes de atrever-se a se aprofunda e saborear o gosto que o lufano tinha. Isso é um sonho? Isso está realmente acontecendo? Um baixo gemido escapará de seus lábios e não poderia ser culpada, havia desejado aquilo por tanto tempo, sonhado inumeras vezes com aquele beijo, mal sentia suas pernas de tão entorpecida que estava.
make me choose: asked by @ff-sunset-oasis ⇨ severus or andromeda?
“Andromeda’s sisters are still here because they made lovely, respectable pure-blood marriages, but Andromeda married a Muggle-born, Ted Tonks, so — “ Sirius mimed blasting the tapestry with a wand and laughed sourly. (x)
ANDROMEDA TONKS née black
Tell me your secrets and lies...
Tinha marcado com Andy nos fundos da biblioteca que não estava cheio naquele horário, a maioria dos alunos ainda estava muito abalado com o que aconteceu no Halloween e digerindo o interrogatório pelo qual passaram, ou fingindo-se de inocentes. Estava louca para ver a morena, não apenas para saber como ela estava e como tinha sido seu interrogatório, mas também para falar do aniversário do seu outro Black preferido: Sirius. Assim que a avistou surgir entre as grandes estantes se aproximou e deu um forte abraço em @theblacknotsobad. “Como você está mulher dos meus sonhos?” Comentou em tom divertido, não queria deixar o clima mais pesado do que já estava, apesar de estar um pouco preocupada com a garota. Passou o braço pelos ombros dela e a direcionou para uma das mesas ali presentes. “Tenho algumas coisas pra te contar e nem sei por onde começar”. Dramatizou mantendo o tom divertido, demonstrando que eram coisas boas que tinha para falar.
Andrômeda adorava a companhia de Marlene, ela era empolgante, divertida e poderia suspeitar que sua alma gémea, como não se derreter com aquele belos olhos e par de pernas? A morena era uma de suas melhores amigas, claro que infelizmente tivera que manter os encontro as escondidas afinal a mesma era mestiça e grifana, seria um escândalo... pelo menos era até a Black ter dado "um show" no Halloween como diziam por ai. Mesmo que a preocupação lhe asolase sobre seu futuro, seus parentes e sua reputação, Andy se sentia incrivelmente bem em não precisar fingir mais o quanto Lene era importante pra si, adorava o companhia da mesma parecia que as duas estavam sempre tentando levantar o astral da outra, juntos nos momentos bons e ruins, Marlene era a irmã perfeita para a sonserina. Assim que viu a mesma abriu um imenso sorriso em passos rápidos se direcionou aos seus braços para o abraço, apertando a silhueta delicamente contra si, adorava aqueles abraços, eram tão confortantes, seu lar. “Muito melhor agora que encontre minha deusa grega Retrucou divertida em uma baixa risada, afinal não podiam ser pegas, as coisas estavam pesadas quase todo o momento mas ali parecia que tudo havia se discipado, como um raio de sol afastando toda escuridão. Franziu o cenho conduzindo o passo até a mesa curiosa sobre "as coisas" que a amiga iria contar. “Pode começar me contando tudo! O que está fazendo minha mulher sorrir tão radiantemente assim?”. Batucou os dedos sobre os lábios se escostando mais da outra para que ela pudesse lhe contar em segredo. “Eu também tenho notícias mas não sei se tão boas”. Revirou os olhos em um longo suspiro se lembrando do falho acontecimento amoroso. “Sabe... eu beijei Edward Tonks”. Mordeu o lábio inferior, não era uma novidade para seus amigos mais próximos que a Black tinha uma queda pelo nascido trouxa mas a mesma nunca havia confessado. “Mas ele saiu correndo como se eu tivesse feito algo terrível e sabemos que eu não beijo mal assim, na verdade eu sou muito boa nisso”. Negou com a cabeça sabendo que provavelmente estaria estragando a empolgação da grifana. “Mas vamos me conte sobre você, me diga que suas novas são melhores”.Inclinou o corpo sobre a mesa se aproximando mais para encarar Marlene com um sorriso maroto enquanto suas mãos lhe tocavam os ombros e brincavam com as madeixas escuras da mesma.
Better run | happy day sirius | the best of blacks | flashback
Para o meu Black favorito da sua Black favorita, me encontre no beco diagonal as 16hrs em ponto para um de suas melhores experiências, não aceito não ou qualquer desculpa para que não compareça, esse é seu aniversário e eu o farei memorável meu almofadinhas."
