Somos uma comunidade de roleplay brasileira com temática slice of life/terror, usando a plataforma do TWITTER. Está perdido? Clique aqui para a navegação completa.
Esse comunicado não é dos melhores, mas acredito que seja algo que alguns já estejam esperando; Hoje encerraremos as atividades da comunidade.
Foram quase 5 meses com a Wolgwang, e nós agradecemos de coração por todos que fizeram parte da nossa vila e interagiram com a nossa proposta. A tl sempre foi um lugar acolhedor e adorávamos ver as interações que aconteciam por lá.
Entretanto, foram quase 4 meses de muito hate e comentários ácidos para cima da comunidade, principalmente no primeiro mês de atividades. Foi esse o motivo de perdermos uma das nossas moderadoras originais, e também foi isso que gerou uma grande ansiedade em todas nós com qualquer nova mensagem que chegasse na dm e na ask do Tumblr. Já vimos pessoas falando que ask de hate ou chamar uma comunidade de "lixão" não acarreta no fechamento da mesma, pois então aqui nós argumentamos o contrário: fecha sim. Você tem todo um trabalho na criação do plot e de todas as pages de navegação para compararem seu trabalho com lixo? Não sei quem não ficaria afetado por isso.
Também sentimos que o plot não estava sendo explorado da forma desejada. Criamos um mundo inteiro com lendas e possibilidades de interação, mas esses foram deixados de lado, sendo necessário um plot drop para animar e forçar alguns a comentarem sobre o lado sobrenatural. Tivemos alguns poucos plot drops feitos por players, mas e a interação com eles? É como se ignorassem ou não estivessem dispostos a sequer tentar embarcar na ideia.
É claro que a moderação também pecou em diversos pontos, não vamos negar. E chegou um momento em que moderar não se tornou mais prazeroso, e um momento em que não conseguimos mais ver um andamento e futuro pra Wolgwang.
Mais uma vez agradecemos a participação de todos. Esperamos que vocês tenham gostado de jogar e desenvolver na nossa comunidade, ela foi feita por cada um que passou por aqui. Amamos vocês.
Aos deuses e deusas de plantão, está chegando um evento pensado exclusivamente em vocês!
Amanhã, dia 25 de setembro, o Tavern Beojkkoch irá se transformar no famoso cassino Lótus do filme Percy Jackson! A decoração será carregada em tons brancos, pretos, verdes e vermelhos para lembrar o cenário do filme e também serão adicionados pilares com panos dourados e brancos para lembrar a residência dos deuses, o Olimpo.
Combinando com o tapete vermelho da entrada, as comidas serão tão refinadas quanto um verdadeiro banquete. Mas não se engane, nada de jantar nessa noite. As comidas preparadas serão no estilo finger food, ou seja, os famosos “petiscos”.
As portas estarão abertas às 19h30, mas o evento irá começar oficialmente às 20h. Assim como no filme garçons vão servir flores de lótus comestíveis para que o tempo não passe nesse evento dos deuses! Confira abaixo o menu principal.
Comidas:
Canapé de salmão.
Niguiri.
Salada de atum com pepino e frios.
Doces.
Bebidas:
Nectar.
Ponche do amor.
Whisky.
Vinho
NOTAS OOC:
Evento preparado inteiramente pelos funcionários do Tavern. Um agradecimento especial aos players pela dedicação <3.
Participem e comentem, galera! Aproveitem para interagir e criarem plots diferentes.
Naturalidade e etnia: Tailândia, tailandês-coreano.
Gênero: Masculino.
Ocupação: Catalogador na Storybook Public Library.
Moradia: Rua Black Bart, 615.
Qualidades e defeitos: Extrovertido, leal, preguiçoso e inseguro.
OOC: +18.
