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• Shameless and Liar
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he wasn't even looking at me and he found me
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Monterey Bay Aquarium
Lint Roller? I Barely Know Her

Kiana Khansmith

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KIROKAZE
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@zayn-jm
— Wallpaper for computer
• Shameless and Liar
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Como forma de agradecimento aos seguidores, eu decidi fazer esse pequeno pack especial pra vocês. Espero que gostem e muito obrigado!
O pack contém: 100+ imagens raras para collage
Para obtê-lo:
Siga o @iconslatina e o @editsabrina (vou conferir)
Reblogue (likes não contarão) este post.
Peça “pack especial, por favor” na ask (ESTEJA LOGADO, NÃO ENVIAREI O LINK PARA QUEM TIVER EM ANÔNIMO)
NÃO REPASSE O LINK DO DOWNLOAD PARA NINGUÉM.
like/reblog if you save, headers aren’t mine
✽ pack harry styles • headers aren’t mine.
like or reblog if you use/save. credits to @waslarries on twitter. • follow me on instagram: @itswaslarries.
♡。・ ✿ * ・ 。( ू•o•ू ❁).
random headers
why right kind of kids (boys) feel the need to humiliate and debase nice girls but sensitive and timid? in fact they do that with all kinds of girls, so tired of think about don’t be beautiful enough
HEADERS
eu amo uma sequência de fotos
ZAYN X VERSUS Collection. Available worldwide.
likezinho
zayn + emojis (insp)
If I Were A Boy.
“Nenhum dia pode começar melhor do que aqueles em que acordo com seus beijos no meu rosto. Só me abraça e me pede pra ficar e eu nunca mais vou partir. Mas se eu for seu, dessa vez a quero completa, entregue, só minha. E eu nunca vou deixa-la ir.”
Citação: Lucy Vargas, “Quando Eu Te Beijar” (2014).
PEDIDO: “manu, faz um imagine meio baseado no clipe de if i were a boy, que o harry é policial e trata a s/n meio mal e ai eles brigam e tal e ai ele entende que está sendo ruim e melhora?! beijos” [clipe ☒]
Eu queria deixar claro que eu amo esse álbum, amo cada música dele e amo ainda mais a mulher que canta. PUTAQUEMEPARIU.
É importante dizerem o que acharam, ESPECIALMENTE quem fez o pedido :)
[COMUNICADO]: Vou descartar alguns pedidos antigos que eu não consigo de forma alguma escrevê-los.. Vou fazer alguns que chegaram essa semana (se quiser saber se o seu é um deles, é só pedir que eu posto uma listinha), e depois abro os (meus) pedidos novamente…
Seus lábios tocaram os meus e eu juro por tudo que é mais sagrado em minha vida, eu tentei, juro que tentei, suguei seu lábio inferior e tentei fazer com que ele entendesse o quanto tudo aquilo doía. Ele se afastou e com um beijo em minha testa, arrumou a farda e saiu, como sempre. Harry me deixava assim, desarmada com a guarda baixa e com o coração totalmente ludibriado quando uma pequena chama da esperança era transmitida pra mim, através de seus olhos. Tomei mais um gole do café que já esfriara e num reflexo, taquei a xícara contra a parede com um grito reprimido. O liquido negro escorreu pela parede enquanto os pedaços da xícara estavam espalhados pela cozinha, era assim que eu estava agora. A imagem perfeita do meu coração. Peguei minha pasta e ajeitei o pequeno suéter e sai pela mesma porta que ele, tentando aceitar que eu era capaz de ser tão fria e insensível como ele.
Eu não era. Nunca fui.
O inferno devia ser mais confortável do que o final da tarde, quando eu chegava em casa e sentia tudo aquilo novamente. A repulsa, a frieza e a enorme barreira entre mim e ele estavam ali, prontas para me fazer querer sair gritando pela rua e me atirar da primeira ponte que achasse. Me despi e entrei no chuveiro, a agua morna fazendo o nó em minha garganta se soltar aos poucos com as lágrimas e os tremores que tudo aquilo causava em meu corpo, encostei a cabeça sobre o vidro do box e me permiti soluçar, pensar em como tudo era na visão dele, tentando compreende-lo e aceitar que nada daquilo era demais, mas era. Cerrei meu punho e ataquei o vidro do box que se mexeu mas não sofreu nada, diferente de minha mão. Terminei meu banho ignorando o sangue que escoria do nó de meus dedos e me enrolei na toalha, me encarando no espelho. Meu cabelo estava com leves ondulações e em meu ombro ainda havia algumas gotinhas de agua, respirei fundo observando minha clavícula aparecer e passando a ponta de meus dedos sobre o delicado osso. Eu costumava beijar sua clavícula enquanto nós fazíamos amor, então eu subia pelos ombros, mordiscava o pescoço caminhando até o maxilar e beijando seus lábios. Doces sonhos.
×
Ouvi seus passos pelo corredor e respirei fundo, saindo de meu cochilo e esperando que ele entrasse pela porta, e assim ele o fez. Tirou o cinto de utilitários, a farda, a camisa branca de baixo, bagunçou o cabelo e depois de pegar uma toalha caminhou até o banheiro. Sem olhares, sem carícias, sem me perceber.
