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feliz aniversário para o meu homem
hot summer.
Harry vai passar as férias de verão com seu papai, e por um acidente escuta ele transando com a esposa, decidida a acabar com o casamento deles e ter o homem só para si, ela passa a provocá-lo.
Avisos!
- Harry Intersex - Desuso de camisinha - Traição - Overtimulation - Painkink - Breeding - Humilhação - Dracifilia - Praise kink - Negação de orgasmo
🌊
O sol quente batia no corpo - agora bronzeado - de Harry. Ela estava deitada em uma toalha na areia da praia. O vento forte batia nos seus cabelos cacheados tornando-o uma bagunça embolada.
Ela suspirou sentindo o cheiro de maresia, as ondas fortes do mar quebravam quando chegavam a beirada da praia, e ela bufou irritada quando seu irmão e Alyce passaram correndo ao seu lado sujando-a de areia.
— Que saco! — Resmungou tirando a areia do seu corpo quente, Louis se aproximou com um sorriso, ele estava usando um calção de banho vermelho, um boné pra trás, um óculos de sol e estava sem camisa, seus ombros e clavícula queimados pelo sol forte.
— Aqui princesa. — Ele a ofereceu um copo de coca cola, a menina aceitou tomando em um só gole soltando um som de satisfação sentindo o geladinho na garganta.
— Obrigado. — Ela disse, logo abaixando seus óculos de sol e deitando a cabeça na toalha deixando o sol quente deixar seu corpo branquinho todo bronzeadinho.
— Se divertindo amor? — Louis perguntou se sentando ao lado da filha e olhando o corpo gostoso, as bochechas queimadas e os peitos grandes quase pulando para fora do biquíni lilás.
— Muito você não faz ideia. — Ela falou no tom de deboche, olhando pro seu pai vendo quando ele tirou os óculos e mirou o mar.
— Ainda está assim por causa de ontem?— Louis perguntou, olhando seu menininho brincando com sua mulher na água.
Harry revirou os olhos, só de lembrar do que ouviu ontem fazia uma raiva enorme subir dentro do seu corpo, ela ainda estava puta demais e não estava afim de conversar com o pai agora. Então ignorou a sua pergunta, fechando os olhos e inspirando o cheiro do mar.
Louis vendo que sua filha não tinha lhe respondido deduziu que ela ainda estava chateada, e ele estava odiando toda essa situação. Já estava sentindo falta da sua princesinha mimada.
— Harry. — Ele desviou os olhos pro rosto vermelho da menina. — Eu sei que está chateada e com raiva, mas precisa entender que as coisas não são como você quer.
— É engraçado você falar isso, sendo que nós dois sabemos que sempre foram do meu jeito, até aquelazinha chegar.
— É exatamente por isso, e não fale assim dela, ela é sua mãe.
— Ela não é minha mãe e você deveria colocar isso na sua cabeça idiota. — Ela falou irritada se levantando e andando para longe do pai, deixando um Louis sem paciência e irritado com a situação.
O que aconteceu é que eram férias de verão, e a família Tomlinson decidiu fazer uma viagem em família, aproveitando a folga no trabalho de Louis e também.. A comemoração de 4 anos do seu casamento.
Eles estavam na casa de praia de Louis e estava tudo bem até que por acidente Harry ouviu Louis e Alyce transando na noite anterior, o quarto dos dois era do lado do da garota e ela ouviu os gemidos escandalosos da mocreia e o barulho da cama batendo na parede.
Harry chorou de ódio a madrugada toda e quando foi de manhã confrontou seu pai dizendo o quão aquilo era nojento e que ela não era obrigada a ouvir a baixaria dos dois.
Louis, claro que morreu de vergonha sabendo que sua filhinha estava ouvindo tudo, mas Alyce era escandalosa demais e ele tentava o máximo pra não fazer barulho, o problema é que Harry acabou ouvindo e ele se odiava por isso agora.
Harry nunca se deu bem com a mulher desde que Louis passou a conhecê-la e então apresentá-la a família, ele não entendia o porquê sua filha odiava tanto Alyce, ao seu ver não tinha motivos para isso, Alyce não a tratava mal e era uma mulher maravilhosa.
Com ela Louis teve outro filho, um menino de 3 aninhos de idade que Louis mimava muito. Ele era um pai babão e nunca deixava faltar nada para os dois filhos, Harry tinha 18 anos e infelizmente perdeu a mãe quando tinha 1 ano em um acidente, que deixou Louis abalado por muito tempo até conseguir se envolver com alguém novamente.
Ele não conseguia compreender o ódio de Harry por sua mulher, no começo achou que era normal pois ainda sentia falta da sua mãe, mas agora era diferente, Harry a odiava além do limite e Alyce simplesmente não fazia nada para isso, ela era doce e tratava Harry muito bem.
Louis suspirou olhando para a filha sentada na cadeira de praia mexendo no celular, se levantou e foi correndo até o seu garotinho e sua linda esposa, decidindo ignorar apenas por um tempo seu problema com Harry.
Eles voltaram para casa no final da tarde, Harry continuava calada na dela só observando seu pai enquanto Alyce ajudava seu irmão a tirar a areia do corpo para entrar em casa, ela revirou os olhos também se limpando.
Se enrolou em uma toalha tremendo de frio e depois seguiu pro banheiro se deliciando com a água quentinha caindo no seu corpo queimado. Ela lavou os cabelos e vestiu seu pijama que consistia em um shortinho preto curto e uma blusinha levinha com um lacinho fofo na frente entre os seios.
Se trancou no quarto logo depois, passando as próximas horas, olhando seu Tiktok e assistindo alguns vídeos no YouTube, quando abriu o Instagram entrou no perfil do seu pai, vendo que ele tinha postado uma foto na praia, o corpo molhado dentro da imensidão azul do mar e da cor dos seus lindos olhos.
Ela deu zoom na foto vendo as gotinhas de água sumindo por dentro do short de banho, suspirou excitada vendo o corpinho magrinho porém delicioso do pai, os pelos do peitoral e a tatuagem que ela tanto amava em um contraste perfeito com a água.
Harry não sabe exatamente quando começou a sentir uma atração e um tesão enorme no seu pai, mas sabe quando começou a sentir um sentimento de possessão quando o mesmo começou a namorar com Alyce.
Ela odiava ver eles dois juntos, Louis deveria ser apenas seu, seu único e primeiro homem da vida, ela o amava tanto que não conseguia expressar em palavras, e ter outra mulher aproveitando tudo aquilo que ela não podia a deixava com ódio.
Harry queria beijar todo o corpo do seu papai, arranhar as costas fortes e passar a língua naquele pescoço branquinho. Queria sentar com força no pau gostoso e grande que a única coisa que ela poderia sentir no outro dia seria ainda o pau dele pulsando dentro da sua buceta.
Sentir as mãos firmes maltratando todo seu corpo, lhe tratando como a verdadeira putinha que era, Harry não lembrava de quantas vezes já gozou se masturbando gostosinho, só imaginando o pau grosso do seu papai lhe deixando bem cheia de porra.
E ela faria de tudo para isso acontecer, provocaria o mais velho naquela viagem e acabaria com o casamento patético do seu papai, tendo assim ele inteiro para si, custe o que custar.
[…]
A garota observava com o sorriso no rosto o seu papai surfando nas ondas altas da praia, Louis não era profissional então sempre caia quando conseguia subir na prancha. Mas a coisa que Harry mais estava gostando nesse momento era observar o corpo magrinho dele naquela roupa de surf preta apertada.
O volume nada generoso ficava em destaque e ela mordeu o lábio quando ele veio correndo em sua direção todo molhado e com a prancha embaixo do braço - ela viu isso em câmera lenta na sua cabeça.
Ele soltou a prancha na areia e se jogou em cima do seu corpo esfregando os fios molhados na sua barriga, quase perto dos seus seios, enquanto sorria feliz.
— Pai para por favor!! — Harry falou sorrindo, ele parou levantando a cabeça mirando os lindos olhos azuis com os cílios molhados para si.
— Gostou amor? Você tá toda molhada agora, já que não gosta de entrar no mar. — Ele falou, Harry assentiu sorrindo, o rosto dele estava quase perto dos seus peitos e ela resolveu começar a sua provocação.
Estavam apenas os dois na praia, Harry já tinha se desculpado com seu papai no dia anterior então as coisas tinham voltado ao normal. Sentindo o peso do corpo do mais velho em cima de si, Harry abriu as pernas podendo assim deixar seu pai se colocar entre elas, e ele fez ainda sorrindo e falando algo enquanto a menina apenas assentia com a cabeça.
— Hm.. — Harry gemeu quando sentiu o pau do seu papai tocar na sua bucetinha, ele não estava duro, mas o volume era generoso então ela levantou o quadril minimamente para poder sentir melhor, Louis estranhou o movimento e se afastou.
— Eu vou.. comprar picolé pra gente. — Louis falou engolindo a seco, pensando no quão estranho ficou a situação, a sua filha concordou sorrindo inocente para si.
Enquanto andava a caminho do carrinho de picolé, Louis se amaldiçoava mentalmente por ter gostado do gemido fraco que sua filha deu perto do seu ouvido, ele nunca teve pensamentos errados com sua filhinha, mas sentir o corpo dela tão perto e seu gemidinho sutil lhe deixou com os pensamentos confusos.
Voltou com os picolés e deu um a sua filha, Harry sorriu safada e se sentou na areia começando a chupar seu picolé de forma obscena simulando um boquete. Ela chupou com força formando vincos nas suas bochechas, passou a língua da base até a ponta logo colocando tudo na boca olhando diretamente pros olhos de Louis, ele que suspirou pensando em como ela era boa com a boquinha, imaginado em como ela chuparia seu pau e deixaria ele todo babadinho, ele se martirizou pelos pensamentos e desviou o olhar.
Eles passaram quase a tarde toda assim, Harry o provocando e Louis fingindo que não notava. Voltaram para casa e Harry estava satisfeita pois sabia que tinha mexido com o pai, e Louis estava se sentindo nojento por ter pensamentos incestuosos com sua filhinha inocente.
A garota ainda estava excitada com tudo que tinha feito na praia, então foi pro seu quarto e pegou seu brinquedinho que estava muito bem escondido dentro da sua mochila e foi para o banheiro. Ela deixou a porta entre aberta, pois sabia que seu pai lhe chamaria para jantar. Sorriu safada para seu reflexo no espelho, seu corpo com curvas generosas e sua bucetinha que não parava de se contrair querendo o pau do papai.
Entrou no chuveiro e ensaboou seu corpo bronzeado, passou a mão pelos seus seios grandes e beliscou seus biquinhos durinhos, em sua mente só vinha imagens de Louis os chupando e os beliscando com aquelas mãos firmes.
— Papai.. — Ela gemeu manhosa quando desceu a mão para a sua xotinha gordinha. Esfregou seu clitóris sensível e deu um tapa em cima fechando os olhos quando começou a esfregar com força, sentindo sua entradinha contraindo.
Ela parou e pegou seu brinquedinho, um dildo. Passou ele entre seus grandes lábios, ele tinha um imã que grudava na parede, então Harry o prendeu no box e de costas foi enfiando-o dentro da sua buceta.
— Awwn porra papai.. — Gemeu quando ele estava todo dentro de si, a sua bunda grande e molhada batia no box do banheiro e ela se fodia com força enquanto esfregava seu clitóris.
Louis subia as escadas para o quarto da filha depois de tomar um longo banho, já estava perto da hora do jantar e Harry ainda não tinha descido. Sua esposa estava na mesa esperando-o junto com seu garotinho. E ele franziu o cenho quando ouviu o barulho de algo molhado e seco batendo dentro do quarto da filha.
— Amor? — Ele chamou, entrando no quarto e vendo a cama bagunçada, mas a TV estava desligada. Estranhou e olhou para a porta do banheiro entre aberta de onde o som vinha.
Seu pau fisgou com a visão que estava tendo, Louis arregalou os olhos e prendeu um suspiro quando viu a filha se fodendo na porra de um dildo. Ela estava de costas para si, se empurrando rápido contra o brinquedo, tinha a cabeça caída para frente enquanto gemia, a água do chuveiro molhando todo seu corpo.
Louis levou a mão inconscientemente para seu pau por cima do short. Ele conseguia ver a buceta rosa da menina toda esticadinha em volta do brinquedo, salivou com a vontade enorme de chupa-la toda. E seu pau endureceu por completo quando ouviu a filha gemer: — Isso papai me fode.
Ele saiu rapidamente do quarto da garota, indo para o outro banheiro e se trancando dentro. Abaixou o short junto com a cueca e começou a masturbar o pau grosso e cheio de veias, sentindo-o pulsar, a cabecinha gorda e vermelha vazando pré-gozo.
— Porra Harry. — Ele gemeu baixinho, imaginando seu pau fodendo a bucetinha quente da filha, se enterrando fundo dentro da garota e lhe enchendo de porra quente enquanto ela gemia e chorava pelo papai.
— Hm.. caralho. — Gemeu jogando a cabeça pra trás quando gozou no chão do banheiro, continuando a se masturbar para prolongar seu orgasmo. Quando a névoa do pré orgasmo passou ele arregalou os olhos se dando conta do que tinha feito.
— Meu deus. — Ele falou pra si mesmo, se sentindo um monstro por se masturbar pensando na filha. Harry no outro banheiro gozava gemendo o nome do seu papai, sem conter o sorriso por saber que ele tinha lhe visto.
[…]
Harry estava sentada na mesa com a cara emburrada, estava vestindo seu pijama e mexia no celular enquanto comia seu café da manhã. Não conseguia disfarçar sua cara de tédio vendo Alyce e Louis sentados um do lado do outro enquanto comiam e conversavam.
Tinha se passado 2 noites desde o ocorrido no banheiro e Louis não conseguia olhar para filha por muito tempo ou conversar com ela a sós. Ele não confiava em si mesmo agora, a imagina dela se fodendo com a porra de um pau de borracha enquanto gemia seu nome não saia da sua cabeça.
Harry continuava lhe provocando sutilmente, sempre olhando nos seus olhos enquanto chupava um picole ou um pirulito… se jogava em cima de si e deixava a bunda em cima do seu pau, Louis já tinha sacado, só não podia corresponder porque isso era errado de todas as formas.
Outra coisa é que Louis gozou esses últimos dois dias pensando na filha. Ele já não lembrava de quantas punhetas tinha batido, só imaginando foder a buceta da filha e o cuzinho que parecia ser tão apertado, brincar com aqueles peitos ta-
— Paixão? — Alyce o chamou, Louis saiu de seus pensamentos antes que ficasse duro de novo. — Eu vou sair hoje.. acho que fazer umas compras para levar de recordação. — Ela avisou.
— Tudo bem, vai demorar? — Louis perguntou sentindo o olhar de Harry em si.
— Sim talvez algumas horas, vou levar esse garotinho aqui para brincar e também vou passar na casa de umas amigas. — Ela falou limpando a boca do filho.
Louis apenas acenou terminando de comer. Harry sorriu satisfeita, ficaria sozinha por horas com ele, e usaria desse tempo para provocá-lo até ele ceder e comê-la com força.
🔥
Voltando a superfície Harry respirou fundo sentindo todo seu corpo molhado com a água da piscina. O sol estava quente e já passava das três da tarde, estava tentando abaixar seu calor enquanto via seu pai sem camisa e de short sentado na sombra lhe observando.
Ela sorriu safada quando uma ideia passou pela sua cabeça, mergulhou denovo e por baixa da água deixou o nó do seu biquíni folgado, subiu de volta e se apoiou na borda da piscina para sair. Os olhos azuis de Louis queimando em si.
Caminhou com seu corpo todo molhado e brilhando com o sol na pele bronzeada na direção do seu papai, Louis suspirou vendo a bocetinha gordinha marcando no biquíni branco molhado.
— Papai o senhor pode me ajudar.. acho que meu biquíni está meio folgado. — A menina falou parando de frente o pai, Louis concordou com a cabeça indo para trás da filha.
— Tá quase soltando bebê. — Louis falou baixinho. Harry sorriu e se virou de frente pro pai, ele ainda estava segurando seu biquíni então com o movimento a parte de cima soltou, deixando os peitos grandes a mostra.
— Ah.. poxa papai! — Harry falou fingindo estar chateada, Louis simplesmente paralisou olhando aqueles peitos com os bicos marrons na sua frente, sua mão coçando para tocar.
Harry sorriu safada vendo a reação do seu pai, e passou a mão por cima dos seus peitos sentindo eles molhados e os bicos durinhos por causa do tesão que estava sentindo agora.
— Eles não são lindos papai? — A menina perguntou com o olhar inocente.
— Porra, demais. — Louis respondeu desviando os olhos pro da menina. — Posso tocar neles amor?
Ele não estava mais ligando se ela era sua filha e se isso era errado. E nem pra Alyce e que se foda seu casamento, tudo o que Louis queria era foder aquela garota de todas as formas possíveis.
— Pode papai. — Harry falou quase em um gemido, sentindo logo depois as mãos firmes de Louis apertarem com força seus peitos.
— Eles são perfeitos, porra tão gostosos. — Louis falou sentindo o peso deles na sua mão, a pele molhada e quente por causa do sol.
— Hmm.. — Harry gemeu quando sentiu o aperto mais forte, desceu o olhar pro corpinho magrinho do seu papai e colocou a mão no peitoral dele, descendo até chegar na barra do shorts.
— O que tá fazendo amor? — Louis perguntou com um sorriso, sua filha era mesmo uma puta.
— Quero te sentir também papai. — Ela falou com os olhos inocentes, e Louis não aguentou mais, juntando sua boca com o da filha, o corpo molhado dela com o seu.
Harry enfiou a mão dentro do short de Louis sentindo o pau duro e pulsante na mão, ela sorriu entre o beijo, começando a masturba-lo devagar. Ele arfou afastando as bocas e começando os beijos no pescoço molhado.
— O papai é tão grande.. — A menina fala sentindo o pai sorrir contra seu pescoço, logo levantando a cabeça e encarando seus olhos.
— É amor? — Ela assente — Você imaginou o papai te fodendo hm? Papai acabando com essa sua bucetinha aqui? — Louis desce a mão para a xotinha da menina, passando os dedos grossos por cima do biquíni molhado.
— Sim papai.. bem gostoso, eu quero tanto seu pau me comendo papai. — Harry fala quase como um gemido, Louis sorrir colocando uma mão em volta do pescoço da filha.
— Papai vai te dar o que você quer amor, comer a sua buceta bem gostoso. — Ele diz ao que a menina somente assente, Louis a empurra para entrar na sala a jogando no sofá grande, deitando por cima da mesma.
Ele se abaixa tirando a parte de baixo do biquíni e Harry suspira, apertando os peitos quando sente a respiração do seu pai bater na sua xotinha molhada.
— A putinha do papai tem a bucetinha tão linda.. — Ele fala olhando a xotinha gorda listinha, os lábios vermelhos e molhados por causa da piscina e do melzinho da mesma, ele ergue o olhar para Harry perguntando com o sorriso de lado: — Tá toda abertinha do brinquedo que o papai te viu usando ou tava brincando com alguém?
— Só do brinquedo papai, eu me fodia pensando no senhor, só no senhor papai. — Harry afirma gemendo sentindo a língua de Louis passar em cima do seu grelinho molhado.
— Muito bem amor. Porque só o papai vai poder brincar com ela agora, tá ouvindo? — Ele perguntando dando um tapa em cima da xotinha molhada, a menina rapidamente assente, e Louis cai de boca chupando a buceta da filha com força.
Harry revira os olhos gemendo alto quando sente seu clitóris sendo chupado com força, Louis enfia um dedo na sua entradinha que se contraia pedindo o pau do papai, o barulho molhado junto com os gemidos de Harry sendo ouvido pela sala.
— Porra papai que gostoso hmm.. — Ela geme quando Louis se afasta e cospe em cima, logo descendo para sua entradinha ele enfia a língua quente simulando uma penetração e Harry grita sentindo sua buceta pulsar.
— Eu vou gozar p-papai.. awwn — Ela grita arqueando as costas no sofá enquanto aperta seus peitos, Louis se afasta de imediato segurando com força as coxas grossas que tremiam.
— Não sua vagabunda você não vai. — Ele fala sério, Harry abre os olhos sentindo um tapa forte na bochecha, ela choraminga sentindo sua entradinha contrair. — Você só vai gozar quando o papai estiver dentro de você.
— Mas p-porra — Harry pensa em retrucar quando sente de uma vez só o pau de Louis entrar na sua buceta, ela grita gozando em seguida. Louis sorri e começa a estocar com força, sentindo ela se contrair sem parar em volta do seu pau.
— Porra de buceta gostosa do caralho. — Ele gemeu estocando com força, Harry abre os olhos sentindo seu corpo tremer, ela geme sem parar sentindo o pau do seu papai indo fundo dentro de si.
— Hm papai.. eu amo tanto seu pau enterrado bem fundo em mim.. tão grosso e gostoso. — Gritou apertando o pau de Louis que geme alto estocando com mais força, apertando os peitos da menina com a mão.
— Você gosta sua vagabunda? Passou esses dias me provocando que nem uma prostituta e ainda se fodendo naquele dildo só imaginando o papai te enchendo de porra quente? Oh.. — Louis falava vendo Harry apenas assentir, ele dá uma tapa forte na bochecha da menina que abre os olhos, gemendo alto, Louis enfia o dedo na boca dela que começa a chupar olhando nos seus olhos.
— Porra Harry.. me aperta tão bem assim.. — Ele geme sentindo seu pau pulsar, Harry deixa seu dedo para gemer mais alto quando ele segura na sua cintura e começa a estocar com brutalidade.
— Vai papai goza bem gostoso dentro de mim por favor.. awwn — Harry geme alto sentindo seu corpo solancar no sofá com as estocadas brutas, depois de meter mais duas vezes Louis goza gemendo alto sem parar de estocar com o pau ainda duro.
— Awn Louis.. isso não para. — Harry geme chorando, sentindo a porra quente dentro da sua buceta, Louis sai rapidamente de si e se deita no sofá puxando o corpo de Harry pra cima.
A menina sorrir safada e pega logo o pau de Louis para enfiar dentro de si de novo, não querendo deixar a porra dele sair. Ela começa a sentar devagar apoiando as mãos no peitoral suado do pai.
— Tao apressada minha putinha.. — Louis geme baixinho sentido ela rebolar no seu pau em círculos, Harry apenas joga a cabeça pra trás se esfregando pra frente e pra trás sentindo o pau do seu pai fundo em si.
— Sim papai a sua putinha, só sua. — Geme contraindo a buceta, ela se apoia no peitoral do pai novamente, começando a subir e descer rápido, o barulho das bolas de Louis batendo na sua bunda junto com o barulho molhado da sua buceta cheia de porra.
— Se fode no caralho do papai tão bem. — Ele fala vendo os peitos da filha bem na sua frente, ele levanta a cabeça cuspindo em cima e apertando, levando a outra mão para a bunda da menina, apertando-a e deixando tapas fortes.
— Awwn papai, minha buceta recebe seu pau tão bem. — A menina geme sentando com força, ela rebola pra frente e pra trás e em círculos, seus peitos grandes pulando enquanto sente agora as duas mãos de Louis na sua cintura.
Ele a para de repente, Harry solta um resmungo sentindo o pau dele soltando pré-gozo dentro de si, e grita apertando seus peitos quando Louis começa a estocar pra cima com força. Gemendo alto.
— Isso papai me fode.. oh — Ela grita descontrolada sentindo as lágrimas de prazer nos seus olhos, morde o lábio inferior com força, quando Louis a mantém parada e estoca com mais força pra cima, acertando em seu pontinho G com força.
— P-porra isso, eu vou gozar papai.. não para eu vou gozar awwn — Ela contrai a buceta com força, ouvindo o gemido rouco Louis, ela desce os dedos pro seu grelinho sensível e esfrega com força, logo gozando e arqueando as costas enquanto esguicha expulsando o pau do pai da xotinha melada.
— Papai ama comer a sua buceta amor, vou te deixar bem cheia de novo caralho… — Louis gemeu segurando seu pau sentindo ele todo molhado por causa da filha, Harry respirava com dificuldade tentando se recuperar logo sentindo o pau do pai entrando na sua entradinha molhada de novo.
— Awnn papai goza em mim goza, bem gostoso dentro de mim, me enche de porra. — Ela falou sentindo ele socar o pau com força, ele desceu a mão para seu cuzinho pressionando um dedo nele enquanto ainda socava sem parar.
— Vou gozar dentro da sua buceta de puta hm.. — Ele gemeu quando estocou mais duas vezes gozando fortes jatos de porra quente. Harry tremeu em seus braços, gemendo perto do seu ouvido. Ela arregalou os olhos quando foi jogada com força no sofá e abriu a boca em um perfeito “O” quando sentiu a língua do seu papai na sua buceta sensível.
— Que delicia papai.. awn.. — Suspirou quando ele se afastou, Harry sentia a porra quente dele vazar da sua xotinha arrombada, logo enfiando os dedos para não deixar nada pra fora. Chupando-os em seguida sentindo o gosto indefinido na língua.
Louis sorriu respirando fundo vendo a xoxota da filha toda vermelha cheia de porra, ele se aproximou dando um beijo demorado nos lábios gordinhos menina.
Eles caíram na piscina logo em seguida, com uma Harry satisfeita e com a bucetinha cheia, e um Louis pronto para assinar o papel do divórcio e usar o corpo da filha todos os dias para gozar.
✽ Sweet Home Alabama ✽
Avisos/ tags:
Incesto entre irmãos e pai; Harry garota cis; Edward garoto cis; Edward flex; Louis tops; Humilhação leve; Slapping leve; Fixação oral; desmaio pós-sexo; desuso de preservativo; threesome; dupla penetração; sexo anal e vaginal.
- Harry e Edward casal de gêmeos: 18 anos
- Louis: 40 anos
- Imaginei o Edward como o Harry de fratboy, mas estão livres para imaginarem como quiserem.
Plot original
SE ALGUM TÓPICO TE INCOMODE, NÃO LEIA!
word count: +7k palavras
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Louis ainda grogue pelo sono, ouviu os cochichos em seu quarto, já imaginando o que viria pela frente, mas decidiu fingir que ainda estava dormindo, para ver se seus filhos desistiam de querer fazê-lo levantar da cama.
Pela brecha do lençol observou sua filha ir em direção às cortinas, abrindo-as, deixando a luz matinal entrar no cômodo. Fechando os olhos novamente quando Harry foi em sua direção.
- Papai? Ei paizinho? Acorda. - Cochichou Harry no ouvido de Louis e o cutucando em seu ombro, vendo o pai nem ao menos se mexer.
- Hazz, eu te falei que ele não ia acordar cedo. Vamos, deixa ele aí - Edward disse tentando convencer a irmã. Vendo ela ficar em pé na cama, já balançando a cabeça negativamente, prevendo o que a garota iria fazer.
- Ah mas ele vai! Ele prometeu ontem que ele ia aproveitar o dia com a gente. - respondeu Harry, rindo em diversão, e começou a pular na cama, sorrindo ao ver o pai abrir levemente os olhos. - Papai, vamos! Levanta, eu sei que você está fingindo.
Edward levado pela diversão da irmã, subiu na cama também e começou a puxar o lençol que cobria o mais velho, gargalhando junto à Harry ao verem o pai grunhir algumas palavras inaudíveis, em reclamação ao movimento em sua cama.
- Gente, deixa o papai descansar. - reclamou Louis, com a voz rouca pelo sono, bufando e tentando puxar o lençol novamente para seu rosto.
- Se você não trabalhasse tanto não estaria tão cansado. - reclamou Edward.
- Eddie tem razão, papai. Você prometeu que hoje você ia acordar cedinho e ficar com a gente. - disse Harry com tom um chateado, já parando de pular na cama, cruzando os braços, formando um bico em seus lábios.
Louis já rendido pelo pedido dos filhos, os chamou com um aceno em sua mão. Os dois acatando o pedido silencioso para que se aproximassem, deitaram em cada lado do mais velho, sentindo o pai puxá-los para deitarem as cabeças em seu peito, e começando a acariciar os cabelos dos dois filhos.
- Desculpa meus amores. Ontem fui dormir tarde, e acabei esquecendo que prometi que iria aproveitar minha folga com vocês. - disse Louis, com a voz ainda lenta. - O que vocês querem fazer hoje?
- VAMOS PRO SHOPPING!! - gritaram os dois ao mesmo tempo. Se levantando do peito do mais velho, sentados na cama. Louis sorriu ao ver a animação dos filhos.
- Vamos, papai! Vai trocar de roupa. Vou terminar de preparar o café. - Disse Edward, saindo da cama, e caminhando para fora do quarto, cantarolando alegre, e gritou o nome da irmã ao ver que ela não o seguiu. - Vem Harry!
- Não sei como vocês conseguem ter essa animação tão cedo. - disse o mais velho para a filha, levantando seu tronco, e se sentando com as costas apoiadas na cabeceira.
- Você que é mal humorado. Faz tempo que você não se diverte com a gente, você só trabalha. Tô com saudades, papai. - reclamou Harry, manhosa, aproximando seu rosto no pescoço do pai, inspirando o cheiro gostoso ali.
- Princesa, me perdoa. Prometo que vou tentar tirar mais tempo livre para vocês. - levando sua mão para o rosto da filha, acariciando, e a puxou para deixar um beijo no topo de sua cabeça.
A garota se aproximando mais do pai, subiu em seu colo para abraçá-lo. Louis despreparado, sentiu seus músculos ficarem tensos, ao sentir sua filha se sentar em cima de sua ereção matinal. Mas logo se recompondo e relaxando sua postura, envolveu seus braços na cintura da garota, e propositalmente investiu seu quadril para cima, segurando um gemido em sua garganta. Harry ciente do que estava fazendo, percebeu a postura do pai, e soltou uma risadinha em seu pescoço.
- Está rindo de quê, princesa? - o mais velho a questionou, puxando o rosto da menor para olhá-la nos olhos, arqueando uma sobrancelha.
- Nada não, papai. Lembrei de algo, mas não é nada demais. Vou ajudar o Eddie a terminar o café. - Respondeu com seu tom de inocência na voz, deixando um selinho na bochecha do pai, próximo ao canto de seus lábios. Se levantou, deixando o quarto sem olhar para trás.
Louis acompanhou seu olhar em Harry a vendo deixar o cômodo. Surgindo um sorriso no canto de seus lábios, pensou: "Pensa que me engana."
Louis sabia o real motivo da risada de Harry. Não era a primeira vez que Harry se aproveitava do pai. Mas num acordo silenciosos entre eles, ambos fingiam inocência. No começo, Louis realmente acreditava na inocência da filha. Mas sendo uma pessoa analítica como sempre foi, começou a perceber a real intenção da garota. Já a algum tempo, a relação entre eles, era coberta por uma nevoa de tensão, devido às provocações singelas da filha, mas que logo começou a ser retribuída pelo mais velho, que aproveitava da situação para passar suas mãos pelo corpo da menina, ou encostando o cacete duro em suas calças na menina, sempre que a abraçava. Numa disputa de quem seria o primeiro a ceder aos desejos implícitos.
Apesar de como um pai não declarar favoritismo sob os filhos, Harry naturalmente sempre foi mais próxima do pai, por ser a garotinha mimada do pai desde pequena. Se Eddie se incomodava com a proximidade dos dois, não era notável. E Louis ainda em sua luta interna diária, se contendo para não foder a filhinha que já o provocava a tanto tempo, quando pensava que a situação não poderia piorar, viu o outro filho começar a provocá-lo também.
Para Louis perceber que também estava sendo alvo das provocações de Eddie, foi um processo mais lento, já que o filho era declaradamente hetero. Mas isso mudou quando o pegou na sala de reunião de sua empresa, cavalgando loucamente, no pau de Matt, um de seus sócios.
Naquele dia, Matt não notou a presença de Louis, extasiado pelo prazer ter o garoto em seu colo de costas para si, se fodendo em seu cacete. Mas Edward viu seu pai ali na porta, estático com a cena. Surgindo um sorriso no canto de seus lábios, sussurrou o nome "papai", ainda sem parar de sentar no amigo de seu pai. Louis em resposta, apenas arqueou suas sobrancelhas, fechando a porta, saiu dali, desacreditado com a cena que acabara de presenciar.
E lá estava Louis, em seu banheiro, já a alguns minutos debaixo da ducha à mais tempo do que poderia ter noção, perdido em seus pensamentos. Apesar de todas as provocações de seus filhos, ele ainda conseguia manter sua postura e não ir adiante. Não porque se reprimia pelo desejo imoral que sentia por seus filhos, mas porque estava curioso até que ponto essas provocações chegariam, e sua vontade era tê-los implorando para que o papai os fodessem. Em sua mente ele fazia uma aposta em qual dos dois filhos seria o primeiro a ceder.
