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Comunity - Safe zone
zhaodaiyu·:
Daiyu não gostava de ter que segurar em uma arma, não gostava de pensar que agora todos eram obrigados a andar com pelo menos uma faca ou bastão para a própria segurança pois caso contrário poderiam ser mortos, talvez mais triste saber que tinham pessoas por aí que usavam das outras para sobreviver naquele mundo ao invés de se juntarem. Entretanto ali estava ela, segurando provável a única arma da qual tinha certo carinho por, já que quando a pegava e praticava pensava muito mais de como era divertido do que em que talvez um dia tivesse que usar de seus treinos e mira para acertar a cabeça de alguém mesmo que este no caso estivesse tentando devora-la, era ruim ter a capacidade de olhar a carne desprendendo dos ossos e ainda sim conseguir vislumbrar o que aquela pessoa um dia tinha sido. Estava com o olhar e a cabeça no alvo, refletindo se jogava uma flecha direta ou não, era até que divertido ter que pensar no fator complexo que aquele simples ato pedia, pensar no vento que soprava fraco mas que também podia não ser tão fraco assim mudando sua flecha de rota, tanto que nem notou no movimento atrás de si.
Por mais que Sicheng estivesse acostumado a ensinar e gostasse de ter métodos diferentes para tal, visto que sempre procurava levar um conhecimento mais leve para se aprender em suas salas, ter de juntar ‘aulas’ com ‘armas’ nunca passou por sua cabeça, isso porque o chinês jamais poderia imaginar que um dia chegaria o momento em que as pessoas precisassem aprender a se defender daquela forma; sobreviver, estar em busca de um milagre, se agarrando pelas esperanças de que o mundo poderia ter uma cura, era quase como viver nos tempos das cavernas com o bônus dos mortos-vivos. Todavia, ali estava o loiro; depois de ser designado para determinadas tarefas, cumprindo com seu dever e, junto de mais alguns outros sobreviventes experientes com armas, treinando diversas pessoas da comunidade. O olhar do ex-professor entrou em contato com a presença de uma jovem da qual ele não se recordava de ter visto nas demais aulas, curioso a respeito disso, Cheng se aproximou em passos lentos e calmos para não assustá-la visando que a morena parecia concentrada.
outside - blue zone
hyerijung·:
Não era sempre que a morena encontrava com pessoas do lado de fora da comunidade, isso até mesmo as pessoas que saíam com regularidade em busca de suprimentos visto que suas rondas eram mais…periódicas em em geral solitárias, talvez por este e mais alguns outros fatores a tinham deixado bastante cuidadosa onde quer que fosse e fizesse, além de bastante observadora. Num primeiro momento a morena com o barulho achou apenas se tratar de um zumbi desgarrado, o que não era nada anormal e eram estes os mais perigosos, afinal já tinha visto mais de uma vez infelizmente as pessoas baixarem a guarda demais por questão de números, o perigo de contaminação eram os mesmos. Entretanto não conseguiu deixar de suspirar baixinho ao ver uma pessoa viva, alívio este que foi embora na mesma rapidez que apareceu, afinal ela não o conhecia e ao observar seu estado nem sabia por quanto tempo estaria ele entre os vivos - o que aconteceu com você ? foi infectado ? - perguntou com a arma ainda apontada para a cabeça deste ao analisar da cabeça aos pés, ao que parecia ele tinha passado por muitos bocados, se perguntava se tinha sido muito longe dali…mas pelo estado do rapaz julgaria que não.
Por breves segundos, devido a preocupação em ter assustado a morena, Cheng quase esqueceu-se de seu estado deplorável, o que provavelmente estaria apenas ajudando para que a asiática ficasse atenta. Não que fosse errado ela estar assim, dada as circunstâncias. O homem sabia disso e por esse motivo não surpreendeu-se pela pergunta proveniente dela. Não estava gostando da arma apontada para sia, especificamente, para sua cabeça, como se fosse uma espécie de predador, inimigo ou um andarilho da qual a outra precisasse se defender, ao menos não gostava de ter ou passar tal imagem, no geral, acreditava ser uma boa pessoa, do tipo que ajudava e não maltratava. Ele respirou fundo, encarando a face feminina seriamente. “Confesso que não é um dos melhores momentos e estados para nos esbarrarmos, mas agradeceria se pudesse baixar a arma.” Dong engoliu em seco, passando a mão pelos cabelos na tentativa de esconder o misto de emoções que estava sentindo. “Dou minha palavra que não farei mal a ninguém. Quanto a isso?” Questionou, desta vez, soando menos duro e mais suave em suas palavras, enquanto apontava para si. “Não, não fui infectado, fique tranquila. Houve um.... Alguns dos sobreviventes e eu estáv....- Ah, para ser sincero: eu apenas me machuquei, não fui mordido.”
