Japanese mum bakes awesome bread inspired by her kid’s drawings!
One Nice Bug Per Day

#extradirty
$LAYYYTER
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

oozey mess
The Bowery Presents

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pixel skylines
YOU ARE THE REASON
No title available

if i look back, i am lost
Cosimo Galluzzi

Product Placement

❣ Chile in a Photography ❣
Mike Driver
Sade Olutola

No title available
todays bird
occasionally subtle
noise dept.
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@will07132021-blog
Japanese mum bakes awesome bread inspired by her kid’s drawings!
Love those boots.
http://thekitcheners.co.uk
(via Sivka-Burka the Magic Horse, Russian folk tale illustration, Nikolai K – Soviet Postcards & Vintage Finds)
(via Sivka-Burka the Magic Horse, Russian folk tale illustration, Nikolai K – Soviet Postcards & Vintage Finds)
Exigimos das pessoas o que elas não conseguem suportar e nem o que nós mesmos conseguimos realizar. Exigimos calma dos outros, mas nós somos impacientes, irritadiços e agressivos. Pedimos tolerância, mas nós somos implacáveis, excessivamente críticos e intolerantes. Queremos que todos sejam estritamente verdadeiros, mas nós simulamos nossos comportamentos, disfarçamos nossos sentimentos. Desejamos que os outros valorizem o interior, mas somos consumidos pela estética social. Temos de reconhecer que às vezes damos excessiva atenção à estética social, ao que as pessoas pensam e falam de nós, mas não nos preocupamos com aquilo que corrói nossa alma.
Augusto Cury. (via taquigrafia)
As pessoas possuem cicatrizes. Em todos os tipos de lugares inesperados. Como mapas secretos de suas historias pessoais. Diagramas de suas velhas feridas. A maioria de nossas feridas podem sarar, deixando nada além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas feridas podemos carregar conosco a todos os lugares, e embora o corte já não esteja mais presente há muito, a dor ainda permanece. O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo…
Grey’s anatomy (via taquigrafia)
Cowhides & Road Sides
Quantos livros você largou na juventude simplesmente porque não estava com tempo, com o espírito e a paciência, com o clima necessário para cruzar a linha final? E eram criações ruins? Talvez não. Vai ver não era o momento certo. E quem vai dizer que, no futuro – ou um dia desses, na próxima década, sei lá – você não vai esbarrar com o clássico na prateleira de uma biblioteca pública e lembrar com carinho do dia em que tentou encarar a personagem e o enredo, porém, por vários motivos – que agora nem têm mais importância – você não o fez, não foi até o fim. Certos amores também são assim, eu acho.
Gabito Nunes. (via taquigrafia)
Late night experimenting with forms. #workinprogress #art #design
gybartists: Father Time wit my boi B n Pops Hernandez thanks b to @epandagram #selahsoiree
A #polerstuff tent is a wonderful thing to wake up in. Photo by @kevinxmayer! #polerstuff #campvibes @polerportland by polerstuff
É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes, nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence.
Cecília Meireles (via taquigrafia)