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@thespidey-man
—- Obrigada —- ela sorriu aliviada. —- Sério, você me salvou —- soltou uma risada, reparando mais no garoto. Lucy uniu as sobrancelhas, em dúvida. —- Eu acho que te conheço…
-- Disponha por isso, além do mais tem várias pessoas na sala que não gostam de insetos. -- sorriu olhando pra garota, mas estranhando com o que ela disse no final. -- Me conhece ? De onde ? Da Midtown que não, porque era invisível por lá.
Open | What is going on?
— O cara era um lagarto? — Fez uma careta — Ainda prefiro a ideia do coelho, fofura mortífera realmente parece perigoso. O ruim seriam se crescessem pelos. Você ficou com medo de crescerem mais braços ou olhos em você? — Soltou uma gargalhada. — Entendi. Você procura o mal para não ser procurado por ele. Eu já tentei essa alternativa e não deu muito certo, nossos males são louras diferentes. Invejo você. Eu também gostaria de usar uma roupa como essas e um codinome. — Apontou. Poderia usar seus nomes do meio, eles eram tão sinistros que até para codinome Kali se envergonharia. — Não que fizesse diferença, até hoje ninguém saiu vivo.
— Aplique meu veneno em você e jamais vai ter que se preocupar em sair comigo e sofrer um ataque, mas com essa alergia que eu te dei, parece que não vai funcionar. Tem alergia a enxofre? — Por dentro, Kali sentia-se como se tivesse destruído a confiança do garoto, mas por fora, sorriu de volta. — Não que seja muito agradável saber que agora você tem enxofre no sangue, mas não vai te matar… Eu acho. Sabe, tem outras substâncias, não sei quais, nenhum cientista um dia chegou a um filho do capeta e perguntou "Ei, posso te usar em experiências? Obrigado".
— Você não tá entendendo, cara. Quando eu tiver a força necessária para levantar um carro, você vai ter que me exorcizar, porque eu não vou ser mais a Kali. — Passou os dedos de um lado ao outro na ferida cicatrizando. Sentia um formigamento na ponta dos dedos cujo não controlava, Peter estava com seu dna dentro dele até o veneno sair, e seu corpo sabia disso. Sentia-se atraída, e não era exatamente porque seu corpo queria o veneno de volta. — Vai me picar também? — Sorriu, beijando de volta. — Espera aí, você não pica durante o beijo, né?
-- Sim, ele era um lagarto e ainda era o meu professor, legal não é ? -- falou, mesmo tendo problemas com o seu professor quando se transformava, eles eram ótimos amigos por fora de suas atividades completamente diferentes. -- Sabe... Isso nem passou pela minha cabeça em crescer mais olhos e braços em mim, mas fiquei assustado por ter quase destruído a porta do banheiro, arranquei a maçaneta assim, do nada. -- comentou se lembrando do primeiro em que havia percebido que estava com seus poderes e aquilo era animador, mas assustador no primeiro dia, tudo estava grudando e arrebentando em sua mão. -- E eu tento fazer o mal ficar fora de mim também... Eu já fui controlado pelo mal e não foi lá algo tão legal assim...
Peter olhou pra morena nos olhos e ouviu o que ela estava dizendo sobre o que tinha aplicado nele quando tinha lhe arranhado com aquela força. -- Entendo, e pode ficar tranquila que eu não tenho alergia alguma a enxofre, se eu não passei mal agora, duvido que irei passar depois por causa disso. -- respondeu acariciando o rosto da garota lentamente enquanto sorria calmamente pra ela. -- Bom, tenho certeza que você irá ter sorte se encontrar um cientista que acredita em demônio, porque sabe como é... Essas coisas são realmente chatas, mas é bom conhecer um cientista do que um padre... Sabe, não sei se faz tanta diferença assim. -- disse. -- Faz alguma diferença se um padre jogar água benta em você por não ser tão má assim ?
-- Fique tranquila que eu irei te parar se levantar um carro, ou chamo qualquer padre que eu encontrar na rua ou... Chamo o Kurt, ele é padre e mutante, sabe dar muito bem com isso. -- comentou pra morena e levou as mãos na cintura dela lentamente e assim voltando a beijá-la lentamente e dando algumas pausas. -- Eu picar ? Não, tenha certeza de que eu não vou te picar e nem te enrolar nas minhas teias.
