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anime_irl
blue jeans and ballet shoes - oneshot larry
louis tomlinson é um pai dedicado e protetor que, desde a morte da mãe de harry, se esforça para ser o melhor pai possível, e a festa de aniversário de sua filha reflete seu amor incondicional. a festa é um sucesso, até que louis percebe os olhares indesejados de antigos colegas de futebol sobre sua filha. dominado pelo ciúmes, ele confronta os homens, deixando claro que harry é a sua prioridade. desse dia em diante, louis se vê determinado em ser o primeiro a ensinar tudo o que harry precisa saber, protegendo seu bem mais precioso de qualquer tipo de perigo que o mundo exterior pudesse colocá-la.
inocência • dirty talk • negação de orgasmo • daddy kink • hcisgirl • perda de virgindade • manipulação leve • desuso de preservativo • incesto consanguíneo entre pai e filha • daddy kink • dirt talk • harry18 | louis40 •
Sergeant Tomlinson𐙚
Avisos!
Hoplofília (fetiche por armas, não há um nome oficial, mas de acordo com a internet, é esse), ltops, hbottom, h!inter, Louis policial.
L - 49
H - 25
Caso conheçam a série Chicago PD, pensem no Louis com a personalidade semelhante ao do Sargento Hank Voight.
━━━━━━━━━━━━༺۵༻━━━━━━━━━━━
Harry in Amsterdam today - May 25, 2026 (via satellitemaike)
all that adjustment because it's so big... exactly
❤️🔥♡ྀི ₊ Spank me, please
"Louis nunca imaginou que sua melhor amiga pudesse lhe dar alguma chance. Até descobrir todas as coisinhas que Harry gostava de fazer escondida."
fuck it I love you
harry cis girl (harry com buceta), continuação do meu one shot ’teddy bear’, louis tops, harry bottom, gravação consensual, incesto (primos), fem harry
✬ Harry e Louis são primos, embora seu relacionamento possa mudar após uma interrupção
aviso: o português não é meu primeiro idioma assim que perdão por qualquer erro
Harriet estava deitada sobre os lençóis macios, com o peito subindo e descendo, a respiração irregular devido ao orgasmo recente.
Seu corpo estava quase completamente nu, as pernas abertas e ela podia ver pelo espelho, que cobria completamente as portas do guarda-roupa, as bochechas vermelhas, finas camadas de suor no rosto, os lábios inchados de tanto mordê-los e a boceta rasgada.
A cama estava encharcada com seu esguicho e, em seus braços, ela abraçava Louis, o ursinho de pelúcia, ainda segurando seu pênis de borracha. Em seu torpor, a cacheada não ouviu as portas de sua casa sendo abertas, nem as vozes de seus parentes do lado de fora do quarto.
Ela ainda estava usando seu sutiã de pétalas pretas e, em um estado de prazer, puxou a peça para baixo, sem removê-la, e chupou os dedos indicador e médio para enchê-los com sua saliva. Depois disso, ele levou os dedos aos mamilos dela e os massageou lentamente para estimular os espasmos que o corpo dela ainda estava produzindo.
A garota continuou a fazer movimentos circulares em seus seios, e passos puderam ser ouvidos descendo o corredor até seu quarto. Harriet fechou os olhos e ofegou com o prazer que corria em suas veias.
A maçaneta girou e a porta cedeu, abrindo-se. Harriet deu um pequeno pulo e abriu os olhos novamente com medo de ser descoberta por seus pais. Mas quando viu quem era, apenas sentiu a excitação e a emoção voltarem ao seu corpo.
-Harriet, seus pais querem...- Louis entrou na sala, com os olhos paralisados pela cena à sua frente. Seus olhos se arregalaram ao ver a garota cacheada de boca aberta e o ursinho de pelúcia com um vibrador de borracha. O sutiã dela estava abaixado e os seios expostos, os mamilos duros e molhados com a própria saliva.
-Louis, você pode fechar a porta? Meus pais podem entrar a qualquer momento - foi tudo o que Harriet disse quando seus olhos se encontraram com os belos olhos azuis de Louis.
Ela se endireitou na cama e cobriu os seios novamente. Ela procurou a calcinha e a encontrou no chão, pegou-a e a vestiu lentamente. Curvou-se para que Louis tivesse uma visão perfeita de sua buceta e bunda abertas.
Ela se virou e olhou diretamente para o homem moreno, que ainda estava parado na porta, mas agora ela estava fechada.
-Desculpe pela bagunça, eu não estava esperando visitas - disse a garota de cabelos escuros com sarcasmo e um sorriso malicioso, passando as mãos pelos braços dele e depois pelas clavículas e pelo pescoço, fazendo cócegas nos pequenos formigueiros de Louis.
-Eu é que peço desculpas, eu não deveria ter entrado sem tocar - Louis falou, mas sem fazer nenhum sinal de querer sair.
-Oh, não se preocupe, eu estava apenas brincando.
-Esse é o ursinho de pelúcia que eu lhe dei? - perguntou o garoto de cabelos castanhos.
-Sim, este é o Louis, Lou. - Ele apresentou o ursinho, que ainda estava com a cinta.
-Você deu meu nome a ele? - sussurrou o menino de olhos azuis.
-É isso mesmo, querido. Ele é um ursinho muito fofo e muito bom com o que tem entre as pernas - disse a garota de cabelos cacheados ao se virar e subir de volta na cama, acomodando-se de costas e pegando o urso nos braços.
Louis saiu de seu transe e sentiu o calor aumentar em seu corpo. Seu pênis estava começando a despertar e suas pupilas estavam se dilatando. Ele sabia que seu relacionamento com Harriet não era um relacionamento familiar normal e que, além do afeto de sangue, eles se sentiam sexualmente atraídos um pelo outro.
O homem de olhos azuis então se aproximou da garota e se sentou na cama, olhando-a diretamente nos olhos.
-Gostaria que eu brincasse com você, princesa.
A garota sentiu a boceta latejar de ansiedade e o coração bater forte de desespero e adrenalina, sentindo que poderia gemer naquele instante só de imaginar o pau do primo entrando lentamente em sua intimidade.
-Por favor, Lou. Brinque comigo.
E então tudo começou. Louis perdeu o pouco de sanidade que lhe restava depois de ver seu primo bem aberto e nu.
Ele subiu na cama até ficar em cima do corpo da garota. Ele pressionou a testa de ambos e ouviu suas respirações se misturando densamente. Harriet fechou o espaço e envolveu os braços ao redor do pescoço do homem mais velho para puxá-lo para mais perto, beijando desesperadamente os lábios do moreno e mexendo para provocar fricção.
Louis sentiu sua ereção dura pressionando sua calça, e a garota sentiu sua buceta encharcada com mais fluidos dele. Os dois se uniram em um beijo ardente. A garota de cabelos escuros conseguiu inverter a posição e se deitou em cima do homem de cabelos castanhos.
Louis levou as mãos à bunda dela e apertou suas nádegas. Harriet gemeu ao tocar a mandíbula pronunciada do homem.
Vou foder você com força, princesinha", disse ele, levando as mãos até a borda da camisa dela e tirando-a em um movimento rápido, com o cabelo encaracolado se afastando para facilitar.
Assim que a peça de roupa foi retirada, as mãos da garota foram rapidamente para o peito do homem mais velho para tocar tudo o que estava à vista. Louis levantou ligeiramente os quadris para tirar a calça e a cueca de uma só vez.
Quando seu pênis duro foi retirado, ele bateu diretamente na entrada de Harriet, que arfou com o contato. Sabendo que a garota estava bem aberta por causa das brincadeiras anteriores, Louis pegou seu pênis e colocou a calcinha da garota de lado, sem tirá-la, ele passou lentamente seu pênis pelas dobras da entrada de Harriet, e ela gemeu de expectativa.
Sem esperar muito, Louis entrou profundamente na buceta rosada da garota de olhos verdes. Ele começou com investidas lentas, mas penetrantes. Enquanto a de olhos azuis estava abaixada, a de cabelos cacheados o cavalgava, enquanto ele levava as mãos ao sutiã dela para removê-lo e tocar seus seios, envolvendo-os completamente com as mãos.
O ritmo estava ficando cada vez mais rápido, Louis suspirava e Harriet gemia, tentando silenciar seus gritos para não ser ouvida. Louis a pegou pelos quadris e, sem parar a penetração, levou-a para fora da cama e a encostou nas paredes espelhadas do guarda-roupa.
Ele pegou as duas pernas dela e as colocou sobre os ombros, levantando-a com todo o peso e penetrando tão fundo que a garota cacheada sentiu como se estivesse sufocando de tão cheia que estava.
-Você gosta de ser fodida, vadia? Você estava tão carente que fodeu sua buceta apertada com a porra de um ursinho de pelúcia. Você está desesperada, princesa - disse o homem mais velho enquanto aumentava as penetrações e ia fundo na intimidade cheia de mel e fluidos. O pré-gozo também invadiu a buceta da garota e ela sentiu seu orgasmo se aproximando.
-Foda-me, papai, encha-me com seu esperma, torne-me sua!
Então o marrom saiu de dentro dela, Harriet sentiu o vazio e suas pernas tremeram de prazer. Harriet estava de volta ao chão e o homem de olhos azuis a virou para que pudesse penetrá-la por trás.
Ela podia ver seu reflexo enquanto era violada, observava como Louis levantava sua cabeça em prazer e como o suor escorria de suas têmporas para sua mandíbula marcada, depois para seu peito marcado e para baixo para se perder.
Então, ele quis salvar aquele momento carnal. Então, ela pegou o celular, que estava sobre uma mesa próxima, ligou a câmera no modo selfie e começou a gravar a si mesma enquanto gemia e era fodida. Movimentando a câmera para capturar o pênis do homem mais velho entrando em sua entrada destruída, que estava completamente cheia de mel.
Ela gemeu, ofegou, suspirou. Louis sorriu maliciosamente enquanto observava o que sua cadela ousada estava fazendo, ele deu alguns golpes nas nádegas redondas de Harriet, fazendo-as ficarem vermelhas enquanto a câmera registrava tudo. Ela não aguentou mais, terminou a gravação e apoiou as mãos no vidro embaçado, o telefone caiu em algum lugar da sala e ambos sentiram o orgasmo se aproximando.
Mais uma, duas, três, quatro investidas e Louis se esvaziou completamente na boceta da garota, enchendo-a com seu esperma em tiras de líquido branco. Jatos de esguicho saíram da garota cacheada e seus olhos se reviraram na cabeça por causa do orgasmo grandioso.
Dad's Princess - larryhet
Harry - 17
Louis - 36
Onde Harry se sente atraída por seu padrasto depois de encontrar alguns vídeos em seu celular.
Harry perdeu sua mãe muito nova, a garotinha tinha apenas seis anos quando a mãe faleceu em um acidente de moto lhe deixando sozinha com o seu padrasto Louis. Tomlinson conheceu a mãe de Harry quando a menina ainda estava em seu útero, os dois se conheceram em um aniversário de um amigo em comum e se apaixonaram. O pai biológico de Harry nunca quis saber da filha, quando Jade - mãe de Harry - contou ao homem que estava grávida, o homem simplesmente disse que aquilo não seria responsabilidade dele e que não queria nenhum tipo de contato com as duas, e assim, Jade e Louis criaram Harry juntos até os seis anos.
Harry sempre foi muito apegada ao pai de criação, e quando a mãe faleceu, a guarda de Harry passou para Louis a pedido dos avós maternos da garota, que não acharam necessário separar os dois, já que tinham uma relação de pai e filha e a garotinha chorava toda vez que alguém dizia que iriam tirá-la de Louis.
Conforme o tempo foi passando, Harry cresceu e as coisas foram mudando. Styles era desejada por todos na escola, era a porpular gostosa que todos caíam em cima, ela tinha seios médios e arrebitados, estava sempre andando pela escola com decotes que resaltavam seus seios, as saias curtas que usava deixava sua bunda linda, sempre arrebitada e a garota fazia questão de subir mais as saias para mostrar a polpa de sua bunda, o que deixava os meninos e as meninas loucas.
Harry não era a garota de dispensava qualquer um, na verdade era bem difícil a garota dizer não para alguém, ela gostava de beijar e transar, não importava o sexo, se fizesse ela gozar estava tudo sob controle.
De umas semanas pra cá, Harry vem se sentindo estranha em relação ao pai. Para ser exato, desde o dia que ela estava fuçando o celular do pai e sem querer achou um vídeo dele se masturbando na frente do espelho, segurando o pau grande sussurando palavras obcenas e gemendo o nome de alguém que Harry não conhecia. E a garota não teve culpa quando sua boceta encharcou imaginando aquele tamanho todo dentro de si.
Desde de seus quatorze anos, Harry vem notando o quanto Louis é bonito e tem o corpo perfeito, mas nunca tinha pensando em Louis de outra forma. Até vê o bendito vídeo.
A garota se batia mentalmente por ter pensamentos libidinosos com seu pai, mas ao mesmo tempo ela se sentia aliviada quando lembrava que não tinha nenhum laço sanguíneo com Louis e tudo era consideração.
A garota largou seu celular na cama e se abaixou para procurar seu chinelo. Era mais um daqueles sábados chuvosos, Harry vestia seu babydoll branco que nem se deu o trabalho de trocar quando acordou aquela manhã.
Sua barriga roncou e a garota desistiu de procurar seu chinelo, saindo do quarto e descendo as escadas de dois em dois degrais.
- Pai. - Harry chamou indo para cozinha seguindo o cheiro de comida. - Pai, tô com fome.
Louis vestia uma camisa vermelha, uma calça moletom, e meias com estampa de lachinhos, era de Harry.
- Estou terminando aqui, filha. - Louis avisou.
- Tapioca?
- Uhum, você quer com recheio doce ou salgado? - Louis encarou a filha.
- Salgado.
- Tem certeza? Depois não quero você me pedindo pra deixar um pedaço da minha pra você. - Louis avisou.
- Eu não vou querer. - Harry falou decidida.
A menina ficou ali apoiada na bancada, quietinha enquanto o pai terminava de fazer o lache da tarde deles.
Era quase impossível para Harry não olhar para a bunda perfeita do pai e não sentir vontade de apertar. Quando Louis terminou, os dois se sentaram ao redor da ilha da cozinha e comeram enquanto Harry contava como estava a escola.
- Lava a louça pra mim, neném?
- Ah não pai. - Harry fez bico.
- Por favor, princesa, papai precisa terminar de desenhar o prédio do cliente. - Louis pediu com jeitinho.
- Quando eu terminar podemos assistir algo? - A menina perguntou tentando negociar.
Louis arqueou as sobrancelhas.
- Por favor? Diga sim para a sua filhinha linda que vai lavar a louça com muito amor e carinho. - Harry pediu.
- Vou pensar. Agora lavanta desse banco e vai lavar a louça. - Louis mandou e Harry bufou baixinho indo fazer o que o pai mandou.
🍑
Harry se encontrava deitada ao lado do pai que estava concentrado em trabalhar com seu notebook pousado em suas coxas.
- Papai, você me prometeu. - Harry resmungou pela quinta vez.
- Prometi nada, eu falei que ia pensar. - Louis respondeu sem tirar sua atenção do notebook.
- Me deixa ir pra casa de Nayla?
- Já disse que não vou deixar você sair nessa chuva, não confio.
Harry bufou e esticou o braço na cama para pegar o celular do pai, ela se virou e deitou com a cabeça virada para os pés de Louis e esticou suas pernas.
Harry tinha mania de ficar fuçando o aplicativo de mensagens do pai, a maioria sempre era de clientes passando detalhes sobre projetos de casas, ou cômodos, e tinha uma pequena quatidade de mulheres ali, que Harry também fuçava. Ela saiu do aplicativo de mensagens e entrou na galeria, na pasta da câmera tinha novos vídeos e Harry quase deixou o celular cair em seu rosto.
- Cadê os fones? - Harry perguntou.
- Tá vendo o que no meu celular, Harry? - Louis perguntou.
- Y-youtube pai. - Ela murmurou.
Ele estreitou os olhos e apontou para a cômoda que ficava perto da cama.
A menina bloqueou a tela do celular e levantou rápido pegando o fone e voltando a deitar na mesma posição de antes. Ela colocou os fones no ouvido e conectou no celular. Em seguida apertou play em um dos vídeos novos.
Nesse, Louis não estava sozinho, tinha uma mulher sentando nele enquanto ele sussurava coisas obcenas para ela fazendo a mulher gemer alto.
Harry conseguia ver o quanto a mulher estava molhada e o quanto o pau de seu pai entrava deliciosamente lento na mulher.
A garota estava ficando excitada e sentia sua boceta começar a pulsar em puro desejo.
O vídeo acabou e outro começou em sequência. Harry quase desmaiou quando viu o que era o vídeo. Seu pai chupando a tal mulher com vontade, Harry conseguia ver a língua dele passar no clitóris da mulher. Ele chupava e as vezes encarava a câmera, rindo quando a mulher gemia mais alto. Quando a menina viu o pai dá um tapinha na buceta molhada da mulher e rir, sem querer, Harry gemeu baixinho fechando as pernas rápido e saindo do vídeo e da galeria bloqueando a tela do celular rápido.
- Tá tudo bem? - Louis perguntou encarando a filha.
- Uhum. - A menina murmurou levantando da cama. - Eu vou pro meu quarto.
- Quando eu terminar aqui eu te chamo pra gente assistir algum filme. - A garota assentiu e saiu do quarto rápido, rezando metalmente para que seu pai não tenha ouvido seu gemido.
Quase uma hora depois, Louis entra no quarto da filha e a mesma está mexendo em seu celular entretida.
- Vai querer assistir o filme ainda? - Louis perguntou e a menina olhou em direção ao pai assentindo.
- Pode ser Enrolados? - A menina perguntou levantando da cama e pegando uma coberta.
- De novo, princesa? Já vimos tantas vezes.
- Mas pai... - A menina fez bico.
- Tá, Enrolados.
O sorriso que Harry deu foi grande.
Os dois desceram e arrumaram o sofá, tirando algumas almofadas para dá mais espaço e puxando o assento para o sofá virar cama.
Harry de aconchegou no peito do pai e colocou uma de suas coxas em cima da pélvis no homem.
Quando o filme começou Louis abraçou a filha de lado e trouxe ela mais para perto de cima.
No meio do final, Harry começou a se remexer, sua mente estava longe, ela não tirava aquele vídeo que tinha visto da cabeça ficar ali deitada em cima de seu pai não estava ajudando. Ela fechou os olhos enquanto sentia o carinho que seu pai estava dando em suas costas e se remexeu, se deitando por completo em cima dele, a perna dele agora estava no meio de suas pernas e o joelho dele estava próximo demais de sua intimidade.
Ela daria tudo para ver seu pai lhe chupando.
Deveria ser tão gostoso, a barba dele arranhando suas coxas palidas enquanto chupava sua boceta molhada.
A menina se impulsionou para cima, esfregando sua boceta molhada no joelho do pai, o tecido do babydoll e do moletom que seu pai vestia era as únicas coisas que atrapalhava o contato de pele com ele.
Ela se esfregou mais uma vez e sentiu sua intimidade molhar mais. Ela gemeu baixinho sem ter como disfarçar e enfiou o rosto na curva do pescoço do pai que não estava entendendo nada.
- Papai. - Ela chamou manhosa enquanto se esfregava cada vez mais forte no joelho do pai.
- Filha, tá tudo bem? - Louis perguntou confuso.
- Me desculpa, mas eu tô tão molhada. E-eu não consigo p-parar. - Harry respondeu ofegante.
Louis engoliu em seco vendo o quanto a filha estava desesperada se esfregando nele.
- Você viu os vídeos, não viu? - Ele perguntou rouco.
- Foi sem querer papai. E-eu juro.
- Tudo bem, amor. Sente no meu colo. - Louis falou calmamente segurando a cintura da menina.
Harry obedeceu e sentou bem em cima a ereção do pai.
- Você tá tão molhada, neném. - Louis falou com a voz rouca.
- E-eu tô papai. - Harry falou sedenta.
Os seios da menina estavam mais arrebitados que nunca, os mamilos eriçados pareciam que iriam furar o tecido fino do babydoll branco.
- Vai deixar o papai ver sua bocetinha, amor? - Louis perguntou agarrando a bunda da menina e apertando.
- Eu quero t-tanto. - Harry soluçou de tanto tesão que estava sentindo em seu corpo.
- Vamos pro quarto. - Louis falou antes de levantar com a filha no colo.
🍑
- Desde de quando você tá com tesão pelo papai? - Louis perguntou deitando Harry em sua cama.
- Eu vi o seu vídeo se masturbando e eu fiquei molhada imaginando seu pau em mim. - A garota confessou baixinho.
- Não sabia que minha filhinha era tão safada. - Louis sorriu de lado e Harry corou. - Vai me deixar te chupar, amor?
- Uhum. - Harry fechou os olhos quando os lábios entrou em contato com a pele de seu pescoço.
Alguns segundos depois, Harry estava completamente nua e seu pai estava chupando um de seus seios enquanto ela gemia cada vez mais alto.
- Vou chupar sua bocetinha até suas pernas tremerem, neném. - Louis sussurou antes de começar uma trilha de beijos até a boceta pulsante de Harry. - Porra, tão molhada, não sabia que minha neném é uma desesperada.
- Vai logo, eu não aguento mais. - Harry choramingou mexendo o quadril impaciente.
Louis deu um tapinha na intimidade da garota que gemeu alto.
- Pra deixar de ser afobada. - Ele riu se aproximando do meio das pernas de Harry e colocando a língua para fora.
Quando Louis começou a chupar a garota, Harry foi no céu e voltou sentindo a língua de seu papai passar por toda a sua boceta lhe deixando mais molhada, ele chupava o clitóris com tanta vontade que fazia Harry se contorcer toda em cima da cama, gemendo alto e apertando os cabelos de Louis com as mãos.
- Porra gostosa. - Louis grunhiu antes de agarrar as duas coxas da menina e apertar.
- Papa-Awn. - Harry sentiu seu ventre se revirar e os dedinhos do pé se dobraram. - Loui-Own, ai meu Deus
As coxas da garota começaram a tremer conforme ela ia atingindo seu orgasmo, gemendo pelo pai e ofegante.
Louis deu a última chupada ali e um beijinho, antes de sair do meio das pernas da filha e observar como a garota estava destruída. As bochechas vermelhas, as pernas tremulas aberta, a boceta brilhando de tão molhada e vermelinha pela chupada de Louis, os seios arrebitados para cima, a respiração ofegante, a pele brilhando pela fina camada de suor.
