i'm all the people i've ever loved
loseness lines over time by olivia de recat, @i-wrotethisforme, Kaveh Akbar, Olivie Blake
Noah Kahan
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YOU ARE THE REASON
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Kiana Khansmith
Sweet Seals For You, Always
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Game Changer & Make Some Noise
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Lint Roller? I Barely Know Her

tannertan36

Love Begins

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@votiveblood
i'm all the people i've ever loved
loseness lines over time by olivia de recat, @i-wrotethisforme, Kaveh Akbar, Olivie Blake
Roe Deer/Capreolus capreolus/rådjur. Värmland, Sweden (3 July 2020).
im sorry im the one you love
Frida Kahlo with then girlfriend Chavela Vargas, 1945.
"Frida loved me. It's a shame I burned a letter she wrote where she said, 'I live for you and diego only. It was a beautiful love. She used to say, 'I birthed you. I had you! And I told her, 'yes, I feel your blood in mine! She gave birth to me. I admired her deeply, but I loved her more than I admired her paintings. She had her black mustache. It was thick, thick black hair. I loved seeing her eyebrows and her mustache. And she loved her mustache."
william shakespeare has been dead for 410 slutty, slutty years
Pierre-Auguste Renoir, details
On This the 100th Anniversary of the Sinking of the Titanic, We Reconsider the Buoyancy of the Human Heart by Laura Lamb Brown-Lavoie
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Some pretty pictures I found from my trip to Scotland. Castle Eileen Donan.
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Ana Božičević, from Rise in the Fall; “The Mystery of the Seagulls”
mon amour. sempre amei esse chamamento. lembro de uma tarde chuvosa quando eu era criança onde vi meu avô chamar minha avó assim, seu sotaque português tornava a pronuncia diferente mas ainda mais bonita. parecia algo que você veria em uma comédia romântica com o Ryan Gosling, foi utópico, nunca consegui esquecer.
e agora, nesta noite fria em São Paulo (onde o clima consegue ser mais inconstante que eu) me vejo ao seu lado, acariciando suas costas quentes enquanto você respira profundamente em um sono de igual profundidade. umedeço meus lábios e quase que contra minha própria vontade, digo: "mon amour". pretendia ficar só alguns minutos te vendo adormecer e ir embora... mas não consigo ir. são duas da manhã e eu ainda estou aqui: perdida entre a vontade de respeitar a sua paz e o desejo egoísta de te acordar, só para conversar, rir, transar de novo.
te desejo até enquanto você dorme. de todos os jeitos.
levanto devagar, traindo meu próprio corpo que suplica pra ficar perto de você. caminho até a janela, soltando um suspiro longo sabendo que minhas tentativas de tirar meu pensamento de você nunca funcionam e essa vez não será diferente. ainda sinto você em mim, estou vestindo sua blusa e seus chinelos grandes demais para meus pés. acho que me visto de você para não te perder nem por um segundo. ou talvez porque você me disse uma vez que eu fico perfeita assim. me sinto a própria Fabienne de Pulp Fiction perto de você. perdidamente apaixonada e inocentemente desconectada do resto do mundo, principalmente de tudo que me desola a mente se eu me deixar perceber.
me apoio na janela. a rua parece viva sob a luz fria da madrugada e a lua cheia no céu parece estar me observando. gosto de acreditar que ela está. quantas histórias iguais a nossa será que estão acontecendo hoje? jovens com medo demais de navegar por suas emoções mas prontos pra mergulhar no corpo do outro (não é como se desse pra evitar, honestamente. você me causa dilúvios e me afogo sem resistir). agradeço de qualquer forma por ela ser uma testemunha onisciente. o que sinto por você é bonito demais pra que nenhum astro saiba.
não resisto e me viro para você outra vez. sua pele me chama em silêncio; cada átomo meu responde, incendiado. descalço seus chinelos e subo de volta na cama, encaixando meu corpo no teu, buscando teu calor como se fosse ar. acaricio teu rosto, e o mundo inteiro desaparece. por ti, me torno líquida. meu corpo, minha alma, tudo em mim derrete e se espalha. sussurro contra sua pele: "te amo, mon amour."
antes de adormecer consigo escutar sua voz sonolenta sussurrar de volta. finalmente.
i can fix him final girl
my emotions are a sad friend. sometimes I need to sit with them and listen, sometimes I need to give them a warm blanket and some warm tea and just be there. sometimes I get them a bowl of ice cream and watch comforting studio ghibli films and let them sleep earlier so they feel more rested in the morning. if they act out of line, i do my best to forgive them, because I understand they’re human, they’re carrying wounds and they aren’t themselves sometimes. i don’t avoid them or tell them to go away. i tell them it’s okay and if they need someone, i’m here for them and they’re welcome here.