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escolha uma frase daqui + um local da cidade + leah (4/4) ou ezio (4/4) e seu personagem para um starter
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8 GIFS of Luke Pasqualino made by ME. Give this set a like or a re-blog, but please do not include these GIFS in GIF hunts without permission or claim as your own.
𓂃 ࣪˖ 𝐅𝐀𝐌𝐈𝐋𝐘
001. [ OPEN ] Muse é a irmã de Ezio, e os dois se são muito bem, praticamente não vivem um sem o outro e se apoiam em tudo necessário, seja isso uma coisa boa ou não. Verdadeiros partners in crime.
ATENÇÃO !! Essa é uma wanted connection aberta para aplicação. A personagem seria a Claudia Auditore, e se você tem interesse, pode ler mais sobre ela para se inspirar aqui. Como ela não tem papel muito grande no jogo, mesmo que você não seja fã de Assassin's Creed, eu acredito que dá para jogar!
𓂃 ࣪˖ 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋
002. [ OPEN ] Ezio e Muse criaram uma rotina sem perceber. Depois do trabalho, acabam se encontrando para um café, caminhar ou reclamar da vida. Nunca combinaram oficialmente; simplesmente acontece.
003. [ OPEN ] Muse um dia decidiu que Ezio trabalhava demais e adotou a missão pessoal de arrastá-lo para festas, eventos ou situações sociais. O problema é que agora talvez o Auditore tenha criado um jeito saidinho demais... o difícil agora é controlá-lo.
004. [ OPEN ] Ezio e Muse têm uma tradição aleatória: jogar xadrez, visitar antiquários, procurar livros raros ou testar cafeterias de Westbridge. Fica ao seu critério.
005. [ OPEN ] Muse aparece tanto no Arquivo/Museu que acabou virando presença fixa na vida de Ezio. Em algum momento, conversas rápidas viraram uma amizade.
006. [ OPEN ] Muse é filho de alguém que era muito próximo de Giovanni Auditore, pai de Ezio. Então, ambos criaram uma amizade desde a infância. Fica ao seu critério decidir o quão próxima a amizade é atualmente.
𓂃 ࣪˖ 𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐂𝐄 (todas as conexões são f, visto que Ezio é, infelizmente, um héterotop)
007. [ OPEN ] Muse é completamente diferente de Ezio. Enquanto ele é, na maioria das vezes, contido e observador, Muse age por impulso e o estressa. Mas, de alguma forma, essa relação funciona.
008. [ OPEN ] A primeira conversa entre Muse e Ezio começou porque Muse percebeu que Ezio mentia muito mal quando o assunto era sua família. Dali, a partir de uma conversa sincera, surgiu uma relação mais profunda, que vai se desenvolvendo com o tempo.
𓂃 ࣪˖ 𝐖𝐎𝐑𝐊
009. [ OPEN ] Muse precisava consultar um documento antigo no Arquivo de Westbridge, mas Ezio descobriu que algumas páginas haviam sido removidas anos atrás. Desde então, vocês investigam quem mexeu naquilo.
010. [ OPEN ] Ezio e Muse trabalham no Arquivo/Museu juntos. Enquanto Ezio tenta manter a postura profissional, Muse percebe que ele sempre parece investigar algo além do trabalho.
𓂃 ࣪˖ 𝐅𝐀𝐌𝐈𝐋𝐘
001. [ OPEN ] Tia de Leah, que a criou desde o falecimento dos pais. Elas não se gostam, têm uma relação bem instável, e na verdade Leah pensa que a mulher está envolvida no acidente que tirou a vida de seus pais.
ATENÇÃO !! Essa é uma wanted connection aberta para aplicação. Então, se você tem interesse, me chama! Eu vejo ela muito inspirada na Cruella, Mother Gothel, Bree Van Camp ou Lucille Bluth.