Khai nasceu em uma das cidades movimentadas da Tailândia, mas não ficou muito tempo por lá. Logo que completou um ano, sua mãe o levou para que crescesse na pequena vila da sua avó na Coréia e optou por voltar para o outro país, devido a diversos problemas próprios da mulher, ela não se via pronta para criar aquele bebê que parecia tão frágil, então o deixou lá, prometendo que daria ajuda financeira quando precisasse. Tinha tudo para crescer com um enorme vazio devido a falta dos progenitores, mas a senhora coreana fez de tudo para que não lhe faltasse nada, muito menos amor. Durante a infância a avó adorava lhe contar as aventurar que a mesma vivenciou na juventude e aquilo sempre fora um grande incentivo para que tivesse apreço por literatura, além de aflorar ainda mais sua curiosidade pelas coisas. Alguns anos se passaram e fixou a ideia que iria se formar em jornalismo e assim o fez, só não esperava que ao finalmente concluir todos aqueles árduos anos estudando, iria perder a pessoa que mais amava. Não era de seu feitio se entregar a tristeza, mesmo que estivesse destruído pelo acontecimento decidiu que não deixaria que as memórias dela fossem em vão, procurou em meio a tantos registros que estavam guardados um mínimo resquício de onde poderia ser a ilha que ela cresceu. Passou pelo menos uma semana pesquisando todas as pistas que tinha em mãos, até que finalmente se deparou com a Wolgwang village. Seu próximo passo era se mudar para lá, estaria mentindo caso dissesse que não estava com medo de largar tudo pra ir atrás de sua ideia maluca, mas faria o possível para que tudo desse certo e conseguisse saber mais sobre o passado da avó, assim como o da sua família.
Ocupação: Investigador no Wolgwang Police Department.
Moradia: Rua Anne Dieu Le Veut, 503.
Qualidades e defeitos: Leal, sincero, ranzinza e teimoso.
OOC: +18.
Hwan, mais conhecido como Dominic, nasceu na Coreia do Sul, porém, cresceu na movimentada Nova York. A família perfeita de quatro integrantes (sendo a última, a irmã mais nova de Dom) se mudou para lá por conta do trabalho empresarial dos pais, este rendeu um poder aquisitivo muito bom, contudo, descontentamento para o garoto. A ideia de visitar aquele enorme país era interessante, mas a de morar não o agradava de jeito algum, principalmente pelo fato de não poder escolher exatamente o que queria. Teria de viver lá, gostando ou não.
Nunca foi de muitos amigos, se limitando geralmente ao típico grupinho de três, e apesar de ser considerado um garoto muito gentil e educado pelos mais velhos, era um tanto insensível com as palavras direcionadas à semelhantes. Faltava-lhe filtro, mas era uma criança, afinal, era muito comum os pequenos falarem o que quer que lhes viesse à cabeça.
É na adolescência que a maioria das pessoas vão se conhecendo, com o processo de formação do caráter e valores, vem as dúvidas, as atitudes inconsequentes, as descobertas de sexualidade e o tão famoso e até mesmo medonho “O que você quer ser?” Hwan tinha boa parte das respostas, sabia que não se importava em namorar mas não se limitava a somente um gênero, sabia também que não era fã de festas nem dos comportamentos forçados (como chamava) nestas de exagerado consumo de bebidas alcoólicas e drogas só para “parecer legal e descolado.” Também não queria depender sempre do dinheiro dos pais, tinha vontade de construir o próprio caminho, seria difícil já que seu pai insistia para que Dominic sucedesse a empresa, e este apenas curtia cantar nos grupos do colégio. E foi aí que uma lâmpada acendeu no topo de sua cabeça.
Uma empresa coreana ainda pequena resolveu distribuir testes para k-idol nos EUA, era a oportunidade de ouro aos olhos do Kim. O rapaz se inscreveu apostando não só na sorte como também na voz melodiosa que possuía, e com esforços redobrados foi aceito. A contragosto do pai, viajou para Seul, onde ali teria seus dias de trainee.
Os meses de trainee, apesar da exigência enorme de esforço ao ponto de fazê-lo se machucar, eram maravilhosos. Até fez algumas amizades, geralmente mais velhos que o ajudavam aqui e ali. Dominic realmente apreciava aprimorar o talento vasto no canto a qual não tinha noção que ter, mas aqueles dias que mal começaram estavam próximos de acabar. Por infelicidade do destino, fora divulgado no jornal a morte do integrante de um dos grupos, indignado com a história ele procurou saber mais, a ponto de arrumar problemas para si próprio ao se meter em lugares de acesso restrito. Irritado com o descaso da morte alheia, somente um pedido de sua mãe para que deixasse a empresa fora o suficiente para o fazer. Porém, ele permaneceu ali mesmo na Coreia.