—- Tá brincando? —- Sua primeira reação foi ficar completamente imóvel. —- Tira pra mim. Tira! Tira isso de mim, por favor! Ai meu Deus, que horror!
-- Ah... Está bem. -- respondeu, se levantando da cadeira e retirando o inseto do cabelo da garota e jogando pela janela. -- Pronto, pode ficar mais tranquila agora.
Spider-Folk.
easy, bug boy
Closed RP | Peter and Elena | Do you believe in magic?
Todos tinham algum arrependimento. Bem, talvez ela não tivesse exatamente um arrependimento, não sabia qual a palavra certa. Ela se arrependia de ter ficado calada tanto tempo, de não ter usado seus poderes, mas principalmente de ter abandonado sua família. Porém, ela sabia que era preciso seguir seu caminho, e não se arrependia disso. Não sabia de fato definir. Era um sentimento contraditório. —- Tomar cuidado? O que é isso? —- Se fez de desentendida, porém depois sorriu. —- Cara, eu já entrei em tanta furada e sobrevivi, não sou uma pessoa fácil de morrer, lembra? De qualquer forma, você está certo. Eu não quero ser pega por nenhum inimigo do Homem Aranha. Ele com certeza já tem problemas demais e eu não quero que ele desperdice o tempo dele tentando salvar uma pessoa que não precisa ser salva. —- Deu de ombros e olhou para o céu também, e depois sorriu, ainda olhando para cima.
—- Um humano geneticamente modificado? Incrível o que alguns humanos podem fazer, não é? —- E então ela voltou a encará-lo. —- Será? E se você for o Homem Aranha e estiver falando de si mesmo só pra que ninguém saiba? —- Ergueu a sobrancelha, com uma expressão claramente acusadora, porém não o esperou falar e sorriu. —- Brincadeirinha. Você parece ser bastante normal, até reclama do seu chefe. Não seria legal, porque quando alguém grita comigo, eu grito de volta. —- Falou, balançando um pouco e depois voltando para o lugar. —- Então você pretende continuar fotografando ele mesmo sabendo que isso pode ser perigoso pra você? Ninguém nunca tentou te impedir?
Por um certo momento, aquela garota havia lembrado Peter a tal garota que não havia conseguido salvo anos atrás, Gwen Stacy, a sua namorada que por causa de um certo inimigo que foi levado pela loucura pela própria doença, tinha o deixado louco e auto denominado Duende Verde. Mas por outro lado, ele abriu um calmo sorriso nos lábios e a olhou de canto enquanto pegava a câmera que estava em seu pescoço e assim olhando algumas fotos que tinha dele próprio, melhor... Do Homem-Aranha em suas ações contra vários de seus inimigos. -- Será ótimo mesmo não cruzar perto dos inimigos do cabeça de teia, uma amiga minha chama ele assim agora. -- sorriu, assim retirando a câmera do pescoço e entregando pra que ela olhasse as fotos do tal herói mascarado de vermelho que agia por todos os cantos de Nova York. Mas naquele momento, Peter arregalou os olhos e engoliu seco ao ouvir a pergunta que a garota havia lhe feito se ele for o Homem-Aranha, aquilo era a verdade, mas mesmo assim não poderia revelar algo tão repentino assim. -- B-Bom... Eu não sou ele e sim, eu sou um cara normal. E é bom não gritar com o Jameson, ele é chato mas fazer o que. Quer esforço. -- comentou. -- E eu vou continuar sim, é bom estar por ai, nas altas aventuras com o aracnídeo vermelho. E minha tia, eu moro com ela e várias vezes já tentou me impedir, voltei muitas vezes pra casa com machucados.
—- Desculpa, o que você disse? Tava falando muito rápido.
-- Só que você está com um inseto no cabelo, sabe... Grande.
