até parece que foi ontem, que tudo aconteceu com o seunghan... agora se repete com alguém que nao esperávamos, sinceramente não faz o menor sentido e eu queri muito que mais informações sejam reveladas.
nao suporto que fique por isso mesmo, nao aceito 6 anos de companheirismo jogados no lixo pq uma empresa te acha descartável
enhypen é sete, e heesung merece respeito, pelos seus anos de treinamento e pelo seu esforço que gerou o que o enhypen é hoje
sinceramente não to muito legal hj gente, enha era meu segundo bg utt, praticamente pari eles, e to muito decepcionada com a situação. espero que o jogo vire
se quiserem assinar essa petição, assinem. temos que tentar cada vez mais a ter voz nessa indústria
Gente esse empresa fdp taca essa merda no ventilador e vaza, eu nem era do fandom dos meninos mas tinha um carinho enorme, a única coisa que eu espero é que o heeseung esteja bem e que tenha muito sucesso nessa nova fase dele
Gente odeio essas pre adolescentes que te olham com cara de nojo com a desculpa de ser introvertida, você só finge ser assim pra ter uma desculpa pro seu jeito nojentinho de ser, vc só passa vergonha amg.
Oii amg, vim te mostrar essa fotinha que tirei do meu namorado hoje, a gente tá curtindo muito o dia dos namorados, ele nessa hora tinha falado "tá mandando mensagem pra sua best vida?", depois trago atualizações amgaaaaa
oii vida! desculpa a demora, eu tb tava aproveitando o dia com meu namoradinho ♡
໑ 𐬹 ۫ ۪ 𝗔𝘃𝗶𝘀𝗼𝘀: MDNI, corruption kink, perda de virgindade, palavras de baixo calão, dirty talk, sexo explícito.
໑ 𐬹 ۫ ۪ 𝗡𝗼𝘁𝗮𝘀: Estou com fome de P1harmony e principalmente querendo papar um coitadinho.
Shota se pergunta o que ainda está fazendo ali. Tão deslocado, suando frio, com o coração acelerado demais e a perna direita tremendo inquieta, enquanto mantém os olhos fixos na porta fechada. A luz cor de âmbar que vem do abajur ao lado reflete sobre o rapaz e acalma aquela iluminação exagerada dos leds vermelhos espalhados por todo o ambiente, o grande sofá de camurça onde ele está sentado parece começar a ficar desconfortável, a música alta lá de fora ali dentro não passa de um som abafado e incompreensível. A champanhe cara que Keeho comprou descansa no balde de gelo, ali na mesinha de centro. Ah sim, Keeho... Shota quer matá-lo, aliás.
Aparentemente, é bem divertido para Yoon levar o amigo que nunca sequer tocou verdadeiramente numa mulher pra uma boate noturna, mentindo que iam para uma lanchonete nova na região. Pagou o pacote VIP, o desgraçado deve ter pago uma nota só pela piada. "Fica tranquilo, Shota, fiz questão de escolher a dedo uma gatinha bem suculenta pra você. Aproveita a noite que a vida não é só Minecraft, meu moleque!" Foi tudo que o garoto ouviu do mais velho antes de ele o deixar ali sozinho e sumir pelo clube com duas mulheres agarradas a ele.
Mas por que ele continua parado ali? O que ainda aguarda? Shota poderia muito bem dar meia volta e ir embora, o Keeho que faça bom proveito sozinho da sua noite de foda e bebedeira. Mas talvez, lá no fundo, o japonês queira pelo menos uma vezinha viver isso também. Ele não pode negar que inveja a facilidade com que o Keeho e os outros amigos chegam nas mulheres, como todas sempre parecem tão interessadas neles.
Até as experiências sexuais que eles contam se vangloriando uns para os outros o deixam com uma pontinha de dor de cotovelo. Poxa, por que isso não era fácil pra ele também? O máximo que já conseguiu de uma mulher foi um beijo durante a adolescência. Quem sabe não seja de todo mal aproveitar essa oportunidade agora? Principalmente com uma mulher que, muito provavelmente, é experiente e vai ter paciência com ele. Mas fica aquela dúvida: será que a situação é realmente tão desesperadora assim ao ponto de precisarem pagar pra alguém transar com ele?