Louis estava no paraíso.
Harry deu um sorrisinho cansado antes de se sentar na cama e puxar Louis para seu lado.
- Agora é a minha vez, papai. - A menina murmurou puxando a calça moletom do pai para baixo e arregalando os olhos quando o pau de Louis pulou para fora.
Vermelho, grande, molhado e duro.
- Puta que pariu. - Harry sussurou hipnotizada.
- Sem palavrões ou vai ficar de castigo, neném. - Louis bricou e Harry revirou os olhos terminando de tirar a calça do pai e se ajeitar deitada no meio das pernas do homem.
- Vai me dá leitinho, papai? - Harry perguntou com um biquinho nos lábios.
- Você quer, neném?
- Eu quero tanto. - Harry suspirou pegando o pau do pai e masturbando devagar.
- Então põe ele todinho na boca princesa, deixa ele bem molhadinho pra deslizar na sua bocetinha, hum?
Harry gemeu pelas palavras colocando a língua para fora e lambendo da base até a glande, sem parar de encarar o pai.
Quando a menina colocou a glande na boca e sugou Louis arfou olhando sua filhinha inocente chupando seu pau que nem uma vagabunda.
Harry chupou as bolas de Louis subindo novamente e enfiando o que conseguia na boca, deixando o pau bem babado como Louis havia pedido. Ela passava a lingua por cima das veias e chupava a glande com vontade gemendo durante o processo, ficando excitada novamente só por está chupando o pai.
- Chega, eu vou acabar gozando. - Louis falou ofegante.
Harry subiu em cima de Louis e beijou o pai, fazendo ele sentir seu próprio gosto.
A garota esfregava a bocetinha molhada por cima do pau de Louis conforme eles iam se beijando.
- Tá tomando os remédios direito, bebê? - Louis perguntou baixo e Harry assentiu. - Então pode sentar no papai, princesa.
Harry pegou o pau do pai e alinhou bem na entrada da sua boceta, sentando ali devagar, apreciando cada pedacinho de Louis que entrava em si devagar.
- Que boceta apertadinha, meu amor. Papai vai querer sempre. - Louis gemeu.
- Vai mesmo, papai? - Harry perguntou rebolando devagar só para provocar. - Eu posso dá pra você sempre que quiser.
- Pois eu vou comer você sempre, neném.
Harry sorriu e começou a cavalgar em cima do pai, as mãos apoiada no peito do homem e sua bunda mexendo a cada cavalgada que ela dava.
- Awn, tão bom. - Harry jogou a cabeça para trás gemendo alto. - Mete na minha bocetinha, papai.
Louis quase gozou de ouvir aquilo, ele foi rápido em inverter as posições deitando Harry na cama e abrindo bem as pernas dela penetrando cada vez mais rápido e fundo.
Os seios dela pulavam a cada impulso que ele fazia para dentro demais.
- Tão boa para o papai. - Louis gemeu levando uma mão para um dos seus de Harry e apertando.
- Me fode, papai. Come minha boceta e me deixa sem andar. - Harry pediu manhoso. - Tão grande.
- Porra. - Louis estapeou uma das coxas de Harry e enfiou a cabeça na curva do pescoço da menina.
- Isso, papai. - Harry gemia alto.
A cama batia na parede a cada movimento e a cada impulso que Louis dava para dentro a menina, Harry gemia mais alto.
- Eu vou g-gozar. - Harry gemeu alto gozando mais uma vez, sua boceta contraindo e apertando o pau de Louis ali dentro.
- Porra. - Louis saiu rápido de dentro da filha de se masturbou gozando em cima da boceta da menina.
Ele se jogou ao lado de Harry e puxou a filha para cima de si.
- Eu tô com fome, pai. - Harry sussurou sonolenta fechando os olhinhos.
Louis sorriu beijando a testa dela e juntando suas forças para tomar um banho e ajudar Harry no banho dela antes dos dois irem comer alguma coisa.
she's an angel only angel - christmas one🎄
playing and learning with Lou • one shot h!inter
Descrição: No seu aniversário de dezessete anos, o doce e inocente Harry se surpreende com a presença de seu melhor amigo, Louis, que veio de Londres apenas para comemorar a data com ele. Com a volta do amigo mais velho, volta também aquela tensão sexual entre os dois, que precisam encontrar maneiras de conter ou pelo menos disfarçar seus sentimentos e desejos.
E o que poderia dar errado entre uma vadiazinha falsamente inocente e um amigo perverso que tira proveito de sua inexperiência e suposta inocência?
tag's: harry intersexual - diferença de idade (harry tem 17 e louis 23) - size kink/diferença de tamanho (harry vai ser menor que o louis) - falsa inocência - kink de corrupção - manipulação - CNC (Consensual Não-Consensual).
being careful with the baby • ULTRAVIOLENCE 🔗 book smut
Descrição: Harry adora ir ao parque para ler e fazer piqueniques com seu namorado, Louis. Adora mais ainda quando o papai brinca com seu corpinho, mesmo que em público. Afinal, como o papai diz, às vezes não é fácil de resistir.
tag’s: Harry usando saia e calcinha - manipulação - corrupção - falsa inocência - breeding kink - exibicionismo - dogging - CNC.
confira os capítulos anteriores • make daddy proud e punishment for the puppy!
🔗
— Não acho que isso seja uma boa ideia. — Harry murmurou tenso pelo que parecia ser a quinta vez rente a orelha de Louis, que continuava sentado lendo tranquilamente o livro de bolso que segurava com apenas uma mão. — Lou... — gemeu apertando com força a coxa de Louis quando os dedos dele causaram um apertado proposital em sua glande.
Louis tirou os olhos da página que estava lendo, parando com os movimentos de sua mão no membro do mais novo para olhá-lo em repreensão. Quando viu que tinha a atenção de Louis, os olhos azuis muito focados em sua expressão, quase imediatamente se arrependeu forçando-se a prensar os lábios com força.
— Não vê que estou tentando ler? Você me disse que ficaria quietinho. — Louis murmurou de volta, o polegar circundando vagarosamente a glande rubra e molhada pelo líquido viscoso e incolor, observando com satisfação Harry quase se derreter contra o seu corpo escondendo o rosto na curva de seu pescoço.
— Porque o senhor não me disse que iria fazer isso. — esclareceu baixinho contra a pele quente do pescoço de Louis, preferindo ignorar quando o homem riu. — E tem gente aqui perto. Imagina se eles veem o que tá acontecendo?
— Oh, querido, mas isso é culpa sua. O que posso fazer se você sempre parece pedir para ser tocado por mim? — Louis deixou o livro de lado para segurar seu rosto e fazê-lo olhar em seus olhos. — Você mesmo disse que tinha colocado essa saia para mim, não foi? — ele murmurou com a voz lenta e baixa. Harry assentiu com a cabeça, as bochechas corando furiosamente. — Porque sabia que quando eu visse você assim, a primeira coisa que eu iria pensar era em te foder até que não pudesse mais andar.
Harry fechou os olhos com força ao sentir as bolas repuxarem, a virilha esquentar e mais pré gozo vazar do seu pau, melando os dedos grossos e a palma da mão de Louis.
Louis sorriu usando o pré gozo para voltar a subir e descer sua mão lentamente por todo o membro duro e lambuzado do mais novo. Já se sentia incomodado com o aperto que a calça fazia em seu pênis completamente duro, estando naquele estado apenas em observar e tocar seu garoto da maneira que sabia bem como o afetava.
Mesmo se deleitando com o prazer que Louis estava o fazendo sentir o masturbando e falando aquelas coisas com uma calma descomunal, Harry ainda se alternava em manter os olhos atentos nos outros casais que estavam no parque fazendo um piquenique, assim como eles. Se é que aquilo poderia ser chamado de piquenique.
E Harry já deveria saber que chegaria naquele ponto quando Louis inocentemente deixou a mão pousada sobre sua coxa, os dedos acariciando o inferior delas porque sabia o efeito que aquilo o causava. Não era culpa dele se tudo o que Louis fazia fosse mais que o suficiente para tirá-lo do eixo!
Quando Louis aproximou os lábios de sua orelha, a respiração quente batendo contra a pele suada de seu pescoço, tentava se preparar mentalmente pelo que viria em seguida.
— Você também colocou essa calcinha pra mim? — ele murmurou devagar.
A mão de Louis que deslizava em seu membro duro e vazante voltou a realizar movimentos mais rápidos. Precisou voltar a apertar o bíceps de Louis, buscando o apoio que precisava para se manter são, os dedos dos pés revestidos pelas meias brancas na grama verdinha se curvando fortemente.
Harry não queria, mas, mesmo com a timidez, balançou a cabeça em afirmação enquanto mordia o lábio inferior para evitar gemer muito alto. Se havia uma coisa que tinha aprendido com seu papai, era que mentir para ele não era a coisa mais sábia a se fazer.
— Foi a que o papai comprou pra você? — Harry voltou a assentir, sabendo que aquelas perguntas serviam apenas para provocá-lo, deixando-o cada vez mais perto de gozar no punho de seu namorado. — Você vai deixar eu ver, não vai? Pois, de qualquer maneira, eu vou te foder com força bem aqui, enquanto ainda usa ela. E sempre que for usá-la novamente, vai se lembrar de quando foi um garotinho sujo deixando o papai te usar em um local como esse, onde qualquer um pode ver.
Harry não foi capaz de segurar o gemido alto e manhoso que soltou, se forçando a cruzar as pernas com força em tamanha excitação para evitar gozar naquele mesmo instante. Louis afastou a mão do pênis duro e molhado, rindo da situação que deixou o garoto corado, suado e mais além do nível de excitado.
— Quer saber o que irei fazer, Harry? — perguntou em um sussurro, ficando o mais perto que podia do seu garoto, vendo-o negar com a cabeça com o interesse brilhando em seus olhos verdes. — Vou te fazer gozar nessa calcinha, depois vou colocá-la na sua boca pra poder te comer com força, sem que ninguém ouça você implorando pra que eu pare.
— Papai, por favor. — Harry gemeu desesperado, mexendo as pernas inquieto.
Harry não se sentia capaz de pensar em pedir permissão para qualquer coisa, se virando para passar uma perna sobre o corpo de Louis para poder sentar sobre o seu colo. Ambos gemeram em uníssono com Harry sentindo o quão duro Louis estava sob ele, e Louis ao senti-lo rebolar necessitado sobre sua ereção sensível.
Com seus rostos tão próximos Harry se sentiu incapaz de conter a tentação de segurar o rosto do homem com ambas as mãos, a barba pinicando a palma macia daquele jeito muito bom. Um tanto afoito Harry juntou seus lábios,
Harry se movia com tanta urgência sobre o membro de Louis, que mal se podia dizer que ele estava tão tímido e hesitante momentos antes.
Para que pudesse parar Harry, Louis precisou segurar com força os cabelos da parte de trás da sua cabeça, ouvindo-o choramingar com os lábios carmesim e brilhantes pela saliva, os olhos marejados olhando-o fixamente em desespero.
— Preciso de você. — Harry sussurrou com a voz falha.
Os cabelos de Harry ainda eram puxados com força para trás, o forçando a deixar seu pescoço atrativo exposto para que Louis pudesse explorá-lo com os lábios, deixando marcas escuras que deixariam uma ideia das atitudes libinosas de quando o doce e inocente Harry estava sentado sobre o seu pau ansioso com a ideia de ser usado como um objeto de foda.
— Não parece mais tão inocente agora, bebê. — Louis sorriu cretino contra a marca que tinha feito em seu pescoço. — As pessoas já estão vendo você desesperado pelo meu pau feito uma vadiazinha. Você o quer, não quer?
— Q-Quero, mas...
— Mas?
— Aqui não. — murmurou olhando para todos os lados.
Estava escurecendo, o parque em breve iria fechar e já não tinha tantas pessoas ali quanto tinha antes. Mas isso não impedia Harry de se sentir um pouquinho inseguro, juntamente com uma pitada da intenção de deixar Louis com a ideia de que não iriam fazer aquilo ali.
E se tinha algo que Harry amava, era quando Louis tentava convencê-lo de qualquer coisa, o dobrando e o guiando da maneira certa até que estivesse completamente rendido a seu modo.
— E se alguém nos ver, papai? — Harry perguntou manhoso, a cabeça pendida para o lado piscando os olhos verdes inocentemente. — Não podemos entrar em problemas? — se moveu propositalmente sobre o pênis de Louis, fingindo estar arrumando a posição em que estava.
Harry prensou os lábios para evitar um sorriso quando Louis suspirou audível, uma das mãos apertando sua bunda cheinha com força.
— Não se você for bonzinho e ficar bem quietinho. E você disse que precisa de mim, sim? — Harry assentiu com a cabeça, ainda meio hesitante e Louis precisou apelar um pouquinho. — Antes de sairmos eu prometi pra sua mãe que iria cuidar de você. E se ela descobre que não cuidei? Não vai mais deixar eu levar o Hazzy pra sair e vai ficar brava comigo. Você quer isso? — Louis perguntou com o cenho franzido e um falso bico chateado nos lábios.
Harry arregalou os olhos assustado e se apressou em negar com a cabeça ao ouvir o que Louis disse, pois não queria de jeito nenhum ficar sem seu papai.
— Então vai ser bonzinho e deixar eu cuidar direitinho de você?
— Sim, papai.
— E vai fazer tudo que o papai mandar? Pois bons meninos se dedicam em fazer o papai se sentir bem. — Louis sussurrou.
— Quero fazer o papai se sentir bem. — falou baixinho, os dedos tocando a fivela do cinto de Louis. — Eu posso? — Louis assentiu com um sorriso, ajudando Harry a sair de seu colo para sentar sobre as panturrilhas ao lado de seu corpo, o tronco inclinado sobre sua ereção.
Harry desafivelou depressa o cinto de Louis, abrindo a braguilha de sua calça segurando a ereção quente para puxá-la para fora daquele aperto. Louis apoiou a mão direita no chão atrás do corpo, a mão esquerda posicionada na nuca de Harry em um incentivo para que fosse em frente.
Harry segurou a base da ereção de Louis, dando uma olhada em volta para ter certeza de que ninguém estava olhando, antes de abaixar o tronco com a bunda bem empinada e expondo suas nádegas engolindo o tecido da calcinha, com a linguinha dando uma lambida lenta da base até a glande melada de pré gozo. Quando fez isso arrancou a reação de Louis de apertar as mechas de seu cabelo comprido e cacheado, gemendo baixo com seu olhar vagando em diferentes pontos do parque para conferir se ninguém tinha reparado.
Harry cuspiu sobre a glande já molhada antes de fechar os lábios nela, esfregando a língua na fenda gemendo abafado em satisfação ao ouvir o gemido baixo de Louis. Acabou gemendo abafado com a glande na boca quando a fenda expeliu pré gozo diretamente em sua língua, um sorrisinho sapeca surgindo em seus lábios com o gosto já familiar do seu papai em seu palato.
Não demorou para Harry se sentir ansioso com aquela necessidade de agradar Louis, não demorando para abaixar mais a cabeça e encher a boquinha com aquele pau grosso, engasgando um pouco quando a glande atingiu o fundo de sua garganta. Se demorou ali por alguns segundos antes de se afastar babando em todo aquele pau no processo, respirar fundo e assim voltar a tomá-lo inteirinho até o fundo de sua garganta.
Harry sempre era tão perfeito fazendo garganta profunda com o pau de Louis, mesmo ele sendo tão grande e grosso. No ângulo em que estava, o mais velho podia ver com perfeição a elevação que seu comprimento causava na garganta dele, não deixando de ficar afetado com aquilo.
— Porra, princesa. — Louis gemeu com a cabeça rolando um pouco para trás. — Está indo tão bem. — Louis o elogiou em um ofego, os dedos grossos tirando da frente de seu rosto uma mecha cacheada de seu cabelo, colocando-a atrás de sua orelha que tinha alguns piercings na cartilagem.
Louis conhecia seu garoto e sabia que mesmo ele gostando de ser chamado por nomes degradantes, gostava de ser adorado e elogiado na mesma intensidade. Sabia também que quando era elogiado daquele jeito, servia como um gatilho para se dedicar ainda mais em chupá-lo com mais afinco para buscar mais de sua aprovação.
Louis amava aquela necessidade do submisso.
Por isso que quando Harry se forçava a colocar mais de seu membro na boca, acabava engasgando por estar tão afoito e desesperado por aquilo. Ainda assim Louis continuava o elogiando, lhe dando palavras de incentivo, enquanto tinha os dedos acariciando seu cabelo ou secando as lágrimas que deslizavam por suas bochechas tão coradas.
Harry sempre iria querer agradar seu papai, fazendo o pau dele ir cada vez mais fundo na sua garganta.
— Isso, bebê... deixe ele bem molhado pra foder esse seu buraco apertado. — Louis não foi capaz de resistir, colocando ambas as mãos em sua cabeça para começar a foder a cavidade molhada do modo que bem entendesse.
Os sons de sucção da boca molhada e os que sua garganta faziam eram capazes de deixar Louis ainda mais excitado. Disposto a ouvi-lo engasgar mais daquele jeitinho em seu pau, estocava com mais força contra sua boca ignorando a maneira que sua mão tentava empurrá-lo e se afastar com urgência.
Então um gritinho arranhou a garganta de Harry enviando uma vibração satisfatória para o membro de Louis. Fechou os olhos com força se forçando a manter a calma com as coxas se esfregando e se apertando uma na outra, porém não foi o suficiente para conter todo o prazer que sentiu se acumular em seu baixo ventre, se liberando em jatos fortes de gozo branquinha na calcinha que usava.
Finalmente conseguiu se afastar ofegante apoiando a testa na coxa de Louis, gemidos baixinhos e roucos ainda escapando por entre seus lábios, enquanto tentava se recuperar do orgasmo. Sua garganta ardia como o inferno e sua mandíbula doía pelo tempo em que ficou com a boca aberta, dos seus olhos escapavam algumas lágrimas borrando um pouco o rímel que tinha passado mais cedo.
Louis ainda afagava gentilmente seus cabelos naquele tempo que estava tirando para se recuperar um pouco, por isso se assustou quando de repente as mechas foram agarradas com força, fazendo-o erguer a cabeça para que olhasse em seus olhos.
Ao se deparar com as írises azuis completamente tomadas pelo preto das pupilas, Harry soube que Louis ainda não havia acabado com ele. Isso apenas foi confirmado quando seu corpinho foi empurrado para deitar sobre o lençol rosa pastel que estavam, o mais velho o forçando a ficar de pernas abertas pra que pudesse se encaixar entre elas.
— Papai — Harry choramingou e tentou fechar as pernas, ainda se sentindo meio grogue e molinho pelo orgasmo recente.
Louis, porém, ignorou sua tentativa falha de afastá-lo puxando sua calcinha de um tecido com tamanha força por suas coxas, que Harry foi capaz de ouvir a costura ceder e ela rasgar.
— Papai, agora não... e-espere um pouquinho, e-eu... — mas foi ignorado e forçado a ficar calado quando Louis enfiou sua calcinha suja de porra em sua boca, a tapando com a palma da mão assim como havia dito que faria.
— Acha que me importo? Não me diga que agora que gozou vai deixar o papai nesse estado. Sinta como estou duro por vvocê minha princesa. — falou próximo ao seu rosto, olhando em seus olhos verdes brilhantes com um sorriso cretino, segurando a base da própria ereção deslizando-a entre as nádegas do seu garoto.
Pressionou a glande molhada contra seu buraco estreito e sem preparo, ouvindo-o choramingar abafado e balançar a cabeça em negação vezes demais, uma lágrima solitária escapando do canto de seu olho. Claro que isso não seria o suficiente para fazer Louis parar, quando tinha na verdade o deixado ainda mais excitado.
Harry estava sentindo muitas coisas ao mesmo tempo naquele momento. Mais do que tudo se sentia sensível e assustado, o gosto do seu próprio gozo deslizando em sua língua com a calcinha mantendo sua boca cheia era um claro sinal de que Louis o queria quietinho e ele se esforçaria para isso, afinal queria ser um bom menino para o seu papai.
Louis entre suas pernas deslizando a pênis duro, quente e molhado entre suas nádegas conseguia deixá-lo ansiando por mais. Ansiava por aquilo mesmo que estivesse sensível após um primeiro orgasmo, e mesmo sabendo o quanto seria ainda mais difícil naquele estado se abrir naquele pau.
Por isso que inconscientemente, ou não, tentava de alguma maneira se afastar de Louis e fechar as pernas para impedi-lo de ir adiante. Porém, quando seus olhos verdes encontravam a ereção molhada e a glande rubra do seu dominador, apenas conseguia pensar em como precisava dele, fora o pensamento de que não seria um bom menino caso o deixasse naquele estado sem usar seu corpinho.
Afinal, Harry era o brinquedinho do papai para ser usado da maneira que o papai bem desejasse, porque apenas o prazer e a satisfação do seu dono realmente importavam.
— Shh, você precisa ficar quietinho. — Louis segurou seus quadris com uma mão, a outra lubrificando o próprio pau da maneira que podia, depois segurando a base para voltar a pressionar a glande em seu cuzinho. — Quer que alguém nos veja? Que assistam eu te usando aqui e agora? — Harry voltou a negar com a cabeça, gemendo alto quando Louis forçou a glande a invadir seu buraco, as mãos empurrando seu abdômen para tentar afastá-lo. — Oh, não... Não me diga que você se dedou antes de sairmos? — Louis perguntou surpreso, apenas a glande no calor quente e apertado de Harry, que se contraía sem parar como uma vadia necessitada pelo esforço se alargar devidamente para recebê-lo.
Harry engoliu em seco pensando no que poderia tentar dizer. Ele não esperava que Louis fosse descobrir tão facilmente aquilo que havia feito e que deveria ter permanecido como um segredinho sujo, até que a consciência lhe pesasse e só assim confessasse para receber a punição que merecia.
Podia ver claramente como Louis estava irritado, os olhos tão negros que lhe causavam arrepios intensos e uma espécie de calafrio prazeroso em seu baixo ventre.
— Te fiz uma pergunta, puta do caralho. — Louis rosnou acertando um tapa pesado em sua bochecha. Harry gemeu abafado contra o tecido de renda da calcinha, os olhos arregalados negando depressa com a cabeça. — E ainda ousa mentir para mim. Acha que eu não te conheço o suficiente, vagabunda? — acertou mais um tapa ardente na bochecha já vermelha e dolorida de Harry.
