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@zoyadragomir
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Prazer, Zayn Dragomir.
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𝐢 𝐭𝐡𝐢𝐧𝐤 𝐢'𝐯𝐞 𝐬𝐞𝐞𝐧 𝐭𝐡𝐢𝐬 𝐟𝐢𝐥𝐦 𝐛𝐞𝐟𝐨𝐫𝐞 𝐚𝐧𝐝 𝐢 𝐝𝐢𝐝𝐧'𝐭 𝐥𝐢𝐤𝐞 𝐭𝐡𝐞 𝐞𝐧𝐝𝐢𝐧𝐠 𝐲𝐨𝐮'𝐫𝐞 𝐧𝐨𝐭 𝐦𝐲 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐥𝐚𝐧𝐝 𝐚𝐧𝐲𝐦𝐨𝐫𝐞 𝐬𝐨 𝐰𝐡𝐚𝐭 𝐚𝐦 𝐢 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐢𝐧𝐠 𝐧𝐨𝐰? 𝐲𝐨𝐮 𝐰𝐞𝐫𝐞 𝐦𝐲 𝐭𝐨𝐰𝐧 𝐧𝐨𝐰 𝐢'𝐦 𝐢𝐧 𝐞𝐱𝐢𝐥𝐞, 𝐬𝐞𝐞𝐢𝐧' 𝐲𝐨𝐮 𝐨𝐮𝐭 𝐢 𝐭𝐡𝐢𝐧𝐤 𝐢'𝐯𝐞 𝐬𝐞𝐞𝐧 𝐭𝐡𝐢𝐬 𝐟𝐢𝐥𝐦 𝐛𝐞𝐟𝐨𝐫𝐞
Desde o natal, há quase três meses, Zoya estava vivendo no automático. Quando foi revelado sobre os traidores, com nomes e tudo e alguns de seus amigos vieram tirar satisfaçam, Zoya agiu como se nada a incomodasse, mas a morena de olhos místicos que visitava seus sonhos todas as noites lhe dizia o contrário. A, até então Belikova, não sabia quem aquela mulher era, mas ela parecia ter um aviso importante para a semideusa: não confie em ninguém.
Quando as coisas começaram a ficar demais para ela, a semideusa simplesmente avisou ao senado que precisava se retirar do acampamento Júpiter por um momento e caso eles tivessem vontade, poderiam substituí-la como pretora, ela não ligava mais. Zoya Violetta Dragomir, usando o nome de solteira de sua avó, decidiu passar um tempo com a sua família mortal. Ela aprenderia, mais tarde, que nada é o que parecia ser.
Começando com Yeva, mãe de Olena -sua avó. Yeva, durante sua juventude, havia sido serva de Circe por muitos anos, até que havia se apaixonado por um homem, Adrian. Adrian vinha da Romênia e passava um tempo na Rússia quando conheceu Yeva, quem ele jurou ser a mulher mais bonita que ele já havia visto em todos os seus anos. Em poucos meses estavam apaixonados e planejando um casamento. Anos mais tarde, a primeira adição da família se fez presente: Sonya.
Sonya era o tipo de garota nariz em pé e metida. Por ser a primeira filha, Sonya era extremamente mimada e Adrian fazia de tudo para agradar sua princesinha, enquanto Yeva tentava a manter mais pé no chão, muitas vezes usando seus ensinamentos de Circe. Sua grande ambição na vida era encontrar um homem rico, se apaixonar e casar. Fim.
Alguns anos se passaram quando Olena nasceu e Yeva sentia em suas veias que a menina seria completamente importante, o porquê ela ainda não sabia. Diferente de Sonya, Lena gostava de aprender lutas e sobre seu passado, sobre as mitologias derivadas de suas nações -Rússia e Romênia.
Mais um pulo no tempo, quando Olena se apaixonou por Plutão e finalmente Yeva entendeu: sua família se misturaria novamente com deuses, mas sua previsão sobre Lena ser importante ainda não dizia sobre seu filho, Ibrahim. Abe era uma excelente criança e foi mandado para a casa da loba com seis anos, onde treinou por dois anos antes de se juntar a legião. Por ser muito novo, ele não recebia trabalhos importantes, mas por ter chegado ainda criança, teve a maior oportunidade de crescer lá dentro, chegando inclusive a ser pretor.
