Se você quer mesmo construir um negócio de sucesso, deve se planejar para investir a quantidade necessária de tempo e dinheiro em estratégias de marketing eficazes.
E como saber isso? Estudando, e muito!
Infelizmente, quando você ainda não tirou suas ideias do papel, empreender pode parecer um enigma difícil de entender. Principalmente se você conhece pouco de marketing, publicidade, design e administração.
Mas calma aí que a Vindi está aqui para ajudar.
Se você sabe da importância do marketing para seu negócio, mas não está certo por onde começar, acompanhe estas dicas de leitura.
Boa Leitura!
1- "Dobre Seus Lucros"
Nesta obra, o autor mostra que é possível dobrar seus lucros e cortar custos sem ter que sacrificar o valor da sua empresa. Por meio de análises de mais de 100 empresas norte-americanas, ele ensina como reduzir os desperdícios, aumentar a produtividade e motivar seus vendedores.
“Dobre Seus Lucros”, Bob Fifer (Editora Agir, a partir de R$ 24,90).
2- “O Empreendedor Viável - Uma Mentoria para Empresas na Era da Cultura Startup"
Por que algumas empresas falham e outras conseguem ter sucesso? Neste livro, os autores mostram que há um conjunto de variáveis que definem o sucesso de uma startup. O principal é a paixão que o empreendedor tem pelo negócio, mas outros fatores como equipe e mentores também são essenciais.
“O Empreendedor Viável - Uma Mentoria para Empresas na Era da Cultura Startup”, de André Telles e Carlos Matos (Editora Leya, a partir de R$ 24,90).
3- “Startup Weekend”
Como levar uma empresa do conceito à criação em 54 horas é o tema deste livro, escrito pelos codiretores do evento que acontece em vários países do mundo, Startup Weekend. O livro reúne algumas das melhores práticas e lições que foram extraídas desses eventos, nos quais empreendedores se reúnem para por suas ideias em prática e trocar informações.
“ Startup Weekend”, de Marc Nager, Clint Nelsen e Franck Nouyrigat (Editora Alta Books - a partir de R$ 49,90).
4- Startup: manual do empreendedor
“Vá para a rua”. Os autores defendem a tese de que uma boa ideia sem execução não leva a lugar nenhum. Por isso, apresentam, em um guia bastante completo, o passo a passo para começar um negócio e ser bem-sucedido. Temas como desenvolvimento de clientes, modelo de negócio, teste de hipóteses, vendas, produto e posicionamento são abordados no livro, que também inclui um glossário com os principais termos do mundo do empreendedorismo.
“Startup: manual do empreendedor“, de Steve Blank e Bob Dorf ( Editora AltaBooks. A partir de R$ 76,41 ).
5- A Arte do Começo
O que é necessário para colocar uma ideia em prática? Neste livro, o ex-executivo da Apple ensina, entre outras coisas, como contratar as pessoas certas e como definir seu posicionamento para construir uma marca.
“A Arte do Começo”, de Guy Kawasaki (editora Best Seller. A partir de R$ 35,00)
6- Abundância: O Futuro é Melhor do Que Você Imagina
A obra é um inventário de iniciativas para solucionar problemas do mundo que vão desde a questão da água na África até a mobilidade nas metrópoles com o uso da ciência e da tecnologia.
“Abundância: O Futuro é Melhor do Que Você Imagina ”, de Peter Diamantis e Steven Kotler (editora HSM. A partir de R$ 33,00)
7- Estratégia Focada no Lucro
Esgotado em português, o título é encontrado em sebos e bibliotecas do país; "o livro mostra de modo exemplificado e pragmático estratégias de valor para seu negócio" .
“Estratégia Focada no Lucro”, de Adrian Slywotzky (editora Campus.)
E aí. O que você achou das nossas dicas? Não se esqueça de compartilhar com seus amigos.
Que tal pensar em estratégias de marketing digital? Vamos fazer juntos? Acesse: http://vindi2i.com.br/vindi_digital.html
Um abraço!
Diego Santos - Marketing Digital
http://vindi2i.com.br
Redes Sociais para pequenas empresas: Segredos revelados
Redes sociais para empresas pequenas empresas e startups não são apenas uma ferramenta para se medir o “engajamento” da marca. Vai muito além do serviço custoso e automático de postar conteúdo e esperar sua repercussão.
A gestão de mídias sociais para PME envolve anúncios bem elaborados, gerência de reputação da marca e atendimento ao cliente também.
O pessoal do Social Media Strategies Summit fez um artigo incrível sobre 5 áreas que sua empresa poderia focar nas redes sociais, além de umas dicas de ferramentas ( algumas fora da nossa realidade prática). Fiz uma adaptação do que foi dito por lá, vamos dar uma olhada...
1) Sobre o buzz (murmurinho) nas redes sociais
Acompanhar o que dizem sobre sua empresa, concorrência e outros tópicos de interesse do seu produto/serviço é o primeiro passo para manter-se vivo na comunicação digital. As ferramentas recomendadas para isso são :
Meltwater Buzz
Social Mention
O Social Mention funciona muito bem para Twiter e youtube. Ainda estou testando o Meltwater.
2) Se você está nas redes sociais, tem que conversar
Encontrar e responder a questionamentos sobre sua marca/produto na web é uma tarefa tão importante quanto responder os e-mails que chegam do SAC na sua caixa de entrada. Não, pera…
Responder aos clientes fora da zona de conforto da sua empresa é mais importante do que qualquer coisa quando se fala em reputação online. E, é claro, existem inúmeras ferramentas que auxiliam essa tarefa. O pessoal do Social Media Strategies Summit recomenda as seguintes:
Argyle Social (Ainda em fase de testes com a gente ;))
Hootsuite ( talvez a ferramenta mais popular do ramo, a mais completa por um preço dentro da realidade das PME)
3) Marketing Social
Para promover campanhas e promoções nas mídias sociais, eles recomendam:
Buddy Media
Shortstack
4) Análise social
Não é possível atingir sucesso de algo que não esteja sendo medido. Mensurar e analisar os resultados dos esforços em mídias sociais é parte importante do processo de marketing digital. Para tal, a recomendação é fazer uso das ferramentas a seguir:
Simply Measured
Sprout social (bonita, fácil de usar e abrange quase todos os maiores sites de redes sociais. Essa eu recomendo pessoalmente.)
5) Influenciadores nas redes sociais
Saber quem são os formadores de opinião que mais exercem influência na sua área de atuação é peça chave para manter uma boa comunicação digital. Para esse esforço, eles recomendam o KLOUT e o GroupHigh.
E aí, curtiu as dicas? Que tal começar a testar as ferramentas você mesmo? Se você precisar de ajuda para começar a trabalharsua presença digital, faça-nos uma visita.
Um abraço!
Diego Santos - Marketing Digital
http://vindi2i.com.br
Hoje recebi um e-mail de um amigo e parceiro aqui da Vindi que leu o artigo "Seu negócio precisa de uma Estratégia de Mídia Social?" e fazia a seguinte pergunta:
O que é melhor para minha empresa pequena: site ou página no Facebook?
Bom, eu já respondi a ele, mas resolvi criar um post aqui no blog para levantar as vantagens de cada um. Bora lá:
Vantagens de ter uma página no Facebook
1- Tem gente, muita gente
Que tal participar de uma comunidade com mais de 1.4 BILHÃO de pessoas?