Os anos foram passando, o jovem deixou o lado artístico apenas como hobbie e mudou totalmente a profissão, se mostrou ser um grande investigador a cada experiência adquirida. Chegou um momento em que se tornou entediante, não sabia exatamente o por quê, talvez aquele caso em específico do grupo nunca tivera deixado sua mente, além de que a cidade começou a parecer sugar suas energias. Mas tudo mudou quando, em mais uma de suas pesquisas, descobriu uma vila um tanto peculiar em Sinan; não teve dúvidas, o ambiente monótono mas misterioso lhe agradou com tanta curiosidade, fez as malas e deixou tudo que tinha para enfim se tornar independente daquele lugar, e também de seus pais controladores. Nos dias atuais, Dominic trabalha ainda como investigador, agora no departamento de polícia de Wolgwang.
Oi, mods, essa ask é um desabafo. Estou em WG há meses e desde o início amei a cmm, me senti acolhide pelos players e consegui encaixar meu char sem dificuldades. Mas venho reparando que de um tempo pra cá alguns jogadores só se importam com o namoro e isso tá me incomodando demais. Vocês players deveriam valorizar a comunidade incrível que temos e largar o namorade por um mísero dia. É divertido mesmo namorico, mas faz semanas que é tudo sobre isso. Cansativo, melhorem.
Oi anon! Agradecemos pelo seu desabafo e por expor seu ponto de vista. Admito sentir falta de um desenvolvimento focado ao plot sobrenatural ou ao próprio trabalho dos personagens também, sem que seja necessário um plot drop para isso.
Tinha início o Chuseok, feriado nacional de grande importância para o país.
Era hora de agradecer aos antepassados pela colheita, compartilhando pratos, visitando túmulos e comemorando os três dias do festival com jogos e presentes.
Os alunos foram liberados de suas obrigações, retornando às aulas na quinta-feira. O mesmo foi decretado para a maioria dos estabelecimentos não essenciais na ilha.
NOTAS OOC:
É hora de explorarem os conflitos ou relação dos seus personagens com suas respectivas famílias.
Não é uma task obrigatória, mas sabemos como a família é importante no background de muitos. Seria ótimo ver todo mundo participando.
Vocês terão até o dia 27 desse mês para postar o pov. Usem as tags #WOLGPOV e #WOLGTASK para isso.
Ocupação: Estudante de Medicina Veterinária na Wolgwang University e estagiária na Haru&Maru Pet.
Moradia: Rua Mary Read, Amanza.
Qualidades e defeitos: Comunicativa, energética, inocente e ignorante.
OOC: +18.
Hayun nasceu e cresceu em Wolgwang, mas diferente do restante de sua família, seus pais pareciam manter uma tradição esquisita e isolada do restante dos Lee e Maes. O centro de Wolgwang só era frequentado nos dias de feira ou quando precisavam ir ao hospital, e tirando os poucos jantares com os familiares, os Lee nunca saiam da fazendinha afastada da maior parte da sociedade.
A tecnologia era recusada para os cuidados do local e dos poucos animais que tinham, mantendo toda a manutenção do lugar de forma natural e tradicional. Os pais de Hayun acreditavam que aquilo que mantinha a essência daquela parte da família, e que assim estariam preparados para quando toda aquela baboseira de máquinas finalmente fossem erradicadas. Talvez por esse pensamento retrógrado que fossem levados como esquisitões, ou como alguns falavam… Antiquados e matutos. Enquanto via seus primos crescendo com bons celulares e mexendo em computadores, Hayun crescia se recusando a tocar em uma daquelas aberrações tecnológicas e botando a mão na massa na hora de limpar o lar dos porquinhos.
Claro que ser mantida quase sempre em casa e crescer ouvindo e aprendendo com os pensamentos antiquados e machistas da família afetariam a jovem de alguma forma. Não sabia de muitas das mudanças que aconteciam enquanto crescia. Tolerância? Uma palavra que nunca chegou a aprender. Minorias? Não sabia exatamente o que isso significava. A única coisa que sabia era que deveria manter aquela pequena fazenda quando os pais se fossem e que deveria se casar com um bom homem, que soubesse administrar as finanças enquanto Hayun precisava limpar os pratos. Uma boa mulher, era isso que deveria ser.