Deixara sobre a cama do mesmo um bilhete do qual tinha como assinatura a marca de seus lábios em tom vermelho, junto com uma jaqueta de couro preta, a qual ela havia escolhido em Hogsmead, como sempre personalizando usando uma pena e tinta branca mágica fazendo um desenho de uma moto que ao prestar atenção parecia se mover levemente e a frase "live to ride, ride to live" que aparecia e desaparecia como se estivesse sendo escrita a mão várias e varias vezes. Andrômeda sorriu após sair do dormitório com cuidado para que ninguém a visse, sabia que o primo adoraria a surpresa, mesmo com a cabeça cheia não esqueceria daquele dia especial, aonde seu Black favorito fazia aniversário, jamais, por isso lá estava ela mirabolando um presente perfeito para seu mais amado e querido primo.
O pequeno corpo se apoiava em uma moto preta que parecia reluzir, em suas mãos dois capacetes, ao seu lado algo era escondido abaixo de um pano preto esta qual escondia outra moto. As orbes azuis cintilarem quando @sillineessneverend finalmente chegou. "Pronto pra levar uma rasteira Sirius Black?" mordeu levemente o lábio tentando conter o riso animado por aquele momento.
name: Mia Alves
hair: black
eyes: blue/green
height: 5’2”
born: 1997
her instagram
@potterversenet members event: marauders era ships
andromeda & ted tonks; and perhaps it is the greater grief, after all, to be left on earth when another is gone
@theblacknotsobad
Andrômeda estava entretida nos livros, seus olhos concentrados quase brilhavam em meio as informações que adquiria, tão desligada que esquecerá o lápis atrás da orelha, levemente coberto pelos fios negros da morena. Demorou um pouco a notar a presença insignificante do outro e quando o fez seu rosto se fechou, quem ousara lhe atrapalhar em uma leitura? Respirou fundo para não conjurar algum feitiço que pudesse se arrepender futuramente, mas ainda sentia necessidade de lhe fazer se tocar da tolice que estava fazendo. — Bom dia pra você também - disse em um claro falso sorriso fechando brutalmente o livro em suas mãos. — Simpático? Você? Quando? — franziu o cenho confusa com o que ele queria dizer com aquilo, Andrômeda sabia claramente que a bondade do outro no Halloween fora alguma armação, afinal ele achava que ela era tão ingénua em achar que ele tinha mudado? Tolinho, poderem até tinha se divertido em faze-lo de gato e sapato, tentando ser o máximo irritante possível, faze-lo ter o gostinho do inferno. — Querido eu tenho cara de quem precisa de ajuda? — arqueou uma das sobrancelhas quase ofendida. — Eu não preciso de nada nem ninguém, my baby, porém estou levemente decepcionada, sabe eu achava que era muitas coisas menos burro — cruzou os braços finalmente erguendo o corpo e se aproximando do mesmo com o olhar ameaçador que sabia fazer muito bem graças aos ensinamentos Black — Eu apenas quis mostrar a você aonde está se metendo, apenas um pouco de como posso tornar sua vida insuportável daqui pra frente se não der um jeito de desfazer o noivado com minha amiga Alice — disse de forma protetora, Andrômeda conseguia ser uma animal feroz quando se tratava de seus amigos. — A fama da minha família não é atoa Declan e eu posso ser a mais sociável e amável deles mas sou tão ruim quanto possa imaginar, e você e eu sabemos que você não é homem pra ela, ou pra qualquer mulher vamos ser sinceros. Ali é como o sol, você não a merece, não seria capaz de faze-la feliz e dar o que ela precisa e deseja. E como sei que não é uma pessoa decente pra fazer a coisa certa, eu o farei fazer por mal, querendo ou não, e como você e qualquer um sabe eu posso ser bem persuasiva quando quero então sugiro que fiquemos na ala segura e apenas acate o que digo — cada palavra era dita de forma ríspida e potente, entre passos pesados e dominadores fazendo o outro andar para trás até ir de encontro a uma parede qualquer, em um movimento rápido a varinha da sonserina estava em suas mãos e estas atingiram em cheio o queixo do mesmo, seu olhar era gélido e frio, como qualquer um esperava de um Black e por incrível que parecia até mesmo de Andy, claro que a mesma tinha boa fama pelos corredores mas ninguém era louco de esquecer as histórias do que acontecia com que a irritava, medo era a palavra certa para descrever. — Estamos entendidos?