A cabecinha de Shota já estava para entrar em curto-circuito com tantos pensamentos contraditórios chegando de uma só vez, não queria mais se estressar com isso. Bufa para si mesmo, com passos largos segue até a porta. Mas, antes que consiga girar a maçaneta, ele vê a mesma sendo aberta pelo lado de fora. Acompanhada de risos enquanto termina de conversar com alguém no corredor, você adentra o quarto e esbarra direto no corpo de Shota, que estava prestes a sair dali.
Haku tem certeza de que tá com a maior cara de idiota após pousar os olhos em você. Mas como não estaria? Ele poderia jurar que nunca viu alguém tão linda antes, talvez até agradeça ao Keeho mais tarde pela escolha. Sua risada direcionada agora a ele o tira do transe, com os olhinhos o analisando de cima a baixo, você tranca a porta.
— Você é o Shota, certo? — Sua voz docinha quebra o silêncio, sorri amplamente quando o vê acenar com a cabeça. Caralho, finalmente um lindinho com cara de inocente pra mamãe corromper. — Te fiz esperar muito aqui sozinho, né? Pobrezinho... É que eu precisei de um pouco mais de tempo pra me arrumar hoje. Queria ficar bem bonita pra você, sabe?
O rostinho de Shota ruboriza instantaneamente, ele fica tão sem jeito que nem formular frases completas consegue, gaguejando de tanto nervosismo. Você tenta se aproximar de Haku, mas ele recua em passos lentos, tão desajeitado que só nota o que tá fazendo quando esbarra na mesinha de centro e sussurra um pedido de desculpas. Porra, ele é totalmente seu tipo.
— Você parece tão nervoso, gatinho... Sou eu que tô deixando você assim? — Quando consegue chegar perto o suficiente, força o mais alto pelos ombros a se sentar no sofá ali próximo.
O coraçãozinho de Shota parece que vai explodir. Ele tenta desviar os olhos das suas coxas gostosas, que a mini sainha de couro não cobre, por mais que elas estejam bem na linha de visão dele agora. O ambiente parece ficar muito mais quente de repente.
— Talvez. Um pouquinho. — Ele pigarreia, como se tivesse sido um esforço enorme deixar as palavras saírem. — Esse... não é o tipo de lugar que eu costumo frequentar. — Fala mais baixinho, mas ainda o suficiente pra você conseguir ouvir.
— Ah sim, aquele seu amiguinho irritante comentou isso antes de pedir pra eu cuidar bem de você... — Shota não pode negar, ficou curioso em saber o que o Keeho possa ter dito ou feito para te fazer se referir a ele assim. Em contraste, sua mãozinha macia segura o queixo do rapaz e o faz olhar direto em seu rosto assim que você se põe entre as pernas dele. — E eu pretendo mesmo cuidar muito bem de você, lindinho.
Haku consegue sentir o próprio pau começando a ser um incômodo dentro da calça. Uma mulher nunca o havia tocado daquele jeito, nem o olhado daquela forma, muito menos falado de tal maneira com ele. Mesmo nervoso, está gostando bastante do caminho que tudo isso está seguindo.
— Diz pra mim, amor, o que quer que eu faça primeiro, uh? — O tira da zona de conforto. Shota esperava que você tomasse todas as decisões ali.
— Eu... eu não sei. — Ele sussurra, a voz falhando enquanto olha fixamente pra sua boca. — Eu não sei o que é permitido... Mas, eu posso... posso beijar você? Por favor. — Os olhinhos pidões brilham. Porra, você quer tanto corromper ele.
— Então quer beijar minha boquinha, é? — Aproxima o rosto ainda mais do dele, o vê acenar e murmurar em concordância. Fofo. Sorri ladina e, num ato inesperado para Shota, sobe no sofá e monta no colo dele, posicionando uma perna de cada lado do quadril de Haku. O tecido da sua saia sobe, ameaçando mostrar demais, a respiração dele fica presa, não sabe nem onde posicionar as mãos agora.
Com uma mão você segura o rosto dele outra vez, enquanto a outra trilha o caminho até a nuca, onde seus dedinhos se prendem entre as madeixas do japonês. Sua boquinha logo vai de encontro à dele, primeiro, deposita selares demorados até que a boca apressadinha de Shota encaixa na sua e começa o beijo de verdade. O nervosismo transiciona para o desespero de ter. Os olhinhos fechados, as respirações batendo contra o rosto um do outro, Haku ainda não sabe bem o que fazer com as mãos, mas devagarinho tenta apoiá-las em sua cintura.
