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vou me fazer de sonsa sobre algo que eu li…😬
tô levando umas one shots para o spirit (tem duas histórias por enquanto) e wattpad (se chama ‘coletânea nct’).
ARIANA AAAAAAA THIS IS HEAVEN
the weeknd falou que ia fazer uma música com a ari, mas parece que só foi eu apertar o botão que achei que estava entrando no céu
fui entrar nesse wattpad velho e meu deus, já li tudo, cada cantinho daquele muquifo, a humilhação é foda.
o spirit não quer devolver minha conta que eu tinha em 2013 ou 14, só me deu a de 2019… 😭(culpa deles não quererem achar a senha do meu antigo e-mail.
build a witch | irene & seulgi
summary: everyone was well aware of the witch's curse, if you were born into a magical household but held no powers, one of the infamous enemy demonesses - irene & seulgi - will come, and drag you to hell. of course, it hadn't happened until now, before you were born, so maybe, seeing you might make them change their mind.
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title: build a witch
pairing: demoness irene x banished f. reader x demoness seulgi
genre: smut. angst. fantasy. supernatural. 1600 au. fluff if you squint real hard.
warnings: 18+. lowercase intended. seulgi's palace is beauty and the beast inspired. oc has the worst family. mentions of torture. internalised homophobia for a short while. CONSENT because we stan. innocent!reader. swearing. switch!demoness!irene. dom!demoness!seulgi. sub!reader. bondage. voyuerism. kissing. smut. threesome. face sitting. fingering. cum eating. very brief choking. possessive sex. orgasm denial. corruption kink. overstimulation. forced orgasm. hair pulling. marking. teasing. cunnilingus. pussy slapping. after care.
word count: 2.2k
author's note: aaaaaahhhhhhh my first tumblr fic is finally hereee. enjoyyyyy.
isso aqui… 🥵
mudei de user, já fui:
damuswan e cupideco!
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What do you think of dancing like that, just for me?
Yunho (U-Know) × Fem.Reader
Avisos: Yunho dilf, twt, size kink (?), pet names (princesa, meu bem, amor, vida etc), oral (fem), fingering
Espero que gostem ♡
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O terno preto junto a gravata vermelha a faziam ter vários pensamentos sujos com Yunho. O Jung, porém, estava ocupado demais conversando com Siwon para perceber seus olhares sobre ele.
— Você tá' quase babando, lindona. — Amber riu da sua cara.
— Tonta. — riu junto a amiga.
Mas era verdade, você podia babar somente observando seu namorado.
— Parece que os velhos ainda fazem sucesso. — Karina se juntou a vocês.
— Coitada da menina gente. — Taeyeon disse.
Depois de mais alguns comentários sobre o jeito que você olhava seu namorado, resolveram ir para a pista de dança se divertir mais um pouco.
Amber já havia saído com uma pessoa que você se quer viu se era um homem ou uma mulher. Karina estava flertando com uma loira e Taeyeon se divertia dançando com Baekhyun. Você dançava ao som de 'Envolver', da Anitta.
Yunho lhe observava do outro lado do salão. Já nem prestava mais atenção na conversa de Siwon e Leeteuk.
— Não é verdade, Yunho? — Siwon perguntou animadamente.
— Desculpa, Siwon, não prestei atenção. — sorriu timidamente.
— Tava' olhando sua garota, não é? — Leeteuk riu.
O Jung somente riu. Mas o que ele poderia fazer? Estava linda com o vestido preto Loose Micro Costa Jersey Gown do Tom Ford. Fora o perfume Lost Cherry da mesma marca.
Ver você dançando uma música de sua cultura atiçou o mais velho, porém, ele não faria nada com você alí. Não naquele momento.
— Seu homem tá' te olhando. — Irene lhe avisou.
Quando viu que o que a mulher disse realmente era verdade, começou a dançar mais sensualmente encarando diretamente os olhos de Yunho. Queria faze-lo ir até você.
— "Se prepara, vou dançar, presta atenção." — cantou 'Vai malandra', que dominava o som do local.
Os movimentos de seus quadris estavam deixando o mais velho louco, ele pensava em você completamente nua, dançando daquele jeito para ele. Viu o maior se aproximando, passando os braços fortes por sua cintura e sussurrando no seu ouvido.
— Vamo' pra' casa, hm? — assim beijando seu pescoço.
[• • •]
— Você gostou da festa, meu amor? — acariciou sua bochecha.