Apesar de crescer daquela forma, Hayun nunca tirou de sua mente que gostaria de aprender mais sobre os animais, cuidar deles ainda melhor do que já cuidava, e sabia que só conseguiria isso com aprendizagem. Havia estudado a vida toda em casa, e sabia que os pais não a conseguiriam - ou não permitiriam - que ela comprasse um livro de veterinária e abrisse os animais que eram a fonte de renda sem mais nem menos. Foi a primeira vez que um pedido seu foi realmente acatado e apoiado pelos pais, que concordaram em enviá-la para o “mundo moderno”, acreditando que isso a ajudaria no futuro a cuidar da fazenda, lá quando o próprio futuro marido inexistente estivesse cansado demais para isso.
Não foi tão longe, alguns quilômetros e começou sua vida de estudante na universidade de Wolgwang, mudando-se para a república do lugar, se recusando a viver com a família em busca de pelo menos um arzinho de independência.
Qualidades e defeitos: Sincera, pontual, desobediente e estressada.
OOC: +18.
Vinda de uma longa linhagem de atletas especializados nos mais diversos tipos de atividades, Kwon Daechul era um prodígio das braçadas e tempos. Aos seus seis anos, os pais Kwon Chungho e Kwon Nabi haviam descoberto sua afinidade com a água por praticamente ficar mais tempo na piscina da casa do que fazendo outras coisas. Aprender a nadar não foi difícil para a garotinha e, sempre que a oportunidade batia a porta, já estava se jogando nela. Ela decidiu seguir a carreira de atleta naquela época, mesmo não sabendo muito como tudo funcionava. Desde então treinava com o auxílio de seus pais até que chegasse à beira da exaustão com os exercícios e escalas que seu pai montava. O mais velho era o mais animado e estava muito feliz com a profissão que ela havia decidido, mas ele esquecia que ainda era apenas uma criança e acabava extrapolando quando o assunto era aquele. Participava de competições infantis, ganhava quase todas e as que perdia se sentia culpada pelo olhar de decepção que conseguia identificar em seu progenitor. Com o tempo a pressão pode ser sentida pela garota, estava em sua adolescência e não podia curtir como os outros faziam porque precisava treinar para ter um tempo melhor. Chungho estava obcecado pelo rendimento da filha e não percebia que cada vez mais estava a desanimando. Daechul em uma noite foi chamada para sair com os amigos, ela sabia que não poderia pois no dia seguinte precisaria comparecer a uma competição importante, porém a frustração estava falando mais alto naquele instante e acabou aceitando o pedido. Já estava com seus dezoito anos completos, não precisava pedir permissão a ninguém e foi assim fez uma escolha ruim. Felizmente nenhuma pessoa da casa percebeu sua ausência e sua volta um tanto bêbada antes de amanhecer por estarem todos dormindo. Os efeitos da bebida ainda estavam no sangue quando se dirigia ao local da prova e não passaram de jeito algum com todas as suas tentativas. Ela precisava cumprir aquela atividade, por isso, mesmo embriagada ao ouvir a largada se jogou na piscina. Os movimentos lentos atrapalhavam sua performance e em determinado momento sentiu que estava com câimbra. Tudo depois daquilo era um breu em sua memória e acordou em um hospital com seus pais ao seu lado. Se ela pudesse fazer tudo de novo escolheria algo diferente. Após o ocorrido ela não queria mais saber de nada mais daquilo, um misto de sentimentos negativos rondava sua mente e só queria sumir sem ter que olhar mais para os pais decepcionados consigo. A solução apareceu com um amigo oferecendo uma casa, ela localizava-se em uma vila chamada Wolgwang na ilha de Sinan. Ele não morava há tempos no lugar e parecia assustado com algo quando fez a proposta, porém ela não ligava para nada mais. O que poderia dar mais de errado na vida dela?
Ocupação: Investigador no Wolgwang Police Department.
Moradia: Rua Anne Dieu le Veut, 521.
Qualidades e defeitos: Educado, carinhoso, impaciente e desconfiado.
OOC: +18.
TW: Menção a corrupção
Nascido na grande Seoul, vindo do tão popular "berço de ouro", Kim Yeonjun foi uma criança estranha. O pai delegado e a mãe advogada deu vez a um pirralho quieto e analítico, onde quase sempre pensava antes de agir – poucas vezes o contrário ocorria, e na maiora delas, estava diretamente relacionado a seu melhor amigo e comida. Desde pequeno, o Kim mais novo gostava da ideia que os progenitores traziam sobre o mundo do crime; cada dia um problema diferente e uma adrenalina maior para encontrar uma resolução. Foi essa convivência que o levou à carreira de investigador.