Ali já terminando seu banho, voltando para o quarto para vestir suas roupas, despertou-se de seus pensamentos ao ouvir o toque do celular, bufando ao ver o contato de sua secretária, o ligando.
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- Olha como você está molhadinha, Hazz... - disse Edward, com a voz rouca, deixando beijos no pescoço da irmã.
- Isso Eddie, não para...- a garota pediu, gemendo em prazer.
Edward estava com sua mão dentro dos shorts de Harry, brincando com o grelinho duro e molhado da irmã. Os dois se conheciam tão bem, que não precisaram trocar muitas palavras ao ver Harry descer para a cozinha, com suas bochechas rubras e roçando suas coxas tentando aliviar o tesão após ter sentido o cacete duro do pai anteriormente. Que ao ver o estado da garota, apenas a pressionou contra o balcão da cozinha a beijando com desespero, e começou a brincar com ela, como sempre tinham o costume de fazer.
- Eddie... o cacete dele é tão grande. Quase pedi pra ele me foder ali mesmo, já tava tão duro. - Harry disse com certa dificuldade, liberando cada palavra entre os gemidos.
- Não tem vergonha de ficar assim por culpa do papai não sua puta? - O garoto disse com diversão em seu tom de voz, ainda sem parar de masturbar a irmã.
- Não se faça, maninho! Até parece que você não quer o mesmo. - puxou o rosto do seu irmão para próximo ao seu, e puxou um lábio dele mordendo levemente, gemendo mais em sua boca ao sentir o irmão acelerar os movimentos de sua mão em seu grelinho sensível. - Mas sabemos muito bem que eu vou conseguir foder com o papai antes que você. - respondeu astuta, ainda gemendo ao sentir a pressão familiar em seu ventre, indicando o orgasmo próximo. - Continua Eddie...eu tô quase...
- Não me desafia, maninha. Aposto que consigo antes que você. Papai fica se fazendo de durão e não age, mas eu vou quebrar com a postura dele logo logo, e vai ser a mim que ele vai foder. - respondendo à irmã, e a pegando desprevenida, meteu dois dedos dentro da entrada da mesma, rindo ao ver o corpo da irmã tremer em suas mãos, colocando a outra mão na boca dela, para impedir de gemer alto demais.
Harry estava perto de gozar, mas foi impedida logo que ambos ouviram os passos vindo da escada, se afastando rapidamente antes que o pai os vissem.
Louis já entrando no cômodo, estava vestindo roupas sociais, e seus olhos pregados na tela do celular, enviando mensagem para um de seus sócios. A passos rápidos foi pra geladeira pegando algo rápido para comer, só depois percebendo os dois filhos ali de braços cruzados, e ambos com expressão chateadas para ele.
- Você não vai mais sair com a gente não é? - questionou Harry, ao notar a pressa e vestimenta de seu pai.
- Princesa, me desculpa. Me ligaram da empresa e vão precisar fazer uma reunião urgente. Mas logo assim que acabar eu volto. - disse Louis, se aproximando de Harry para a abraçar, mas a mesma se afastou e caminhou para fora da cozinha, em direção às escadas, sem olhar para trás o respondeu:
- Tanto faz, não sei porque acreditei. Sua vida é só trabalhar, e esquece da gente.
Edward mais calmo em relação à situação, tentou ser compreensivo e disse ao mais velho:
- Tudo bem, papai. Bom trabalho, a gente tenta outro dia. - disse com um sorriso ameno no rosto, deixou um beijo casto na bochecha do pai, e foi em direção às escadas para tentar acalmar a irmã. E Louis não aguardando mais, saiu para ir cumprir suas tarefas no trabalho.
Edward já sabendo onde encontrar a irmã, foi em direção ao quarto dela, a encontrando na cama deitada, já totalmente nua, apertando um de seus peitos e pressionando um vibrador contra seu grelinho rubro pela sensibilidade. Ela, ao perceber a presença do irmão no quarto, decretou impaciente:
- Vem cá! Me ajuda a terminar o que começou. - disse e assistiu Edward começar a tirar suas roupas e já aproximando para subir em sua cama.
- Você foi tão convincente que quase acreditei que realmente estava chateada que o papai foi trabalhar. - o garoto disse rindo, com o corpo em cima de Harry, se abaixou para capturar o mamilo sensível da irmã com os lábios, o mordiscando levemente.
- Eu até estou chateada com ele, mas estou mais por ele ter interrompido a gente. Ele sempre chega na pior hora e eu tô louca pra gozar. - respondeu, e bufou irritada quando o irmão tirou o vibrador da mão dela, jogando no lado da cama. Mas logo Edward abaixou seu quadril contra o dela, ambos gemendo pela fricção gostosa do cacete duro contra o grelinho molhado da garota.
- Você anda estressada e mimadinha demais ultimamente. Tudo só porque tá louca pra sentar no cacete do papai. - disse Edward, começando a investir seu pau contra os lábios da buceta da irmã, aumentando a velocidade cada vez mais. Ambos já gemendo mais alto, envoltos pela nuvem de prazer.
- Eddie, eu não sei quanto tempo vou aguentar segurar pra não dar pro papai, ele é tão gostoso...- disse, e buscou o rosto do irmão com as mãos aproximando para o beijar. Um beijo bagunçado e parando apenas para gemer um na boca do outro.
- Eu te entendo, Hazz...imagina aquele caralho gostoso do papai, bem fundo na sua buceta. - disse e afastou levemente seu quadril do dela, e levou seus dedos para a entrada da garota que escorria livremente seu melzinho, deixando o lençol embaixo já encharcado, e socou dois dedos dentro da menina.
- O-oh...sim! mete mais Eddie... - gemeu ao sentir os dedos de encontro ao seu pontinho de prazer. - O papai ia me foder tão bem...
- Ele vai, Hazz. Mas você precisa parar de ser egoísta e dividir ele comigo. Seria tão maldoso da sua parte não deixar seu maninho também ser o brinquedinho de foda do papai. E também não esquecer de mim, você sabe que eu amo brincar com sua bucetinha, tão gostosa...
Harry afastou os dedos de Edward de sua buceta, e o puxou pelo quadril, novamente encostando as intimidades de ambos, e ela começando a rebolar contra o cacete duro do irmão, que encontrava pingando de pré gozo.
- Tá bom maninho, eu divido ele com você! Agora me fode! - disse e levou sua mão para o pau do irmão para encaixar em sua entrada. Mas logo sentindo o irmão dar um tapa em sua mão, a afastando dali.
- Harry! Já te falei que a gente não vai até o final! - disse Edward irritado.
- Por favor, Eddie...Eu preciso tanto de um cacete dentro de mim... - pediu manhosa, já formando um biquinho em seus lábios, começou a punhetar o cacete do garoto, vendo ele gemer.
- Hazz...é errado, você sabe. - Disse Edward ainda tentando convencer a irmã.
Os gêmeos não lembram quando exatamente começaram seus atos libidinosos. Mas o garoto sempre impedia a irmã quando a mesma pedia para a fodê-la. Ambos tinham ciência da imoralidade de seus atos. Enquanto para o garoto, que considerava "menos pior" se não chegassem até os "finalmentes". Para Harry não existia o grau de certo e errado ali, mesmo que apenas mantivessem nas "preliminares", era sexo da mesma forma, e sempre ficava insatisfeita quando tinha seus pedidos negados de que o irmão a fodesse propriamente.
Irritada pela negação do garoto, o afastou de cima de si, o virando para deitá-lo na cama, o assustando pelo movimento rápido.
- Você é tão mal agradecido, Eddie. Tô implorando pra me foder. E você ainda quer bancar o certinho. Admite que quer sentir seu caralho bem fundinho na minha xotinha, maninho. - disse e logo abaixou seu rosto para o membro do garoto, o capturando com os lábios, chupando e levando fundo em sua garganta.
Edward gemendo, fechou os olhos em êxtase, mas logo os abrindo ao estranhar a falta da boca da irmã em seu pau. Confuso, viu a garota buscar o vibrador na cama, e esfregando o brinquedo contra os lábios de sua buceta, deixando-o molhado pelo seu melzinho. Então abaixou novamente sua boca para o cacete do irmão, e pressionou o vibrador ainda desligado contra a entrada do garoto, o fazendo tentar recuar ao perceber.
- Hazz...o que você tá?....AI PORRA! - disse assustado pela invasão, mas logo começou a gemer ao sentir a ponta do brinquedo começar a vibrar em sua próstata, e a garota socando fundo dentro de si, enquanto ainda chupava o cacete dele.
Harry parou de chupar, aumentou a velocidade do vibrador dentro do cuzinho do irmão, rindo ao ver o desespero dele, gemendo alto com o estimulo em sua próstata, e rapidamente subiu em cima do colo do mesmo, encaixando a cabecinha do pau dentro de sua grutinha que se enxarcava cada vez mais pelo tesão.
Edward, acordando de seu transe ao sentir o calor da buceta em sua glande, a tirou de seu colo, empurrando novamente contra o colchão, deixando um tapa ardido em sua buceta.
- Filha da puta! Você não tem vergonha de ser tão desesperada por pau sua vagabunda! - rosnou as palavras em irritação. - Sorte a sua que você tem essa buceta gostosa de puta. - disse, gemendo novamente ao sentir a vibração em seu cuzinho, e abaixou seu rosto contra a buceta da irmã, chupando com avidez.
- Eddie... - a menina gemia mais alto o nome do irmão. - Isso continua. Porra, eu amo sua boca. - A garota começando a rebolar no rosto do irmão, cada vez mais extasiada ao sentir a língua trabalhar em seu grelinho duro.
Edward gemia com a boca na buceta da garota. Ambos já sentindo o orgasmo se aproximar, cada vez mais desesperados para alcançar. Perdidos em seu mundo não ouviu os passos no corredor, e o pai já na porta do quarto.
- Então é isso que vocês fazem enquanto estou no trabalho? - diz o mais velho, com seu tom de voz alto e rouco, assustando seus filhos, fazendo-os se afastarem imediatamente e tentarem cobrir suas nudez.
Momentos antes:
Louis em todo o caminho para sua empresa tentava ignorar o incomodo de não poder cumprir a promessa que fez aos seus filhos. Ele sempre foi um homem calmo, que não deixava levar por suas emoções facilmente, mas ao chegar na empresa e ouvir as palavras de sua secretária, ele sentiu toda sua paciência se esvair de seu corpo, assustando a funcionária com o soco forte no balcão da recepção.
- Me d-desculpa, chefe. Eu realmente não sei onde estava com minha cabeça e confundi os horários e pensei que essa reunião era hoje. - disse a mulher gaguejando pelo susto e medo da reação de Louis.
- É, é tanto faz! Arruma suas coisas e vai embora. Depois você volta pra assinar sua demissão, sonsa do caralho. - respondeu Louis, ainda enfurecido, e voltou à passos rápidos de volta para o elevador para ir embora e voltar para casa.
Já em casa, seu estresse anterior já estava esquecido em sua mente. Mas estranhou o silêncio que estava na casa, mas imaginando que os filhos estivessem em seus respectivos quartos, subiu as escadas, com um sorriso em seu rosto, alegre que finalmente teria seu momento com seus filhos. E ao chegar no topo da escada, rumo ao corredor, parou seus passos ao ouvir gemidos saindo do quarto de Harry. Sentiu seu sangue ferver ao ter o pensamento que sua filhinha tenha trago algum homem para casa, e foi a passos decididos para o quarto da garota. Vendo que a porta do quarto já estava aberta, seu corpo congelou ao ver o que acontecia ali.
Louis deveria ter desconfiado que a proximidade e intimidade de seus filhos era mais que apenas fraternal. Vendo aquela cena, pela fresta da porta, de seu filho Edward chupando a buceta de Harry, ele não sabia se seu corpo ferveu em fúria, ou em tesão.
Mas seu pau já começando à dar sinais de vida, já respondia sua própria pergunta. No entanto, ele decidiu ignorar, e entrar no quarto para confrontar seus filhos:
- Então é isso que vocês fazem enquanto estou no trabalho? - diz o mais velho, com seu tom de voz alto e rouco, assustando seus filhos, fazendo-os se afastarem imediatamente e tentarem cobrir suas nudez.
Harry e Edward se assustaram pela presença do pai naquele momento. Edward, balbuciou algumas palavras, mas não conseguia finalizar uma frase.
- Eu fiz uma pergunta, porra! - disse entredentes, logo se aproximando seus filhos e os puxando ambos pelos cabelos. - Que vocês dois não se passam de duas putas, disso eu já sabia. Mas agora vocês me surpreenderam.
Ambos grunhiram mediante à dor. Louis os encarava em busca de respostas. Mas sem ao menos perceber, apertou seu cacete, agora já totalmente duro, por cima das calças, em busca de alívio.
Ato que foi percebido por Harry, surgindo um sorriso no canto de seus lábios ao perceber o estado que seu pai encontrava.
Louis logo vendo o sorriso nos lábios da filha, balançou a cabeça em negação, e soltou uma leve risada:
- Que foi princesa? Porque tá encarando o cacete do papai desse jeito? Não tem vergonha de ser vadia?
Harry pega de surpresa, sentiu suas bochechas esquentarem de vergonha. Desviando o olhar do pai. Mas logo sentindo o mais velho puxar seu queixo rudemente, murmurando baixo pela dor do aperto.
- Olha pra mim quando eu estiver falando com você! - disse Louis seriamente, soltando o queixo da menina, e logo dirigindo sua palavra para o outro filho:
- Então enquanto as duas putas se esfregavam "inocentemente" para o papai, vocês estavam fodendo? - se aproximou de Edward, o apertando pelo pescoço, vendo a expressão aterrorizada do filho, ignorando as lágrimas que já começava a preencher os olhos do garoto. Intercalando seu olhar de um filho para o outro, continuou:
- Tsc, tsc, tsc...papai está muito chateado e decepcionando com vocês! Me deixando de fora da diversão em família.
Os menores ao entender o que o pai falava, ainda permaneceram imóveis, com surpresa estampado em seus rostos. O ar que já era escasso naquele quarto, se tornou mais ainda ao verem o mais velho começar a tirar o cinto da calça, e colocando a mão dentro de sua calça, punhetando o cacete dolorido de tesão. Louis vendo os filhos ainda estáticos, disse:
- Venham para o papai. Se vocês forem bonzinhos o suficiente, eu penso se perdoo vocês.
- Sim, papai. - sussurrou disse Harry, com dificuldade devido à tensão, mas já ansiosa em ter o que desejava a tanto tempo, se aproximando do pai, começou a beijar seu pescoço, mas por um momento esqueceu da presença do irmão, e viu o mesmo começar a beijar o outro lado do pescoço do pai, e levando a mão para a calça do mais velho, apertando a ereção ali. Harry enciumada, afastou a mão do garoto imediatamente dali, colocando sua mão no lugar, já tentando abrir o zíper da calça.
- Sai Hazz! - disse o garoto.
- Se começarem a brigar que nem duas vadias pelo meu cacete, vai ficar os dois sem nada, estão me entendendo? - Louis disse rudemente, puxando cada um pelos braços, e apertando ali fortemente, que teria certeza que ficariam marcas. Satisfeito ao ver os filhos acenarem com a cabeça que sim, abaixou sua calça, expondo o caralho duro e com a glande já molhada de pré-porra. - Ótimos. Agora ajoelhem, e chupem o cacete do papai direitinho.
Os dois imediatamente obedeceram, ajoelhando no tapete próximo a cama, os dois irmãos olharam entre si em ansiedade, sorrindo e pela conexão dos irmãos, entraram em um acordo silencioso de serem bons para o papai, com medo de chateá-lo novamente. Tornaram seu olhar para o cacete do pai em sua frente, ambos já sentindo a ansiedade de tê-lo em sua boca.
Edward levou sua boca para as bolas pesadas do pai, chupando com avidez, e levou sua mão para o peito de Harry, apertando o mamilo enrijecido entre os dedos. Harry arrastou sua língua desde a base, até a glande rubra, deixando um selinho casto, antes de fechar a boca em volta do cacete. Louis gemeu rouco sentindo as duas bocas trabalharem em si. Segurou cada um dos filhos pelos cabelos, apertando levemente. Harry incentivada pelo puxão no cabelo, começou a investir mais seu boca ali, levando fundo em sua garganta.
- Porra...que boquinhas gostosas, filhotes. Não acredito que perdi tanto tempo sem ter vocês chupando tão bem o papai.
Tentando controlar a respiração para chupar bem o cacete do papai. Tarefa que tornou mais difícil ao sentir os dedos do irmão descer de seus peitos e ir em direção à sua bucetinha. Gemendo arrastado, com o caralho ainda em sua boca, o enviando vibrações. Louis ao perceber porque a filha gemia, riu ao ver os dedos do filho trabalhando na buceta da irmã.
- Porra Eddie...parece que você gosta mesmo da bucetinha da sua irmã. Não aguenta ficar um tempo sem colocar a mão. - disse arrastado em tesão. Puxando os dois pelos cabelos, para que começassem a chupar juntamente seu cacete, os dois filhos chupavam a glande do pai, em uma mistura de línguas, como se beijassem entre si. - Conta pro papai, Eddie. A buceta de Harry é tão gostosa assim como parece ser? Como é ter ela envolta do seu pau?
Harry deu uma risada, divertida com o questionamento do pai. Edward parando de chupar o cacete, levou seu olhar para o pai, e com timidez disse:
- Eu não fodi ela, papai. A gente só brinca um pouco... - disse com tom de voz baixo, mordeu seus lábios em nervosismo, ao ver o pai arquear as sobrancelhas e balançar a cabeça negativamente.
- Porque não, meu bem? Tendo essa putinha à sua disposição e você não aproveitou pra fazer a sua irmãzinha de brinquedinho de foda? - questionou com tom de voz suave.
- Eu já pedi pro Eddie, papai. Mas ele nunca me fode direitinho do jeito que quero. - disse a garota, expondo mais um segredo entre eles.
- Agora fiquei decepcionado, Eddie. Esperava mais de você. Sempre confiei em você em cuidar direitinho da minha bebê, sem nem ter ideia que seu modo de cuidado era outro. - disse e soltou uma risada em deboche, continuando: - deixa eu te mostrar como deve foder essa vagabunda.
Harry imediatamente sorriu em felicidade, ansiosa para sentir o papai a foder. Ignorando a face de chateação do irmão, ao ver que tinha perdido a disputa dos dois de quem seria o primeiro a ser fodido pelo mais velho. Louis terminou de tirar o restante de suas peças de roupa, ficando completamente nu, sentou na cama, ainda com as pernas para fora dela, e bateu em suas coxas como um pedido para Harry ir até ali, e a mesma obedecendo imediatamente, sentiu as mãos do pai em sua cintura, a virando de costas para o mais velho.
- Abre as pernas, princesa. Papai vai foder a sua buceta bem gostoso, pra ensinar o Eddie, sim? - disse, a ajudando a apoiar os pés em cada lado da cama, ainda segurando em sua cintura, levou sua mão em seu cacete pesado, e encaixou na xotinha da filha, investindo seu quadril para cima, e ambos gemendo em prazer.
- Porra, amor. Que buceta gostosa. Tão apertadinha pro papai. - disse rouco entre gemidos, e ao ver o filho ali em sua frente ainda ajoelhado, sem tirar os olhos do cacete socando fundo na buceta da irmãzinha, tão molhados, sentia que poderia gozar ao apenas assistir aquela cena. Imediatamente sentiu sua boca encher d'água ao ver o grelinho rubro da garota. Se aproximou deles, sentando em cima do pé do pai, acariciando a perna dele.
- Papai, possa chupar a Hazz? Por favor? - pediu com um tom quase choroso, começando a rebolar em cima do pé do mais velho. Louis não o respondeu, apenas virou seu olhar para o filho, com um sorriso no canto de seus lábios. O olhando por cima com superioridade. Edward vendo que não obteve resposta, pediu novamente: - Por favor, papai? Eu prometo ser bonzinho.
- Você gosta de chupar a buceta da Hazz, amor? - questionou, entre os gemidos, com Harry em cima de si, aumentando as velocidades nas quicadas, logo o filho acenar rapidamente com a cabeça afirmando. - Então pede pra ela. Se a chupar direitinho, eu deixo você brincar com o caralho do papai também.
- Hazz, posso te chupar? - disse o garoto para a irmã. No fundo já sabendo que seu pedido dessa vez não teria risco de ser recusado. O garoto amava tanto o gosto da irmãzinha quanto a garota amava sentir a boca de seu irmão em sua intimidade.
- Sim, sim, vem Eddie. - respondeu quase que imediatamente, ansiosa para ter o irmão a chupando, gemendo alto ao sentir a língua de seu irmão em sem grelinho. Edward gemeu satisfeito com o sabor do melzinho de sua irmã em sua boca. Ele poderia a chupar quantas vezes fossem necessárias, mas ainda sentiria que não tinha o bastante. Louis para facilitar a posição deles, segurou firme na cintura da filha, a deixando parada, e começou a socar mais forte no fundo da buceta da garota.
- P-papai, mete...mete...que caralho gostoso, papai! - gemeu a garota, pedindo mais para o pai, já sentindo suas forças esvair de seu corpo com a força nas socadas do pai dentro de sua xotinha. - Eddie, que delícia...eu amo tanto sua boca na minha bucetinha, maninho.
Eddie desceu sua boca para o cacete do pai, estendendo a língua para que o mais velho investisse contra a buceta da irmã, e sua língua ao mesmo tempo. Por seu queixo escorria sua saliva. Sentou sob seus tornozelos, e gemeu arrastado ao sentir o vibrador que ainda estava dentro de seu cuzinho.
- Porra... que sorte eu tenho de ter duas putinhas só pra mim. - gemeu o mais velho, e tirou Harry de cima de seu colo, a jogando na cama com brutalidade, deixando um tapa na sua buceta, sorrindo ao ver o estado da filha, e logo chamou o filho para a cama também. - Vem cá, Eddie. Coloca Harry pra chupar seu cacete. Princesa, mostra pro papai como você chupa seu irmãozinho.
Eddie subindo na cama, acatando imediatamente o pedido do pai, ajoelhado, aproximou seu quadril do rosto da irmã. Logo a mesma tomando o cacete duro do garoto pela mão, com a glande rubra por estar segurando o orgasmo a tanto tempo, levou à sua boca, o chupando, e gemendo ao sentir o gosto do irmão em sua boca.
- Fode a boca dessa putinha, meu amor. - ordenou o mais velho, vendo o filho logo obedecer, e a filha respirando com dificuldade pelo tamanho do membro socando fundo em sua garganta. E Louis, então pegando seu cacete duro em sua mão, abrindo as pernas de Harry, se encaixando ali, e socou fundo sem aviso na intimidade da filha. Levou uma mão para o peito da garota, e a outra, levou para a bunda do filho, sorrindo ao perceber o que tinha ali.
- Ora, ora...que surpresa temos aqui. Sua maninha estava te fodendo antes de eu chegar aqui, Eddie? - questionou o mais velho, tirando levemente o vibrador do cuzinho do filho, mas logo socando fundo com força. - Responde!
- S-sim, papai! - o garoto respondeu com dificuldade, levado sua mão para o tronco do pai, tentando se apoiar ao sentir suas pernas bambear. Pulando levemente ao sentir o pai dar um tapa ardido em sua bunda.
Louis aumentou mais a velocidade nas investidas contra a buceta da filha, e sua mão ainda trabalhando contra o cuzinho do filho, usando o brinquedo nele. O quarto sendo preenchido pelos gemidos cada vez mais altos dos três. Louis puxou o rosto do filho, apertando suas bochechas, formando um bico nos lábios do garoto, o beijando rudemente, investindo sua língua contra a boca, e o menor chupando a língua do pai como se fosse em um boquete. Logo se abaixou para o rosto de Harry, tirando o cacete de Edward da boca da menina, o tomando começando uma punheta em seu filho, levou sua boca para a de sua filha para beijá-la também. A menina recebendo o beijo, sentia dificuldades ao tentar beijá-lo enquanto gemidos saiam de sua boca, sentindo o orgasmo se aproximar ao sentir o cacete do pai tão fundo dentro de si. Louis interrompeu o beijo, e ainda deitado em cima de Harry, levou sua boca para o pau do filho, chupando com avidez.
Era demais para os dois para os dois filhos, sentiam que a qualquer momento poderiam colapsar, em tamanho tesão. Harry sendo a primeira a avisar ao pai:
- Papai, eu vou gozar. - avisou com ansiedade, e logo ouvindo o irmão sussurrar entre gemidos que também estava próximo de seu ápice.
- Não. Vocês não vão gozar agora. O papai ainda não terminou de brincar com meus brinquedinhos de foda. - ordenou Louis, ainda investindo contra a buceta de Harry, retornando a punhetar o cacete do filho. O mais velho respirando com dificuldade, ao sentir seu orgasmo se formar em seu ventre. Não precisando de mais três investidas para esporrar sua porra dentro da xotinha da filha. Retirando seu cacete para fora dela, chamou o filho:
- Eddie, limpa a buceta da sua irmã. Chupa direitinho, sim? Não quero ver um resquício da minha porra nela. - ordenou, puxando o corpo do garoto para se abaixar contra a intimidade da garota, o deixando de quatro para si, vendo o mesmo logo obedecer a chupar a xotinha de Harry, recolhendo toda a porra para sua boca, e a garota gemendo ao contato da língua de seu irmão ali. Aproveitando a posição do filho, retirou o brinquedo da entrada do menor, logo posicionando seu cacete, que apesar do orgasmo recente, ainda permanecia duro. Entrando sem aviso contra o cuzinho do filho, e já investindo suas socadas contra ele, gemendo o nome do filho: - Caralho Eddie, que cuzinho delicioso, amor...
- P-papai... - o menor gemeu com dificuldade. - Ela está limpa, papai. Já engoli tudo. - disse ao mais velho.
- Bom garoto, filhinho. Agora quero que você fode a buceta da sua irmãzinha, ok? Faz isso pro papai? - pediu Louis, saindo de dentro do filho, puxando seu corpo para que se posicionasse para fora da cama, e vendo Edward puxar a irmã pelo quadril, se posicionando entre as pernas da menina, bateu levemente seu cacete contra o grelinho dela, e não esperando mais para investir dentro dela, ouvindo a irmã gemer.
- Porra, Hazz...que buceta gostosa. - gemeu junto com ela, enfiando o cacete duro devagar contra ela. Louis se posicionou novamente atrás do menor, socando fundo o cacete no cuzinho do filho. Os três gemendo alto, em uma confusão sem saber por qual nome clamar.
- Isso, meu bem. Fode sua irmãzinha enquanto você se fode no caralho do papai, sim? - pediu o mais velho. Edward socando fundo na buceta da irmã, enquanto sentia o caralho pesado bater em sua próstata, já sabia que não conseguiria aguentar por muito tempo.
- Papai, me deixa gozar...tá muito gostoso, papai. - suplicou o garoto.
- Eu também, papai. P-por favor? - pediu Harry, com medo do pai negar, pois tinha certeza que dessa vez não conseguiria segurar, já com o coração aflito imaginando que poderia decepcionar o papai. Mas logo os dois aliviados, ao ouvirem a permissão de Louis.
- Gozem para o papai, bebês. Podem vir. - como se o mais velho tivesse um poder sobre os corpos dos filhos, imediatamente os dois gozaram, aliviados. Edward esporrando toda sua porra dentro da xotinha da irmã, e diminuindo a velocidade de suas investidas, parando. Mas logo se assustando pelo tapa ardido em sua bunda, dado pelo mais velho.
- Eu disse que vocês poderiam gozar, mas não mandei vocês pararem! Continua caralho. - ordenou o mais velho, com suas palavras saindo quase em um rosnado. Puxou Edward pelo cabelo, encostando a cabeça do menor contra seu ombro, ao ver que o mesmo ainda continuava imóvel. - Eu mandei você continuar, porra! - rosnou, e deixando um tapa dessa vez no rosto do filho. Vendo o mesmo logo obedecer, e voltando a investir contra a buceta da irmã.
- Papai, tá doendo. Eu não consigo. - suplicou Eddie, suas pernas tremendo pela sensibilidade, mas ainda tentando acatar o pedido do pai, continuou socando fundo na garota. O cacete em sua próstata não facilitava sua tarefa. Seu rosto já molhado pelo suor, e lágrimas que escorria por sua bochecha, tamanha a sensibilidade.
Harry não estava muito diferente. Chorava pela sensibilidade em sua xotinha. Seu rosto vermelho, e respiração entrecortada. Já sem voz para conseguir gemer. Tomada pela dor, sensibilidade, piorou quando sentiu dedos brincar em seu grelinho, sem forças para levantar a cabeça e tentar identificar quem era o dono das mãos.
- Pensei que vocês iam ser bonzinhos para o papai. Mas tô vendo que vou ter que arrumar outro brinquedo pra mim, já que as putinhas não aguenta. Ficaram tanto tempo me provocando e agora estão chorando para parar? - questionou o mais velho, indignação beirando em seu tom de voz.
Edward, em resposta para a provocação do pai, um misto de raiva e tesão subiu em seu peito, incentivado, socou com mais força contra a buceta de Harry, sentindo seu quadril bater com o do pai a cada investida, com lágrimas escorrendo cada vez mais de seus olhos, os filhos já sentindo seus orgasmos se aproximarem. E Louis gemendo rouco o nome dos filhos.
Dessa vez, sem pedirem permissão ao mais velho, gozaram novamente. Os dois chorando alto em soluços. A porra de Edward já esporrava pra fora da buceta de Harry, fazendo uma bagunça nos lençóis. E Harry, sentindo o orgasmo bater mais forte dessa vez, esguichou contra a virilha do irmão. Sua xotinha se contraindo em volta do caralho do garoto, o fazia perder mais a noção, presos naquela confusão sem saber se era tesão, dor ou desespero. E Louis se controlando para não gozar dentro do cuzinho do filho, ao sentir a entrada contrair forte em volta de seu cacete.
- Continua! - ordenou Louis.
Edward, rosnou e gemendo ao mesmo tempo, voltou os movimentos de seu quadril. Sua mente entrou em transe, o fazendo ver vermelho, nem mesmo percebendo que começou a desferir tapas fortes em cima da buceta de Harry. Apertando o peito da garota com a outra mão, fortemente. Harry gemendo fraco, sentindo sua garganta arder. Tentava chamar pelo nome do irmão ou do pai, mas sem sucesso. Sem controlar sentiu o orgasmo novamente vir, molhando mais o seu irmão com seu líquido.
Edward cada vez mais socando forte contra a buceta de Harry, sua dor e sensibilidade se anulando tamanho tesão que sentia naquele momento. Não ouvindo os chamados do pai em seu ouvido.
- Eddie, para. - o garoto não parou. - Edward Tomlinson! Para! - o filho apenas ouvia zumbidos em seu ouvido, não identificando o pedido do pai, continuou investido o quadril contra os dois. Apenas acordando de seu transe quando sentiu o pai o puxar contra si, o empurrando para a cama com brutalidade. Harry que já chorava, tornou o mais alto ao sentir a falta do cacete do irmão nela.
- Papai...Eddie. Eu q-quero. Não p-para, por favor. - suplicou a menina, tomando suas poucas forças que ainda tinha e engatinhou para o irmão que estava sentado na cama. Subindo em seu colo, sentou fortemente contra o cacete do irmão, o abraçando pelos ombros, buscando sua boca desesperadamente para beijá-lo. E Eddie que gemeu em alívio ao sentir a buceta da menor em volta de si, logo socando forte para cima, e a menina sentando de encontro ao quadril do irmão.
Os dois tinham entrado em um estado mental onde sentiam que não conseguiriam mais parar, com urgência, como se desejassem fundir seus corpos em desejo. Mesmo que os dois irmãos juntos novamente, ainda choravam, entre um gemido e outro, os dois tornando os olhares para o pai que estava na beirada da cama, punhetando seu caralho grosso.
- Papai, eu quero você, papai! - Clamou Harry, contradizendo seu desespero anterior em sentar no cacete do irmão.
Louis acatando o pedido da filha, subiu na cama, maravilhado com a cena da porra do filho escorrendo da bucetinha da menina para as bolas do garoto, tornando cada vez mais alto no quarto a mistura de gemidos e barulhos molhados. Louis não demorou para levar seus dedos ali, recolhendo um pouco do fluido, e levando para o cuzinho da menina. Rodeando levemente na borda, e levando o restante da porra do filho para lubrificar o próprio pau, se encaixando atrás de Harry, entrando com seu cacete devagar.
- P-papai! Dói, papai... - gemeu a menina.