— Gostei, amor. — o respondeu.
— Já que gostou... — juntou mais os corpos. — O que acha de dançar daquele jeito, só pra' mim?
— Você quer isso, Yu? — chegou pertinho dos lábios masculinos.
— Hmrum. — olhou profundamente para você.
— Senta lá na cama. — se afastou.
Vendo que o coreano fez o que foi pedido, colocou uma música qualquer, começando a retirar seu vestido no ritmo da música. Se virou em direção ao Jung, tirou seu sutiã, jogando em direção ao mais alto, o vendo sorrir cafajeste.
— Você tá' me torturando, amor... — ele lhe falou.
— Tenha calma, Senhor Jung. — sorriu, cheia de segundas intenções.
Dançava lindamente, ameaçava tirar a calcinha só para ver a ansiedade do maior, sorria ao ver o quanto o mesmo a desejava.
Ao finalmente remover a última peça de seu corpo, foi em direção a Yunho, sentando em uma das coxas bonitas.
— Você não tem noção do quanto eu quero meter em você agora, meu bem... — beijou seus lábios, desceu para o pescoço... Você já estava molinha somente com isso.
Sentiu as mãos grandes ao redor de seus seios, massageando, beliscando. Você podia gozar só com isso.
— Amor... — gemeu.
— Sim, minha linda? — beijou um dos biquinhos sensíveis.
— Me fode logo, Yuyu. — pediu chorosa. — Por favor... — rebolou no colo alheio.
— Eu vou princesa... — beijou você. — Não se preocupe, hm?
O mais alto te deitou na cama cuidadosamente, beijando seus ombros, vale dos seios, desceu para a barriga onde lambeu o percurso até sua intimidade.
— Você quer um agrado aqui? — resvalava os dedos em sua buceta.
Murmurando um "sim" para ele, o mesmo desceu os lábios para a intimidade já molhada. Introduziu dois dedos de uma vez, escutando um gemido manhoso de sua parte, passou a fazer movimentos não tão rápidos e nem tão lentos, mas suficientes para fazer você ficar manhosinha por ele.
— Você já quer gozar, meu bem? — pergunta retórica. — Eu posso sentir meu dedos apertando na sua buceta. — riu.
Resolveu juntar a boca na diversão, o que fez você levar as mãos aos cabelos escuros, puxando e acariciando ali.
— Yuyu... — gemeu arrastado.
— Goza, amor, pode gozar. — beijou seus lábios.
Atingindo seu pico de prazer, relaxou na cama, vendo o coreano deitar ao seu lado e a puxar para seu peitoral.
— Yunho, mas você...
— Eu me viro depois, princesa. — selou sua testa. — Pode dormir.
Como estava cansada, apenas escutou o mais velho, mas não tirando da cabeça a ideia de retribuir o maior.
finalmente falaram do dil-opa velhinho 😚
o money que o gary ross gastou só aqui, não tá de brincadeira
PIANIST + DOYOUNG!
— conteúdo. fingering, doyoung!softdom(?), punição, fem reader, breeding kink, smut, shortfic, conversa suja e mais…
— contagem de palavras. 1.026K
⠀ ⠀⠀⠀ ⠀ ⠀ ⠀── ♡ ──
Doyoung olhava para as pessoas em sua frente lhe dando e descia para os próprios sapatos, recebia broncas e mais broncas por não conseguir fazer o seu trabalho direito, ser professor de piano não é nada fácil, principalmente quando o espaço que ele fica não são apenas os seus alunos, como também de outras categorias, alguns dos superiores da academia de artes falavam de alunos que estavam indo péssimos nas aulas, eles envolviam um grupinho específico que não paravam de conversar e sempre eram chamados atenção, sim, você fazia parte desse grupo e para ser bem mais específico, você era quem fazia essas graças de propósito, apenas para irritar os professores. — “eu espero não se repita essa situação mais uma vez senhor!” disse o homem mais velho dali. — “não vai mais acontecer senhor, isso eu garanto!” falou olhando nos olhos do homem.