A história da menina de cabelos castanhos ondulados começa agora. Abe havia recém-completado dezoito anos quando uma mulher de belos cabelos negros e sedosos apareceu. Seu nome era Morana, ele havia reconhecido tal nome, sua avó lhe contava histórias sobre outros panteões desde que ele era menino e ele ficou animado. Os dois tiveram uma bela noite de amor e alguns meses depois Abe foi presenteado com Zoya, mas todas as suas lembranças sobre Morana sumiram e foram substituídas por Psiquê, quem ele acreditou ser a mãe de sua filha.
A partir daí, a história de Zoya não foi exatamente feliz. Por alguns anos, seu pai teve uma namorada -Daniella. Era uma mulher linda de cabelos como o fogo. O namoro durou cinco anos até que ela foi morta durante uma missão que Ibrahim não pode acompanhá-la e claro, ele culpou Vee, como Daniella costumava chamar Zoya. Se não fosse por sua existência, ele poderia estar do lado da namorada e consequentemente a salvar.
Com isso, Abe passou a culpar Zoya por tudo e qualquer pequeno erro que acontecesse em sua vida, sua raiva se transformou em alcoolismo e logo ele perdeu seu cargo como senador, estava com dificuldades de manter um emprego e todos os amigos se afastaram. Foi também quando os ataques físicos e psicológicos contra Vee começaram. Sempre em lugares onde nenhum legionário poderia descobrir.
A vida para Zoya Violetta melhorou após ser levada para alguma outra família na legião. Ela entrou para a I coorte, teve um pequeno caso com Netuno e engravidou de Althea. Pode se tornar uma Pretora e tudo ia bem, até Psiquê decidir mexer com sua vida novamente, usando sua filha como alvo principal. Desde aterrorizar a pequena Ally, até inventar uma missão falsa para prender Zozo no tártaro por um tempo até que ela recebesse ajuda de Trívia... tudo estava interligado nos planos de Psiquê para atacar os acampamentos.
A mente de Zoya começou a sobrecarregar e então a semideusa decidir que precisava de um tempo longe de qualquer assunto ligado aso deuses: iria para a casa de sua avó em Brasov, onde poderia ter um pouco de paz e colocar seus pensamentos em dia. É claro que não deu certo, quando é que um semideus foi conhecido por ter paz? Assim que saiu da segurança de Nova Roma, a semideusa passou a ter sonhos com a tal morena, ela dizia que seu nome era Morana e que ela tinha todas as respostas que a semideusa precisava.
O único problema era: para quais perguntas?
Assim que o pensamento cruzou a mente de Dragomir, a menina recebeu milhares de imagens de seu pai com a mulher misteriosa, como após seu nascimento o filho de Plutão recebeu uma visita de Psiquê que mexeu com sua mente e lembranças, como toda sua criação foi uma mentira e que ela não deveria ter tido a criação romana que teve.
Assim que desceu do avião, a semideusa tinha lágrimas nos olhos e um ódio ainda maior por Psiquê: ela havia estragado sua vida desde seu nascimento e vinte e cinco anos depois, ainda estava fodendo com ela. A menina nem sequer viu o caminho até a casa de sua família, ela estava preocupada demais com tudo o que havia aprendido naquelas horas de voo. Quando Yeva abriu a porta da casa em que a família Dragomir-Belikov moravam, a senhora teve uma bela noção de que algo muito errado estava acontecendo com sua neta.
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Aqui
dessa ask
O choque era evidente nas feições da russa quando Asami Alcott a colocou contra a parede... e não no mal sentido. A russa deu um pequeno sorriso safado para a filha de Hefesto enquanto molhava os lábios, pensando se era uma boa hora para beijá-la ou não. ❛ Querida... não faça nada que não pretende terminar. A gente já ficou nessa situação mais de uma vez e acho que devemos terminá-la, não? ❜ a morena sussurrou, um leve sotaque russo presente que só aparecia quando a mais velha passava um tempo com sua família paterna.
Zoya passou as mãos pela cintura de Asami, segurando-a com força e invertendo a posição, indo direto ao pescoço da grega, dando leves mordidas intercaladas com beijinhos, prestando atenção a respiração da outra, conferindo se ela estava gostando ou não. A mão direita da filha de Psiquê foi para a nuca da prole de Hefesto, trazendo-a para mais perto de si enquanto seus lábios se colavam. A língua de Sam estava completamente convidativa e Zoya não conseguiu conter um pequeno gemido. A mão esquerda da semideusa romana foi de encontro com a bunda da americana, dando uma boa apertada na carne antes de subir pelo tronco por de baixo da camiseta que ela usava. ❛ Deuses, Sammy... você não sabe há quanto tempo estou querendo fazer isso. ❜ murmurou ofegante, um sorriso nos lábios.