Não, murmurei baixinho pra mim mesma, Eu não quero brincar disso.
Meu olho ardeu reclamando do esforço de segurar as lágrimas e mordendo meu dedo, eu me obriguei a fechar os olhos. O friozinho que batia em minha pele não podia me incomodar, não era ao menos perceptível, eu não tinha a esse luxo de me sentir vulnerável eu não o tinha mais. Ele se deitou e ao menos me tocou, nem um abraço, nem um beijo, nada. Nada. Fiquei ali tempo o suficiente pra ele conseguir dormir e depois sai, calcei minha pantufa e com o pequeno hobbe caminhei até a cozinha, me encostando na bancada de mármore e me forçando a engolir o suco de laranja. Ele estava me destruindo, aos poucos ele estava me matando.
— S/N? — sua voz ecoou pela cozinha e eu movi meus olhos até seu corpo, parado na entrada da cozinha, coçando os olhos devido ao sono. — Você está bem? Não consegue dormir?
— Vá se deitar. Está tudo ok. — resmunguei e terminei de beber a suco, me virando e colocando o copo na pia, com algumas lágrimas escapando por minhas bochechas. Suas mãos estavam em minha cintura e ele me virou pra seu corpo, me observou preocupado e as limpou com o dedo.
— O que você tem, está com dor? — ele me perguntava e eu apenas negava com a cabeça. — Você está chorando, S/N!
— Vá dormir. — murmurei baixinho demais e ele segurou meu queijo me fazendo o encarar. Levantei minha mão e coloquei sobre a sua, tentando afastar seu toque de mim e assim ele o fez, mas somente para observar os machucados em minha mão.
— O que aconteceu aqui, S/N? — perguntou e passou a ponta de seus no machucado, me fazendo pular pra trás. Me afastei dele, caminhando até o outro lado da cozinha e ele me seguindo com o olhar. — Amor..
— Sabe o que eu estive pensando? — murmurei baixinho e ousei levantar meu olhar pra ele. Lindos olhos, os olhos que eu tanto amava. — Se ao menos um dia, eu pudesse saber como é ser um homem, como é pensar como um, eu juro que tentaria compreender tudo. Tentaria entender porque tudo isso acontece, eu tentaria te entender Harry. — sussurrei e segurei a ponta do meu hobbe, incapaz de encará-lo. — Eu levantaria da cama, faria tudo que eu bem quisesse, beberia com os caras e sairia atrás de algumas garotas e nunca confrontaria isso.
—S/N..
— Se eu fosse um garoto, eu tentaria entender como é amar uma garota. — sussurrei baixinho e parei tentando conter minhas lágrimas. — Eu iria ouvir qualquer bobagem que ela estivesse a fim de me contar porque sei como dói, como dói como o inferno ser deixada de lado. Quando você perde alguém que você precisa e o tem como garantia e tudo que ela tinha, foi destruído.
— Me desculpa. — Harry murmurou baixinho e caminhou até mim.
— Eu desligaria meu telefone diria que estava quebrado, eles pensariam que eu dormi sozinha. — sussurrei e me aproximei dele. Aquilo tudo doía como o inferno. — Eu me colocaria em primeiro, faria as minhas próprias regras..
— Por favor.. — ele murmurou, sua voz embargada e eu toquei sua bochecha, chamando sua atenção pro pequeno gesto.
— Porque eu sei que ela está esperando por mim. — sussurrei baixinho pra ele, um segredo. O segredo que me machucava. — Me esperando em casa.
— Me desculpa, droga. — sussurrou baixinho e colocou suas mãos em meu rosto, me beijando enquanto algumas lágrimas caiam de seu rosto. — Eu sou um bosta, eu.. droga. Me desculpa, S/N.
— Você é só um garoto. — murmurei baixinho e afastei nossos lábios. — Não entenderia todas essas baboseiras, assim como eu não entenderia como é ser você. — ele me abraçou e sugou o perfume de meus cabelos e apertou seu corpo ao meu. — Agora é um pouco tarde demais pra voltar atrás de tudo.
— Amor, não. — resmungou e as lágrimas em suas bochechas recomeçaram a cair. — Não é tarde pra nó..
— Eu só quero que tenha consciência de que eu vou estar aqui no fim do dia. Bem nessa cozinha, te esperando pra poder ouvir sobre seu dia e te acariciar até você sentir fome, ou sono ou qualquer outra coisa. — continuei, fazendo com que ele entenda aonde eu quero chegar. — É um pouco tarde demais pra negar tudo que eu sinto, não tem como simplesmente te odiar e te deixar, é tarde demais pra isso.
— Não. Eu te amo. Não, S/N, não.
— Me afastar nunca seria o certo, Harry. Você sabe que eu te amo, eu o amo como nunca fui capaz de amar antes — toquei seus lábios e senti vontade de tocá-los, acaricia-lo, beijá-lo. — Nunca me perdoaria por não tentar nos ajudar, ajudar nosso casamento. Não posso deixar que essa “barreira” nos afaste, eu morreria.