Ao sair da sala deixou Doyoung pensativo sobre tudo, ele não iria perder o seu emprego por causa de alguns alunos rebeldes ou melhor aluna, iria realmente fazer você pagar por isso, estava tão bravo com você que poderia fazer inúmeras coisas, mas já pensou em uma e essa você não vai mais esquecer. — “todos podem ir, mas a senhorita vai ficar…” falou tocando em seu braço, estava realmente pensando em ir, queria fugir do que estava por vir. — “podem ir, encontro vocês amanhã” falou para as suas amigas que esperavam você na porta, quando todas saíram Doyoung fechou a porta. — “o que tem de errado Sr. Kim?” perguntou, na cabeça do homem gritava que você estava se fazendo de sonsa, cinismo puro, mas se você sabia ser assim, ele também sabia se fazer. — “vamos apenas revisar nossa última aula, lembra, que havia prometido ficar?” você concordou se sentando em frente ao piano de cauda.
— “Está errado, tudo errado!” pela milésima vez você já não aguentava mais ter que tocar em todas as teclas corretas possíveis, estava cansada, seus dedos doíam de tanto ter que tocar ‘Franz Liszt - La Campanella’, Doyoung apenas olhava para você e pedia para tocar novamente. — “não sei o que tem de errado com você… não seria tão difícil se prestasse atenção na aula dos seus senhores garota” ele sentou ao seu lado novamente. — “você sempre começa com as brancas, sabe que está errada, as teclas pretas são as que começam, o ritmo da música é assim” os dedos do homem tocaram a primeira parte indo em um ritmo rápido até demais. — “Do-” foi interrompida. — “fique calada menina burra, eu já falei, só fale quando eu permitir!” disse bravo, sabia o que aquilo significava, o brinquedo que estava dentro de você voltou novamente a funcionar. — “se acha esperta, não é?” olhou para você que mantinha os olhos fechados. — “o que eu avisei para você?” tocou em seus ombros, que por estar com o corpo frágil seus braços se amoleceram. — “não se meta onde não deve estar e faça o seu trabalho” se referia as aulas onde você “bagunçava”. — “sempre de alguma forma tentando me irritar, alguma forma de chamar minha atenção” sussurrou em sua orelha. — “se queria tanto o meu pau, por que não pediu direito como uma garota comportada?” virou seu rosto para ele. — “abre os olhos pra mim, linda?” você abriu os olhos, que deu de cara com um rosto que continha o sorriso amável. — “realmente, como os seus pais me falou, linda, muito bonita…” acariciou suas bochechas. — “mas se torna uma estúpida, uma vadia burra, que só sabe me dar trabalho…” sentiu dentro de si o brinquedo funcionar. — “uma vagabunda, sabia que por causa de você, eu quase fui mandado embora por causa das suas amigas?” falava bravo. — “pode falar agora vadia” você finalmente conseguiu falar. — “e-eu só queria que me desse atenção dodo…” disse com o biquinho nos lábios.
Ele te puxou perto o suficiente para ficar com os olhos nele. — “quer?” você remexeu a cabeça para concordar com a fala dele. — “quero que fale… ouvir sua voz me pedindo isso…” você fez o que ele pediu. — “eu quero que acabe comigo dodo… me coma e faça tudo o que quiser…” sua feição se tornou chorosa, Doyoung gostava disso, gostava ainda mais em saber que ele causava isso em você, principalmente por que você parceria uma mimada desesperada. — “eu vou dar isso a você, se prometer não ficar mais arrumando confusões por aí” rapidamente sua postura mudou. — “eu prometo Sr. Kim, prometo” o mesmo te puxou para um beijo.
Doyoung enfiava o pau em você sem pena alguma, estava ainda com raiva, muita raiva. — “você é uma vadia mimada” deu um tapa em seu rosto, você estava sentada na mesa dele virada pra ele. — “se seus pais não te deram a sua devida educação… eu vou dar por eles, vagabunda!” bateu em suas cochas. — “dodo…” choramingava, Doyoung gostava da sua carinha chorosa. — “mais… dodo… mais” tentou tocar nos ombros dele, mas foi impedida com um tapa em sua mão. — “quem disse pra você me tocar? eu pedi?” disse isso massageando o seu clítoris, você fez um biquinho nos lábios. — “não venha com essa sua cara de vagabunda pra cima de mim, acha que eu não sei que é assim que consegue tudo que quer?” perguntou a você massageando mais rápido, estava indo devagar, enquanto isso você empurrava os quadris pra ter mais contato. — “se ajoelha, vagabunda…” você saiu de cima da mesa e fez o que ele pediu. — “abre a boca” você abriu, estava olhando para o pau que estava segundos atrás em você, Doyoung tocava no próprio pau, você apenas continuava com a boca aberta, quando viu que as veias do pau dele começaram a engrossar você fechou os olhos, ele enfiou o pau dentro da sua boca, logo te fazendo levar um susto por causa disso, após terminar ele tirou e colocou o pau dentro da cueca. — “mas dodo… eu nem gozei…” olhou para o mesmo, ele sorriu pra você concordando. — “esse é o seu castigo, achou mesmo que eu ia te dar o que tanto queria? hahaha, vadia patética…” ele pegou a sua calcinha e colocou dentro da maleta, saiu deixando você lá com os cabelos bagunçados, o rosto gozado e nua.