like the post if you use ( ´ ∀ `)ノ~ ♡
amoravel:
porque eu queria tanto te proteger da maldade do mundo que esqueci de proteger a mim mesmo de você.
k-imdanbi·:
Com o passar do tempo, assim como com o espalhar do virus algumas coisas tais como egocentrismo passaram a se tornar cada coisas das quais os sobreviventes restantes não se podiam dar o luxo de ter. Assim como uma pessoa como ela gradativamente teve que aprender a importancia de uma determinada hierarquia e regras dentro do grupo, coisas necessarias e minimas para a sobrevivencia do restante. Nunca se considerou como a justiceira, ela mesma ainda contando vantagem em diversas situações: mas quando presenciava algo que poderia a afetar ela buscava agir de maneira mais correta o possivel. E uma confusão generalizada como aquelas poderia causar em problemas muito além do previsto, pensou encarando o grupo que discutia com um olhar de raiva. Não queria interferir pois, se o fizesse certamente as coisas não terminariam bem. — Talvez. — respondeu, sua mão no entanto ja seguindo em direção ao bastão que carregava consigo, mais que disposta a silencia-los na pancada se necessário. — Vamos. — anunciou simplesmente seguindo em direção ao grupo, ja tomando sua decisão. — O que esta acontecendo aqui ? Qual o problema ? — perguntou erguendo a voz enquanto se aproximava do grupo, buscando imediatamente pelos mais problematicos.
Algo lhe parecia dizer que aquela discussão não teria um fim próximo e nem mesmo bonito para ficar de braços cruzados apenas observando enquanto o circo pegava fogo, não que o chinês iria fazer tal coisa, não era de sua índole, mas também não queria parecer um idiota que se metia nos assuntos das pessoas achando-se no direito de fazê-lo. Mas não era o certo a se fazer? Inquiriu a si próprio mentalmente, uma guerra entre ir ou não começando a surgir em seu interior. Conquanto, após a resposta da mulher, Sicheng respirou fundo com a ideia de acalmar-se antes de agir por impulso, mesmo que fosse por uma boa causa, ainda assim, não sabia se ser imprudente ajudaria. Porém, tão rápido quanto tal pensamento chegou, ele se foi. Procurou ligeiramente perdido pela figura da coreana quando a mesma tomou a decisão final, talvez por ambos, talvez apenas para ela, não saberia dizer. Sicheng não argumentou contra, se levantou e a seguiu em silêncio. Resolveu se manter na sombra, viria a falar ou fazer algo caso fosse o necessário. Ele cruzou os braços e observou quando a mais baixa, deliberadamente, usou um tom mais alto. Sicheng jurou ter visto uma ligeira expressão de susto na face dos homens, mas não tardou para que ambos começassem a elevar a voz também, quase como se estivessem chamando-a para uma disputa de quem falava mais alto.
Comunity | Safe zone
suknotsick·:
Embora estivesse ciente que, apesar de todas as anormalidades com que tinha que lidar diariamente, a rotina no ambulatório não estava muito distante do considerado normal. Ou pelo menos caso ignorassem alguns ocasionais ferimentos provocados por zumbis, que continuavam a aumentar de numero do lado de fora da comunidade em que viviam. Isso, é claro, não tornava as coisas menos estressantes. E como em qualquer final de tarde depois de um dia bastante agitado Suk sentiu que precisava espairecer um pouco, então pegou um dos seus livros, sentou-se em sua mesa na enfermaria e sem nenhuma pressa começou sua leitura. Esperava mesmo que mais problemas surgissem, o que o impediu de sair da enfermaria, algo que se confirmou com a chegada de outra pessoa. — O que aconteceu desta vez ? — perguntou em seguida desviando o olhar para o recém chegado, pronto para o instruir a seguir para uma das macas e começar o procedimento padrão.