A agressividade do tapa o fez virar o rosto com lágrimas lhe molhando as bochechas, fechando os olhos mordendo o tecido da calcinha ao sentir Louis se empurrar com força para entrar nele completamente. A ardência do seu cuzinho se alargando e o sentimento de estar bem preenchido, causou aqueles pequenos espasmos em seu corpo com as costas arqueadas em prazer.
Harry estremecia gemendo arrastado em satisfação por se sentir tão cheio, não contendo um pequeno sorriso por ser capaz de sentir o pênis de Louis pulsar dentro dele. Levou por conta própria as mãos até o topo da cabeça pois já sabia que o dominador o mandaria fazê-lo.
E quando as estocadas de Louis já se iniciaram rápidas e violentas, as costas de Harry se arquearam em prazer mais uma vez o obrigando a respirar fundo como se o ar tivesse faltado totalmente em seus pulmões. Seus gemidos altos e desesperados foram abafados pela calcinha dentro de sua boca e pela palma da mão do dominador, que tinha a outra mão apoiada no chão ao lado de sua cabeça.
Fechou os olhos e sentiu os dentes de Louis rasparem na pele sensível de seu pescoço, a cabeça pendendo para trás e virando o rosto para o outro lado, gemendo dengosinho a cada mordida feita em diferentes pontos por Louis.
Então Harry voltou a abrir os olhos e não conseguiu pensar em mais nada. Sua mente ficou em um completo branco a tudo o que estava acontecendo naquele momento, diante do pânico que se instalou em sua mente ao notar que dois homens mais ao longe estavam os observando atentamente.
Não tinha como pensar que eles estavam olhando para outra coisa, quando ambos estavam claramente tocando suas ereções sobre a bermuda que usavam. Estavam assistindo com prazer Louis usar seu buraco com força, ali mesmo onde qualquer um poderia flagrar os dois.
Aquilo era tão errado, mas Harry se sentiu tão excitado, tendo a sensação de que poderia ficar duro novamente. Ao mesmo tempo que o excitava, o deixava hesitante e assustado fechando os olhos com força, perdido naquela bagunça de sensações.
— Olhe para mim. — ouviu a ordem de Louis, voltando a olhar para frente e encontrar seus olhos, as estocadas nunca sendo interrompidas naquele ritmo constante que impulsionava seu corpinho mole para cima. — Viu que estão olhando pra você, princesa? — Louis segurou seu queixo com força, o fazendo virar o rosto novamente na direção que os dois homens estavam juntos. A respiração quente de Louis bateu contra sua epiderme suada, mostrando o quão perto ele estava. — Eles devem estar pensando como deve ser usar você da maneira que estou fazendo. E você é apenas meu, filhote. Apenas o papai pode te comer assim, hum? Quero que diga. — Ele tirou a calcinha completamente úmida de sua boca, ouvidos atentos para o que desejava ouvir.
— Só o p-papai pode usar o Harry assim. — disse baixinho, as palavras mal saindo com a intensidade que Louis estocava contra seu buraco judiado. Sentia vontade de chorar mais e ao mesmo tempo implorar para que Louis fosse mais rápido e gozasse forte dentro dele. — Sou apenas do papai.
— Tá sendo um garoto tão bonzinho em deixar o papai cuidar direitinho de você, bebê, mas sendo sujo o suficiente pra ficar duro por ter uma plateia sim? — a virilha de Harry esquentou, o cuzinho se apertando com força em seu pau. — Veja só, um bichinho bem treinado que se aperta muito no pau do papai porque sabe como ele gosta. — Voltou a acertar tapas em seu rosto apreciando os gritinhos chorosos do seu bebê preso sob o seu corpo, recebendo como um bom garoto suas estocadas agressivas e erráticas atrás do próprio orgasmo.
— Eu amo você, papai. — Choramingou excitado em meio aos tapas violentos que recebia no rosto, quase tirando o foco de Louis por alguns instantes, pois apenas o seu Harry para fazer declarações como aquela quando estava apanhando.
E tudo porque queria fazer Louis gozar o quanto antes.
Queria se sentir cheio do seu dono, como se ele tivesse marcado o território em si.
Queria que Louis o fizesse andar devagar até o carro, sentindo a porra quente vazar do seu cuzinho cheio e escorrer devagar por suas coxas, permitindo que todos vissem a bagunça que seu dono tinha feito nele.
E principalmente queria seu papai satisfeito por sua obediência.
Harry precisava que Louis gozasse dentro dele.
— O papai sempre é o bonzinho com o Harry. — Harry falou manhosinho em meio as estocadas, daquele jeito que sabia como afetava Louis e o tirava do eixo. — O papai... — foi interrompido quando em uma estocada mais funda e certeira sua próstata foi atingida, fazendo-o gritar o nome de Louis, as pernas abraçando sua cintura com força e os braços agarrando seu pescoço. — O p-papai me ensina coisas novas... e-eu fui bonzinho chupando você? Eu fiz bem? — perguntou baixo e ofegante contra seus lábios finos entreabertos.
Sorriu quando Louis apenas conseguiu balançar a cabeça em afirmação, estando muito concentrado em estocar os quadris fortemente contra sua bunda, suas palavras servindo como estímulo para fazê-lo se sentir cada vez mais perto.
— Você- Você sempre consegue fazer eu me sentir t-tão bem. Agora mesmo posso te sentir bem aqui... — apontou com o dedo indicador para o baixo ventre, pouco abaixo do umbigo. Os olhos de Louis seguiram atentos o seu movimento, voltando a olhar em seus olhos com uma das mãos posicionada em seu pescoço para apertá-lo com força. — na minha barriguinha. Isso é normal, papai? É bom? — perguntou com dificuldade, piscando os olhos inocentemente.
Louis perdeu o controle.
— Caralho. — Louis rosnou excitado, apertando seus quadris fortemente com a mão pressionando mais aquele aperto em seu pescoço, metendo com força uma última vez enquanto gozava intensamente, a expressão completamente franzida em prazer.
Harry gemia arrastado com um sorriso aliviado nos lábios, as mãos pousadas sobre a barriga, se concentrando em sentir Louis pulsar dentro de si e enchê-lo cada vez mais. Apertava o cuzinho com força na base do pau grosso, não querendo perder nada que Louis estava o oferecendo.
Louis precisou se esforçar para acordar quando um sinal mostrou que o parque fecharia em breve, se afastando devagar de Harry, retirando-se dele com cuidado e um pouco de dificuldade, já que ele continuava se apertando tanto em si.
De joelhos entre as pernas abertas de Harry, Louis pôde ver como ele estava uma completa bagunça de suor, lágrimas e gozo. A saia estava levantada, enrolada mais acima da sua cintura curvilínea. Seu rosto estava avermelhado pelos tapas, os rastros brilhantes das lágrimas ainda estavam em suas bochechas; seu pescoço corado e seus ombros com marcas de chupões e mordidas espalhadas na pele branquinha.
— Vire-se, princesa, deixe o papai ver. — Harry se virou de bruços com dificuldade, suspirando aliviado quando as mãos firmes de Louis começaram se deslizar por suas nádegas cheinhas, as apertando e puxando para os lados a fim de ver seu cuzinho avermelhado e judiado. — Vamos, amor, me mostre.
Do mesmo modo que Harry amava sentir o gozo de Louis deixando-o cheio, Louis amava observar sua porra branquinha vazar lentamente de sua entradinha apertada e abusada.
Por isso Harry choramingou movendo os quadris quando Louis puxou suas nádegas com força, o fazendo expelir toda a porra branquinha que tinha dentro de si.
— Muito bem... — acertou um tapinha em sua nádega branquinha, depois arrumando a saia para cobrir sua bunda para então arrumar as próprias calças. — Vamos, fique de pé.
Harry sentia que não adiantaria resmungar e reclamar, se forçando a ficar de pé ainda sentindo as pernas meio bambas daquele modo que ficava apenas quando tinha sido fodido.
Louis, que ainda continuava de joelhos, garantiu que a saia estava arrumada no corpo de Harry, se aproximando para beijar e marcar o inferior de suas coxas. E claro que Harry murmurou "obrigado, papai" para cada marca feita, pois ele era bonzinho.
Enquanto Louis juntava suas coisas e colocava tudo na mochila que Harry havia trago, Harry começou a sentir o gozo deslizar devagar pelo inferior de suas coxas. O olhar daqueles dois homens ao longe continuava queimando em si e Harry se atreveu a espiar um pouco, vendo que eles também estavam se aprontando para ir embora, se alternando em juntar as coisas e olhar na direção que ele e Louis estavam.
— Vamos logo, Lou. — Harry chamou manhoso e Louis fechou a mochila para olhar na direção que seu garoto estava olhando, logo fazendo um som de entendimento enquanto ficava de pé.
— Não se preocupe, bebê. — Louis sorriu abraçando sua cintura, puxando-o para perto de seu corpo para poder beijar seu rosto. — Vou te levar pra casa e terminar de cuidar você. — Murmurou rente a sua orelha com um sorriso cretino e Harry corou não conseguindo evitar o sorriso tímido.
— Tem gente na minha casa, esqueceu?
— Então você vai ter que ficar quietinho. — Louis piscou para ele, acertando um tapinha em sua bunda para incentivá-lo a andar na direção do estacionamento.
sweet as peach
harry intersex (harry com buceta), louis tops, harriet bottom, sexo na piscina, fem harry
✮ Harriet precisa ser fodido, mas primeiro quer provocar Louis um pouco
aviso: o português não é meu primeiro idioma assim que perdão por qualquer erro
As férias naquela bela casa em Veneza denotavam paixão e amor. Harriet e Louis tinham decidido passar alguns dias na Itália depois de meses de trabalho na Inglaterra.
O casal tinha alugado uma bela casa antiga que só irradiava liberdade e descanso. Uma vila de concreto e tijolos com um acabamento rachado na pintura que cobria suas paredes.
Por dentro, a residência estava completamente mobilada com objetos que contribuíam à antiguidade da casa e que davam certo sentido à sua construção no século XVI.
Tudo estava planejado, umas relaxantes férias fora do país para desfrutar do sol, a natureza, a água e a cor. Isso é o que a garota diz.
Já estavam há alguns dias neste ambiente de quietude e inatividade, mas a garota de olhos verdes não podia agüentar mais. Ela adorava relaxar, mas sentia falta de um pouco de ação com seu grande namorado.
E se não tinham feito nada nesses poucos dias, tinha sido porque percorrer Veneza era mais esgotante do que pensavam. Em três dias visitaram lugares e praias bonitas, e até viajaram de gôndolas pelo grande canal. Estavam tendo um passeio de sonho. Mas...
A Harriet está muito necessitada, não passaram uma semana sem fazer sexo, mas ela precisava de uma pausa da viagem maravilhosa para ser lixada. Uma boa trepada na Itália é indispensável nos planos da encaracolada.
Louis estava na piscina e esse era um dia de ficar na vila juntos. Era o momento perfeito para estrear o lindo maiô que a ojiverde comprou em um dos postos da cidade.
Decidida, a garota vestiu o lindo biquíni preto, um tom perfeito que contrastava com sua pele leitosa. Ele colocou uma calça de moletom cinza claro e um lenço verde em sua cabeça, que tirava seu longo cabelo encaracolado de seu rosto.
As calças esticavam-se para baixo, deixando as extremidades das cuecas visíveis acima do tamanho da cintura. A parte superior do biquíni cobria os mamilos e mal cobria o resto. A maior parte de seus seios eram visíveis e seus colares favoritos penduravam de seu pescoço até o meio de seus seios.
Olhou-se no espelho do quarto que partilhavam nessa casa, ver o seu reflexo enviou-lhe toneladas de prazer e excitação. A vagina dela batia com antecipação do que faria, só esperava que as cuecas molhadas não a denunciassem.
🍑
Harriet caminhou descalça até a parte traseira do lugar, onde uma piscina, igual a antiga que o resto da casa, estava cheia de água azul. Louis estava lá, no meio da piscina, deitado na parede, com os braços esticados de cada lado, a cabeça para trás e os olhos fechados.
Ao escutar a porta corrediça ser aberta, o Ojiazul abriu os olhos e levantou sua cabeça até fixar-se na encaracolada, que cruzava o lugar até uma pequena cozinha que estava na outra ponta.
Louis ficou completamente hipnotizado com o maiô que a garota vestia e com seu movimento de quadril ao caminhar. A cada passo que dava, as tetas da garota ressaltavam minimamente e o castanho estava quase salivando sem desviar o olhar.
-Amor, já cheguei, me atrasei um pouco, mas em um momento estarei contigo. - disse a garota sem lhe dar atenção.
O mais velho só conseguiu acenar com a cabeça e sussurrar um pequeno "se" quase inaudível.
Harriet tirou de uma gaveta um liquidificador médio e a encheu com pouca água. Caminhou perto do Ojiazul até chegar à árvore de pêssego da casa.
Agarrou no lenço da cabeça e esticou-o sobre a relva, agachou-se para lhe dar uma vista incrível do rabo ao major. Tomou seis pêssegos maduros e os colocou sobre a tela para depois tomar os cantos e levá-los à mesa da cozinha.
A ojiverde os descascou e cortou até chegar à semente no centro da fruta. Ele colocou todos os pedaços dentro do liquidificador e colocou em ordem.
O som do motor da máquina ressoava por todo o jardim e Louis mantinha seu olhar na encaracolada. Os olhos passavam pelo decote do sutiã da Harriet e desciam pelo abdómen até às ancas.
As extremidades das cuecas que se perdiam nas calças de fato de treino eram demasiado tentadoras para o castanho, que rezava para se perder lá em baixo.
A rapariga desligou o liquidificador depois da mistura estar completamente homogênea. A ondulada movia seus quadris de maneira provocatória, dançando a canção que saía do pequeno rádio, a um lado da mesa.
Pegou dois copos de outra gaveta e derramou o suco de pêssego dentro deles, sem fazê-lo com cuidado. Sua visão estava fixa nos olhos azuis que não tinham parado de olhá-la desde que chegou. A falta de concentração fez com que Harriet derramasse demais em seu copo, fazendo com que transbordasse o líquido laranja. Na verdade, pouco importava.
Depois de alguns segundos ele moveu o liquidificador para o outro copo para despejar o resto lá. Mesmo sem desviar os olhares um do outro e depois de ter acabado de servir a bebida, a menor deixou o liquidificador à parte e levou as mãos ao seu peito, baixando-as sedutoramente pelo seu corpo até chegar à borda das calças para finalmente o remover.
O Louis já não aguentava mais, tinha uma erecção a crescer nos calções e queria pôr as mãos na namorada.
-Tem sede, Lou? preparei suco de pêssego, não é o mais elaborado, mas deve estar rico. Quer provar? - falou a encaracolada com fingida inocência.
-Deus, Harriet, não sei o que está fazendo, mas pode parar de jogar, por favor? estou ficando louco. - disse o castanho vendo a figura na frente dele.
-Jogar? Não sei do que fala, amor. Mas eu sim preciso me refrescar e quero provar isto. - respondeu a ojiverde apontando o copo diante dela.
Agarrou no recipiente que estava completamente cheio com o suco e com o mínimo cuidado o levou a seus lábios. Fê-lo com tal rapidez e descuido que o líquido se molhava do copo e saía pelas comissuras de sua boca.
O líquido de um tom alaranjado pálido deslizava pelo pescoço e pelas clavículas da garota e continuava caindo até chegar a entrar entre os seios grandes e redondos.
Era uma cena erótica que tinha o encaracolado com a boceta palpitante e o castanho com o pau ereto. Harriet estava malditamente excitada. Ela se sentia tão sexy e desejada, e realmente queria que Louis a pegasse naquele instante.
O líquido que passava por entre as tetas seguia seu recorrido pelo abdomen até chegar às calcinhas do traje de banho. A ojiverde esgotou cada gota de suco daquele copo e o colocou, de novo, na mesa.
Com sua mão limpou sua boca e com o polegar os cantos, para logo levar o dedo a sua boca e chupá-lo de forma grotesca. Os dois estavam completamente excitados e desejosos e precisavam fazer algo nesse instante.
-Harriet, venha aqui, boneca. agora- falou o Ojiazul com autoridade e com a mínima pitada de sanidade que lhe restava.
Ela obedeceu. Ela andou a passos rápidos até a piscina, sentou-se na borda e deixou que duas grandes mãos pousassem em sua cintura.
-Porra, você sabe o quão duro eu estou agora? Eu vou te foder tanto. Eu preciso chupar o seu corpo, eu quero provar esse suco. Você não disse que era bom? -
-Sim, papai, está delicioso. venha, me amasse
A rapariga levantou-se e deitou-se de costas numa das cadeiras de praia que rodeavam a piscina. Louis saiu da água, deixando ver seu grande volume que evidenciava seu short de banho, graças à água que colava a tela a sua pele.
O rapaz saltou para cima da curva, colocando o peso dele nos braços ao lado da cabeça da Harriet. Rapidamente, seus lábios se encontraram em um profundo beijo.
Os suspiros de prazer saíam de ambas as bocas enquanto seus corpos se esfregavam entre si. As calcinhas da menor estavam cada vez mais molhadas e o movimento entre ambos gerava uma delicada fricção em sua boceta.
-Vou limpar todo o suco de seus peitos e sua boceta, entendeu? E depois vou levar-te para a piscina e vou-te foder tão bem- sussurrou o maior no ouvido da Harriet com voz grave e áspera.
-Faça-o, papai. me lembre o que se sente ser sua- gemeu a menor, puxando ao Louis de sua nuca para voltar a unir sua boca com a do castanho.
O Ojiazul não perdeu tempo, separou-se dos lábios da encaracolada e observou seu rosto que pedia a gritos que a fodesse. Começou levando seus beijos ao pescoço da garota, por onde aquele líquido havia escorregado faz uns minutos.
Beijou e sugou a área com agilidade, permitindo-se chupar todo o espaço do pescoço e peito, sem chegar aos seios. Harriet estava perdendo a cabeça, os beijos a faziam implorar por mais. Louis a estava torturando.
-Sabe, querida? tinha razão, isto está delicioso- mencionou o castanho enquanto sua cabeça baixava um pouco.
Agora a encaracolada podia sentir a respiração do Ojiazul no meio de seus seios, onde seus colares repousavam. Estava desesperada, o major estava indo tão devagar.
O rapaz levou os olhos para as grandes mamas da princesa. Retirou o pequeno tecido que cobria os mamilos da ojiverde, desfazendo o nó que se encontrava atrás de seu cabelo, deixando completamente ao descoberto os seios.
Levou os lábios ao seio esquerdo e começou a chupar a aréola da garota até chegar ao mamilo e sugar tudo em sua boca. Sua mão direita pressionava e massageava o outro seio. A garota sentia um delicioso estímulo em ambos os seios e precisava tocar sua apertada buceta.
Depois de chupar todo o doce do lugar, o maior moveu sua boca até o outro seio e sugou justo como havia feito antes. A Harriet não aguentava mais, por isso, deslocou as mãos pelo abdómen até chegar às cuecas.
Passou os dedos pelo tecido que cobria a sua intimidade e sentiu o seu coração e o seu indicador encherem-se do seu mel. Merda, ela estava toda molhada com o namorado em cima dela e as mamas tão bem tratadas.
Louis percebeu o que a garota estava fazendo e sorriu sobre o peito que estava chupando. Ele pegou na mão que tinha entrado por baixo dos dois corpos e levou os dedos da pequena para a boca, sugando os fluidos da mais nova.
-Amor, se não se comportar, vou te deixar aqui sem te foder.
-Mas, papai, minha buceta implora para te sentir. preciso de você, por favor.
O Ojiazul assentiu com um sorriso socarrona no rosto e voltou a enterrar sua cabeça no corpo da garota. Deu uma rápida lambida em forma vertical sobre seu abdômen, desde seu umbigo até a metade de seus seios. Justo por onde o suco tinha escorrido.
Chegou à beira da calcinha, onde a encaracolada rogava que tocasse. Desceu um pouco para ficar sobre a boceta da menor, com a roupa obstruindo o verdadeiro contato. Ela podia sentir a respiração quente do homem sobre sua entrada, e seus líquidos saíam cada vez mais em abundância.
Com sua língua, o castanho tirou um pouco do mel que estava impregnado na tela. Um grunhido escapou de seus lábios e terminou de baixar aquela parte inferior do bikini, deixando exposta a intimidade da garota.
Logo o maior enterrou sua boca nos lábios maiores, passando sua língua pelo lugar até abrir passo entre as dobras e chegar àquele manancial de fluidos. O Louis chupou a porta da frente e ela só conseguia gemer e puxar o cabelo castanho à frente dela por todo o prazer que sentia.
O Ojiazul colocava sua língua para estimular a estreita buceta, simulando estocadas enquanto provava o lubrificante da garota junto com um leve sabor a pêssego do pouco suco que conseguiu entrar ali. As mãos da garota massageavam suas próprias tetas e brincavam com seus mamilos.
O maior sugou o clitóris, o que fez a ojiverde gritar de excitação. Harriet empurrava seus quadris para sentir mais perto o contato da boca do castanho contra sua buceta. Movendo-se em um delicioso balanço e arranhando-se levemente com a barba do menino.
Louis se separou depois de um tempo e levantou a cabeça, enquanto tomava ar, limpou de sua boca e queixo os fluidos da encaracolada.
-Vou te preparar, amor. e logo irá à piscina até que eu chegue.
A mão do Ojiazul desceu para a intimidade da menor e um de seus dedos se introduziu em sua buceta de maneira requintada e sem problemas graças ao lubrificante natural da garota. Ambos suavam e queriam mais. A ereção do castanho estava dolorosamente apertada contra seus shorts.
Um segundo dedo foi introduzido, e um terceiro também. Gemidos, suspiros e gritos de prazer tinham-nos a ambos nas nuvens, em especial a Harriet, que levantou a cabeça da espreguiçadeira e se inclinou a beijar o seu noivo com, agora, quatro dedos no seu interior.
Louis se separou e retirou os dedos da boceta da ojiverde, que sentiu um vazio imediato. A encaracolada entendeu que era hora de ir à água. Levantou-se, tirando o sutiã do biquíni que ainda estava pendurado pelo nó nas costas.
Ela afastou-se, completamente nua e a abanar o rabo até à piscina. Ele sentou-se na margem, com os pés na água, e depois saltou para a piscina.
A garota olhou para o Olho Azul, que estava de pé, seu peito ainda estava molhado por ter nadado e suas tatuagens o faziam parecer tão quente.
Ele colocou as mãos nas calças e tirou-as com facilidade, libertando o seu grande e proeminente pau, que colidiu com a sua pélvis por ser tão dura. O Ojiazul envolveu sua ereção e começou a subir sua mão pouco a pouco, masturbando-se enquanto se aproximava da margem.