002. [ OPEN ] A família de Muse tinha negócios ou desentendimentos antigos com a família Blake; ou, na verdade, mais especificamente, o marido falecido assassinado de sua tia. Por conta disso, herdaram uma tensão que nem entendem totalmente.
𓂃 ࣪˖ 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋
003. [ OPEN ] Muse é o melhor amigx de Leah, e a conheceu antes de ela construir essa imagem impecável. Sabe de todos os perrengues que ela passou, de seus medos e inseguranças, e das crises que ela tenta esconder. Mas também é seu apoiador número um.
004. [ OPEN ] Enquanto Leah é ótima em ler os outros, Muse joga o jogo contrário e percebe pequenos detalhes nela: quando está mentindo, quando está ansiosa ou quando está fingindo estar bem. Você escolhe se elx quer usar isso para o bem ou para o mal.
005. [ OPEN ] Muse e Leah são vizinhos, não necessariamente de casa lado a lado, mas moram bem perto um do outro. E é incrível como Muse vive aparecendo nos momentos errados: madrugada, quando ela sai atrasada para o trabalho, quando ela volta com suas compras, etc. Sem perceber, vocês acabaram entrando demais na vida um do outro.
006. [ OPEN ] Muse e Leah se conheceram durante uma situação absurda: incêndio falso, festa desastrosa, acidente, investigação errada, ou coisa desse tipo. Agora existe uma amizade baseada em piadas internas.
𓂃 ࣪˖ 𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐂𝐄 (todas as conexões são m/f, visto que Leah é bissexual)
007. [ OPEN ] A primeira impressão de Leah em relação à Muse foi péssima. Ambos se provocam constantemente, discordam de tudo, mas continuam aparecendo um na vida do outro.
008. [ OPEN ] Leah e Muse têm uma química absurda, mas ambos têm problemas com vulnerabilidade. Ela esconde insegurança atrás da perfeição; e Muse esconde algo também.
𓂃 ࣪˖ 𝐖𝐎𝐑𝐊
009. [ OPEN ] Muse manda mensagens anônimas para Leah com informações sobre casos ou pessoas influentes, tanto de Westbridge quanto de fora. O problema é que ela ainda não sabe se você está ajudando ou manipulando a narrativa.
010. [ OPEN ] Por algum motivo, Leah e Muse (preferencialmente policial, advogado, fotógrafo, funcionário público, hacker, etc.) precisam trabalhar juntos em algumas investigações. O problema é que as ideias não batem, e então discutem o tempo inteiro.
011. [ @purpl5rain ] Muse apareceu do nada dizendo possuir uma informação sobre a morte dos pais de Leah. Só existe um problema: ela não sabe se acredita em você.
012. [ OPEN ] Muse também trabalha com mídia, jornalismo ou podcasts e vive disputando audiência com ela. Na frente das câmeras: rivalidade elegante. Fora delas: uma química estranhamente divertida.
⠀ ㅤ⠀ algumas mechas loiras se agitaram no ar quando isabelle voltou-se para o instrutor por alguém finalmente ter aceitado ir com ela, o olhar já convencido e vitorioso enquanto ela descruzava os braços. ⠀ ㅤ⠀ ❛ pronto, agora tenho um responsavél, viu? ❜ questionou colocando as mãos na cintura, na maior pompa, mas direcionando um olhar incrédulo pelo outro homem ter mencionado algo sobre ela fazer bagunça, como se tinkler fosse uma bagunceira ou arruaceira, o que ela era, mas jamais iria admitir . ⠀ ㅤ⠀ ❛ com licença. ❜ apesar das palavras, a loira não parecia muito educada com o nariz empinado no alto enquanto subia pela plataforma, se sentando no carrinho da maneira mais graciosa que pode. ⠀ ㅤ⠀ ❛ e não fale por ai que vou bagunçar alguma coisa, meu deus, como vou bagunçar estando no alto? o máximo que pode acontecer é meu chinelo cair e, sei lá, bater na cabeça daquele traste. ❜ a reclamação veio antes mesmo que isabelle pudesse se segurar, apesar dela não ser muito do tipo que pensava antes de falar, pior ainda quando estava irritada demais. ⠀ ㅤ⠀ ❛ mas não seria uma má ideia, né? ❜ perguntou baixinho, os olhos azuis rapidamente indo para o instrutor, com aquele brilho de quem já estava pensando em como derrubar um adversário.