Ardilosa, quebra o ósculo até então fofinho, imergindo sua língua para dentro da boca de Shota. Ele suspira pesado, a língua dele dançando com a sua, salivas trocadas... o jeito como sua boquinha chupa o músculo úmido dele o enlouquece. Merda, o pau dele poderia rasgar a calça. E você sente, claro, aquele volume gostosinho roçando direto na sua buceta mal coberta.
Sua mão solta o rostinho de Haku e desce lentinha até a barra da camiseta. Sorrateira, adentra a peça e com as pontinhas dos dedos sente os músculos definidos do abdômen. Sorri com a boca coladinha na dele pela surpresa, passa a arrastar as unhas por cada gominho ali. O corpo de Shota parece que vai entrar em combustão a qualquer momento, um misto de sensações nunca sentidas antes. Involuntariamente, o quadril do rapaz começa a arquear para cima, ele se sente tão patético, mas não é como se conseguisse ter algum tipo de autocontrole agora.
A essa altura, até sua bucetinha já tá toda melada, rebolando gostosinha sobre o Shota, capturando com seus lábios cada gemidinho dengoso que ele deixa escapar.
— Hmm... por favor, me deixa foder você, por favor! — Choraminga, tão desesperado pra aliviar as bolas que pouco se importou com o quão lamentável deve ter soado.
— O gatinho carente já tá querendo sentir como é gostosinho enterrar o pau numa buceta, é? — Sua boca suja facilmente poderia fazê-lo gozar nas calças. Ele acena que sim outra vez, o tesão o deixando bêbado o suficiente para conseguir descer as mãos até sua bunda e forçar mais atrito entre as intimidades cobertas. Ele fecha os olhinhos com força, prende o lábio inferior entre os dentes.
Beija a boquinha de Shota uma última vez, passa a descer lambidinhas pela região do pescoço do rapaz. Suas mãozinhas se reúnem no cós da calça de Haku, você desafivela o cinto e logo abre o zíper, puxando a peça jeans junto da cueca até mais ou menos o meio das coxas. O pau dele sobressalta, com a cabecinha brilhante de pré-sêmen. Você queria muito pôr aquele pau intocado por qualquer outra pessoa em sua boquinha e dar a ele o boquete da vida dele, mas no momento vai se concentrar em fazer o que o Shota pediu.
Sobe sua sainha mais um pouco, afasta a calcinha vermelha rendada pro ladinho e brinca com a glande, que continua a expelir líquido, no seu grelinho, esfregando ali e atiçando ambos os dois.
Mesmo que fosse regra do local, você pouco se importa com camisinha agora, o que quer mesmo é sentir a porra viscosa do japonês fofinho lambuzando seu interior todinho.
Você encaixa a cabecinha em sua entrada e o desliza para dentro enquanto se senta novamente nas coxas dele. Shota revira os olhos, faz uma carinha de sofrido e agarra sua bunda com mais firmeza, enquanto você geme o nome dele gostosinha. Logo, se levanta o suficiente para retirar quase por completo o pau de dentro, para então descer com tudo outra vez. Shota joga a cabeça para trás.
— A-ah... m-meu Deus! — Abre a boca, exasperado. Os dedinhos apertam sua carne com tanta força. — Por favor... faz de novo... — Pede sem nem pensar muito. Aqueles malditos olhinhos de cachorrinho certamente vão te perseguir em sonhos.
— É bom, não é? — Você desliza as mãos pelo peito dele, sentindo o coraçãozinho saltar. Eleva o quadril lentamente outra vez para então descer enterrando-o até a base, fazendo a rola dele socar fundo sua buceta com um estalo úmido. Shota pode dizer que acabou de conhecer o paraíso.
Passa a cavalgar com mais velocidade, Haku virando um brinquedinho em suas mãos. Sente o membro dele pulsando dentro de você, esmaga o grelinho contra a base da pica dele a cada descida. Porra, não sentia tanto tesão assim há muito tempo.
— D-deus... É... é tão molhada e quentinha... — Shota já está mais do que entregue, a boca seca, a cabeça ainda jogada para trás, o pescoço exibindo as veias saltadas pelo esforço de tentar não gozar na primeira dezena de estocadas. Ele sente cada dobra da sua carne abraçando o pau dele. Shota assiste em transe o modo como a sua bucetinha engole o cacete dele, produzindo aquele barulhinho de sucção que o deixa zonzo. Haku, por mais que tente, não vai durar mais tanto.