Harriet mordeu seu lábio inferior. Ele levou uma mão para sua buceta previamente estimulado, outra mão em seus seios e seu olhar para o pênis de seu pai. Louis continuou o vaivém até que o líquido pré-seminal começou a brotar, então parou. Jogou-se na piscina igual à menor.
O Ojiazul agarrou a sua noiva pela cintura e juntou as suas bocas num beijo quente. O rapaz pôs as mãos nas nádegas da mais nova e, enquanto se beijavam, encostou-a à parede da piscina.
O castanho pegou no pau e começou a esfregá-lo na entrada da Harriet, que se desfazia em prazer e gemidos, a tentar que o Louis entrasse nela.
-Amor, você está tão desesperada. Eu vou te foder e foder sua buceta, querida. não se preocupe- falou o major enquanto a menina beijava sua mandíbula definida
-Meu Deus, Louis. me foda agora, por favor-.
E assim foi. O Ojiazul introduziu seu pau na buceta da garota e começou a dar fortes e profundas estocadas. O olho estava tão cheio, sua cabeça estava inclinada para trás, tentando pegar mais ar.
A Harriet sentiu o Louis a chupar-lhe as mamas outra vez e como o seu pénis estava a invadir cada pedaço dela. Era um pouco complicado fazer sexo na água, mas claramente não impossível.
Estocadas, gemidos, línguas, suspiros, fluidos. O jardim estava presenciando esse ato tão carnal que o casal fazia, e que, claramente, desfrutava.
-Merda, papai. não pare estou perto.
-Porra, Harriet. se sente tão bem -.
O movimento não parava, e foi então que Louis deu a esse delicioso ponto dentro do corpo de sua princesa que a fez afogar-se em prazer e encher de escandalosos gemidos toda a vila. As bolas dele batiam no traseiro da garota.
Tudo se acelerou, nenhum pensava. O menino tomou as pernas da encaracolada e as colocou sobre seus ombros para chegar mais dentro. Com seus dedos invadiu aquela bolinha de nervos, seu clitóris, o que permitiu que logo a ojiverde tivesse um grande orgasmo.
Pouco faltou para que o castanho também chegasse a seu orgasmo, se empurrava no corpo quase inconsciente pelo prazer e só bastaram algumas estocadas para que Louis esvaziasse seu sêmen no buceta de sua noiva.
Os dois estavam agitados depois disso, suando e tentando recuperar o fôlego. O maior saiu da menor e sua semente começou a se deslocar pela água da piscina.
-Merda, temos muito que limpar, Lou-.
-Sim, mas primeiro quero tomar meu copo de suco, amor.
The imposter | L.S by hsmillf
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Onde Harry pensa que é um beta, no máximo um alfa por conta de seu porte fisico. Não um ômega, que está no cio no meio da festa de comemoração da vitória do seu time de basquete.
Harry tinha 17 anos, apesar da idade ele nunca tinha descoberto sua classificação, enquanto outras pessoas normalmente ja sabem desde os 15/16 anos. Mas isso nunca foi um problema, provavelmente ele é um beta ou um alfa por conta de seu porte físico. Todos acreditavam nisso.
Styles vinha de uma família de classe média e estudava em uma das melhores escola de sua cidade por conta de sua bolsa escolar, que ele tinha ganho por jogar basquete.
Ele fazia de tudo para orgulhar os seus pais, suas notas sempre altas, sem nenhuma falta sem motivo e sempre dando o melhor em seus treinos.
***
— Hey Styles! — Mike chegou dando um tapinha em sua costa — Você 'ta bem cara?
— Uh, sim, acho que é apenas nervosismo, esse jogo vale muito, estou assim desde manhã. — Bom, não era totalmente mentira, no dia anterior, Harry ficou um pouco estranho, estava sentindo algumas dores na barriga e um calor gigantesco, mas ele realmente achava que fosse apenas nervosismo, já que o jogo seria decisivo para a grande final de basquete.
Caminhando em direção a quadra, ele sentiu mais algumas pontadas, mas ele ignorou.
***
94x71.
Esse foi o placar da vitória dos Golden Warriors.
Todos vibraram nos últimos momentos do jogo, foi emocionante.
Agora eles estavam em uma festa comemorando a vitória do time. Eles estavam na final!
Como sempre, a maioria do time foi junto para festa. Mas Harry teve até ir para casa se despedir de seus pais, que iam viajar para a casa de sua tia na cidade vizinha.
***
Após algum tempo na festa, Styles chegou na festa ele começou a sentir aquelas pontadas novamente, so que cada vez mais fortes e repetitivas.
— Eu já volto.
Ele caminhou até seu carro, tentando se livrar um pouco daquela multidão.
Quando Harry estava chegando perto do carro, ele sentiu mais pontadas bem abaixo de seu umbigo, um calor gigantesco bem na região, como se estivesse pegando fogo, e alguma coisa quente e gosmenta descendo pela sua bunda. Uma dor gigantesca atingiu a sua barriga, ele não conseguia nem andar direito.
Porra.
Ele era um ômega.
A porra de um ômega que estava tendo seu primeiro cio, no meio de uma festa, que tinha vários alfas.
Ninguém podia descobrir aquilo, ele precisava ficar na escola.
Ele tentou andar em direção ao carro o mais rápido possível, e quando chegou, desabou no banco traseiro. Ele não sabia o que fazer, o seu cheiro estava ficando mais forte, certamente algum alfa sentiria.
Harry se sentou rapidamente no banco e verificou se as portas e janelas estavam bem trancadas. Ele não queria que o seu cheiro se espalhasse pela rua.
Ele deve ter ficado uns 15 minutos até que ele sentiu o cheiro de hortelã de seu melhor amigo.
— Harry! Você ta bem? Você sumiu a um tempão, vim te procurar — Louis fala, ele está curvado na janela olhando para dentro do carro com uma bebida na mão
— Louis! S-se afasta — Harry abriu uma fresta da janela — Preciso da sua ajuda.
— O que você quer hm? Esse cheiro de framboesa, você 'ta sentindo esse cheiro? Parece cheiro de-
— L-louis! Cala a boca! — Seu pau pulsou, o cheiro que forte o alfa estava liberando estava fazendo o ômega produzir cada vez mais lubrificante — Me tira daqui!
Louis deixou a sua bebida cair no chão. — Caralho H, você é a porra de um ômega.
— Louis — ele rosnou —, você vai me levar para longe daqui.
Caralho, ele estava fodido, ele ia ter que levar um ômega no cio para casa. Mas ele conseguia fazer isso, Harry era seu amigo, obviamente ele não ia se descontrolar. Ele sabia se controlar, sempre foi ensinado a respeitar as pessoas, e a controlar o seu lobo independentemente da situação.
— Cara, você 'ta fudido, vão te tirar do time — Louis fala entrando no carro —, porra seu cheiro está muito forte, vou abrir a janela.
— Não vão, eles não vão saber de nada, eu sou um alfa! — Harry fala ofegante
— Eu to vendo, um alfa — Louis fala com deboche.
— Me leva para a minha casa, meus pais estão viajando — ele soltou um resmungo — e você não vai falar nada, para ninguém, a minha bolsa depende da porra do time de basquete, e o último ano ninguém vai perceber. Olhos na estrada Louis.
***
Louis estava dirigindo o mais rápido possível para a casa do ômega, em alguns momentos ele tinha que tampar o seu nariz para não enlouquecer com o cheiro do ômega.
Durante o caminho, o ômega estava provocando o alfa constantemente, falando coisas obscenas, soltando gemidos e se contorcendo em busca de algum alívio.
Louis sabia que isso era apenas o ômega de Harry tentando se satisfazer mas aquilo estava deixando ele louco. Mesmo se controlando o máximo possível o seu alfa estava agitado, tentando tomar o controle para satisfazer o ômega, fazer ele parar de sentir dor.
Okay, talvez o alfa estivesse duro, mas era por conta dos fenômenos que Harry estava espalhando pelo carro.
— A-alfa, por favor, está doendo tanto, me ajude, já estamos chegando deixe eu sentar em você.
— Você 'ta doido? Eu não vou transar com você. Harry, você é o meu melhor amigo.
O ômega passou para a parte da frente do carro e senta no lado do alfa.
O cheiro de Harry se intensificou, se tornando sedutor e provocativo — Loueh, ja pensou você me comendo? Comendo o seu melhor amigo, me deixando bem abertinho para você, eu ja estou tão molhado que você nem ia precisar me lubrificar e-
— Harry, fique quieto, você está me desconcentrando, eu 'to tentando ficar controlado. — Louis olhou para o ômega, que estava o encarando com uma careta — Chegamos.
Ele senta no colo de Louis.
— Loueh por favor, a dor não vai passar e v-você parece querer isso também — disse rebolando no colo do alfa — você está tão duro alfa, imagine o seu pau dentro de mim, o seu nó, hmm, eu engasgando com ele... estou salivando só de pensar nesse seu pau gostoso na minha boquinha alfa.
Louis apertou a cintura de Harry — Caralho ômega, q-quer dizer não! Vamos ir entrar na sua casa, vou te deixar la dentro e trancar tudo para você.
O alfa tirou Harry em seu colo, o colocando no chão, as pernas dele começaram a tremer quase o fazendo cair no chão, ele não estava nem conseguindo ficar em pé, a lubrificação escorria por suas pernas fazendo sua calça ficar encharcada. Louis pegou o ômega no colo apenas com uma mão deixando a outra livre para ele conseguir trancar o carro e abrir a porta da casa.
Após abrir a porta, Louis foi direto para o quarto do ômega, deixando ele na cama.
— Alfa? Por favor Lou, me ajude... eu não vou conseguir me satisfazer sozinho
O alfa saiu rapidamente do quarto, deixando ele sozinho, ele não podia ficar mais perto do ômega.
Para garantir a segurança do ômega, Louis foi em todos os cômodos, travando todas as janelas e trancando as portas garantindo que ninguém poderia entrar ali.
O que ele estranhou foi que durante todo o processo ele não ouviu nada. Nada mesmo, nenhum gemido.
Então Louis decidiu fazer a única coisa que ele não deveria fazer. Ir até lá.
Quando Louis abriu uma festa da porta do quarto ele viu Harry deitado, nú e ofegante. Mas ele não se movia.
Assim que Harry sentiu o cheiro do alfa ele se levantou rapidamente na cama. Indo em sua direção, Harry liberou seus fenômenos tentando atrair o alfa.
— Harry e-eu ja vou indo, — ele tentou controlar a sua respiração — só vim verificar se você estava bem, estava tudo muito... uh silencioso.
— Não Louis! Eu não estou bem, eu preciso de um alfa de verdade me fodendo, ja que você não quer fazer isso.
— Ok Harry. Você pediu, não se arrependa. — O alfa agarrou o ômega pela cintura puxando ele para o seu colo
— Alfa! Ande logo! Eu preciso de você!
— Calma ômega. Você ja vai ter o que quer. — deu pequenos beijos no pescoço de Harry.
Chegando na cama, o ômega rapidamente sai do colo do alfa muda de posição dando uma boa visão se sua bunda para o alfa
— Alfa, estou pronto para você, me de o seu nó. — o ômega implorou para o alfa, a sua entrada se contraia desesperadamente em busca de algum alivio, o cheiro de Louis fazia seu lubrificante escorrer por suas pernas o encharcando.
O pau de Louis pulsou com a visão.
— Porra ômega, você está tão molhado, tão preparado para me receber — O ômega gemeu, ele nunca pensou que isso fosse tão excitante.
— Alfa tire logo essa roupa, antes que eu rasgue ela — Harry falou soltando um rosnado.
O alfa retirou toda a sua roupa rapidamente, se sentando na cama e puxando Harry, o fazendo sentar em seu colo. O ômega soltou um gemido com o contato da pele fria do alfa, se esfregando nas coxas dele e gemendo alto. Louis apertou a cintura de Harry impedindo ele continuar rebolando em seu colo.
O alfa gentilmente beijou os lábios do ômega. — Seja bom para o seu alfa ômega, me obedeça. Fique de quatro no meio da cama, olhando para a cabeceira, querido.
— S-sim.
— Sim?
— Sim alfa. — Harry rapidamente foi para o meio da cama ficando na posição que o seu alfa indicou.
O alfa se sentou atrás do ômega colocando suas mãos na bunda dele e dando um pequeno tapinha na nádega direita do ômega, fazendo ele soltar um gemido surpreso.
Penetrando dois dedos no interior do ômega o alfa passou a fazer vários chupões e passando a língua superficialmente na bunda de Harry, até chegar um momento que o ômega estava desesperado pelo nó do alfa, ele precisava gozar. Sua perna começou a tremer quando Louis atingiu repetitivamente a sua próstata, seus gemidos eram silenciosos, não importava o quando de prazer ele estava recebendo, não saia nenhum som da boca dele e quando Harry estava quase gozando, Louis parava até o ômega se aquietar.
— A-alfa, e-eu preciso gozar, por favor, eu não a-aguento mais — Harry agarrou o cabelo de Louis e colocou o rosto dele entre as suas nádegas o obrigando a ficar ali. — Eu fui um ômega bom, fiz tudo o que o senhor mandou alfa. — ele soltou um grito quando o alfa o começou a chupar e penetrar a sua língua com força, estocando os dedos no interior do cacheado cada vez mais rápido, atingindo sua próstata inúmeras vezes. O alfa guiou a sua outra mão para o pau do ômega, primeiro passando os dedos pela glande — onde estava acumulado uma grande quantidade de pré-gozo — e em seguida o masturbando.
Louis conseguiu afastar o seu rosto da bunda de Harry e disse — você é tão delicioso querido, o que você acha de ter o meu nó uh?
— Alfa! Sim! Me de o seu nó! E-eu preciso t-tanto
Louis posicionou o o seu pau perto da entrada de Harry, apenas o esfregando ali para provocar o ômega.
— Louis! Da para você enfiar esse seu pau em mim logo? Ou eu procuro outro alfa disposto me foder! Aposto que tem vários na rua querendo um ômega no cio!
— Outro alfa? — Louis soltou um rosnado — você é mesmo uma vadia Harry, uma vadia necessitada por um pau, você não tem vergonha de provocar o seu alfa assim? Fazendo isso apenas para ser fodido?
— E-eu apenas falando a verdade alfa.
Louis colocou Harry de barriga para cima e prendeu as suas mãos na cabeceira da cama — o olhar do ômega entregava que aquilo era, obviamente, uma provocação, mas o alfa não ia deixar aquilo passar.
— Você vai ver só ômega, o único alfa que vai te foder sou eu! Olhe como você está ômega, o que o pessoal do time acharia se te encontrassem assim uh? — o ômega se contorceu na cama procurando por algum atrito para se aliviar — O "alfa" todo machão implorando para ser fodido pelo seu melhor amigo?
— A-alfa! Me-
— Shh, sem palavras ômega, eu só quero ouvir gemidos saindo dessa boca.
O alfa posicionou o seu pau na entrada do ômega e — finalmente — penetrou, ouvindo um gemido alto de Harry.
Quando o ômega se acostumou com o seu tamanho, o alfa começou a se mover, dando estocadas rápidas e certeiras na próstata do ômega, fazendo Harry arquear as costas e querer mais contato com o alfa.
— Alfa e-eu preciso sentir o seu pau mais fundo. — Harry falou entre os gemidos.
O alfa ouviu o ômega e o colocou em uma posição mais favorável, colocando as pernas de Harry em seus ombros, e começou a estocar mais rápido no ômega. Harry também não parava, ele tentava mover o seu corpo para cada vez mais perto do alfa.
— A-alfa! eu vou g-
A perna de Harry começou a tremer, sua lubrificação saia em excesso e a necessidade de fazer Louis afundar mais em sua bunda aumentava, seu corpo enviava cada vez mais sinais que ele ia ter um orgasmo.
Quando Louis gozou dentro dele e liberou seu nó ele não conseguiu mais se segurar e gozou, ele ficou sem forças, sentindo lágrimas de prazer descerem por seu rosto, ele nunca sentido algo assim.
Louis — que estava abraçando o ômega, esperando o seu nó diminuir — aromatizou o ômega tentando fazer ele se acalmar.
Após alguns minutos, Harry tirou o pau de Louis de sua bunda, se sentou na cama e olhou para Louis com o olhar mais inocente de todos disse — Alfa, eu posso chupar o seu pau?
— Caralho ômega, você vai me matar.
𝙋𝙪𝙨𝙨𝙮 𝙋𝙞𝙚𝙧𝙘𝙞𝙣𝙜
★★ 𝘴𝘮𝘶𝘵 𝘩! 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘳 𝘥𝘦 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘢𝘶𝘵𝘰𝘳𝘪𝘢 ♡̷̷ˎˊ˗NekoChan-28
Harry sempre sonhou em colocar um piercing no grelinho, só não contava que sentiria tanto tesão ao ter um estranho completamente gostoso observando e tocando a sua bucetinha.
#harryintersex #harrybottom #harryputinha #louistops #degradationkink #pussyboy #breddingkink #analsex #voyeur #exibicionismo
Lembro perfeitamente do dia em que conheci meu garoto. Ele parecia perdido porém totalmente decidido em relação ao que estava por vir. Seus olhos verdes me cativaram assim que eu olhei por cima dos ombros e reparei aquelas lindas orbes brilhantes me encarando do outro lado do balcão, com o lábio inferior gordinho avermelhado devido á mordidas como uma cereja recém colhida, denunciando seu breve desespero.
Ele disse que queria um piercing.
Quando ele me pediu de maneira prepotente um percing, eu, um bodypiercing e tatuador completamente inocente, achei que aquele lindo garoto de pele alva e aparentemente macia, com cachos levemente dourados caindo sob seus ombros, pediria um piercing no nariz ou na cartilagem da orelha.
Mas eu nunca estive tão errado em toda a minha vida.
Aquele garoto foi atrevido o suficiente pra sussurrar com a voz rouquinha e safada que iria querer um piercing na buceta. Porra, eu surtei. Eu nunca tinha feito um piercing genital e muito menos em alguém aparentemente tão safado quanto ele parecia ser. Aquele menino parecia que me devoraria com os olhos e eu não aguentaria tanto tempo. Meus olhos se arregalaram de repente e eu surtei internamente ao perceber que furaria pela primeira vez um piercing genital. Eu prontamente aceitei, louco pra vê-lo nu, sentir seu cheiro e tocar mesmo que de forma profissional a bucetinha que eu já idealizava ser uma delícia.
Pedi para que ele se dirigisse para a sala que eu era habituado a fazer tatuagens e piercings. Naquele dia, graças a Deus, Zayn não estava comigo e o estúdio parecia morto, caso contrário eu pediria para Harry voltar outro dia pois tenho certeza que meu melhor amigo se ofereceria pra esse trabalho e eu não aguentaria ter que dividir a buceta dele com Zayn, mesmo que fosse apenas para observar a colocação de uma jóia.
Ao fazer a assepsia da maca, percebi minhas mãos suarem e com um gesto pedi para que o cacheadinho se deitasse ali com as pernas abertas e por um momento me vi perdido na maneira erótica que ele separou as coxas roliças. Ele me encarava com suas orbes hipnotizantes e sem pudor algum levantou a sainha curta e colada até a altura da barriga expondo sua bucetinha gorda coberta por uma calcinha de renda preta levemente transparente que exibia seu formato inchadinho. Porra, eu já estava louco de tesão. Eu sempre fui muito profissional, mas tudo aquilo fez meu pau pulsar e vazar pré porra dentro da cueca como se eu fosse um virgem. Já era inútil tentar esconder meu enorme volume.
── Senhor, tire a minha calcinha por favor.
Feito um submisdo eu o obedeci e sem antes mesmo colocar as luvas de latex aproximei meus dedos do elástico fino e abaixei lentamente a calcinha pequena. Sua bucetinha era uma delícia, gostosa pra caralho do jeito que imaginei.
Uma pequena mancha de lubrificação tomou o fundo da calcinha e eu quis lambê-la. Sua grutinha apertada escorria seu melzinho e brilhava feito pedra preciosa, seu grelinho rosado e durinho de tesão praticamente implorava pra ser chupado, eu estava com tanta fome daquela buceta inchada que mamaria naquele grelinho até que ele implorasse para parar, até que seu clitóris inchadinho ficasse vermelhinho. Logo abaixo seu cuzinho rosado piscou pra mim e eu me imaginei fodendo aquele cuzinho aparentemente virgem, tirando dali e metendo na buceta melada, intercalando as metidas até que eu o fizesse ser meu depósito de porra.
── Nunca viu uma buceta, senhor? ── Ele riu provocativo, ondulado o quadril em minha direção, levando seus dedinhos delicados até a sua grutinha molhada, em seguida abrindo a bucetinha e brincando com os dedinhos no grelinho inchado e pulsante ── Se continuar me olhando desse jeito eu vou ficar mais molhadinha ainda, adoro ser observada ── Ele sorriu sem vergonha alguma batendo uma siririca gostosa bem na minha frente, movendo os dedos em movimentos lentos.
── Pra ser sincero nunca vi uma bucetinha tão gostosa princesa ── Me sentei na cadeira acolchoada de couro em frente a sua xotinha melada, tão próximo que eu conseguia sentir o cheiro gostoso de sua lubrificação.
Ele estava depiladinho, a buceta gordinha totalmente lisa esperando que eu caísse de boca. Porra eu estava ficando louco.
── Se você gostou tanto porque não experimenta, hm? Mama minha bucetinha e se você for bom pra mim deixo você abusar dos meus peitinhos também.
Sem esperar por uma resposta da minha parte, Harry levantou a tshirt folgadinha que usava, colocando o pano acima dos seios, expondo seus dois montinhos de tamanho médio e gostosos. Os biquinhos rosados e inchados apontavam para frente e as veias esverdeadas criavam um contraste com sua pele clarinha e macia. Com uma das mãos o cacheadinho apertou seu mamilo amarronzado aparentemente sensível, já que um gemido baixinho saiu de seus lábios e sua expressão mudou para uma totalmente necessitada, com a boquinha aberta e os olhinhos fechados com a cabeça pendida para trás. Com a mão livre ele passou o indicador e o dedo no meio no grelinho avantajado todo meladinho com seu melzinho que escorria evidenciando a vontade que ele tava de levar pica naquela buceta gostosa.
── Enfia logo os dedos princesa, para de me provocar ── Gemi rouco separando as coxas, abaixando minha cueca junto á calça de moletom deixando apenas meu caralho e as minhas bolas pesadas pra fora.