Ficou um tanto surpresa ao ouvir que ele não a conhecia. Todos conheciam Lydia Martin. Não era como se isso realmente importasse, a ruiva não era mais a mesma pessoa que fora há alguns anos atrás. Mas então, tudo explicou-se quando ouviu-o comentar que era de outra cidade. Sorriu. "Entendo. Visitei Manhattan uma ou duas vezes, adorei minha estadia lá, se quer saber. O que está achando daqui?” Perguntou enquanto erguia o celular para o alto, mas as tentativas eram totalmente falhas, pois nem ao menos uma única barra de sinal aparecia. Bufou, frustrada. Não tinha mais nenhuma ideia útil do que fazer para sair dali. Por fim, ajoelhou-se ali mesmo, no chão e sentou sobre os pés. "Não tem sinal. E sabe o que é engraçado? Eu não lembro de como viemos parar aqui.”
Pela pergunta que a garota havia feito, Peter poderia pensar, desde quando chegou em Beacon Hill fora tratado super bem, havia tirado várias fotografias mas o que era estranho era o seu sensor aranha que ficava o alertando o tempo todo de perigo, mas quais seriam esses tipos de perigos ? Ficar naquele deserto que não seria. — Eu posso lhe dizer que estamos na mesma, eu estou realmente gostando daqui... Quer dizer, não daqui desse deserto. — respondeu, começando a caminhar várias vezes em círculos pra que pudesse ter uma ideia, não poderia soltar suas teias por ai e nem pra se agarrar pra sair de lá, até mesmo não queria que a outra descobrisse quem ele realmente era. — A única coisa que eu sei é a parada e do nada viemos parar aqui, só espero que os outros não tenham partido sem a gente. Se não nós iriamos andar por uns bons quilômetros.
Closed RP | Peter and Elena | Do you believe in magic?
Balançou-se um pouco mais, prestando atenção na fala do rapaz, e achando divertido. Fazia tanto tempo que estava fugindo, que simplesmente não conseguia mais parar para pedir informações e iniciar uma daquelas conversas. A algum tempo, certas pessoas haviam começado a aparecer em sua vida como se estivessem lhe observando de longe a anos, e ela não tinha certeza de que era apenas um simples pressentimento. Nunca se sabe o que uma vida de mentiras esconde. De qualquer forma, ela saberia lidar com eles, e não queria que o quão misteriosa para si mesma era sua vida lhe atrapalhasse naquele instante. Principalmente quando estava realmente empolgada em conversar com alguém.
—- Parece que sim. Bom, vai ser legal passar algum tempo por aqui até… —- … eu estragar tudo e ter que ir embora, completou mentalmente. Sempre eram assim. Sua estupidez a fazia ter que se mudar. Ou a falta de opções, resolveu não retomar a frase. —- Como você pode ter tanta convicção? Geralmente algumas crianças comem moscas, por que não um cara que age como uma aranha? Ah! E se for assim que ela continua com os poderes? Comer moscas! —- Exclamou, e então voltou a olhar o rapaz, e percebeu que aquilo deveria ter sido uma linha de pensamento ridícula. —- Tá, eu viajei agora. Nunca deixe eu me empolgar. —- Disse, e escutou atentamente o que Peter lhe dizia, enquanto voltava a brincar com a areia, fazendo-a flutuar a poucos centímetros de sua pele. Soltou uma risada. —- Uau, parece que não é fácil ser paparazzi de um super herói. Você já deve ter se machucado muito. Mas parece bastante radical! Se algum dia eu ver esse tio, acho que eu vou seguir ele e tentar fotografar também! Se bem que eu sou uma péssima fotógrafa, mas não deixa de ser uma boa sugestão, não acha?
Ficou se balançando calmamente enquanto observava o céu, tinham coisas que estavam em sua mente e que não seriam tão fáceis de sair assim, tudo porque Peter continuava a querer respostas sobre a vida de seus pais e se os envolvimentos de gente misteriosas com poderes estavam vindo das pesquisas de seu pai junto com o Connors. Sua vida era atrapalhada nesse sentido, sempre criado pelos tios, agora pela tia pois a três anos seu tio havia sido morto, o que ainda Peter achava em ser sua culpa por não ter ficado em casa e o obedecido pra não fazer nenhum tipo de merda, como quebrar a porta de sua casa. — É... Um tempo mas é melhor tomar cuidado as vezes, nunca se sabe se alguma coisa pode cair em sua cabeça ou até mesmo ser pega por algum inimigo do cabeça de teia. — falou, coçando a bochecha, era mania de fazer aquilo quando sempre falava demais, por sorte não falava dele e sim só do mascarado e o que eles poderiam realmente fazer. — Oras, ta na cara de que ele é um humano, mas só teve alguns problemas e ai surgiu seus poderes, é normal isso... Eu acho, nunca aconteceu comigo. — respondeu, mas riu com o que ela havia dito, mas de uma coisa ela tinha razão, ser fotógrafo dele mesmo era difícil, havia se machucado e até mesmo em suas batalhas havia usado a máquina pra que pegasse um bom ângulo enquanto lutava, por sua sorte, a teia ajudava. — Sim, eu já me machuquei bastante, mas nada que desse cicatrizes ou perda de algum membro do corpo, que graças que isso não aconteceu. Mas talvez consiga um emprego no Daily Bugle, mas espero que não caia no setor do J. J., ele é um saco e só sabe gritar.