Apesar de não se sentir confortável e ter uma certa desconfiança com o pequeno grupo que estava, Sicheng não recuou um segundo sequer na ida até uma vila próxima a localidade da comunidade. Na busca por suprimentos, um dos homens - cujo o chinês não conhecia, nem mesmo sabia o nome do indivíduo - acabou se desequilibrando e caindo de uma escada, que por sorte não era tão grande, mas a queda foi suficiente para fazê-lo deslocar alguma parte de seu corpo. Dong não sabia exatamente como aconteceu, nem se foi de fato acidental ou não, tudo que conseguira enxergar com os próprios olhos sem ter de saber a história por boca de terceiros era que foi um deslize bobo do sujeito, Cheng nem mesmo saberia dizer se de fato era um deslocamento de osso ou não. O grupo separou-se para que pudessem ir para casa com o que teriam encontrado e o homem ferido, e o chinês ficou com a tarefa de ajudar o sobrevivente a voltar em segurança. Então, logo que adentraram a comunidade de novo, o chinês não hesito em ir direto até a “enfermaria”. “Para ser sincero, não faço ideia.. Não estava junto, apenas me falaram que ele caiu da escada.”
Sicheng não sabia se poderia ser considerado exatamente como um ‘pacifista’; contudo, era nítido que o homem apenas cedia a um lado mais violento quando necessário, ou nos poucos casos em que perdeu a paciência. Caso contrário, Dong era uma companhia calma e reservada. Também não fazia o tipo ‘intrometido’, por esse motivo que se absteve de comentários quando uma discussão surgiu entre dois sobreviventes próximos a si. Entretanto, estava dando-lhe nos nervos quando começaram a aumentar a voz. “Devemos intervir?” Questionou, de modo baixo para que ninguém além da figura ao seu lado lhe ouvisse.
fear ✩ junhui
outside - blue zone
hyerijung:
Depois de ter andado por muito tempo com a mochila parecendo estar cheia de chumbo, mas sem parar por receio de ficar em campo aberto finalmente a morena tinha encontrado um lugar a qual parecia quieto e distante o bastante para ela se arriscar a entrar e dar uma olhada, talvez tivesse uma sala da qual pudesse entrar e descansar por um tempo sem ficar olhando por sobre o ombro a cada minuto em busca de um cadáver ambulante. Já fazia uns bons dias a qual ela não retornava a comunidade onde havia ficado no começo da infestação, um pouco mais de uma semana pensava ela, porém era uma escolha sua ficar do lado de fora. A coreana simplesmente não conseguia ficar trancada em um lugar sabendo que tinham pessoas do lado de fora que precisavam de ajuda, claro era raro quando os encontrava, mas se sentia muito melhor quando estava vagando a esmo e conseguia salvar alguém ou quando encontrava bons suprimentos para levar de volta ao lugar onde estavam o restante do grupo. Estava ouvindo atentamente a seu redor enquanto se aproximava da porta quando ouviu passos mais a sua esquerda e imediatamente apontou a arma para o lugar com o dedo já no gatilho, quando inesperadamente viu uma pessoa que parecia saudável aparecer - você devia tomar mais cuidado de como aparece para os outros num lugar aberto assim - disse passando uma mão na testa, porém sem ainda abaixar a arma completamente já que não fora apenas uma vez que havia encontrado uma pessoa no começo da infecção.