✧ ˚ · . O comportamento da outra era divertido. Novamente, fazia com que ele lembrasse da irmã, então sabia bem como lidar com aquele tipo. ❛ Ei, eu não disse nada, só confirmei para o funcionário chato que não teríamos problemas. ❜, levantou as mãos para o alto como em rendição. ❛ Agora, se a carapuça serve... ❜, um riso escapou de seus lábios, cada reação da mais nova o pegava de surpresa de uma forma divertida. A ideia do chinelo cair no homem que a havia incomodado havia caído no colo errado; o problema é que Ezio gostava de bagunça. Nos dias em que estava de folga, claro. No trabalho, jamais. ❛ Se aconteceu, eu posso ser testemunha de que foi um acidente. ❜, lançou uma piscadela para ela, e então, abriu os braços e deixou-se relaxar para trás na cabine, esta balançando levemente com o feito. ❛ A pergunta é, você teria mesmo coragem? ❜
victor demorou alguns segundos para perceber que a ruiva estava tentando encorajá-lo, a ação o pegou desprevenido. na maior parte do tempo, as pessoas apenas riam quando ele fracassava em coisas tão simples e, sendo honesto, não conseguia culpá-las. vendo a quantidade de argolas no chão, até ele começou a achar as tentativas um pouco ridículas. "tem certeza que eles já não me venceram?" dividiu o olhar entre a companhia e as garrafas intactas, rindo curto após o comentário autodepreciativo. ainda assim, a confiança alheia lhe arrancou um sorriso. tímido, discreto, mas que ainda se fazia presente porque victor não estava acostumado com alguém acreditando em si. "vamos ver…" deixou uma das argolas sobre a bancada e apertou levemente a que decidiu arremessar. pela primeira vez desde que havia chegado ali, falhar parecia um pouco menos constrangedor. então respirou fundo antes de tentar outra vez e segurou o ar quando a argola passou perigosamente perto da garrafa, a fazendo cair no chão. alguma coisa diferente aconteceu! "isso não conta?!" desviou os olhos para o funcionário e então apontou para a garrafa derrubada, veemente. mas acabou deixando os ombros caírem mais uma vez com a negativa que recebeu. "acho que é a sua vez." ofereceu sua argola restante. não queria que ela gastasse dinheiro consigo.