— Eu nunca quis isso.
— Nós nunca quisemos, mas… aconteceu. — sussurrei baixinho, soltando todo o ar de meus pulmões.
— S/N, eu vou te amar. — ele murmurou e com as mãos em minha cintura me empurrava pra fora da cozinha, passando a ponta do nariz em meu pescoço e sugando o perfume de lá. — Eu vou te mostrar o quanto eu te amo, cada dia da minha vida. Eu preciso de você, você afasta cada demônio que me persegue, você me dá paz. — sussurrou e abriu a porta do quarto, me deitando sobre o colchão, e se deitando sobre mim. — Vou provar que em nenhum momento desde que nós nos casamos, eu tive a intenção de te afastar de mim.
— Eu sei.
— Vou recompensar cada minuto em que você me desejou e eu fui um merda te deixando de lado. Nós vamos ser o mesmo casalzinho apaixonado que irritava os colegas da faculdade. —sussurrou baixinho e tirou meu hobbe junto da minha blusa. — Nós vamos fazer de tudo pra nunca mais sentir isso, essa dor no peito — murmurou apontando pra meu coração e depois me selando. — Não vou deixar ninguém te machucar, te magoar ou te humilhar. Eu não vou deixar com que eu faça essas coisas. — passou suas mãos pelas minhas costas e desabotoou o fino sutiã que eu usava, o tirou colocando ao lado na cama e desceu seus beijos por meu pescoço, rumando minha clavícula e arrastando os lábios por lá. — Eu vou te fazer confiar em mim, depositar em mim toda sua confiança.
— Eu confio. — sussurrei baixinho e seus lábios tocaram meus seio direito, o sugando e mordendo o bico, deixando-o rígido. Com sua mão livre ele acariciava meu seio esquerdo, puxando e passando a ponta do dedo sobre o bico. Sua língua circulava pela auréola de meu seio e eu inclinei minhas costas, mordendo os lábios para me impedir de gemer um pouco alto demais.
Retirou sua mão de meu seio e desceu até minha calcinha, a puxando pra baixo deixando-a na altura de meus joelhos e voltando para minha intimidade, apertou minha coxa e eu fechei minhas pernas contra sua mão. Harry sorriu, apenas sorriu. Ele sabia o quanto eu era tímida quando não era apenas o “sexo normal”, seus lábios deixaram meus seios e voltaram aos meus lábios, ele os selou passando sua língua em meus lábios e eu os abri, deixando com que ele acariciasse minha língua. Minhas mãos seguraram seu rosto e ele descansou seu rosto em minhas mãos, sorrindo.
— Você é linda. — sussurrou baixinho com os olhos fechados e um sorriso sapeca nos lábios.
— Seu.. seu… — comecei a dizer e ele abriu os olhos, mordendo os lábios para não gargalhar.
— Vamos diga, eu sou um.. — me incentivou, brincando com a ponta de meus dedos em seu cabelo. — Idiota? Merda? Filha da puta?
— Seu… — estreitei os olhos para ele, arrancando uma risadinha em protesto. — Seu bajulador de meia tigela.
— Bajulador? Sério, S/N? — perguntou rente aos meu lábios, os sugando, mordendo e soltando-os quando eu tentava corresponde-lo. — Vamos, me xinga com palavrões, pronomes horríveis. Bajulador não é muito excitante.
— Não quero te excitar com palavras, pronomes ou xingamentos. — reclamei e ele me olhou confuso.
— Pretende fazer isso como? Uh, já sei.. — perguntou e passou os lábios sobre os meus e mordendo minha bochecha. — Com esses lindos e macios lábios me beijando em todas as partes possíveis?
— Eu não vou… hm.. eu não vou fazer isso.. — resmunguei e ele gargalhou baixinho, se inclinando sobre mim e descendo até minha intimidade, tirando minha calcinha por completo.
— “Chupar”, S/N! — me corrigiu enquanto observava cada partezinha do meu corpo nu, me fazendo corar violentamente. — Diga sem medo, porque, eu hm, como eu posso te dizer isso sem te assustar? — me perguntou me encarando com um sorriso safado, descarado. Jesus! — Eu.. eu vou fazer “isso” em você, meu amor.
— Hazz..
— Me deixa te amar, S/N — suplicou e se inclinou, retirando sua boxer e se deitando sobre mim, descendo seus beijos pela minha barriga e deixando alguns beijinhos em minhas coxas e apertando meu quadril. — Te amar até suas pernas ficarem bambas, te mostrar como eu sou seu. Cada partezinha minha é sua.
Sua boca estava em mim, sua língua tocando cada partezinha que ardia em desejo, ele sugava e então o lambia, mordi meu dedo em protesto me impedindo de gemer. Suas mãos estavam em meu quadril e o acariciava, ele as desceu por minhas coxas, levantando minhas pernas e colocando-as sobre seu ombro, deixando meu corpo totalmente sobre seu controle. Ele me beijava, sua língua me tocava em partezinhas prazerosas e ele as chupava com carinho, sua mão procurou pela minha, entrelaçando nossos dedos e ele acariciava minha mão com o dedo enquanto com sua outra mão, penetrava dois dedos em minha intimidade pulsante e totalmente molhada.