- Shh princesa...eu sei. Prometo que já vai passar. Senta gostosinho no cacete do papai e do maninho, vai... - pediu levando suas mãos para os peitos de Harry, brincando com os mamilos entre seus dedos, os puxando levemente.
Harry começou a sentar contra os dois cacetes em suas entradas. Gemendo cada vez mais alto, logo a dor sendo substituída pelo prazer, sentia que iria explodir a qualquer momento. Louis e Edward ao ver a garota diminuir a velocidade, devido a fraqueza em seu corpo, começaram a socar seus cacetes fortemente fundo nela. Harry sem conseguir mais controlar, sentiu gozar novamente, molhando mais o irmão debaixo de si, gritando com a voz falhada o nome dos dois. Louis não esperando mais esporrou dentro do cuzinho de sua filha, logo Edward atingindo o orgasmo novamente. Mas ainda continuaram a meter contra o corpo mole da menina. Gemendo arrastados pela sensibilidade.
Harry não aguentou mais, e sentiu o cansaço bater forte em seu corpo. Sua mente ficando nublada, viu pontos pretos em sua visão, logo as pálpebras caindo, e seu corpo perder totalmente as forças...desmaiou em cima do tronco do irmão.
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
- Maninha? Hazz...acorda, princesa. - sussurrou Edward contra o rosto da menina, sorrindo ao ver ela abrir os olhos levemente, logo chamou pelo mais velho - Papai! Harry acordou!
- Oi bebê! Que bom que acordou. A gente ficou preocupado... - disse Louis entrando no banheiro onde estava os filhos, os dois dentro da banheira grande da suíte, com Edward segurando sua irmã em seus braços.
Louis retirou a toalha de sua cintura, expondo a nudez, e se juntou aos seus filhos na banheira. Harry ainda tentando acostumar seus olhos com a claridade, abria-os levemente, se aconchegando no peito do irmão, e gemeu satisfeita ao sentir o pai levar sua mão em seus cabelos molhados. Ela ainda grogue, começou a se recordar dos acontecimentos anteriores.
O resto da noite foi regada por muito carinho entre os três. Ainda os homens atentos e preocupados pela menina, a cuidaram com zelo. No final daquela manhã, todos tomados pelo cansaço, foram se deitar. Louis sentindo o homem mais sortudo do mundo ao ter os corpos dos filhos em cada lado de si.
Ainda sem acreditarem no que acabara de acontecer, dormiram num acordo silencioso entre os três, que as conversas necessárias ficariam para depois.
Alto risco.
Onde Harry a filha do dono do morro é louca para transar com o braço direito do seu papai, Louis Tomlinson, mas ela não pode por que seu papai lhe mataria se descobrisse, mas o que ela não faria pelo traficante e braço direito mais gostoso de toda aquela favela?
Avisos!!
- Harry intersex
- Desuso de camisinha
- Uso de drogas e bebidas
[…]
- Mãe! tô saindo. - Harry gritou do andar de baixo, se olhando no espelho enquanto ajeitava os cabelos, pronta para sair. Ela estava vestida com um shortinho jeans escuro que mostrava a popa da sua bunda e marcava os lábios da sua florzinha, um cropped branco que apertava seus peitinhos e mostrava a sua tatuagem de borboleta junto com o seu piercing no umbigo. Ela sorriu sapeca pra si mesma no espelho e saiu de casa sem esperar a reposta da sua mãe. Eram 15:00 horas da tarde e Harry andou tranquila por ali vendo alguns traficantes e crianças brincando na rua. Seguiu seu caminho distraída até a casa da sua amiga Clara. Viu os olhares nada discretos dos traficantes na sua bunda e sorriu, subindo mais o short.
Passou por um beco sujo e torceu o nariz quando viu alguns viciados caídos por ali, ela atravessou a rua e chegou na casa da amiga, bateu na porta e esperou. Harry era a mais conhecida e a princesinha da favela, seu pai – dono do morro – era uns dos criminosos mais procurados de Vidigal, e um homem muito bruto e perigoso. Harry nem lembra a última vez que o viu, ele era muito ocupado. Harry amava aquela vida não podia negar, sempre teve tudo que sempre quis desde criança, sua mãe era uma mulher maravilhosa e quase nunca negava nada a filha, Harry não se importava com o que seu pai fazia, não ligava para o que as pessoas falavam da sua vida e família, ela era feliz e isso bastava. Sempre foi mimava e era difícil ouvir um não das pessoas, sua beleza era de outro mundo e ela sabia, usando disso pra sempre tentar ter tudo que queria. Com seus 18 aninhos completos Harry já aprontou demais em todo aquele morro. Amava uma adrenalina e por isso vivia se colocando em risco só pelo puro prazer e a sensação de estar fazendo algo que poderia fuder com a sua vida. Ela sabia que algum dia poderia dar merda, mas não ligava, estava aproveitando sua vida.
- Eai gata? Bora? - Saiu de seus pensamentos quando sua amiga lhe arrastou pro lugar de sempre. A praça da favela ficava bem no centro de todo o morro, ali tinham muitas lojas e comércios, ficando agitada na maioria dos dias. As amigas passavam quase a tarde toda, conversando, dançando, e flertando com os traficantes que passavam a todo momento por ali.
Harry estava rindo de algo que sua amiga tinha falado quando o viu. Ele estava com uma calça preta e uma camisa branca, no seu ombro esquerdo estava um fuzil pendurado e na cintura duas clocks pesadas, ele estava fumando um cigarro de maconha e seu cabelo estava com uma franja lateral com os lados aparados.
Ele estava todo suadinho por causa do sol forte e Harry quase babou quando ele ajeitou a correntinha de ouro no seu pescoço. Os olhos azuis observavam o movimento dos comerciantes, e Harry sentiu sua florzinha contrair quando ele colocou as mãos grandes nas armas da cintura.
- Nossa… - Ela suspirou olhando para as tatuagens bem marcadas no corpinho definido. Clara percebeu e olhou na direção em que Harry olhava rindo baixinho e balançando a cabeça em negação.
- Você sabe que não pode dar pra ele né? - Ela disse ainda sorrindo.
- É eu sei, e isso tudo é uma merda… - Harry falou chateada. Louis Tomlinson era o traficante e o braço direito do seu pai, e era por causa disso que Harry não podia ter nada com ele. Seu pai nunca deixaria e lhe mataria se sonhasse que Louis tinha encostado um dedo em si. Harry tinha uma queda fortíssima por Louis desde que tinha 15 anos. Ele era perfeito, respeitado e muito bem conhecido por todos do morro. Louis tinha fama de pilantra e pelo o que Harry ouvia nos bailes e na escola, ele tinha uma pegada deliciosa. As garotas e garotos babavam em cima dele e esse era exatamente o tipo de Harry: os cafajestes. A menina sonha com o dia em que vai conseguir sentir aquelas mãos tão firmes em si e poder desfrutar de tudo com o moreno. Poder provar aquela pegada que tanto as meninas falavam por aí, Harry já sentia sua florzinha molhar com a possibilidade, não ligando nem um pouco pro seu pai. Esperava que Louis também pensasse assim. - Sai dessa gata, se seu pai descobrir que você tá doida pra dar pro braço direito dele, você morre. E nem sua mãe vai poder te ajudar, como nas outras vezes. - Clara disse revirando os olhos. Harry já transou com muitas garotas e traficantes do morro. Ela era uma puta e gostava disso. Sua mãe sempre encobria suas merdas e seu pai nunca ficava sabendo o que a querida filhinha aprontava. Era por isso que ela amava a sensação de ser pega enquanto transava em um beco com um traficante qualquer. - Eu não me importaria de morrer se a última coisa que eu fizesse fosse dar pra esse homem. - Harry disse ainda observando o moreno. - Tá maluca mona? Fumou maconha estragada de novo? - Clara disse com um tom risonho.
- Argh, qual é Clara eu sei bem que você também quer dar pra ele. – Harry disse revirando os olhos. - Eu tenho namorado! - Ela disse incrédula. - Quem liga? - Harry disse se levantando, ela ajeitou o short e o cropped suspirando e criando coragem para chegar até Louis. Clara no entanto a impediu segurando seu braço. - Você não vai falar com ele, vai? - Ela disse ainda segurando seu braço. - É claro que vou! - Harry disse como se fosse óbvio.
- Amiga é sério, isso vai dar merda. Seu pai pode descobrir e acabar matando você, e pior ainda, ele também. - Clara disse apreensiva. - Ninguém vai matar ninguém! Fica de boa caralho. - Harry disse irritada se afastando da amiga, odiava quando queria tanto algo e as pessoas tentavam lhe impedir. Suspirou e se afastou andando confiante até Louis. Olhou para trás e sua amiga já não estava mais ali, ela negou com a cabeça um pouco irritada e atravessou a rua indo na direção do beco em que Louis estava encostado. Se aproximou quase babando olhando as mãos firmes e as tatuagens tão bem nos braços do moreno, Harry amava a correntinha de ouro dando um charme a mais e o cheiro de maconha e suor masculino a deixando louca. - Oi Lou.. - Ela disse segurando um suspiro quando ele soprou a fumaça em sua direção. - O que você quer? - Louis falou descendo o olhar por todo o corpinho na sua frente, o canto da boca se formando um sorrisinho quando viu as coxas tão grossas e lisinhas da filha do seu patrão. - Ah nada… - Harry disse quase distraída. - Só queria saber do meu pai, você sabe onde ele tá?
- Ele tá resolvendo umas paradas ai, qualquer coisa eu te aviso. - Disse desviando o olhar. Harry concordou com a cabeça não desviando o olhar nem por um minuto nas armas da cintura do moreno, a camisa um pouco levantada podendo ver a v-line bem marcada de Louis, deixando Harry pensativa.. se a entrada é assim imagina a festa. Ela sorriu com o pensamento logo perguntando: E o que você tá fazendo aqui Lou? - Só observando o movimento, por quê? - Ah nada.. é que eu queria saber se você vai no fluxo amanhã.. - Sim, vou tá por lá. - Ele disse finalizando o cigarro de maconha, ajeitando a arma no ombro e pondo as mãos nas armas da cintura, Harry suspirou quase caindo de joelhos ali mesmo.
- Hm.. - Harry se aproximou, Louis franziu o cenho, já sabendo muito bem o que a menina queria, não era de hoje que ele via ela quase se jogar no seu colo. - Eu também vou tá por lá, a gente pode se divertir se você quiser.. - Disse sugestiva.
Louis sorriu de lado abaixando a cabeça e depois fitando os seus belos olhos azuis nos verdes da menina, passou a língua pelos lábios vermelhos, se aproximando de Harry sorrindo baixinho quando ela prendeu a respiração, a expressão em expectativa. - A gente se vê por ai. - Ele disse tocando sutilmente no queixo dela e se afastando, deixando uma Harry com a respiração pesada e a florzinha piscando, confusa e ansiosa para o dia de amanhã.
[…]
A música tocava alto nos carros de som, o baile funk já acontecia a algumas horas e tinham muitas garotas dançando chapadas até o chão, traficantes sarrando atrás delas e exibindo suas armas e garrafas caras de bebidas. Harry estava sentada em cima de um pequeno muro por ali, ela fumava um cigarro de maconha e tinha uma garrafinha de ice na outra mão, observava com seus olhos verdes maliciosos Louis do outro lado, encostado em uma parede bebendo distraído. Ele estava perfeito nas suas roupas totalmente pretas, de vez em quando olhava na direção de Harry e desviava o olhar, não deixando de pensar que ela estava gostosa demais naquele short-saia curtíssimo que exibia suas pernas branquinhas e na blusinha cinza curtinha que deixava um ombro exposto e exibia seu piercing no umbigo, ficando evidente também o seus dois piercings dos peitos.
Estava distraído olhando as garotas dançarem loucas até o chão quando Zayn se aproximou, ele parecia um pouco chapado e tinha marcas de chupões no pescoço.
- E ai Zé. - Ele falou tirando um saquinho do bolso da calça com pó, colocando um pouco na mão e cheirando em seguida. - Tá afim? - Ele perguntou sorrindo. - Não valeu. - Louis respondeu. - Beleza então, eu estava ali observando aquela gostosa. - Ele apontou com a cabeça para Harry. - E percebi que ela não para de te olhar, quando vai comer a filha do chefe? - Sorriu.
- Não tô afim de morrer por causa de uma boceta. - Louis falou travando o maxilar quando viu que Harry estava se aproximando. - Vai por mim.. - Zayn bateu no seu ombro. - Essa boceta vale a pena. - E se afastou. Louis piscou pensativo e ajeitou a gola da camisa preta no pescoço. Harry se aproximou de si sorrindo enquanto ajeitava a blusinha no ombro, Louis não pode deixar de descer o olhar por todo o corpinho dela, suas mãos ansiando por tocar cada parte. - Lou.. - Ela falou um pouco alto por causa da música. - Fala ai o que você quer? - Louis disse jogando seu copo agora vazio no chão, e cruzando os braços. - Acho que você sabe muito bem o que quero Louis.. - Ela sorriu malicioso, sentindo o cheiro delicioso do perfume forte e de maconha vindo dele. - Você tá parecendo uma puta desesperada por um pau. - Louis falou sorrindo de lado quando Harry apenas deu de ombros.
- Talvez eu seja uma putinha desesperada pelo seu pau Louis.. - Ela falou bem próximo dele quase no seu ouvido. - E o que eu mais queria agora era você me comendo bem gostoso.
Tomlinson rosnou excitado e olhou para os lados antes de puxar a menina com brutalidade para um beco, Harry sorriu mordendo os lábios e foi empurrada na parede de tijolos com força, o beco estava meio escuro e Louis não perdeu tempo, colocando a mão no pescoço da menina e atacando seus lábios.
As línguas se encontravam com brutalidade, Harry tinha a mão na nuca de Louis arranhando de leve ali, enquanto Tomlinson tinha uma mão nos seus cachos e a outra que apertava sua cintura fina com força. - Hmm… - Harry gemeu quando ele apertou sua bunda com força e puxou seus cachos, ele deixava beijos pelo seu maxilar descendo para o pescoço, Harry revirava os olhos com a pegada forte do moreno. - Vem comigo amor. - Ele falou baixinho, Harry prendeu os dentes entre os lábios e foi puxada com força para o carro do moreno, ela estava desnorteada com a pegada tão firme de Louis e sua florzinha piscava sem parar. Observou as mãos firmes de Louis no volante e não demorou muito para eles chegarem no que parecia ser uma das casas de Louis, ela o seguiu para dentro e foi prensada na porta com força, começando uma nova sessão de beijos. - Eu vou foder essa sua boceta tão bem. - Ele sussurrou no seu ouvido, Harry apenas assentiu e Louis se afastou olhando nos seus olhos, com uma mão em volta do seu pescoço. - Lou.. - Ela falou manhosa. - Vai, pede. - Louis falou sorrindo safado. - Me come por favor. - Ela disse baixinho. Ele sorriu e a puxou pro andar de cima, Harry estranhou quando ele não entrou no que parecia ser o quarto, passou direto e subiram uma escada, que dava para laje da casa do moreno. - O que? - Harry falou não entendendo o que eles estavam fazendo ali, dava para ver o baile funk acontecendo dali de cima, a música alto e as pessoas dançando. Louis parou atrás de si, ela conseguia sentir o pau duro dele na bunda e fechou os olhos quando a respiração quente dele bateu na sua nuca sussurrando baixinho: - Cala a porra da boca. Ele desabotoou o seu short enfiando a mão quente dentro da sua calcinha, ela gemeu baixinho quando ele massageou o seu grelinho sensível, sentindo a xotinha toda molhadinha, Harry tombou a cabeça para trás encostando no ombro de Louis, sem ele parar de esfregar seu grelinho. - Hmm Louis.. - Ela gemeu quando ele deu um tapinha de leve, se afastando e desabotoando as calças. Harry rapidamente tirou apenas o short ficando peladinha, sentiu o frio que fazia ali em cima atingir sua bocetinha quente e se assustou quando Louis deu um tapa na sua bunda. Ela se virou para o moreno novamente, vendo ele bater uma punheta lentamente enquanto observava seu corpo. Harry não estava mais ligando se alguém conseguiria ver eles ali em cima, tudo o que a menina queria era aquele pau grande e grosso dentro de si. Harry puxou Louis pela corrente do pescoço, ele sorriu e segurou seu maxilar dando tapinhas de leves no rosto da menina, passando o dedão nos lábios carnudinhos logo enfiando com força na boca dela que apenas chupou olhando nas suas íris azuis. Harry desviouo o olhar pra baixo vendo Louis colocar a cabecinha do seu pau entre os seus grandes lábios, ela rapidamente começou a esfregar seu grelinho no pau de Louis, prendendo os dentes no dedo dele enquanto os olhos azuis do moreno estavam fixados em si. - Isso caralho.. se esfrega que nem uma cachorrinha. - Ele falou gemendo e Harry gemeu alto quando ele começou a investir, ela agarrou a correntinha no pescoço de Louis e ele colocou as duas mãos na sua cintura, Harry rapidamente pulou no colo dele apoiando as mãos nos ombros largos. Foi prensada em uma parede de cimento, e fechou os olhos quando Louis colocou só a cabecinha do pau dentro da sua xotinha, tirando rapidamente e esfregando no grelinho, Harry estava enlouquecendo e gritou quando ele enfiou o pau todo de uma vez dentro de si. - Awwn porra! - Ela gemeu quando ele começou a investir rapidamente, Harry solancava com a estocadas fortes do moreno e Louis gemia baixinho olhando nos seus olhos. - Tão apertadinha sua puta. - Louis gemeu, ele segurou com força na cintura de Harry empurrando o corpo dela pra baixo enquanto metia com força pra cima, o barulho dos corpos de chocando se misturavam com os gemidos e o funk que tocava no fundo. - Não para Lou… que delicia p-porra aawn! - Ela gemeu quando se apoiou em uma mão nos ombros do moreno e desceu a outra pro seu grelinho esfregando com força, sentindo o pau de Louis estocando no seu pontinho G. - Vagabunda do caralho. - Louis falou e tirou o pau de dentro do calor apertado, Harry resmungou e ele sorriu esfregando só a cabecinha na entradinha que se contraia com força. - Por favor Louis.. acaba comigo, fode a sua putinha papai, fode por favor. - A menina falou enquanto esfregava o seu grelinho sensível, Louis sorriu e enfiou só a cabecinha, provocando Harry. - Você é uma puta desesperada por qualquer pau que foda a sua boceta, se seu pai soubesse a vagabunda barata que você é… - Louis falou enfiando a cabecinha e tirando só pra provocar a menina que estava a esse ponto, com lágrimas nos olhinhos verdes. - Sim.. eu sou Louis, por favor me come, fode a minha bocetinha, me enche de leitinho papai. - Ela pediu chorosa e frustrada, Louis era um filho da puta e o seu tesão só aumentava ao sentir ele esfregar o pau por toda sua xotinha. - Vadia com a boceta gostosa amor, e o papai vai ela encher de leite, não precisa chorar. - Ele falou sorrindo e enfiou o pau de uma vez na menina que começou a pular com força pra baixo quicando no seu pau enquanto Louis segurava sua cintura e mantia as pernas firmes no chão. - Ooh isso Louu, me enche de porra papai.. - Ela gemeu alto e fechou os olhinhos quando Louis rosnou no seu pescoço, encostando suas costas com brutalidade na parede e estocando com força pra cima, fodendo a sua boceta. - Porra hmm.. - Ele gemeu e deu um tapa forte no seu rosto, Harry contraiu a boceta com força, sentindo a porra quente de Louis lhe preenchendo, ela não aguentou e quicou com força uma última vez antes de esguichar, mordendo o ombro do moreno para abafar seu grito. Harry contraia a xotinha sem parar e Louis enfiou os dedos na bocetinha molhada, ela ofegou e ele deixou um beijo no pescoço suado. A menina desceu do colo de Louis com as pernas tremendo, tentando regular sua respiração sentindo a porra quente vazar da sua xotinha. Os dois estavam suados e cansados, então desceram juntos para tomar um banho, Harry com um sorriso cansado no rosto e Louis com uma sensação estranha no peito. Enquanto os dois tomavam banho juntos e se esfregavam, Louis ouviu batidas fortes na porta, ele resmungou e saiu do banheiro apenas com uma toalha na cintura, deixando uma Harry cansada e com as pernas ainda tremendo no chuveiro. Abriu a porta com uma carranca no rosto e seu sangue congelou nas veias quando viu o pai de Harry ali, com uma arma na mão e uma expressão nada boa no rosto. Ele olhou pra trás em alerta e viu Harry parada no meio da escada, com os olhos arregalados apenas de toalha. - Seu desgraçado filho da puta. Foi a última coisa que ele ouviu antes de apagar.
✿ Querido diário P.3 ✿
Caso não tenha lido os outros capítulos, sugiro que leia antes de prosseguir a leitura dessa. Clique aqui. A continuação desse capítulo não tem quebra de tempo depois do que acontece no capítulo 2. O começo é narrado ainda naquela noite.
Revisei na correria, desculpa se houver erros ortográficos.
WC: +5k
Avisos: incesto entre pai e filho; Ltops; H!inter; Harry tratado com pronome femininos; power bottom; cnc com o top; uso de palavras de baixo calão; dracfilia; overstimulation; after care; menções de abandono.
Se algum tópico te incomode, não leia!
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"Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura." - Friedrich Nietzsche.
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— Te amo princesa. Só minha. Entendeu? - sussurrou Louis possessivo, mas ainda com a voz cheia de carinho. E sorriu amoroso, ao ouvir a resposta de sua filhinha.
— Também te amo, papai. Eu sou só sua.
Louis continuou por alguns minutos acariciando o rosto da filha, admirando cada detalhe. Nem percebia que estava sorrindo a todo momento, olhando para a beleza da menina. Harry cansada após ter sido fodida pelo tio e pelo pai, fechou os olhos. Entregue aos carinhos do pai. Sentindo o membro do mais velho ainda dentro de si. Zayn ao perceber a bolha dos dois ali, silenciosamente recolheu suas roupas, vestindo-as, e foi embora. E os dois ali naquela névoa de carinho, não se deram conta da ausência do outro.
300.000,000 m/s.
Essa é velocidade média aproximada da luz.
Desde séculos atrás, com intuito do pensamento e estudos astronômicos, cientistas tentaram estimar a velocidade da luz. Teve alguns que acreditavam que ela pudesse ser infinita, devido à sua complexidade e dificuldade de medir algo tão grandioso para a tecnologia daqueles tempos.
Em 1638, Galileu Galilei chegou a realizar um experimento para tentar calcular a velocidade da luz. Mas somente em 1819, em um de seus experimentos, o físico francês Armand Fizeau conseguiu definir a velocidade da luz, com uma margem de erro de 10% em relação à medida atual. Marcando um fato histórico na ciência astrofísica do século 18. Este servindo como base para mais inúmeros estudos, utilizados até os dias atuais.
Em 1912, quando Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade, já com auxílio do experimento de Fizeau sobre a velocidade da luz, e as teorias das ondas eletromagnéticas de Maxwell. Galileu também previu um fenômeno conhecido como lentes gravitacionais. Basicamente, o cientista percebeu que algumas galáxias poderiam agir como uma lupa, distorcendo a luz de outros objetos no espaço e os ampliando. Fenômeno que foi confirmado depois de 110 anos com as imagens captadas pelo telescópio espacial James Webb.
Louis é fascinado por astrofísica. Era seu sonho desde criança se tornar um cientista da astronomia. Matemática e física eram suas matérias favoritas na escola. Passava suas noites olhando para o céu estrelado de Doncaster, através da claraboia de seu quarto no último andar da casa onde ele passou sua infância e parte da adolescência.
Sempre lhe encantou como a ciência, em um paradoxo, parecia ser algo tão mágico, mas ainda concreto, ou ao menos o mais próximo do real. E quando a ciência ultrapassa nosso terreno, indo para dimensões de grandezas de como o universo funciona. Esse tipo de pensamento faz Louis se emocionar.
Louis seria um grande astrofísico. Estava em seu coração desde antes mesmo que pudesse saber. Chegou a ser aceitado no curso de astronomia em uma das melhores universidades de Londres. Mas como a vida acaba levando para rumos diferentes, acabou cursando direito por pressão do pai. Louis poderia ter lutado contra. Não era seu dever estudar algo o qual ele não amava, apenas porque o pai pediu e acreditava que era de suma importância que o filho tomasse conta da advocacia da família. Mas ali com seus 21 anos, com a recém descoberta de que a namorada, Alice, estava grávida, ele cedeu ao pedido do pai. Pensando no futuro daquela criança sendo gerada no ventre da mulher.
Apesar da empresa de advocacia ter sido herança familiar, ele se orgulha do mérito de ter feito o pequeno escritório de Doncaster, ter crescido, transferindo-se para Londres, e se tornando um dos advogados mais bem respeitados do país. Louis se sente satisfeito por isso. Mas no fundo, sua memória ainda o leva para a sua primeira paixão, a astrofísica. O fazendo imaginar o que ele estaria fazendo se ele tivesse conseguido alcançar seu sonho. Lhe trazendo um sentimento de frustração.
Apesar de sua vida ter seguido outro rumo o qual ele sonhou desde a infância, Louis não se arrepende de suas escolhas. Pois ele sabia o quão difícil foi a sua jornada de universitário, com a namorada carregando sua criança, construindo uma família, que logo foi desestruturada quando Alice, já então noiva, faleceu no trabalho de parto de Harry.
Harry...
Quando Harry nasceu, Louis renasceu junto. Aprendendo uma nova vida, aprendendo novos sentimentos, os quais ele pensava que ele nunca teria. Louis pensava que nada e nem ninguém poderia tomar o lugar do seu amor pela ciência. Até chegar Harry.
Louis sabe que a velocidade da luz é calculada em aproximadamente 300 milhões de m/s. Mas ao segurar aquele pacotinho ainda sujo de resquícios de sangue, chorando. Contradizendo todo o seu ceticismo quanto à emoções e sentimentos, Louis sentiu como se o amor naquele momento, chegou em seu coração uma velocidade que pudesse ultrapassar a calculada pelo cientista Armand Fizeau.
A astrofísica era sua paixão, seu lar. Mas como um amor que não pudesse ser correspondido, ele não pôde morar naquele lar. Louis quis rir quando ele percebeu que seu lar não era um estudo, uma ciência, mas sim seu filho. Esse que ainda não tinha sido nominado durante a gestação. Alice queria decidir o nome apenas quando ele nascesse. Trabalho que ficou somente para Louis após o falecimento da noiva.
Harry. Príncipe do lar. Esse é o significado do nome de Harry.
Louis não hesitou ao escolher esse nome. Harry se tornou uma âncora para Louis. Com todas as incertezas e frustações da vida de Louis, Harry era a única certeza que ele tinha. Seu porto seguro. Cuidou dela com todo o cuidado e amor possível. Louis sabia que o amor por ela era algo que nenhum cientista poderia medir. Ele sabia que amava a filha mais que a si próprio.
Mas o que Louis não previa era que esse amor paternal fosse ultrapassar todas as barreiras da sua moralidade. Louis não previa que fosse se entregar de corpo e alma para aqueles desejos libidinosos. O desejo carnal possuiu os dois naquela casa. Ambos sentiam seus corpos se esquentarem apenas com a presença um do outro. Ali eles esqueceram dos laços sanguíneos que os conectam. Eram apenas corpos se queimando em urgência em se juntar entre si.
O fato é que mesmo tendo ciência de seus atos, ele não estava disposto à recuar. Louis não é religioso. Mas sabia que se existisse um deus, ele seria condenado por seus pecados. Depois de ter provado do corpo da filha, ele sabia que não conseguiria mais parar. E ele não iria. Mas sua ingenuidade o fez acreditar que era apenas algo carnal. Se mergulhando naquele prazer inestimável, dois corpos loucos para gozar, agiam como dois animais por instinto, ardentes em tesão. E o único amor que antes ocupava ali, o fraternal, aos poucos estava sendo substituído por outro tipo de amor. Louis estava hipnotizado demais para perceber isso.
Harry sentindo o sono bater, forçou-se à abrir os olhos, se deparando com o olhar azul ainda sobre si. Sorriu cansada, e disse:
— Papai, vamos subir? Tô' cansada.
— Uhum. — murmurou Louis, ainda hipnotizado no rosto da filha. Louis poderia olhar para ela por quanto tempo fosse, e sabia que não se cansaria. Passou os dedos pelos lábios da menina, vendo o sorriso da menor se abrir, e nem ao menos percebendo que sorriu junto. Levantando o olhar para os olhos verdes, que o olhava com ternura.
— Papai? Porque está me olhando assim? — Harry perguntou com tom de divertimento.
— Eu te amo sabia? — ignorou o questionamento da menina, e afundou seu rosto no pescoço dela. Deixando beijos ali. E a pegando de surpresa ao puxar seu quadril contra o seu, levantando do sofá. Rindo ao ouvir a filha gemer com o atrito em suas regiões baixas. Harry levantou o seu o rosto para o pai, e com um sorriso sapeca, riu e se soltou do colo do maior, correndo em disparada rumo as escadas em direção ao segundo andar. Ouvindo o pai gritar, indo para sua direção.
— Ei! Pra quê correr, amor?
Louis subiu, indo em direção ao seu quarto, o qual já dividia com a filha nos últimos dias. Mas estranhando ao não encontrar a garota ali. Se direcionou à suíte, e também não a encontrou. Imaginando que ela estivesse no seu quarto, caminhou para a porta, mas parou ao ver Harry indo em sua direção, com as mãos atrás do corpo. O corpo ainda nu. Louis a olhou de cima a baixo. Mesmo já conhecendo cada centímetro do corpo de sua menina, o qual se deliciou nos últimos dias, ele sentia que nunca se cansaria de olhá-la.
— O que está escondendo aí? — questionou ao perceber as mãos atrás do corpo da garota, e vendo sua expressão de como se estivesse escondendo algo.
— Peguei algumas coisinhas pra gente brincar, papai. — respondeu, e mostrou o que tinha em suas mãos. Um vibrador e dois lenços.
— Brincar? — Louis perguntou com um sorriso ladino, já sentindo seu pau começar a endurecer com a menção da filha. Já se aproximando da menina, a puxou bruscamente pela cintura, encostando seus corpos. E com a outra mão, levou para a mandíbula de Harry, a puxando para cima, encostando seus lábios. — Você é tão insaciável, carinho. Teve dois paus te comendo hoje e ainda quer mais?
— Sim... — sussurrou contra os lábios do mais velho, sua voz já demonstrando o tesão. — Você disse que o castigo acabou, papai, não é?
— Acabou, princesa. — disse, e estendeu sua língua, passando pelos lábios da filha. Mas recuando quando Harry tentou avançar para um beijo. — Shhh...calminha... Fala pro papai o que você quer. Você foi tão boa pra mim. Me obedeceu direitinho, deixou o papai usar o seu corpo como quisesse. Papai vai te dar o que quiser. Fala pra mim.
— O que eu quiser, papai? — questionou e mordeu seus lábios inferiores, tentando conter seu sorriso de animação.
— Uhrum. — murmurou o mais velho, acenando positivamente, levando a mão que estava na cintura da filha, passeando pela barriga, em direção a buceta. Não conseguindo conter o gemido ao sentir a xotinha já molhada novamente.
— Eu quero gozar bem gostoso, papai. Quero mais. — disse com a voz fraca, segurando o gemido de tesão ao sentir os dedos do pai brincando com seu grelinho. Mas logo, recompôs sua postura, pegando o mais velho de surpresa ao empurrá-lo em direção à cama. O deitando ali.
— Seu pedido é uma ordem, amor. — riu pela atitude da filha. E levou sua mão para o cacete já endurecido. Não prevendo o tapa em sua mão, dado pela garota. Antes que questionasse, Harry subiu em seu colo, dizendo:
— E eu quero também que você fique quietinho pra mim, sim? Você se divertiu tanto essa semana. Não me deixando te tocar, enquanto você fazia o que quiser comigo. Gozando que nem louco no meu corpo enquanto deixava sua filhinha sem. — a voz e a expressão meiga ainda estava ali. Harry levou sua mão para o pau duro em baixo de si, e apertou fortemente a glande. Sorrindo ao ouvir o pai gemer rouco, e o cacete expelindo pré-gozo com pressão. — Agora quem vai mandar no seu corpo sou eu. Fui clara?
Louis, sentindo a dor na sua glande, tentou levar sua mão para o pau, para se soltar do aperto, mas foi impedido quando ela puxou seus braços, levando para cima da cabeça. Se assustando com o tapa desferido em sua bochecha.
— Eu perguntei se fui clara. — disse a menina entredentes. Sorrindo ao ver o pai acenar positivamente. Segurando os pulsos do mais velho com uma mão, levou a outra mão novamente para o cacete duro do pai. Rindo ao ver se em seu umbigo já formava uma poça de pré-gozo. Disse em tom de divertimento — Parece que o papai gosta de dor.