@bornofsteel
dnttrm:
「☾ ――― 」 A vontade que a outra demonstrou pelos estudos fez pouco efeito para no humor da anciã, ainda assim, era melhor do que chegar para alguém que estivesse com disposição alguma. ❛ A Senhora da Magia não costuma se explicar sobre as coisas que faz. Porém, faz sentido você manifestar fogo. Normalmente quando se inicia práticas de magia os elementos são a primeira coisa para se estudar e fogo é o elemento primordial, o que deu origem a tudo, então faz sentido que se manifeste. ━ Ela disse enquanto tirava alguns livros da sua bolsa e depositava na frente da garota. ❛ Eu trouxe alguns livros pra você. Esse primeiro está em branco, será o seu primeiro grimório. Aqui você vai anotar as coisas que aprende e magias que começar a conhecer e entrar em contato. Esses outros dois são livros básicos sobre aprendizado de magia, contém bastante coisa sobre os elementos então indico que leia pelo menos sobre o fogo antes do nosso próximo encontro. O último é um livro de latim, você não tem obrigação de aprender a língua, mas eu gosto de indicar aprender, a maioria dos feitiços são em latim, então fica mais fácil de memorizar se você tiver conhecimento. ━ Apontou para a pilha, os quatros livros eram extremamente grossos e antigos, seria mentira dizer que não era uma leitura difícil e extensa. ❛ Hoje não vamos praticar nada. Apenas vou te explicar algumas coisas e tirar dúvidas que vão surgir. No próximo encontro iremos testar suas práticas com fogo. Costuma ser educado oferecer chá para as visitas, você sabia? Principalmente quando vêm oferecer ajuda.
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A morena suspirou, cruzando os braços e se relembrando da conversa que teve com Trívia momentos antes de voltar para a superfície. ❛ Ela me pareceu bem explicativa na época. ❜ murmurou baixinho, torcendo para que Brighid não tenha a escutado já que ela parecia não estar nos melhores dos humores e não queria parecer uma criança no primário. A russa sorriu ao ver os três livros, principalmente o em branco -não via a hora de preenchê-lo com seus novos conhecimentos. A semideusa suspirou pesadamente e se voltou para a semideusa grega. ❛ Bri... sabe como vocês gregos conseguem entender grego antigo sem nem ao menos aprender... nós romanos somos assim, só que com o latim. Eu vou conseguir ler o livro até a próxima vez que nos vermos. ❜ a pretora comentou, guardando os três livros que precisava levar consigo em sua bolsa e foi até a cozinha, reclamando em baixo tom. ❛ Se não estou enganada, você entrou na minha casa e começou a falar antes mesmo que eu pudesse dizer Oi... então a culpa não é exatamente minha. ❜ Zoya comentou, colocando a chaleira para ferver e separando duas xícaras. ❛ Tem alguma preferência de chá? Tenho quase todas as ervas aqui. ❜ comentou, separando algumas folhas de frutas silvestres, menta e morangos, e framboesas picados para colocar na sua bebida, já que sempre gostou de combinar ervas e frutas. ❛ Mas voltando para a aula, se quiser começar a explicar enquanto faço nosso chá, estou pronta. ❜
rei: “ was any of it real? “
❛ Of course it was... you are like a little sister to me... only you are older. ❜ a pretora tinha um sorriso triste nos lábios, magoar Rei era uma das coisas que ela se arrependia amargamente de ter feito, claro que toda a questão de ter se juntado a sua mãe era um arrependimento, mas ela não tinha a luxuria de dizer que havia sido forçada, não mentalmente, é claro. Mas ela ainda havia ido de bom grado para o lado do mal. ❛ And I really like you, truly. But in the end, I always will do the right thing for my family. ❜
fmk: lisander, cerberus, ash
❛ Isn’t Cerberus a dog?! Digo, eu sei que ele tem uma forma humana e tal, mas.. not going to happen, então eu mato o Cerberus, o Ash é teoricamente meu tio.... mas esquece essa informação, droga. Então eu, caso com o Ash? E fodo com o Lisander, com certeza. ❜
“You’re right, I don’t understand, yet. Will you help me?”