✧ ˚ · . Por um momento, a pequena barraca de argolas pareceu se tornar um estádio em final de Super Bowl; na cabeça de Leah, agora estavam todos ali em volta torcendo pelo outro, mas ela também não quis fazer muito alarde para não desconcentrá-lo. O pequeno sorriso que apareceu em seu rosto a satisfez, um pouco de confiança já era o suficiente. No entanto, a felicidade acabou no momento em que só a garrafa foi derrubada, e o funcionário negou o prêmio. ❛ Ei, está tudo bem! Você chegou perto! ❜, apoiou a mão sobre o ombro dele e lhe ofereceu um sorriso. Não era a melhor em peep talk, mas tentava. Recebendo o espaço para arremessar a argola, concentrou-se. Ela adorava aquele jogo, e modéstia à parte, era muito boa de mira; culpa dos anos buscando formas de se defender da tia. Antes de arremessar, calculou com movimentos de vai e vem a força do pulso, e ao sentir-se confiante, lançou a argola, acertando uma das garrafas. ❛ Whoopie! ❜, comemorou com um riso, em seguida recebendo a pequena pelúcia do funcionário. ❛ Para você, jovem aprendiz. ❜, brincou com o outro, entregando-lhe o prêmio. ❛ Quem sabe você pode usar de motivação para continuar tentando e eventualmente se tornar o melhor do mundo? ❜
billy não era uma pessoa particularmente pontual, gostava de chegar da mesma forma que preferia sair - despercebido. era o que ele deveria ter feito naquela tarde, mas estava se sentindo inquieto dentro de casa, cansado de encarar as paredes enquanto esperava as horas passarem. então o rapaz chegou no meio do discurso do prefeito, ouvindo as palavras vazias do homem enquanto se espremia entre a multidão, rezando para aquele show de horrores não demorar muito tempo. seus planos de passar despercebido não deram muito certo, mas ao invés de apenas ignorar a voz, ele decidiu respondê-la. ❝ você acha que faria um trabalho melhor que ele? ❞ o tom da sua voz vinha carregado de sarcasmo enquanto ele cruzava os braços, observando as pessoas ao redor baterem palmas. a garota tinha razão, o prefeito tinha carisma suficiente para manter os outros interessados. ❝ não que eu seja um defensor dele, cruzes. só acho que outro em seu lugar faria um trabalho semelhante, por isso deixei de acreditar em políticos. ❞
✧ ˚ · . Leah voltou sua atenção diretamente para ele, não havia gostado nada da afronta. Quer dizer, não era bem uma afronta, mas ela sentira como se fosse uma. Que pergunta era aquela!? É claro que faria um trabalho melhor como prefeita! Na verdade, achava que qualquer um com um mínimo de noção social e motivação poderia fazer melhor que o atual. ❛ É claro que sim. Para começar, eu faria um discurso mais interativo e interessante, e aí você estaria prestando atenção, e não conversando comigo. ❜, deu de ombros, não tinha muito mais com o que argumentar naquele momento. Mas com seu outro ponto, completamente errado ele não estava. Realmente, era difícil acreditar em políticos hoje em dia, dado o nível do país em geral. ❛ Quem sabe nas próximas eleições a gente não faz você mudar de ideia, então? ❜, riu baixo, mexendo a cabeça em negação. ❛ Não que eu vá concorrer, era só uma brincadeira. Mas eu acredito que vá aparecer um candidato à altura. ❜, completou. ❛ De qualquer forma, melhor deixar a política de lado por hoje e aproveitar o festival, certo? ❜, ofereceu a ele um sorriso. ❛ Tem alguma atração com a qual está mais animado? ❜
a breve dramatização arrancou um sorriso discreto de elijah. havia familiaridade na forma como algumas pessoas transformavam pequenos azares da vida em presságios pessoais; ele já tinha conhecido gente demais que acreditava carregar tragédias consigo — parte delas, seus clientes. "receio que já convivi com tantas pessoas azaradas, que não consigo me assustar tão facilmente com a possibilidade de você fazer parte do grupo." o tom era gentil, como sempre, conforme observava a lanterna alheia subir em meio a tantas outras. segundos depois, voltou-se para a mulher, analisando-a com certa curiosidade. "que outras coisas, no dia de hoje, te fizeram acreditar no seu azar?"