Louis poderia se soltar, sabia que tinha mais força que a filha. Mas ao ver a dominância da menina, sentiu um frio na barriga, contradizendo o resto do corpo que se esquentava cada vez mais. Louis faria qualquer coisa pela sua menina. Então ele já rendido pela filha, nem percebeu que a garota já amarrava seus pulsos com os lenços na cabeceira da cama. Que estava com o corpo sobre si, deixando os peitos em frente o rosto do mais velho. Hipnotizado ao ver aqueles peitos cheinhos, com os mamilos rosados durinhos e os piercings brilhando, levantou sua cabeça para alcançar um dos mamilos da menina. Chupando com avidez, investindo sua língua, e puxando levemente com os dentes.
Harry gemeu ao sentir a boca do pai. Já terminando de amarrá-lo na cabeceira, levou sua mão para os cabelos lisos do mais velho, puxando levemente para aproximar mais de sua boca. E Louis gemendo ao sentir a dorzinha em seu couro cabeludo. Harry se afastou, ouvindo um som erótico da boca do pai soltar seu mamilo.
— Tão gostosa, amor. Seus peitos são uma delícia. — disse e viu Harry se afastar de seu colo, para buscar o vibrador. — Fala pro papai o que você vai fazer?
— Nada que você não queira, papai. Prometo que não vou ser maldosa igual você foi comigo. — disse se aproximando novamente, sentando nas coxas do mais velho, levando o vibrador pequeno para seu grelinho, ligando na potência média, gemendo rouca com o estímulo.
Louis a assistia com devoção, apesar do estímulo não estar em si, gemeu junto com a filha ao ver como a bucetinha se contraía, e como estava molhada pelo seu melzinho. Louis acreditava que poderia gozar apenas com aquela cena. Seu cacete expelia mais pré-gozo. Sua barriga já estava tão molhada que parecia que já tinha gozado.
— P-papai...tô' tão molhadinha pra você. — gemeu Harry.
— Amor, senta gostoso no meu cacete, por favor? Tô' louco pra sentir sua buceta apertar meu caralho de novo. — pediu com a voz rouca, ansiando sentir o calor da sua menina.
— Calma, papai. A gente ainda nem começou. — respondeu Harry, e tirou o vibrador de seu grelinho, levando para o cacete duro do pai, que gemeu alto ao sentir a vibração em si. A menina levou o vibrador para a glande rubra, misturando seu melzinho e pré-porra ali, deixando tudo mais molhado.
— H-harry...— gemeu o mais velho. E sentindo a filha sentar em cima de seu cacete, arrastando os lábios da buceta molhada em si, ainda sentindo a vibração concentrada em sua glande. — Harry! Para! Eu vou gozar.
— Goza pra mim, papai. — ordenou a menina.
Louis não pôde controlar mais seu corpo, anunciando seu orgasmo, gozando e esporrando sua porra em sua barriga e peito. Gozando pela segunda vez aquela noite. Aliviado ao sentir a vibração parar. Harry se abaixou, recolhendo todo o resquício de porra com sua língua. Gemendo ao sentir o gosto do pai. Levou sua mão para os lábios do mais velho, colocando dois dedos ali, sentindo a língua quente. Puxando pelo queixo, deixando a boca dele aberta, aproximou seu rosto, e deixou a porra escorrer de sua boca, cuspindo na boca do pai, o fazendo sentir o gosto do próprio prazer. E logo avançando em seus lábios, em um beijo molhado, e bagunçado.
Harry se afastou, e rapidamente pegou o cacete ainda duro do mais velho, e sentou bruscamente, em ansiedade em sentir o pau do papai novamente. Louis gemeu arrastado pela sensibilidade. Mas ao ver a filha já sentando com pressa, os peitos pulando com os movimentos, ele não teve coragem de reclamar. Estava hipnotizado com a filha. Sua pele alva, bochechas rubras, o suor caindo pela testa, as sobrancelhas franzidas, boca entre aberta deliberando mais gemidos, e os cachos castanhos sobre os ombros. Os olhos verdes claros o encarando. Olhos famintos, demonstrando toda a luxúria que existia ali. Apesar de toda a visão erótica que Louis via, ele ainda conseguia enxergar a mais bela arte. Encantando pela beleza da menina. Ele sabia que ela seria sua perdição.
"Porra...eu tô' fodido." — Louis pensou.
— Papai...seu cacete tá' tão fundo em mim. — disse levando sua mão para baixo de seu umbigo, sentindo a elevação do pau do mais velho ali em sua barriga.
— Princesa...eu não vou aguentar. Me deixa te tocar, p-por favor. — implorou Louis para a menina. Tentando se desvencilhar dos lenços que o prendia à cabeceira. Vendo a filha diminuir a velocidade de suas quicadas, acreditando que teria seu pedido atendido. Mas se assustou ao sentir os dedos dela apertar um de seus mamilos, puxando fortemente, o fazendo gemer. — P-porra...não faz isso...
— Você vai me tocar apenas quando eu decidir que pode! Se prometer ficar quietinho, eu deixo você me chupar, sim? — disse Harry, e ouvindo o pai responder rapidamente:
— Sim, amor. Por favor...eu prometo.
Harry se levantou do colo do pai, gemendo ao sentir a falta dele o preenchendo, e foi em direção ao tronco do mais velho, posicionando seus joelhos ao lado da cabeça dele, expondo sua buceta para o pai. Louis sentiu sua boca encher d'água ao ver a bucetinha molhada da filha ali, ansioso para sentir o gosto. E gemeu junto com a menina ao sentir a buceta tocar seus lábios. Já estendendo a língua, investindo contra o grelinho duro e sensível. E chupando todo o seu melzinho que não parava de descer, misturando com sua saliva, escorrendo por todo o seu queixo, e molhando seu pescoço.
— P-papai...que boca gostosa. Chupa minha bucetinha tão bem. — gemeu arrastada, e começou a rebolar no rosto do pai, arrastando pela língua dele até começar a sentir a pressão em seu ventre. — Papai! Eu v-vou gozar!
Louis sentiu aquela sensação familiar se construir em seu ventre ao ouvir a filha gemer. Incentivado a fazê-la gozar, começou a investir a língua contra a entrada que pulsava mais com o orgasmo próximo. Harry olhou para baixo, vendo que os olhos azuis lhe encaravam com tanto desejo. Não conseguindo mais se conter, gozou, e esguichou contra a boca do mais velho. Louis ao ver que a filha tinha gozado com tanta força, molhando toda a sua boca e rosto, sentiu seu cacete contrair, e gozou contra sua barriga. Gemendo abafado contra a buceta da menina.
Harry saiu de cima do corpo do pai, e então viu que o pai tinha gozado sem nenhum toque.
— Caralho... — soprou Harry. Mas ela ainda não se sentia saciada. Imediatamente subiu no colo do pai, e sem hesitação colocou o cacete dentro de si, ignorando a reclamação e gemido baixo do outro. — Agora quero leitinho na minha buceta, papai!
— Não...eu não c-consigo mais. — sussurrou fracamente Louis, sentindo a sensibilidade de já ter gozado pela terceira vez naquela noite.
— Não perguntei que consegue! — disse autoritária, e começou a quicar no cacete dolorido do pai. Extasiada pelo prazer e gemendo junto com o mais velho que ainda o olhava com desejo.
Louis sempre foi acostumado a estar no papel de dominância no sexo. Com sua menina ali o usando como objeto para prazer próprio, o fez repensar em como ele é louco por Harry. Capaz de fazer qualquer coisa por ela. Apesar da sensibilidade do orgasmo recente, ele ainda sentia seu corpo arder em tesão. Não se sentia mais como um homem de 40 anos, mas sim um jovem disposto a dar prazer para sua filha por quanto tempo ela quisesse. Sentindo o aperto da buceta contraindo em volta de seu pau, e os gemidos da garota ficando cada vez mais alto, denunciando que Harry iria gozar novamente.
— Goza de novo pro papai, goza amor. — pediu Louis. Harry gozou logo após, sentindo as pernas tremerem em tesão, contraindo ainda mais em volta do cacete do pai. Louis gozou logo em seguida, gemendo rouco. Mas logo sentiu o desespero bater ao ver que Harry voltou a quicar, dessa vez mais rápido.
— P-papai...papai. Tão gostoso. Seu caralho é tão b-bom. — disse Harry com a voz falhada, não percebendo que já chorava, a fazendo soluçar. Mas não parava de sentar no colo do mais velho.
Louis ao ver que a menina chorava, mais uma vez sentiu seu ventre se contorcer. Enchendo ainda mais a buceta da filha com sua porra. Sentiu suas vistas escurecerem. Depois da quarta vez que gozou, desistiu de contar. Harry estava determinada a cavalgar em seu cacete, e não parecia disposta à parar. Louis tentou se soltar do lenço que ainda o prendia na cabeceira. Mas sem sucesso devido à fraqueza.
— Papai...eu ainda não terminei. Fica quietinho pra mim, sim? Sempre fui uma boa menina pra você. Agora está na hora de retribuir. - Harry disse, ainda não deixando de sentar no colo do mais velho, com certa dificuldade, ainda gemia por sentir o cacete fundo em si.
Louis respirou aliviado, quando Harry parou de cavalgar. Mas logo se assustando quando a menina levou as mãos para seu pescoço, apertando o local. Sentindo sua pressão sanguínea se desestabilizar e sua respiração se dificultar ainda mais, sentiu a filha voltar a cavalgar com mais destreza e velocidade.
Louis gemia cada vez mais alto, e rouco. Harry já sentia seu orgasmo se aproximar novamente, em apenas ouvir os gemidos do papai. Louis, que já sentia seus membros inferiores já começavam a ficar dormente, pela perca da força. Ainda sentindo as mãos de Harry apertar em volta de seu pescoço, dificultando a passagem de ar, suplicou com a voz falhada:
— Amor, por favor. Me solta...tá doendo. - Louis pediu, seus olhos já brilhavam pelas lágrimas se acumulando ali.
— Papai! Não! Eu p-preciso de você! Não entende? — clamou Harry, com a voz falhada, sentindo mais suas lágrimas derramarem pelo rosto. Já se rendendo ao choro mais uma vez.
Louis sentiu seu peito apertar, um sentimento de confusão, ele não sabia mais distinguir o que estava acontecendo naquele momento. Ele queria parar, seu corpo já denunciava todo o cansaço. Mas ao ver o rosto da filha, molhado em uma mistura de suor e lágrimas que escorriam de seus olhos. Ele não quis parar mais. Se tivesse o poder de paralisar no tempo, todo o seu redor, para que continuasse naquele nuvem de prazer com sua menina por quanto tempo quisesse, ele faria.
Louis disse que estava doendo. E sim estava, mas não era mais a dor da sensibilidade em seu membro depois de tanto gozar. Estava doendo, porque ele sentia a necessidade de tocar sua menina. Já era seu vício mais profano, ele precisava sentir sua pele. E então tirando forças de onde não sabia de onde vinha, forçou seus pulsos, rasgando o lenço que o prendia. Agarrando o quadril de Harry, se sentando, e a abraçando fortemente. Sentindo os braços dela envolver seus ombros, o apertando contra si. Seus rostos se tocando. Raspando os lábios contra o do outro.
— Eu também preciso de você, amor! Papai tá' aqui... — Louis respondeu.
— Eu te amo muito, papai...
Louis ouviu aquela frase, que sempre esquentou seu coração com o carinho, desde que ouviu a filha falar desde pequena. Mas dessa vez ele ouviu, e sabia que o sentido dessa frase já não era mais o mesmo.
— Eu te amo, meu amor. Muito!
Ambos chorando, em um misto de tesão, desejo e mais sentimentos que nenhum deles conseguiam descrever naquele momento. Cegados pela nuvem de prazer, corpos quentes em combustão. Louis começou a comandar os movimentos da filha em cima de si. A incentivando a rebolar mais no cacete grosso. Sons de peles se chocando, e gemidos ecoavam aquele quarto.
Não mais se contendo, gozaram ao mesmo tempo, gemendo pelo outro.
— Papai...
— Amor...
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Estava os dois dentro da banheira, envoltos pela espuma. Louis abraçando o corpo de mole de Harry em seu colo, com a cabeça deitada em seu ombro. Distribuindo beijos pela derme macia do pescoço da garota. Passando seus dedos pelo corpo da menina, com carinho.
Harry cansada, estava de olhos fechados, tentando não se render ao sono. Se deliciando com as carícias do pai.
Ambos ainda em silêncio. Um silêncio confortável, aproveitando da companhia do outro.
Harry perdida em seus pensamentos, sentiu a sua garganta arder ao pensar em algo. Já não segurando o choro começar, fazendo Louis se assustar.
— Amor? O que foi? — perguntou e virou o corpo da filha para frente de si, a puxando pelo queixo, e olhando nos olhos.
Louis acenou positivamente a cabeça, olhando nos olhos verdes avermelhados pelo choro recente, incentivando-a à continuar. Harry abria a boca várias vezes tentando falar o que estava preso em sua garganta, sentindo a respiração entrecortada. E sentindo os dedos do pai em sua bochecha.
— Calma, bebê. Respira pro papai, sim? — disse e iniciou uma respiração profunda, para que a filha o seguisse. Após um momento ao ver que ela se acalmar, puxou seu rosto, começou a trilhar o rosto da menina com seus beijos. — Conta pro papai. Lembra que sou seu amigo?
— E-eu tô' com medo, papai. Agora que você sabe que eu sempre fui louca por você. Tenho medo que um dia você se arrependa e me deixe. E se isso acontecer eu não vou poder fazer nada, eu sei que o a gente tá' fazendo é errado. Mas eu não q-quero te perder papai. — disse com a voz falhada, com dificuldade devido ao choro.
Louis ao ouvir as palavras da filha, sentiu seu coração apertar, e em urgência buscou os lábios da garota, a beijando com pressa. Louis sabia que estava fodido desde o começo. Ele não sabia que ele iria se render aos desejos carnais, se envolvendo com a própria filha. Mas se envolveu. Assim como não sabia que o amor fraternal estava dividindo espaço com mais outro tipo de amor. O amor puro entre duas pessoas.
Louis sabia que sua moralidade estava corrompida. Mas ali, percebeu que assim como tudo na sua vida ele acabou perdendo o controle. Ele não tinha mais controle do próprio coração. Já era tarde demais para voltar e arrancar um sentimento dali. Louis estava fodido. Harry estava fodida. Mas nenhum se arrependiam de seus atos.
"Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura."
Tentando transmitir todo o seu sentimento ali. Louis avançou nos lábios da menina. Seus lábios se chocando um contra o outro, uma bagunça de línguas. A proximidade de seus corpos quentes não era o suficiente naquele momento. Ambos sentiam a necessidade de fundirem seus corpos em um só, para que nunca mais se soltassem.
— Nunca mais repita isso, entendeu? Eu te amo. — Harry acenou rapidamente e buscou os lábios do pai novamente, mas se afastando depois para falar:
— Promete que vai ficar pra sempre?
— Pra todo o sempre, meu amor.
Naquela noite, depois de mais alguns minutos na banheira, foram se deitar. Abraçados. E sem perder o novo hábito que tinham criado de dormir com Harry esquentando seu membro dentro de sua intimidade. Apenas como um ato de carinho, sem malícias, com a necessidade de sempre estarem com os corpos ligados ao outro. Se renderam ao sono.
"Me desculpa."
Foi a escrita que Harry encontrou no seu diário, que estava no travesseiro do pai. Lugar que deveria estar sendo ocupado por ele, mas não estava. O lado da cama já estava frio. Denunciando que ele tinha ido embora tempo antes de Harry acordar.
Harry não entendeu a razão daquele pedido de desculpas. Achou que pudesse ser alguma brincadeira do pai. Mas não era.
"P-papai...cadê' você?" — Era o único pensamento que habitou na cabeça de Harry nos seguintes dias.
— Princesa, você precisa acordar. — Zayn disse à Harry.
— Porque ele fez isso? — Harry pergunta à Zayn.
Zayn gostaria de poder responder. Mas a verdade é que ele não sabe o que dizer. Olhando para a menina ali sentada na cadeira do escritório da empresa de seu pai, mexendo nervosamente nas cutículas feridas de tanto mordê-las nesses últimos meses. Ele gostaria de ter uma resposta. Mas apenas olhou para o chão e suspirou cansado.
— Já faz a porra de três meses! — ela gritou batendo na mesa. Não aguentando mais segurar o choro. Sentindo todo aquele sentimento que esteve segurando por muito tempo. Tentando ser forte, ela prometeu a si mesma que não iria chorar. Mas como tudo tem hora marcada para acontecer, ela se rendeu a dor que estava presa ali. Sentindo a garganta arranhar com o choro gritado. Se envolvendo nos próprios braços, tentando se confortar. Mas desejando que aqueles braços fossem os do pai.
— Harry...acorda.
— Acordar do quê!? — gritou a menina. Sentindo seu corpo doer pela ausência do pai. Mas estranhando ao não ver mais Zayn na sala do escritório. E então ouviu a voz de quem ela mais sentia falta naquele momento.
— Amor? Acorda...
Harry acordou.
Acordou e viu a expressão preocupada do pai, que estava sentado na cama. Soltando a respiração aliviada ao perceber que era apenas um sonho. Sentindo o rosto molhado pelo suor e lágrimas. Voltando a chorar novamente ao ter a lembrança do pesadelo. E Louis logo a envolvendo em seus braços puxando-a para seu peito, fazendo um carinho em seus cabelos cacheados.
— Shhh...carinho...papai tá' aqui. Foi só um sonho. Tá' tudo bem.
— V-você não foi embora. — disse com a voz falhada.
— Eu não fui, amor. Papai prometeu. Lembra? — Louis respondeu, e puxou o rosto da filha para frente ao seu, deixando um beijo carinhoso em seus lábios. E falando mais uma vez:
— Sempre estarei aqui.
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Referências utilizadas sobre as citações relacionadas aos estudos astronômicos: Mundo Educação Uol, Webb Nasa, Revista Galileu, CanalTech.
Dad's Princess - larryhet
Harry - 17
Louis - 36
Onde Harry se sente atraída por seu padrasto depois de encontrar alguns vídeos em seu celular.
Harry perdeu sua mãe muito nova, a garotinha tinha apenas seis anos quando a mãe faleceu em um acidente de moto lhe deixando sozinha com o seu padrasto Louis. Tomlinson conheceu a mãe de Harry quando a menina ainda estava em seu útero, os dois se conheceram em um aniversário de um amigo em comum e se apaixonaram. O pai biológico de Harry nunca quis saber da filha, quando Jade - mãe de Harry - contou ao homem que estava grávida, o homem simplesmente disse que aquilo não seria responsabilidade dele e que não queria nenhum tipo de contato com as duas, e assim, Jade e Louis criaram Harry juntos até os seis anos.
Harry sempre foi muito apegada ao pai de criação, e quando a mãe faleceu, a guarda de Harry passou para Louis a pedido dos avós maternos da garota, que não acharam necessário separar os dois, já que tinham uma relação de pai e filha e a garotinha chorava toda vez que alguém dizia que iriam tirá-la de Louis.
Conforme o tempo foi passando, Harry cresceu e as coisas foram mudando. Styles era desejada por todos na escola, era a porpular gostosa que todos caíam em cima, ela tinha seios médios e arrebitados, estava sempre andando pela escola com decotes que resaltavam seus seios, as saias curtas que usava deixava sua bunda linda, sempre arrebitada e a garota fazia questão de subir mais as saias para mostrar a polpa de sua bunda, o que deixava os meninos e as meninas loucas.
Harry não era a garota de dispensava qualquer um, na verdade era bem difícil a garota dizer não para alguém, ela gostava de beijar e transar, não importava o sexo, se fizesse ela gozar estava tudo sob controle.
De umas semanas pra cá, Harry vem se sentindo estranha em relação ao pai. Para ser exato, desde o dia que ela estava fuçando o celular do pai e sem querer achou um vídeo dele se masturbando na frente do espelho, segurando o pau grande sussurando palavras obcenas e gemendo o nome de alguém que Harry não conhecia. E a garota não teve culpa quando sua boceta encharcou imaginando aquele tamanho todo dentro de si.
Desde de seus quatorze anos, Harry vem notando o quanto Louis é bonito e tem o corpo perfeito, mas nunca tinha pensando em Louis de outra forma. Até vê o bendito vídeo.
A garota se batia mentalmente por ter pensamentos libidinosos com seu pai, mas ao mesmo tempo ela se sentia aliviada quando lembrava que não tinha nenhum laço sanguíneo com Louis e tudo era consideração.
A garota largou seu celular na cama e se abaixou para procurar seu chinelo. Era mais um daqueles sábados chuvosos, Harry vestia seu babydoll branco que nem se deu o trabalho de trocar quando acordou aquela manhã.
Sua barriga roncou e a garota desistiu de procurar seu chinelo, saindo do quarto e descendo as escadas de dois em dois degrais.
- Pai. - Harry chamou indo para cozinha seguindo o cheiro de comida. - Pai, tô com fome.
Louis vestia uma camisa vermelha, uma calça moletom, e meias com estampa de lachinhos, era de Harry.
- Estou terminando aqui, filha. - Louis avisou.
- Tapioca?
- Uhum, você quer com recheio doce ou salgado? - Louis encarou a filha.
- Salgado.
- Tem certeza? Depois não quero você me pedindo pra deixar um pedaço da minha pra você. - Louis avisou.
- Eu não vou querer. - Harry falou decidida.
A menina ficou ali apoiada na bancada, quietinha enquanto o pai terminava de fazer o lache da tarde deles.
Era quase impossível para Harry não olhar para a bunda perfeita do pai e não sentir vontade de apertar. Quando Louis terminou, os dois se sentaram ao redor da ilha da cozinha e comeram enquanto Harry contava como estava a escola.
- Lava a louça pra mim, neném?
- Ah não pai. - Harry fez bico.
- Por favor, princesa, papai precisa terminar de desenhar o prédio do cliente. - Louis pediu com jeitinho.
- Quando eu terminar podemos assistir algo? - A menina perguntou tentando negociar.
Louis arqueou as sobrancelhas.
- Por favor? Diga sim para a sua filhinha linda que vai lavar a louça com muito amor e carinho. - Harry pediu.
- Vou pensar. Agora lavanta desse banco e vai lavar a louça. - Louis mandou e Harry bufou baixinho indo fazer o que o pai mandou.
🍑
Harry se encontrava deitada ao lado do pai que estava concentrado em trabalhar com seu notebook pousado em suas coxas.
- Papai, você me prometeu. - Harry resmungou pela quinta vez.
- Prometi nada, eu falei que ia pensar. - Louis respondeu sem tirar sua atenção do notebook.
- Me deixa ir pra casa de Nayla?
- Já disse que não vou deixar você sair nessa chuva, não confio.
Harry bufou e esticou o braço na cama para pegar o celular do pai, ela se virou e deitou com a cabeça virada para os pés de Louis e esticou suas pernas.
Harry tinha mania de ficar fuçando o aplicativo de mensagens do pai, a maioria sempre era de clientes passando detalhes sobre projetos de casas, ou cômodos, e tinha uma pequena quatidade de mulheres ali, que Harry também fuçava. Ela saiu do aplicativo de mensagens e entrou na galeria, na pasta da câmera tinha novos vídeos e Harry quase deixou o celular cair em seu rosto.
- Cadê os fones? - Harry perguntou.
- Tá vendo o que no meu celular, Harry? - Louis perguntou.
- Y-youtube pai. - Ela murmurou.
Ele estreitou os olhos e apontou para a cômoda que ficava perto da cama.
A menina bloqueou a tela do celular e levantou rápido pegando o fone e voltando a deitar na mesma posição de antes. Ela colocou os fones no ouvido e conectou no celular. Em seguida apertou play em um dos vídeos novos.
Nesse, Louis não estava sozinho, tinha uma mulher sentando nele enquanto ele sussurava coisas obcenas para ela fazendo a mulher gemer alto.
Harry conseguia ver o quanto a mulher estava molhada e o quanto o pau de seu pai entrava deliciosamente lento na mulher.
A garota estava ficando excitada e sentia sua boceta começar a pulsar em puro desejo.
O vídeo acabou e outro começou em sequência. Harry quase desmaiou quando viu o que era o vídeo. Seu pai chupando a tal mulher com vontade, Harry conseguia ver a língua dele passar no clitóris da mulher. Ele chupava e as vezes encarava a câmera, rindo quando a mulher gemia mais alto. Quando a menina viu o pai dá um tapinha na buceta molhada da mulher e rir, sem querer, Harry gemeu baixinho fechando as pernas rápido e saindo do vídeo e da galeria bloqueando a tela do celular rápido.
- Tá tudo bem? - Louis perguntou encarando a filha.
- Uhum. - A menina murmurou levantando da cama. - Eu vou pro meu quarto.
- Quando eu terminar aqui eu te chamo pra gente assistir algum filme. - A garota assentiu e saiu do quarto rápido, rezando metalmente para que seu pai não tenha ouvido seu gemido.
Quase uma hora depois, Louis entra no quarto da filha e a mesma está mexendo em seu celular entretida.
- Vai querer assistir o filme ainda? - Louis perguntou e a menina olhou em direção ao pai assentindo.
- Pode ser Enrolados? - A menina perguntou levantando da cama e pegando uma coberta.
- De novo, princesa? Já vimos tantas vezes.
- Mas pai... - A menina fez bico.
- Tá, Enrolados.
O sorriso que Harry deu foi grande.
Os dois desceram e arrumaram o sofá, tirando algumas almofadas para dá mais espaço e puxando o assento para o sofá virar cama.
Harry de aconchegou no peito do pai e colocou uma de suas coxas em cima da pélvis no homem.
Quando o filme começou Louis abraçou a filha de lado e trouxe ela mais para perto de cima.
No meio do final, Harry começou a se remexer, sua mente estava longe, ela não tirava aquele vídeo que tinha visto da cabeça ficar ali deitada em cima de seu pai não estava ajudando. Ela fechou os olhos enquanto sentia o carinho que seu pai estava dando em suas costas e se remexeu, se deitando por completo em cima dele, a perna dele agora estava no meio de suas pernas e o joelho dele estava próximo demais de sua intimidade.
Ela daria tudo para ver seu pai lhe chupando.
Deveria ser tão gostoso, a barba dele arranhando suas coxas palidas enquanto chupava sua boceta molhada.
A menina se impulsionou para cima, esfregando sua boceta molhada no joelho do pai, o tecido do babydoll e do moletom que seu pai vestia era as únicas coisas que atrapalhava o contato de pele com ele.
Ela se esfregou mais uma vez e sentiu sua intimidade molhar mais. Ela gemeu baixinho sem ter como disfarçar e enfiou o rosto na curva do pescoço do pai que não estava entendendo nada.
- Papai. - Ela chamou manhosa enquanto se esfregava cada vez mais forte no joelho do pai.
- Filha, tá tudo bem? - Louis perguntou confuso.
- Me desculpa, mas eu tô tão molhada. E-eu não consigo p-parar. - Harry respondeu ofegante.
Louis engoliu em seco vendo o quanto a filha estava desesperada se esfregando nele.
- Você viu os vídeos, não viu? - Ele perguntou rouco.
- Foi sem querer papai. E-eu juro.
- Tudo bem, amor. Sente no meu colo. - Louis falou calmamente segurando a cintura da menina.
Harry obedeceu e sentou bem em cima a ereção do pai.
- Você tá tão molhada, neném. - Louis falou com a voz rouca.
- E-eu tô papai. - Harry falou sedenta.
Os seios da menina estavam mais arrebitados que nunca, os mamilos eriçados pareciam que iriam furar o tecido fino do babydoll branco.
- Vai deixar o papai ver sua bocetinha, amor? - Louis perguntou agarrando a bunda da menina e apertando.
- Eu quero t-tanto. - Harry soluçou de tanto tesão que estava sentindo em seu corpo.
- Vamos pro quarto. - Louis falou antes de levantar com a filha no colo.
🍑
- Desde de quando você tá com tesão pelo papai? - Louis perguntou deitando Harry em sua cama.
- Eu vi o seu vídeo se masturbando e eu fiquei molhada imaginando seu pau em mim. - A garota confessou baixinho.
- Não sabia que minha filhinha era tão safada. - Louis sorriu de lado e Harry corou. - Vai me deixar te chupar, amor?
- Uhum. - Harry fechou os olhos quando os lábios entrou em contato com a pele de seu pescoço.
Alguns segundos depois, Harry estava completamente nua e seu pai estava chupando um de seus seios enquanto ela gemia cada vez mais alto.
- Vou chupar sua bocetinha até suas pernas tremerem, neném. - Louis sussurou antes de começar uma trilha de beijos até a boceta pulsante de Harry. - Porra, tão molhada, não sabia que minha neném é uma desesperada.
- Vai logo, eu não aguento mais. - Harry choramingou mexendo o quadril impaciente.
Louis deu um tapinha na intimidade da garota que gemeu alto.
- Pra deixar de ser afobada. - Ele riu se aproximando do meio das pernas de Harry e colocando a língua para fora.
Quando Louis começou a chupar a garota, Harry foi no céu e voltou sentindo a língua de seu papai passar por toda a sua boceta lhe deixando mais molhada, ele chupava o clitóris com tanta vontade que fazia Harry se contorcer toda em cima da cama, gemendo alto e apertando os cabelos de Louis com as mãos.
- Porra gostosa. - Louis grunhiu antes de agarrar as duas coxas da menina e apertar.
- Papa-Awn. - Harry sentiu seu ventre se revirar e os dedinhos do pé se dobraram. - Loui-Own, ai meu Deus
As coxas da garota começaram a tremer conforme ela ia atingindo seu orgasmo, gemendo pelo pai e ofegante.
Louis deu a última chupada ali e um beijinho, antes de sair do meio das pernas da filha e observar como a garota estava destruída. As bochechas vermelhas, as pernas tremulas aberta, a boceta brilhando de tão molhada e vermelinha pela chupada de Louis, os seios arrebitados para cima, a respiração ofegante, a pele brilhando pela fina camada de suor.
Louis estava no paraíso.
Harry deu um sorrisinho cansado antes de se sentar na cama e puxar Louis para seu lado.
- Agora é a minha vez, papai. - A menina murmurou puxando a calça moletom do pai para baixo e arregalando os olhos quando o pau de Louis pulou para fora.
Vermelho, grande, molhado e duro.
- Puta que pariu. - Harry sussurou hipnotizada.
- Sem palavrões ou vai ficar de castigo, neném. - Louis bricou e Harry revirou os olhos terminando de tirar a calça do pai e se ajeitar deitada no meio das pernas do homem.
- Vai me dá leitinho, papai? - Harry perguntou com um biquinho nos lábios.
- Você quer, neném?
- Eu quero tanto. - Harry suspirou pegando o pau do pai e masturbando devagar.
- Então põe ele todinho na boca princesa, deixa ele bem molhadinho pra deslizar na sua bocetinha, hum?
Harry gemeu pelas palavras colocando a língua para fora e lambendo da base até a glande, sem parar de encarar o pai.
Quando a menina colocou a glande na boca e sugou Louis arfou olhando sua filhinha inocente chupando seu pau que nem uma vagabunda.
Harry chupou as bolas de Louis subindo novamente e enfiando o que conseguia na boca, deixando o pau bem babado como Louis havia pedido. Ela passava a lingua por cima das veias e chupava a glande com vontade gemendo durante o processo, ficando excitada novamente só por está chupando o pai.
- Chega, eu vou acabar gozando. - Louis falou ofegante.
Harry subiu em cima de Louis e beijou o pai, fazendo ele sentir seu próprio gosto.
A garota esfregava a bocetinha molhada por cima do pau de Louis conforme eles iam se beijando.
- Tá tomando os remédios direito, bebê? - Louis perguntou baixo e Harry assentiu. - Então pode sentar no papai, princesa.
Harry pegou o pau do pai e alinhou bem na entrada da sua boceta, sentando ali devagar, apreciando cada pedacinho de Louis que entrava em si devagar.
- Que boceta apertadinha, meu amor. Papai vai querer sempre. - Louis gemeu.
- Vai mesmo, papai? - Harry perguntou rebolando devagar só para provocar. - Eu posso dá pra você sempre que quiser.
- Pois eu vou comer você sempre, neném.
Harry sorriu e começou a cavalgar em cima do pai, as mãos apoiada no peito do homem e sua bunda mexendo a cada cavalgada que ela dava.
- Awn, tão bom. - Harry jogou a cabeça para trás gemendo alto. - Mete na minha bocetinha, papai.
Louis quase gozou de ouvir aquilo, ele foi rápido em inverter as posições deitando Harry na cama e abrindo bem as pernas dela penetrando cada vez mais rápido e fundo.