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nota. com um doyoung desse nem precisa de inimigo, bem curtinho mesmo, espero que tenham gostado, um beijo da maior reveluv do site :)
gente… que negócio é esse que eu tô sentindo pelo haechan…. cuidado jaehyun, seu chifre vai aumentar…
quem tem o cabelo grande cacheado (o meu bate na bunda), sabe como é horrível pra lavar, além do meu ser cheio, né?
aí hoje eu fui lavar o meu umas cinco da tarde e terminei ele de oito horas da noite em ponto, passei umas 4 horinhas lavando ele, imagina, toda semana tendo que lavar 3 ou 4 horas o cabelo?(quero me matar 😭
isso é pq eu tirei o banho.
Te entendo dmsss, o meu também é cacheado, cheio e bate abaixo da bunda, fui lavar ele hj e passei a tarde toda nisso, como que sustenta cronograma capilar assim?! Minha vantagem é que onde eu moro não paga água
meu deus, eu também sou igual, ainda bem que não paga, pq se pagasse, coitada da dona água e do meu bolso 😭
jaehyun!namorado; cenário doméstico; fluff; um tiquinho sugestivo.
o cheirinho gostoso do condicionador que havia acabado de usar se espalhava pela atmosfera do quarto enquanto você penteava os cabelos. seu olhar atento ao que passava na televisão resultava em uma expressão plácida da sua face, que de vez em quando dava lugar a uma expressão de incômodo pela dificuldade de desembaraçar alguns nós teimosos. jaehyun te olhava escorado no batente da porta. deu um sorrisinho de lado, achando uma gracinha a mudança em suas feições.
chegou manso até a cama e se acomodou por trás de seu corpo.
"dá aqui, deixa que eu te ajudo, meu bem".
sentiu um alívio imediato nos ombros depois de passar a escova para o namorado, que com a maior calma do mundo, trabalhava de mecha em mecha. a massagem que recebia no couro cabeludo te fazendo amolecer. sentia o calor irradiando do tronco nu de jaehyun, mesmo sem encostar de fato em seu peito. amava tanto esse carinho. tinha a sensação que naquelas parcelas de momento o mundo parava e você finalmente encontrava paz de verdade. quase uma meditação.
"pronto. cabelinho novo em folha"
"hmmm jae, tava 'tão bom. quase dormi em você"
"quer mais?"
"uhum"
entrelaçou os dedos em seus cabelos, como se estivesse penteando com as mãos, começando da nuca para fora. ficou uns bons minutos assim.
"tá bom desse jeito?"
"siiiiiim" a voz saía arrastada fazendo o menino rir.
ajeitou seus fios em um rabo de cavalo, te puxando de leve para o próprio corpo.
"e assim? é bom também?"
os lábios te faziam cócegas na orelha. logo se encontravam em seu pescoço dando beijinhos castos.
"poxa jaehyun, tava tão fofinho esse momento. agora vou ficar com tesão"
"deixa que eu resolvo isso também então. tô sempre aqui pra você minha princesa".
sobre pentear o cabelo de quem você ama: top 5 carinhos mais fodas <3 debut do jae aki êêê
tava observando aqui o jae e apareceu uma foto dele sem camisa, aí a parte do umbigo dele é fofo, tem uma bolinha 😭 (eu já sabia, mas toda vez que aparece eu fico doida)
quem tem o cabelo grande cacheado (o meu bate na bunda), sabe como é horrível pra lavar, além do meu ser cheio, né?
aí hoje eu fui lavar o meu umas cinco da tarde e terminei ele de oito horas da noite em ponto, passei umas 4 horinhas lavando ele, imagina, toda semana tendo que lavar 3 ou 4 horas o cabelo?(quero me matar 😭
isso é pq eu tirei o banho.
se tudo for como planejado, pretendo postar esses imagines esse mês (já tem plot, só falta a escrever o imagine):
(✅) cherry + seulgi.