A rede social de Mark Zuckerberg é praticamente um continente inteiro, melhor dizendo, é um mundo à parte onde as pessoas postam fotos de gatinho, entram em comunidades, assistem a vídeos e compram...
2- E eles passam HORAS aqui
O Brasileiro passa mais de 12 horas ao mês conectado no Facebook. Que tal aproveitar que ele está curtindo tudo e mostrar o quanto você é legal e tem o que ele precisa?
Mas atenção, recomendo que leia este artigo: Como sua marca não deve usar o Facebook
3- Você sabe com quem está falando
Assim como em sites quem possuem o código do Google Analytics, é possível medir sua audiência e saber exatamente que tipo de público vem até você. Com destaque para os dados qualitativos, como sexo, idade e horário em que seus fãs estão online.
E que tal poder criar anúncios que alcancem apenas mulheres, de Belém do Pará, que tenham pós-graduação? Está pouco para ti? E que tal segmentar seu post só para quem torce para o Remo ou Paysandu, lê a Veja ou tenha visitado seu site nos últimos 7 dias? Bem-vindo ao Facebook.
Vantagens de ter um site
1- Seu mundo, suas regras
Nada de ficar preso ao layout de um site externo. Com seu próprio site você pode dar destaque ao que quiser.
2- Conteúdo de dar inveja
Já pensou em ter uma publicação que não se perca na linha do tempo, sem limites de caracteres, com vídeo, galeria de fotos e vários links, direcionando o internauta para onde você quiser, de acordo com sua estratégia?
Algo assim já existe, você pode ter uma Landing page, um hotsite ou página simples em seu site. Aqui a sua criatividade é o limite.
3- O tempo que você quiser
Pode parecer loucura, mas e se o Facebook tiver o mesmo destino do Orkut?
Não há duvida sobre o sucesso da rede social mais famosa do mundo, mas você quer mesmo deixar seus fãs, seus dados de crescimento sob o domínio de outro site? Pense nisso.
Minha opinião: FAÇA OS DOIS, comece com um site, bem estruturado, com todas as informações que você considere relevante. Crie páginas de destino para captar seus contatos ou finalizar suas vendas e não se esqueça dos botões de compartilhamento em redes sociais; deixe que seu público espalhe seu conteúdo por você.
Com o seu "quartel general" pronto, é hora de criar relacionamento e humanizar sua marca. Use as redes sociais para mostrar que atrás de um logotipo existe uma pessoa legal e que você tem muito a oferecer.
E você, tem alguma dica ou sugestão a fazer? Comente aí e vamos seguir conversando.
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - http://vindi2i.com.br
O dia do maior investidor anjo da sua vida está chegando e vou aproveitar para dar uma dica que serve tanto para você dar de presente quanto para você mesmo ler e mudar a sua forma de ver as coisas.
Pai Rico Pai pobre
Pai Rico, Pai Pobre Conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike.
Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre.
O pai rico, na verdade é pai de seu amigo, e o pai pobre é seu pai de fato. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras.
Um ponto que merece destaque sobre eles é que os dois acreditam na Educação, mas com visões diferentes. Tem duas frases, uma de cada pai, claro, que achei legal destacar:
"O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal"
e a outra é...
"A falta de dinheiro é a raiz de todo o mal".
Sem falar nas recomendações que cada pai dava; um dizia...
"Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa"
Já o outro...
"Estude arduamente para comprar uma empresa".
O livro é rico em exemplos e lições de fazer qualquer um despertar seu lado empreendedor, sem perder a vontade de se manter atualizado; seja através de estudos ou de experiências vividas diariamente, no melhor estilo erro aprendizagem.
No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade, investimento, conhecimento da lei e entendimento dos mercados.
Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. (você concorda? Comente aí)
E é melhor parar por aqui, para que você não tome mais spoilers, né? Curtiu? Eu comprei o meu por aqui. ( Não é jabá, adoraria que fosse \o/ ).
E aí, você tem alguma outra dica legal de livro para o Dia dos Pais? Comente aí e compartilhe com seus amigos.
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - http://vindi2i.com.br
Uma campanha de marketing em redes sociais pode ir mais longe do que você imagina. Com a possibilidade de se tornar um viral instantaneamente ela não só te ajuda a vender como faz isso de uma forma barata e muito simples de mensurar.
Antes de por a mão na massa, aprenda a preparar o bolo
O que diferencia uma boa ação de vendas em redes sociais de uma ruim é como ela é desenvolvida. Estabelecer quais métricas serão definidas, quais redes e quanto será investido em promoção são itens básicos para se começar a pensar em como você irá vender pelas redes sociais.
Bom, daqui para frente vou pressupor que você já definiu suas métricas e quais canais irá começar sua campanha de vendas.
Aperte o cinto e coloque o capacete que vou revelar dicas que poucos empreendedores têm tomado conhecimento ATÉ AGORA!
1- Foca no mobile
Vai usar Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, etc? Certifique-se de que seus posts estejam otimizados para mobile; a preocupação com quem navega na internet por celular deve ser cada vez mais importante. Afinal, ainda há muita gente sem computador, mas sem smartphone está mais raro, conforme você pode conferir aqui .
2- Entre na conversa com o Twitter
No Twitter, certifique-se de que você é capaz de manter-se em discussões e responder a mensagens relacionadas com a sua área tempo real. E nada de indiretas ou desabafo, pelamor, viu?
Crie conversas, e retuite regularmente. Para cada tweet que você publicar, deve haver pelo menos três tweets que vêm de outras fontes, tais como os que citam ou links para artigos de tendências, boas citações ou estatísticas interessantes. Comunique-se com prospects e clientes, comente sobre temas “quentes” ou mesmo compartilhe alguns mais engraçadinhos sobre o dia a dia do seu trabalho e sua equipe.
3- Não seja como este cara
As redes sociais são canais em que as empresas podem aproveitar aquele momento que o cliente está curtindo as fotos do amigo, postando o vídeo da balada de sexta e lendo aquele textão do pai sobre a política atual para tentar se aproximar de forma sensível.
É por isso que muitos perfis de empresas apelam para o lado emocional, postando desde fotos de gatinhos fofos dando bom dia até o clássico “Se você acredita em Deus, curta”.
O problema, para quem trabalha no varejo, é que likes não gera vendas, certo?
Você precisa vender seu produto/serviço, e acredite: empurrar goela abaixo com uma foto do serviço+preço em letras garrafais em vermelho, não é a melhor opção. Pois caso você dê o azar do internauta/prospec não comprar e ele clicar em “Não quero ver mais isso” em seu post, dê adeus a qualquer forma de atingi-lo novamente de forma orgânica (sem anúncios).
Procure estudar o perfil dos membros do seu canal (seguidores, fãs etc.) e tente ver onde seu produto ou serviço pode ajudá-lo. Seja gentil e sempre mostre que você pode ajudar, e não que ele DEVE comprar. Viu a diferença?
4- Ganhe credibilidade na internet
Desenvolva sua marca através da criação de confiança, ampliando seu alcance, com geração de leads e aumento de seguidores.
Lindo, maravilhoso, mas como eu faço isso Diego?
Se fosse fácil, estava todo mundo fazendo.