Os seios dela pulavam a cada impulso que ele fazia para dentro demais.
- Tão boa para o papai. - Louis gemeu levando uma mão para um dos seus de Harry e apertando.
- Me fode, papai. Come minha boceta e me deixa sem andar. - Harry pediu manhoso. - Tão grande.
- Porra. - Louis estapeou uma das coxas de Harry e enfiou a cabeça na curva do pescoço da menina.
- Isso, papai. - Harry gemia alto.
A cama batia na parede a cada movimento e a cada impulso que Louis dava para dentro a menina, Harry gemia mais alto.
- Eu vou g-gozar. - Harry gemeu alto gozando mais uma vez, sua boceta contraindo e apertando o pau de Louis ali dentro.
- Porra. - Louis saiu rápido de dentro da filha de se masturbou gozando em cima da boceta da menina.
Ele se jogou ao lado de Harry e puxou a filha para cima de si.
- Eu tô com fome, pai. - Harry sussurou sonolenta fechando os olhinhos.
Louis sorriu beijando a testa dela e juntando suas forças para tomar um banho e ajudar Harry no banho dela antes dos dois irem comer alguma coisa.
Dark Paradise
Harry é a menina católica, inocente, doce e cheia de curiosidades.
Louis é filho do padre, rebelde e que gosta muito de se meter em situações perigosas, inclusive aquelas que podem levá-lo ao inferno.
Link
mais uma que foi excluída do meu perfil do wattpad, querem?
"Louis engoliu em seco vendo o quanto a filha estava desesperada se esfregando nele.
- Você viu os vídeos, não viu? - Ele perguntou rouco.
- Foi sem querer papai. E-eu juro.
- Tudo bem, amor. Sente no meu colo. - Louis falou calmamente segurando a cintura da menina.
Harry obedeceu e sentou bem em cima a ereção do pai.
- Você tá tão molhada, neném. - Louis falou com a voz rouca.
- E-eu tô papai. - Harry falou sedenta."
Onde Harry se sente atraída por seu padrasto depois de encontrar alguns vídeos em seu celular.
Intimate Visit - hetlarry
"Onde Harry vai visitar o marido na cadeia depois de alguns meses sem vê-lo."
Harry descia a rua com a bolsa do ombro e de cabeça erguida. Fazia seis meses que Louis tinha sido preso e era a primeira visita íntima que ela estava indo desde que o marido havia sido preso.
Louis era o responsável pelo tráfico daquela área de Madureira, era respeitado e por ser casada com ele, Harry também era. Styles tinha a aparência de dá inveja a muitas, tinha o corpo cheio de curvas, peitinho duro, cinturinha fina, bunda empinada e coxas grossas que deixaria qualquer um de quatro. Suas tatuagens nos braços e pernas se destacavam na pele branquinha, os cachinhos que batiam acima do peito eram macios e hidratados.
- Vai visitar o Louis? - Harry escutou a voz de Niall do outro lado da rua.
O loiro estava sem camisa encostado no portão da casa de Amélia - sua namorada - conversando com ela enquanto apoiava a mão na arma que estava no cós de sua bermuda.
- Graças ao meu bom Deus. - Harry sorriu indo até eles.
- Visita íntima? - Amélia perguntou e Harry assentiu. - Entendi a animação.
- Vai tirar o atraso, em? - Niall brincou.
Amélia se segurou para não rir e bateu no abdômen de Niall.
- Babaca. - Harry revirou os olhos e em seguida riu. - Quero voltar arregaçada.
- Depois quero saber tudo. - Amélia sussurou.
- É o que? - Niall cruzou os braços.
Harry riu negando com a cabeça.
- Mande lembranças para o Lou e boa sorte. - Amélia desejou.
- Vou precisar. - Harry sorriu passando a mão na legging preta que usava.
- Avisa a ele que eu tô' tomando conta de tudo. - Niall sorriu.
- Ele vai se desesperar.
Amélia gargalhou e Harry acenou com a mão antes de continuar sua caminhada até a casa de Zayn, que iria lhe levar até a penitenciária. Ele também iria visitar o marido e ofereceu carona para Harry, ela não dispensou, não era doida de perder uma carona de moto para passar uma hora e meia num ônibus lotado.
>_<
Harry estava sentada no colchão que mais parecia com um pedaço de papelão esperando Louis entrar no quartinho pequeno que só tinha aquele projeto de cama no chão e uma mesa e cadeira no canto.
O lugar fedia a mofo, as paredes que deviam ser brancas estavam amareladas, e tinha uma janelinha perto do teto.
- Uma hora e meia. - O guarda murmurou empurrando Louis para dentro do quarto e fechando a porta de ferro em seguida.
Harry levantou euforica e se jogou nos braços do marido.
- Ai meu deus, que saudade. - Harry murmurou abafado no pescoço de Louis.
- Oi, minha gostosa. - A risada dele ecoou pelo quartinho.
Harry não falou nada antes de puxar Louis pelas bochechas e lhe beijar. Suas línguas se esbarraram e começaram a se acariciar. As mãos de Tomlinson passava pelo tecido da legging e subia até adentrar a regata branca de Harry usava.
- Eu te amo tanto. - Harry sussurou ofegante.
- Eu te amo. - Louis sussurou de volta.
- Eu não aguentava mais ficar sem te ver, meu Deus. - Harry sorriu passando os dedos pela barba de Louis. - Eu estou subindo pelas paredes de tesão.
- Não é só você meu bem, tudo que eu quero é passar uma hora e quinze metendo em você sem parar.
- E os outros quinze minutos? - Harry perguntou se apressando em abrir o ziper do macacão de Louis.
- Quero passar ouvindo você se engasgando com meu pau. - Tomlinson sorriu de lado antes de apertar a bunda de Harry e colar mais ainda seus corpos.
- Tira, tira. - Harry pediu afobada querendo tirar a própria roupa e o macacão de Louis.
- Me diz, tá' molhada pro' seu homem, tá'? - Louis perguntou enquanto descia a legging de Harry e caminhavam até o colchão no chão.
- Minha boceta tá' encharcada por você. - Harry se deitou e Louis ficou por cima. - Olha.
Ela levou a mão de Louis até a sua calcinha e puxou de lado para que o marido sentisse o quanto ela estava molhada por ele, o quanto ela necessitava dele.
- Você não sabe o quanto eu me toquei pensando em você, o quanto eu gozei sozinha na nossa cama chamando pelo teu nome. - Harry gemeu quando Louis começou uma carícia lenta em seu clitóris.
- Porra, não fala assim, bebê.
- Eu tive que comprar um vibrador, mas ele não me serve. - Harry fez biquinho.
- Vagabunda do caralho. - Louis acertou um tapa forte em sua bochecha.
Harry sorriu fechando os olhos.
- Eu me esfreguei tanto no seu travesseiro noite passada. - Harry confessou baixinho olhando nos olhos de Tomlinson. - Gozei forte imaginando que eu estava me esfregando na sua cara, papai.
Louis gemeu sentindo pau contrair dentro da cueca.
- Você acaba comigo. Puta que te pariu. - Louis falou entre dentes, como se estivesse com raiva.
Ele parou as carícias em Harry para tirar o macacão e a cueca e ficar totalmente nu.
Harry terminou de tirar a legging e tirou a regata e por fim a calcinha.
- Vou meter em você sem nada, se sua lubrificação não for o suficiente pouco me importo. - Louis disse sério ficando por cima no meio das pernas de Harry e alinhando o pau na entrada da boceta de Harry que piscava louca para tê-lo dentro de si. - Vagabunda, eu aqui doido para bater uma e você se masturbando todo santo dia.
- Mas papa-
Louis entrou com tudo dentro de Harry fazendo-a calar a boca e gemer alto pela surpresa.
- Puta gostosa. - Louis gemeu começando a entrar sair de dentro de Harry. - Sua boceta continua uma delícia.
- Fode, papai. - Harry pediu manhosinha sentindo seu corpo chacoalhar a cada investida que Louis dava dentro de si.
O barulho das bolas de Louis batendo na bunda de Harry ecoava pelo quartinho, os peitos dela balançava a cada impacto.
- Que pau gostoso, amor. - Harry gemeu fechando os olhos se sentindo nas nuvens.
- Filha da puta gostosa. - Louis levou uma das mãos até o pescoço de Harry e apertou.
O barulho molhado, a fina camada de suor em suas peles, os gemidos finos e altos de Harry. Tudo era uma perdição.
- Caralho, vou gozar. - Louis fechou os olhos sem parar de meter.
- Goza na minha boceta, amorzinho. Me deixa cheia de porra, por favor. - Harry pediu baixinho no ouvido de Louis.
- Porra. - O pau de Louis pulsou e em seguida esguichou porra dentro da boceta de Harry. - Te amo. Te amo. Te amo, caralho.
A voz dele ficou baixa e sua respiração ofegante. Harry sorriu se sentindo cheia e feliz por está ali.
Ela esperou uns minutos até Louis se recuperar antes de empurrar ele para deitar em seu lado e aproxmar o rosto dele.
- Eu ainda não gozei.
- A gente não terminou, é um intervalo. - Louis falou com a voz fraca.
- Quando eu te conheci você não era assim. - Harry brincou rindo.
- Ah, sua filha da mãe. Quando eu te arrombar você não reclama. - Louis falou batendo em uma das coxas de Harry.
- Eu não iria reclamar, você sabe. Amo sentir aquela dorzinha depois que você me come com força.
- De quatro. - Louis mandou se sentando - Vou fazer você gozar e depois comer seu cuzinho.
- Porra, por favor. - Harry suspirou fazendo o que havia sido mandado.
- Que porra é essa? - Louis perguntou olhando a tatuagem na bunda de Harry.
Era uma Hello Kitty brava, e com chifres.
- Eu nem te contei. Fiz há duas semanas atrás. - Harry comentou. - Com o Zayn, o marido do Liam.
- Ficou boa. - Louis elogiou passando dedo pelos traços. - Sua bunda tá uma delícia, sabia disso?
- Você acha, amorzinho?
Louis não respondeu, ele abriu as bandas da bunda de Harry e lambeu sua entradinha.
- Isso. - Harry sussurou empinando mais ainda sua bunda.
Louis desceu a língua pelo períneo e desceu até a boceta ainda molhada. Ele abriu os lábios e chupou o clitóris.
- Ah, porra. - Harry gemeu. - Chupa direirinho, vida.
- Você gosta assim? - Louis perguntou antes de passar a língua suavemente pelo clitóris e deu algumas chupadinhas.
- Amor. Porra. - Harry gritou. - LouisLouisLouis.
Tomlinson meteu dois dedos dentro da buceta de Harry e iniciou um vai e vem, seus dedos ficaram encharcados e deslizavam com facilidade para dentro da bocetinha apertada de Harry.
- Gostosa. - Louis sussurou chupando o clitóris com vontade.
Harry se tremeu toda na cama antes de gozar nos dedos de Louis gemendo alto. Tomlinson não perdeu tempo e meteu o pau dentro do cuzinho de Harry antes de ela terminar de gozar.
- Porra, vou te arrombar.
- Faz isso, faz. - Harry gemeu chorosa e sentindo um pouco de dor por não ter sido preparada.
- Se não aguentar, é só pedir para parar. - Louis avisou antes de aumentar a velocidade das investidas dentro de Harry.
Ela conseguia ser mais apertada ali e aquilo deixava Louis louco.
Lágrimas desciam pela bochecha de Harry, ela iria gozar mais uma vez e Louis mal tinha começado.
- Fode, porra.
- Eu estou te fodendo sua cachorra. - Louis bateu forte na bunda de Harry e a mulher gritou.
- Com força, caralho. Me deixa sem andar. - Harry pediu rouca.
Era muitas sensações para Harry explicar. Ela sentia uma prazer intenso e ao mesmo tempo se sentia cansada, queria gozar mas não conseguia.
- Am-amor. - Harry soluçou se empinando mais ainda na direção de Louis. - Amoramoramor.
Sua boceta contraiu com força e seu ventre se revirou.
- Não para. - Ela pediu lavando a mão até a boceta e fazendo pressão ali em cima.
Uma onda de prazer enorme lhe invadiu e ela não conseguiu aguentar, sua boceta esguichou e suas pernas tremeram, sua visão escureceu e ela perdeu as força.
- Puta que pariu. - Louis resmungou gozando pela segunda vez e dentro do cuzinho de Harry.
Mesmo ofegante e cansado, Louis saiu de dentro de Harry e puxou seu corpo para seu peito.
- Ei, ei? - Louis passou a mão pelo rosto suado de Harry.
- An? - A única coisa que Harry teve forças para responder.
- Amor, abre os olhos, bem. - Louis pediu. - Tudo bem?
- Demais. - Harry sorriu da mesma maneira que sorriu quando estava chapada.
Louis sorriu lembrando disso.
- O chá foi bom, em? - Louis brincou.
- Você nem imagina. - Harry sussurou.
Uma batida na porta e ferro.
- Cinco minutos. - O guarda gritou.
acho que vou postar aqui um one que eu escrevi um tempo atrás do harry mulher de preso indo visitar o maridinho na cadeia e fodendo horrores com ele.
tinha postado no wattpad na época mas acabou sendo excluída :(
Younger Brother
𖥻 Tags: #harryintersex #harrybottom #harryinocente #harryvirgem #louistops #degradationkink #pussyboy #breddingkink #incesto #Harrycomxotinha
𝘓𝘰𝘶𝘪𝘴 𝘛𝘰𝘮𝘭𝘪𝘯𝘴𝘰𝘯 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘪𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘰𝘶 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘢 𝘣𝘶𝘤𝘦𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢 𝘪𝘳𝘮ã 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘯𝘰𝘷𝘢, 𝘏𝘢𝘳𝘳𝘺, 𝘢𝘵é 𝘪𝘮𝘱𝘳𝘦𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰𝘴 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘳𝘦𝘮 𝘦𝘮 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘭𝘩𝘦 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢𝘳 𝘢 𝘮𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘯𝘢 𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴.
🔗 Nesse capítulo conterá incesto e se esse assunto de alguma forma lhe causa desconforto, peço gentilmente para que procure ler os outros capítulos ou leia outras one-shots minha ♡
🔗Apesar da inocência excessiva do bottom, tudo o que ocorrerá nessa narrativa será CONSENSUAL.
🔗 Em determinado parágrafo da narrativa eu faço apenas MENÇÃO de sexo entre um maior de idade com um menor de idade e perante a lei isso não é crime, a menos que não seja consensual ou (e) que o menor seja menor que QUATORZE anos, como eu não fiz menção a crime nenhum, não estou fora das diretrizes do Wattpad então por favor não me lacrem.
🔗 Nessa narrativa Harry se identifica tanto com pronomes masculinos quanto femininos.
🔗 Tudo isso não passa de ficção.
💘
Eu nunca achei que me sentiria tão culpado ao longo dos meus trinta anos. Culpado ao ponto de dormir e acordar com a frustração de não poder tê-lo para mim da forma que eu desejava. Ele é tão doce, adorável, apaixonante, bonito e seu sorriso se assemelha a uma linda paisagem sob o sol de domingo. Suas orbes esverdeadas brilham feito esmeraldas genuínas, seu corpo tão escultural era completamente irreal e não se assemelhava aos outros garotos de dezoito anos pois caregava coxas leitosas e fartas, um bumbum cheio empinado completamente enlouquecedor e uma bucetinha gorda que insistia em marcar nos shortinhos colados ou ficava a mostra nas sainhas curtinhas quando as usava sem calcinha por baixo.
Há dois meses atrás eu decidi que voltaria a morar com meus pais em nossa casa do campo em Holmes Chapel, vilarejo no qual eu morei até os dezessete anos mas logo o deixei para tentar uma nova vida em Londres e eu até consegui me manter sozinho na capital. A princípio consegui um emprego em uma lanchonete de dia e estudava bacharelado em língua inglesa e literatura à noite. Logo depois de me formar consegui um emprego de professor dando aulas como professor substituto, mas durante as férias o diretor decidiu que me despediria no corte de gastos já que um professor substituto não estava sendo tão útil.
Pela manhã seguinte eu soube que não haveria outra opção a não ser voltar para Holmes Chapel pois eu não conseguiria me manter desempregado em Londres com todas as escolas me negando uma vaga e concursos públicos que só estavam previstos para abrir no ano seguinte. Por isso assim que arrumei minhas malas liguei para Johanna avisando a minha ida e ela disse que me receberia de braços abertos. Peguei o trem das seis sob o sol singelo da manhã e em poucas horas me encontrava em frente à pequena casa de madeira que instantaneamente ao vê-la, me fez sorrir por lembrar de memórias antigas. Eu bati timidamente na porta e me lembro de como seus dedinhos bonitos com resquícios de esmalte nas unhas abriram a porta para mim, abrindo-a lentamente para meu corpo passar.
Meu irmão caçula, Harry estava tão lindo, ele era mais perfeito do que um anjo recém caído do céu. Seu sorriso delicado brilhava, seus lábios rosados e inchadinhos estavam tão convidativos que eu quis beijá-los de antemão, quis agarrar sua cinturinha fina e beijar sua boca como um bilhete de boas vindas. Ele mal parecia um garoto de dezoito aninhos, sua cintura magra e curvilínea formava curvas lindas, seus quadris eram largos e ele carregava dois montinhos gostosos presos no top coladinho ao seu corpo, evidenciando peitinhos gostosos com os mamilos pontudinhos que pareciam querer saltar do tecido e fizeram minha boca salivar, enquanto meus olhos se arregalaram brevemente. Meu irmão estava uma delícia e com um corpinho tão gostoso que eu me senti um merda por querer vê-lo peladinho e acariciar aqueles peitinhos gostosos.
── Maninho, você voltou! Senti tanto sua falta, boo. ── Ele correu para os meus braços e de maneira singela sua coxa gostosa roçava no meu caralho enquanto seus bracinhos envolviam a minha cintura e seus cachos raspavam em meus ombros.
Eu sei que nada era proposital, aliás, por mais que Harry já tivesse a maioridade ele era ingênuo e eu duvidava bastante se ele um dia sequer havia beijado na boca. Diversas vezes que eu visitava minha família no Natal, eu reparava no quanto minhas outras irmãs que possuíam praticamente a mesma idade que ele pareciam deveras mais evoluídas enquanto ele ficava corado com as perguntinha bobas que o faziam sobre "namoradinhos e namoradinhas"
Levei meus dedos até sua nuca e em um carinho lento aproveitei o toque em seus cachos macios, inspirando para que eu pudesse sentir seu cheiro embriagante.
Eu não conseguia formar uma frase concreta, Harry estava deslumbrante. Parecia uma garotinha tão gostosa com curvas ligeiramente femininas que meu cacete já endurecida por dentro das calças só de ter aquele lindo garoto roçando as coxas ali. Aprofundei mais o nosso contato e desci minhas mãos grossas até seu bumbum cheio e arrebitadinho, puxando seu corpo para cima até tê-lo em meu colo.
Rapidamente Harry saltou envolvendo suas coxas ao redor do meu quadril e eu afundei o nariz em seu pescoço sendo embriagado pelo seu perfume. Apertei sua bunda e sem pudor algum pressionei meu caralho contra sua xotinha marcada apenas por um shortinho colado de yoga. Meu pau já estava tão duro por estar a tempos sem sexo e ter uma bucetinha tão quente e provavelmente virgem roçando no meu caralho era demais pra mim.
── Eu também senti sua falta princesa, agora estou feliz porque sei que não vou te ver apenas no Natal. ── Sorri malicioso contra sua bochecha e o beijei no canto dos lábios.
Larguei seu corpo para que ele pudesse descer e lentamente deixei sua buceta escorregar no meu cacete enquanto eu o colocava no chão. A cabecinha do meu pau estava exposta dentro da cueca e eu sentia vazar tanto que provavelmente deveria ter uma mancha enorme na mesma... Eu teria problemas mais tarde.
Agora fazia pouco mais de um mês que eu morava em Holmes e há um par de meses que havia trancado minha pós graduação, eu estava desempregado e me sentindo um lixo por não conseguir um emprego nem na oficina da esquina mais próxima. O que fazia eu me distrair brevemente dos meus pensamentos negativos era meu irmãozinho que sempre ocupava minha mente com o pensamento instintivo de querer fodê-lo. Durante esse período eu tive a certeza que Harry com apenas dezoito anos era tão inocente, que chegava a me deixar duro só de pensar em como seria provocá-lo roçando a cabecinha do meu pau na sua xotinha virgem, ouvindo seus gemidinhos baixinhos e manhosos implorando para que eu o fodesse.
Antes eu nunca havia olhado para meu pequeno com outros olhos, aliás nunca fomos tão melhores amigos quanto os outros irmãos são. Claro, eu o amava, mas eu havia saído de casa quando Harry ainda era apenas uma criança, não acompanhei seu crescimento e só o via por fotos e umas três vezes a cada ano quando eu ia visitar Holmes e ele nunca esteve tão pecaminoso quanto agora. Óbvio que quando ele tinha uns dezesseis anos eu já olhava sua cinturinha fina e sua bundinha macia apertada em shorts curtos, imaginando como seria brincar com a cabecinha do meu pau entre aquelas bandinhas pequenas mas que aparentavam serem tão macias quanto rosas recém colhidas. Mas nada que passasse disso, eu não teria coragem o suficiente de fazê-lo.
Agora, nós estávamos morando juntos e isso era horrível. Eu me sentia culpado a cada segundo que olhava para Harry e ele era tão inocente, adorava a minha companhia, fazia de tudo para ter o irmão mais velho por perto. Me abraçava o tempo inteiro, queria minha atenção sempre e adorava jogar vídeo game comigo, enquanto eu estava fingindo fazer um belo papel de irmão mais velho, mas ele parecia não se importar com isso.
── Lou, você ouviu o que eu disse Lou? ── Harry sacudiu meus ombros com suas mãozinhas pequenas e se tornou adorável em dobro ao colocar um biquinho lindo nos lábios.
── Não pequena, me desculpe. Pode repetir de novo?
Observei a forma como seus olhos verdes reviraram para dentro das pálpebras que para alguns seria um gesto normal, mas para mim foi totalmente sexy.
── Eu disse que esse jogo já tá chato, por que nós não mudamos pra outro jogo ou colocamos um filme? ── Harry se jogou ao meu lado no sofá e se aninhou ao meu corpo, envolvendo suas mãos em minha cintura e deixando sua cabeça apoiada em meu pescoço.
Ele era sempre tão carinhoso, procurava sempre por meus toques e geralmente sempre os retribuía. Ele estava sempre procurando por minha iniciativa de beijinhos na bochecha apenas para que pudesse retribuí-los também
── Boa ideia, vamos ver um filme. Já estamos jogando há muito tempo. ── Escorreguei minha mão lentamente pelas suas costas e acariciei seu quadril, me segurando para não apertar sua bunda macia e redondinha. ── Que gênero de filme você quer assistir minha princesa? — Dedilhei sua cintura desnuda e percebi sua pele se arrepiar e seus mamilos rosados ficarem inchados e durinhos, completamente suculentos.
Harry usava sempre diversos tipos de tops em seus peitinhos e hoje em específico usava um sem alças e bem apertadinho.
── Os filmes do canal setecentos. Mamãe Jay disse que eu não posso assistir esse canal, mas como ela não está em casa eu quero assistir com você Lou. ── Seus olhinhos verdes brilharam e sua vozinha manhosa quase me fez ceder e mudar imediatamente para o canal pornográfico.
Fiquei cheio de tesão só de saber que minha princesa tinha curiosidade em ver pornô, mesmo sem que soubesse totalmente do que se tratava.
── Você não pode assistir esse tipo de coisa, ainda é muito novinha para isso.
Por mais que eu quisesse colocar no canal e explicar da forma mais explícita possível para Harry o que era o sexo, eu ainda tinha que ter o senso e negar aquele pedido ao meu pequeno.
── Eu não sou nova. ── Harry praticamente grunhiu, era como um gatinho bravo. Suas bochechas ficaram coradas e seus cachinhos balançaram com sua breve indignação. ── Eu vou fazer dezenove ano que vem, já sou uma mocinha.
Se ja é uma mocinha então pode muito bem calar essa boca e chupar meu cacete até que eu jorre minha porra nesse seu rosto de putinha.
── Por favor Lou, me deixa ver, só uma vez. Não vou contar nada pra mamãe. ── Suas mãozinhas se juntaram e ele implorava de joelhos no sofá com sua voz manhosa.
Revirei os olhos e busquei o controle próximo a almofada, tudo o que ele pedia eu geralmente sempre cedia. Era impossível negar algo para meu bebê.
── Tudo bem, mas só dessa vez, e você não pode contar pra ninguém, tudo bem? Vai ser nosso segredinho, tá bebê? Se você contar isso pra mamãe eu nunca mais vou falar ou jogar com você. ── Sorri de forma safada com o lábio inferior entre os dentes e vi meu pequeno assentir animado fazendo seus cachinhos balançaram e seus olhinhos verdes brilharem. ── Vem, senta no meu colo! ── Bati em minhas coxas e o pequeno rapidamente se sentou em minhas pernas com sua bucetinha gostosa em cima do meu pau. Nós sempre fazíamos isso quando íamos ver filme, meu pequeno adorava ficar em meu colo e eu me recusava a acreditar que Harry ainda era tão inocente ao ponto de não sentir meu pau endurecendo entre os lábios gordos da sua xotinha. Eu podia sentí-la quente todas as vezes, provavelmente ficando meladinha sentindo meu caralho pulsar embaixo de si.
Eu nunca tive o costume de andar somente de samba canção, nem quando morava sozinho, mas quando descobri que Harry gostava de sentar no meu colo para assistir filmes, eu passei a usar o short de dormir e era uma sensação deliciosa quando o grelinho inchado do meu irmão ficava pressionado no meu cacete. Era quase instantâneo que meu pau ficaria duro e a cabecinha iria escapar do short. Eu ficava tão molhado que meu pré-gozo ultrapassava o tecido de cetim e deixava seu shortinho todo melado. A cabecinha do meu pau inchava e as veias ficavam saltadas, minhas bolas repuxavam e eu sentia vontade de gozar naquela xota até meu pequeno implorar para que eu o fodesse.
── Boo você anda muito estranho. ── Harry me despertou dos meus pensamentos rindo sapeca enquanto se aninhava no meu colo, de frente, rebolando delicadamente sua buceta quente em meu pau semi ereto. ── As vezes você para no tempo e fica com uma cara de bobo, parece que tá pensando em várias coisas importantes. No que você tanto pensa maninho?
Suas mãozinhas acariciaram minha nuca e seu peitoral grudou ao meu, me deixando sentir seus peitinhos gostosos.
Estou pensando no quanto você ficaria lindo de quatro pra mim implorando pra eu meter nesse seu cuzinho virgem.
── Nada que você tenha que saber baby. ── Sorri e senti Harry se mexer em meu colo, tornando a ficar agora com sua bunda bem pressionada em meu pau e o corpo virado para frente de novo.
Liguei a televisão e lentamente ainda um tanto receoso toquei respectivamente nos números sete, zero e zero, colocando no canal de filmes pornô e instantaneamente um casal se beijava avidamente na tela e eu agradeci mentalmente por ainda estarem na parte do beijo. Não saberia explicar caso estivesse na cena do sexo. Aparentemente uma menina mais nova, de corpo franzino e pele branquinha beijava de maneira explícita o homem mais velho de músculos aparentes enquanto apertava com força seu pau por cima da calça.
Eu nunca senti tesão em ser um expectador de vídeos porno, mas eu já me excitava antecipadamente pela curiosidade de Harry, que se aconchegou em meu colo trazendo mais sua bunda para meu pau. Suas nádegas praticamente abraçavam meu caralho e o deixava completamente duro dentro do short fino, eu já me encontrava tão duro que a cabecinha do meu short escapava da barra elástica e pingava pré porra um pouco acima do meu umbigo.
── Lou, porque eles estão se beijando? E porque ela ta encostando a mão no... dele? ── Ele apontou para a tela se remexendo em meu colo e eu apenas mordi meu lábio inferior, rosnando quando sua pele branquinha ficou amostra por conta de seu short ter subido um pouco para que eu pudesse contemplar as bochechas branquinhas de seu bumbum macio.
Sua cintura curvilínea estava marcada de forma tão sensual e seu corpo inteiro parecia ter sido esculpido por deuses. Harry era como um anjo perfeito, feito para que eu pudesse desfrutar de tudo o que tem a oferecer.
── Baby, eles estão se beijando porquê se sentem atraídos um pelo outro e essa atração todos podem sentir uns pelos outros independente do gênero.
Rastejei lentamente minhas mãos pelo couro do sofá até que elas tocassem por cima de sua cintura nua. Sua pele quente envolveu meus dedos e eu senti seu pequeno corpo estremecer em cima das minhas coxas. As minhas palmas ásperas causavam um contraste perfeito com sua pele quente e macia, fazendo-me cada segundo mais excitado ao imaginar como seria foder sua xotinha enquanto metia três dedos no seu cuzinho guloso.
── Então eu também posso beijar outros homens um dia sem me importar? ── Harry disse com tamanha dificuldade pois puxava o oxigênio com certa dificuldade, ele estava ficando excitado também e isso me deixava louco.
Suor escorria pelo meu abdômen bronzeado, as pontas firmes dos meus dedos tremiam e meu pau apontava dolorosamente para cima. O meu cheiro forte e característico estava prestes a me deixar louco. O cheiro masculino preenchia a sala e uma névoa sexual tão densa nos cobria que eu não conseguia ter outra visão a não ser eu me masturbando enquanto tenho a bunda linda do meu irmão pressionada contra o meu caralho grossa.
Era tudo tão errado de certa forma, mas ao mesmo tempo tão certo.
Seus olhinhos verdes pareciam interessados naquele filme tão indecente. A medida que o homem tocava a garota de maneira mais íntima, Harry inclinava seu pequeno corpo para frente esbarrando sua bunda cheinha no meu pau que pulsava a cada gemidinho manhoso que saía de seus lábios gordinhos. Ele parecia se excitar com a ideia de duas pessoas trocando carícias e eu me excitava mais ainda em estar sendo o primeiro a mostrar isso a ele.
O novo e o incomum sempre me excitou mais que o normal. Inclusive tirar a virgindade do meu irmão mais novo fazia meu cacete pulsar. Eu sentia tanto prazer com tal fato que poderia gozar só vendo Harry sentir prazer ao assistir um pornô.
As paredes do cômodo pareciam derreter de tanto calor que nossos corpos emanavam. Era capaz que entrássemos em combustão de tão quente que estávamos.
── Princesa, como se sente? ── Minha voz soava como um suspiro disfarçado de gemido. Eu queria fodê-lo. Debruçar seu pequeno corpo sobre o sofá e abusar de sua linda bunda, tirar sua virgindade e ser o primeiro homem a gozar dentro da sua buceta e o cuzinho, fazendo ele ser meu depósito de porra.
Nada mais justo que eu ser o seu primeiro.
── Isso parece bom, Lou... ── Respondeu enquanto mantinha seus olhos fixos na televisão aonde o homem tocava os peitos grandes da mulher.
Sua voz saiu rouca e baixa, inclinei meu corpo para o lado e olhei para frente à fim de ver seu estado e Harry estava tão excitado quanto eu. Suas pernas estavam juntinhas e ele roçava suas coxas gordinhas na tentativa falha de conter seu prazer.
── Louis porque ela tem peitos tão grandinhos e eu não? ── Ele choramingou olhando para seus peitinhos gostosos com os mamilos durinhos.
Suas mãos voaram para os próprios peitos, apertando os montinhos gostosos entre os dedos remexendo timidamente o quadril contra o meu.
── Os seus ainda vão crescer princesa, mas eles só crescem quando outra pessoa os toca. ── Soprei em sua orelha com uma risadinha maliciosa subindo meus dedos em sua cintura, apertando-a até meus dedos rasparem nos cantinhos dos seus peitos.
Ouvi seu gemido baixo e logo suas mãos procuraram abaixar seu topzinho sem alça. Harry se debruçou contra meu peitoral e deitou a cabeça em meus ombros se esfregando no meu caralho. Seus peitinhos estavam expostos, com os mamilos duros e rosados esperando para serem chupados, aquilo havia sido um pedido implícito para que eu os tocasse e eu fiz. Levei minhas mãos grandes até seus montinhos e os apertei com tanta vontade, estocando fraco para cima esbarrando meu pau na sua bucetinha.
── Lou, porque eu estou tão meladinha assim, maninho? É tão dolorido. Minha florzinha tá tão quentinha. ── Seus olhinhos rapidamente se voltaram para mim, sua voz chorosa e manhosa me fez sorrir. ── Eu nunca fiquei assim boo, isso é normal? ── Vi lágrimas finas caírem por suas bochechas e rapidamente eu as sequei com meus dedos, sem parar de acariciar um dos peitinhos.