Agarrando meu pau, movi ele pra frente e pra trás batendo ele no meu abdômen nu causando arrepios em mim ao escutar o som leve dos estalos do meu mastro duro e pesado, já que com a mão livre eu segurava o meu moletom deixando parte da minha barriga nua.
Harry arregalou os olhinhos e abriu a boca ao contemplar meu pau pra fora. A cabeça gorda e inchada brilhava o pré gozo que babava pelo comprimento grosso. Meu pau veiudo pulsava pra caralho, eu nunca senti tanto tesão por uma buceta antes. Sua grutinha apertada e seu cuzinho contraíram juntos em expectativa, ele estava louco por uma surra de pica mas eu gosto de me torturar então apenas bati uma punheta lenta olhando aquela buceta gostosa contrair enquanto os dedinhos espertos brincavam com o grelinho duro e vez ou outra penetravam a grutinha pequena.
── Vem cá gatinho, chupa minha bucetinha bem gostoso.
Rapidamente espalmei as minhas mãos em suas coxas grossas e macias, apertando a carne entre meus dedos e obedecendo o pedido manhosinho do garoto cacheado. Aproximei minha cabeça entre as pernas bonitas e cai de boca na bucetinha encharcada que brilhava de tesão. Ele não ousou em segurar o gemido e gemeu tão gostoso de um jeito tão manhosinho agarrando meus fios recém cortados, que meu pau pulsou. Senti o gosto da sua lubrificação tomar meu paladar e seu grelinho inchadinho deslizar na minha língua.
Eu estava embriagado. Por um momento fechei os olhos e inalei forte o cheiro gostoso daquela buceta bem molhada e abertinha pra mim. Passei lentamente o nariz na sua grutinha que contraía procurando por algo para ser preenchida e logo abocanhei novamente sua xotinha melada, beijando, chupando seu grelinho gostoso sentindo-o latejar na minha língua e ficar cada vez mais vermelhinho a cada sugada que eu dava.
── Porra, você chupa tão gostoso... ── O cacheado gemeu ondulando o quadril contra minha boca.
Afastando minha boca em poucos centímetros da sua buceta, subi o tronco e levei minhas duas mãos para seus peitinhos e apertei seus mamilos inchados, abrindo sua xotinha com meu dedo indicador e o dedo do meio, deixando seu grelinho e o clitóris avantajado bem visível para mim. Esfregando meu pau em suas coxas macias, cuspi em sua buceta contemplando minha saliva escorrendo ali bem devagarinho até chegar no cuzinho pulsante.
Novamente mergulhei entre suas pernas mamando o seu clitóris minimamente maior do que o habitual. Eu chupava e dedava sua buceta ao mesmo tempo, lambia o grelinho e me via incapaz de não roçar o nariz naquela bucetinha me inundando com seu cheiro gostoso de lubrificação.
Apertei suas coxas grossas e em um movimento brusco apoiei suas pernas em meus ombros, afundando minha língua na sua grutinha pressionando meu nariz no seu clitóris. Por um momento me afastei minimamente pra observar sua xotinha toda vermelha e molhada de saliva e lubrificação. Sua mãozinha desesperada apertava meu cabelo e me puxava em direção à sua buceta, desesperado pra gozar. Suspendi mais as suas pernas e deixei meus lábios próximo ao seu cuzinho rosado todo meladinho com minha saliva que escorreu.
── Que cuzinho gostoso amor ── Sorri malicioso levando dois dedos pra sua buceta, deixando-os bem lubrificados e contornei seu cuzinho pressionando meus dedos, enfiando só a pontinha, sentindo suas pernas trêmulas em meus ombros
── Porra, me fode logo! Me come bem gostosinho e goza na minha buceta, por favor gatinho ── Ele gemeu apertando os peitinhos e brincando com os mamilos inchados.
Com um sorriso, me coloquei entre suas pernas roçando meu pau duro e pulsante na sua xotinha. O cacheadinho não poupou um gemido manhoso e rebolou em direção à cabeça do meu pau, deixando sua grutinha bem alinhada no meu cacete, vazando lubrificação no meu caralho.
── Vadia safada, tá louca pra sentir uma piroca grossa fodendo essa bucetinha apertada, não é? ── Inclinei meu corpo me debruçando sobre si, beijando sua boquinha vermelha, mordiscando seus lábios enquanto deixava meu pau encaixado na entradinha da sua buceta.
Apertei seus peitinhos gostosos e macios enquanto movia meu quadril para frente e para trás, esfregando forte meu cacete no seu grelinho inchado, me deliciando com os sons molhados.
── Porra, eu consigo sentir suas veias grossas pulsando na minha xotinha ── Ele estava acabado. Com os olhinhos revirados ele jogou a cabeça para trás mordendo os lábios grossos. ── Mete logo vai, pelo menos só a cabecinha. Deixa eu sentir a largura do seu cacete arrombando minha buceta.
── Não acho que você mereça.
Desci meus lábios mais uma vez até seus peitinhos gostosos e pontudinhos, agarrando meu pau com uma mão e batendo a cabeça pesada do meu pau no seu grelinho melado, escorregando minha rola bem gostosinho por toda sua bucetinha colocando a ponta do meu pau na sua grutinha pequena e molhada, cuspindo ali so pra ver minha saliva escorrendo até seu cuzinho e se misturar com sua lubrificação.
── Você foi uma putinha muito mal me provocando feito uma vadia necessitada, querendo levar rola nessa bucetinha como se nunca houvesse visto um cacete antes ── Sussurrei contra seus lábios carnudos batendo punheta enquanto roçava a glande no seu grelinho ── A única coisa que você merece é voltar pra casa com essa buceta melada e se tocar sozinha como uma vadia desesperada por pau.
── Por favor, só me fode gostosinho... ── Ele gemeu choramingando com os olhos lacrimejando e um biquinho nos lábios grossos.
── Caralho princesa, eu to quase gozando ── Rosnei baixinho mordendo seu lábio inferior.
Metendo só a cabecinha gorda do meu pau na sua grutinha, senti ele contrair forte a buceta em torno da minha glande. Continuei punhetando o meu pau tirando e colocando a cabecinha sentindo o calor da sua buceta e seu melzinho envolvendo toda a minha glande. Sentindo meus músculos contraírem e minhas bolas repuxarem, meti meu cacete com força dentro da sua buceta apertada e gozei forte jogando a cabeça pra trás gemendo rouco despejando jatos da minha porra quentinha e grossa dentro da sua xotinha melada. Ainda em êxtase levei meu polegara ao seu clitóris inchadinho, pressionando ali sentindo as coxas fartas de Harry tremerem ao redor da minha cintura.
── A princesa gozou só de sentir minha porra quentinha dentro da buceta? ── Rebolei meu quadril investindo em sua xoxotinha com movimentos lentos, sentindo sua grutinha apertar meu pau ── Agora faça o papel de boa puta e permaneça nessa posição com as perninhas bem abertas, assim a minha porra não escorre e não atrapalha meu trabalho.
Ouvindo um resmungo baixinho do cacheado, guardei meu pau dentro da cueca e do moletom e deixei um beijo no topo de sua testa suada, acariciando suas bochechas ao mesmo tempo que contemplei seu semblante cansadinho de quem tinha acabado de gozar.
Caminhei até a bancada de piercings e higienizei minhas mãos e a jóia cirúrgica que usaria. Lembro-me perfeitamente que era uma pequena argola, daquelas que têm duas bolinhas como as jóias tradicionais de piercing no septo.
Me coloquei novamente entre suas coxas e sentei na poltrona de couro sorrindo ao ver Harry extasiado, ele não sentiria dor alguma. Me aproximei de seu grelinho e delicadamente furei acima de seu clitóris colocando a jóia com calma, observando os resquícios da minha porra querendo escapar da sua bucetinha. Não me controlando, deixei um beijinho em sua grutinha sentindo o gosto da minha porra em sua buceta que agora estava enfeitada com um piercing.
── Ficou ainda mais linda do que já é, princesa! ── Sorri bobo espalmando minha mão logo abaixo de seu umbigo acariciando o local ── Nada de comer doces, camarão ou bacon, e caso queira trocar de jóia venha me visitar daqui um mês.
── E se eu voltar daqui há um mês e você não estiver aqui? Posso deixar que aquele seu outro amigo tatuador troque o piercing da minha bucetinha? ── Harry prendeu o lábio gordinho entre os dentes e eu rapidamente franzi o cenho em negação ao pensar em Zayn o tocando.
── De jeito nenhum. Caso eu não esteja aqui, peça para o Zayn me ligar, você é um cliente exclusivamente meu! ── Deixei um beijo em sua boca, esticando a minha mão e abrindo uma das gavetas onde eu guardava calcinhas descartáveis para pessoas que costumavam perfumar as partes íntimas, e agora ele iria ser o primeiro a usar. ── Guarde sua calcinha de algodão e vá para casa com essa aqui! Quando você fizer a assepsia da joia após o banho, evite calcinhas e roupas apertadas.
── Amor, eu não preciso disso. Quero sentir sua porra escorrer por entre minhas coxas enquanto caminho.
Ele deixou um selinho em meus lábios e se levantou da maca, ajeitando sua mini saia e caminhando gloriosamente até a saída do meu estúdio, me dando um tchauzinho antes de sumir do meu campo de visão, me deixando completamente estático e marcado por nossa deliciosa experiência.
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Já havia completado um mês desde que Harry houvera saído do meu estúdio e me desestabilizado emocionalmente ao ponto da única coisa que eu conseguia pensar era naqueles lábios gordinhos entre seus dentinhos na tentativa falha de segurar um gemido manhoso.
Antes mesmo de completar um mês eu passava quase o expediente inteiro no estúdio, mesmo em horas que eu deveria estar descansando para deixar o espaço totalmente na responsabilidade de Zayn. Eu queria reencontrar ele e convidá-lo para um jantar ou um encontro simples no parque, eu estava tão aéreo com meus pensamentos voltados para o garoto de cachos, trabalhando totalmente no automático que Malik tinha me dado contra a minha vontade algumas semanas de férias, mas eu passei por cima de suas recomendações e deixei de lado todo o meu lazer, apenas para monitorar o estúdio e me encontrar novamente com ele.
Eu ainda havia conversado de maneira rasa com Malik sobre ele, de fato eu não queria que meu amigo soubesse o quão gostosa era a bucetinha que eu chupei e gozei dentro depois de provocações gostosas, eu claramente tinha ciúmes, mas naquela tarde foi inevitável coibir Zayn de imaginar coisas impuras com Harry, já que o mesmo decidiu me visitar naquele dia. Justamente no dia em que eu estava começando um projeto importante de fechar o braço de Zayn.
Eu já havia terminado um dos desenhos e na metade do segundo, eu escutei a porta do estúdio ser aberta e fechada logo em seguida, com uma delicadeza surreal que fez meu corpo tremer ao imaginar que poderia ser ele. Então ao desligar a máquina esgueirei a cabeça em direção ao balcão e vi seus cachinhos de cor amendoada adornando seu belo rosto, enquanto suas orbes verdes de conectaram ás minhas. Eu engoli o seco e sem pensar duas vezes o chamei para a sala de tatuagens e piercings. Zayn, não notou sua presença ou pelo menos pareceu não ligar já que apenas mantinha os olhos focados nos decalques que fiz em seu braço.
Analisei sua silhueta enquanto ele caminhava até mim em passos lentos e não deixei de espiar suas coxas leitosas completamente nuas. Ele usava uma mini sainha colegial preta com um tecido de alfaiataria e seus peitinhos eram cobertos por um cropped que imitava o recorte de um corset, deixando seus seios pequenos mais volumosos. Ele sorriu graciosamente para mim e eu devolvi o sorriso indicando para que ele se sentasse na cadeira de espera e após cumprimentar Zayn ele se sentou poucos metros perpendicular ao mesmo e praticamente de frente para mim.
── Veio trocar a jóia do piercing, princesa? ── Sorri cafajeste vendo ele acenar e sorrir passando um cachinho para trás de sua orelha.
Liguei novamente a máquina vendo Zayn me lançar um olhar completamente perdido em interrogação. Eu iria explicar para ele, porém mais tarde.
── Princesa, mas eu só posso te atender depois do intervalo pois estou com a missão de fechar o braço dele. Enquanto isso você pode esperar, prometo não deixar minha gatinha esperando muito ── Sorri em sua direção contemplando a linda forma que suas bochechas coraram ao receber meu sorriso.
── Vê se faz minha tatuagem com calma ── Zayn me repreende parecendo notar o que estava pra acontecer ali e eu ouço uma risadinha baixa no canto da sala, Harry havia levantado brevemente para pegar uma das revistas sobre tatuagens.
── Cara, você sabe que não vamos conseguir isso em uma única sessão, não é? O máximo que posso fazer é do pulso até o cotovelo, isso se você aguentar ── Espalmo minha mão em sua pele, deixando seu antebraço esticado o suficiente para que as agulhas não o machuquem tanto.
── Porra, estou fechando o meu segundo braço e você vem falar que eu não aguento tudo em uma sessão? É óbvio que eu aguento ── Um grito fino saiu de seus lábios após as agulhas perfurarem próximo às veias de seu punho, me arrancando uma risada alta e um resmungo do moreno.
Ao observar Harry, percebo que ele permanece folheando a revista mas com uma das coxas apoiadas no braço da poltrona e a sainha curta um pouco levantada, e porra, ele estava com a calcinha de ladinho, me dando a incrível visão de sua bucetinha arreganhada em minha direção, com o piercing no grelinho e a grutinha toda meladinha. Com um mínimo sorriso, ele afastou a revista de seu rosto e prendeu o lábio inferior entre os dentes, sorrindo de maneira larga ao perceber meu olhar. Largando a revista na mesa ao lado, ele levou dois dedinhos até sua bucetinha espalhando o melzinho pelo seu clitóris durinho, deixando a cabeça encostar sob o couro da poltrona.
Naquele dia reparei que Harry é uma putinha exibicionista e ficava molhadinha enquanto exibia a bucetinha, ainda mais quando meu amigo estava ao lado, pois acredite, essa não foi a última vez que ele fez isso.
Deixei um gemido escapar e fiz o máximo para desviar meu olhar e voltar ao trabalho mas eu não conseguia deixar de reparar no jeitinho que ele mordia o lábio inferior e afastava mais as coxas me dando a melhor visão da sua bucetinha.
── Loueh, você falou de mim para seu amigo? ── Ele cortou o silêncio que antes era preenchido apenas pelo som da máquina.
── Apenas o suficiente ── Engoli o seco limpando a sujeira de tinta que havia no braço de Malik.
── Jura? Você não contou sobre o piercing que você colocou em mim?
Ele caminhou em minha direção com um sorriso perverso, sentando de lado nas minhas pernas com toda sua delicadeza para que eu não borrasse a tatuagem. Porra, eu estava insano só de sentir sua bunda esmagando minhas coxas. Neguei lentamente com a cabeça em resposta a sua pergunta e reparei em suas covinhas aparecendo em suas bochechas.
── Zayn, ele colocou um piercing na minha buceta ── Harry sussurrou baixo mas o suficiente para que pudéssemos ouvir, sussurrou como se aquele fosse seu segredinho mais sujo.
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Passei um braço ao redor do pescoço de Louis e apoiei meu pé em seu joelho abrindo minhas pernas para Zayn que desceu o olhar para o meio das minhas pernas, mais precisamente até minha bucetinha nua e melada com o piercing no grelinho. Com um sorriso acariciei meu clitóris inchadinho deixando minha cabeça cair para o ombro de Louis, sentindo o olhar de Zayn pesar sobre mim. Ele continuava a olhar, lambendo os lábios de maneira disfarçada, desejando-me internamente.
── Harry, anjo, por favor se comporte ── Senti os dedos firmes de Louis agarrarem meus cachos e puxar minha cabeça para trás com força o suficiente para que meu pescoço ficasse totalmente a mostra para Zayn ── Se não se comportar, não terá minha língua nessa xotinha necessitada ── Ele sussurrou rouco no meu ouvido, levando sua mão livre até minhas coxas, fechando as minhas pernas mas me mantendo em seu colo.
── Sim senhor, prometo ser um bom garoto para o papai.
Gemi manhoso acenando em concordância me colocando de joelho entre suas coxas grossas e separadas de frente para seu pau marcado. Senti minhas costas tocarem os joelhos de Zayn devido a posição que Louis o tatuava e percebi que ele também estava em uma distância alcançável. Estendi ambas as mãos e acariciei as coxas firmes de Louis por cima do jeans, subindo a mão para seu pau percebendo o quão duro ele estava para mim, seu cacete duro e grosso formando um volume gostoso no meio de suas pernas somente em me ver exibindo a buceta para seu melhor amigo.
Sorri aproximando minhas bochechas de suas coxas me esfregando ali como como gatinho necessitado de carinho, raspando delicadamente meus dentes em seus músculos ouvindo em seguida um gemido fraco sair de seus lábios, sendo seguido pelo som da máquina. Ele havia voltado a tatuar Zayn.
Esfregando meu rostinho em suas coxas, deixei que meus lábios passassem por cima do seu pau, acariciei a cabeça gorda do seu cacete com a minha boca sentindo seu formato largo moldar o jeans a medida que eu esfregava minha boca ali como uma puta necessitada por um caralho. Eu murmurava e gemia baixinho imaginando como seria novamente ter aquele pau grosso surrando a minha xotinha melada enquanto seus dedos grossos acariciavam meu grelinho.
── Louis, amor, eu posso te chupar gostosinho? Prometo ser um ótimo garoto.
Perguntei manhoso segurando meu lábio inferior entre os dentes acariciando seu grande volume.
── Não sei amor, peça ao Zayn. Estou fazendo uma tatuagem para ele, se eu não me sair bem a culpa será todinha sua.
Sem desviar o olhar do desenho que ele tatuava em seu melhor amigo, não me contive em concordar mentalmente que Louis ficava ainda mais gostoso focado em algo, com os olhos fixos e o lábio preso entre dentes.
── Zayn, querido, você se importa que eu mame o Louis na sua frente?
── De forma alguma amor, vá em frente!
Ele respondeu de maneira lenta e rouca. Percebi que Zayn era um pouquinho lento e isso lhe dava um charme a mais. Sorri com seu veredito e ansiosamente desabotoei a calça jeans de Louis, colocando somente seu cacete duro e suas bolas para fora. Porra, ele estava tão duro. A cabecinha gorda e avermelhada do seu pau babava em abundância, suas veias grossas latejavam e suas bolas cheias pareciam pulsar. Abri a boquinha aproximando os meus lábios de seu caralho e chupei com força a sua glande avermelhada, sugando e engolindo sua pré porra amarga e deliciosa, sentindo minha buceta latejar com o sabor delicioso do seu caralho.
Gemi em deleite e levei uma de minhas mãos para suas bolas gordas e pesadas, segurando-as com força empurrando o resto do seu pau pra dentro da minha boca, sentindo suas veias pulsando, deixando seu caralho bem babadinho, mamando gostoso até encostar meu nariz na sua pélvis e meu queixo molhado de saliva em suas bolas quentes. Minha garganta doía e meu maxilar estalava baixinho a medida que eu fodia minha boca com seu pau, levantando e abaixando a cabeça rapidamente sentindo sua glande gorda machucar minha garganta.
── Que putinha deliciosa você tem Louis... ── Senti a mão livre se Zayn agarrar meus cachos com força afundando a minha boca no pau de Louis, me fazendo tossir forte e dar tapinhas nas coxas grossas ── Uma puta tão boa que te mama gostoso, era tudo o que eu precisava.
Ele sibilou soltando minha cabeça e me deixando subir imediatamente, tossindo, com a garganta fodida e saliva escorrendo por meu queixo. Levantei o olhar e encontrei os olhos de Louis me encarando com prazer e certa raiva, talvez um tanto de ciúmes por Zayn me desejar, mas que mal havia nisso? Louis realmente via algum problema? Eles são melhores amigos, nada poderia dar errado.
── Continua mamando, princesa!
Zayn voltou a agarrar meus cachos, agora junto a Louis. Ambos com os dedos enrolados em meus fios disputando quem segurava mais forte. Minha cabeça doía devido á força que eles exerciam, meus lábios entre abertos logo foram preenchidos pela cabeça gorda do pau de Louis. Ele pingava pré gozo e seu gosto invadia minha boca com tanta autoridade marcando meu paladar deliciosamente. Um sorriso safado preenchia seus lábios a medida que ele tirava e colocava a cabecinha na minha boca, deixando as vezes algumas batidinhas na minha língua.
── Louis, amor, me fode. Me come na frente do Zayn pra ele ver o quão vadia eu sou ── Pedi manhosinho ondulando os quadris, descendo meus lábios para suas bolas cheias chupando uma de cada vez, enfiando-as inteiramente em minha boca.
── Me perdoa anjo, mas acabei de receber uma mensagem e preciso ir para a outra sala terminar a tatuagem de uma cliente ── Zayn crispou os lábios ao pegar o celular sobre a bancada após escutar o barulho seguidos de notificações. ── Louis, por favor, limpa minha tatto e depois a gente termina. Katherine me mandou uma mensagem dizendo que saiu mais cedo do trabalho e preciso terminar aquele leão na coxa dela.
── Que pena Zayn, pensei que fosse ficar pra me apreciar mais um pouquinho ── Um biquinho surgiu nos meus lábios enquanto punhetava gostoso o pau de Louis olhando para Zayn.
── Quem sabe na próxima amor, desde que seu dono permita ── Ele piscou para Louis que apenas moveu a cabeça em negação negação com um sorriso safado afagando meus cachos ── Até outro dia princesa.
Quando pensei que Zayn iria embora, ele inclinou seu corpo em minha direção e tomou meus lábios para si, juntou nossas bocas em um beijo delicioso com o gosto da pré porra de Louis. Seus lábios eram macios e seu piercing roçava na minha língua de um jeitinho gostoso que fez minha buceta pulsar durante o beijo e eu não parei de masturbar Louis uma vez sequer. O beijo foi curto e com um selar para determinar o fim, ele deixou a sala.
── De quatro na poltrona, agora! ── Louis ordenou rígido, me surpreendendo com um tapa forte na bochecha esquerda, me arrancando um gemido manhoso em satisfação.
Caminhando até a poltrona, senti seu olhar pesar sobre mim. Apoiei ambos os joelhos no couro da poltrona e deixei as mãos sobre o encosto deixando meu bumbum empinadinho o máximo dando a ele a visão perfeita do meu cuzinho e da minha buceta molhadinha espremida pela calcinha que se encontrava enrolada de ladinho na minha virilha, deixando meu grelinho apertado pelos grandes lábios.