Jamais diria que chegar até lá havia sido difícil, era fácil de se jogar quando tinha dinheiro suficiente para pagar estudos. A parte sombria começou depois de pronto, quando já tinha um distintivo e trabalhava em casos pesados. E naqueles dias, lembrou-se de quando a mãe dizia a si, um rapaz de, na época, vinte e dois anos, que a polícia coreana não era bem o que ele imaginava e talvez fosse melhor pensar bem.
Yeonjun pegava casos e mais casos nas mãos, pessoas que ele tinha evidências e provas suficientes para uma sentença longa, e todos escapavam de com uma facilidade absurda. O dinheiro realmente facilitava a vida de qualquer um. Perdeu anos naquilo, tentando não descontar a raiva de maneira idiota e sim com corridas matinais e exercícios físico, enojado com a simples ideia de se tornar como seu superior.
Foi com vinte e nove anos que descobriu Wolgwang, uma vila numa ilha isolada, que parecia pacata o suficiente para lhe trazer a calmaria que precisava. Como sempre, dinheiro não era problema, então não se importou com nada: deixou os pais e seu melhor amigo cientes de seu rumo e foi, torcendo por uma vida nova.
Qualidades e defeitos: Verdadeiro, centrado, pavio curto e bruto.
OOC: +18.
TW: Agressão e deficiência auditiva.
O quanto os pais são capazes de controlar as vidas de seus filhos? Se pudesse relatar, no nível de classe social em que nos encontramos, diria que é muito fácil e que poderia seguir tranquilamente por toda a vida caso não seja capaz de encontrar as próprias rédeas de seu futuro.
Para Junho não fora muito diferente, afinal, ser filho de um dos acionistas de uma das mais louváveis e promissoras empresas de entretenimento dos últimos anos não é pra qualquer um. Park Juri sempre fora um exímio homem de valores — mais especificamente os seus próprios —, que se guiava pelo caminho que lhe gerasse vantagem sem que afetasse sua imagem de forma direta, e para tais feitos sempre existiam aqueles, que, com o incentivo certo, apoiavam e o ajudavam em suas conquistas. A velha e famigerada troca de favores.
Dentro de toda a teia de artimanhas que o pai controlava estava os caminhos que o filho mais velho seguiria. Junho fora criado para ser obediente, responsável e futuramente um herdeiro perfeito para a família Park. Tendo isso em mente, depois de uma vida a qual discordar dos progenitores não era uma opção, o rapaz decidiu propor cursar o que bem entendia já que seu futuro dentro dos negócios de seu clã já estava decidido. O pai por sua vez não foi contra, contanto que o filho decidisse se casar ao fim de sua formação. Junho não fora contra a proposta de Juri, ele poderia se casar com qualquer uma das candidatas que o pai selecionasse — algo totalmente previsível vindo dos gostos do daquele homem —, com uma pequena ressalva; o rapaz teria de passar um tempo conhecendo a suposta noiva, desenvolvendo uma boa relação prévia com a mesma e assim ver se as possibilidades de matrimônio eram viáveis. Se esses itens fossem preenchidos de forma satisfatória, o primogênito não se oporia ao casamento de forma alguma.
Uma vez que estivessem combinados, Junho não fez delongas em partir para o exterior, mais especificamente Los Angeles, nos Estados Unidos, na intenção de estudar jornalismo em uma das mais conceituadas universidades do país. No tempo em que estudou na América do Norte o rapaz pôde conhecer mais de si, sobre seus próprios gostos e preferências. Sua viagem de graduação teve pontos muitos bons e alguns não tão agradáveis, mas reunia um conjunto de experiências que guardaria para toda a vida. Porém, ainda que chegasse a se perguntar na possibilidade de não seguir o que havia combinado com o pai, o “dever” ainda permanecia cristalizado em seu âmago, e era o que o fazia continuar rígido sobre suas próprias promessas.