— Você é um garoto tão bonzinho, sabia, Shota? Vou deixar você gozar bem fundinho dentro de mim, hm? Você quer? — A respiração dele se torna um chiado sôfrego, o som da foda fica ainda mais sujo com seu melzinho escorrendo pelas bolas dele e ajudando a lambuzar o sofá de camurça. Ele está completamente rígido, o abdômen trincado enquanto o quadril começa a dar estocadas curtas e involuntárias para cima, buscando desesperadamente o fundo do seu útero para despejar todo aquele acúmulo de anos.
O pau do Shota dá um solavanco brutal dentro de você e o primeiro jato de porra dispara. O japonês solta um gemido tão dengosinho, a cara toda retorcida de prazer. O líquido dele é tão quente e espesso que faz sua buceta dar espasmos, apertando-o ainda mais enquanto ele jorra.
Logo circula seus braços ao redor do pescoço dele e Shota desaba contra você, o corpinho todo tendo espasmos. Começa a selar as bochechas dele até que os mesmos passem. O cheiro forte de sexo domina o ar, Haku suspira aliviado e você ri baixinho do rapaz.
— Você tá com seu celular aí, Shota? — Pergunta de repente, o deixando confuso.
— Sim, tá aqui... — Ainda com a cabeça vazia demais para conseguir entender qualquer coisa, ele somente estende o aparelho em suas mãos assim que você o pede emprestado. Aqueles olhinhos conseguem ficar ainda mais enormes quando notam você abrindo o aplicativo de contatos e salvando seu número ali.
Quando ele está prestes a dizer algo, vê você também abrir o aplicativo da câmera. Você segura o rostinho dele com uma mão, assim como havia feito anteriormente, cola sua boquinha na dele e mira o celular para ambos. O flash causa um desconforto momentâneo nos olhinhos de Haku, mas nada que tire a atenção dele do que você está fazendo agora. Você angula o celular entre seus corpos, o posicionando de modo que fique visível a rola de Shota ainda enterradinha dentro de sua buceta, escorrendo tanto os seus fluidos quanto a porra branquinha do japonês.
— Toma, gatinho. E mostra pra aquele idiota do seu amigo. — Assim que você analisa as fotos tiradas, apenas entrega o celular simplista ao rapaz. Shota não contém o riso, ele com certeza vai se exibir bastante.
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
Até a próxima, bjsss <3
Aii amg preciso compartilhar isso com você urgente, tô morrendo de tesão pelo ej, tô loucaaaa por esse homem, morrendo de vontade de esfregar meus peitos na cara desse tesudo gostoso, matar ele na sentada, deixar ele burro de tanto furunfar e dar muito amor e carinho pra ele
Que homem amg, amooooo ser ej biassed que delícia
pq eu só estou sabendo agora que vc tb é luné e pq não estamos passando horas falando sobre o &team, dona yoyo?!
𖦹 𝑤𝑎𝑟𝑛𝑖𝑛𝑔 : fluffy, martin namoradinho, beijinhos, provocações bobinhas e altas doses de um martin romanticozinho.
𖦹 𝑛𝑜𝑡𝑒𝑠 : olha ai... quem diria que nem só de safadeza vive essa pequena loba, hein? Ai gente, não tenho muito o que dizer além de que todos os meu problemas seriam resolvidos se eu fosse a namoradinha do martin.
O sol brilhava radiante naquela tarde praiana. Martin seguia sorridente pela orla até uma das grandes quadras a céu aberto que havia ali, a bola de basquete, seu xodó, presa na lateral de seu corpo. A brisa marítima bagunçava um pouco dos fios loirinhos enquanto ele caminhava calmamente até o campo.
Sempre que precisava espairecer ou simplesmente admirar a bela vista proporcionada pela natureza à frente, ele seguia esse caminho. O pequeno ponto de paz longe do mundo urbano.
Ao longe, ele te avista, distraída. Abre um sorriso largo, apertando mais o passo. Já dentro da quadra, as mãos grandes largam a bola com cuidado no chão desgastado e, em seguida, ele se esgueira lentamente em sua direção, rapidamente a abraçando por trás, pela cintura.