🌟 não era novidade para a alta sociedade bruxa que Andrômeda Black era diferente de suas irmãs. aquilo ficava claro nas ações da sonserina. e era inevitável que as pessoas conversassem e fofocassem sobre aquilo. porém, o rapaz não se importava tanto com o que diziam ou não da morena. ele não ligava para a Black. não era amigo da mesma. e não tinha o mínimo interesse em saber sobre o que se passava na vida dela. normalmente, o corvino a ignorava. uma vez ou outra ele acabava socializando com ela. como havia ocorrido na festa de halloween. e agora, naquele exato momento. — julgando sua reação até parece que eu falei algum absurdo. — observou. se antes ele considerava a Black desagradável, hoje ela estava se superando. — eu posso sim ser simpático, mas isso depende das pessoas com questão me interagindo. e você não faz parte do meu ciclo favorito. — respondeu. o loiro reservava sua boa vontade e simpatia para o seu reservado grupo de amigos. ele não fazia questão em tratar todos do colégio bem. ou ajudar os alunos. quando tais ações altruístas aconteciam, era como um ato de caridade. — sinceramente? sim. — respondeu curto e grosso. no caso, ela não era o tipo de pessoa que precisava de ajuda com as notas ou com as matérias. ela precisava aprender as regras de etiqueta. como se portar diante de pessoas importantes da alta sociedade. por esses e outros motivos ficava claro que ela era a ovelha negra da família — junto do pirralha do Sirius. — pode continuar com esse seu discurso de empoderamento. que você não precisa de ninguém, que pode se virar sozinha. mas eu desconfio que isso não seja completamente verdade. e a sua opinião ao meu respeito ou ao meu intelecto não me atinge. — falou. ele era Declan Greengrass. ele não precisava de alguém para lhe dizer se era burro ou inteligente.ele mesmo sabia de sua grandiosidade e importância. as palavras de Black não passavam de meras ofensas, que não conseguiam cumprir com o seu papel. — agora sim estou morrendo de medo. — ironizou. o loiro reconhecia que a morena estava tentando ser intimidante. porém, ele convivia com pessoas piores do que ela. ele era amigo de Amycus Carrow. e ainda tinha uma proximidade com Alecto Carrow. comparado aos dois, a Black não representava nenhuma ameaça. até mesmo os membros de sua família conseguiam ser piores do que ela. e todo discurso sobre o seu noivado era patético. — você realmente acha que eu quis esse noivado? que eu quero me casar com sua amiguinha? convenhamos que a Alice é gostosa, mas, ainda assim, não é o bastante para que eu passe a apreciar a ideia de um casamento. e se você está tão incomodada com isso, sugiro que você apresente um acordo melhor para Ignatius Greengrass. — o rapaz não tinha o mínimo interesse ou vontade em se casar com Alice. mas não se tratava de amor. ou do que ele queria. eram apenas negócios. e ele era inteligente o bastante para não se colocar no caminho de seu pai, Ignatius Greengrass — qualquer um com o mínimo de inteligencia e bom senso faria aquilo. — você não me dá medo, Black. tampouco é uma ameaça para mim. eu conheço pessoas piores do que você. eu convivo com essas pessoas. então, sugiro que você não se intrometa na minha vida e nos meus assuntos pessoais. caso contrário, eu posso fazer da vida da Alice, a minha querida e adorável noivinha, um inferno. — disse. ele não iria aceitar uma ameaça vindo de Andromeda Black. e ele sabia em qual moeda devolver. — ah, e não vamos nos esquecer do seu querido Teddy. seria uma pena se ele se machucasse novamente. se algo pior acontecesse. então, sugiro que você fique longe do meu caminho. estamos entendidos?