Com o retorno a Coréia não fora surpresa alguma que Juri tivesse uma candidata para o futuro matrimônio do filho em mente, e assim como fora acordado anos atrás, Junho seguiu e foi de encontro a futura noiva. Inicialmente tudo parecia correr bem, tão bem que a amizade entre ambos aflorou, todavia, a jovem vinha de algumas tentativas falhas de casamento, todas sem motivos significativos, motivos os quais a mesma sempre optava por esconder do atual pretendente, algo que incomodou o Park de certa forma. A jovem fora tendo alterações em seu comportamento, estas que não possuíam uma causa específica, mas que resultavam em brigas nada amigáveis. A herdeira chegou a seguir o futuro noivo diversas vezes, e até interromper algumas reuniões as quais estava encarregado, uma vez que o seu treinamento dentro dos negócios da família havia se iniciado. O Park se perguntava como poderia ajudar, mas a mulher não conseguia dar abertura para que nem ao menos tentasse. No fim, sem ter mais opções, Junho se deslocou até a residência alheia para que pudesse desfazer o noivado, com as circunstancias em que se encontravam a convivência também se tornara cada vez mais difícil. A discussão ocorreu de forma nada amena e como esperado, Junho teve de dar fim a mesma, se retirando as pressas da sala, sem poder mais se prestar as agressões verbais da ex-noiva. Enquanto descia as escadas fora surpreendido com um peso absurdo a atingir sua cabeça e sua consciência se esvaiu quase que de imediato, o que também o fizera rolar os degraus que restavam em sua descida.
Dias depois do ocorrido constatou-se que um vaso de flores de tamanho mediano, cheio, fora jogado contra o crânio do rapaz lhe causando um atrito maligno e agravado pela queda. Junho estava em choque nos primeiros dias e não conseguia ouvir nada, se frustrando ainda mais com a situação. Juri decidiu que após o ataque ao seu filho não o obrigaria mais a cumprir com o acordo e então desfez toda a aliança que mantinha com a família da antiga pretendente, esta que também fora enviada para cuidados especiais depois de sua família implorar para que os Park esquecessem sobre a queixa de agressão. Depois de muito ponderar sobre o ataque Junho optou por não levar o caso para a justiça e algum tempo após toda a confusão, com terapia intensiva, pôde voltar a ouvir parcialmente.
No atual momento de sua vida, Junho decidiu por procurar novos ares, se isolar do antigo e buscar por algum tipo de paz por conta própria. O rapaz agora possui 60% da audição no ouvido direito e apenas 30% no esquerdo, isso com auxílio de aparelhos auditivos. Se aperfeiçoou em leitura labial durante os últimos dois anos de readaptação e uma vez livre dos deveres para com os negócios da família, deixou com pesar as responsabilidades nas mãos de suas irmãs mais novas, agora estando livre para fazer do seu caminho o que bem desejasse.
O quanto os pais são capazes de controlar o futuro de seus filhos? Talvez até que uma fatalidade venha e interrompa todos os seus planos.
Qualidades e defeitos: Dedicado, humilde, indiferente e insensível.
OOC: +18.
TW: Tentativas de aborto, bullying, drogas e agressões.
Gikwang é fruto de uma transa que nunca deveria ter acontecido, o sexo causado pelo vazio da alma dos seres humanos teve consequências na vida do rapaz de feição doce e inocente, embora não fosse nenhum dos dois. Pode-se dizer que o rapaz não fosse desejado pela mãe, tanto por ela não está preparada para isso, por não querer, tanto por ter sido deixada sozinha pelo homem no bar — que já tinha uma bela família. E ele mostrou que não iria querer o filho ao pagar para a amante sumir, com raiva, ela roubou a carteira dele com documentos, para futuros planos que nunca foram colocados em prática. Seo era tão indesejado pela sua genitora que até aborto ela tentou, nem uma, nem duas, nem três vezes, foram várias, mas falhos.
Nascido e criado no subúrbio de Seul, o futuro jornalista tinha que sobreviver ao bullying da escola e das ruas. No fim de tudo, a Seo tivera que criar o filho sozinho, sobre o preconceito da família, vizinhos, sociedade em geral, também pela falta de dinheiro e de um trabalho bom para que dessem uma vida melhor, dava ao filho roupas usadas e tênis gastos. A junção disso tudo fazia com que virasse piada entre os outros jovens, que o humilhavam de todas as formas e o tirava o sorriso. Não podia contar com a mãe, ela não se importava.