✧ ˚ · . O comentário alheio fez com que Leah arqueasse uma das sobrancelhas. ❛ Ok, você falando assim, estou achando que é você que está me azarando. ❜, brincou, mas com um fundinho de verdade, sua curiosidade para com o outro aumentando. ❛ A gente sempre fica se culpando, mas e se a culpa for do outro? ❜, questionou, imaginando que pelo porte do homem, ele devia ser advogado ou coisa do tipo, então aquela discussão talvez o agradasse. ❛ Mas respondendo à sua pergunta, hoje em específico só isso, é durante a vida toda que as coisas vão me azarando e me complicando. ❜, deu de ombros. ❛ Mas não vou te encher com isso, de verdade. Quero ter pensamentos positivos esse final de dia. ❜, olhou para o céu, sua lanterna já perdida em meio às outras. ❛ Você não acendeu uma? ❜
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ㅤㅤ adorava o festival desde pequena; era a decoração, o clima da cidade e o sentimento de fazer parte de algo grande que a enchia de vontade de sair todos os anos e comemorar. abandonava um pouco o lado fúnebre e o costume de ficar em sua caverna para focar em algo vivo e cheio de cores. até se esforçava mais para controlar a língua e depois de alguns anos parou de caminhar com panfletos da funerária farewell para distribuir pelo festival. o fato era que até a abertura se tornava um evento incrível para hutao — isso até o ilustre prefeito decidir palestrar. ❛ te contar um segredo… tem um caixão lá na funerária que tá reservado pra esse velho deve ter uns trinta anos. ❜ murmurou baixo para leah, sem tirar os olhos do prefeito. ❛ ta quase numa situação de encontrar um caixão pro caixão. ❜ a pergunta lhe pegou de surpresa. hutao não era uma pessoa politizada. as pessoas morriam, independente de quem seria prefeito ou não. não a impediu de refletir, a cabeça tombando para o lado. ❛ mas o que há de inovador em westbridge? algumas pessoas daqui parecem se prender em costumes. ❜ de fato não se lembrava de feitos do prefeito, mas há quanto tempo ele estava ali sem que a cidade colapsar? era confortável para todos manterem alguém assim? ❛ qual nome seria bom pra ocupar esse cargo? ❜
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✧ ˚ · . Os olhos de Leah se arregalaram por um momento, mas em seguida, deixou-se relaxar e riu. Gostara da atitude da garota. ❛ É capaz dos filhos dele irem parar no caixão antes dele... será que ele conhece alguma fonte da juventude ou coisa do tipo? Quer dizer, para manter a viracidade, não a aparência, claro... as rugas não enganam. ❜, decidiu adicionar uma nova teoria às conspirações contra o prefeito, em brincadeira, mas se divertindo ao pensar na ideia de que o homem, todos os finais de tarde, precisava tomar algo como uma poção para manter seu nível de energia o suficiente para enganar todos os moradores com suas ideias sem sal e, bom, política fraca. O questionamento sobre um novo nome para o cargo a fez pensar. Realmente, não sabia que havia alguém bom para ocupá-lo, mas novamente, decidiu divertir-se com a situação. ❛ Quem sabe você? Afinal, já está com o caixão pronto, o que pode fazer em seguida é pegar seu lugar. Faz sentido, não? ❜, riu, esperando que ela não ficasse ofendida ou coisa parecida.
Com atenção, seus olhos se voltaram à figura do prefeito - analisava com cuidado cada detalhe como se estivesse assimilando as palavras de Leah com a realidade. Katara, por fim, fez um bico e concordou, balançando a cabeça. "Se quer saber," Começou, enquanto as ideias vinham à mente, mas seu corpo virou na direção da ruiva a fim de que se condicionasse melhor com a postura diante da conversa entre ambas. "ele não participou muito das coisas. Só assinou umas aqui, outras ali... Acho que, no fim das contas, é só pra isso que ele serve: fazer anúncios públicos e assinar nome." Entendia pouco porque, embora não fosse tão alheia a política, Katara precisava ter um entendimento minimamente pleno para que conseguisse tomar a frente de algumas ações sociais. "Por exemplo, a ONG de acolhimento aos animais de rua que eu fiz tudo certinho pra ele assinar, mas não vi nem a cara dele. Na realidade, essa é a primeira vez em meses que vejo o rosto do nosso prefeito. E nem é tão bonito assim, né?!"