— Pode perguntar pra qualquer um, se falasse algo assim por ai todos ficariam assustados ainda mais com a parte que não estávamos nós matando — alguns dedos dançavam em seus lábios tentando esconder o sorriso sínico que dava em direção ao outro. Andrômeda pouco se lixava para o que diziam ou pensavam dela, ela não precisava provar a ninguém o quanto podia ser boa ou má, ela era apenas ela do jeito que queria e quem quiser a aceitasse ou a engolisse e com toda certeza Declan estava na última opção, a subestimando por seus atos de bondade, achando que isso a tornava fraca quando era o oposto, ele era o tipo de pessoa que ela odiava. — E nem quero fazer, Merlin me livre desse mal — deu um riso suave, sua classe jamais saindo de si, como uma dama deveria ser. Imagina ela amiga de Declan? Aquele seria o fim da picada. — Uhn sério? Pena que não ligo pro que você acha — fingiu estar sentida fazendo um biquinho que logo se desfez, não estava com paciência para o estupido loiro da corvinal. A do meio dos Black sabia usar sua fama as eu favor, sabia ser uma rainha, sabia dobra quem quisesse e sabia dar medo em quem precisasse, não havia ninguém que a fizesse temer, claro que ela passará a ficar assustada com seus pais não só por causa do que faria com seus amigos, pois sabia que poderia protege-los, mas ela tinha medo de criar uma guerra com sua família pois querendo ou não os amava, do jeito que eram e esperavam que eles pudessem aceita-la. — Bem é claro que até os bruxos mais poderosos podem precisar de um exército mas o que quero dizer é que, eu sou uma Black e não a nada que eu não consiga, então eu não preciso me submeter a implora por ajuda, principalmente a sua, meu anjinho — revirou as belas orbes azuis, seu tom era frio apesar de manter a calma es sensatez, era incrível como algumas pessoas insistiam em lhe subestimar, pareciam lhe querer tirar do sério como provocar um fera apenas para confirmar os rumores do que esta poderia fazer, mas se esse era o desejo ela não se importava em condecer, infelizmente aquela conversa estava redendo mais do que desejava. Era de se admirar a burrice e coragem do loiro, ele achava que ela tinha medo dele? Dos amigos dele? Da família dele? Ela não tinha mais medo dos Blacks, bruxos muito mais experientes, bruxos que lhe ensinou artes das trevas e feitiços não escritos em livros, quem era Declan perto deles? No máximo teria medo dos Lestranges mas até eles am morena conseguiu conquistar como sua falsa reputação, com sua determinação, ela tinha mantido todos seus inimigos por perto por muito tempo pra saber seu ponto fraco, o que derrubava cada um.
Infelizmente lá estava o claro ponto "fraco" de Andrômeda, seus amigos, mas assim que a noite de Halloween passou e seus pensamentos clarearam ela percebeu finalmente que eles eram seu ponto forte, aqueles que a fazia enfrentar quem fosse, fazer o que fosse preciso, aqueles que a fazia se torna a bruxa completa que era com seus lados sombrios e com toda spatron. Lá estava ela como um leopardo, seu patrono, agressiva, forte, autoconfiante, intimidadora, independente e ainda assim cheia de graça. Rosnou ao ouvir as palavras sujas e nojentas do corvino, seu sangue em chamas não pode ser controlado e em um piscar de olhos o atingiu entre as pernas como toda força que poderia em partida um soco em seu rosto, certeiro em seu queixo, como aquele verme poderia viver? — Você não merece o nome nem o titulo que tem, você não merece viver Declan e eu poderia lhe tirar a vida agora mas não irei sujar minhas mãos com seu sangue podre — a raiva estampada na face da Black e talvez naquele momento ela lembrasse sua irmã Belatriz mais do que gostaria. Balançou a varinha murmurando algo quase inaudível o pressionando cada vez mais forte contra a parede, a escuridão tomando conta de si ironizou. Ela não temia Ignatius Greengrass, poderia fazer um bom acordo com o mesmo já estava pensando nisso a muito tempo, desde que soubera do noivado, sabia que a situação de Alice seria mais difícil que a sua. — Você acha que o mundo gira ao seu redor? Que só você tem contato tolinho? Eu também conheço pessoas piores que você e seus amiguinhos acredite, não vai ser um bruxinho que ta terminando a escola que vai me amedrontar e lembresse de uma coisa, da próxima vez que me ameçar e ameçar meus amigos, será a última vez que sentirá seu sangue correr por suas veias e eu sei que vai me subestimar mais uma vez, sinto até pena de você.
The Fosters
@declangrngrass
Tell me why are we wasting time || Tedromeda
Ted Tonks havia agido como um covarde quando seu maior desejo se concretizou, beijar Andrômeda Black. Ok, seu maior desejo não era beija-la, era ficar com ela pro resto da vida, mas isso não diminuía o fato dele ter fugido após ela tê-lo beijado. Para alguém que nunca acreditou ter chances ou sequer que seus sentimentos eram correspondidos, o beijo o pegou de surpresa e ainda assim aquilo não era um indicativo de que seus sentimentos eram de fato correspondidos. Andy muitas vezes era uma incógnita para si e muitas coisas poderiam tê-la levado a beija-lo. O beijo rondava sua mente desde o corrido, assim como sua fuga covarde, temia que ela pensasse que ele tinha a rejeitado, só um louco a rejeitaria e apesar dele ser louco, ele era louco por ela e não a ponto de rejeita-la.