— Uh, amo.. amor.. — resmunguei e apertei sua mão, fazendo-o me encarar. — Por favor, por fav..Ahhhh, isso.
— Meu nome. — murmurou ele baixinho, sobre minha intimidade enquanto chupava meu clitóris e seus dedos me penetravam. — O meu nome, S/N!
— Por favor, amor.. — choraminguei e ele protestou afastando seus lábios e soprando ali. Ele a beijou e com os dedos me penetrava me fazendo arquear minhas costas, tentando mais contato com sua boca. Ele voltou a lambe-la e apertou meu clitóris com os dois dedos, puxando-o e me fazer dar um gritinho. —Uh, Harry… — reclamei e apertei a mão dele. — Continua, é assim. Uhhh, eu vou… Harry..
— Você sabe que pode vir, vem pra mim. — sussurrou baixinho. Aumentou suas investidas e sua velocidade, me fazendo estremecer sobre seus lábios. Ele sugou todo meu prazer, se inclinando contra mim, me beijando e fazendo com que eu sinta meu próprio gosto. Suas mãos estavam em meus cabelos e nossas línguas dançavam uma sobre a outra, o abracei pelo pescoço, arranhando sua nuca. — Eu amo o seu gosto. — sussurrou baixinho, roçando sua membro em minha coxa, dançando com o quadril sobre mim.
— Hazz..
Ele sorriu e voltou a me beijar, mordendo meu lábio e gemendo contra eles, me fazendo arrepiar. Ele ainda dançava com seu quadril sobre mim e quando meus dentes cravaram em meus lábios, ele me penetrou com um pouquinho de força me assustando, segurei em seu rosto e ele me encarou por alguns minutinhos.
— Uh, sai. — pedi baixinho tocando seu baixo ventre e o empurrando devagarzinho.
— Hã?
— Sai — supliquei de novo e ele o fez, segurei em seu braço e ele me olhou confuso. — Devagarzinho.
— S/N..
— Assim, fica assim. — pedi com os olhos fechados enquanto apenas “a cabecinha” de seu membro estava em mim. O apertei dentro de mim, o sentindo contra minha intimidade, Harry reclamou alguma coisa baixinho e toquei a base de seu membro, fazendo-o me encarar. — Devagar, por favor.
Ele entrou em mim com calma, me permitindo sentir cada pedacinho dele entrando em mim, enquanto minha intimidade gritava pra que ele fosse altamente violento e rápido. Uma vez que ele estava totalmente dentro de mim, me movimentei abaixo dele passando minhas pernas em sua cintura e me prendendo a ele. Toquei seu rosto e ele me olhava enquanto se movimentava, entrando e saindo de mim com calma e indo cada vez mais fundo. Dedilhei seus lábios com meus dedos e puxei seu inferior passando a ponta de meu dedo sobre seus dentes, coloquei dois de meus dedos em sua boca e ele os chupou, levemente o mordendo e sorrindo com meu olhar atento sobre cada movimento seu.
— Você pode se mover como quiser, amor. — murmurei pra ele, antes de tirar meus dedos de sua boca e o beijar. Sugando e chupando sua língua, ele entrava e saia com mais agilidade e força, me fazendo sentir cada parte de seu membro, suas veias saltadas e o quão pulsante ele estava. Ele entrava e me beijava, se chocava contra mim e eu podia senti-lo ofegante sobre mim, apertei minhas mãos em seu quadril e o senti prestes a estremecer.
— Amor. Juntos. Ugh. Deus. — resmungou baixinho e aumentou as investidas, segurou meu seio direito o apertando e sugou minha língua. Eu tinha chegado ao prazer junto a ele, sentindo ele se espalhar por meu corpo e deixando com que um gritinho rompesse meus lábios. Nós estávamos ofegantes e dominados pelo prazer, sentia minhas pernas bambearem e minha impotência de ao menos conseguir levantar meu braço.
— Harry. — sussurrei baixinho, tentando chamar sua atenção. Ele levantou o rosto de meus cabelos e me olhou sorrindo. Ele ainda estava dentro de mim e abraçado ao meu corpo.
— Linda. — murmurou baixinho, roubando-me um selinho e saindo de mim com carinho, enquanto se deitava de lado. Puxou o cobertor sobre nossos corpos e me abraçou, dizendo coisas em meu ouvido, coisas fofas, indelicadas e depois dizendo tudo que nós faríamos no dia seguinte. — Amor?
— Uh?
— Eu posso te pedir uma coisa? — sussurrou baixinho e envolveu meu corpo em seus braços.
— Yep.
— Não esconde nada de mim. — sussurrou baixinho, e escondeu seu rosto em meu peito. — Não esconde mais nada de mim, não fique quietinha sentindo todas essas coisas sozinhas.
— Eu prometo. — sussurrei sobre seu ouvido e dei um beijo em seu pescoço. Sua mão que estava sobre minha nuca, se levantou até minha bochecha e seu dedão brincou com meus lábios, eu o mordi e Harry riu baixinho.