── Baby, isso é normal amor. Você apenas está com tesão. ── Sorri acariciando sua bochecha, vendo ele virar de frente para mim novamente, na posição que estávamos antes de começar a ver o filme. ── Tá molhadinha porque tá sentindo meu cacete roçar nessa bucetinha, não é princesa? Eu também tô louco de tesão.
Sua atenção foi rapidamente para meu pau com a cabecinha rubra escapando do meu short, tão curto e colado que o desenho do meu cacete duro poderia ser visto e contemplado de longe, minhas bolas ficavam totalmente marcadas na posição que eu estava sentado com as coxas separadas. Harry parecia hipnotizado, olhava de forma curiosa e no cantinho de seu lábio eu via um sorrisinho discreto crescer ali.
Minhas mãos se dirigiram para a sua cintura, apertando meus dedos na sua pele branquinha e puxando seu corpinho frágil para mais perto do meu, fazendo com que sua xotinha revelasse ainda mais a cabecinha do meu cacete, lhe arrancando um gemido baixinho.
── O que significa ao certo estar com tesão Lou? ── Seu lábio rosinha formou um biquinho tão beijável que eu inclinei meu corpo para frente beijando inesperadamente o cantinho de sua boca.
De forma singela eu pude sentir seu lábio, mas ainda não era suficiente pois eu não estava o beijando de fato. Lentamente, subi minha mão para sua nuca e aproximei minha boca de sua orelha. Harry respirava de forma pesada.
── Estar com tesão é quando seu corpo implora por algo ou alguém, e consequentemente quando isso acontece eu fico de pau duro e você fica com a xotinha melada. ── Soltei um riso e beijei seu pescoço branquinho.
── Então é por isso que você também está assim? Seu corpo está implorando por mim? ── Seu jeitinho inocente me deixava louco. Ele não era explícito. Ele estava excitado mas nunca usaria de fato as palavras evidentes.
Sua mãozinha curiosa acariciou meu pau e seu dedão rodeou minha glande com curiosidade. Aquele toque foi o suficiente para eu sentir meu corpo inteiro tremer sob o seu.
── Sim princesa, eu estou assim porquê quero tocar você. ── Continuei com os lábios praticamente colados em sua orelha.
Senti seu corpinho tremer em cima de mim. Harry havia soltado um breve gemido manhoso, talvez minha garotinha não fosse tão inocente assim. Com as pontas dos meus dedos acariciei sua barriga lisinha coberta por pintinhas e senti a pele leitosa se arrepiar com meu toque. Eu subia e descia meus dedos, sentindo seu abdomen contrair a cada toque. Meus lábios agora passavam em seu pescoço, apenas me segurando para não beijá-la.
── Lou, o seu... ── Ele pausou no meio da frase antes de continuar. ── É tão grandinho... ── Ele gemeu manhoso empurrando a xoxota na cabeça da minha rola para fora do short, me arrancando um gemido alto. ── Será que vai caber na minha buceta? Por que eu sou tão apertadinha Lou, acho que seria melhor você entrar na minha bundinha, assim o estrago não seria tanto.
Seu olhar curioso novamente se voltava para meu pau, que latejava dentro das calças e disfarçadamente as vezes eu o tocava. Eu estava louco de tesão.
── Princesa, você tá mesmo insinuando que eu coma seu cuzinho? Você ao menos consegue se ouvir? ── Sussurrei contra sua orelha e levei meus dedos até sua buceta, sentindo meus dedos queimarem ao esfregar gostoso o grelinho inchado por cima do shortinho colado. Ela estava tão meladinha e como uma boa puta abriu as pernas para que eu pudesse brincar melhor com sua xotinha.
── Me desculpa maninho, eu não quis dizer isso, eu só achei que poderíamos fazer igual o casal do vídeo. Poderíamos brincar de marido e esposa, sim?! E assim nós faríamos coisinhas de papai e mamãe. ── Ele riu baixinho rebolando contra meus dedos.
Por um momento quase me esqueci que ele era um completo inocente, ou pelo menos se fazia.
Levei a mão livre para meu cacete, masturbando lentamente por cima do short. A essa altura eu já não ligava se Harry estava assistindo aquilo, eu apenas precisava me aliviar. Meu tesão aumentava a cada segundo e a cada segundo que passava eu queria estar dentro de Harry. Minha outra mão acariciava seu grelinho inchado com o polegar, ele estava tão durinho que marcava nos shorts.
── Lou, eu posso ver? ── Um sorriso surgiu no cantinho de sua boca. Ele olhava para meu pau com certa malícia.
── Você quer ver meu pau, baby? Desde quando você se tornou tão safada assim? ── Ri baixinho acariciando suas bochechas que ficaram vermelhas no mesmo instante.
── Me desculpa... Eu-
── Não se desculpe amor, gostei da sua iniciativa. Tira meu short! Assim você vai poder olhar bem de pertinho. ── Sussurrei contra seus lábios e Harry sorriu tão inocente que eu me culpei por isso.
Ele rapidamente colocou seus joelhos no chão e observou minhas coxas grossas abertas, passou suas mãozinhas na minha panturrilha e fez uma breve massagem no local. Eu queria esporrar em todo seu rostinho perfeito, encher seus lábios de porra apenas para depois beijá-los e fazer com que ficassem ainda mais inchadinhos e vermelhos.
Lentamente suas mãos subiram para o cós do meu short e ainda um pouco receoso ele o abaixou lentamente. Meu pau latejou com o olhar surpreso de Harry. Meu cacete bem grosso com as veias saltando bateu com força na minha barriga, um pouco acima do umbigo, pesado e pingando tanto que eu poderia socar no seu cuzinho virgem sem problema nenhum que minha boneca não sentiria dor, apenas minha pré porra e um pouco de saliva daria conta. Eu nunca estive tão duro.
Eu tinha poucos pelos ao redor, era apenas alguns, bem aparados que até se juntavam ao caminho de pelos em minha barriga. Minhas bolas pesadas repuxavam e rapidamente levei minha mão até meu pau, tocando uma punheta lenta.
── Louis, é tão grande e grosso... ── Harry parecia vidrado no meu pau, eu estava feliz em ser o primeiro que ele via pessoalmente.
── Você gostou baby? Se quiser pode tocá-lo. ── Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei meu corpo ao ver Harry de inclinar e passar a pontinha do seu dedo indicador na cabecinha do meu caralho, levando o dedo em sua boca de modo curioso para lambê-lo.
Puta merda
── Que delícia. ── Ele gemeu.
── Bebê, você já mamou em um cacete antes? Já chupou ou sentiu o gostinho de porra na língua? ── Meus olhos escureceram. O tesão me consumiu como fogo. Harry rapidamente sorriu e negou com a cabeça ainda com o dedinho na boca.
Meu corpo queimava, minhas têmporas suavam e eu queria tanto foder aquela boquinha. Eu queria ser o primeiro dele em tudo.
── Eu posso te provar Louis? Seu gosto parece delicioso. ── Sua vozinha calma e seu jeitinho meigo até nesses momentos me excitavam.
Sem conseguir formar uma frase concreta, fui capaz apenas de assentir. Sua boca se aproximou do meu pau e com as mãos para trás como se estivesse se autoimobilizando, Harry abocanhou a cabecinha vermelha do meu caralho e chupou todo meu líquido ali presente. Seus olhinhos verdes me encaravam com tesão enquanto sua boquinha gulosa envolvia a cabeça do meu cacete. Essa pose de inocente era uma farsa para esconder seu jeitinho de puta. Por mais que fosse virgem, ele sabia me provocar como uma putinha.
Eu apenas gemia rouco, louco com toda aquela situação. Meu irmão mais novo estava me chupando e estava sendo uma delícia.
Sua boquinha lentamente desceu pela minha extensão, aos poucos pois com dificuldade tentava engolir tudo. Lentamente meu pau ia sumindo na sua boca e eu sentia e ouvia os barulhinhos de sua garganta misturados com sons de saliva, seus olhinhos lacrimejavam e uma careta de dor ia surgindo a medida que meu pau invadia sua boca.
— Vadia da boca gostosa. — Gemi rouco e agarrei seus cachos empurrando com força sua cabeça para baixo. Ele se engasgou tossindo forte, e eu sorri satisfeito. Não tinha nada mais prazeroso do que ver um garotinho como aquele engasgando com um pau. — Imagina quando meu caralho inteiro estiver comendo essa tua buceta apertadinha, será que você vai fazer essa carinha de dor também?
— Lou... Eu gostei.
Ele mal havia me chupado e parecia acabado. Olhos vermelhos, a boca cheia de saliva aos arredores e as bochechas coradas.
— Chupa mais então, quero gozar na sua boquinha. Você quer isso neném? — Passei a mão delicadamente em seus cachinhos e eu o vi sorrir assentindo rapidamente voltando a abocanhar meu pau.
Agora com a ajuda de sua mão, ele masturbava e chupava ao mesmo tempo, me encarando. Sua bochechas gordinhas formavam vincos, apertando meu pau dentro de sua boca. Ele chupava com vontade e as vezes soltava meu pau com um barulho obsceno apenas para circular sua língua em minha glande, sugando para dentro de sua boca todo o meu fluído.
Com a cabeça jogada para trás, senti suas mãos pequenas acariciando minhas bolas equanto voltava a socar meu caralho na sua garganta, chupando e recolhendo qualquer resquício da minha pré porra. Eu estava absorto nas sensações que me dei conta quando ele havia parado os movimentos. Abri lentamente os olhos e vi minha pequena tirando o shortinho colado, mostrando sua bucetinha inchada ligando uma linha fininha de melzinho até o tecido do short. Minha garota carregava um sorriso tão safado, com as covinhas nas bochechinhas deixando tudo ainda mais adorável. Ela se aproximou novamente de mim e sentou com a buceta gostosa no meu caralho, esfregando desesperadamente a xotinha inchada na cabeça molhada do meu pau.
Era uma bagunça gostosa de gemidos e nossos fluidos que se misturavam. Sua buceta era tão lisinha e tinha o grelinho gostoso proeminente saltando e durinho que chegava a fazer uma fricção gostosa quando esfregava ele na cabeça inchada da minha piroca.
— Caralho princesa, você é uma putinha. Sempre quis se esfregar assim no meu cacete? — Apertei sua cinturinha e o ajudei com os movimentos do quadril, sentindo seus lábios da buceta envolverem meu caralho e seu melzinho jorrar melando meu pau e nos transformando em uma bagunça molhada e muito gostosa.
— Maninho... Lou... Minha florzinha tá pulsando muito. — Ele grunhiu tímido, bem baixinho que mal pude ouvir.
Harry mordeu seu lábio inferior gordinho, jogando a cabeça para trás rebolando a grutinha em cima da cabeça do meu pau. Seus peitinhos apontavam para meus lábios e seu corpo inteiro tremia próximo ao orgasmo.
— Princesa, deixa eu encaixar só a cabecinha do meu pau na sua xotinha, vai? — Pedi manhoso apertando sua bunda redondinha, escorrendo dois dedos pro seu cuzinho apertadinho que pulsou com meu toque.
— Mas maninho, vai doer muito. — Minha princesa choramingou rodeando seus braços em meu pescoço, cessando os movimentos apenas para levantar o seu quadril e encaixar sua grutinha melada e pequena na cabeça do meu cacete. — Eu sou virgem. — Suas bochechas coraram e ele sussurrou segredando aquilo para mim.
Ela rebolou um pouquinho e não tardou em bater meu caralho grosso na sua buceta, completamente maravilhada ao ver seu melzinho grudando no meu pau.
— Só a cabecinha não vai machucar não bebê e você tá bem molhadinha, só deixe eu te sentir um pouquinho. — Sussurrei contra seus biquinhos pontudinhos e rosados, capturando o esquerdo com meus lábios, chupando e mordendo ouvindo os gemidinhos manhosos de Harry enquanto ele não parava de se esfregar em mim. — E eu não me importo em ser o seu primeiro, inclusive acho justo que eu seja o primeiro a abusar dessa bucetinha, você não acha? — Sussurrei deixando um beijo em sua testa suada acariciando sua cintura, vendo Harry assentir incapaz de formar alguma frase enquanto mantinha a boquinha aberta e os olhinhos fechados.
Senti seus dedos agarrarem a base do meu pau e sua bucetinha abrigar a cabeça gorda do meu pau com dificuldade. Por mais que estivesse bem meladinha, a bucetinha de Harry nunca tinha recebido um caralho grosso e seu aperto gostoso me sufocava. Seus gemidos se tornaram ainda mais altos e como se houvesse perdido o controle, Harry sentou de uma vez só, e eu não pude impedi-lo. Agora sua bucetinha inteira estava preenchida pelo meu pau. Seu grelinho inchado pulsava contra minha virilha e sua boquinha aberta gemia desesperadamente chamando meu nome com lágrimas escorrendo por seu rostinho.
— Vadiazinha da buceta apertada. — Grunhi contra seus mamilos, apertando ambos com meus dedos.
— Maninho, seu pau é tão grosso.
Minha irmãzinha rebolou em círculos e apertou a bucetinha no meu pau, gozando imediatamente só de me ter dentro da sua grutinha necessitada. Eu não consegui me conter e em um gemido alto apertei novamente seus peitinhos e gozei gostoso no fundinho da sua buceta apertada. Meu abdômen contraiu tão forte e um gemido rouco rasgou minha garganta quando minha porra atingiu forte a buceta gordinha da minha irmã. Levei minhas mãos até seus peitinhos apertando fortemente enquanto minhas bolas pulsavam e eu jorrava o máximo de porra na sua xotinha.
Eu me sentia um virgem que havia gozado com literalmente uma única sentada, mas não era fácil se controlar quando estava há meses sem sexo e uma buceta quente e apertada sufocava meu pau e o ordenhava mesmo que inconscientemente.
Joguei a cabeça para trás e deixei pender nas almofadas do sofá. Harry ainda não havia saído de cima de mim, ele continuava rebolando e esfregando o grelinho em mim com o meu pau atolado em sua grutinha melada, contraindo e tentando ganhar o máximo de leitinho possível na sua buceta escorregadia. Eu estava acabado e se não fosse por lábios curiosos distribuindo beijos tímidos por toda a pele suada do meu pescoço, eu provavelmente dormiria. Sua boca me beijava com delicadeza e suas mãozinhas se mantiam ao redor do meu rosto, acariciando minha barba com os polegares.
— Lou me leva pro quarto e dá um banho por favor, cuida da sua irmãzinha. — Ele sussurrou contra meus lábios, me deixando alguns selinhos tímidos.
Sorri ao escutar sua voz calma e assenti em concordância encaixando minhas mãos em sua bunda, levantando seu corpo em meu colo fazendo com que infelizmente meu pau escorregasse para fora de sua grutinha e toda minha porra grossa pingasse no chão e em minhas coxas. Resolvi que depois limparia aquilo, agora eu cuidaria da minha bonequinha.
Mas tudo se esvaíu quando a campainha tocou. Meu corpo tremeu e eu arregalei os olhos empurrando Harry no sentindo contrário que ele fazia. Meu coração pareceu dar um salto de aceleramento e eu rapidamente mudei de canal para algo que parecia ser um canal de compra de jóias e a contragosto vesti meu short enquanto Harry limpava os lábios, arrumava os cachos rapidamente e foi correndo atender.
💋
H
Jay e nossos outros irmãos nunca desconfiaram do que Louis e eu fizemos naquele dia, o máximo que ocorreu foi mamãe me indagar do porque de eu ter dormido tão cedo, mal sabe ela que foi porque meu maninho me fez ter meu primeiro orgasmo e esporrou com força dentro da minha buceta, foi o suficiente para que eu ficasse acabadinha e cansada. O fato de ninguém ter prestado atenção o suficiente foi a deixa para que tivéssemos combustível para fazer de novo mas sempre nos faltava oportunidade.
Naquele dia Louis cuidou tão bem de mim, ele lavou meu corpinho inteiro sem nenhum resquício de segundas intenções, enchendo minha barriguinha e meu bumbum gordinho de beijos, apertando cada cantinho do meu corpo e distribuindo beijos pelo meu pescoço e no canto dos meus lábios, as vezes acariciando despretensiosamente meus peitinhos. Ele beijava delicadamente meu pescoço e dava atenção a cadê partezinha do meu corpo.
Após me deixar no quarto depois do banho ele correu até seu quarto para um banho e eu não tardei em tentar espioná-lo. Minha visão não era tão clara mas era possível vê-lo bater uma punheta gostosa com os olhos fechados e o lábio inferior entre os dentes fantasiando provavelmente como seria me foder de fato em todas as posições. Ele gozou novamente em abundância, de uma forma que eu me surpreendi e minha bucetinha esquentou imaginando receber aquela grande quantidade de porra novamente. Ele jorrou tanta porra que foi inevitável não imaginar como seria aquela quantidade dentro do meu cuzinho apertado.
Os dias se passaram e Louis e eu estávamos mais próximos que o normal. Eu adorava o seu jeito doce de agir normalmente comigo como meu irmãozinho mais velho, mas seu jeito safado e desinibido era o meu favorito de fato. Eu ainda me sentia tímido, mas um pouco menos. Nossas provocações eram breves, mas o suficiente para que eu choramingasse todas as vezes procurando seu caralho grsso pra me preencher. A todo momento eu o provocava vestindo meus shorts mais curtos e sentava em seu colinho toda vez que eu tinha a oportunidade ou apenas alisava meu cacete na mesa do jantar.
Era notório o pecado pairando sobre nós quando mamãe, nossos irmãos e Dan fechavam os olhos para rezar e eu movia minhas pequenas mãos para seu pau, o deixando duro em instantes.
Algumas semanas haviam passado desde o acontecido do filme pornô e a todo momento eu tentava ter a sua atenção para que pudéssemos foder e eu pudesse ter seu caralho maltratando minha xotinha apertada novamente, mas nunca conseguíamos de fato chegar aonde queríamos, mas hoje a noite eu pretendia saciar a vontade de ter seu cacete indo fundo na minha bucetinha já que a mamãe, o papai e nossos irmãos sairiam para a casa de uma amiga de longa data da mãe e assim Louis e eu faríamos a noite dos filmes, que não fazíamos há um tempinho para mamãe ou Dan não desconfiar tanto já que estávamos sempre juntinhos e eu tinha medo que eles desconfiassem de algo.
Coloquei uma camisola pequenininha que mal cobria minhas coxas e se eu levantasse os braços era possível enxergar minha xotinha sem calcinha ou a poupa do meu bumbum. Meus peitinhos pareciam querer saltar para fora da camisola branquinha, estavam tão evidentes no tecido transparente que eu não me contive em tocá-los. Antes de ter contato íntimo com meu maninho, eu nunca ao menos tinha tentado me masturbar, mas desde que ele havia chegado eu sentia algo diferente na minha florzinha, principalmente quando eu sentava em seu colinho para jogarmos ou assistirmos algum filme e eu sentia algo grande e grosso roçar na minha grutinha.
Eu ficava quentinha, meladinha, pulsando e com os peitinhos durinhos sensíveis por ter Louis esbarrando neles sem querer e com toda essa dúvida do porque eu e ele ficávamos assim durante nossas carícias e abraços, decidi perguntar pra minha amiga da escola o motivo disso tudo. Bonnie riu imediatamente mas não de um jeito que tivesse a intenção de julgar, ela disse que estava indignada por não ter a mesma sorte que eu pois meu irmão era uma delícia. Ela me explicou que ele ficava duro porque queria me foder e ria baixinho ao sussurrar que eu também provavelmente queria já que minha xotinha molhava só de sentir seu caralho roçando ali.
Eu fiquei feliz ao saber que meu irmãozinho me amava ao ponto de querer que eu fosse a sua garotinha. Naquele dia voltei pra casa saltitando e o abracei com tanta força e fiz questão de dizer o tempo todo que eu o amava, pois eu também o queria sendo meu homem e queria que ele me tratasse igual putinha assim como Bonnie falou, e riu em seguida me chamando de sortudo.
Terminei de me arrumar e corri para o quarto de Louis, bati fraquinho na porta e sorri ao ouvir sua voz me mandando entrar. Lou estava deitado em sua cama de casal usando apenas uma bermuda curtinha que marcava seu volume grosso e os braços relaxados atrás da nuca contraindo os músculos do braço, deixando evidente suas tatuagens bonitas.
— Vem princesa, deita aqui do meu lado.
Seu sorriso bonito cresceu em seus lábios ao me ver. Seus olhos percorreram todo o meu corpinho e rapidamente prendeu o lábio inferior entre os dentes encarando meus peitinhos balançando conforme eu caminhava até sua cama. Me deitei timidamente ao seu lado, um tanto cauteloso para minha xotinha não aparecer e tratei de abraçar sua cintura encostando minha cabeça em seu peitoral assim como eu adorava fazer. Enrosquei minhas pernas na sua e delicadamente rocei minha bucetinha em sua coxa descoberta, sentindo meus pelinhos arrepiarem e minha grutinha começar a lubrificar implorando imediatamente pelo pau de Louis.
— Qual filme você escolheu essa noite Lou? — Perguntei baixinho sussurrando contra o seu pescoço, inspirando devagar o cheirinho do seu perfume gostoso, aproveitando o calor da sua pele bronzeada.
Uma de suas mãos agarrou minha cintura com possessividade e me trouxe para mais perto, escorregando a mão para cima e para baixo acariciando a lateral do meu corpo, raspando o polegar no comecinho dos meus seios.
— Um de terror. — Ele respondeu vagamente, esticando a mão para buscar o controle da televisão.
— Ah não maninho, você sabe que eu tenho medo de filmes de terror. — Fiz um biquinho nos lábios e aconcheguei mais ainda meu corpo ao seu.
— Mas princesa, se quiser pode ficar no meu colinho, assim podemos ficar abraçadinhos até o final. — Ele sorriu terno com as ruguinhas aparecendo em seus olhos e eu devolvi o sorriso no mesmo instante.
Louis além de lindo conseguia ser carinhoso, um bom irmão e muito atencioso. Seu sorriso me encantava o tempo inteiro e eu amava cada detalhezinho do seu rosto bonito, eu poderia ficar horas observando.
Assenti rapidamente com alguns cachinhos caindo em meu rosto e subi em seu colo, sentindo seu tronco subir e as costas apoiarem na cabeceira da cama, enquanto eu mantinha minhas costas coladas em seu peitoral. Louis deu início no filme e suas mãos livres tocaram minhas coxas em um carinho gostoso. Seus dedos grossos acariciavam minha pele de baixo para cima lentamente, fazendo com que eu me arrepiasse com seus dedos acariciando, enquanto eu me remexia deixando que minha camisola minúscula se enrolasse em sua bermuda e revelasse um pouco mais do meu bumbum descoberto pressionando forte seu pau. Eu conseguia sentir o caralho do meu irmãozinho endurecendo entre a minha bunda, com minhas nádegas o envolvendo, Louis gemia baixinho e não parou o carinho em minhas pernas, ele parecia realmente muito dedicado em assistir o filme.
— Maninho...
Sem que eu quisesse um suspiro manhoso escapou dos meus lábios e eu não me contive em rebolar gostosinho no seu cacete duro. Louis pareceu receber os meus estímulos pois apertou forte minhas coxas e pressionou o quadril para cima, estocando no meu bumbum com o pau coberto mas eu conseguia sentir perfeitamente a cabecinha da sua rola escapando dos shorts e melando minha bundinha nua. Ele era tão grande que a cabecinha inchada chegava a escapar dos shorts diversas vezes que eu o deixava duro.
— O que foi bebê? — Ele soprou contra a minha orelha.
Cínico.
— Vem cá, senta de frente no meu colo, assim você não precisa ficar olhando pro filme.
Seus dedos apertaram minha cintura e sua voz era carregada de malícia. Eu sorri e prontamente mudei as posições, sentei de frente em seu colo e abracei seu pescoço com força, deixando a bucetinha bem em cima do seu cacete. Eu conseguia sentir meu grelinho inchado esfregar gostoso na cabecinha molhada do seu caralho. Ele soltava tanta pré porra só em me ter em seu colo, apenas em sentir a irmãzinha mais nova com a xotinha toda melada implorando por rola.
— Bem melhor assim, não acha? — Ele sorriu malicioso e sugestivo, seu lábio inferior foi capturado pelos seus dentes e eu me perdi na sua boca gostosa, imaginando como seria ele chupando minha xotinha.
Bonnie me explicou também que receber sexo oral na buceta era gostosinho, então eu queria que Louis fizesse em mim e se isso fizesse com que eu me sentisse bem eu o procuraria todos os dias só pra chupar meu grelinho.
— Maninho eu não quero ver filme. — Fiz um biquinho nos lábios rebolando em seu colo.
Mexi meus quadris lentamente sentindo toda sua protuberância grossa arrastar no meu grelinho todo meladinho. Subi minhas mãos para os meus peitinhos com os mamilos durinhos e os apertei gemendo baixinho.
— Não? Poxa gatinha eu queria tanto assistir o filme mas você não para de esfregar essa xota melada em mim, parece até uma puta desesperada por rola. — Louis sorriu cafajeste soprando contra meus lábios.
Eu conseguia sentir minha grutinha molhar ainda mais com seus elogios ao mesmo tempo que minhas bochecinhas coraram por ganhar um nome que havia soado tão bem. Se eu pudesse pediria para ele me chamar assim o dia todo. Eu queria tanto ser a putinha do meu irmão. Eu queria ser todinha de Louis, ser sua namorada, mulher e a vadia que ele come todas as noites apenas para depois cuidar como se eu fosse sua bebê. Eu realmente o amo mais do que deveria.
— Lou... Você falando assim deixa minha xotinha pulsando tanto maninho. — Gemi fraquinho enquanto arrastava meus polegares em meus mamilos, eu sentia meu corpo inteiro tremer, eu precisava tanto dele.
— Vadia, desde quando você trocou o florzinha por xotinha, hm? Desde quando você virou uma puta desesperada pelo pau do irmão? — Louis gemeu rouco contra a minha pele, seus lábios maltratavam meu pescoço tombado para o lado ao mesmo tempo que suas mãos grossas estapeavam meu bumbum tão forte que ardia.
— Me desculpa Lou, eu não queria s-
— Não se desculpe bebê, eu amo ver você safadinha assim implorando pra levar surra de cacete nessa xotinha gulosa. — Ele me interrompeu entre as pausas dos beijos que deixava em meu pescoço.
Seus lábios macios deixavam um rastro por onde passava na minha pele. Louis beijava meu pescoço e o colo dos meus peitinhos, apertando meu bumbum com força, roçando a cabecinha inchada da sua rola na minha grutinha. Eu já conseguia sentir lágrimas se formando nos meus olhos e minhas bochechas pinicarem com a vontade louca de querer tê-lo logo dentro de mim.
— Louis, fode minha bucetinha, vai! — Gemi manhoso quando sua língua arrastou no meu mamilo durinho.
Desesperadamente levei minhas mãos até seu short de moletom e abaixei sua bermuda revelando seu caralho pesado com as veias grossas pulsando da base até a cabecinha vermelha toda meladinha do meu melzinho e sua pré porra.
— Senta gostosinho princesa. — Ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura quando levantei o quadril para encaixar minha bucetinha no seu pau.
Deixei minha testa encostar em seu ombro e o abracei com mais força ainda, agarrando seus fios da nuca com ambas as minhas mãos, apertando e puxando com força quando seu pau escorregou pra dentro da minha buceta, alargando minha xoxotinha conforme eu sentava devagarzinho ouvindo o som das nossas lubrificações ressoando.
— Seu pau me preenche tão bem gatinho... — Rebolei sentindo minha virilha contra a sua.
Seu pau já estava completamente dentro de mim me preenchendo da forma mais gostosa e dolorosa possível. Louis gemia rouco e apertava meu bumbum descontando o tesão que era me ter esmagando seu caralho com minha bucetinha pequena e inchada. Meu grelinho duro roçava nos poucos pelos em sua virilha e sua bolas repousavam no final do meu bumbum, estavam tão quentinhas e cheias repuxando, eu estava me sentindo pronto para receber seus bebês no fundo da minha buceta.
— Tão apertadinha e gostosa...
Louis gemeu feroz entre os dentes, suas mãos puxaram as alcinhas da minha camisola para baixo revelando meus peitinhos durinhos e os mamilos rosados apontando dolorosamente para frente, implorando por sua boca. Suas têmporas brilhavam e o suor já escorria por seu pescoço, ele parecia tão pecaminoso com a boca entre aberta, os lábios inchados e avermelhados somente por ter chupado meu pescoço. Não me contive ao observá-lo e subi lentamente no seu caralho descendo com força, satisfeito com os sons molhados e com o barulho da minha bunda batendo nas suas bolas.
Seu pau batia certeiro no meu pontinho de prazer, era tão grande que era impossível não sentir a cabecinha inchada preenchendo bem a minha bucetinha.
Gemi alto ao rebolar em seu colo e o abracei pelo pescoço com ainda mais força, seu tronco escorregou um tanto para frente e apenas sua cabeça se apoiava na cabeceira da cama, agora ele tinha total controle sobre mim com as mãos grossas em minha bunda, abrindo minhas bandas e expondo meu cuzinho pro meu polegar raspar ali pretenciosamente. Louis jogou o quadril para cima fazendo meu corpinho solavancar para frente e meus peitinhos roçarem em seus lábios, um gemido alto rasgou minha garganta e meus cachinhos saltaram com a investida gostosa do seu pau.
— Sua xotinha apertada me engole tão bem, puta merda... — Louis gemeu baixinho estapeando meu bumbum enquanto eu me esforçava para ser uma boa putinha cavalgando na sua pica.
Lou me segurava pela cintura ou pela bunda, ele parecia querer me domar pela cintura, mas as vezes segurar na minha bunda farta parecia mais atrativo já que ela recebia quase toda sua atenção. Ele jogava forte o quadril para cima, me fodendo forte. Seu caralho me invadia com força e sem pena alguma, ele maltratava minha xotinha tão bem enquanto eu sentava e me fodia no seu cacete intensificando mais as suas investidas com o quadril.
— Louis você me come tão gostoso. — Rebolei gostoso no seu caralho esfregando meus mamilos na sua boca, apoiando minhas mãos na cabeceira.
Louis pareceu entender meu pedido e abocanhou meu peitinho, sugando com força mamando gostoso no meu biquinho sensível.
— Nunca imaginei que minha irmãzinha fosse uma vadia sedenta por pau. — Ele acariciou minha cintura e subiu beijinhos para o meu maxilar.
Eu estava uma bagunça, meus cachos totalmente desgrenhados e o corpo suado pingando gotinhar de suor sobre Louis. Seus olhos pareciam me devorar e sua boca parecia implorar pela a minha já que estávamos tão próximos. Segurei firme novamente em seus ombros sentindo minha bucetinha contrair e meu grelinho pulsar, eu estava quase lá. Intensifiquei as quicadas em seu colo e em um pico de coragem tomei seus lábios em um beijo desajeitado. Meu coração acelerou ao ter sua boca quentinha raspando contra a minha e nossas línguas desesperadas buscando uma a outra. Eu tentava desesperadamente beijá-lo mas sem coordenação alguma já que Lou estava sendo o meu primeiro beijo
Gemi manhoso sentindo todas as sensações possíveis se intensificando, meu estômago pareceu revirar e meus olhos reviraram sem que eu tivesse controle sobre eles. Louis pareceu perceber meu orgasmo próximo e levou uma das mãos até meu grelinho, masturbando bem gostosinho enquanto continuava a me foder rápido e sem dó. Senti minha bucetinha apertar e um líquido clarinho esguichar. Um gritinho inesperado rasgou minha garganta e eu tentei fechar as pernas para conter o xixi, minhas bochechas esquentaram e eu escondi o rosto com minhas mãozinhas envergonhado por ter feito xixi, mesmo que Louis parecia não se importar, continuando a foder fortemente intensificando a sensação gostosinha na minha xotinha.
— Lou... Eu fiz- ahhn maninho. — Gemi fraquinho encostando minha testa em seu ombro.
— Eu vou gozar gatinha, vou encher sua buceta de porra quente, é isso que você quer bebê? — Louis sussurrou contra a minha orelha e eu assenti rapidamente, rebolando em círculos louca pra receber seus filhinhos dentro de mim.
Meu irmão apertou meu bumbum e gemeu rouco no meu ouvido, liberando jatos grossos de porra quentinha na minha xotinha sensível. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, gozando gostoso todo seu leitinho enquanto apertava minha bunda.
— Lou... Foi tão gostoso. — Sussurrei contra sua boca.
Sua porra escorria pelos cantinhos da minha buceta, eu me sentia tão preenchido e um sorriso satisfeito marcava meus lábios.