(✅) love alarm + minji.
(✅) make a wish + jaehyun.
(✅) xiaohub + xiaojun.
so high + mark.
pianist + doyoung.
beach + taeyong.
oh my god + joy.
qual desses vem agora???
a quiet day
[ ★ ] tô toda soft por ele papai. quero parir um mini moon :(
▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄
— Jiyoon, minha princesa, por favor, desce daí! — ele pede firme, vendo a filha subir na cadeira para tentar pegar algo no armário.
— Mingau... — ela aponta.
— Quer mingau, amor? Papai faz pra você. — ele a coloca no chão. — Vai lá pra sala, hum? Pede pra sua irmã colocar em um desenho. — ela concorda e vai.
Taeil ajeita a cozinha, colocando tudo o que antes foi bagunçado pela pequena no lugar e pega os ingredientes para começar a fazer o café da manhã dos filhos. Papai Moon agora estava sozinho, você havia ido viajar à trabalho, porém ficaria por menos de duas semanas, logo estava de volta.
— Pai... eu tô com fome... — seu segundo filho aparece na cozinha reclamando.
— Eu já tô fazendo, mas se mais alguém me atrapalhar, vai comer terra, hein! — grita para que os outros ouvissem, já que estava escutando barulhos da sala, provavelmente os mais novos. — Taeyang, por favor, você e Taehee são os mais velhos, mantenham seus irmãos quietinhos ali na sala enquanto eu faço o café. — o filho concorda e vai para o cômodo citado.
O ritmo já era frenético com duas pessoas, imagine com uma só. Tentava fazer o mais rápido possível, tanto o café quanto preparar as lancheiras dos cinco filhos. As risadas das crianças e o barulho do desenho eram ouvidos do outro cômodo, deixando o pai aliviado na cozinha, sabendo que todos estavam concentrados em algo. Logo a paz terminou quando a campainha foi tocada. Moon esligou o fogo, fechou alguns dos potes abertos e largou a faca, indo ver quem seria a essa hora da manhã.
— E aí, hyung? — Nakamoto Yuta. — Oi crianças! — cumprimenta os sobrinhos, que sorriem para ele. — Eita... sozinho com as praguinhas... — balança a cabeça negativamente, lamentando, deixando o capacete sobre o móvel perto da porta.
— Não chama os meus filhos de praga! — caminha para a cozinha, sendo seguido pelo japonês, retomando suas atividades. — Só eu posso chamar eles assim.
— Papai! — eles reclamam da sala.
— Já vai! — Taeil termina o mingau de Jiyoon e o restante do café. — Por que eu não usei camisinha? — reclama baixo para que eles não ouçam.
— Quatro vezes, hein? — o amigo ri, zombando do mais velho.
— Por que não me ajuda? Seu vegetal! — ele praticamente grita com o outro, que põe a mão no peito, indignado.
— Credo, já tô indo! — Yuta logo o ajuda a pôr a mesa.
— Tá pronto! — Taeil avisa aos filhos, que vão, praticamente correndo para a cozinha. Daehwi chegou depois, suas perninhas ainda eram curtinhas. — Yuta, dá isso pro Hui. — ordena ao amigo, colocando o filho mais novo no cadeirão.
— Titio Yuta te ama muito, mas se cuspir em mim, isso muda, tá? Essa roupa foi cara. — sorri se sentando ao lado dele.
— Filha, espera um pouquinho pra esfriar, tá? — alerta Jiyoon, que já ia pegar a colher. A garotinha concorda, pegando as frutinhas do irmão gêmeo.
— Tio Yuta, vai levar a gente pra escola também? — Taehee pergunta, cortando suas panquecas.
— Aliás, o que está fazendo aqui agora? — a vez de Taeyang perguntar.
— É o que eu quero saber... — Taeil resmunga terminando de montar a última lancheira.
— Parece que não gostam da minha presença. — diz alimentando o pequeno Moon. — Eu tô aqui porque os meninos queriam tomar café juntos naquela cafeteria do centro, aquela que a gente sempre se encontra. Vim te buscar, oras.
— Sorte sua que eu não fiz o meu café ainda, então tudo bem. — responde ao amigo. — Taehee, Taeyang, Jiyoon, Jihoon e Daehwi... — conta as lancheiras. O garotinho mais novo também iria para a creche.