❛ O que eu fiz, Sam, não foi para machucar ninguém... eu fiz para proteger a minha filha e se eu for taxada de traidora por isso, tudo bem. ❜ a pretora suspirou, se jogando no sofá de seu apartamento, sentindo-se exausta por ter que se explicar mais uma vez, mas agora se tratava de Asami e ela merecia a verdadeira resposta. ❛ Se eu tiver que ser egoísta por Althea, se eu tiver que trabalhar com a louca da minha mãe para que a minha filha não tenha uma infância horrível como eu tive, eu irei fazer tudo o que Psiquê quiser e ainda mais. ❜
Pela primeira vez em toda sua vida, Zoya não estava se importando com a opinião alheia. Na verdade, ela estava fazendo um excelente trabalho em ignorar todas as coisas negativas e xingamentos dirigidos à ela. Sua maior vontade era de pegar o semideus que foi duas vezes traidor e o encher de porrada, mas ela sabia que alguma outra pessoa do lado de Psiquê faria o trabalho.
Em sua casa, a Pretora abria sua melhor garrafa de Carmenerè quando viu muse parad_ na porta. A semideusa romana deu um sorriso de lado, servindo uma segunda taça para el_ e indicando que _ sentasse. ❛ Devo admitir, não esperava vê-l_ aqui essa noite... me diga, veio pedir meus motivos? Não... veio gritar comigo? O que você quer? ❜
❛ 𝐢'𝐦 𝐩𝐥𝐚𝐲𝐢𝐧𝐠 𝐭𝐡𝐞 𝐯𝐢𝐥𝐥𝐚𝐢𝐧, 𝐛𝐚𝐛𝐲. 𝐉𝐮𝐬𝐭 𝐥𝐢𝐤𝐞 𝐭𝐡𝐞𝐲 𝐰𝐚𝐧𝐭𝐞𝐝 ❜
―― zoya belikova as a traitor
☾ Se qualquer uma das outras luas estivessem paradas no céu Brighid estaria animada de iniciar outra mulher aos estudos de magia, mas para o azar de @zoyabelikxva aquela seria uma noite de lua minguante, o que significava que a feiticeira não estava preocupada com a espiritualidade de ninguém além da sua própria, porém, aquele era o único dia em que as duas estavam livres para começar as aulas, então teria que servir. Em passos largos chegou até casa da filha de Pisque, começando a falar assim que a porta foi aberta pela mesma. ❛ Só quero te lembrar que eu não estou aqui para perder o meu tempo, então espero que tenha acordado realmente disposta a aprender.
Desde sua pequena viagem até o tártaro, Zoya havia se distanciado de basicamente todos ao seu redor. Sim, ela ainda dava suas aulas e falava durante a reunião do Senado, fazia suas atividades como pretora, mas não saia do seu caminho para papear e muito menos tentava engajar conversa com os outros. Mas para sua infelicidade, ela precisava de ajuda com algo que sozinha ela jamais dominaria: magia.
Claro que ambos os acampamentos ofereciam aulas sobre magia e tudo mais, mas Zoya não queria que todos ficassem sabendo de sua nova benção, como e por que conseguiu. Confinou a apenas uma pessoa, a quem ela pediu ajuda. Por algum motivo a bruxa não parecia estar nos seus melhores dias, o que deixou Zoya ainda mais apreensiva. ❛ Acredite, Brighid, eu não estaria aqui se não estivesse falando sério sobre aprender. ❜ disse educadamente, suspirando um pouco mais pesado do que devia, mas logo colocando um sorriso no rosto. ❛ Bom, Trívia não foi nem um pouco especifica sobre como meus poderes funcionam, ou qual a extensão... só sei que outro dia eu estava nervosa no meu escritório e de repente uma pilha de arquivos importantes entrou em combustão... Talvez ela tenha me dado poderes sobre fogo? ❜
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Zoya gostava de pensar que era responsável, afinal, há alguns bons anos que ela era incumbida por cuidar de outra pessoa, -- - uma criança, ainda por cima. Mas agora ali, sem ter que se preocupar com Althea, a ruiva estava tentada a se acabar em bebida e provavelmente fazer coisas. e pessoas, que ela se arrependeria na manhã seguinte. E por falar nisso, a romana foi em direção de Thorn Brekker, pegando o cigarro de maconha de sua mão e dando um trago, tentando ao máximo não parecer uma novata fumando, passando de volta para ele. ❛ Interessante sua escolha de roupa, os botões vieram com defeitos ou já levou alguma de suas fãs para algum canto e esqueceu de fechar a camisa depois? ❜
luͧaͣuͧ, zoya belikova outifit, 2021.
a touch to give permission
Estranhamente, estar na cama com Thorn lhe dava um sensação de paz. Às vezes eles nem estavam fazendo nada de mais, apenas vendo um filme juntos, no braço do outro... o que não era o caso hoje.