Seus braços rodearam minha cintura e eu me aconcheguei em seu abraço quentinho, sentindo seu carinho gostoso nas minhas costas, retribuindo o carinho em seus cabelos macios enquanto sua cabeça descansava em meu peito.
— Lou, desculpa eu fiz xixi. — Falei baixinho sentindo a vergonha consumir meu corpo.
Ele riu baixo e apertou minha cintura voltando a distribuir beijos em meus peitinhos. Lou estava viciado neles.
— Não amor, você gozou. Não se preocupe com isso. Você molhou meu pau de um jeito tão gostoso. — Ele sorriu beijando meus lábios. — Vem cá gatinha deixa eu chupar sua buceta. Se esfrega na minha língua até gozar.
Porra.
Eu nunca me acostumaria com a forma que ele demonstrava carinho e desejo por mim.
Prontamente sorri e assenti animado com os lábios entre dentes. Louis deitou na cama, levantei do seu colo e contemplei sua porra grossa escorrendo da minha grutinha inchada, pingando na cabecinha gorda do seu pau. Virei minha cabeça em direção ao seu quadril e suspendi a camisola pequenininha que cobria só metade da minha bunda, dando a ele a visão completa do meu cuzinho e da minha bucetinha inchada com os resquícios da sua porra saindo da minha grutinha.
— Lou, você me encheu tanto com sua porra. — Choraminguei esfregando meu grelinho no seu queixo, sentindo os pelos ralos da sua barba me causando arrepios. — Olha como você me deixou, tô toda abertinha e cheia dos seus filhos. — Levei meus dedos até minha grutinha, metendo dois dígitos bem em cima do seu rosto.
Louis agarrou minha bunda com força e separou as duas bandas sem o mínimo de delicadeza, cuspindo forte em cima do meu cuzinho, me causando arrepios gostosos e um risinho baixo já que eu nunca tinha sido tocada ali. Rebolei em sua boca raspando devagarzinho minha xotinha nos seus lábios macios, sentindo beijinhos lentos tocarem meu grelinho sensível.
— Gatinha, você já tinha sido chupada por alguém antes? — Lou soprou contra minha grutinha que pingava meu melzinho misturando-se com sua porra.
— Não amor, você está sendo meu primeiro em tudo maninho. — Gemi manhoso espalmando minhas mãos em suas coxas. Eu me sentia bem em verbalizar que Louis estava sendo meu primeiro homem, eu me sentia como sendo seu troféu e uma enorme conquista que poderia lhe satisfazer a qualquer momento. Eu só queria ser boa para meu irmãozinho.
Empinei meu bumbum e esfreguei minha xotinha na sua boca chegando a sentir até a pontinha do seu nariz raspando no meu grelinho enquanto sua língua trabalhava em movimentos circulares lentos, seguidos de seus lábios me chupando forte, desesperado pelo meu gostinho.
Sua língua agora passava por toda a minha bucetinha toda melada de porra, melzinho e saliva, babando muito meu grelinho passando a língua para cima e para baixo pressionando meu grelinho inchado, as vezes sugando pra dentro de sua boca, soltando em seguida com um chupão gostoso. Seus braços agarravam minha cintura com força puxando meus quadris em direção ao seu rosto e eu me esfregava no seu rosto como uma vagabunda, com uma das mãozinhas para trás segurando seu cabelo com força enquanto a outra masturbava desajeitadamente seu caralho que já estava duro novamente, pulsando entre meus dedos, melado de porra facilitando a punheta.
— Você me come tão gostosinho Lou, me come tão gostosinho com sua língua e seu pau!
Gemi com sua boquinha sugando todo meu melzinho e seus dois dedos brincando com meu cuzinho, penetrando só a pontinha e depois tirando só para que eu contraísse em busca de algo ali me preenchendo também. Louis estapeava minha bunda com a mão livre e fodia minha xotinha com sua língua, as vezes usando os lábios para sugar todo meu melzinho que escorria em abundância por todo seu rosto.
Senti sua língua escorregar para meu cuzinho, deixando vários beijinhos e chupadas fraquinhas me tirando gemidos altos e arrepios gostosos e diferentes.
— Lou, amor... — Mordi o lábio inferior apertando os olhinhos.
Sua boca chupou meu grelinho sensível com força e sua língua me comia com vontade. Seus dedos agora aproveitavam para masturbar rapidamente meu clitóris e a outra mão apertava minha bunda, alternando entre meter dois dedos no meu cuzinho que os recebia tão bem. Meus gemidos descontrolados e a maneira que eu me esfregava em sua boca fizeram com que eu largasse seu pau e apenas aproveitasse os estímulos gostosos que vinham de todas as partes, aproveitando para apertar meus peitinhos, sentindo em seguida meu corpinho tremer e minhas coxas prenderem sua cabeça. Novamente eu estava gozando.
Explodi em um orgasmo intenso e gostoso com a xotinha sensível pulsando e esguichando na boquinha gostosa do meu Louis.
Ele parecia não se importar já que continuava a enfiar seu rosto na minha buceta melada com meu orgasmo e rios de saliva. Eu gemia alto totalmente sensível por seus toques, sentindo as pernas tremelicando e meu corpinho fraco descansando sobre o seu.
— Vem cá princesa, me dá um abraço. — Ele sussurrou rouco e ainda buscando forças, assenti com os olhinhos cheios de lágrimas, voltando á posição original com seu peitoral junto ao meu e nossas intimidades se esbarrando, eu ainda podia sentí-lo duro contra meu grelinho inchadinho.
Eu o abracei com força enterrando meus cachos em seu pescoço cheiroso e úmido de suor, inspirando seu cheiro forte e gostoso misturando com seu perfume genuinamente intenso. Louis me aconchegou em seu abraço e acariciava minhas costas beijando meu ombro nu sem as alças da minha camisola. Eu estava uma bagunça, mas isso era a última coisa que eu queria me importar, eu só me importava com ele e como ele agiria comigo depois de tudo isso.
— Louis, eu te amo muito gatinho. — Sussurrei contra seu pescoço, sentindo minhas bochechas esquentarem pela declaração repentina.
Eu realmente o amo e quero ele para toda a minha vida. Lou cuida tão bem de mim e eu não sei se conseguiria viver sem suas mãos ao meu redor enquanto assistimos filme ou sem seus beijinhos gostosos de boa noite que ele deixa em minha nuca quando dormimos agarradinhos, eu sempre em sua frente sendo aconchegado por seu corpo forte.
— Eu também te amo princesa. — Ele sorriu terno nos afastando apenas pra beijar a pontinha do meu nariz, descendo suas mãos até o início do meu bumbum, acariciando minha pele sem segundas intenções. — Eu machuquei seu bumbum, amor? Se sim, me deixe cuidar dele no banho. — Louis selou nossos lábios carinhosamente e eu neguei com a cabeça desviando nossos olhares.
— Você não me machucou boo, mas eu tenho medo que me machuque aqui. — Peguei uma de suas mãos e coloquei sobre meu peito, indicando meu coração que pulsava forte apenas em receber o olhar azul intenso do homem que tanto amo. — Eu realmente te amo, não só como irmã mais nova, mas eu sinto que quero ter você para sempre Lou. Eu só me entreguei para você porque mamãe me disse um dia que essas coisas devemos fazer com quem amamos verdadeiramente e eu te amo tanto que chega a doer meu coraçãozinho. Gosto do jeitinho que nossos corpos parecem bem juntos, amo seus carinhos e amo assistir filme agarradinha com você.
Meus olhinhos lacrimejavam e eu me sentia fraco diante toda a minha declaração. Eu não tinha forças ao menos para olhar em seus olhos, eu só queria chorar e passar o dia inteiro pensando em como eu era boba de expressar meus sentimentos de forma tão verdadeira e intensa.
— Lou eu te amo tanto que esses dias cheguei a sonhar que eu tinha um bebê seu e bom, você sabe que meu sonho é ser mamãe... — Enxuguei as lágrimas fracas que molhavam minhas bochechas e me senti boba por dizer tudo aquilo. — Boo, apenas esqueça tudo isso que eu te disse-
— Não gatinha, não irei esquecer nunca. Eu estou impressionado em saber tudo isso e maravilhado com o jeitinho que você me admira pois eu também te amo pequena. Desde que nos aproximamos eu soube que eu teria problemas porque exatamente tudo em você me chama atenção, eu amo seu jeito carinhoso e seus beijinhos matinais quando dormimos juntinhos e amo quando você decide cozinhar para mim. Eu quero tanto ter você pra mim amor e caso queira, eu posso realizar o seu sonho de ser mamãe. — Louis falava baixinho contra minha orelha, segurando meu queixo e de vez em quando dando alguns beijinhos em minhas bochechas.
Meu coração parecia prestes a saltar do meu peito. Louis também me amava da mesma maneira e eu só pude sorrir largamente voltando a abraçar seu corpo contra o meu, apertando meus braços ao redor do seu pescoço e beijando suas bochechas.
— Agora podemos tomar um banho rapidinho? Tô doido pra cuidar do corpo da minha namoradinha, enquanto só nós beijamos de forma preguiçosa, sim?
✿ Querido diário P.2 ✿
Notas da autora: voltei com a parte 2 de "Querido diário". Sugiro que leia a parte 1 antes de continuar com a leitura. Vocês podem ler, clicando nesse link. Em breve deixarei no meu fixado uma masterlist para acesso fácil às fanfics que eu ir postando.
Avisos: sexo bruto; incesto entre pai e filho; Ltops; bratHarry; h!intersex; Harry sendo tratado com pronomes femininos; spanking; degration/humilhação/slut shamming kink; threesome; zourry; uso de palavras de baixo calão; negação ao orgasmo (pesada); pronomes possessivos; violência física; ciúmes; voyerismo; desuso de preservativo; cockwarming e dubious consensus (uma derivação do CNC - consensual not consensual).
Caso tenham dúvidas quanto ao significado de cada kink, minha caixinha de perguntas está aberta para quem quiser.
Se algum tópico te incomode, não leia!
Não esqueça de curtir, dar rt e deixar seus comentários no final. Me motiva a trazer mais dessas para vocês, e fiquem a vontade para sugerir novos temas e kinks para próximas fics.
WC: + 7k palavras
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[...] - Ajoelha filha da puta! - mandou.
Harry imediatamente obedeceu o papai. Sentindo que poderia gozar a qualquer momento apenas com o seu papai a tratando daquela forma.
- Agora abre a boquinha que eu vou foder essa boquinha de puta. Seu castigo começou agora!
Louis riu irônico. Tinha tantos planos para acabar com sua filhinha. Se era o cacete do papai que ela queria. Então ela terá!
Harry estendeu sua língua aguardando o pau de seu papai, logo o sentindo preencher sua boca. Gemendo em deleite ao sentir o cacete pesado e o gosto delicioso do mais velho. Extasiada ao ouvir o gemido de seu pai. Estava uma nuvem tão alta de prazer, que por um breve momento esqueceu que o outro estava enfurecido, até segundos atrás.
Sem dar tempo para a garota se acostumar com o tamanho, juntando os cachos da outra, começou a meter com velocidade, fodendo aquela boquinha que tornou seu novo vício. Rindo com escárnio ao ouvir ela se engasgar, e os olhos vermelhos com lágrimas grossas descendo pela bochecha do rostinho de sua filha.
- O que foi, amor? Não consegue aguentar o cacete do papai? - Disse com um sorriso no canto de seus lábios. - Não era você a putinha doida para ter meu pau? Então agora aguenta, porra! Mostra pro papai o que essa boquinha faz.
Harry sentiu sua xotinha melar mais ainda ouvindo o a humilhar. Se empenhando a mamar o caralho como uma boa putinha para o papai, controlou sua respiração, já se acostumando com o cacete tocando sua garganta, apertou as coxas dele, o incentivando a aumentar a velocidade.
- Isso bebê, mamando tão bem. Porra que boca gostosa. - disse o mais velho, puxando Harry pelo cabelo com força, retirando o membro de sua boca. Gemeu ao ver a bagunça que encontrava sua princesa. Saliva, escorrendo por seu queixo e rosto vermelho devido a falta de ar. - Respira fundo pro papai, meu bem. Isso... - sorriu satisfeito ao ver a menina acatar seu pedido. E a ajudou a levantar no porcelanato do banheiro. Deixando um beijo carinhoso em sua testa, e limpando as lágrimas que descia por sua bochecha.
- Melhor, princesa? - perguntou checando o estado de sua filha. Que sorriu, acenando, e deixou um selinho nos lábios do maior.
- Sim, papai. Agora me fode. - pediu com urgência a de olhos verdes. Avançando nos lábios de seu pai em um beijo desesperado e bagunçado. Gemeu ao sentir o mais velho apertar sua bunda gordinha com possessividade, empurrando-a para a bancada da pia, e logo depois separando o beijo, com um movimento bruto, virou-a de costas para si. Esfregando o cacete entre a nádegas de Harry, enquanto sua mão direita apertava forte os seios da garota, atacou aquele pescoço leitoso, com mordidas e chupões. Ele queria marcá-la. Para que quando ela se olhasse no espelho no dia seguinte, lembrasse a quem ela pertence. Sem esperar por mais, posicionou seu cacete na xotinha de sua menina, socando com força, e já começando a meter forte.
Gemidos de ambos ecoando por aquele banheiro, se encarando com luxúria nos olhos através do espelho. Já sabendo que naquele ritmo, e devido aos orgasmos recente, não demorariam para atingir o ápice. Harry já poderia sentir seu orgasmo se aproximando. Contraindo-se em volta do cacete do papai.
- Papai, continua, eu tô tão perto. - pediu Harry chorosa. Viu um sorriso amplo abrir nos lábios de seu pai, estranhando quando o mesmo deu uma risada em divertimento e diminuiu a velocidade dos movimentos dentro de si.
- Carinho...você acha que eu esqueci do seu castigo? - disse Louis, vendo a expressão com interrogação no rosto de sua filha, então continuou a falar, metendo o cacete devagar naquela buceta. - Você ganhou o seu tão sonhado pau do papai só pra você. Mas sua atitude de puta, te faz merecer ser somente um depósito de porra. Você não vai gozar até eu dizer que pode. Nem hoje, nem amanhã, e nem depois. Até eu decidir que for suficiente. Agora abre a boca e chupa direitinho! - ordenou, ao levar seus dois dedos à boca de sua filha, a impedindo de o retrucar.
Harry ficou perplexa. Aquele decreto a irritou, logo ela que gozava quase todos os dias, seja ela brincando sozinha, ou se fodendo em outros cacetes. Mas apesar de não confessar agora, ela sentiu mais tesão ao ver a postura autoritária de seu pai, lhe tratando como uma vadia. E logo obedeceu o pai, chupando os dedos dele, os deixando bem molhados com sua saliva. Gemendo mais, ao sentir a outra mão de seu papai começar a brincar com seu grelinho.
- Papai! - gritou Harry. Gemendo ao ter seu pai movendo-se com mais força e velocidade. Louis, sem parar os movimentos rápidos dos dedos no grelinho duro de sua filha, levou os dedos da outra mão, já babadinhos bela boca de Harry, ao cuzinho da garota. Ignorando quando a mesma tentou recuar, enfiando dois dedos em sua entrada devagar, e logo curvando os dedos, encontrando a próstata da menina. Retomando a sua velocidade nas socadas fundas de seu cacete naquela buceta.
- Papai, é demais! Eu não vou conseguir aguentar segurar, tá muito gostoso. - murmurou entre os gemidos devido o excesso de estímulo que ela recebia em seus pontinhos de prazer.
- Aguenta sim! Se você gozar, seu castigo ficará pior. - disse o mais velho, com certa dificuldade, entre um gemido e outro, sem parar os movimentos de seus dedos, continuou socando seu cacete mais forte, batendo as bolas pesadas em Harry, atrás de seu próprio orgasmo.
Harry tentava encontrar forças para não desobedecer a ordem de seu pai. Já chorava cada vez mais desesperada. E então quando já sentia perto de seu ápice, sentiu a porra quentinha do mais velho esporrar forte dentro de sua xotinha. Suspirando aliviada, ao ver seu pai parar os movimentos, e retirar seu caralho para fora.
- Parabéns, princesa. Tão boa pra mim. - disse Louis virando o corpo fraco de sua menina para sua frente, deixando um beijo no topo de sua cabeça. - Vamos tomar banho, vou cuidar de você.
- Obrigada, papai. Amo você. - respondeu, e sorrindo ao receber um "te amo" devolvido pelo pai, deixando um beijo casto em seus lábios.
•━━━ ✽ • ✽ ━━━•
Na primeira noite, apesar de no primeiro momento não ter questionado a punição dado pelo pai, Harry já sentia que poderia colapsar no primeiro dia pela falta de mais um orgasmo, e decidiu que faria de tudo pra tentar convencer seu pai do contrário.
Harry, apesar de frustrada, se sentia mais relaxada, após todo o cuidado e carinho que recebeu de seu pai, durante o banho. Já deitados na cama, ambos sonolentos, trocavam carícias, se deliciando com o calor de seus corpos abraçados, ainda nus. Harry deitada em cima do corpo do pai, com a a cabeça no peito do maior, sentindo o cheiro gostoso do pescoço do papai, o segurando forte, mas logo depois bufava e se mexia irritada.
- Que foi, carinho? Não consegue dormir? - Louis questionou ainda de olhos fechados, não parando o carinho nos cabelos de sua filha.
- Papai, eu ainda tô com tesão. Você tá sendo muito mal comigo! Seu cacete é tão gostoso, me preenche tão bem que já estou com saudade. Queria gozar tão gostoso pra você. - reclamou a mais nova, levantando a cabeça para levar seu olhar de encontro ao do mais velho.
Louis gargalhou com a fala. - Princesa, que safada! Nem parece que já gozou duas vezes hoje. Você vai matar o seu pai. Tô cansado, vamos dormir. Amanhã a gente conversa sobre seu castigo. - respondeu Louis, ainda se divertindo com a manha de sua menina.
Harry como sempre uma mimada, ignorou a fala do pai, e começou a mexer seu quadril no colo do mesmo. Já se sentindo satisfeita ao sentir o caralho começando a endurecer novamente. Louis tentava ignorar aquela criatura rebolando em seu colo. Apesar do movimento gostoso, o deixando duro novamente, se irritou pela insistência de Harry. A garota se encontrava da mesma maneira, sentindo seu melzinho escorrer por sua xotinha. Se irritando ao ver que estava sendo ignorada, acelerou os movimentos de seu quadril, gemendo ao sentir a fricção gostosa, esfregando seu grelinho molhado na cabecinha do caralho do papai. Louis ao ver que Harry não iria parar, perdeu a paciência. Bufando abriu os olhos, tomou seu cacete pela mão, e sem aviso, socou fundo dentro da grutinha quente e molhada. Sorrindo de canto, ao ouvir o gemido de satisfação de sua filhinha.
- Você gosta do caralho do papai te esquentando, não é meu amor? - perguntou Louis com sua voz carinhosa.
- Sim papai, eu amo! É tão gostoso. - sussurrou Harry.
- Então agora fique quieta. Deixa o cacete do papai quentinho enquanto a gente dorme, okay? - decretou o mais velho, acomodando a cabeça de sua filha de volta em seu pescoço.
- Mas papai, eu tô sentindo seu caralho tão fundo na minha xotinha, mete vai, por favor. - Harry pediu implorando, tentando convencer seu papai. Não obtendo resultado no seu pedido, começou a rebolar no membro do pai. Mas sendo impedida de continuar ao sentir um tapa forte em suas coxas branquinhas.
Louis logo após o tapa, segurou a cintura de Harry, a impedindo de movimentar novamente, a apertando com brutalidade, que tinha certeza que aquele local amanheceria com as marcas de seus dedos, com a outra mão puxou o queixo da menina, fazendo-a olhar para ele.
- Você tem a sorte de ainda poder ter meu cacete dentro de você. Uma vagabunda como você nem deveria estar recebendo meu caralho nessa sua buceta de puta. - Louis disse, irritado, mas logo depois voltando com sua voz mansa e rouca que fazia Harry se arrepiar. - Se você for uma boa menina para o papai, eu posso considerar em acabar o seu castigo mais cedo. Mas enquanto você continuar agindo como uma puta desesperada, não vai me ter te fazendo gozar. E também está proibida de se tocar! Fiquei claro ou preciso repetir novamente?
- Entendi, papai. Vou ser boazinha, eu prometo. - suspirou Harry, vencida, vendo que seu pai não mudaria de ideia naquele momento. Tentando ignorar o tesão que sentia em ter o cacete de Louis dentro de si, caindo no sono logo depois, com o carinho gostoso das mãos do papai em seus cabelos.
•━━━ ✽ • ✽ ━━━•
Na manhã seguinte, Harry começou a se despertar, ainda com os olhos fechados, pesados perante o sono. Se lembrou da noite anterior que teve com seu pai, suspirou satisfeita por ter sido finalmente fodida pelo papai, mas em contraste, logo depois se lamuriou ao lembrar da tal punição. E então estranhou ao sentir a falta do cacete de Louis em sua grutinha, e o calor de seu corpo que ainda estava sob o seu quando dormiram.
Ouvindo gemidos baixos a fez despertar completamente. Quando pensou que a situação não poderia piorar, ao abrir os olhos, ela visualizou seu pai na beirada da cama, punhetando aquele cacete que ela tanto amava. Sentiu sua xotinha pulsar ao perceber o desejo nos olhos azuis, direcionados ao seu corpinho ainda nu.
- Papai. Me deixa ajudar? - pediu com a voz matinal ainda fraca, começando a levantar para ir em direção à Louis.
- Shiu...quietinha bebê. - disse Louis, se aproximando de Harry, a empurrando de volta para o colchão. - Junta seus peitos para o papai. - pediu Louis, com a voz baixa, mas ainda autoritária.
Harry sentiu-se arrepiar por completo ao ouvir a voz rouca do papai. Ela não estava acostumada à ouvi-lo a tratá-la com tanta brutalidade, sempre foi regada de carinhos e palavras doces do mais velho. Mas ela estava amando ver esse novo lado dele, sua buceta já molhada com seu melzinho era a prova disso. Logo obedecendo o pedido de Louis de juntar seus peitos cheinhos.
Louis subiu em cima da barriga de Harry, se colocando com os joelhos ao lado do tronco da menina, apertando forte mais uma vez, seu cacete dolorido pela ereção matinal. Não esperando mais um segundo para se posicionar e começar a meter forte entre os peitos de sua filhinha.
- Porra...Desde que vi esses peitos tão gostosos com esses piercings estava morrendo para meter meu caralho entre eles. Você é tão gostosa, princesa. Tão boa para mim. - disse Louis com certa dificuldade entre os gemidos e movimentos, e parando de socar entre os peitos da filha para esfregar a cabecinha de seu cacete nos mamilo durinhos, enfeitados pela joias, logo em seguida voltando a meter entre eles.
- Papai, deixa eu te chupar, pode ser só a cabecinha, eu vou ser boazinha. Por favor, papai? - implorou ela manhosa, fechando suas pernas, começou a esfregar sua coxas, tentando criar um atrito para aliviar seu grelinho durinho.
Louis ao sentir a movimentação de sua filha em baixo de si, percebeu o que a mesma fazia. Em um rápido movimento, abriu as pernas dela novamente, e deu um tapa forte em sua buceta, e logo apertando forte o grelinho em seus dedos, beliscando-o. Ignorando o lamurio de dor de Harry. E voltando a meter seu cacete entre os seios de sua filha, levando sua outra mão ao pescoço dela, apertando levemente sua passagem de ar.
- Você não está merecendo meu caralho em sua boca agora. E deixa a porra das pernas abertas! Ou você se esqueceu que você está de castigo por sair dando essa buceta para qualquer um como uma cadela no cio? Quando sabe que pertence somente à mim! - disse entre os dentes, enfurecido em ciúmes ao lembrar que outras mãos tocaram o corpo de sua menina. - E não vamos esquecer o outro fato, e não menos importante, que a minha princesinha me enganou esse tempo todo com essa falsa inocência. Agora terá que ser obediente para ter meu cacete novamente. Não é o que você tanto queria? Então faça por merecer e aceite sua punição, senão as coisas ficaram piores para você! - Cada palavra era lançada entre um gemido e outro do mais velho, que ainda usava os peitos de Harry para seu próprio prazer.
Harry, ao ver que seu pai não iria ceder, e como uma menina mimada, que sempre foi, irritada por não receber aquilo que ela estava implorando para o papai. Então tomou sua pose de atrevimento, agora ainda mais aflorado depois de ter revelado para seu pai a sua verdadeira face. Respondendo Louis com um sorriso debochado em seus lábios:
- Aiai...tão bobo, paizinho. Você acha mesmo que eu acredito nisso?
Louis franziu suas sobrancelhas, com um questionamento em seu rosto, parando o movimento de seu membro entre os seios de Harry. A garota ao ver o pai estático, continuou:
- Eu vejo já a um tempo como você quase baba ao olhar para mim, e seu caralho duro marcando tão gostoso nas suas calças, sentindo roçar em mim, como uma desculpa apenas de me abraçar. Então não banque como inocente fingindo que apenas ontem descobriu que tinha tesão por sua princesinha. Eu sei reconhecer um mentiroso. Afinal, tenho anos de prática em mentir e fingir ser inocente para você. Eu sou a putinha desesperada pelo pau do papai? Então você é o quê? Se eu não me engano era você que meses atrás, estava gemendo o nome da filhinha enquanto batia punheta.
Louis, abriu a boca perplexo ao ouvir aquilo. Apesar de sua nudez em seu corpo, ele se envergonhou ao sentir aqueles olhos verdinhos claros o encarar, o despindo, sentindo como brasa atravessar sua derme, desvendando o segredo que guardava a um tempo.
Então Louis entendeu. Sua mente buscando à memoria aquela noite em que tudo começou a desandar. Desde que Harry fez seus 18 anos, Louis começou a reparar mais no corpo de sua filhinha. Se engana quem pensa que apenas na noite anterior, quando foi pego por Harry, enquanto estava debaixo na água corrente de seu chuveiro, foi a primeira vez que ele bateu uma punheta pensando em sua filhinha.
Três meses atrás, em uma noite de sua tradição de filme, sofá e pizza, com Harry animada, dando pulinhos de "felicidade" em seu colo, cantando as músicas junto com os personagens de seu filme favorito. O mais velho se encontrava segurando a respiração, tentando ignorar a bunda e bucetinha quente de sua garotinha em seu cima de seu cacete começando a dar sinais de vida com a movimentação. "Se controla, Louis." pensava ele. O que ele não sabia era que Harry tinha ciência muito bem do que estava fazendo.
Cada dia que passava ela encontrava uma forma de provocar seu papai. Naquela noite, não seria diferente. Vez ou outra entre seus "pulinhos", se esfregava mais forte em cima do cacete do pai, se segurando para não pedir para fodê-la ali mesmo. E Louis já em uma batalha perdida de tentar controlar seu pau de se endurecer, suava frio, ansioso para que aquele filme acabasse logo. "Acaba pelo amor de deus!" - clamava em sua mente. Engolindo o gemido ao sentir a bucetinha coberta pelo short curtinho, se arrastar por seu caralho. Se sentido aliviado ao ver Harry parar seus movimentos, e se aconchegar novamente em seu peito.
Antes que o filme terminasse, percebeu que sua filha adormeceu em seus braços, então levantou com ela em seu colo, subindo as escadas em direção ao quarto da mesma, a deixando delicadamente no colchão com lençóis de seda. Admirando-se mais uma vez ao ver a beleza de sua princesa, e sussurrou um boa noite, com os lábios no topo de sua cabeça.
Louis já deitado em sua cama, soltou a respiração que percebeu que a segurava, em alívio de ter sobrevivido à tortura de ter sua filha se esfregando em seu colo. Ele ainda encontrava com um problema entre suas pernas. "Ela não estava fazendo por malícia." - sua mente tentava enganá-lo. Ele pensava que conhecia Harry, se convenceu pela "inocência" da menina. Mas em contradição a sua fiel moralidade, apenas sentia que seu pau poderia explodir de tanto tesão ao imaginar o rosto angelical de sua filhinha.
Já com a mão direita em seu cacete dolorido, levou a outra mão às suas bolas pesadas de porra, apertando-as. "- Harreh..." - gemeu rouco. Passando os dedos na glande que se encontrava vermelha, molhada de pré porra. Começando a trabalhar suas mãos cada vez mais forte e rápido buscando seu orgasmo. "Porra...princesa." Louis imaginava a boca de Harry ali no lugar de suas mãos, metendo forte na garganta ou socando fundo na bucetinha de sua menina. Esse pensamento o fez gozar, esporrar toda a sua porra em seu peito.
Mas ele se sentia insaciável. Ele não parou de punhetar seu cacete que ainda permanecia duro como uma pedra. Gemendo mais alto e com lágrimas escorrendo de seus olhos em consequência à alta sensibilidade de seu orgasmo recente. Seu desejo era arrancar fora a inocência de Harry, a fodendo forte, não parando até ambos perderem as forças. Louis gozou mais duas vezes naquela noite, e tomado pelo cansaço, adormeceu. Não percebendo sua filha que o assistiu durante todo o tempo pela fresta da porta de seu quarto.
E no dia seguinte, pensou que poderia enlouquecer com tamanho peso na consciência. Todos os dias depois daquela noite, Louis tentava enganar a si mesmo, afirmando que era apenas um deslize, decidido a fingir que nunca tinha acontecido. Mas como uma bomba relógio com horário marcado para explodir, viu todo o seu autocontrole se esvair de seu corpo ao ser rendido ao desejo e a imoralidade na noite anterior, fodendo sua filha amada.
Mas Louis, por incrível que pareça, já não sentia mais aquele peso na consciência pelos atos incestuosos. Ele já estava no inferno, então apenas lhe restava sentar no colo do capeta. Ele não iria fugir de seu desejo mais uma vez. Permanecendo calado, sua mente processava as informações, chegando à conclusão que Harry ainda iria o enlouquecer cada vez mais.
Harry sorrindo ao ver o mais velho ainda calado, debochou de seu pai mais uma vez:
- Que foi, papai? O gato comeu sua língua? Admite que você estava tão louco para me foder tão eu queria ser fodida por você. A diferença entre nós dois, é que eu sou mais inteligente que você. Ou você acha que encontrou o meu diário por um acaso? - Harry riu com escárnio ao admitir para o mais velho que tudo não se passava de um plano. - Posso ser a sua putinha desesperada por pau. Não nego! Com esse seu caralho tão gostoso, é difícil não ser assim. E você pensando que está me punindo agora. Mas paizinho... - disse voltando com sua expressão de "inocente" com um biquinho mostrando falsa chateação em seus lábios, e continuou:
- Sabemos muito bem que o único que está sendo punido aqui é você, papai. Eu sei que você quer me foder bem gostosinho, me fazer de depósito de porra! Então faça, o que está esperando? - disse deixando um beijo casto na cabecinha do cacete que ainda se encontrava tão perto de seu rosto, sem tirar seus olhos verdes em direção aos azuis. Acendendo em sua mente, mais uma ideia de como atingir o ego de seu papai. Ela sabia quais eram as fraquezas do mais velho, faria o que fosse necessário para que ele perdesse sua postura e a fodesse como ela queria.
- Seja homem o suficiente pra fazer sua menina gozar bem gostoso. Já que você quer bancar o charlatão de merda, vou pedir para o titio Zayn cuidar da sua princesa! O cacete dele é tão gostoso, papai. E ele nunca é maldoso comigo, sempre deixa eu tomar todo o seu leitinho na boca ou na minha bucetinha. - finalizou ainda manhosa, deixando uma leve lambida na glande em sua frente.
Louis não era idiota. Na noite anterior ao pegar o diário de Harry, logo entendeu o plano de sua filha. Ele viu quem sua menina verdadeiramente era. Mas ainda se admirava ao ver sua filha falar com tanta astúcia e atrevimento. Harry era uma incógnita, quando pensou que já tinha a desmascarado, ela o surpreende cada vez mais.
O que ela não sabe é que Louis também poderia ser uma caixinha de surpresas. Ele não deixaria se abalar pela pose superior de Harry. Ignorando o sensação embrulhar em seu estomago ao ter a breve menção de como seu melhor amigo, que apesar de não terem laços sanguíneos, o considera como um irmão, estava tendo um caso com sua filha. "Esse filho da puta estava fodendo a minha menina!" - pensou Louis.
Ele a encarou por mais alguns segundos, caindo sua cabeça levemente para o lado, como um filhotinho de cachorro, estalou sua língua e suspirou em falsa chateação. Logo um sorriso de canto surgiu em seus lábios. Levou seu polegar para a boca carnudinha e rosada de sua princesa, acariciando levemente os lábios da menina.