— Você quer almoçar comigo amanhã? — perguntou de repente e me virou contra seu peito, se encaixando em mim e deixando beijos em meu ombro. — Quer dizer, amanhã nós vamos fazer amor de manhã e então vamos tomar café e fazer amor no sofá e depois vamos fazer amor no quarto e vamos tomar banho juntos e fazer amor no chuveiro e depois eu vou te assistir dormir a tarde toda, e quando você acordar, nós fazemos fazer amor de novo e eu vou fazer um jantar pra você e nós vamos…
— Fazer amor antes de dormir? — perguntei sorrindo e ele gargalhou baixinho, pousando sua mão sobre meu seio o apertando de levinho.
— Eu estava pensando em ir dormir — sussurrou e me apertou em seus braços. — Mas nós podemos fazer amor e aí sim dormir.
xx
One Shot Harry Styles
Dia estressante.
Dia extremamente estressante e tudo o que eu posso pensar ao caminhar para o elevador e ver as portas se fecharem é o quanto eu mal posso esperar para chegar em casa, me deitar na minha king size e descansar.
Hoje é sábado e eu fico na empresa meio período, mas em compensação todo o serviço que acumulou durante a semana tem que ser concluído nesse meio tempo. A empresa é dos meus pais e depois que eu assumi para dar ao meu pai merecidos anos de descanso, a responsabilidade dobrou de tamanho.
Caminhando até o meu carro deixo um suspiro de alívio sair ao deslizar para dentro e sentir o meu macio banco de couro, a vida é uma delícia quando você trabalha a seu favor, tudo que eu tenho trabalhei para conseguir para mim e para as pessoas que eu amo.
Pode parecer doido, mas quem sustenta minha família sou eu, meu marido perdeu o emprego quando nossa filha nasceu e a partir desse dia decidimos que alguém teria que cuidar de Isobel e esse alguém seria ele. Eu não sei cozinhar e odeio serviços de casa, mal sei onde encontrar um copo na minha cozinha e Harry é a pessoa mais doméstica que eu conheço. Podemos dizer que ele é a minha mulher.
Como nem tudo são flores, a mãe dele não gosta muito de mim, ela diz que não o criou para ser escravizado e eu apenas abro a boca fingindo um bocejo sempre que ela entra nesse assunto sugerindo que eu ceda meu lugar para ele na empresa e fique em casa com Isobel. Como Harry sempre está por perto quando ela fala sobre o assunto e ele sempre me pede para ser gentil com as pessoas, resisto a vontade mandar ela ir se foder porque ela nunca perguntou o que Harry acha sobre isso, ele adora ficar em casa com Isobel e não se importa nem um pouco com as pessoas que questionam a sua masculinidade. Idiotas. Ele gostar de ficar em casa cuidando das coisas não o torna mais ou menos homem.
Acho que furei mais de três sinais vermelhos depois que me lembrei de ter ouvido Harry dizer a Isobel sobre pôneis e pula-pula ontem quando estava a levando para dormir. Estar sozinha em casa em um sábado vai ser dos deuses, nada de gritos para piorar minha dor de cabeça, sem mais estresse e o silêncio reinando por toda a parte.
Pulo do carro assim que estaciono na garagem e um van que não é nossa está lá também, talvez Harry tenha mais uma vez emprestado nossa garagem para os vizinhos sem me consultar antes, ele definitivamente não consegue dizer não às pessoas.
Com a minha bolsa pendurada em meu ombro eu caminho até a porta a abrindo, entrou fechando-a atrás de mim e toda minha atenção é voltada para o meu sapato quando eu estou o tirando, mas algumas risadinhas tomaram conta da minha sala e eu levanto o olhar para checar o que está acontecendo. Eu preferia nem ter o feito, no momento que meus olhos viram a algazarra na minha sala eu desejei nunca ter saído da empresa.
— QUE MERDA ESTÁ ACONTECENDO AQUI?! — gritei sentindo minha cabeça latejar e larguei meu sapato e nem mesmo tirei o outro do meu outro pé.
— Cuidado com as palavras. Temos crianças e um pônei presentes. — Harry me repreendeu e tudo que eu quero é enfiar aquele maldito pônei no…
Minha sala linda e aconchegante está destruída, no lugar do meu sofá branco, confortável e sem nem uma marchinha está um pula-pula gigante de onde Isobel acena e grita “mamãe, mamãe” a cada pulo. Harry está segurando um pônei pela rédea enquanto duas crianças estão sobre ele, tem balões e papel picado por todo o lugar. Acho que todas as crianças do condomínio estão presentes e tudo que eu quero fazer é um assassinato.
— MEU DEUS, O QUE DEU EM VOCÊ? — meu olhos arregalados vindo o horror que é ter a minha sala arruinada.
— Eu quis fazer um dia para as crianças. Isobel aprovou a ideia. — é claro que aprovou, não sei quem é o mais criança.