Olhou em volta, mais precisamente para o lugar de onde achava que tiveram vindo e tentou pensar em algo útil para tentar sair dali. Não pôde deixar de revirar os olhos quando o garoto comentou sobre João e Maria, se aquilo tivesse sido uma piada, ele era tão bom nisso quanto manusear mapas. Até que teve uma ideia. “Os celulares! Veja se tem algum sinal.” Rapidamente tirou o seu celular de dentro da bolsa e ergueu-o, afim de tentar achar pelo menos uma barra de sinalização. Ficou até um pouco surpresa quando o outro estendeu a mão para cumprimentá-la. Ela esboçou um sorriso no canto da boca. ”Lydia Martin. Mas você já deve saber.”
Balançou a cabeça algumas vezes como uma reprovação pra si mesmo, era ótimo em ciência e outras matérias, mas parecia que havia faltado acampamentos de verão quando seu tio Ben o mandava ir ao invés de ficar só socado em casa ou indo brincar com seu melhor amigo. — Bom... Eu só espero que ainda tenha créditos se encontrarmos sinal. — comentou, pegando no bolso e vendo se tinha alguma chance, mas de nada estava adiantando, o que o fez chutar uma pedra pra bem longe por causa da força que havia usado. Ao ouvir o nome da garota, sorriu. — Me desculpe, mas não. Eu cheguei a pouco tempo por causa de uma proposta da minha escola em Manhattan, só estou de visita.
Admitia que não possuía muita experiência com mapas e se o mesmo estivesse em suas mãos minutos antes, provavelmente teria feito a mesma coisa que Peter. Errado o caminho. ”Ahm, eu acho que viemos por aqui.”
Apontou para a parte norte do mapa. Culpando-se por não ter prestado atenção durante a viagem. Agora não teria como dizer com certeza de onde vieram.
"Ou Não sei. Estamos ferrados.”
Respirou fundo, tinha de ver alguém do ônibus dar uma parada pra ir no banheiro e ouvir o professor mandar pra sair e não tentar ir longe o possível pra que não se perdessem, ele não se perderia tão fácil, mas sempre que estava com alguém esquecia o caminho ou dava uma de bobo pra acabar esquecendo. Quando a viu apontar pro norte, se virou e percebeu que o local não dava em nada. — É... Poderíamos ter feito como João e Maria. — olhou pra ela e aos poucos foi erguendo a mão pra cumprimentá-la. — Estamos ferrados mas, pode me chamar de Peter ou invés de Ou.
badstupid-girl
— Com licença mas... Precisa de uma ajudinha ai, ou quer ajuda das teias ?
—- Não é mal humor, é excesso de realismo e falta de tempo pra ficar falando de coisas fúteis. — Ela suspirou, desanimada num ar de resignação. —- Mas enfim, eu não sumi… Só viajei por uns tempos, e não, você não vai saber pra onde, Peter.
—- Serviçais? Por favor, eu estalo o dedo e eles vem aos montes. Acho que você vai ser meu próximo…
— Ta bem... Eu vou acreditar que estou ouvindo isso de você. — sussurrou consigo mesmo enquanto passava o polegar no canto dos lábios, logo foi cruzando os braços enquanto caminhava pro outro quarteirão. — Viagens... Você faz viagens demais, deveria passar um tempo com seu amigo aqui o Cabeça de Teia. — sorriu. — Mas, eu passo de ser um serviçal, eu to mais pra inseto mutante, como você disse.