✧ ˚ · . Leah não pode deixar de rir com o último comentário, ela nunca tinha reparado na aparência do prefeito; de verdade, não se importava nem um pouco, sua maior preocupação eram as palavras que saíam de sua boca e o que fazia pela cidade, mas não pode deixar de assentir. ❛ Realmente... não acho que ele seja motivo de fantasias de algumas senhoras por aí. ❜, riu outra vez, feliz por algo a distraí-la dos pensamentos pais profundos, voltando a fazê-la lembrar que, pelo menos hoje, no dia do festival, ela podia deixar o lado detetive de lado e só aproveitar. Curiosa sobre o outro ponto trazido por ela, voltou sua atenção por completo para a garota. ❛ E como vai a ONG? Eu admiro trabalhos assim, acho que não conseguiria fazê-lo... mas eu sempre quis adotar um cachorrinho. Só preciso arranjar um lugar próprio para mim antes. ❜, a Blake tinha medo de levar um animal para a mesma casa de sua tia, as chances da mulher perder a cabeça e fazer um churrasquinho eram enormes, então ali estava mais um motivo para sair da casa o quanto antes.
Desde que se mudou para Westbridge e descobriu sobre os eventos principais da cidade, Belly seria uma das primeiras pessoas a aparecer na abertura. Isso a fazia recordar sobre os momentos felizes que tinha passado durante a infância quando ela e seus pais iam para os festivais nas cidades vizinhas. A parte mais empolgante para Belly era poder competir em cada barraca de jogo. Era uma competidora bem determinada. Então, caso precisasse esperar por um longo discurso para poder começar a se divertir, Belly faria isso sem nenhum problema… Mas parecia que esse estava demorando demais. Ela olhou para o relógio simples em seu pulso esquerdo para ver que horas eram, quando escutou o comentário de outra pessoa, atraindo a sua atenção: — Você acredita se ele fala com sinceridade? Quer dizer, eu não me importo, mas só queria que ele acelerasse, na verdade… Hum, não sei, acho que você teria mais conhecimento do que eu sobre isso. Não estou há muito tempo por aqui, então, não faço a mínima ideia. — A garota deu de ombros.
✧ ˚ · . A garota arrancou um riso sincero de Leah, que mexeu a cabeça em negação. ❛ Ele com certeza não está falando a verdade, na verdade, tenho a impressão de que é o mesmo discurso todo ano, o povo só parece ter amnésia. ❜, deu de ombros, entendo que aquele assunto sobre política não era a praia da outra, então não havia sentido alongar a conversa seguindo aquele rumo. ❛ Você sabe que assistir o discurso não é obrigatório, né? ❜, arqueou uma das sobrancelhas, obtendo a reposta assim que a outra comentou que era nova na cidade. ❛ Bom, aqui está sua resposta. ❜, cansada de ouvir as palavras também, Leah segurou a mão da mais nova, a puxando para fora da multidão. ❛ Infelizmente as barraquinhas só abrem quando ele acaba, mas... ❜, deixou os olhos seguirem pelos espaços abertos até encontrar seu alvo, apontando para a barraquinha de sorvete. ❛ O que acha de algo para gelar a mente antes de começar? ❜
assistir ao prefeito acaba sendo quase como ser obrigado a ir às aulas chatas de latim que tinha no ensino médio e que, apesar dos mais descomunais esforços da parte de noah, era como se estivesse vendo o homem mexer a boca, mas não conseguia ouvir uma palavra sequer que ele dizia de tanto… tédio. não se tratava de nada interessante, nada que mudaria sua vida… ah, “ será que a gente consegue vaiar ‘pra ele acabar com isso logo e entrar a banda? eu quero música! ” seu protesto é quase silencioso, um grito sussurrado apenas para indicar a sua revolta! “ curioso? acho que ele só é bom de propina… todo político é, né? a família dele é tradicional na cidade? não lembro se sei dessa parte, mas se for… ‘tá meio que explicado. as pessoas se apegam muito à tradição às vezes. ” os ombros se elevam de maneira desdenhosa, não à conversa que engaja, apenas às suas palavras, como se suspeitar de corrupção da parte do prefeito fosse a pauta mais comum de uma terça-feira qualquer.