Comece sendo honesto; errou? Assuma o erro e peça desculpas. Alguém te criticou? Não bloqueie a pessoa ou ignore, procure conversar em reservado com ela para saber qual o real motivo da insatisfação.
Produza conteúdo original e mostre a real identidade da sua marca. Se possível, publique fotos e vídeos de bastidores do seu trabalho, quanto mais humano e menos robótico seus perfis digitais forem mais as pessoas vão se identificar com você/sua marca.
Depois crie listas de e-mails, onde você irá conversar de forma mais pessoal e profunda com seus clientes.
5 -Investimento é a rainha
Se o conteúdo é rei, então deve haver uma rainha.
Quando você pensa em usar as redes sociais para ganhar dinheiro, a primeira frase que os criadores dos principais sites pensam é:
“Eu posso até te ajudar, aliás, eu vou te ajudar! Eu quero te ajudar! Mas agora você tem que me ajudar a te ajudar ” (Tropa de Elite - 2007).
Como eu falei no tópico anterior, você precisa de alcance e cada vez mais de membros em suas redes para obter atenção, e para isso ocorra você deve ter em mente que precisa investir em anúncios.
Procure patrocinar suas publicações, criar anúncios para ganhar fãs e também use os tipos de anúncios do Facebook com Pixel de conversão, que nada mais é do que um “espião” invisível na tela do seu anúncio. Quando o consumidor clica na publicidade, ele é direcionado para uma página externa ao Facebook, onde também está esse pixel.
Também é possível fazer anúncios específicos para quem visitou seu site com esse “espião”.
Espero que essas dicas tenham te ajudado. Se precisar de mais, estamos aqui para ajudar.
Compartilhe com seus amigos e deixe seu recado nos comentários.
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Talvez você tenha sonhado desde a infância que um dia iria inventar algo impressionante e iniciar sua própria empresa.
Ou ainda tenha aprendido sozinho a programar e, com uma pitada de administração, achava que iria ser o próximo Mark Zuckerberg e criar algo tão grandioso como o Facebook, por exemplo.
Ou quem sabe você é um sonhador, preso em um trabalho fixo, com carteira assinada e vale-refeição, mas agora pintou a chance de começar esse negócio que você sempre imaginou.
Eu conheço você, já te vi por aí. Aliás, eu sou você. Nós somos empreendedores.
Confesso que minha experiência como empreendedor está no começo, mas como diria Isaac Newton: “Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes”.
Gigantes acadêmicos, gigantes de mercado, parceiros do dia-a-dia e até um vendedor de balas na frente da faculdade já me deu boas lições empreendedoras (Essa história é boa, mas fica para um próximo post).
Hoje trago algumas coisas que aprendi lendo, perguntando a especialistas e errando nesta jornada empreendedora:
Aceite que você terá riscos pela frente
Uma das partes mais emocionantes de ser um empreendedor é a emoção e a alegria que você recebe de ver se algo funcionando. É matar um leão por dia. Sério!
Anote TUDO
A mente de um empreendedor é uma máquina de ideias, desde as mais simples até as mais complexas. E você, assim espero, terá MILHÕES delas diariamente. Aqui você tem duas opções: ou usa um app como o Evernote, ou usa o bom e velho caderninho. Mas em ambos os casos use-os SEMPRE. Anote qualquer ideia que venha pela sua mente.
Esteja aberto a conselhos
Ouvir os conselhos certos é algo muito valioso para o seu negócio e sua vida. Não seja um sem noção, ouça o que seus amigos e parceiros tem a lhe dizer.
Mas nem sempre
Não ouça todos os conselhos. Aprenda a confiar em sua voz interior também (estou considerando o fato de que você não é esquizofrênico ou fanático religioso).
Trabalhe com pessoas que você gosta
Isso é importante. Se você não gosta das pessoas com quem trabalha, você nunca será capaz de maximizar as suas oportunidades e prosperar.
Desconecte um pouco
Aprender a desconectar é tão importante quanto trabalhar duro. Seu cérebro precisa de descanso. Desligar pode dar o seu cérebro a reposição necessária que precisa para ajudar a resolver os problemas.
Esta pode ser a mais valiosa lição; Facebook é uma “praga” na vida do empreendedor (estou considerando que você não vende nada pelas redes sociais)
Trabalhe seu marketing pessoal
Não importa o que você faz, é importante ter uma marca pessoal forte. Cuide da sua imagem. Nada de fotos de desenho, de óculos ou sem camisa nos seus perfis.
Tente também não entrar ou começar debates “importantíssimos” sobre a derrota do Clube do Remo ou a festa de solteiro do seu primo.
Lembre-se que TODOS podem ver o que você escreve, comenta e curte. Inclusive seus clientes e prospecs.
Pratique exercícios regularmente
Essa eu aprendi na marra mesmo. Costumava acordar cedo e primeiro abrir o notebook, depois fazer um café. Ir deitar na cama com o tablet no peito, vendo se perdi algum e-mail e checando as tarefas para o dia seguinte.
Lógico que ganhei uma bela barriga em consequência desse ritmo. Sem contar com o estresse.
Passei a correr aqui mesmo no quarteirão, comecei com 20 minutos e já estou indo para 30 minutos de um mix de corrida com caminhada. Não quero voltar a ser o atleta que fui com 17 anos, a ideia é só não infartar com menos de 40.
Passei a perceber que meu foco melhorou muito, sem contar o estresse, que deu uma diminuída considerável.
Tente se dedicar ao seu corpo pelo menos 3x na semana e compare os resultados antes e depois. Vale a pena, viu?
Aprenda algo novo TODOS OS DIAS
Essa pode até parecer meio clichê, mas é super válida. Nem que seja algo bobo, mas tente ler algo novo, ver um tutorial no youtube sobre algo da sua área de atuação (ou não).
Vale lembrar que se não fosse o Steve Jobs fazer um curso livre de caligrafia, a gigante da maçã talvez não tivesse ido muito longe, pois um dos principais diferenciais do sistema operacional da Apple é seu teclado de fácil escrita e aprendizado.
NUNCA DESISTA
Escrevi 100% em caixa alta o ultimo item da lista para ver se você pega o espírito da coisa.
Se você é um empreendedor, seja um empreendedor. Não ouça os pessimistas. Se você falhar com uma ideia, comece outra.
Como vimos naquele vídeo do Rocky, o mundo não é um mar de rosas e o importante é o quando você sabe apanhar e se manter de pé.
Você é um empreendedor, lembre-se disso.
E você, quais conselhos tem para dar? Diz aí nos comentários.
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Sim, sim. Eu sei que o filme não é tão novo assim. Mas estava eu zapiando a TV e decidi rever Gigantes de Aço. E adivinha? Acabei tomando umas lições bem legais de empreendedorismo. Vem comigo que eu explico.
Bom, para começar vamos falar um pouco sobre o filme. Não preciso dizer que vai ter muito spoiler, não é? Afinal vamos selecionar as lições de empreendedorismo DO FILME.
Em um futuro, aparentemente não muito distante, MMA, boxe e afins não são mais travadas entre seres humanos e sim através de robôs enormes. Aí entra o nosso eterno Wolverine (Hugh Jackman), que aqui faz Charlie, um ex-boxeador falido, que se vira com máquinas obsoletas e, quase sempre, perdedoras.