Pude sentir meus nervos ir no pico quando ouvi Tyler, filho de Liam dizer “Eca! Cocô.“, meus olhos automaticamente se voltaram para o traseiro do pônei, seu rabo estava levanto e um pouco mais abaixo as fezes horríveis daquele animal horrível estava sobre o meu tapete persa quase me resultando um AVC.
Mancando por estar com um pé calçado e o outro não, caminhei até a escada e antes de subi me virei para o meu marido e futuro defunto.
— Minha cabeça vai explodir a qualquer momento e a sua também porque eu vou te matar. — ameacei apontando para ele e vi seus olhos verdes se arregalarem — Eu vou subi, tomar banho, me deitar e fingir que eu tive um sonho muito louco e terrível. Você vai pegar todas essas criança, devolver para os seus pais, seja lá de onde você tenha tirado metade delas, e vai voltar e arrumar tudo antes que eu pense em acordar, está entendendo?! — ele assentiu — Se pelo menos o fedor dessa bosta estiver no meu tapete, você será morto e seus restos mortais entregue a sua mãe pelo correio.
E com essa ameaça eu subi as escadas sem nem olhar para trás, o melhor que eu poderia fazer era fingir que essa loucura nunca aconteceu, ou Harry teria um motivo para dormir de olhos abertos todas as noites.
Harry POV
É impossível agradar todo mundo, pelos menos eu consegui agradar todas as crianças que vieram, (seu nome) não gostou muito e eu corro um sério risco de ser morto, mas valeu a pena ver o sorriso estampado no rosto de cada criança. Eu nunca fiz algo parecido e foi muito gratificante receber um abraço de cada uma delas enquanto eu as deixava em frente de suas casas.
Montar tudo foi fácil, na hora de arrumar que foi mais difícil, eu mobilizei uma equipe composta por Liam, Niall, Louis e Zayn para me ajudar já que os filhos deles se divertiram nesse mesmo cenário que pode se tornar um zona de guerra, (seu nome) não é do tipo de esquecer as coisas e a última vez que a irritei fiquei sem sexo, sem qualquer tipo de toque e sendo ignorado por quase duas semanas.
A parte mais difícil foi o tapete que foi comprado na nossa lua de mel, o mesmo que transamos em cima e fizemos a Isobel, bem, pelo menos eu acho que foi nesse momento que ela foi feita, nos divertimos em tantos lugares naquela noite que é meio difícil saber em que momento o meu espermatozóide fecundou o óvulo dela.
Voltando ao tapete, essa foi a parte mais difícil, tudo que recebi como ajuda foi Louis segurando a mangueira de pé na minha frente enquanto eu estava de quatro esfregando o lugar que o pônei achou que era perfeito para fazer sua necessidade. Liam, Niall e Zayn estavam conversando um pouco adiante bebendo as minhas cervejas e só nesse momento eu percebi que dou muita liberdade para eles aqui em casa.
Três horas depois de (seu nome) ter entrado para o quarto, eu já tinha terminado de arrumar tudo e foi preciso mais uma hora para conseguir fazer os meninos irem embora e ir buscar a Isobel na casa de Lux para que eu colocasse na cama depois de dar banho, ela brincou tanto durante o dia que estava quase dormindo quando entrei com ela em casa.
— Papai..? — a vozinha doce e carregada pelo sono soou baixinha depois que terminei de ler a pequena história da cigarra e a formiga.
— Sim, meu amor. — acariciei seu cabelo assistindo-a lutar contra o sono.
— Podemos fazer de novo… A festa com pula-pula.
— Quem sabe no seu aniversário. — sorri quando um sorriso pequenininho apareceu no canto de seus lábios junto a uma rasa covinha.
— Um pônei também?
— Não sei se a sua mãe gostou muito do pônei. — ela bocejou fechando os olhos.
— Eu gostei dele, papai… Gostei muito da festa. Obrigada… Eu te amo, muito, muito, muito… — acredito que ela dormiu no meio ou continuaria falando.
— Eu também te amo, princesa. — beijo sua testa e ajeito o seu cobertor antes de me levantar e virar para a porta dando de cara com (seu nome) e seus cabelos bagunçados.
— Nem sonhe em colocar um pônei de novo aqui. — suspirei sabendo que iria ouvir bastante ainda — Ou todas as crianças do bairro, ou pula-pula, ou qualquer coisa… — eu estava pronto para abrir a boca e discordar porque afinal de contas, eu não era um de seus funcionários e morava aqui também, mas ela não me deu chance continuando o que dizia — Sem antes me avisar. Imagina como é chegar do trabalho louca por sua cama e ter uma sala cheia de crianças, um marido maluco segurando um pônei maluco sem nenhuma trava lá… É um choque e você deve agradecer a Deus por eu não ter morrido do coração. — ela riu se aproximando e enlaçou os braços em volta o meu pescoço e eu fiz o mesmo só que enlaçando os meus em torno de sua cintura — Eu odeio não ter tanto tempo para ela. — um bico se forma em seus lábios e sua cabeça se inclina para olhar Isobel dormindo — Você é o pai divertido e a mãe chata e mandona.