— Ah, mas eu também quero ir! — Taeyang reclama. As crianças adoravam quando os tios se reuniam, era uma bagunça só, na verdade.
— Nem pensar, hoje tem aula. Já terminaram?
— Esse garotão aqui já acabou! — Yuta ajeita os cabelos de Daehwi.
— Ótimo, todo mundo escovando os dentes e se trocando! — as crianças obedeceram o pai. Taehee levou o mais novo junto para ajudá-lo também.
Taeil foi aos quartos buscar todas as mochilas. Organizou e checou tudo, deixando no sofá. Aproveitou e foi limpar a cozinha com a ajuda de Nakamoto, que queria acabar aquilo logo.
— Sabe... eu vivo perturbando a minha mulher pra termos um filho, mas toda vez que eu olho pra você, desisto... — comenta limpando a mesa.
— Imagina um filho seu... a loucura que seria. — rebate, fazendo o amigo rir.
Em pouco tempo toda a louça estava lavada, a cozinha organizada e até as crianças estavam prontas, menos o pai.
— Fica com eles um pouquinho que eu já volto. — pede ao japonês, que faz careta, e sobe correndo.
— Por que eu fui o encarregado de buscar o hyung...? — bate na própria testa.
Yuta entreteu os sobrinhos e respondeu algumas perguntas. Claro, são crianças, curiosas e inocentes, então questões mais... embaraçosas, foram puladas pelo mais velho, tanto pela vergonha de responder, quanto pelo medo do hyung, caso revelasse algo que ainda não era apropriado. Poucos minutos duraram e Taeil desceu as escadas arrumado... ajeitado...
— Vamos? — pergunta aos filhos que se aprontam. Yuta também se levanta. Moon checa se todos os eletrônicos estavam desligados, assim com as luzes e saem de casa.
Yuta sobe na moto e põe o capacete. Taeil segue no carro da família, ajeitando as crianças e logo dá partida. Tanto a creche de Daehwi, quanto a escola das crianças eram perto, então não demorou tanto. Deixaram as crianças e partiram para o café do centro.
— Hyung! — Ten cumprimenta num quase grito.
— Pra quê... quando penso que tenho paz, eles me aparecem. — Moon resmunga se sentando com os cinco, sendo seguido por Yuta.
— Nossa, você tá acabado... — Johnny comenta.
— Logo é você, viu, papai do ano? — rebate lembrando da notícia do dia anterior. Seo ligou de madrugada para cada um apenas para contar que seria pai.
— Enquanto isso tem gente que quer e não consegue. — Doyoung suspira.
— Sua mulher ainda não cedeu? — Kun indaga risonho.
— Vai fazer aquela mulher mudar de ideia. Misericórdia da minha pessoa. Até o Jungwoo tem... duas! — bate a cabeça nos braços que estavam apoiados.
Fizeram seus pedidos, riram, conversaram, zoaram, como sempre faziam. Era incrível os ver juntos, amigos desde muito cedo, até agora na assustadora paternidade. Os filhos de Taeil sempre comentam como seria meta de vida levar amigos assim, por tanto tempo.
— Mas e aí? Quando sua esposa volta? — Ten pergunta.
— Diga que voltam logo porque ela levou a minha junto. — Taeyong choraminga.
— Disse que em menos de duas semanas estão de volta. O que foi? Byeol e Nabi estão dando trabalho? Quer trocar? — provoca o amigo, que nega rapidamente.
Ficaram enrolando por mais um tempo até que o celular de Moon toca.
— Alô? — responde. — O quê? Só pode estar brincando! — reclama quase chorando. — Tudo bem, já vou buscá-los, obrigado. — o agradecimento sai entre dentes, estava indignado. Desligou a chamada e bateu repetidas vezes na testa.
— O que houve? — Yuta pergunta vendo o estado do amigo.
— As crianças...
— E o que tem as crianças? — Taeyong questiona preocupado.
— Tocaram fogo na escola? Finalmente a coragem! — o tailandês exclama feliz.
— Não tá ajudando... — Kun bate na nuca do homem, que o bate de volta.
— Eu vou socar os dois. — Doyoung é ouvido e eles param, voltando a atenção ao amigo mais velho.
— É pior que isso. Antes tivessem destruído aquela escola. — olha para cada um dos presentes na mesa. — As aulas foram canceladas. — choraminga agarrando o ombro de Johnny.