O suor escorria pela face do chinês, sua respiração estava fora de controle e os batimentos cardíacos se encontravam acelerados. Um estrondo forte e quase ensurdecedor ecoou pelo estabelecimento abandonado em que Sicheng estava. A busca por qualquer alimento ou mesmo medicação não sairá como o planejado e alguns andarilhos invadiram o local, acabando por fazer o homem e os demais sobreviventes que ali estavam se perderem uns dos outros. Cheng encarou a direção que ouvira o barulho; as prateleiras de alumínio foram ao chão pelo que lhe pareceu ser culpa dos walkers, ou o que quer que fosse. Destravou sua arma e a manteve em posição para se precaver, ainda que o loiro estivesse em uma zona mais segura do que os demais, provavelmente. Contudo, enquanto cuidava para não se tornar um alvo fácil dos andarilhos e procurava uma saída, Sicheng foi surpreendido por algo ou alguém caindo em cima de si e o fazendo se desequilibrar, por pouco não caiu. Antes mesmo que pudesse revidar, o maldito começou a golpeá-lo em todas as partes de seu corpo. O cheiro de sangue misturado com o gosto de ferro que havia em sua boca o fizeram ficar zonzo, embora grande parte da tontura fosse os golpes do desconhecido. O mesmo fincou algo pontiagudo em sua perna e roubou a arma do chinês, fugindo logo em seguida Sicheng sequer poderia imaginar quanto tempo teria ficado ali, caído no que um dia havia sido um depósito, em meio a grandes caixas, entretanto, tendo sorte para não ter sido mordido. Com muito esforço, se ergueu e começou a cambalear até a saída. Naquele momento, não queria saber a que fim teve seus colegas, os andarilhos que estiveram por ali, nada daquilo importava para ele, não enquanto seu único pensamento era encontrar um lugar seguro para poder cuidar de si mesmo, caso contrário, como poderia ser útil? Sicheng mordeu o interior da bochecha ao sentir uma fisgada em sua perna, só então recordando-se, ao encarar o local que ardia, do que ocorreu de forma detalhada. Conquanto, sua atenção foi voltada para a dona da voz. Ele a encarou, confuso. Como chegou ali? Xingou-se baixo em mandarim e soltou um longo suspiro. "Peço desculpas. Não foi minha intenção..." Foi tudo que conseguiu formar no momento, se sentindo um idiota completo.
comunity | safe zone
itsdaekim·:
Não era dia de sair em busca de suprimentos e nem estavam com alguma necessidade especial por algum remédio ou coisa do tipo, a morena estava tranquilo quanto aquele departamento já que isso significavam que estavam num dos raros momentos onde todos podiam respirar um pouco melhor por assim dizer, mesmo que nunca mais pudessem ter a guarda tão baixa quanto era antes do mundo ser infestado por aquela praga. Porém ainda estava ela ali, sentada no balanço que um dia havia pertencido a uma criança que ela não fazia a menor ideia se estava viva ou não, dali ela podia ver a cerca que separava eles do mundo de fora como uma ilha no continente com pensamentos vageando em suas memórias, se fechasse os olhos conseguia vislumbrar sua antiga casa e seus pacientes mais frequentes sorrindo para ela felizes ou sei irmão, sentado com ela na pequena cozinha de sua casa…se perguntava onde ele poderia estar, então um movimento chamou sua atenção a fazendo virar o rosto para a direção do que tinha lhe trazido para o presente do mesmo modo que escorregava para frente colocando mais peso em seus pés pronta para correr se necessário.
Ele havia chegado alguns dias antes à aquela comunidade, ou como chamassem por ali. Durante as primeiras horas, buscava estar fora dos muros com o intuito de encontrar algum rosto familiar, não gostava de sentir fora de sua zona de conforto e estando em um lugar que não conhecia ninguém, Dong sentia a necessidade de estar em constante busca. Não que tivesse algum problema com alguém por ali, do contrário, era grato por terem lhe acolhido e lhe ajudado perante o fato de ter chegado, fisicamente, acabado. Respirou fundo e acertou a cabeça de um walker com um pedaço de madeira, pisoteando-lhe quando o andarilho caiu, até que a carne podre não se mexesse mais. Sicheng, então, retornou ao que, agora, chamava de lar. Ao menos havia conseguido algumas caixinhas de remédios naquela caminhada. "Idiota..." murmurou para si mesmo enquanto rolava os olhos e soltava uma risada debochada, tirando sarro de sua própria ignorância e inocência; não seria uns míseros momentos em torno de uma fogueira agradecendo por mais um dia, não seria caixas de remédios nem uma migalha de pão, muito menos a companhia de mortos vivos que iriam curar suas dores, suas fraquezas. Não, para seu azar, sua maior fraqueza era ser vulnerável e benigno demais. Era deixar que a falta das pessoas que mais amava fossem seu maior fantasma, e não seria drama ou exagero dizer que Sicheng era assombrado pelo seu passado, pela ausência de sua gêmea, a falta de Mian e Xiaojun. Nada poderia apagar a mágoa e tampar o buraco que havia se formado em seu coração. Se ao menos pudesse ter se despedido talvez conseguisse se libertar. Tolice, zombou seu subconsciente novamente do chinês. Os passos se tornaram apressados conforme o aperto se tornava maior, fazendo seu estômago se contorcer em uma dor insuportável. Ser empático sempre foi um dos seus piores defeitos, como também uma de suas melhores qualidades. Mas talvez, naquele momento, no instante em que ergueu o olhar, suas emoções não fossem tão ruins assim. As lágrimas que tanto lutou para segurar, agora escorregavam por sua face sem uma previsão de parada e o aperto em seu coração, aos poucos, parecia estar se desfazendo. De forma meio desgovernada, tomado pelo misto de sentimentos, Cheng caminhou até o balanço em que a irmã estava sentada e sentou em cima dos próprios joelhos. "Dae..." Deixou que escapasse, juntamente de um sorriso tristonho. Não esperou mais um segundo para envolver os braços ao redor da silhueta da gêmea e trazê-la para um abraço apertado, demonstrando claramente a saudade que estava.