✧ ˚ · . Leah não fazia questão de outra banda. Quer dizer, não a leve a mal, adorava música, mas das atrações do festival, ouvir bandas era a que menos lhe chamava a atenção; estava ali para estudar as pessoas, ouvir fofocas de potenciais crimes, observar os looks para falar sobre isso em um episódio de seu podcast e, o mais importante de todos, treinar sua mira na barraca de arremesso de latas. O comentário sobre a propina e a família Lewis a fez assentir. Ainda não tinha tirado tempo para estudar mais a fundo sobre as origens deles, mas ela sabia que algo de sujo existia. ❛ Se fosse só pela tradicionalidade, minha tia poderia ser prefeita também. ❜, deu de ombros. A tia não usava o sobrenome Blake, e sim de seu falecido assassinado marido, então era conhecida. ❛ Eu acho que tem mais coisa aí, mas enfim... hoje não é dia de resolver isso. ❜, riu baixo, virando sua atenção completamente para o outro. ❛ Que bandas estão programadas para hoje? Eu não tenho nem ideia. ❜, tentou puxar assunto, lembrando aquilo ser o interesse dele, e então, estendeu a mão. ❛ Sou Leah, à propósito.❜
⠀ ㅤ⠀ haley já não estava mais prestando tanta atenção assim no discurso do prefeito. ela já tinha feito o que precisava fazer naquele 'trabalho/hobbie' que havia arrumado e agora estava apenas morrendo de tanto tédio, os olhos parecendo momentaneamente desfocados, prestando mais atenção no palco do que em outra coisa. o comentário da moça ao lado dela não a fez voltar totalmente para a realidade, mas para algo próximo, pelo menos. ⠀ ㅤ⠀ ❛ pra mim ele fica reutilizando os discursos anteriores, só muda as palavras. ❜ resmungou com toda a sabedoria que conseguia pensar naquele momento, mesmo que não tivesse tanta certeza do que falava, visto que haley não era muito de memorizar discursos. ⠀ ㅤ⠀ ❛ ai, ele ganha tudo por convivência, né? é mais fácil já colocar no poder quem tá lá. ❜ ela prosseguiu com o comentário, se virando um pouco, preparadissima para falar mal de quem quer que fosse. ⠀ ㅤ⠀ ❛ mas dizem que ele manipula tudo, porquê não dá o braço à torcer pra ninguém. lá no jornal até falam que ele não quer apoiar ninguém e sim ser apoiado. um egoista tirano, se você quiser saber minha opinião. ❜
✧ ˚ · . Ao reconhecer a voz de Haley, Leah não pode deixar de sorrir. Sempre que deixava seus pensamentos falarem em voz alta, era um oito ou oitenta; encontrava alguém que concordava com ela e desenvolviam uma conversa, ou encontrava alguém que descordava completamente, e por mais que tentasse manter uma conversa civilizadada, muitas vezes precisava sair para acabar não indo para cima do outro. ❛ Sim... no escritório dos podcasters temos opiniões dividias. Quer dizer, o Westbrigde PodNews óbviamente adora o cara, e só sabe falar das ótimas coisas que ele faz, mas eu? Estou louca para linkar ele a algum crime, ele não pode ser esse completo santo. ❜, deu de ombros, não era exatamente contra Lewis seu ódio, mas sim contra os políticos perfeitos, sabendo que por trás deles havia muito jogo sujo, e possivelmente alguns crimes. ❛ Mas acho que infelizmente não há muito que possamos fazer além de dar nossas opiniões, não é? Olhe em volta... ❜, ela apontou para a multidão que agora se dispersava para aproveitar as atrações do festival, pós discurso acabado. ❛ Ninguém parece estar incomodado, e provavelmente votariam nele de novo. ❜