── Você é mesmo uma puta muito necessitada de um cacete, não é vadia? ── Um tapa forte acertou meu bumbum, deixando ambas as bandas ardidas. Gemi contraindo a bucetinha e rebolei em círculos pedindo por mais tapas. Eu precisava sentir suas mãos me deixando completamente ardido
── Para de me provocar e me come logo, olha como eu to molhadinha por você papai ── Lambi dois dedinhos e toquei meu grelinho inchado todo babadinho e sensível.
── Puta gostosa do caralho, você não merece meu cacete ── Me apoiei em meus próprios braços e olhei para trás vendo seus lábios se estreitarem para cuspir no meu cuzinho. ── Agora eu tinha que deixar você ir lá pedir pro Zayn te foder.
Gemi manhosinho e rebolei sentindo sua saliva quentinha escorrer para minha buceta e dois de seus dedos socando com força no meu cuzinho que eu contraia a cada metida. Apertei os olhos e gemi alto sem pudor algum, sem me importar se Zayn estaria na sala ao lado com algum cliente. Seus dedos firmes me fodiam com força, ao mesmo tempo que a pontinha do seu polegar brincava com a minha bucetinha molhada. Ele me fodia gostoso e com força, metendo seus dedos até a última junta ser engolida pelo meu cuzinho.
── Caralho princesa, seu cuzinho é tão apertadinho ── Apenas gemi manhoso e joguei meu quadril para trás me fodendo nos dedos de Louis.
Sua língua agora explorava a minha buceta toda meladinha, babando meu grelinho passando a língua para cima e para baixo sentindo meu melzinho escorrer por seu queixo e sua barba curta. Meus gemidos manhosos eram abafados por meu antebraço que pressionava meus lábios na tentativa falha de cessar meus gemidos. Seus lábios macios sugavam meu grelinho sensível e sua barba roçava entre minhas coxas sem parar de foder meu cuzinho com os dois dedos, deixando-me completamente entregue á um orgasmo próximo.
── Você chupa minha buceta tão gostosinho Lou... ── Rebolei na sua boca, com a sua língua descendo e subindo na minha xotinha sensível.
── Me diz amor, o que você quer?
Eu sabia que ele tinha um sorriso cafajeste nos lábios. Sua mão livre deu alguns tapinhas na minha buceta molhada enquanto ele agora roçava a cabeça gorda do pau dele na minha grutinha pequena, tirando os dois dedos do meu cuzinho e segurando com firmeza em minha cintura fininha. Gemi em deleite e joguei minha bunda pra trás na tentativa de ter seu pau na minha xotinha mas levei um tapa forte na bunda. Seus dedos rapidamente procuraram meus cachos puxando meu pescoço para trás com seu abdômen colado em minhas costas.
── Você quer meu cacete no cuzinho ou na buceta, vadia? ── Ele pegou seu pau pela base e arrastou a cabecinha melada de pré porra na minha bucetinha, se deliciando com os sons molhados do seu pau no meu grelinho todo babadinho.
── Mete no cuzinho mas goza na minha buceta ── Sussurrei com certa dificuldade tendo meu pescoço totalmente inclinado para trás.
Sem aviso prévio, senti sua saliva em meu cuzinho escorrer pra minha buceta e a cabeça gorda do seu pau forçar meu bumbum com força. Apertei os olhinhos e levei ambas as mãos para trás, separando meu bumbum pra ele meter com mais facilidade. Com um gemido rouco e gostoso deixando seus lábios, ele escorregou todinho para dentro do meu cuzinho apertado, me preenchendo completamente até suas bolas pesadas e quentes encostarem na minha buceta.
── Uma putinha dessa tão apertadinha, nem parece que é uma puta que dá pra qualquer um ── Um sorriso malicioso se abriu em meus lábios e foi como se a dor tivesse se dissipado pois mordi o lábio inferior e rebolei em direção ao seu pau. Olhei por cima dos ombros e vi a maneira com que eu estava completamente empalado por ele, com o pau dele enfiado até o talo no meu cuzinho ── Se fode no meu pau vadia, rebola essa bunda gostosa pro teu homem!
Senti tapas serem deferidos na minha bunda e prontamente rebolei em círculos deixando seu pau entrar e sair, até meu bumbum bater de levinho em sua virilha. Gemidos baixinhos saíam dos meus lábios e eu sentia toda sua grossura me deixar todo abertinho, eu me sentia completamente usado. Olhei novamente por cima dos ombros e ele olhava hipnotizado para seu cacete sendo engolido com facilidade por meu cuzinho, sua camisa estava um pouco levantada me dando a visão do seu abdômen moreno e apenas seu pau estava pra fora da calça jeans.
── Puta imprestável não consegue nem se foder direito no meu pau ── Com a mão subindo para meu pescoço, seus dedos firmes e tatuados se prenderam ali e ele rapidamente não tardou em largar meu cuzinho negligenciado e socou tudinho na minha bucetinha que o recebeu com facilidade.
Meu melzinho fez com que seu cacete encarregasse até a cabeça gorda do seu pau bater no fundindo da minha buceta, eu podia jurar que sentia ele no início da minha barriga tornando um pequeno relevo ali.
── Porra Louis, seu pau é tão grosso ── Gemi alto rebolando no seu caralho, levando dois dedinhos até meu clitóris inchado, esfregando ali ao sentir seu quadril mover rapidamente contra o meu.
Seus dedos continuavam em meu pescoço e suas estocadas brutas tocavam meu pontinho com tamanha facilidade. Suas bolas batiam no meu grelinho e nossos corpos se chocavam de forma completamente deliciosa. Minha bunda se esfregava em seus pelos ralos e eu contraia meu cuzinho, agora totalmente alargado por seu pau enquanto ele comia minha xotinha sem dó.
── Você me come tão bem amor... Continua, eu to quase gozando ── Gemi com seus dedos apertando meu pescoço e seu pau comendo a minha buceta.
Suas bolas batiam com força no meu grelinho, nossos quadris se chocavam com força e eu forçava ao máximo a minha respiração ao ter sua mão forte atrapalhando a minha respiração cadenciada. Sua outra mão livre tirou os meus dedinhos do meu clitóris e seus dedos firmes rapidamente foram substituídos pelos meus, ele massageava meu clitóris inchado com tanta força sem parar de movimentar seu pau dentro de mim. Senti seu abdômen nu tocar minhas costas e sua boca tocar delicadamente minha nuca em um beijo gostoso, até seus lábios encostarem minha orelha, chupando logo abaixo do meu lóbulo.
── Goza pro teu homem vadia, mela meu pau todinho que eu vou esporrar bem gostoso na sua buceta
E como se meu corpo pertencesse a ele, eu gozei. Minhas pernas tremelicaram e um gemido rouco rasgou minha garganta, joguei a cabeça para trás e empinei meu bumbum sentindo meu corpinho inteiro tremer com o orgasmo. Sem parar de me foder, Louis gemeu rouco e continuando a massagear meu clitóris ele gozou dentro de mim, jorrando gostoso toda sua porra quente bem no fundindo da minha grutinha enquanto eu contraía a xotinha ordenhando seu pau pra minha bucetinha ficar completamente cheinha da sua porra.
── Caralho princesa... ── Ele retirou seu pau de dentro de mim e antes que eu caísse deitado na poltrona, senti seus braços envolverem as dobras dos meus joelhos e meu pescoço, com ele me pegando no colo estilo noiva e se sentado sobre a poltrona, me colocando em seu colo ── Você foi perfeita gatinha. ── Ele deixou um beijinho na minha bochecha e juntando forças de onde não tinha, me sentei de frente para seu colo, com as pernas em ambos os lados da sua coxa, abraçando seu pescoço e enterrando meu rosto em seu pescoço suado e cheiroso.
Louis emanava um cheiro gostoso, forte e viril. Nossas respirações estavam descompassadas e nossos peitos grudados subiam e desciam em uma respiração rápida. A minha buceta latejava e escorria porra no seu pau pouco endurecido que tocava meu grelinho todo melado de porra. Ainda sentindo meu corpinho fraco, levantei a cabeça e beijei seus lábios gostosos sentindo sua mão ir para o fim das minhas costas, acariciando delicadamente as covinhas acima do que bumbum, passeando até meus quadris e apertando com delicadeza as gordurinhas do local enquanto nossas bocas se juntavam em um beijo lento e gostoso. Nossas línguas moviam-se preguiçosamente e ele deixava mordidas leves no meu lábio inferior apenas para voltar ao beijo lento. Suas mãos ágeis passeavam meu corpinho inteiro, apertando meus peitinhos durinhos até acariciando de novo a minha bucetinha sensível em um carinho lento.
── Princesa, você quer ir pra minha casa? ── Ele cessou o beijo distribuindo beijos preguiçosos em meu pescoço, intercalando entre palavras e beijos ── Tô louco pra cuidar de você, te dar um banho gostosinho, cuidar desses cachos lindos... ── Ele se afastou brevemente sorrindo para mim com os olhinhos quase fechados, acariciando a minha bochecha com o polegar.
── Hmm, e o que eu ganho com isso tudo? ── Perguntei divertido fingindo fazer alguns desenhos em seu peitoral.
── Você ganha uma tarde gostosinha comigo dormindo agarradinho com você, porque cá entre nós, to doido pra dormir de conchinha agarrando seus peito gostosos, e a noite eu te uso um pouquinho mais. O que você acha? ── Ele riu me dando um selinho
── Com uma proposta dessas fica difícil negar. ── Sorri beijando sua bochecha, sentindo ele roçar a barba rala no meu pescoço fazendo com que eu me encolhesse sentindo cóssegas ── Óbvio que aceito gatinho.
𝑪𝒍𝒆𝒂𝒏𝒊𝒏𝒈 𝒕𝒉𝒆 𝒔𝒉𝒆𝒍𝒗𝒆𝒔
— With Plot.
! Conteúdo Adulto (+18).
! Sexo explícito (hétero).
! H!inter. Pronomes femininos.
! Tomlinson brothers. (Will & Lou).
! Linguagem imprópria.
! Dominação.
! Overstimulation.
! Spanking (leve).
! Degradação (leve).
! Consentimento dúbio - derivado de cnc.
Se não gosta do tema ou da forma que os personagens estão sendo referidos, não leia! Caso leia mesmo assim, assuma a responsabilidade pelos seus atos, por favor.
Não coloque a culpa em mim, se você ignorou os avisos.
Descrição: Harry é a nova empregada dos Tomlinson 's, ainda em seu período de adaptação. Um dia, quando vai limpar as prateleiras, Louis se aproxima para ajudá-la com as escadas, e logo depois William, o caçula, chega mais cedo de sua corrida. E é então que ela descobre a parte mais difícil de seu emprego. O motivo pelo qual as outras não duraram.
ִֶָ ִֶָ ִֶָ
O terreno com mais metros quadrados que o estádio de futebol dos Broncos, Empower Field, e o casarão central gigantesco, não surpreenderam ela. Já sabia que seria trabalhoso tentar ali, mas não haviam outras opções melhores no momento. Era isso, ou pegar a vaga no bar de Bill. Honestamente, Harry conheceu bem aquele cara, não eram boas notícias precisar dele, então é definitivamente um não para Billie Pub.
Dois meses atrás, ela não imaginou que estaria nessa situação. Sua amiga Deena lhe deu vários conselhos sobre Jonathan, disse que o garoto era um canalha, que usaria ela e depois deixaria que se virasse. Naquele tempo, ela não deu ouvidos, claro, estava apaixonada. O que é melhor para manter alguém nublado de estupidez, do que a paixão? Harry gostaria de ter feito diferente antes. Gostaria de voltar para o passado, e desistir de entrar na maldita caminhonete. Assim, nunca pegaria a estrada, não sairia de sua cidade natal, onde era conhecida e acolhida por todos, para uma pequena cidade no meio do nada, em Arkansas.
Maldito seja Jonathan e suas mentiras de merda, seu jeito galanteador e charme.
Ele agia como um Romeu do século vinte e um. Carinhoso, gentil, sensual e cheio de lábia. Suas semelhanças vão até a parte onde a família da mocinha o detestava. De resto, ele era apenas um pau buscando por um buraco para fazer uma festa.
Levou dela todo o pouco dinheiro que tinha, de seu trabalho de meio turno na escola infantil. Coitada, realmente acreditou que de todas as garotas de Cleveland, ele escolheu justamente ela.
— Você tem algo especial em você Haz. - o cafajeste disse.
E ela caiu, feito um cachorrinho que espera que você jogue a bolinha para correr e pegar. E então, percebe que você nunca teve a intenção de jogar o brinquedo, e que ele foi o único bobo a acreditar.
Haz queria ser especial, em uma cidade onde tudo é monótono e conhecido. Nada muda. Ela queria algo novo, uma aventura, e teve. Até não ter mais.
Agora, está sem grana, sem experiência ou qualquer curso. Sua pouca idade é um bônus para conseguir o segundo emprego, ela acha. Espera que sim. Harry não conhece uma rua nesta cidade de poucas lojas, as quais já tem seus funcionários, todos de dentro da família. Há visitantes na temporada, mas ninguém seria trouxa o suficiente para permanecer ali, ninguém a não ser o idiota galanteador e a mocinha boba.
Depois de fodê-la bem e conseguir sua confiança para ludibriá-la, até mesmo Jonathan foi esperto o suficiente para saber que não tinha nada para alguém de fora dali, e se foi. Mas para onde Harry iria? Sem seu celular e se sentindo fraca por ir contra o que todos avisaram, e acabar assim, ela não voltaria para sua cidade natal. Tinha algum orgulho, não voltaria atrás.
Gordon e Camilla se sentiram mal por ela, pela situação, e a abrigaram em sua pensão, sem cobrar um aluguel de início. Mas sob o acordo de que arrumaria um emprego. Com isso, foi de porta em porta oferecendo o que sabia para todos, na tentativa de ter alguém para contratá-la. Até que, a senhora Dorby, com seus olhos azuis julgadores, a boca franzida, com marcas de expressão ao redor, e vinco dentre as sobrancelhas, ofereceu a ela uma chance única.
A garota que trabalhava pros Tomlinson's, donos do grande terreno -que mais parecia uma fazenda-, no final da Allen St, com o casarão e um enorme jardim, pediu as contas. Não disse a ninguém o motivo, mas as pessoas falam. Elas especulam e fofocam sobre os rapazes, filhos de Héctor Tomlinson.
Os garotos mimados da cidade. Play boys.
Disseram as más línguas, que as empregadas do casarão não duram mais que um ou dois meses. Os meninos são um tormento como empregadores, para qualquer um que se disponha e queira se manter trabalhando lá. O que, no geral, são mulheres. Esse parece ser um importante requisito.
Talvez seja por assédio, cobranças em demasia ou um lugar insalubre. Ou seria a falta de direitos do trabalhador. Não há bem como saber o que as leva a se demitir, principalmente porque não contam nunca, e pouco depois, somem da cidade.
De qualquer maneira, o que poderia ser tão ruim quanto estar desempregada, em um abrigo temporário, tendo chances de ser despejada se não tiver uma garantia, renda fixa, ou a noção de que não teria o que comer, sem a piedade dos moradores da cidade? Para Harry, não havia nada.
(…)
Héctor Tomlinson, no auge dos cinquenta anos, grisalho e bem apessoado, é um homem animado e muito alegre.
Gosta de estar na moda, cuidar da saúde e se manter informado do que está acontecendo na atualidade. Essas coisas de postar no gram e mandar vídeos no snapchat. Até mesmo colocar fotos de roupa social, ou das férias na Califórnia, de calção e o peitoral de fora, nos aplicativos de namoro.
Haz o adorou. Ele é como ela gostaria que seu pai fosse, não o rabugento e grosseiro Damien.
Ela sentiu inveja dos rapazes, até conhecê-los. Definitivamente havia algo de errado com Héctor, e com a criação daqueles garotos. Talvez ele quis demais manter a juventude, e negligenciou os filhos. Eles parecem desconectados e sua comunicação é péssima. Os garotos ignoram o pai, e Héctor apenas finge um afeto claramente inexistente entre eles.
Louis é o mais velho. Harry acha que tem cerca de trinta e poucos, mas não sabe, ele não disse. O primogênito não fala muito com ela. Apenas apertou sua mão no dia em que foram apresentados, e disse seriamente para o pai:
— Veremos o quanto essa vai durar. Você não devia contratar funcionários sem me informar antes. Eu devo avaliá-los, sabe disso. - ele olhou com desprezo para ela novamente, e acrescentou, rudemente: — Espero que não se repita, sou eu quem faço os pagamentos, e não aceitamos qualquer um.
Sem mais, pediu licença e saiu. Harry se chocou que ele teve o mínimo de educação de dizer-lhes licença, já que não os cumprimentou ao que entrou, mal olhou para ambos, disse o que achava que devia, e foi embora. Ela o temeu, sentindo a instabilidade que teria no emprego caso não se movesse conforme as cordas guiadas por ele, o marionetista.
Já o Tomlinson do meio, Xavier, é distante. Ele se mudou quando recém fez vinte e um, e agora, aos vinte e seis, não retorna para a cidade. É casado e já tem filhos, trabalha na empresa em que faz sociedade com um amigo arquiteto. Eles fazem grandes projetos em parceria.
Ela não conseguiu conhecê-lo ainda, e parece que nem vai.
O caçula, William Tomlinson, é o mais extrovertido e conversador dos três irmãos. Com apenas dezenove, somente três anos mais novo que ela, ele age como um moleque imprudente. Juvenil, como todos os garotos maturando são.
Harry percebeu os flertes de William, mas sabia que não deveria se deixar levar. Os rapazes são lindos, jovens e tem dinheiro. Mas dessa vez, ela tem noção do que poder ou lábia significam, e que ela não é especial, não para mudar alguém. No máximo, uma boceta apertada para foder e dispensar.
E mesmo que fosse apenas sexo casual, ela não iria transar com nenhum deles. Não perderia o emprego fácil assim. Nem por garotos bonitos, ou por uma boa trepada.
(…)
Já tinha aspirado o sofá branco, com tecido macio e quentinho de veludo. Esfregou com a vassoura o tapete que antes cobria todo o chão da sala de estar. Passou pano no chão, aspirou as quinas e junções das paredes, limpou os vidros e partiu para passar o espanador nos móveis. Estava exausta, tinha feito coisas o dia todo, sem parar. O corpo latejava, os músculos doloridos tamanho esforço físico, e ainda faltava tanto.
Ela precisava lavar os banheiros, limpar os quartos e arrumar a cozinha, pelo menos, não tinha de cozinhar. As roupas estavam devidamente separadas, terminando seu processo de secagem. Harry teria que passar peça a peça, uma exigência de Louis. O merdinha mandão e rude.
Parada no meio da sala, observando os porta retratos e jarros caros, ela avaliou se deveria ter algum produto de limpeza próprio para não danificar algo dali, mas não foi dito nada a ela. Eles devem saber que ela não tem como deduzir o que pode ou não deteriorar coisas valiosas como aquelas, então, se algo acontecer, não é culpa sua. Apesar de que, ela quem terá que ressarcir o dano.
Com um limpa móveis e um óleo para encerar madeira, ela iniciou o serviço. Tirando o pó, e então passando um pano molhado com pouco óleo, para não manchar a madeira.
Sua mente estava a km/h, os pensamentos passavam em alta velocidade, reavaliando a lista do que faria, o que já tinha feito e o quão confortável estaria sua cama, quando ela voltasse para a pensão. Precisava dormir por pelo menos um mês, para se recuperar da exaustão que já está sentindo em poucas semanas de trabalho.
Sabia um pouco a rotina dos rapazes agora. Louis acorda tão cedo quanto o pai, na primeira luz do dia. Ele toma café preto, come ovos e bacon, vai para academia e duas horas depois, às oito em ponto, volta para casa, para trabalhar no escritório. E fica lá até anoitecer. O primogênito parece cobiçá-la e detestá-la na mesma medida. Sempre criticando o que Harry faz.
Já Héctor, vai para a academia cedo, depois dá uma volta no pequeno comércio e para na cafeteria de Jenna, uma mulher de quarenta e poucos, gentil mas certeira. Haz tentou serviço lá, não deu certo, obviamente.
Ele tem uma queda por ela, sempre tentando chamá-la para sair, levando flores e comprando vários pãezinhos. Jenna, entretanto, não parece muito impressionada, ou talvez, apenas se faça de difícil para manter o interesse dele. De qualquer forma, é fofo vê-los juntos.
Depois disso, Héctor volta para casa, para o almoço, conversa com ela sobre algum vídeo que viu na internet, ou uma mulher linda que curtiu seu perfil de namoro, perguntando o que poderia dizer para parecer mais legal para ela.
Gostava mesmo de Héctor, não poderia afirmar que é ou foi um bom pai, porém, é um patrão e um cara divertido. William com certeza é igual ao pai. Flertador nato e confiante. A única coisa que difere na parte de romance, é que Will sabe o que dizer para ter uma garota apertando as coxas.
Ele é o tipo que faz as calcinhas molharem e estarem no chão em pouco tempo de conversa. Definitivamente um fodedor, mesmo tão jovem.
Ela tenta se manter longe, mas ele sempre procura por ela na casa, se encosta ou senta em algum lugar próximo, e assiste Harry trabalhar pesado, enquanto fica divagando sobre suas próprias coisas ou elogiando-a, até que suas bochechas fiquem quentes e as manchas vermelhas cubram desde seu pescoço, até as orelhas.
Will também tem a mania de andar seminu pela casa. Chega do futebol ou das corridas diárias sem camisa, com o calção de tecido leve, abaixo do quadril, a virilha quase toda aparente. Protegendo apenas o equipamento principal.
Ela sempre se perde, levando os olhos pelo caminho feliz dele. Os pelos ralos que vão para dentro do elástico da roupa, e então o volume marcado do pênis grosso. No geral ele nem está excitado, apenas meia bomba ou só em sua forma roliça e flácida dentro do calção, sem uma boxer, mas ela pode notar que é grande.
Quando terminou os móveis inferiores, colocou as mãos na cintura e pensou que teria que limpar as prateleiras de cima. Essa é uma parte realmente chata da faxina, Haz terá que usar a escada, de novo. Ainda que seja alta, não é o suficiente para poder passar o pano por ali.
Ela foi para o quarto de limpeza, buscar o material pesado para carregar nos braços até a sala. Héctor estava fora, Louis trancado no escritório e Will, talvez em uma corrida. Ela não sabe. De qualquer forma, Louis não se ofereceria para ajudá-la. Se ao menos Héctor ou William estivessem ali, ela teria mais chances de obter um dos dois carregando a maldita escada pesada.