Estava no intervalo para sua próxima aula e a caminho da biblioteca, onde ocuparia sua mente com estudos para não ter que pensar naquilo, sabia que precisava falar com ela e quanto mais adiasse pior a situação ficaria. O problema era que Ted não sabia ao certo o que fazer ou como reagir, ele não era o mais experiente das criaturas em relacionamentos, só tivera um e não era uma grande exemplo, mesmo que ele não tenha feito nada de errado. Distraído como sempre, não percebeu que @theblacknotsobad estava no mesmo corredor que ele, o esbarrão foi inevitável. “Desculpe eu deveria prestar mais atenção”. Respondeu no automático, costumava esbarrar em quem não gostava dele ás vezes e já estava habituado a ser insultado pela sua falta de atenção. Ao erguer a cabeça seus olhares se encontraram e ele perdeu a fala. O rubor queimou em sua bochecha, seu cabelo adotou rapidamente o tom de um rosa pálido. “And..” Engasgou ao lembrar-se que não deveria chama-la pelo apelido em público.
Como de costume lá estava Andrômeda em seu lugar favorito, a biblioteca, para muitos um refúgio estranho principalmente para uma Black mas não era como se ela ligasse, ali estava milhões de mundos e histórias para viver, aonde ela poderia ser outra pessoa além da: complicada, confusa, misteriosa e não tão má Andrômeda Black. Ali estava ela se entretendo em escolher os melhores livros para se distrair, e como precisava disso, seus pensamentos estavam a mil como tudo que ocorreu recentemente... Bem digamos que ela tomou o primeiro passo de coragem e beijou Ted Tonks, havia desejado aquilo por anos mas sabia que jamais o poderia fazer mas bem ela havia parado de querer se esconder, esconder quem era e o que sentia sobre tudo, logo pensou que poderia revelar seus sentimentos ao seu melhor amigo, ouvira tantos rumores que ele era doido por ela que se sentiu mais confiante que nunca com tal feito... Mas ele fugiu, o que isso significava? Um erro para Andy, ela cometeu um imenso erro e não sabia se poderia consertar, quer dizer Blacks não são acostumados a errar. Esperava não perder a amizade de seu melhor amigo pelo menos, sentia que precisava conversa com ele, mas seu orgulho não deixaria, parecia que ele fugia de si e isso só deixava a sonserina cada vez pior. Sacudiu a cabeça com todos os pensamentos, em suas mãos 5 formas de se aventurar em outros mundos, estes que foram ao chão ao se esbarrar com alguém ao sair da biblioteca.
“É deveria mas tá tudo bem”. Responde pegando os livros que se espalharam pelo chão, seu tom era calmo como de costume com uma pontada de rispidez, não era de se stressar por pequenas besteiras, afinal o que havia de tão errado em estar distraído? Ela entendia agora como era estar com a cabeça nas nuvens, então talvez tivesse sido ela a provocar o esbarrão, sua concentração parecia ser uma palavra que não conhecia desde o beijo... o que deu na cabeça dela pra tomar aquela atitute? Suspirou tentando afastar os pensamentos se erguendo e encarando quem havia colidido com seu corpo. Seu coração rapidamente dançava em seu peito, o sol parecia queimar suas maças, o ar lhe escapulir os pulmões e o gato ter comido a língua de Andrômeda Black. Não sabia o que dizer, Ted parecia estar lhe evitando e o medo de perder a amizade lhe assombrava. “É sua Andy.” Negou com a cabeça afinal, aparentemente, não era o que ele desejava. Mordiscou o lábio inferior e pressionou o livro contra seu corpo, claramente nervosa com a situação, era engraçado o que assustava a sonserina. “Preciso saber porque seu cabelo está rosa.” As palavras lhe escapulirão a boca um pouco confusas e nervosas, fazendo a morena franzir o cenho e aceitá-las, realmente era curioso aquela cor nos cabelos de Ted. “Precisamos conversa, por favor.” Pediu indicando para sairem dali e procurar um lugar mais reservado. Encolheu os ombros, ela só queria pedir desculpas e garantir que aquilo não se repetiria, mesmo que lhe doesse não tê-lo.