Zoya havia passado o dia cheia de afazeres de Nova Roma e depois de quase desfazer debaixo de uma água escaldante, ver Thorn em sua cama, como se estivesse lhe esperando, era o que ela realmente precisava. Com um sorriso nada tímido, Zoya subiu na cama e foi direto para o peito do homem, encostando a cabeça ali e respirando fundo.
❛ preciso dizer, não esperava que você fosse vir... ❜ comentou baixinho, sua mão escorregando pelo tronco dele e parando na cintura, uma das sobrancelhas subindo de surpresa ao reparar que ele estava apenas de cueca em sua cama. O dedo indicado tocando levemente a área imediatamente acima do cós da única peça que ele usava, indo de um lado para o outro, antes de colocar toda sua mão por debaixo da roupa íntima, mas sem encostar no membro dele, passado milimetricamente do lado, esperando que Thorn pedisse, ou melhor, lhe desse permissão para tocá-lo.
tp.
𝐈'𝐦 𝐧𝐨𝐭 𝐲𝐨𝐮𝐫 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦 𝐚𝐧𝐲𝐦𝐨𝐫𝐞 𝐒𝐨 𝐰𝐡𝐨 𝐚𝐦 𝐈 𝐨𝐟𝐟𝐞𝐧𝐝𝐢𝐧𝐠 𝐧𝐨𝐰?
Ah, Psiquê. Qual tal tão bela a ponto de enciumar a própria deusa da beleza. A personificação da própria alma e, talvez por isso, ela seja tão cruel com uma de suas filhas. Zoya Katerina Belikova, que teve o desfortúnio de nascer de um semideus e, por tanto, sempre esteve nesse meio. Quiçá, se nascido em outra família, sua raiva contra os deuses fosse menor, mas nem as Parcas poderiam lhe dizer se sim ou se não.
Antes de ser mãe, Zoya não tinha tantos problemas com a divindade que lhe trouxe ao mundo, mas depois que Psiquê tentou machucar Althea, o ódio pela personificação cresceu a ponto de pecar contra a própria mãe, virar suas costas para ela. Mas Psiquê ainda era uma divindade e como tal, era cruel com aqueles que a insultavam. Por isso, ela tinha um plano. Já dizia o ditado: a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena... E como a deusa estava corrompida em sua busca por colocar a filha no lugar.
Essa história começa com Zoya terminando suas tarefas do dia, havia realizado uma reunião com o senado, assinado alguns papeis como pretora do acampamento, até mesmo para treinar havia tido tempo. Sem contar que pode brincar com Althea por algum tempo, sem medo de atrapalhar sua agenda apertada.
Depois de um dia tão cheio, Zoya quase desmaiou em sua cama. O cansaço havia finalmente chegado, mas o descanso não. Assim que entrou nos braços de Morfeu, a face de sua mãe apareceu; sua aparência estava estranha, como se estivesse com dor. Ela não sabia que deuses podiam sentir tão emoção, mas se chegavam ao prazer, poderiam muito bem sentir o oposto.
❛ Zoya... minha querida, eu preciso de ajuda. ❜ a deusa disse em um sussurro. A romana achou estranho o apelido carinhoso, mas a palavra ajuda a deixou confusa. O que poderia sua mãe querer?
❛ Há alguns dias, eu estava cuidando da minha vida quando Vênus me atacou, a mesma história de sempre... mas dessa vez ela arrancou minhas asas e jogou no Tártaro. Eu não posso entrar lá, mas você pode. Essa é sua missão. ❜ e tão rápido como surgiu, Psiquê desapareceu da mente de Belikova, a acordando.