Logo no começo já temos a primeira lição empreendedora:
1 - Saiba avaliar seus riscos
Logan, não pera...Charlie tem o terrível hábito de se meter em QUALQUER chance de lucro, sem avaliar o que ele pode perder. Na cena de apresentação do personagem, vemos ele perder uma luta/aposta de seu robô contra um touro. ¯\_(ツ)_/¯ .
O problema aqui não é perder a aposta, é perder um dinheiro que você NÃO TEM.
Voltando a história...
Após esse primeiro momento, surge seu filho, Max.
Charlie nunca teve o menor contato com ele, mas recebe uma gorda "recompensa" para passar um tempo com Max e depois entregar a guarda para os tios maternos do garoto.
Só que o guri é malandro, ligeiro, safo e aos poucos vai conquistando o coração do lutador. Para completar, o menino é uma fera nos vídeo games e é aqui que temos a segunda lição:
2- Conheça suas ferramentas e campo de batalha.
Com a grana da recompensa, Charlie compra um robô que ele achava que conhecia bem. Com a ajuda de Max, eles configuram o robô para obedecer a comandos de voz. Empolgado, Charlie leva o robô para disputar lutas clandestinas, uma espécie de rinha de robôs.
Charlie perde a luta, o robô e vê seu investimento ir para o ralo. O que aprendemos com isso, crianças? Peço a palavra a Sun Tzu:
“Quem conhece a si mesmo e conhece o inimigo, pode garantir a vitória; quem conhece o tempo e o terreno, a alcançará de modo absoluto.“.
Charlie não conhecia patavinas. O robô era ótimo, mas tinha um a série de golpes que ele desconhecia. Fora isso, ele também desconhecia o ponto fraco do oponente.
Mas vamos para a mais linda, poética e significativa lição que aprendi assistindo Gigantes de aço.
3- Desistir JAMAIS
Uma das características mais exigidas de um empreendedor, assim como de um lutador, é a persistência.
Nunca ouvi falar de alguém que empreendeu com sucesso sem ter mantido a perseverança mesmo quando tudo parecia perdido. Sem dúvidas, a capacidade de aguentar um pouco mais pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso.
E isso, Charlie e seu robô tinham de sobra. A capacidade de aguentar pancadas da vida/luta e continuar de pé.
Não importa qual for a sua luta, aguente firme, estude o cenário, fraquezas e virtudes do seu negócios, e calcule bem o que você tem a ganhar e perder em seu empreendimento antes de sair metendo a cara em qualquer oportunidade por aí.
Viu como é possível aprender até em filmes de ação?
Pronto para a luta? Vamos fazer juntos?
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
A anatomia de um empreendedor de sucesso (infográfico)
Aqui está como um empreendedor de sucesso parece, em números.
Você já conheceu alguém que parece ter nascido para ser empreendedor?
Bom, eu já. E olha que não estou falando de dom, carma ou reencarnação. Mas se você olhar bem de perto, existem alguns pontos que empreendedores bem sucedidos têm em comum.
A maioria dos empreendedores falham em sua primeira tentativa de fazer um trabalho inicial, do zero. E se houvesse alguma forma de saber se você está pronto para o sucesso como um empreendedor?
Este infográfico em inglês de StartUpBros.com estabelece os traços comuns dos empreendedores de sucesso. Olhe só
Agora, alguns destes pontos podem parecer completamente aleatórios, sem contar que há a questão da correlação versus causa a ser considerada. Mas entre os fatos realmente interessantes neste infográfico, aprendemos que:
50,1% dos empreendedores bem sucedidos têm pais com ensino superior em diante (pós graduação, mestrado...)
75% dos empreendedores de sucesso tiveram um desempenho de destaque no ensino médio. Acima de 30% da média da classe;
95,1 % tem pelo menos um diploma de bacharel;
71,5% veio da classe média americana;
60% do entrevistados não cogitam mais trabalhar para outras pessoas.
Vale lembrar que é uma pequisa feita com empreendedores dos EUA, mas se você se identifica com algum destes pontos que ressaltei, pode considerar um empreendedor em potencial.
E você, viu outra informação que vale a apena ressaltar? Comente e compartilhe.
Fonte:http://startupbros.com
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Facebook anunciou recentemente um novo algoritmo que mede a quantidade de tempo que você gasta olhando para as coisas na rede (leia aqui em inglês), portanto, esse é um bom momento para reavaliar hábitos da sua própria empresa no Facebook.
Já sabemos sobre o risco de se perder navegando no feed de notícias pessoal e como isso pode ser ruim para a produtividade, certo? Mas o que você pode não perceber são as formas que a SUA EMPRESA está desperdiçando tempo na rede.
E quando o assunto é a fanpage da sua empresa, tempo desperdiçado pode representar oportunidades de negócios perdidas.
Para evitar quaisquer obstáculos potenciais à sua produtividade no Facebook, hoje vamos falar sobre o que as pessoas que cuidam da sua fanpage NÃO devem fazer.
1- Ser um “Companheiro Pop Up“
Tentar empurrar goela abaixo o seu produto não é uma boa. Se por um lado você tem que atingir suas metas com as ações em marketing digital (mais fãs, mais leads etc.), é preciso lembrar que sua marca, no Facebook, é como um vendedor de terno em uma praia.
Só falar de você, o quanto sua empresa é legal e o quanto tal produto está barato vai afastar qualquer possibilidade de interação real ou humanização da marca.
Para evitar isso, aconselho usar o princípio de Pareto, ou regra 80/20. O que, a grosso modo, neste caso, pode ser explicado assim: a cada 10 postagens, 8 vão ser de caráter mais amplo e apenas 2 farão referencia à venda direta.
Tá Diego, mas como assim não ser um “Companheiro Pop Up“? Este vídeo de humor do Mundo Canibal exemplifica muito bem o que você NÃO deve fazer para tentar vender ( Mesmo que ele tenha conseguido no final, mas a imagem de chato e desagradável ficará para sempre). Assista.
2- Postar as fotos do Instagram no Facebook sem contexto
Aqui está um processo de pensamento que pode soar familiar: Instagram é uma plataforma excelente para criar belas imagens. Ele é parte do Facebook. Então, eu deveria repostar todas as minhas fotos do Instagram automaticamente na minha página do Facebook, certo?
Errado. Mesmo que isso possa parecer uma técnica de economia de tempo para deixar automaticamente a mesma atualização para várias redes, que poderia custar-lhe chegar em ambas as redes. Para começar, o perfil da sua marca no Instagram e fanpage podem (e devem) ter diferentes finalidades, por isso, o conteúdo de uma pode não encaixar bem na outra. Seu público nas redes também pode ser drasticamente diferente, então o que vinga com seus seguidores do Instagram pode não dar muito certo no Facebook. Se você deseja reutilizar uma foto, certifique-se de fornecer contexto suficiente para que ela faça sentido em todas as redes.
3- Links de vídeos de outras redes
Subir vídeos diretamente no Facebook já é um recuso conhecido por todos, certo? Se você tiver a oportunidade, faça o seguinte teste: poste um link do Youtube de um vídeo seu e horas depois (ou antes) suba o mesmo vídeo diretamente na sua fanpage.