— Talvez você seja mesmo chata e mandona, mas eu e Isobel te amamos. — sorrio e beijo seu queixo.
— Obrigada por alegrar o dia dela, mesmo que um pônei tenha sujado o meu tapete preferido. — ela riu baixo — Falando em tapete… — Ela me soltou e começou a caminhar para fora do quarto, eu a segui e ela parou na sala para analisá-la e logo rumou em direção a cozinha para sair para o quintal.
— (Seu nome), não pisa-
Era tarde demais, ela pisou.
Eu esqueci completamente que Zayn não voltou ao quintal antes de ir embora e isso só significava uma coisa… As fezes do pônei ainda estavam em um montinho em frente a porta que leva ao quintal.
— HARRY STYLES!
OK. Agora sim eu estou morto.
Oiiiie!
Esse é um pequeno one shot para apaziguar toda a demora que está tendo para ter one shots novos aqui no tumblr. Essa ideia de 1s rondou minha mente há um tempo e eu resolvi fazer, então espero que tenham gostado.
Feliz dias das crianças!!! 🍭💙
- Tay
Pedido: Com o Zayn: Ele coloca alguma “coisa” nela que fica a provocando e deixando ela excitada e os dois estão numa festa ou premiação e ele fica só rindo dela, quando chega em casa rola um hot – Anônimo.
*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/tagged/meusimagine vocês podem ver todos os imagines já postados*
Imagine HOT do Zayn.
Estava me arrumando para mais um evento com o meu namorado, Zayn, ele por ser um cantor famoso está concorrendo ao Grammy e eu estou muito orgulhosa dele.
- (S/n) terminou de se arrumar? – Zayn pergunta entrando no quarto e fica paralisado quando me vê – Você está muito linda, eu não sei se quero ir para essa premiação, quero ficar aqui com você fazendo outra coisa – Zayn diz se aproximando e eu dou uma risada.
- Deixe de besteira, iremos à essa premiação pois quero ver meu namorado ganhando esse prêmio, você merece, já estou pronta – Respondo pegando minha bolsa e ele me segura pelo pulso.
- Tudo bem, nós vamos, mas antes quero fazer algo – Ele fiz e eu o encaro confusa.
- Sexo agora não – Digo e ele sorri malicioso.
- Não será sexo, ainda, mas será muito prazeroso para nós dois, levante seu vestido e abaixe sua calcinha, se deite de bruços na cama e me espere volto logo – Zayn manda e eu fico mais confusa, mas resolvo fazer o que ele pediu. Me sinto meio exposta e ao mesmo tempo muito excitada com o que ele irá fazer.
Espero ele por alguns minutos e logo escuto seus passos se aproximando de mim. Sinto sua mão na minha bunda e eu me arrepio, e no segundo seguinte Zayn está com a boca em minha intimidade e eu solto um gemido de surpresa e excitação.
- Zayn… – Digo meio rouca.
Ele continua me lambendo e chupando até eu estar na beira de um orgasmo, então ele para e enfia algum tipo de bola pequena em mim, arregalo os olhos quando sinto elas vibrarem um pouco.
Solto um gemido sofrido porque elas não são capazes de me dar um orgasmo apenas me mantém excitada. Zayn arruma minha calcinha e abaixa me vestido.
- Pronto, agora podemos ir – Ele fala me fazendo ficar em pé e sinto o brinquedo erótico se mexer dentro de mim.
- Eu não irei com essa coisa dentro de mim – Falo e ele sorri.
- Vai sim, Baby, se você conseguir passar a premiação toda sem gozar eu lhe recompenso quando voltarmos – Zayn fala e eu faço um bico, estou muito excitada, como ele pode me deixar nesse estado?
O caminho do quarto até o carro foi uma tortura, aquela coisa ficava mexendo e acertava em pontos que me faziam querer gemer alto, eu percebi que Zayn estava se divertindo com isso. Eu não vou deixar isso ser tão fácil pra ele, irei fingir que esse brinquedo não me incomoda. Me aguarde Zayn Malik.
Chegamos finalmente no evento, sai do carro mordendo o lábio para não gemer na frente das pessoas, Zayn segurou minha mão e saímos de mãos dadas pelo tapete vermelho, onde paramos para tirar fotos, muitos flashes passaram na minha frente quase me deixando cega, ficamos por ali uns 2 minutos, eu já não aguentava mais de tanto tesão que aquele brinquedo estava me fazendo sentir, eu percebia de vez em quando o olhar do Zayn em mim, ele sorri malicioso e apertava minha mão.
Quando acabou de tirarem nossas fotos, a mulher da recepção nos levou até as nossas cadeiras, muitos artistas pararam para cumprimentar nos dois, vimos Harry e Niall ao longe, eles acenaram e nos retribuímos o aceno. Zayn sentou primeiro e quando eu fui me sentar o brinquedo se moveu dentro de mim e eu não consegui segura um gemido baixo, deixei ele escapar, meu namorado sorriu e apertou a minha coxa. Minha calcinha deve estar tão molhada, não sei se vou conseguir aguentar, meu plano está cada vez indo por água abaixo.