A coisa de aço estava lá, em pé. Haz tentou erguê-la, se esforçando ao máximo. Sem sucesso. Ela sentia que era algum sarcasmo do destino com ela. Rindo de sua fraqueza, não só emocional como também, física.
Maldita escada de merda!
Decidida, como foi em todas as outras vezes que teve que carregar o trambolho por aí, ela empurrou a escada, pegou-a pelo último degrau e começou a arrastá-la pelo piso, fazendo um ruído agudo e enervante.
Estava na metade do caminho quando paralisou completamente ao som da voz grave, irritada.
— O que você acha que está fazendo?
Harry abaixou a cabeça, insegura. Louis causava essa reação nela.
Sem jeito, a garota largou a escada e juntou as mãos na frente do corpo, segurando a bainha da saia do uniforme.
— Preciso da escada para limpar a prateleira, senhor. Mas é pesada, não consigo pegá-la, então a arrasto.
Louis bufou, olhando para as costas dela, analisando as coxas carnudas e a bunda apertada no tecido preto da saia. Os sapatos nos pés e as meias brancas. Parecia uma ninfetinha, o tipo que vestia uma fantasia erótica de empregadinha e se ajoelhava para sugar o pau do patrão.
Ele se questiona todas as vezes que vê a garota limpando a casa, agachada ou empinada por aí, com a calcinha branca à mostra, marcando os lábios gordinhos de sua boceta, se ela já chupou ou trepou com seu pai, assim como algumas outras. Ou se foi com William. Provavelmente com ele.
A falta de ética das meninas que trabalharam ali, deixam Louis emputecido. Ele não trata as serventes com frieza à toa. Precisava fazê-lo, colocá-las em seu devido lugar, já que seu pai é um velho babão, buscando por garotinhas com xoxotas novas para comer, ou Will, um garanhão sem escrúpulos.
Ele olhou para o chão, observando os riscos no piso, incomodado.
— Você riscou o piso. Sabe o quão caro foram? Se não tem força para levar a escada, deixe-a. De outro jeito ou peça ajuda antes de fazer uma merda dessas! - disse ríspido.
Ela se encolheu, chateada pela forma que ele falou, e sabendo que os pisos riscados seriam descontados.
— Desculpe, senhor. Preciso mesmo dela, não tenho como alcançar as prateleiras de cima. Sinto muito pelo chão, não queria causar danos, sei que descontará do meu salário.
— É, eu vou. Dá próxima vez, peça ajuda… incompetente.
Ele sussurrou a última palavra, despejando baixa a ofensa. Mesmo assim, ela ouviu, e se sentiu estúpida pelo que fez. Ele já a odiava, e procurava motivos para implicar com tudo que fazia, depois disso, a perseguição provavelmente iria piorar.
Louis passou por ela, e pegou a escada nos braços fortes, fazendo os músculos flexionarem no tecido da camiseta.
Ele não fez um mínimo esforço para levar o maldito trambolho para a sala e abri-la em frente a prateleira alta.
Haz se sentiu aquecer por dentro, observando a força dele, o corpo malhado e firme. Porra! Uma pena que Louis é tão insensível e grosseiro.
Ela agradeceu em um tom servil, constrangida. Esperou que ele saísse dali, e a deixasse voltar ao trabalho. No entanto, o primogênito apenas cruzou os braços, e ficou olhando-a.
— uh, precisa de algo senhor?
A timidez é clara em sua voz, e Louis sorri com isso. O primeiro sorriso dele na presença dela.
— Não, quero ver o seu trabalho. Comece.
Ela tremeu sob o escrutínio dele. Os olhos azuis cristalinos, sérios, como se estivessem nublados. A boca em uma linha firme e rosada, e as sobrancelhas grossas, franzidas.
— Comece, agora Harry. Não pagamos você para que fique parada feito uma idiota.
Seu maxilar travou em desafio, se pudesse, unharia todo o rosto presunçoso do babaca. Mas não poderia perder o emprego. Ela se forçou a andar para frente, os músculos travados, pareciam pesados. Subiu os degraus da escada nervosa, sem saber se pela raiva ou pela tensão. Sentiu o movimento do corpo dele, a presença firme e viril atrás dela. Louis parou ao pé da escada, assistindo ela erguer os braços para retirar cada item da prancha de madeira pendurada na parede.
Ele se aproximou cada vez mais, segurando os lados da escada aberta, firmando-a no chão, quando nem precisava. Seus olhos subiram pelas pernas clarinhas, até de baixo da saia.
Os músculos retesaram e as mãos travaram no aço, os nós dos dedos brancos pela força.
A calcinha rosinha estava molhada, os grandes lábios gordinhos pareciam que iam pular para fora. O tecido apertado na fenda, espremendo os pequenos lábios da xota. A língua dele se encheu de água, e ele quis provar o sabor, sentir o cheiro, tocar aquela bocetinha chamativa.
Sem ter noção do que fazia, ergueu os dedos, resvalando de leve as panturrilhas dela, acariciando suavemente.
— O que… o que está fazendo, senhor? - a voz trêmula, saiu em um sussurro delicado e temeroso.
— Continue limpando.
A arte de cerâmica em sua mão tremeu, ela firmou os dedos, achando que poderia derrubá-la.
As palmas apalpam suas pernas, até alcançarem as coxas grossas, e ele aperta-las. Os dedos afundam dolorosamente na carne. Ela acha que ouviu um rosnado vindo dele, mas não tem certeza, concentrada nos toques, no aperto.
Haz se sente zonza.
— Eu não deveria fazer isso. Não deveria tocá-la assim, me faz paracer um otário hipócrita. Mas, merda! Como posso resistir a você, quando está o tempo todo empinando esse rabo, mostrando essa boceta molhada para quem quiser ver. Se oferecendo.
Seu corpo estremeceu, dos pés à cabeça, a estátua de cerâmica foi posta de volta no lugar, e ela se questionou se deveria deixá-lo avançar com isso. Se deveria retrucar e respondê-lo devidamente. Não devia deixar que ele a humilhasse dessa forma, porém, seu corpo estava tão quente, a xoxota pulsando e os mamilos sensíveis, endureceram contra a blusa.
Os dedos grossos vagaram até o tecido úmido da calcinha, roçando-os ali, sentindo como ela está molhadinha.
— Se-senhor… Isso não, você não… uhn! - Haz suspirou sôfrega. Com seu canal dolorido e o clitóris latejante.
— Por favor, senhor, não faça isso comigo. Não posso ser demitida. - lágrimas surgiram em seus olhos verdes, mesmo assim, ele continuou a tocá-la como queria, arrastando sua calcinha para o lado e passando os dedos entre a fenda babadinha dela. Sentindo o grelinho inchadinho e o buraco apertado da xota.
— Se fizer o seu trabalho direito, não vou demiti-la. Ou então, me pare. Saía da escada e nós acabamos com isso agora.
Ela não se moveu inicialmente. Passaram-se alguns segundos, onde ele levou os dedos molhados para a boca, sentindo o gosto da lubrificação dela.
Salgado e azedinho. Uma delícia.
— Vamos, trabalhe Haz, não seja uma vagabunda.
As outras artes de cerâmica foram deixadas de lado, ela sabia que não conseguiria mais se concetrar na limpeza. Ele pegou suas panturrilhas e forçou que movesse os pés, separando ainda mais as pernas. Louis subiu um dos degraus, parando embaixo da saia dela, e ergueu a cabeça, abrindo os lábios gordinhos da bocetinha, e passando a língua quente desde o grelinho até a abertura.
— Ahn! Lou! - ela gemeu, surpresa pela carne quente em seu grelinho.
Ele sorriu, mordendo de leve um dos pequenos lábios e sugando, para então, voltar a lamber e lambuzar o clitóris. Suas mãos largaram os grandes lábios e foram para a bunda, apertando as nádegas gostosas e dando alguns tapinhas.
Levou apenas um tremular das pernas dela, e o relaxar de sua xotinha, para que ele metesse a língua dentro, adentrando a cavidade apertada com a carne rija.
Harry gemeu mais alto e tentou fechar as pernas, cheia de tesão, pressionando a cabeça de Louis entre as coxas grossas. Instigado pela pressão leve em seu crânio, ele acelerou o ritmo, macetando a xoxota.
— Loui-is, isso! Assim, por favor, continua assim… Porra! - ela choramingou, esfregando as pernas, amassando as laterias do cabelo dele, descendo o quadril, para sentar em seu rosto.
Ele voltou com as mãos para o rabo dela, apertando a carne macia e cravando os dedos ali, segurando ela pelo traseiro, parando os movimentos que Harry fazia em sua cara lambuzada. A garota tremelicou chorosa, sentindo o pinicar da barba raspando sua pele, a língua fodendo seu buraco apertado, a boca sugando seu melzinho.
Louis era um puto grosseiro, mas sabia mamar uma boceta muito bem! Harry estava fervilhando, como um vulcão pronto para erupção. Não importava mais se ainda teria o trabalho quando acabassem, se ele chutaria sua bonda para fora ou se a manteria como sua serva, particular. Tudo que passava pela mente atordoada dela era que queria encharcar o rosto todo dele. Gozar gostoso e esguichar nele.
A chance de serem pegos só aumentava o tesão, de ambos. Havia tanto fluxo de sangue correndo para os pontos certos, em sua cabeça e ouvidos, eles não tinham outro foco se não no corpo um do outro.
O primogênito sentia o gosto salgado no palato. Desejava morder e estapear aquela bocetinha quente. Cacete! Como ele queria deixá-la dolorida de tanto bater, e depois de tê-la toda mole, afundar os dedos e trepar com ela. Fodê-la até que chorasse.
Concentrado nesse pensamento, imaginando a face dela molhada pelas lágrimas, a voz fraca e entrecortada implorando, o corpo doendo e a grutinha sensível de tanto ser maltratada, de tanto foder. Ele levou os dedos direto para baixo da saia preta, metendo dois de uma vez junto com a língua. Macetando com um sequência de estocadas rasas, e então algumas profundas, abrindo o canal, alargando a boceta.
— Lou! Uh! Louis- i-isso é dem..Ahn! - O grito ecoou por toda a sala. Ela sentiu o ventre contrair, a boceta latejar e relaxar, e então esporrou a cara dele toda. Molhando seu pescoço, nariz e bochechas.
— Caralho.
Harry achou que iria cair da escada, com o corpo leve, todo molinho. Estava distraída com a onda do orgasmo que teve, o rosto agora escorado nos braços, apoiados no último degrau da escada. Mas ela soube que tinha algo errado, sentiu o corpo dele tenso atrás do seu.
A voz grave de William pegou Louis de surpresa, travando-o por alguns segundos. Ele não virou o rosto para o irmão, decidindo o que fazer. Ao invés de parar o que faziam e se castigar pelo que aconteceu, ele limpou o rosto com as mãos e então resolveu ajudá-la a descer, guiando o corpo até o meio da sala, fazendo ela se ajoelhar, e apoiando o peitoral dela contra a mesa de vidro; esmagando as mamas contra a matéria fria propositalmente.
Sem desviar o olhar, e pouco se importando com as tentativas da garota, agora desesperada por ter sido pega, Louis permaneceu apertando as costas dela, ajoelhado atrás do corpo macio, forçando-a a permanecer onde estava, e perguntou indiferente para o irmão:
— Quer me assistir comer ela, ou vir aqui participar?
– Ele abaixou sua fronte, até seu peitoral colar nas costas dela, e sussurrou em seu ouvido
— Ela não se importa, não é querida?
Soltou um dos braços presos entre seus corpos e acariciou o cabelo cacheado dela.
— Vai deixar nós dois usarmos você, o quanto a gente quiser, não vai amor? Você quer isso não é? Aposto que já se imaginou dando para nós dois, uh? Talvez até tenha pensado em como seria ter os dois paus ao mesmo tempo, indo fundo em você, te deixando toda arrombadinha.
Ela estremeceu, arrepiando-se dos pés à cabeça. Os pelinhos altos e os mamilos durinhos contra a mesa.
Ter os dois Tomlinson 's trepando com ela, ao mesmo tempo… isso era, isso é… um sonho quente do caralho!
— Nós não podemos senhor, o que fizemos foi errado, isso não pode…
Ela foi calada, não por Louis, mas por Will, que se agachou na frente deles, e enfiou os dedos em sua boca, afundando-os até alcançar sua goela.
Ele está com seu maldito calção de corrida, abaixo dos quadris, com os poucos pelos pubicos escuros a mostra, quase mostrando o pênis. Apesar de que, nem é necessário tê-lo para fora, ela já sabe seu tamanho amedrontador. Agora mesmo, o mastro está duro, apontando para cima na barra do short de tecido leve. Forçando o poliéster como se fosse estourá-lo para fora do caminho.
Erguendo mais os olhos verdes pelo corpo, ela ansiou poder lamber a pele suada todinha. Sentiu o cheiro almiscarado de suor e desodorante. Harry salivou por aquele cacete grosso. A baba escorrendo por seus lábios vermelhos e gordinhos, pingando no tampo da mesa.
— Woa! Você realmente quer isso. Está se babando inteira. Vê Lou? Olha como essa cadelinha esta louca para ter uma rola gorda, hein? Duas será seu prêmio por ser uma boa garota, sim?
– Louis ainda mexia em seu cabelo, afagando o couro cabeludo. Ele riu em seu ouvido, rouco e grave, o ruído retumbou em suas costas, ela pode sentir ele rindo. A outra mão de William foi direto para o seu rosto, dando tapas de leve, apenas para demonstrar seu poder sobre ela.
A garota definitivamente não relutaria, ainda que não fosse realmente respondê-lo. Ambicionava por eles, mas não diria em voz alta. Eles fariam o que quisessem com seu corpo, e ela nunca falaria que sim para eles, em uma provocação velada, buscando respondê-los de outras formas. Passou a língua quente pelos dedos, e sugou, olhando sob os cílios, doce e passiva, para confirmar o que eles queriam saber.
— Ok. É melhor que você aguente tudinho. Seja uma menina boazinha.
Ele retirou os dedos da cavidade úmida e Louis ergueu o tronco, tirou a mão do cabelo dela, ergueu a saia e puxou a calcinha para cima, com força. O caçula se inclinou e ambos observaram com prazer ela contorcer, o tecido rosa molhado de goza, enfiando entre a carne rosada dos grandes lábios, apertando o clítoris e a pele delicada da vulva.
— Uhh!
Eles riram das tentativas fracassadas de fuga da garota, que sentia-se queimar por causa do atrito do algodão, oprimindo sua bocetinha sensível.
Foram minutos rápidos em que Will puxou o tronco dela, puxando-a pelos cabelos, apenas para soltar seus braços, e depois deitou o tronco, batendo os seios com grosseria contra a mesa. Ele se aproximou dos corpos quentes ainda mais, parando ao lado dela, levando uma de suas mãos para dentro do calção.
Harry tocou o falo gordo e caloroso, todo molhadinho de pré-gozo. A mão dele cobrindo a sua, punhetando o caralho, da cabeça as bolas. William jogou a cabeça pra trás e gemeu rouco. Ela pode ver a goela mexendo, ele engolindo e balançando os quadris, aumentando a velocidade da punheta gostosa.
Focada no irmão mais novo, ela esqueceu da calcinha na xoxota, e de Louis. Que se fez presente fazendo o que gostaria desde antes. Um primeiro tapa veio com violência, batendo de palma aberta contra a bocetinha.
Haz gritou, e o corpo deu um pulinho para frente, sendo barrado pela mesa, o estômago foi apertado contra o vidro e ela grunhiu e perdeu o fôlego.
— Se concentra cadela. Não pode ter uma mão na sua boceta que se distrai do serviço, desgraçada inútil!
- Louis disse, falsamente bravo. O corpo dela encolheu, e a menina choramingou, tentando focar em sua mão no comprimento quente, descendo e subindo, apertando e massageando a cabecinha.
Sua calcinha foi rasgada, um puxão bruto de Louis para tirá-la do caminho.
— Porra! Ela tá brilhando, toda babadinha… - Ele passou os dedos desbravando sua boceta. Sentindo a textura suave da pele. Abaixou-se e esfregou o nariz por entre as coxas, alcançou e sentiu de pertinho o cheiro incrível da xota. Passou a língua ali de novo, brincando, saudosista. Harry espasmou e manhou, frágil. Ele foi subindo de volta, beijando as nádegas, e então, afundou os dentes na pele.
— Louie! Isso doeu! Caramba! - O cara riu, e mordeu de novo e de novo, vendo ela ladrar. Will grunhiu ao que ela apertou seu pau com força, em reflexo a mordida forte em seu traseiro.
A garota abaixou a cabeça contra o vidro frio, aplacando seu corpo fervente. Ela apenas se deixou sentir os dentes afundando na pele, a dor e a impotência, o prazer de estar a mercê dele.
O garoto mais velho se ergueu, sorrindo para as marcas que deixou na pele antes branquinha, os pontinhos vermelhos e arroxeados pintadinhos na carne. Lindo pra caralho.
Se voltando para a vulva brilhante, ele levantou o braço para longe, e voltou com força, batendo na xoxotinha várias vezes. Harry tentou fechar as pernas, contorcer e fugir, e os caras riram do desespero dela. A boceta pulsava tanto que ela achou que estava em carne viva.
William gemeu e levou a outra mão para a banda esquerda, arranhando a por cima das marcas que o irmão fez, batendo ali. Eles judiaram dela até que a garota derramasse o que seriam as primeiras de muitas lágrimas.
Seguiram com o espancamento, até Louis soltá-la.
— Ela tem uma boca bonita, né? uma boquinha de boquete. Vamos querida, venha mostrar o que sabe.
Ele levantou e caminhou até o sofá, os músculos tensos, maxilar travado, concentrado nela. Que se erguia aos poucos com o rosto molhado de saliva e lágrimas, um pouco desorientada e sentindo a mão melada na rola quente do irmão dele. Will tirou a mão dela dali, e levou a palma dela a boca, assistindo ela colocar a língua para fora e lamber. O gosto amargo no palato, e um sorriso lento surgindo no rosto dela.
— Que vadiazinha… Gostou disso tanto assim? Vá lá, ele vai foder sua boca e eu vou comer sua bunda bonita.
Ela gemeu e caminhou com pernas de bambi para perto de Louis, se ajoelhando entre as pernas abertas dele. Sua mão delicada foi para o zíper da calça, antes dele pará-la.
— Com os dentes, putinha.
Ela sorriu sacana, a covinha afundando na bochecha esquerda, os olhos brilhantes travados com os sérios de Louis.
— Como o senhor quiser.
Arranhou as coxas dele por cima da calça, e se ajustou, abaixando o tronco e abrindo a boca. Agarrou o metal gelado entre os lábios e travou-o com os dentes, tendo cuidado para não perdê-lo ao que puxava para baixo, até o final. Ainda com a visão travada com a altiva de Louis, ela lambeu o tecido da boxer, sentindo a grossura protegida pelo pano. Parou em cima da cabeça larga do caralho, e sugou, babando na roupa íntima e sentindo um gostinho dele.
Se atreveu a raspar os dentes e riu, orgulhosa de si, quando ele soltou todo o fôlego, vidrado.
Louis afastou o rosto dela e retirou as calças, deixando para ela o trabalho de descer a boxer, também com os dentes.
A pica pulou para fora, batendo no quadril dele. Ela engoliu em seco, e Will sorriu ao observar a interação dos dois. Olhou orgulhoso o pênis largo e grande do irmão mais velho. As veias saltadas na carne rosada, a cabeça derramando pré-gozo, brilhante e avermelhada, o saco pesado com pelos ralos. Realmente, deveria dar felicitações a ele por seu lindo caralho. Tinham uma boa genética afinal.
O primogênito voltou a sentar no sofá, agora mais próximo a borda, deixando o escroto cheio pendendo, roçando o veludo branco. Suas pernas bem abertas e as mãos nas coxas malhadas.
— Vai chupar ou não? Pretende ficar parada igual uma idiota olhando?
Harry se irritou, engatinhando para frente, entre as pernas peludas. Ela usou as mãos para masturbá-lo, antes de metê-lo inteiro na boca, sem qualquer reflexo, aguentando a ânsia pelo falo em sua goela.
A garota sugou e babou o pau inteiro, se divertindo ao deixá-lo louco de tesão. As mãos agora massageando as bolas. Louis levou as mãos para o cabelo dela, fazendo carinho enquanto batia os quadris para cima, trepando com a cavidade quente da boca úmida.
Ela aguentou tudo que ele quis dar. Deixou que puxasse para fora e esfregasse seu rosto pelo saco quente, pondo a língua para fora e salivando neles, chupando uma bola de cada.
Ele não parou de ferrar com ela, ambos em uma competição de quem cederia primeiro. Voltou a colocá-la para mamar no seu pau, balançando para cima ao mesmo tempo que empurrava a cabeça dela, pelos cabelos, para baixo, em direção a virilha, fodendo a garganta até ela chorar, esfolando-a por dentro.
— Você é uma garota tão gostosa, querida. Caralho! Aguenta tão bem, não é? Você pode lidar comigo, a única que pode… Oh! Humm!
Uma sequência de ganidos e lamúrias roucas ecoaram pela casa. Haz não previu, até que sentiu a lingua quente de Will lambuzando seu cuzinho. Ele levou as mãos aos peitos, brincando com os mamilos dela. Torcendo e apertando, enquanto beijava as nádegas machucadas. Judiou dos seios por cima da roupa até que ela torcesse e chorasse no pau de Louis, que vibrou com a contração na garganta dela.
Suas palmas voltaram, abrindo o traseiro para que pudesse lamber, chupar, e enfim, forçar a língua a violá-lo. Haz tentou tirar o pau da boca para gemer, mas Louis empurrou tão fundo que ela achou que iria vomitar em sua rola. As bochechas afundaram, criando vincos e seus olhos queimaram, não tanto quanto a garganta. O refluxo doendo e todo o ar pareceu sair do corpo dela.
— Vamos amor, suporte isso. Não é muito para uma putinha desesperada por porra como você! Fique quietinha, sim?
William fodeu sua bunda com a língua, tão bom! Deixou o cuzinho relaxadinho para ter os dedos dele. Dois em uma só metida, movendo o corpo dela bruscamente para frente. Ela ficou em silencio, quando ele passou a dedilha-la, sentindo as paredes de seu canal apertar e arder, sua bordinha queimar e Louis puxar o pênis de sua garganta doida, para batê-lo em suas bochechas, alguns tapinhas com a rola quente em cada lado de seu rosto. Babando nas bochechas, molhando de porra, esfregando-se ali.