I Just Want To Have Fun | Halloween Party
theblacknotsobad:
Andrômeda ergueu os olhos sobre o copo de bebida ao escutar alguém a chamar e seus lábios se curvaram ao ver quem era, seu homem favorito no mundo. - Se não viesse não seria eu, não é mesmo? - deu uma piscadela divertida para o mesmo. - Mas você também está pra arrasar corações ehm, venha cá me deixe vê-lo - disse estendendo a mão e pedindo em um girar de dedo para que o outro desse uma voltinha, enquanto seus olhos percorriam o corpo do outro, Andy nunca negou o quanto o outro era atraente e belo, a mesma vivia o provocando quanto a isso. - Nem acredito que esse corpo todo vai ser meu um dia - brincou rindo, a mesma vivia dizendo que os dois se casariam no final das contas e teriam um relacionamento aberto. A Black nunca fora tão atrevida quando Sirius, pelo menos não aparentemente, claro que estava a mostrar uma de suas pelas pernas e havia um decote em seus seios mas a mesma era quase intocável para quase todos, afinal que seria o louco ou louca que se atreveria a flertar com a mesma, até que ela queria as vezes.
Flashback
- Não mesmo - concordou o Black com um sorriso no rosto, para depois tomar um gole da bebida em suas mãos. Sirius tinha crescido com a sonserina e sabia que esta sempre estava impecável em suas roupas, seja ela qual fosse, Andie tinha uma beleza somente dela aos olhos do grifano, por mais que muitas pessoas achassem que ela se parecia com a irmã psicótica para ele tinha uma diferença que era tão gritante quanto qualquer outra qualidade, os olhos de Andromeda eram inúmeras vezes mais humanos que os de Bellatrix. Dando uma pequena volta em torno de si mesmo enquanto se aproximava ainda mais da morena Sirius esticou os braços minimamente para os lados como que se apresentando para algum tipo de desfile - Claro, aprendi com a melhor que se é para ir a alguma festa que seja para arrancar suspiros - disse divertido - e quem disse que ele já não é ? - perguntou dando uma piscadinha para a prima, ele adorava brincar e falar assim como a morena que um dia iriam se casar mesmo que isso obviamente nunca fosse ser verdade. Sirius não tinha um bom relacionamento com toda a sua família praticamente, mas dentre as poucas exceções que tinha estava Andie, uma das pessoas que o grifano guardava em seu coração com muito carinho - está se divertindo ? - perguntou estudando o rosto da prima para ver como esta estava.
Andrômeda não gostava nem um pouco de ser comparada a sua irmã mais velha, por isso em seu último ano havia cortado o cabelo em um pequeno surto ao ser comparada com Bellatrix algo que a mesma odiava com todas as forças, pelo menos na maioria das vezes afinal em algumas circunstâncias era bom ser temida. As orbes azuis acompanhavam o corpo do prima enquanto ele dava uma voltinha se exibindo pra morena. - Eu realmente entendo porque as garotas são loucas por você - balançou uma das mãos sobre a face como se sentisse calor, não podia negar que Sirius tinha uma beleza estonteante de conquistar qualquer coração assim como Andrômeda, mas pelo menos ninguém parecia ter tanto medo do grifano. - Estou tão orgulhosa de você - fingiu um choro puxando o outra para uma abraço apertado. Sirius era alguém fundamental e muito importante pra Black, era sua definição de família, era seu irmão, sempre estavam um para o outro em momentos bons e ruins, muitos até viam o mesmo casal mas isso seria de fato impossível, pois não seriam quem eram, o melhor time que poderia já ter existido. - Acho que hoje arrancaremos mais que suspiros - piscou pro mesmo com um sorriso lascivo que se dissipou em uma risada com a "confirmação" que ele era apenas seu. - Bem até lá acho que outras pessoas podem se divertir com ele - deslizou as unhas pelo abdómen do mesmo com a intenção de fazer cócegas. Andrômeda sabia que não importava o que acontecesse sempre teria Sirius ao seu lado e ela sempre deixava claro que aquele sentimento era recíproco. Com ele se sentia segura e feliz com sigo mesma, sentia que não precisa mudar nada. - Uhn pouco e agora em sua companhia sei que terei algo para tornar essa noite ótima, o que me diz de uma dança? - ergueu uma das mãos com um sorriso doce para o mesmo, seu carinho por Sirius sempre estampado em sua face.