Ao passar dos anos, Gikwang aprendeu a se defender e dar a volta por cima do bullying, se envolveu as várias brigas para isso, mas conseguiu. Fez amigos, se envolveu com pessoas erradas... No entanto, os seus maiores problemas estava em casa, melhor dizer O Maior problema: a mãe.
A genitora também se envolveu com pessoas erradas, mas diferente do filho, ela se afundou, acabou se prendendo num traficante lixo, acabou ficando viciada em drogas também e submissa ao traficante. Gikwang e o homem viviam brigando e muitas vezes fora agredido pelo outro, a mulher apenas olhava sem fazer nada. Após tanto abuso, acabou fugindo de casa. Na hora de pegar seus documentos, ele achou a carteira do homem desconhecido e ligou que ele fosse seu pai, mas se não fosse, iria mentir sobre.
Após uma boa pesquisada, descobriu que o dono dos documentos é dono de uma companhia área, viúvo e com um filho, demorou um pouco até achar o possível endereço do possível genitor, mas achou e foi o mais rápido para lá. Não fez muita cerimônia, revelou assim que se encontrou com o homem, direto e reto. Claro, tivera que fazer teste de DNA e para surpresa de Gikwang, deu positivo.
Mas para completar, foi negado pelo pai, no entanto, diferente de sua mãe, o cara apenas deu uma grande quantia de dinheiro e mandou ele sumir. Assim fez. Foi assim que parou em Wolgwang, apenas com algumas malas, um dinheiro que daria no máximo três meses, mas logo conseguiu um emprego e agora mora de aluguel numa casa bacana.
Ocupação: Estudante de Arquitetura e Urbanismo na Wolgwang University e Confeiteira no Broomer Café.
Moradia: Rua Edward Teach, 701.
Qualidades e defeitos: Sincera, diligente, medrosa e irritadiça
OOC: +18.
O sorriso aberto e os joelhos ralados eram coisas comuns na vida de Astrid, que não parava quieta na vizinhança. Conhecia praticamente cada pedacinho daquela rua e sabia o nome de cada vizinho que morava perto de sua residência, sem exceção. A vida em Toronto era tranquila — apesar de Astrid ser uma menina claramente energética —, e a relação com os pais também era agradável, nunca fora ignorada quando ambos estavam em casa, aproveitando cada tempo livre com a pequena.
No entanto, com seus doze anos, Astrid viu seu mundo virar completamente de cabeça para baixo quando Namsun fora demitido. A maior renda da casa consistia no trabalho do pai em um escritório de advocacia, e com o mesmo desempregado, Hanna não conseguiria sustentar os três com seus pequenos trabalhos como costureira. Mesmo que alguns vizinhos solidários quisessem ajudá-los enquanto Namsun não encontrasse um novo emprego, eles não poderiam viver daquela maneira para sempre. Por isso, a decisão mais plausível era voltar para a Coreia do Sul por um tempo, para Sinan, onde sabiam que a primeira casa do casal e a família de ambos ainda estavam na vila, esperando por eles.
Demorou um pouco para Astrid se acostumar com a ideia de deixar sua casa e ir para um lugar completamente desconhecido e encontrar pessoas desconhecidas, que reconheceria como sua família. O pior de tudo foi descobrir que a ilha era constantemente atraída por assombrações, ou o que quer que fossem as aparições que seus avós maternos costumavam contar. Embora fossem conversas descontraídas entre a família Moon, sem um pingo de receio ou medo, Astrid não gostava nem um pouco daquelas histórias, e parecia que quanto mais ela tentava se afastar daqueles relatos, mais casos sobrenaturais ela presenciava.
Com o passar do tempo, Astrid ia esquecendo parcialmente de como aquela vila podia ser assustadora na maioria das vezes — isso quando coisas estranhas não aconteciam repentinamente. Esperava que o pai pudesse encontrar um trabalho fixo bem longe dali e que ela, finalmente, saísse daquele lugar que lhe dava arrepios e que lhe sufocava a cada esquina. Já fazia uns bons anos que ela ali morava, mas ainda não havia encontrado um motivo para chamar aquele lugar de lar; ela contava os dias para deixar Wolgwang e todas as histórias de assombração para trás.
Ocupação: Proprietária de Food Truck na Vila Ocean.
Moradia: Rua Mary Read, 33.
Qualidades e defeitos: Extrovertida, amorosa, autoritária e crítica.