No dia seguinte, compare o alcance de cada postagem. Tenho certeza de que, se não houver patrocínio em nenhum dos posts, o vídeo que você subiu direto terá atingido mais pessoas. Muito mais. E não é só isso!
Vídeos diretos aumentam o tempo de interação do fã com sua marca e podem ser usados como anúncios para aumentar sua base de membros no canal ou levar mais pessoas ao seu site.
Resumindo: se você “joga“ links do youtube em sua fanpage, apenas pare!
4- Entrar na briga com haters e clientes enfurecidos
Você pode ter telefone de SAC, e-mail para atender diretamente seus clientes mas sempre haverá quem ignorará esses canais e irá tentar contato direto via Facebook. Se um cliente insatisfeito fizer comentários em um post seu, responda rapidamente e chegue até eles através do inbox da própria plataforma.
Aconselho a sempre começar e terminar qualquer conversa comum só na plataforma. Nada de “envie sua reclamação para [email protected]“.
Fique longe de quaisquer comentário ou post negativo no Facebook sobre marcas concorrentes. É importante estar ciente dessas conversas, mas participar delas não é necessário, especialmente se nenhuma das alegações negativas sejam fundamentadas. Você se arrisca a fazer mais danos à sua reputação on-line se você se envolver em polêmicas da sua concorrência.
E você, tem alguma dica ou dúvida para fazer? Comenta aí, vai!
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Muitas vezes esperamos que o dia tenha mais de 24 horas, para que assim seja possível fazer todas as tarefas “programadas”. Já parou para pensar que o problema pode não ser falta de tempo?
Bem, tudo se trata de energia. Isso mesmo, não adianta você procurar tempo se no final tudo depende muito mais do seu foco, motivação e bem-estar. Sendo assim, algumas técnicas de produtividade são bem-vindas nesse momento, veja as que separamos para você:
1 - Defina o que é importante: assim, em cinco anos, 80% das coisas que você faz hoje não será qualquer coisa. Rumo aos resultados úteis.
2 – Manter uma boa noite de sono, alimentação saudável e exercícios: ajudará a triplicar seus resultados, pois aumentam o foco, motivação e energia.
3 – Use a regra dos dois minutos: se você tem algo para fazer, como responder a um e-mail ou enviar uma mensagem, e só levará dois minutos para isso, faça agora! Deixando para depois os dois se transformarão em 5 minutos ou mais.
4 – Não entre nessa do “mais cinco minutos”: essa não é a cura para procrastinação, perceba que quando adia algo para mais cinco minutos, esse algo dura muita e, pior, não flui. Portanto, defina objetivos/tarefas de acordo com o tempo que você tem disponível e que irá terminar no dia.
5 – Use e abuse da cadeia produtiva: afinal, se você quer ser bom em alguma coisa, faça-o todos os dias. Isso inclui Natal, Páscoa e Finados, sem exceções.
6 – Mude seu ambiente e dê passos pequenos: tente mudar seu local de trabalho (nem que seja à disposição do computador) sempre que possível. E tente não dar o passo maior que a perna, faça as coisas conforme suas possibilidades e uma coisa de cada vez. São conselhos mínimos, mas que podem fazer toda a diferença durante o dia.
7 – Tem uma péssima memória: uma solução para isso é ter tudo fora de sua cabeça. Isso ai, anote tudo em um caderno, ou num post it, coloque em seu aplicativo de lista de tarefas (dica: Evernote), no bloco de notas do telefone. Não me importa onde fará, apenas faça.
8 – Use aplicativos organizadores: gerenciadores de tarefas são ótimas opções para organizar seu dia, o Google Calendar pode ser uma boa opção, já que ele se integra com o Gmail.
9 – Mantenha uma rotina organizada: você precisa de disciplina, e isso significa duas coisas: planeje seu dia já no começo da manhã; e faça um pequeno registro diário todos os dias. São hábitos que lhe ajudará a: priorizar bem as coisas, descartar tarefas inúteis e fazer somente o que importa. Isso lhe poupará horas.
10 – Descanse um pouco: seu cérebro precisa de uma pausa, então, pare um pouco e faça algo relaxante. Um tempo para o descanso fará que sua energia seja renovada e aumentará sua produtividade.
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Seu negócio precisa de uma Estratégia de Mídia Social?
Você está lutando para entender o valor das redes sociais para sua empresa? E isto tem feito você desperdiçar tempo mais do que necessário de mídia social? Se você respondeu “sim” a qualquer uma destas perguntas, então você não está sozinho.
hoje, vou tentar ajudar a responder a questão sobre se o seu o seu negócio realmente precisa de uma estratégia de mídia social ou não. O objetivo é te ajudar a decidir se investir em mídia social faz sentido para sua empresa.
O que é uma estratégia de mídia social eficaz?
Eu acredito que estratégias eficazes em mídias sociais correspondem ao uso de outros sites de interação com o público e aplicações para promover sua empresa/negócio na internet, com o objetivo de:
Aumentar o alcance da marca;
Criar engajamento com o público-alvo;
Melhorar a comunicação entre empresas e consumidores;
Com base nesses objetivos, o trabalho de responder as questões iniciais deste artigo começa a ficar mais fácil.
Levando em consideração que você está ciente das suas metas e objetivos gerais de comunicação, e que você já decidiu que seu site é muito importante para o seu negócio, vamos aos fatos que serão seus divisores de águas aqui.
Você precisa estar na redes sociais e traçar uma boa estratégia para isso se:
Você quer ouvir seus clientes e prospecs;
Você quer saber se falam (e o que falam) da sua marca;
Você quer que sua empresa seja reconhecida como referência na área de atuação;
Sim, sim e sim? Então você já sabe do que precisa. Mídia Social não é mais só um meio de fazer marketing, Mídia Social mais como um extensão da sua estratégia de negócios de forma geral.
Ainda não está muito seguro para usar a mídia social? Aqui estão algumas dicas para você:
Dicas rápidas para o marketing eficaz em Social Media
Promova posts no Facebook, Twitter, Google+ e LinkedIn com atualizações curtas, atraentes, que incluem links para o post em seu blog;
Use, sempre que possível, peças de conteúdo virais ( infográficos , vídeos, memes);
Convide os clientes a seguir os perfis da sua companhia nas redes sociais e use a criatividade para fazer promoções exclusivas para os usuários que mais interagem ;
Você pode pesquisar novos clientes e prospects e incentiva-los a se engajar com a marca;
Realização de eventos on-line (por exemplo Google+ Hangouts ), onde os clientes e prospects possam conversar com os líderes da empresa;
Bom, por enquanto é só, mas temos muito o que aprofundar nesse tema. Deixe sua opinião e seu relato de caso pessoal nos comentários, vamos continuar conversando, ok?
Um abraço.
Diego Santos
Marketing Digital - Vindi http://vindi2i.com.br
Atendimento em conjunto à #SCARF , atuação em rede em prol dos #empreendedores e #empreendimento da #Amazônia #Marketing #MPE #INOVAÇÃO #PequenaEmpresa #Empreendedorismo #sonhogrande #JorgePauloLemann (em VINDI Ideias e Inovação)
10 Segredos de Grandes Comunicadores que todo Líder deve saber
Se difícil se comunicar é, um passo atrás você está.
