â Aquele caraââ era o charada?â O garoto questiona, sentando-se no chĂŁo antes de ir para seu dormitĂłrio. Os acontecimentos passados no salĂŁo de festas ainda eram muito recentes, e ele nĂŁo sabia exatamente o que pensar sobre o assunto e mesmo assim, nĂŁo conseguia parar de pensar no que havia ocorrido mais cedo. NinguĂ©m sabia o que estava acontecendo e isso o deixava incomodado.  â Isso Ă© tudo muito estranho, nĂŁo acha?â
Antes de responder o mais novo ao seu lado, Theo suspirou e apoiou as mĂŁos na cintura. âSim e sim. Mais alguma pergunta Ăłbvia que vocĂȘ estĂĄ com vontade de fazer?â A frustração era palpĂĄvel em sua resposta, porĂ©m, misturava-se com a irritação pela interação indesejada assim como por toda aquela situação. Algo que nem o seu pai poderia ter previsto.