OOC: -18.
A família Yukihira nunca esteve tão feliz como no dia em que a talentosa Miu veio ao mundo. Nascida e criada no meio culinário, o futuro da japonesa já não era tão difícil de adivinhar. Seus pais eram donos de uma pequena lanchonete em Fukuoka que tinha como nome o sobrenome da família, a mãe não era a melhor cozinheira, estava longe de ser, mas sempre conseguiam uma boa quantidade de clientes no lugar graças a ajuda das grandes habilidades do pai. Mas, se não fosse pelo desastre do lado materno na culinária e um simples arroz frito queimado, Miu nunca teria aprendido a cozinhar e seguir o legado.
Por isso cresceu completamente apaixonada por aquele mundo mágico ao seu ver, a pequena até já era conhecida por todo o bairro pelo seu carisma quando ajudava nos trabalhos na lanchonete. Infelizmente nem tudo poderia ser perfeito como imaginava, ainda muito nova, a Yukihira teve que lidar com a separação dos pais por motivos que são desconhecidos por si até os dias de hoje. Acabou sendo uma época difícil para ambos quando a mãe decidiu que iria embora e deixar a família para trás.
Tentaram se manter fortes mesmo após o acontecido e o homem decidiu assumir de vez a lanchonete, que passou a ser um restaurante estilo japonês de "especial-do-dia", por sorte, não perderam muitos clientes. Um pouco mais crescida, Miu já conseguia ajudar na cozinha e aproveitava para testar suas receitas loucas que aprendia com o próprio pai ali, usando os amigos da escola como cobaias para provarem os pratos. Essas receitas às vezes tornavam-se "batalhas" entre os dois, trazendo uma visibilidade maior para o lugar mesmo que não intencionalmente. Miu poderia dizer que aqueles eram os melhores anos da sua vida, era feliz mesmo sem a presença de uma figura importante.
Era certo que iria cursar gastronomia e um dia assumir o restaurante, era o seu maior sonho e felizmente tinha apoio. Apenas não contava que esse sonho logo iria por água abaixo quando o pai recebera uma proposta para trabalhar fora do país, não imaginava que ele fosse capaz de fechar o lugar... mas assim fora feito, lá estava o restaurante Yukihira de portas fechadas e a indignada Miu de malas prontas para se mudar para Wolgwang que, segundo o homem, lá teriam pessoas de confiança que cuidariam dela enquanto estivesse fora.
País novo, vida nova. Não poderia fazer muita coisa além de aceitar aquilo, mesmo com o pavor de estar em um país completamente diferente e não saber nada da língua coreana. Apesar das dificuldades, começou a cursar gastronomia na faculdade local quando atingiu idade o suficiente, sempre muito ambiciosa e esforçada, afinal, queria ser a melhor chef desde pequena. E então juntando o dinheiro que recebia do pai por alguns anos, conseguiu abrir o seu próprio food truck de comida japonesa na vila não muito tempo após se formar, o qual nomeou de BlueBird, na tentativa de não perder sua essência.
Na manhã do dia 14, os barcos atracaram novamente no porto de Wolgwang. A ansiedade e hesitação era palpável entre os moradores da pequena ilha, afinal, quais seriam os estragos causados pelas desventuras do último assombro?
Há quem já tenha se acostumado com os acontecimentos estranhos que rondam a vila, mas ninguém poderia disfarçar o choque ao ver que tudo estava perfeitamente normal, como se nenhuma chuva ácida tivesse caído por ali. Como se os vidros não tivessem explodido perante a presença de espíritos. A casa mal assombrada continuava firme, inteira. As chamas já não estavam mais presentes
Era como se aqueles 5 dias tivessem sido um delírio, um universo alternativo... Muito embora tenha sido verdadeiro.
Mods primeiramente eu gostaria de agradecer pela oportunidade que nos deram de testar uma nova plataforma, foi divertidíssimo! Mas então indo a pergunta, vocês disseram que trocariam o discord pelo mewe nos eventos, me veio uma questão na cabeça... lá da para por musica/playlist como da no discord?
Foi mesmo, nony! Não dá, mas nada que uma playlist não resolva, certo? Já fizemos eventos antes e pouquíssimos players interagiam pelo discord, talvez por acharem complicado de mexer ou só tinham preguiça da plataforma.