Ser um grande líder é saber se conectar com a equipe, é inspirar essas pessoas a alcançar coisas que nem elas imaginam que são capazes. No entanto, ninguém é um grande líder se não for primeiro um bom comunicador.
E os comunicadores de sucesso possuem 10 segredos que utilizam para melhorar a mensagem e a influência sob as pessoas. Se liga aí:
1 – Conhecem seu público
Grandes comunicadores não se preocupam em parecer importantes, em mostrar seu conhecimento das coisas ou querer aumentar seu ego. Em vez disso, eles se preocupam com o que as pessoas precisam ouvir e como irá transmitir a mensagem de forma que elas o entendam.
Isso não significa que os líderes não digam o que as pessoas querem ouvir, pelo contrário, eles dizem o que é importante para elas saberem, mesmo que seja uma má notícia.
2 – São especialistas em linguagem corporal
Grandes comunicadores estão sempre de olho nas reações das pessoas quando falam, são rápidos para pegar indicações nas expressões faciais e linguagem corporal. Afinal, eles sabem que este é o único feedback que terão de algumas pessoas.
Ficar de olho nessas indicações ajudam os comunicadores a adequar sua mensagem e ajustar seu estilo de comunicação, conforme necessário.
3 - São honestos
Qualquer líder sabe que para uma comunicação seja eficaz, é preciso ser verdadeira. Sabem que as pessoas não podem ficar analisando palavra por palavra tentando separar a verdade da mentira.
Os grandes comunicadores sabem que não podem compartilhar certas informações, então, ao falar com o público falam que tudo é provisório, meia-verdade diminuem o clima de desconfiança e ansiedade. Em tempos bons e ruins, honestidade gera confiança.
4 – São autênticos
Grandes comunicadores não tentam ser alguém que não são. Grandes líderes também devem saber que quando são fieis a sua essência as pessoas tendem prestar mais atenção neles e no que tem a dizer.
5 – Falam com autoridade
Grandes comunicadores procuram não ser ambíguos, sem graça ou confusos no seu discurso. Em vez disso, eles falam diretamente como as coisas são e como eles precisam ser, dando certeza do que estão falando e com a autoridade que lhe é imposta.
6 - Falam em grupos como se tivesse falando para uma pessoa
Sabemos que líderes raramente têm o luxo de falar com uma pessoa de cada vez. Portanto, mesmo que estejam em uma mesa de conferência ou um auditório lotado, grandes líderes sabem falar para sala toda o que deveria ser falado para cada pessoa, e fazem que elas se sintam como se o líder tivesse falado diretamente para ela.
7 - Têm ouvidos (E usam!)
Quando alguém está falando, grandes comunicadores não estão pensando no futuro ou planejando como vão responder, eles ouvem com atenção e totalmente focados em compreender a perspectiva da outra pessoa.
A comunicação é uma via de mão dupla, e muitas vezes, o que escutamos é mais importante do que falamos.
8 – Assumem seus erros
Assim como os comunicadores, os grandes líderes devem usar frases como "A culpa é minha"; "Eu estava errado"; e "Eu sinto muito". E tudo com naturalidade, sem drama ou falsa humildade.
Todos cometem erros e admite-lo é uma virtude a ser preservada, não espere que alguém encontre e aponte-o. Líderes devem se responsabilizar por suas palavras e ações, mesmo quando podem “colocar debaixo do tapete”.
9 – Também precisam de um feedback (e pedem)
Os melhores comunicadores nunca assumem que a mensagem que o público ouviu é a mesma que queriam passar. Portanto, eles precisam saber se o que estão fazendo está correto e que seu trabalho está alcançando o público desejado. Tenha certeza que se sua mensagem não for passada corretamente eles não irão culpar o público, em vez disso, irão mudar e tentar novamente.
10 – São proativos
Líderes com as melhores habilidades de comunicação não perdem tempo esperando o passo dos outros. São rápidos em afastar as más notícias, tudo em tempo hábil. Além de dar instruções claras e concisas para que as pessoas não percam tempo indo na direção errada.
Observe que grandes comunicadores (Pode incluir o Mestre Yoda aí, sim ) se destacam da multidão, são honestos, são autênticos e ouvem. Eles se destacam na comunicação, porque a valorizam, e esse é o primeiro passo para se tornar um grande líder.
Curtiu as dicas? Veja o que podemos fazer por você: http://vindi2i.com.br
O Google lança um convite aos seus usuários. Será que você aceita?
Aconteceu sexta (28.05.2015) um dos maiores eventos de tecnologia do ano, o Google I/O Extended. A comunidade do Google é tão grande que limitar o evento apenas a São Francisco na Califórnia parece não ser justo. Portanto, esse ano a conferência anual ocorre simultaneamente em mais de 600 lugares do mundo.
Em Belém o evento foi organizado pelo Google Developers Group Belém, a transmissão aconteceu no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá e contou com o apoio de empresas locais. Além de discutir sobre ferramentas do Google e as principais novidades anunciadas o encontro também promove o networking entre desenvolvedores e empreendedores do setor.
E quais foram as principais novidades anunciadas pelo Google?
Primeiramente, o grande evento é montado para atrair a atenção de desenvolvedores, usuários, empreendedores e pessoas apaixonadas por tecnologia. Ao longo da apresentação é perceptível a mudança de linguagem para captar a atenção de determinado público. Sendo assim, vamos fazer um rápido resumo das novidades que mais animaram a plateia:
Google Photos: A ferramenta oferece espaço ilimitado de fotos (até 16 megapixeis) e vídeos em HD (com 1080 pixels de resolução). Além disso, a ferramenta irá identificar locais, pessoas e coisas. Sim, caros leitores, o Google não quer que você apenas armazene temporariamente suas fotos, ele quer que você guarde sua “linha do tempo” para sempre nele. E claro, as pessoas estão cada vez mais ansiosas por espaço de armazenamento das muitas fotos que tiram diariamente.
Google Now: Com o Android M esse serviço quer responder todas as suas dúvidas e de forma rápida. A nova tecnologia permite que o Google Now on Tap interprete o contexto do usuário quando estiver utilizando o smarthphone. Por exemplo: se em uma conversa de whatsapp alguém lhe convida para jantar basta acionar o Google Now que ele abrirá com informações sobre restaurantes próximos e suas respectivas localizações e contatos. Informações sobre música, filme ou comida? Você terá isso em poucos segundos a partir de um toque. Atenção, essa inteligência de leitura de “contexto” estará rodando automaticamente em todas as suas ações ao utilizar o celular.
Google Chrome, Google Maps e Youtube Offline: O sistema armazenará seus dados de navegação e se caso estiver sem internet não tem problema, poderá acessá-los novamente. No caso do Google Maps basta salvar a localização e pronto, você poderá visualizar o mapa ou ativar o serviço de voz normalmente. Essa iniciativa do Google é ótima para aquelas (muitas) pessoas que sofrem com os pacotes reduzidos de dados e precisam evitar o bloqueio antes que o dia (ou metade dele) termine.
Muitas outras novidades foram apresentadas como o Android Pay (sistema de pagamento móvel), novas funcionalidades para smartwatches como o Always on do Android Wear, e a plataforma Brillo que pretende concentrar e controlar todos os dispositivos e sistemas da sua casa.
