ㅤ ㅤ ㅤִㅤ ㅤVOGUE stars of the year
ㅤ ㅤ ㅤstarring aurora quinn and you at exposição do chef.
aurora estava proibida de beber muito no evento, sua empresária que agia mais como uma babá praticamente implorou para a loirinha não beber demais e acabar passando alguma vergonha como na festa do ano passado. então, quinn realmente não havia bebido mais do que três espumantes e, tremendo de tédio dos pés à cabeça, foi até a exposição do chef, com o pensamento de que ela não podia beber, mas pelo menos podia comer algum prato com teor alcoólico o suficiente para ficar mais animada do que o normal, o que era um perigo. mas, para a infelicidade de aurora, os pratos que o chef disponibilizava para ela não eram tão alcoólicos como tinha pensado e, lá pelo terceiro prato, a cantora já estava dispersa demais. na cabeça dela, a voz do chef era extremamente irritante, mas ela estava realmente tentando ser uma boa pessoa, então apenas sorria, acenava e ria, sem entender absolutamente nada do que o pobre homem estava falando. ela percebeu muse chegando ao lado dela, mas permaneceu sorridente para o chef, até que esse entregou um pudim para ela. ela exclamou, animada. "um pudinzinho igual à mim!" aurora riu consigo mesma, acompanhada do chef, e então deu uma colherada generosa, mastigando toda sorrisos para o chef. ela esperou e, quando o chef se virou para atender o outro lado do balcão, aurora pegou uma toalha de papel e cuspiu o doce no papel, uma careta desgostosa em suas feições. "ei, psiu." ela chamou por muse, abanando a mão para elu. "isso é horrível, pior que o cheiro do vestiário masculino do sofi stadium depois de um jogo. não coma, sério, ou você vai amaldiçoar suas próximas cinco gerações." aurora garantiu com uma careta, estremecendo levemente.
Se tinha uma coisa que Theodore adorava em festas era a comida, independente se eram todas chiques ou não, o importante para ele era se deliciar com tudo o que tinha direito e mais um pouco. Só não poderia dizer o mesmo da bebida, afinal, ele não era chegado a álcool e raramente bebia refrigerante. Estava distraído provando alguns petiscos feitos com frios variados quando recebeu do chefe o que mais parecia um pudim. Bom, ele até poderia preferir salgados a doces, mas quem em sã consciência negaria um pudim? Antes de provar chegou a aproximar rapidamente o doce de seu nariz, aprovando o cheiro que impregnou suas narinas e o deixou ainda mais curioso para sentir o gosto. Só não imaginou que sua primeira colherada seria interrompida daquela forma. Theo não chegou a colocar o pudim na boca, na verdade ele se virou com a boca aberta prestes a receber aquela colherada totalmente confuso enquanto encarava a mulher do lado. — Sério? — Havia decepção em seu questionado e no modo como encarou com as sobrancelhas franzidas o pudim em mãos. — Caramba, pelo cheiro parecia delicioso. Tem certeza que estamos provando o mesmo pudim? — Perguntou só para ter certeza de que não estava acontecendo nenhum engano.