i remember when you were all mine, watched you changing in fron of my eyes. what can i say? now that i'm not the hand that you hold, as you're walking away. i worry about you the whole night, i won't sleep 'til you're safe inside. everyone has do find their own way, and i'm sure things will work out okay. i wish that was the truth, all we know is the sun will rise. thank your lucky star that you're alive. it's a beautiful life.
não use seus cacos para ferir alguém.
you have my 💜
i was thinking about you, thinking a b o u t me. thinking about us. open my eyes, it was only just a dream. will she come back? no one knows. i was at the top and i now it’s like i’m in the basement, number o n e and now she found her a replacement.
Dong Sicheng and the shits he says moodboard pt.1 (001)
queenyoora:
songxjinwoo:
dollsharpay:
As íris âmbar da chinesa se voltaram para o gêmeo assim que ela escutou sua voz. Um suspiro cansado se soltou de sua garganta, porém um sorriso breve surgiu em seus lábios. Ela necessitava de demonstrar que tudo iria ficar bem, especialmente para demonstrar força para aquele que era seu pilar ali. — “ Ahm…se ninguém tiver podemos tentar fazer lume, que acham? Pode resultar. “
@songxjinwoo
— Eu não quebrei a lanterna, ela quebrou sozinho. Já era. — defendeu-se, dando de ombros e jogando a lanterna no chão. A sua paciência estava se tornando cada vez menor, então preferiu não prolongar o assunto da lanterna quebrada, pois sabia que poderia soar grosso com o outro a qualquer instante. — Isso não é uma boa ideia, a luz das chamas vai atrair não somente os mortos como também os vivos. Então acho que a melhor opção é aproveitar a pouca luminosidade da lua e seguir caminho. — sugeriu.
@queenyoora
Fora inevitável a Kim não rolar seus olhos âmbar após escutar as idiotices que os outros falavam. Sim, porque aos seus olhos seu grupo era idiota demais. Quem iria quebrar uma lanterna? Era idiota, especialmente sabendo que estavam em fuga e que alguém poderia machucá-los, ou até mesmo matá-los a qualquer instante. Um suspiro cansado se soltou por entre os lábios da morena, e ela voltou seu olhar para o grupo que a acompanhava. — “ Acho que a nossa sorte é estar uma lua um tanto luminosa, porque se não estaríamos completamente ferrados, não é mesmo? “ — sua voz era baixa, porém jamais parecia calma — “ Ninguém mais tem uma lanterna sem ser eu, não? “
@yasicheng
Sicheng desviou o olhar da face da gêmea para Jinwoo assim que ouviu a voz do mesmo. Porém, antes de responder, Yoora foi mais rápida e acabou solucionando o problema. Ele não queria julgar a morena, por isso precisou morder o interior de sua bochecha com força para não puxar a orelha da mais nova. Dong virou-se para o único outro homem ali, levou a mão até o ombro alheio e encarou Jinwoo com seriedade. "Não era minha intenção te culpar, sinto muito se o fiz." Desculpou-se dando uma ligeira reverenciada com sua cabeça antes de ir ao encontro da morena. "É bom que você tenha lanterna, dongsaeng, como viu: ninguém mais possui. Mas seria melhor se você se lembrasse que é a mais nova por aqui... Além disto, ninguém quer o seu mal. Estamos do mesmo lado."
@dollsharpay