O grande saldo da conferência é de que o Google quer fazer parte da sua vida. Ele quer controlar o sistema da sua casa, ser seu cartão de crédito, ter o álbum de fotos da sua família, estar com você offline, ficar no seu bolso/bolsa e no pulso (na cara não deu muito certo – Google Glass), responder suas dúvidas, te dar as melhores indicações e fazer as análises mais completas do fluxo de informações da sua página na web. Aliás, o Google ta de olho em cada palavra digitada por você e agora ele saberá interpretar o contexto dela.
E o que mais o Google quer? Ele quer que todo mundo tenha um celular. E uma das frases marcantes ditas na conferência é a de que o primeiro celular é também o primeiro computador de muitas pessoas. Através do Android One, o celular de entrada (baixo custo) o Google deseja ampliar a quantidade de pessoas na nova era digital. Sim, ele quer que a primeira experiência das pessoas seja com seu sistema, pois isso reduz a probabilidade de migrar para as plataformas concorrentes.
Cabe aqui a reflexão final: O Google lançou um convite para acompanhar você pelo resto da sua vida, você aceita?
Larissa Vasconcelos - Consultora da Vindi
http://vindi2i.com.br
Veja o que rolou no Maior Congresso de Varejo do mundo - Parte3
Olá, tudo bem?
Vamos retomar a nossa conversa sobre o Pós NRF? Caso não tenha lido a primeira parte, clique aqui.
Veja também a parte dois, onde falo sobre o caso da Trunk Club. Vale muito a leitura. Clique aqui.
A loja física é o novo ambiente digital.
Começo já falando deste exemplo de originalidade: a OU - Original Unverpackt, empresa europeia que só comercializa produtos alimentícios sem marcas e sem embalagens.
A proposta deles é comercializar produtos que seguem o “capitalismo do bem”, ou seja, está mais ligado a alma, ao credo, a filosofia que o consumidor tem, pois cabe as empresas deixarem um legado de benfeitorias na sociedade.
Por exemplo, um quiosque que permite que os clientes gerem a própria energia para bater o seu suco/vitamina. É bem bacana promover experiências novas, originais, pois os clientes reconhecem valor nisso.
Em suma, os jovens desse grupo querem que as empresas contem história verdadeiras e originais sobre a sua marca.
Manoel Lima também falou sobre o "Velho Futuro", ou seja, os clientes sentem saudade do antigo, pois "Eu me sinto bem, perto daquilo que eu reconheço", por exemplo lojas especializadas em vender vinil, algo que voltou atingindo um público bem específico, aquele cliente que curte escutar o som na vitrola.
Outro exemplo citado, foi baseado na análise do comportamento do consumidor, a Birchbox, que surgiu com a proposta de montar kits de amostras grátis de lançamentos de diversos produtos como maquiagem, fragrância e outros acessórios.Os empreendedores perceberam que seus clientes curtiam receber essas amostras, então pensaram, que tal oferecer um kit para que eles recebam em casa, ou venham comprar na loja? Responderam a esse tendência com êxito e estão tendo bons resultados.
Semelhante a esse empreendimento está a Bilder & de Clercq, empresa alemã que comercializa produtos alimentícios com receitas fáceis de produzir, dentro das medidas certas para que o cliente prepare em sua casa, sendo que você pode fazer a compra pelo site até as 16hs e terá a entrega garantida na sua casa até as 18:30 para produzir um prato gourmet para receber seus amigos com requinte e qualidade.
Imagine receber seus amigos e eles elogiarem o prato que você mesmo preparou?
Tal iniciativa, demonstra mais uma vez a integração do meio online com o meio físico, lembre-se os clientes querem comprar benefícios, querem bem estar, querem felicidade.
As vendas no meio físico servem para tornar as empresas mais próxima, mais amigáveis, mais funcional, pois o digital não permite uma experiência de relação com outros humanos, falta o tato, tudo isso a loja física entrega.
Um dos cases mais comentados na NRF foi o caso da loja da Rebecca Minkoff, estilista que surgiu no meio virtual e abriu uma loja física que , sinceramente, é a síntese de todo esse texto, pois ela proporciona aos seus clientes Experiência, Relacionamento, Tecnologia e Solução, veja o vídeo e entenda o porquê.
https://youtu.be/4udQ4P4E8OM
Imagina que você faz um cadastro via celular, ou via note e informa seus dados de cartão e de celular (geolocalização), ao visitar a loja da Rebecca Minkoff seus dados já são levantados e quando você clica no "espelho" ele já informa os produtos que estão de acordo com o seu estilo, você seleciona e tais produtos já vão para um provador, no qual você pode interagir com outro "espelho" e ver como a roupa fica em você no escuro, com luz baixa, etc, se você gostou, só pegar e ir embora, pois o cartão já reconhece a sua compra via RFID, sem fila, tecnológico e demonstra a interação da loja virtual com a loja física, mais um exemplo de Click & Collect.
As pessoas gostam de "ver com a mão", imagina que o processo de escolha, teste, busca e customização é uma prática que as empresas devem inserir em seu processo comercial para tangibilizar sua marca a cada momento que o seu cliente se relaciona com ela. É o que prega o Visual Merchandising , o qual busca realizar a venda que atinja o coração do cliente, 3 casos foram citados.
Projeto da Casa Balducco no aeroporto de guarulhos que visa apresentar um caráter de produtos tradicionais e artesanais, promovendo uma experiência que liga ao Velho Futuro
Projeto da Addin Viagens, que busca se relacionar de forma integral com os clientes tanto no meio digital como no meio físico, não havendo pontos de falha em todo o processo.
E por fim o caso da loja conceito da Riachuelo em plena Rua Oscar Freire em São Paulo. As pessoas querem comprar experiência e relacionamento através de produtos e serviços!!
Com esse nicho de mercado algumas empresas vem se destacando como a Dalziel+Pow a qual busca através da experiência da marca e do design de varejo promover grandes experiências no consumo, com história de marcas que atingem o coração de seus clientes.
Bem, essa foi a primeira palestra e minhas percepções. Respira fundo que tem mais!
Ah, quem quiser a apresentação do Manoel Lima, ta aqui
Até a próxima!
Paul Marcel
VINDI2i -> http://vindi2i.com.br
Veja o que rolou no Maior Congresso de Varejo do mundo - Parte2
Olá, tudo bem?
Vamos retomar a nossa conversa sobre o Pós NRF? Caso não tenha lido a primeira parte, clique aqui.
Como prometido, vamos falar do caso da Trunk Club.
Fazer compras para outra pessoa é um negócio bem íntimo. Normalmente, esse é um trabalho que envolve a comunicação face a face com os clientes, para que possam conhecê-los, descobrir o que gostam e o que não gostam e quais os tecidos e estilos mais adequados para cada cliente.
Não estes caras...
Imagine um vendedor que, de forma suave e amigável, consiga entender o seu gosto pessoal?
A empresa criou uma espécie de personal stylist virtual, que vai selecionar roupas de acordo com o teu estilo, orçamento e armário. Cabe a você apenas dar as informações sobre suas preferências e tamanhos.
Após passar estas informações ao site, será apresentado uma lista com os produtos que estão de acordo com o seu perfil, você confirma e recebe na sua casa uma caixa com os itens escolhidos online, ainda tem mais, você só paga por aqueles itens que você gostou, pois você tem 10 dias para usar. Ah, a danada da Inovação!