— Que cuzinho apertado! Acho que você nunca deu ele, não é? Uma cadela do caralho, que nunca deu a bundinha. Isso é.... Uau! É como encontrar ouro.
As arremetidas se tornaram grosseiras, a palma da outra mão dele foi esfregar seu grelinho e Harry se sentiu sobrecarregada. Teria outro orgasmo em breve, assim como Louis aparentemente.
Suas coxas se contraiam, e ela podia ver alguns músculos do abdômen dele repuxando. Realmente gozaria logo, e ela iria engolir tudinho!
Não demorou muito para que ele enfiasse o pau na boca dela e esporrasse, assim como ela fez nas mãos de William. Seu grito abafado pela goza enchendo sua boca, fazendo ela engasgar e vazar um pouco da porra pelos cantinhos dos lábios. Sem deixá-la perder nada, o irmão mais velho correu os dedos pelo caminho das gotinhas de esperma, do queixo até de volta para onde pertenciam, dentro dela.
O caçula não parou de fode-la por trás, contente de ver o estado em que a menina estava, e como seu irmão respirava com força, com o peitoral vermelho e as bochechas rosadas. O corpo dela estava escorregadio de suor, assim como o do irmão mais velho.
Essa, dentre todas suas transas, é a que vai se manter um suas melhores memórias, definitivamente. Já haviam dividido uma garota antes, os três irmãos, mas havia ficado no passado, outra empregada, outro momento. Com certeza a altura do que estava acontecendo agora. Talvez, melhor ainda com Harry.
Seus braços cansaram, os músculos queimando pelo movimento de repetição, contraindo, mas ele não parou. Ela chorou e implorou, indo para gozar de novo e ele apenas riu.
Antes que tivesse outro orgasmo, Will paralisou, deixando-a frustrada. Haz chorava copiosamente.
Eles se levantaram, com um olhar cúmplice. Louis tomou um fôlego, e saiu atrás de um cigarro. William se sentou no sofá, onde o irmão estava antes, observando ela tremer e chorar.
— Levanta e tira a roupa.
A ordem veio de Louis, encostado na janela gigantesca. Ele sequer a olhava, admirando o jardim extenso e colorido em frente ao casarão.
— Anda logo filha da puta! - Haz se surpreendeu por William falar com ela assim pela primeira vez, rude. Mas visto que ele não tinha gozado ainda e seu pau estava duro por algumas horas, ele estava com certeza desconfortável e angustiado para vir.
— Sim, senhor. - sussurrou em resposta, toda carente e servil.
Ela levantou devagar, assim como tirou peça por peça, aos poucos, com calma. Parou de frente para o caçula sentado e esperou para o que viria.
— Vira de costas e senta no pau dele, põem os pés no sofá e arreganha bem as pernas. Abre bem elas, feito a puta que todos nós sabemos que você é.
Seu olhar foi imediatamente para ele, assistindo-o fumar, imperturbável. A fumaça saindo da boca fina, o corpo malhado, já nu. Ela nem percebeu quando ele tirou a camiseta. Haz não havia notado antes, mas agora, não pode deixar de reparar nas tatuagens. A cobra nas costas, sombreada, o número vinte e oito no tríceps esquerdo e algumas frases que ela não conseguiu ler.
— Harry? Vem cá babe…
Se lembrando do outro irmão, ela viu seu pau de fora e virou-se toda contente. Finalmente teria o caralho dele fodendo-a.
As mãos grandes ajudaram-na a se ajustar, abrindo as pernas, por fora das dele, e então descendo na rola espessa. Quando a cabeça do caralho rompeu seu buraquinho, Haz parou, tentando voltar a se erguer, sentindo uma pontada dolorosa em seu cuzinho. Mas William não deixou, afagando sua cintura, ele pressionou para que ela sentasse, pouco a pouco, com o canal em uma aperto de ferro, querendo expulsá-lo.
— Arhg! Droga, me solta! Will, e-está doendo… p-por favor eu- me solta!
— Shh… está tudo bem querida, eu sei que dói, desculpe. Já vai passar, sim? Você só tem que ficar quietinha, e relaxar. Vai melhorar, eu prometo.
Melhorou, ainda que a pressão fosse estranha, alargando seu canal. Seu buraquinho ainda doía, ela achava que poderia tê-la rasgado, o pênis cutucando sua barriga, fazendo um contorno na pele.
Harry subiu e desceu com auxílio em seu colo, devagar e com calma, sentindo o comprimento ir e vir em seu interior. A dorzinha agora sendo prazerosa, uma queimação deliciosa.
Louis se aproximou, parando na frente dela, ele se abaixou até estar face a face e soprou a fumaça do cigarro em seu rosto, antes de beijá-la. não foi amoroso ou suave, assim como o próprio Louis, seu beijo é exigente e dominante. O gosto amargo do cigarro e o próprio sabor dele. Tudo se misturava em uma avalanche de sensações. William fodendo seu cuzinho, Louis beijando sua boca, e então seu pescoço, deixando marcas, mordendo e chupando a pele. Sua clavícula, os seios. Parando um tempo por ali, para sugar, mamando em suas tetas. Mordiscando a carne quentinha até machucar, deixando ela com marcas roxas.
Ele beijou a barriguinha, seguindo o contorno do pau do irmão, subindo e descendo, se enterrando fundo no traseiro dela. Para enfim chegar onde queria.
— Achei que tivesse mandado você abrir suas pernas. Se arreganhar para mim.
Imediatamente ele apagou o cigarro, jogando a bituca no piso frio, pegou seus pés, e moveu as pernas, inclinando o corpo dela sobre o de seu irmão mais novo, abrindo-a, até que ela se sentisse empalada, e sua boceta estivesse exposta, toda abertinha para Louis. que repousou seus pés sobre o estofado.
Ele encarou ela uma vez mais, com um olhar duro, antes de cair de boca em sua boceta, novamente. Haz gritou e se contraiu, ele levou as mãos para as panturrilhas, impedindo de fechá-las, e comeu sua xotinha, salivando no grelinho, sugando os pequenos lábios e lambendo os grandes. Louis mordiscou até mesmo suas coxas, novamente avermelhadas por causa da barba dele.
Ele se deliciou com a xota, como se estivesse em seu banquete favorito. O prato principal, uma boceta molhadinha e apertadinha, toda avermelhadinha e pronta para ser devorada.
Louis parou apenas para mandar que William trepasse direito com ela, que a comece decentemente. Isso pareceu deixar o irmão mais novo puto. Ele segurou firme o quadril dela, levantando pouca coisa acima de seu colo, e passou a bater seu pênis, dentro e fora, em uma sequência ríspida.
Haz gritou, o ruído de pele contra pele era ouvido pela sala, as nádegas dela se chocavam contra a virilha de Will, que grunhia atrás de seu corpo, aproveitando o aperto quente do canal. Ela se sentia crua e sensível. Não conseguia mais se conter, os gritos falhos e lamúrias eram como um incentivo para os meninos.
A garota teve outro orgasmo vigoroso ao que Louis sugou seu grelhinho, raspando os dentes por cima e chupando como seu fosse a porra de sue doce predileto.
Foi tão intenso que ela tremeu todinha, as pernas chacoalhando sem que ela conseguisse pará-las. Seus músculos tinham espasmos seguidos, assim como a bocetinha, que esguichou.
Louis se afastou rápido, assistindo junto de William os jatos de goza que saiam dela, molhando seu peitoral e o estofado branquinho do sofá, que ela mesma tinha limpado mais cedo.
Sem dar a ela um descanso adequado, o garoto mais velho pediu para o irmão se erguer, segurando ela pelas coxas. Quando já de pé, eles caminharam até a janela de vidro da sala, com Harry nos braços fortes de Will, em um estado de semiconsciência. Ela ainda se contraia um pouco, tão exausta e sensível.
O caçula parou de costas para o vidro, e se apoiou ali, com o pênis ainda fundo dentro dela, sem se mexer.
Não conseguindo esperar mais, Lou guiou seu próprio cacete para dentro da boceta relaxadinha dela, metendo devagarinho.
— Não! Chega! L-lou, não, por favor… will! William!
Ela gritou e implorou por uma pausa, mas não adiantou. Eles comeram ela, os dois de uma vez, fodendo-a com agressividade. Macetando a boceta e o cuzinho dela com força. Ambos concentrados, cada um perseguindo seu próprio orgasmo.
O corpinho dela pulava entre eles, Haz chorava de soluçar, tamanha sensibilidade. Ela ardia tanto! Sabia que não andaria por alguns dias. E não importava o quanto implorasse, eles não paravam de trepar com ela.
— Você pode aguentar amor. Nos deixe feliz, sim? Aguente só mais um pouquinho.
Ela acenava freneticamente que não, em desespero, ao mesmo tempo em que vários “sim's” eram sussurrados por si.
Não demorou para que gozassem, esporrando ela em seus buracos. Deixando-a toda arrombadinha.
Haz também gozou violentamente, o ventre contrária em espasmos intensos, mas dessa vez não saiu uma gota de seu próprio melzinho.
Quando eles puxaram para fora, a porra pingou, escorrendo por todos os lados como uma cascata perolada.
Ela resmungou manhosa, toda dolorida e com sono. Will e Louis ajeitaram-na nos braços dele, caminhando de volta e sentando no sofá da sala. Haz apertou bem as coxas, suspirando e tentando prender os últimos resquícios da goza deles dentro de si.
Eles demoraram alguns minutos para se moverem novamente, acabados. Talvez vinte ou trinta minutos, até que Louis desse tapinhas nos braços de William. Ambos olharam para Harry, aconchegada no peitoral quente dele, dormindo.
— Vamos lá para cima, vou encher a banheira para darmos um banho nela. Depois a mimamos um pouco, sim?
O outro rapaz apenas se levantou em resposta, subindo para o outro andar, sendo seguido pelo irmão mais velho. Eles deixaram as roupas na sala, pouco se importando com o que o pai ia achar.
Louis encheu a banheira e Will entrou, sentando-se atrás da garota, apoiando as costas dela em sua frente. O irmão mais velho foi atrás de um par de calças para vestir e alguns sais de banho.
Pelo resto do dia eles abraçaram, massagearam e mimaram ela, dando beijinhos em sua testa, bochechas e lábios, afirmando o quanto ela é uma boa menina e como eles gostam dela. Falando coisas carinhosas e fofas.
Harry se sentiu nas nuvens. Esse foi com certeza seu melhor trabalho.
(...)
Ela permaneceu trabalhando na casa dos Tomlinson 's, surpreendentemente, a garota nova na cidade, foi a única que deu certo para ficar no casarão.
Pouco depois que iniciou o serviço lá, ela mudou-se para a casa. Os rapazes pareciam amá-la, sempre comprando presentes para ela, a levando para passear, fazendo tudo o que Haz pedisse.
Ela tinha até mesmo uma gratificação gorda, todo fim de ano. Nada poderia ser melhor.
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Espero que tenham gostado! Xoxo. ﻬ ⋆ . ˙ ִֶָ
My Friend's Sister
– Harry Intersex
– Harry 17 anos, Louis 20
– Uso de pronomes femininos com o Harry.
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Louis Tomlinson e Thomas Styles são amigos desde os treze anos, quando se conheceram no colégio. Os garotos viviam juntos, então, obviamente frequentavam a casa um do outro. Tom tinha um irmão, Harry, dois anos mais novo. Harry era uma pessoa bastante extrovertida, por isso ao longo do tempo acabou tendo certa aproximação com Louis, também, tinham uma amizade de certa forma.
Harry era lindo, sempre foi, na verdade. Apesar disso, Louis nunca tinha o olhado diferente, H era o irmão mais novo de seu amigo e apenas isso. Mas, em algum momento as coisas mudaram, Louis não saberia dizer quando exatamente. Styles simplesmente cresceu, ganhou corpo e alguns detalhes chamavam a atenção do mais velho. Como, por exemplo, os pequenos seios marcados nas camisetas justas ou de tecidos leves do cacheado, as pernas longas e de coxas roliças à mostra na maior parte do tempo, ou a bunda bonita e redonda bem delineada nos shorts de academia. Além, é claro, do fato mais curioso e instigante para Tomlinson: mesmo nas roupas mais curtas e justas, nunca era possível ver o volume de um pau entre as pernas de Harry. Era algo que pairava sua mente constantemente, mas ele jamais perguntaria, claro.
Naquela noite de sábado, Louis e Tom haviam voltado de um jogo de futebol e estavam na casa dos Styles fazendo uma noite de filmes.
Os garotos estavam em colchões improvisados no chão da sala assistindo Thor, quando Harry saiu de seu quarto, após o banho, de pijama e uma toalha na cabeça, falando com uma amiga no celular.
O pijama de Harry era uma camisola clara com florzinhas, de tecido levinho, quase transparente. O mais velho tentou ser discreto, mas o cacheado percebeu os olhos que o devoravam e adorou a atenção que recebia.
Minutos mais tarde, o mais novo volta com os cabelos já penteados e uma barra de chocolate em mãos.
— Posso assistir com vocês? – perguntou tímido.
— Não precisa pedir, H. Vem cá. – o Styles mais velho respondeu, batendo a mão no colchão.
O cacheado deu um risinho e foi se deitar no espaço entre os garotos.
— Deita do outro lado 'pra não incomodar o Louis. – Tom falou.
— Não, cara, que isso. – Louis falou afobado. — Relaxa, não incomoda, não. Pode deitar onde quiser.
Harry deu um sorrisinho e se juntou à eles.
— Posso pegar um pouquinho? – se referiu ao edredom grosso que estava cobrindo o colo de Louis.
— Claro. – ele respondeu levantando o tecido para Harry pôr suas pernas em baixo.
O mais novo deitou sua cabeça em uma pilha de travesseiros e os cobriu até quase os ombros.
Harry tinha os olhos na tela, mas, delicadamente começou a passar seus pés nas pernas de Louis e levou uma das mãos até o volume marcado na calça dele, dando um aperto leve. Louis olhou para Harry, quem sorriu, continuando a tocá-lo de maneira provocativa.
De repente, Harry se levantou dizendo ir buscar água, deixando para trás o mais velho de pau duro e inquieto na sala.
Mais de meia hora depois, quase no final do filme, Tom já dormia ressonando baixo. Harry estava louco pra agarrar Louis, mas quis esperar uma atitude do mesmo. Não demorou muito, logo Louis percebeu o amigo adormecido e aproximou-se de Harry, beijando seu pescoço e aos poucos tateando sua coxa, até levantar a barra da camisola.
Tomlinson sorriu sacana com o que viu.
— Então, você tem uma buceta gostosa assim e nunca me disse nada, princesa? – disse passando os dedos entre os lábios grandes e rosados.
Harry soltou um gemidinho pelo toque, antes de responder: — Era uma surpresa. Você gostou?
Louis foi para cima de Harry o beijando com vontade, usando uma das mãos para sustentar seu corpo e a outra permaneceu no meio das pernas do cacheado. A buceta de lábios grandes estava molhada quando Louis levou seus dedos até ela, fazendo uma massagem externa que arrancava gemidos contidos de Harry.
Harry agarrava os cabelos da nuca de Louis com força, gemendo em sua boca enquanto sentia a massagem gostosa em seu clitóris. Ele ia abrindo suas pernas cada vez mais, dando espaço para Louis se encaixar entre elas.
Os dedos de Tomlinson masturbavam deliciosamente Styles quando eles ouviram um murmúrio vindo de Tom, fazendo-os se afastarem de abrupto. Louis voltou a sua posição inicial e eles cobriram-se tentando disfarçar suas respirações ofegantes.
Tom se espreguiçou e abriu os olhos em seguida, ainda sonolento.
— Nossa, eu apaguei, perdi metade do filme. – falou se sentando e coçando os olhos. — Me ajuda a levar as coisas pro quarto, Louis? Tô cansadão, preciso dormir.
— Vamo lá, cara.
— Boa noite, H. – Tom disse, deixando um beijo na bochecha de Harry, que ainda estava deitado no colchão ruborizado e quente.
— Boa noite, Tommy. – o mais novo respondeu o irmão, levantando apressado para ir ao seu quarto, antes dando uma última olhada em Louis, quem tinha um olhar cafajeste sobre si.
[...]
Era mais de meia noite e Louis ainda estava acordado no quarto do amigo, sem conseguir desviar seu pensamento do garoto no quarto ao lado.
Tomlinson desistiu da ideia milhões de vezes, mas, enfim, cedeu e estava indo para o quarto de Harry. Ele checou se o amigo dormia realmente e depois levantou com cuidado e deixou o cômodo.
A porta de Harry era de frente à de seu irmão, e assim que Louis se aproximou da maceta do cacheado, ouviu gemidos manhosos e abafados. Tomlinson abriu devagar e teve a melhor visão possível: o mais novo estava deitado em sua cama, com as pernas abertas siriricando a bucetinha gorda. Louis entrou no cômodo e trancou a porta, assustando o cacheado, que se levantou com o susto.
— Louis!
— Não parei de pensar um segundo em como você é gostosa, sabia? – falou se aproximando, subindo na cama do cacheado. — Abre as pernas pra mim, de novo, amor.
Harry soltou um suspiro baixo sendo envolvido novamente por um beijo, separando as pernas debaixo de Louis pela segunda vez naquela noite.
Tomlinson levou uma das mãos pro grelinho teso, massageando a xota molhada com facilidade. Seus dedos escorregavam e faziam um barulho gostoso no quarto, fazendo ele e Harry gemerem ainda mais.
Louis separou seus lábios dos de Harry e enfiou sua cara entre as pernas do mesmo, chupando a buceta molhadinha e gostosa com vontade. O cacheado empurrava o rosto de Tomlinson cada vez mais fundo, gemendo mais e mais alto.
— Você me come tão gostoso, Loueh. Me faz gozar na sua boca.Louis passou a chupá-la com mais afinco e penetrou dois dedos no buraquinho apertado, arrancando um gritinho de Harry.
— Isso, assim. Que gostoso. Eu tô q-quase.
Depois de ter se estimulado sozinha por tanto tempo e agora recebenfo o oral de Tomlinson, Harry gozou na boca do mais velho, que continuou chupando a intimidade deliciosa do garoto até a última gota.
Harry estava ofegante e com as pernas trêmulas, mas em êxtase.
— A gente ainda não acabou, princesa. Eu ainda quero afundar meu pau nessa sua buceta gulosa.
Harry se levantou na cama, ainda um pouco ofegante, e empurrou Louis sentado para se sentar em colo.
— Eu 'tô louca pra sentir esse seu pau enorme entrando fundo em mim.
Harry beijou Louis outra vez, o mais velho levando suas mãos para o quadril descoberto do outro e apertando a carne da sua bunda com força. A calça de moletom cinza de Louis ia ficando molhada, tanto pelo seu próprio pré-sêmen que não parava de vazar, quando pela buceta de Harry que não parava de se esfregar sobre o volume grosso.
O mais velho levou suas mãos até a barra da camisola de Harry para tirá-la, ficando ainda mais excitado quando viu os seios proeminentes de bicoa amarronzados e durinhos.
— Porra, além dessa bucetinha deliosa você tem esses peitos lindos? Toda gostosinha pra mim, princesa. – Harry gemeu quando Louis apertou um biquinho, se esfregando ainda mais nele. — Uma bonequinha gostosa e virgem só pra mim.
— Louis, me fode logo, por favor. – falou manhosinho.
— Senta em mim, amor. Quero ver você engolindo meu pau.
Harry se afastou um pouco de Louis apenas para abaixar sua calça e ver o pau do moreno bater contra o umbigo, sentindo sua boca salivar. Styles voltou para sua posição no colo de Tomlinson e agarrou o cacete, guiando para sua buceta melada. A cabecinha gorda e inchada de Louis ia escorregando devagar, até o membro todo estar dentro do outro. Havia uma dorzinha por ser virgem, mas Harry não poderia se importar menos, o pau quente e grande de Louis parecia ter sido feito sob medida para ele e ambos estavam explodindo em excitação.
Harry dava pequenos choramingos conforme começava a se mexer sobre Louis, levou um tempinho até o incômodo passar, mas logo ele já estava contarindo involuntariamente sua entrada no membro do mais velho.
Styles começou a subir e descer no colo de Louis com calma, seus peitinhos também se mexiam no ar acompanhando os movimentos, enfeitiçando completamente o outro.
— Você é tão apertadinha, princesa, mas me engole tão gostoso. Você não sabe como eu tô me segurando pra não meter com força nessa sua buceta virgem.
— Acaba comigo de uma vez, Loueh. Eu prometo ficar bem abertinha pra você.
Tomlinson jogou o corpinho leve contra o colchão e meteu com força em Harry. Um gritinho escapou os lábios do cacheado, mas ele logo usou um ursinho de sua cama para abafar o som de seus gemidos desesperados. Louis levou uma das mãos para o grelinho teso e começou uma siririca gostosa estimulando o clitóris de Harry que se contorcia em prazer sem parar. Era possível ver o pau de Louis levemente delineado no ventre do mais novo, o que o excitava e incentivava ainda mais em seus movimentos.
A mão de Louis que masturbava Harry estava totalmente melada pelo melzinho que vazava da buceta gostosa. Tomlinson então levou os dedos lambuzados até a boca do cacheado fazendo-o chupar.
— Sente seu gosto delicioso, princesa.
Harry chupava os dedos com vontade, se deliciando com o sabor da sua florzinha, como num boquete. A xotinha já estava totalmente fodida, toda vermelhinha pela surra de pau que tomava. Harry gozou pela segunda vez, se contraindo no pau de Louis, soltando um gemido arrastado e manhoso, ficando totalmente ofegante. Tomlinson continuou fodendo o buraquinho apertado até sentir que viria também, então, tirou o pau de dentro do mais novo e gozou em cima da sua xota, melando ainda mais a buceta rosa e carnuda. Louis levou sua boca até a grutinha toda gozada e chupou os lábios grandes até que estivesse toda limpa.
O corpo maior de Louis, ainda por cima de Harry, inclinou-se mais até sua boca alcançar o pescoço branquinho e cheiroso e deixar beijos e chupadas leves ali. Harry manhava totalmente extasiado pelo orgasmo recente e pelo carinho gostoso que recebia. Depois de alguns minutos apenas se beijando e trocando carinhos, as pernas do cacheado enlaçaram atrás das costas de Tomlinson.
— Loueh... – chamou em meio a um gemido sussurado. — Eu quero, de novo.
⊱✦⊰