Jogando seu manto purpura por cima do pijama que usava, a pretora correu até os aposentos do atual áugure para pedir uma profecia, nunca saia da segurança de Nova Roma sem saber um pouco do que o destino planejava para ela. A menina que possuía o dom da profecia estava confusa em ver a pretora ali tão tarde, mas mesmo assim fez a oferenda para os deuses, logo recebendo uma visão.
❛ Zoya, eu vejo um lugar escuro, possivelmente o Tártaro, mas não vi nada das asas... Tem um sentimento de vingança e um final de desapontamento... um pouco de traição. A missão é só sua ou de mais alguém? Acho que você deve ir sozinha ou então será traída pela sua companhia. ❜ a augure comentou, um pouco nervosa com o que havia visto, não estava confiante que Fortuna esteja do lado de sua superior, mas esse comentário nunca foi feito.
A ruiva agradeceu pelo trabalho e pegou suas coisas, indo para sua casa novamente. Ela queria descansar, mas estava preocupada com o que estava por vir. Arrumou uma pequena bolsa para si, vestindo sua armadura por baixo de uma blusa preta com sua calça de couro e coturnos. Arrumou também uma bolsa ainda maior para Althea: não sabia quanto tempo ficaria fora e preferia que ninguém entrasse em sua casa depois que ela saísse.
Assim que se deu por convencida de ter pego tudo, a mulher pegou a criança de quase três anos no colo e usou um dos portais, saindo perto dos chalés. Estava tarde e ela sabia que os gregos usavam Harpias como monitores para que ninguém ficasse fora da cama depois da hora. A menina bateu na porta do chalé de sua mãe, antes de acordar sua filha.
❛ Meu amor, a mamãe precisa viajar por um tempo, mas você vai ficar com o tio Rowan, não é divertido? ❜ perguntou com uma voz de falsa animação e antes que a pequena pudesse protestar, o irmão que ela mais gostava abriu. A ruiva deu um pequeno sorriso para o moreno, passando a filha para os braços dele, assim como a bolsa dela. ❛ A nossa querida mamãe está me mandando para uma missão, não sei quando voltarei... caso precise, Aquamarine pode cuidar de Ally por um tempo. Só vocês dois, me entendeu? ❜
Assim que teve a confirmação, a moça beijou a testa da filha que já havia voltado a dormir e se despediu do irmão, pegando um dos portais novamente para o acampamento Júpiter. Já que precisava ir para o Tártaro, iria pelo Mundo Inferior e Los Angeles estava obviamente mais perto do acampamento romano do que do grego.
Ela nunca havia estado no Mundo Inferior e esperava só ir para o local quando morresse, mas aparentemente as Parcas tinham outras ideias para ela. A menina passou na casa do outro Pretor antes de ir para os portões do acampamento, um sentimento de nostalgia e medo tomando conta do corpo dela enquanto ela deixava Nova Roma para trás.
Conseguir um ônibus para Los Angeles foi extremamente fácil, como se tivesse um a cada hora que passava. Sim, de avião seria bem mais rápido, mas de ônibus ela poderia dormir um pouco. Talvez ela parasse na metade do caminho e termine o trajeto pelo ar, talvez não. Não gostava de entrar nos domínios dos deuses, principalmente depois de ter dormido com o irmão deles.
***
Chegar em Los Angeles e achar a entrada para o reino de Hades havia sido fácil, pagar Caronte para que ele a levasse até o mais próximo do tártaro um pouco mais chato, mas nada como 10 denários não tenha resolvido. Agora, olhando para escuridão que lhe esperava, um calafrio percorreu o corpo de Zoya. Ali não era seu lugar e semideuses não eram bem-vindos, nunca. E ela, ativa em ambas as guerras, havia mandado muitos dos soldados do lado inimigo para esse local.
Respirando fundo, enquanto o ar não era tóxico, a ruiva deixou que a escuridão a abraçasse e torcia para que Fortuna a abençoasse. Ela já havia feito diversas missões perigosas, sempre fora muito bobinha para vários assuntos, menos quando se tratava de missões. Não, quando saía para defender Roma, Zoya mostrava que era muito mais do que a menininha abusada pelo pai e esquecida pela mãe.
Não passou duas horas, ela achava, até que sentiu sua cabeça colidir com as paredes de pedra e tudo ficar escuro.
tw: tortura.
Zoya, trying to get Rowan into yoga: It's a symbol for rebirth.
Rowan: I’m not interested in being rebirthed, thank you. I’m still recovering from being birthed the first time.