Você, alheia a todo plano do garoto, retesa e um pequeno gritinho sai pelo susto do contato repentino, mas rapidamente a expressão assustada é substituída por um sorriso brincalhão ao sentir o cheirinho do namorado lhe atingir.
— Assustou, foi? — A voz grossinha bate ao pé de seu ouvido, junto a um riso nasalado.
— Quase que você fica sem namorada! — Você repreende, deixando um tapa no ombro do mais alto, mesmo que o sorriso bobo não abandonasse seus lábios. “Se a sua intenção era me matar do coração, você quase conseguiu.”
Observa o sorriso bobo que não larga a boca de Martin. Sem demora, se vira para ele e o enlaça pelo pescoço, prontamente juntando os lábios e depositando um selinho demorado, sentindo o mais alto aprofundar para um beijo lento e cheio de carinho, transbordando uma pequena saudade pelo tempinho longe um do outro.
— ‘Tá pronta ‘pra perder, mô? — ele graceja, separando o ósculo com alguns selinhos.
— Perder? ‘Pra você? Ha! Sonhou demais… — Debocha, rindo sapeca. O empurra levemente para longe e segue em direção à bola, que até então estava esquecida no canto da grande quadra. “Na verdade, eu quem te pergunto. Pronto 'pra perder, amor?”
— ‘Cê vai ver quem é que vai perder aqui. — Com um pequeno descuido, ele rouba a bola de sua mão, corre até o aro da quadra e faz uma encaixada certeira.
— Ah, então vai ser assim, Martin Edwards? ‘Cê que sabe. — Se atenta no sorriso presunçoso que desponta no canto dos lábios do namorado, que te provoca levantando as mãos para cima, como numa “rendição”.
Você não engole a provocação. Devolve o sorriso de canto e logo corre para pegar a bola. Se distancia até um pouco depois da linha de seis metros e arremessa para a cesta, fazendo a famosa cesta de três pontos. “Me pegue se conseguir, gato.”
E assim se estendeu o resto da tarde, com várias cestas, risadas altas e diversas trapaças por parte de Martin, que muitas vezes usava a diferença de tamanho entre vocês a seu próprio favor e a agarrava para longe, roubando a bola apenas para ver sua expressão bravinha enquanto você pelejava para alcançá-lo.
Quando menos perceberam, o sol já foi se despedindo, pintando o céu com tons alaranjados e pontos rosa. Após horas e horas perdidas para o jogo de basquete, vocês estavam exaustos. Encontravam-se jogados no meio da quadra, se aproveitando da leve ventania salgada para se refrescarem, visto que uma fina camada de suor cobria os corpos ofegantes por todo o esforço usado nas partidas.
— ‘Tá… Quem foi... Que ganhou...? — o escuta questionar, ainda ofegante.
— Eu sei lá… — o responde risonha, regulando a respiração. “Parei de contar depois da décima terceira cesta.” Completa, risonha, ouvindo a risadinha que escapou dele.
Vocês voltam a ficar em silêncio, um ao lado do outro, ouvindo o som das respirações descompassadas se misturarem ao das pequenas ondas quebrando no mar à frente.
— Eu te amo…
— Hm? — Você questiona, confusa, virando o rosto na direção do loirinho. Estava tão perdida em pensamentos que nem mesmo prestou atenção na frasezinha romântica.
— Eu disse que te amo, bobinha. — Ele repete sorridente e se vira para você, se apoiando em um dos cotovelos e mirando seu rosto com carinho, levando a mão livre para deixar um leve aperto na ponta do seu nariz.
— ‘Cê é muito aleatório, amor… — você solta juntamente a um riso bobo, mas não demora muito para que a sua pose despedace. Se aconchega mais pertinho dele, leva uma de suas mãos até a bochecha de Martin e acaricia devagarinho com a ponta das unhas. “Eu também te amo, gatinho… muito mais do que você imagina.” Sussurra perto da boca rosada.
Você se perde nos olhinhos brilhantes dele, tanto que nem percebe quando o rosto do loiro se aproxima sem pressa. Compartilham do mesmo sorriso apaixonado, que logo é tirado ao ele colar os lábios no seu, começando um beijo lentinho, cheio de carinho.
“Você é meu tudo, princesa.” É o que você o escuta sussurrar contra sua boca, não te dando tempo para pensar em mais nada ao voltar a grudar as boquinhas.
Ah, você era muito sortuda mesmo… Tinha o melhor namoradinho do mundo.