A empresa era exclusivamente online e agora já abriu a sua loja física, pois receber um atendimento de um consultor de moda no PDV é melhor do que um robô apontar itens complementares em um site. Gênios!
Hoje o cliente é multi target, ter uma “persona“ muito precisa pode não ser uma boa. Em muitos casos, vale mais pensar em estratégias voltadas para as “gerações“ ( Baby Boomers, X, Y, Z...). Explico:
A geração Baby Boomer
A Geração Baby Boomer surgiu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Hoje, estas pessoas estão com mais de 45 anos e se caracterizam por gostarem de um emprego fixo e estável. No trabalho seus valores estão fortemente embasados no tempo de serviço, e preferem ser reconhecidas pela sua experiência à sua capacidade de inovação.
A Geração X
Enquanto a Geração Baby Boomer se apresenta como contemporânea ao nascimento da tecnologia a Geração X surge já fazendo uso dos recursos tecnológicos promovidos por sua geração precursora. Surgida em meados da década de 60 e estendendo-se até o final dos anos 1970, essa geração vivenciou no Brasil acontecimentos como as “Diretas Já” e o fim da ditadura.
A Geração Y
Nasce então na década de 80 a Geração Y, que em pouco tempo de vida já presenciou os maiores avanços na tecnologia e diversas quebras de paradigma do mercado de trabalho.
Os perfis da Geração X e Y são bastante diferentes quando colocados em comparação os seus comportamentos. Enquanto o X prefere tranquilidade o Y quer movimento; o Y deseja inovar a qualquer custo, já o X prefere a estabilidade e o equilíbrio.
A Geração Z
Os jovens nascidos em meados dos anos noventa forma o conjunto da Geração Z. Estes ainda não estão inseridos no mercado de trabalho, mas já são motivo de reflexão por conta do seu comportamento individualista e de certa forma antissocial.
A Geração Z é contemporânea a uma realidade conectada à Internet, em que os valores familiares, como sentar-se à mesa e conversar com os pais, não são tão expressivos quanto aos contatos virtuais estabelecidos pelos jovens na Web. Formada pelos que ainda não saíram da escola e ainda não decidiram a profissão a ser exercida no futuro a Geração Z também se destaca por sua excentricidade.
Na palestra, o foco foi a Geração Y(ou Millennials). Este grupo reconhece valor em:
Funcionalidade: querem que as produtos/serviços funcionem bem e cumpram a missão, querem mais performance;
Tecnologia: querem algo que seja mais avançado, não querem soluções tradicionais, desejam soluções mais rápidas, mais interativas, logo, que envolvam mais tecnologia;
Verdade: querem que a história que a empresa conta seja verdade, por exemplo, a Whole Foods Market (http://www.wholefoodsmarket.com/) , se ela diz que no seu supermercado tem verduras e vegetais mais frescos porque são cultivados no telhado da loja, pois se o cliente quiser confirmar, isso deve existir, como de fato tem;
Originalidade: os clientes querem que os produtos sejam novos, os clientes estão saturados de mais do mesmo, querem coisa nova, por exemplo a Under Armour, a qual já superou empresas do segmento de material esportivo e hoje só está atrás da Nike no EUA, a sua apresentação é essa "Um lugar onde a inovação e a criatividade encontra o máximo de Performance ", uma proposta de valor ousada, mas que vem chamando atenção pelos seus resultados, ou seja, parece está cumprindo aquilo que promete como proposta de valor, veja a loja online (http://www.underarmour.com.br/)
"As marcas desejadas são aquelas que estão na mão de todo mundo" vide IPhone, ou seja, o Millennials não reconhecem mais valor em exclusividade, tradição, perfeição e durabilidade, por exemplo, imaginem uma mãe dando um celular para uma filha e dizendo "Minha filha, esse celular é único, ele foi feito por uma marca que tem mais de 100 anos de tradição, não tem uma falha de design e funcionamento, você vai ficar com ele por 10 anos".
A filha vai é rir O.o
E aí, está gostando? Curta, compartilhe e espalhe este post. Para o próximo, vou falar sobre outro case incrível de originalidade, o da OU - Original Unverpackt, conhece?
Até a próxima!
Paul Marcel
VINDI2i -> http://vindi2i.com.br
Veja o que rolou no Maior Congresso de Varejo do mundo
Olá amigos, tudo bem?
Participei do evento Pós-NRF (National Retail Federation) e vim compartilhar da minha experiência com vocês. Bem, o NRF é um evento que ocorre anualmente desde 1911 e normalmente acontece no mês de janeiro e em N.Y. O principal objetivo do evento é ser o MAIOR CONGRESSO DO VAREJO DO MUNDO, apresentando tendências do mercado varejista e o que está ocorrendo de inovação no segmento varejista online e offline.
Muita coisa aconteceu (e valeu a pena!), então, peço que tenham paciência e atenção, pois vou dividir as palestras em uma série de posts que vão aumentar os seus horizontes.
Palestra 01 - Manoel Alves Lima - CEO da FAL - Design Estratégico para o Varejo
O palestrante explicou a diferença entre Pesquisa (estudo que observa acertos para aplicar de imediato) e Tendência (algo que se estuda para observar o que vem dando certo e errado no mercado, mas que possui um horizonte mais distante).
Falou ainda sobre a tendência observada em 2000 que apontava o Varejo Eletrônico (e-commerce, ou lojas exclusivamente virtuais, conhecidas como "pure players") se sobrepondo ao Varejo Físico (Loja física). No entanto essa tendência não se confirmou e de lá veio a célebre frase "The Brick is the new Black", algo como o Tijolo (Loja Física) é o novo pretinho básico, ou seja, apesar da tecnologia de compra online ter avançado bastante, as Pure Players estão migrando para as lojas físicas porque os consumidores ainda buscam a loja offline.
O CEO da Levi's, Chip Bergh citou que o "varejo está mais complexo", o que significa que os clientes estão cada vez mais exigentes, pois eles estão ligados em comunidades e tem várias informações sobre diversos produtos a um custo de um click.
E cada vez mais as empresas estão se adaptando e pensando em soluções de filme de ficção científica, como a Amazon que deseja fazer delivery de seus produtos através de um Drone.
"O bicho não é tão feio assim", disse Chip para explicar que o que parecia loucura, hoje pode se transformar em realidade.
O foco das empresas deve ser na loja física, pois é lá que ocorre as relações humanas, mas cabe à elas absorverem as dinâmicas digitais para intensificar essas relações.
Outro ponto citado foi o Click & Collect. O cliente exige que as empresas se adequem, pois ele mudou o processo de compra de seus produtos, pois ele deseja:
*Comprar na internet e retirar o produto na loja;
*Ir na loja, avaliar o produto, pegar, sentir e depois comprar na internet e receber em casa o produto;
*Comprar só na internet e receber em casa;
*Que a loja o ajude a escolher os produtos de acordo com o seu perfil e disponibilizar o produto ou na loja ou entregar na casa dele;
E aí, tá conseguindo acompanhar? No próximo post vou falar do caso da Thunk Club, empresa que tem um personal stylist.
Até a próxima!
Paul Marcel
VINDI2i -> http://vindi2i.com.br