A premiação começa, vejo Zayn segurar um pequeno controle e quando ele aperta no número dois o brinquedo dentro de mim começa a vibrar mais do que antes, eu cravo minhas unhas no estofado da cadeira e meu namorado sorri malicioso, Ah eu não vou aguentar, ele continua e aperta no número três, sinto o meu orgasmo ser construído e quando eu abro a boca, Zayn desliga totalmente o brinquedo. Eu quase tive um orgasmo no Grammy.
Depois disso tudo, enfim chega a categoria que Zayn está concorrendo e ele ganha, ele me deu um beijo e me abraçou e subiu no palco, seu discurso foi lindo me emocionei, quando ele voltou eu já estava praticamente subindo pelas paredes. Assim que ele sentou ao meu lado eu levantei.
- Onde vai? – Ele perguntou.
- Irei me aliviar, já que meu namorado não está sendo capaz disso – Digo e ele ri de mim. Isso me deixa furiosa e eu saio em direção ao banheiro do evento, mas sinto um braço em minha cintura e sou guiada para a saída dos fundos onde estão os carros dos famosos, nem percebo que Zayn carrega uma bolsinha onde contém seu Grammy dentro. O motorista abre a porta do carro e nos dois entramos.
- Porque estamos indo embora? A premiação ainda não acabou – Pergunto.
- Pra mim já terminou, agora eu só quero te foder a noite inteira – Ele diz e eu sorrio satisfeita, finalmente ele irá acabar com minha excitação.
Subo em cima do colo dele e o beijo com vontade, Zayn sobe meu vestido deixando minhas coxas a mostra, ele fica passando a mão por elas enquanto me beija com desejo, paramos quando o motorista começa a dirigir.
Quando finalmente chegamos em casa, Zayn joga a bolsa que tem o Grammy em cima do sofá e rapidamente me pega no colo e juntos subimos as escadas em direção ao nosso quarto. Ele abre a porta com um chute e a fecha com força. Ele me beija com rapidez e me joga na cama em seguida.
Zayn puxa meu vestido o rasgando em dois pedaços, já que era um vestido de tecido fino. Fico mais excitada e finalmente ele retira minha calcinha e em seguida puxa o brinquedo de dentro de mim, solto um gemido alto e vejo meu namorado retirar as roupas rapidamente, percebo a enorme ereção e dou um sorriso malicioso. Não quero que tenha uma preliminar, quero ele agora.
- Zayn, vem logo, por favor – Falo manhosa e ele retira por fim sua cueca. Ele me puxa para a beirada da cama e abre minha pernas.
- Você está tão molhada, Baby – Ele diz com a voz rouca.
Ele se aproxima e pincela seu pênis na minha entrada, solto um gemido sofrido quando ele pressiona sua glande no meu clitóris. No segundo seguinte ele me penetra devagar, sinto toda sua extensão me preencher e nos dois soltamos gemidos.
- Como você é apertada, você me faz ficar louco – Zayn diz e eu coro um pouco e ondulo meus quadris.
- Mais forte – Peço e Zayn começa a me estocar com força, o barulho dos nossos corpos se chocando é tão sensual e excitante, eu fico cada vez mais próxima do meu ápice. Minhas pernas envolvem a cintura dele o puxando para mais perto fazendo ele ir mais fundo. Solto um gemido alto quando sinto a boca dele sugar meu seio esquerdo, sua língua brinca com o meu mamilo ora chupando ora lambendo. Arranho suas costas levemente e cravo minhas unhas na sua pele quando seu membro atinge um ponto sensível dentro de mim.
- Zayn… – Gemo o nome dele e jogo minha cabeça pra trás, ele aproveita a começa a deixar chupões no meu pescoço, suas estocadas vão aumentando de velocidade, estou muito perto de gozar.
- Goza (S/n), venha, Baby – Zayn sussurra roucamente no meu ouvido enquanto geme e isso é a minha perdição, chego ao meu orgasmo arrebatador, minha intimidade aperta o membro dele enquanto as ondas do orgasmo passam pelo meu corpo, solto um grito de prazer e sinto no minuto seguinte jatos quentes me preencher por completo, Zayn chega ao orgasmo gemendo rouca e me aperta contra o seu corpo com força.
Nós dois ficamos parados tentando recuperar a respiração, ele se retira de dentro de mim e me puxa para o meio da cama onde me abraça, eu coloco meu braço por cima de sua barriga e ele beija o topo da minha cabeça.
- Acho que eu devo comprar mais brinquedos eróticos desse tipo – Ele diz e eu dou uma risada.
- Você quase me fez ter um orgasmo na frente das câmeras – Falo e ele sorri.
- Eu sempre sei quando você está perto do ápice, nunca eu deixaria alguém ver minha mulher tendo um orgasmo, essa visão é só minha – Ele diz voltado a ficar em cima de mim e sinto seu pênis duro novamente. – Agora que tal você ficar de bruços, meu desejo ainda não foi saciado completamente, eu disse que iria foder você a noite toda – Ele diz me virando e fazendo eu ficar empinada para ele.
Essa foi a noite em que eu mais tive orgasmos.
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