- Carinho... você tem um boquinha tão linda. Ficaria mais linda ainda se soubesse ficar calada. - Louis disse ainda com seu sorriso de canto em seus lábios, a surpreendendo com um tapa forte em sua bochecha.
Harry grunhiu em resposta ao sentir um tapa ardendo em seu rosto. E mesmo que ainda irritada por não obter êxito em convencer o mais velho à fodê-la novamente, gemeu em deleite com a dor, sentindo se molhar mais ainda entre as suas pernas.
- Papai, vai te dar mais uma chance para que sua cabecinha de puta entenda qual a real situação aqui. - Louis voltou a dizer, e agora fazendo um carinho leve na bochecha marcada por seus dedos. Seu tom de voz era aquele tom calmo e ao mesmo tempo autoritário que fazia Harry se arrepiar apenas de ouvir. Ele falava devagar, pausadamente, com os olhos sem se desviar dos verde. - Você pertence somente à mim. Quem fode e te faz gritar no meu pau, sou eu! Quem é o depósito de porra e a putinha do papai?
- Sou eu papai. Eu sou só sua. - disse Harry com lágrimas nos olhos em mistura de chateação e tesão.
- Isso mesmo, você é minha. Mas ainda precisa aprender a lição e deixar de ser uma mimada. Então até eu decidir que é suficiente, continuarei usando esse corpinho que agora é só meu, enquanto você ficará sem gozar. Não piore as coisas para o seu lado. Você se acha a sabichona, mas não tem ideia do que eu sou capaz para te colocar em seu devido lugar. Fui claro?
Harry vencida pelo pai, e sentindo irritada, ela admitia que estava amando ser tratada com tanta humilhação. Pensou ser capaz de ter um orgasmo sem toque, apenas ouvindo aquela fala do mais velho. Se ela seria somente um brinquedinho do papai nos próximos dias, ela aceitaria com muito prazer. Então conformada, acenou a cabeça que sim.
- Palavras, Harry! - exigiu o mais velho, ao ver a filha apenas assentir sem soltar um som.
- Sim, papai. Eu entendi. - respondeu a outra após o pedido.
- Isso, carinho. Agora continue boazinha como está, que o papai está louco para gozar. Não sabe o quanto foi difícil me segurar durante toda a noite sentindo sua bucetinha quente apertando meu cacete. - disse Louis punhetando seu membro que já tinha a glande quase roxa pedindo para gozar. Tomou os seios em suas mãos, juntando-os, com seus polegares acariciando por cima das jóias dos piercings em seus mamilos, voltou a meter o cacete entre os seios da garota, mas dessa vez com maior urgência. Vendo o corpo da garota pulando junto com o movimento tão bruto e rápido. - Bebê...tão gostosa. E esses peitos só meus. Você gosta que o papai mete no seu peito? Eu vou gozar tão gostoso nele.
- Sim papai, eu amo. Não para, por favor. Goza pra sua princesa. - pediu Harry, ao ver que seu pai se aproximava do orgasmo. Ouvindo seu papai gemer mais alto, e assistindo o abdome levemente malhado e tatuado se movimentando rápido devido a respiração ofegante. Gemeu mais uma vez junto com seu papai ao ver o caralho esporrando porra em todo o seu peito.
Louis após recuperar sua respiração, se abaixou deixando um selinho no canto da boca de Harry.
- Te amo, carinho. - disse o mais velho sussurrando com os lábios encostados ao da mais nova.
- Também te amo, papai. - sorriu Harry, carinhosa.
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Uma semana depois, Harry já estava pedindo socorro a qualquer divindade que a pudesse dar-lhe forças para sobreviver em sua greve de orgasmo. Louis não deixava fácil para ela. Todas as noites, ela dormia esquentando o cacete do papai em sua xotinha. A própria que pedia para que o pai acomodasse o membro dentro dela. Seja para tentar aliviar o tesão que sentia cada vez mais pelo mais velho, ou apenas como um gesto carinhoso, a deixando protegida ao ter o corpo juntinho ao de seu papai. E sendo acordada no que tinha virado sua nova rotina, sentindo o papai brincar livremente pelo seu corpo. Tendo as coxas gordinhas fodidas pelo cacete do papai, ou recebendo a porra em rosto bonito. E quando Louis decidiu ser bonzinho, deixou Harry engolir sua porra quando fodeu sua boca, a dois dias atrás. Ela estava amando servir de brinquedinho e o depósito de porra do papai.
Mas ela ainda era um ser humano. "Caralho...que saudades de gozar bem gostoso." - Era o pensamento que Harry tinha 24h por dia. Ao ver que seu pai seguiria firme em sua punição, se conteve em ser uma boa menina, e não irritar mais uma vez o mais velho.
Louis, se sentia a porra de um doente, que encontrou seu remédio em sua princesa. Se viciando cada vez mais no corpo da menina, perdido na beleza e amor por sua filhinha. Naquele momento estavam os dois se divertindo, em uma neblina de carinho, enquanto preparavam o jantar. Louis se sentia orgulhoso por ver a filhinha tão obediente nesses últimos dias, já planejando pôr fim naquela punição ainda naquela noite.
Despertou de seus pensamentos ao ouvir seu celular tocar. Bufando irritado ao ver o contato na tela, clicou em ignorar a chamada. Louis estava ignorando as chamadas de Zayn desde a revelação que teve de sua filha. Ele sabia que se o vesse em sua frente era capaz de matá-lo, em tamanha ira que sentia. Seu lado racional, decidiu que era melhor se afastar até se acalmar. O ato não passou despercebido por Harry, que poderia imaginar o motivo de seu papai não atender a chamada do titio.
Louis voltando ao fogão, tentava ao máximo não fazer uma tragédia naquela comida. Quase se arrependo de ter dado folga à Cida, sua funcionária que cuidava de sua casa. Mas determinado a aproveitar cada momento em cuidar de sua princesa nessas últimas semanas de férias. Afinal, era raro ele poder se dar o luxo e sair da posição de CEO da maior empresa de advocacia de Londres. Parou o que fazia ao ouvir a campainha tocar. Franzindo as sobrancelhas, ao lembrar que não estava aguardando ninguém ali naquele horário.
- Princesa, vá atender a porta, por favor. - pediu Louis, à Harry, que acenou, deixando um último selinho nos lábios do pai, o deixando na cozinha para ir atender à porta.
Louis continuou sua tarefa ali no fogão, mas congelou ao ouvir a voz de quem ele menos queria ver naquele momento.
- Princesa! Que saudades. Você não aparece lá no studio pra visitar o titio. - disse Zayn, a abraçando forte, e deixando um beijo no rosto da menina, que sentiu seu corpo levantar levemente do chão pela força do maior. Sorrindo terna para o tio, recebendo o abraço de bom grado. E logo sentindo ele a soltar.
Zayn sorriu amplo ao ver Louis vindo em sua direção.
- E aí seu pau no cu! Esqueceu que tem amigo? Porque não atende a porra do seu celu... - Zayn sem conseguir finalizar sua fala, foi surpreendido com o punho forte em sua mandíbula, quase o fazendo tropeçar pela força de Louis.
- QUE PORRA?? De graça assim? Avisa pelo menos, pra eu me preparar, velho. - resmungou Zayn, tentando ainda racionar os últimos segundos, segurou seu rosto massageando onde o soco de Louis tinha o atingido. Mas logo em seguida se assustou ao sentir seu corpo bater na parede, ao ser empurrado por Louis que estava completamente tomado pela raiva.
Harry que ainda estava próxima dos dois, nem ao menos se assustou ao presenciar a violência exercida pelo pai. Apenas revirou seus olhos, cruzou seus braços e bufando em tédio, resmungando "idiotas", indo em direção ao sofá, sentando confortavelmente no móvel, começou a mexer no celular. Ignorando os dois mais velhos ali no cômodo.
- A quanto tempo você tá fodendo ela?? - rosnou Louis entre os dentes, apertando o pescoço do outro, forte em suas mãos, vendo Zayn se sufocar um pouco pela barreira em sua passagem de ar, mas ainda assim, o de olhos castanho abriu um sorriso divertido em seus lábios, fazendo Louis se irritar ainda mais pela audácia, gritando novamente. - TENHO CARA DE PALHAÇO, PORRA?!
Zayn levou seu olhar para a imagem tranquila de Harry ali no sofá, voltando seu olhar novamente para Louis, ainda com seu sorriso no rosto, ignorando os questionamentos anteriores, o devolveu com outra pergunta:
- Como foi?
- Como foi o quê? De que merda você tá falando? - Louis devolveu a pergunta novamente ao outro, sem entender.
- Foder o Harry. Me conta como foi. - Zayn explicou sua pergunta, sem perder seu sorriso debochado em seus lábios.
- Como você...? - respondeu Louis, pego de surpresa, ao perceber que seu segredo não era tão segredo assim. Virando seu olhar para a sua filhinha que ainda permanecia distraída em seu celular, nem se abalando ao saber que o titio sabia de seus atos com o papai. Ouvindo Zayn prosseguir com sua fala:
- Tu é pai da tua filha mesmo, em Zé? A cara de sonsa inocente daquela puta, tinha que ter herdado de você mesmo. É como dizem, filho de peixe, peixinho é. - deu risada ao ver Louis estático em sua frente, gemendo fraco ao sentir Louis apertar mais as suas mãos em seu pescoço. Vendo que Louis não lhe respondia, continuou:
- Tenho que dar meus parabéns pra lindinha. Confesso que não acreditava que você cederia à ela. E cá entre em nós, tentar saciar a fome de pau que a princesa tem, é difícil pra caralho. Tenho sorte de ainda ter meu pau seguindo firme e forte. O chá da minha lindinha é dos brabo! - disse Zayn, mal se abalando com um novo soco dado pelo outro, dessa vez em seu nariz. Já sentindo o sangue escorrer em uma de suas narinas.
Harry era caso para um analista. Soltou uma risadinha fraca ao ouvir a fala de seu titio, sem retirar os olhos de seu celular. Tranquila, sem medo da fúria de seu pai, que se segurava para não gastar seu primeiro réu, com uma possível tentativa de homicídio.
- Pô cara...se continuar me batendo assim, eu vou ficar duro e vou me sentir na obrigação de ajoelhar e te mamar agora mesmo. Você sabe que gosto de apanhar. - falou Zayn se divertindo, sem noção do perigo que corria, ainda sorrindo fraco, continuou sua fala: - Confesso que já me irritava um pouco foder a princesinha, aquela putinha continuava gemendo por você com meu cacete dentro dela. Enquanto você seguia se fazendo de trouxa levado pela cara de inocente da lindinha, era pra mim que ela contava seus segredinhos sujos. Então a ajudei com seu plano de convencer seu papai à foder como ela bem queria. É compreensível ela querer tanto você, sabemos que ela não é única que ama tanto o seu pau. - finalizou sussurrando, abaixando seu olhar para os lábios de Louis. Levando sua mão para o membro de Louis, ainda coberto do moletom, começou a massagear levemente.
Harry que até então ignorava-os, levantou sem olhar para os dois, com as sobrancelhas franzidas, ao ouvir a última fala de Zayn, se surpreendendo ao ver a mão do tio na intimidade de seu pai. Agora tendo sua total atenção para os mais velhos.
Louis, em contradição ao interior enfurecido, riu com escárnio, o puxou pela gola de sua camisa para próximo de seu rosto. Falou com aquela calma falsa em seu tom de voz:
- Estou rodeado de duas putas mesmo, né? Vocês dois querem tanto, mas não sabem pedir. - cuspiu as palavras ainda com o rosto próximo do amigo, e com a voz baixa, abriu um sorriso que chegava o assustar, estalou a língua em seus dentes e continuou: - Você sabe muito bem o quanto posso ser louco de ciúmes pela minha filha. Mas se você queria tanto foder minha bebê, bastava pedir a minha permissão. Eu não me importo em compartilhar aquilo que é meu de vez em quando. Sabe que sou generoso. - disse fechando mais espaço que tinha entre seus rostos, roçando levemente seus lábios nos do amigo, e continuou sua fala: - Sabe maninho, ainda estou chateado por ter perdido a chance de ser o primeiro a beijar a boquinha dela e foder aquela buceta gostosa.
Zayn rendido, e sentindo sua respiração falhar com a proximidade do amigo, levou sua boca para o pescoço de Louis, que gemeu ao sentir os beijos ali, ainda sem se importarem com a presença do outros ser ali. Enquanto Harry perplexa, sem saber o que fazer o que fazer ou que pensar ao estar presenciando aquilo.
- Me desculpa, maninho. Prometo que a partir de agora só faço com a sua permissão. Você deve me entender o quanto é difícil resistir à Harry. - Disse Zayn, com tom de voz baixo, já tomado pelo tesão, entre um beijo e outro no pescoço do de olhos azuis. - Você fodeu ela direitinho? Aposto que já se viciou nela. Confessa, amor.
Harry já sentindo seu corpo esquentar ao ver aquela cena quente, vendo os dois falarem dela como se fosse um mero brinquedo de foda, sentiu sua calcinha molhar pelo melzinho no mesmo instante.
Louis puxou o rosto de Zayn para o seu novamente, e com a outra mão, apertou o cacete já marcado nas calças de Zayn. Rodeando a língua nos lábios fininhos do outro, o respondeu:
- Agora eu tenho um putinha particular em casa. Amo usar aquele corpinho gostoso. Já perdi as contas de quantas vezes gozei nela nesses últimos dias. - disse, e fechou seus lábios nos do amigo, em um beijo urgente. Sentiu as mãos de Zayn brincar com o cós de sua calça moletom, abaixando-a levemente, apenas para puxar seu cacete agora duro em sua mão, recebendo uma punheta gostosa. Gemendo na boca um do outro. As línguas dos dois se envolvendo.
Harry com os olhos arregalados . Não conseguia mover um músculo. Ela não estava esperando por aquilo. Sem perceber a respiração entrecortada, fechou as perninhas, criando uma fricção aliviando o incomodo que já se formava em sua xotinha.
Os mais velhos, interrompendo o beijo apenas para retomar as respirações, e Louis continuar:
- Ela está de castigo, e proibida de gozar. Mas ela têm sido tão boazinha, recebendo a porra do papai tão bem, que decidi que ela merece gozar hoje. Podemos aproveitar e dar os dois paus que ela tanta ama em recompensa. - finalizou Louis, ainda gemendo ao sentir a mão de Zayn focando na glande sensível de seu membro, e vendo o outro descer seus beijos por seu tronco. O assistindo ajoelhar em sua frente.
- Não precisa pedir duas vezes! - disse Zayn, antes de fechar os lábios em volta do pau de Louis, gemendo de volta ao ouvir o suspiro satisfeito do de olhos azuis, que levou sua mão em volta do cabelo de Zayn, começando a guiar os movimentos.
Harry finalmente acordou de seu transe. Apesar de sentir sua bucetinha molhada já latejar ao ver a cena, sentiu ciúmes ao ver Zayn chupando o caralho de seu pai. "O cacete do papai é só meu." - pensou ela. Se exaltando tentando chamar a atenção de Louis:
- Papai! - disse já se levantando do sofá, determinada, a ir até os dois. Mas parando imediatamente ao ter o olhar baixo de seu pai, com a expressão que ela já conhecia, de quando ele se irritava com ela, a paralisando.
- Bebê, papai tá ocupado agora. Sente-se! Se você se comportar, vou te deixar gozar quantas vezes quiser. Mas terá que esperar a sua vez. - sorriu satisfeito, ao ver sua filhinha o obedecer, sentando novamente no sofá, e gemendo ao ter o cacete sendo chupado pelo amigo. - Agora tira a roupa e abre bem as pernas para mim, mostra como está a buceta do papai.
Harry em submissão, acatou o pedido de seu pai. Após retirar suas roupas, apoiando os pés no sofá, expôs sua bucetinha e cuzinho já molhados com seu melzinho, e piscando em ansiedade de ter o cacete do papai e do titio ali. Não tirando os olhos deles, rendida, se deliciou ao ver como fundo o titio Zayn levava o cacete do papai em sua boca. Gemendo fraca, viu Zayn tirar o caralho do de olhos azuis, em um som de ploc, com um fio de saliva ligando a boca à glande de Louis. Tendo os olhos castanhos com desejo para si, ouviu o mesmo falar:
- Por que a surpresa, lindinha? Não sabia que o titio e o papai se fodem sempre que tem a oportunidade? - disse ainda sem retirar o olhar sob Harry, e depois arrastando sua língua desde a base até a cabeça do cacete do maior, que gemeu rouco ao sentir a língua quente. Se levantando, e ambos caminhando em direção à garota, que sentia seu ar sufocar em seus pulmões com os olhares famintos sobre si. E os assistindo retirarem cada peça de suas roupas, expondo toda as suas nudez.
Louis, sentou-se na poltrona em frente à menina, com as pernas abertas, começando uma punheta lenta em seu caralho grosso e pesado enrijecido.
- Chupa ela! - Ordenou Louis à Zayn, que imediatamente em submissão acatou à ordem do mais velho. - Deixa ela bem molhadinha, prepara para seu pau. Quero ver você comendo minha filhinha aqui na minha frente. - finalizou Louis, ainda sem retirar sua lumes azuis aos verdes de Harry.
- Papai! - Harry gemeu alto, sem desviar os olhos do pai, sentindo seu tio a chupar com avidez.
- Que falta de respeito, princesa. O titio Zayn te chupando, e você gemendo pelo papai? - Disse Louis com escárnio, balançando a cabeça negativamente, sorrindo ao ver sua princesa que mal tinha começado e já estava acabada. Continuando a falar: - Cadê a putinha que estava dando para o titio, enquanto o papai não sabia?
- Papai, eu quero você! - implorou a garota.
- Você vai me ter, carinho. Mas antes seja boazinha com Zayn, e depois que gozar no cacete dele, você vai ter o meu. - ordenou Louis, com sua voz calma e rouca.
Zayn se levantou do chão, sentou-se no sofá, puxando Harry de costas para si em seu colo, a deixando com as pernas abertas, e pés apoiados no sofá, de frente para Louis. Não aguardando mais um momento para encaixar seu membro duro na bucetinha de Harry, gemendo rouco, junto à menina ao sentir ser invadida pelo titio. Estocando forte, segurando a cintura fininha, que gritava de prazer e ainda gemendo pelo seu papai.
- Papai, eu quero gozar pra você. Por favor eu não consigo. - pediu manhosa a menina, sentindo o olhar pesado do pai ainda sobre si.
- Não era você que estava me implorando para gozar esses dias? Então faça! Estou dando o que quer. - disse Louis, autoritário.
- Papai! Por favor. - Harry se sentia desesperada com lágrimas grossas descendo por seu rosto. Apesar de tamanho prazer que estava sentindo naquele momento, ela sabia o quanto estava viciada no papai. Depois que experimentou do cacete do pai, sabia que jamais conseguiria gozar tão bem sem ele.
Louis ainda ainda sem sair da posição autoritária. Direcionou sua fala ao melhor amigo:
- Poxa, Zayn. Parece que está fraco ein? Nem consegue fazer minha princesinha gozar. - riu irônico, e continuou ignorando o olhar raivoso de Zayn sob si, mediante à humilhação que recebia. - Quando eu fodia a sua irmãzinha, quando éramos mais novos, eu sabia cuidar muito bem dela. - rindo divertido ao assistir a expressão do amigo.
- VOCÊ O QUÊ?? - exclamou Zayn ao ser surpreendido por aquela informação, diminuiu e parando os movimentos de seu quadril debaixo de Harry.
- O que foi maninho? Tá surpreso? Pensei que gostasse de compartilhar seus brinquedinhos comigo. Não era você que andava comendo minha princesinha sem eu ter conhecimento? Mas não se preocupe! Considere desculpado e pago por eu ter comido bem sua irmãzinha. Mas agora me responde. Você está surpreso apenas apenas por isso, ou porque está com ciúmes já que você também fodia sua própria irmã? - finalizou Louis, se divertindo e relevando algo que Zayn escondia do amigo.
- Filho da puta! - rosnou Zayn, descontando sua raiva nas socadas fundas na buceta de Harry. E não demorando mais tempo para encher a xotinha com sua porra.
Louis, levantando-se, foi em direção à Harry, tirando-a do colo do seu amigo, a deitou no sofá, e encaixando o seu cacete na buceta da filha. Harry gemendo aliviada ao sentir o pau que ela amava dentro de si.
Em contradição à todos à brutalidade nas palavras liberadas pelo mais velho, anteriormente, ele deitou seu tronco sobre Harry, beijando seu rosto com carinho, e socando com força em sua buceta apertada, mas ainda devagar.
- Shiiu, bebê - sussurrou Louis, carinhoso, a acalmando. - Não chora, papai tá aqui. Papai sabe o quanto ama o meu cacete.
- Obrigada, papai. - agradeceu a menina, extasiada em sentir o membro socando fundo na sua bucetinha. - Posso gozar, papai? Por favor.
- Quando quiser, meu amor. Mostra pra titio Zayn que você é só minha. A minha putinha! - rosnou Louis, gemendo ao aumentar a velocidade em suas socadas. E levando seu olhar para o melhor amigo, dizendo: - Veja o quanto a minha princesinha é boa para mim. Espero que pense melhor antes de tocar no que é meu, sem a minha permissão.
Zayn que já estava duro novamente, punhetava seu cacete ao assistir a cena, com olhos cheios de luxúria, aumentava a velocidade em sua mão, sentindo novamente o ápice perto. Em um gemido rouco gozou novamente, dessa vez em sua mão.
Harry não aguentou mais e sentiu gozar forte, esguichando todo o seu prazer no cacete do papai. Ao ver Harry tremer em baixo de si, buscou novamente seus lábios, em um beijo molhado, aumentando mais sua velocidade, chocando-se seu seu corpo ao de sua filha, agora em busca de seu próprio orgasmo
- PAPAI! - gritou Harry, devido a sensibilidade recente. E logo depois sorrindo ao sentir a porra quente do papai dentro de sua bucetinha, e sentindo o peso do corpo do pai cair sobre si, mediante o cansaço. Sentindo os beijos carinhosos em sua derme, arrepiando-se com a respiração do mais velho em seu pescoço.
- Te amo princesa. Só minha. Entendeu? - sussurrou Louis possessivo, mas ainda com a voz cheia de carinho. E sorriu amoroso, ao ouvir a resposta de sua filhinha.
- Também te amo, papai. Eu sou só sua.
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Amaram?
~ Querido diário ~
“Harry precisa de ajuda. Quem melhor que seu papai para ajudá-la?”
Avivos:
h!pussy (harry intersex com buceta); Harry sendo tratado com pronomes femininos, menções a inocência, primeiro beijo e virgindade; humilhação, tapas e incesto consanguíneo entre pai e filho.
Uso de palavras como: cacete, pré porra, buceta, melzinho, grelinho, etc.
Por favor, caso algum tópico te incomode, não leia.
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Harry é a princesinha de seu papai. Louis sempre foi um bom pai, mimava sua garotinha. Sempre foram somente eles. Infelizmente sua mãe, até então noiva de Louis, Alice, faleceu após o parto de Harry, em decorrências à complicações.
Mas isso não deixou que Louis fosse um bom pai para Harry. Criou seu filho com toda a paixão e zelo que um pai poderia ter. Louis não se assustou ao ter a informação dos médicos sobre uma peculiaridade de Harry. Que apesar de ser um garotinho, ele nasceu com uma vagina. Seu amor por ele jamais iria mudar. E ele faria de tudo para cuidar bem de Harry, principalmente depois de ser apenas os dois. Talvez isso tenha implicado e resultado no quanto Harry se tornou mimada e manhosa. Não que Louis ache ruim. Ele faria qualquer coisa para sua filhinha para que ela se sinta bem e amada, apesar da falta de uma figura materna.
Mas até que ponto Louis poderia chegar para mimar sua filha?
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- Querido diário... - Harry começou a sua tão rotina rotina inquebrável. Desde nova ela tem o seu diário onde escreve todos os seus pensamentos. É um ritual que ela faz todos os dias depois de chegar da escola.
Muitos podem pensar o quão clichê isso soa. Mas Harry é um clichê. A filhinha mimada pelo papai, quarto com paredes e decorações rosas e douradas. Apesar de ter completado seus 18 anos recentemente. Sua alma ainda é daquela menina delicada e inocente. Não é algo que ela pode lutar contra e nem quer. É o que faz Harry ser Harry.
- Princesa! Desça, o jantar está pronto. - Gritou Louis do primeiro andar.
- Já vou papai, apenas vou terminar de me vestir! - gritou Harry de volta, bufando por ter sido interrompida de seu ritual sagrado.
Harry, guardou seu diário em baixo de seu travesseiro, e levantou da cama. Se olhou pela última vez no espelho grande e luxuoso no canto do quarto, ajeitando seus cachos castanhos. Ela vestia um cropped coladinho, com um decote que valorizava seus seios já avantajados, sem sutiã por baixo, e um short curtos de pijamas. Era normal ela se vestir assim em casa, mas hoje o dia estava quente e requeria peças mais frescas em seu corpo.
Ao descer as escadas, Harry encontrou seu pai em frente a geladeira aberta, sujo de farinha em seu rosto e tronco nu, quando seu papai vestia apenas uma calça de moletom cinza.
- Que bagunça papai! O que tentou fazer? Cadê a Cida que sempre prepara a comida? - Questionou Harry dando risada ao ver a bagunça que seu papai encontrava.
Louis virou seu rosto para Harry. E como um imã, seus olhos percorreram pelo corpo de sua filhinha. "Porra, ela fica cada dia mais gostosa." - pensou. Ele reparou como o corpo de sua filha tem se desenvolvido nos últimos anos. Ao finalizar o pensamento, Louis se auto repreendeu na mesma hora. "Mas que caralho Louis, é sua filha! Você precisa achar alguém pra transar, nem parece que nunca viu Harry se vestindo assim". Ele se distraiu tanto que mal ouviu Harry chamando ele.
- Papai? Terra chamando papai. Por que você está me olhando estranho? - disse Harry rindo e não entendendo o porque seu pai estava a encarando.
- Oi meu bem! Oi! - Louis disse envergonhado e deu um sorriso. - Desculpa, me distraí, me lembrei de algo do trabalho hoje. O quê você estava falando mesmo?
- Ok então? - disse Harry ainda sem entender, Louis estava já a duas semanas de férias do trabalho, porque ele estaria preocupado com isso agora? Mas não questionou a resposta de seu pai. - Perguntei que bagunça é essa na cozinha e o seu rosto e camisa suja de farinha. E cadê a Cida? Pensei que ela ia fazer o jantar.
- Não é bagunça, amor. Apenas ossos do ofício. Um bom chefe sempre vai sujar as mãos ao realizar uma arte! Preparei pizza pra gente hoje - Disse Louis com tom de orgulho. - E quanto a Cida, dei folga para ela hoje. Hoje temos noite de filme e pizza, esqueceu? - Disse Louis, enquanto retirava a pizza do forno. - Meu bem, vai ligando a tv e procurando um filme pra gente assistir.
- Ta bom, senhor chefe culinário. Mas antes você precisa deixar de ser porquinho, não vou comer com você sujo desse jeito. - Disse Harry, se aproximando de seu papai com um pano que encontrou na gaveta. - Vem aqui deixa eu te limpar.
Louis se rendeu, mostrando a língua para Harry, rindo. Era normal entre eles gestos como esses. Apesar de Harry ser mimadinha, ela sempre foi carinhosa com seu pai.
Enquanto Harry o limpava, Louis abaixou seu olhar para o decote na blusa de sua filha. Engoliu em seco ao ver tão de perto. O cropped decotado, a malha do tecido tão fina que se houvesse algum descuido, aqueles peitões pulariam para fora. Louis nem ao menos percebeu o quão hipnotizado estava, com respiração já engatada, sentiu seu pau pulsar só de pensar em meter o seu cacete entre aqueles peitos que parecem ser tão gostosos. Levou o olhar mais para baixo em direção aos mamilos, mas franziu as sobrancelhas ao perceber algo diferente. "Que porra é essa?" pensou, e nem percebeu seu ato automático de levar seus dedos até ali, apertando o mamilo de sua filhinha.
- Harry que caralho é isso aqui? Você colocou a porra de um piercing?? - Louis perguntou quase gritando.
O tom alarmante fez Harry pular de susto. Mas logo se recompondo do susto Harry revirou os olhos, bufando.
- Não revire os olhos para mim mocinha, e eu ainda estou aguardando a resposta para o que eu te perguntei. - Disse Louis com tom autoritário.
- Papai, não enche. Eu já tenho 18 anos, eu estava com vontade de colocar um piercing, então peguei seu cartão de crédito e coloquei. Além disso, a Tatá colocou no dela, e eu achei muito lindo e não quis ficar na vontade.
- Não é por que sua amiguinha vai pular de uma ponte que você deve pular também, Harry! Colocar um piercing é perigoso. Você nem sabe o risco de infecções que pode acontecer, você nem perguntou se podia?! - Disse Louis ainda irritado. Ele não estava irritado apenas pelo fato de Harry ter colocado um piercing sem sua permissão. Ele nunca foi um pai autoritário, sua relação com Harry sempre foi de conversas e carinho mutuo. Ele estava surpreso. Apesar da relação de pai e filha, eles são melhores amigos , ele conhece Harry como a palma de sua mão. Apesar de ser uma adolescente, a personalidade de sua filha sempre foi de uma menina tímida e delicada, que nem ao menos deu seu primeiro beijo. Então um piercing em um lugar tão "apelativo" como o esse, o pegou de surpresa.
- Ai papai, relaxa, o titio Zayn que furou para mim. Ele é profissional, já até fez suas tatuagens e o seu piercing na sobrancelha, que inclusive ainda não entendi porque tirou. Você ficava tão lindo com ele. - disse Harry com um biquinho manhoso. - Olha como ficou bonito.
Harry levantou seu cropped, mostrando os seios com os piercings. Seu ato de mostrar os seios para seu papai não tinha malícia, o fez na intenção de apenas tranquilizar o seu pai.
Louis mal sabia qual informação processar primeiro. O fato de estar vendo os seios tão gostosos de Harry bem ali na sua frente. Sentiu seu pau latejar com a cena. "Porra, que delícia." Pensou Louis, mas daí lembrou do fato de que seu melhor amigo que colocou os piercings em sua garotinha pensou Louis.
- O ZAYN QUE FUROU PRA VOCÊ? EU VOU MATAR ELE! - Gritou Louis enfurecido.
Harry se assustou com o tom de seu papai. Imediatamente seus olhos começaram a lacrimejar e um biquinho se formou em seus lábios. Não era comum Louis agir dessa maneira com ela, ele sempre foi tão carinhoso, seu pai não media esforços para dar tudo o que sua filhinha queria. Desde seus 15 anos, ela tem acesso ao cartão de seu pai, para que ela comprasse o que quisesse, não era repreendida por tal. Quando ela decidiu colocar o piercing, ela não via malícia em colocar um objeto em seus seios. "É tão bonitinho, parece um brinquinho para os seios." Lembrou de seu pensamento quando Tatá, sua melhor amiga, no colégio mostrou para ela que tinha colocado piercing em seu mamilo. A mesma até mesmo encorajou Harry quando disse que queria colocar também.
Ela não entendia o Louis estava bravo. Apenas ter o pensamento de ter chateado o seu papai fez a desabar em lágrimas.
Louis tentou se recompor ao ver sua filhinha chorando. Se arrependendo de ter levantado a voz com Harry. Puxou Harry para mais perto, a aconchegando em seu peito. Tentando ignorar o fato que os seios de Harry estava tocando seu abdome, sentindo o geladinho das joias em seus mamilos.
- Shiii, desculpa carinho. Papai não deveria ter gritado com você. É que realmente me pegou de surpresa. - Disse e tentou abaixar a blusa de Harry. A mesma interrompendo o gesto, ao abraçá-lo com mais força, chorando em seu pescoço.
- Me de-desculpa papai. - disse Harry com voz falhando devido seu choro. - Eu não sabia que era errado. Mas quando eu vi o brinquinho na Tatá, eu achei tão bonitinho, que eu queria um também. Me desculpa, por favor? Eu não entendo, eu tenho na orelha e você nunca brigou comigo. - Disse Harry tentando se explicar para seu papai. Se afastando do peito de Louis, puxando a mão de seu pai trazendo para seu mamilo, para que ele possa entender. - Olha! Tá vendo papai? É um só um brinquinho.
Louis se rendeu, tocou delicadamente o mamilo com seus dedos. Ainda estava um pouco vermelho por conta da perfuração recente. Ele entendeu que Harry tinha colocado as joias sem qualquer malícia. Sentiu sua boca encher de água com o pensamento de como seria colocar aqueles mamilos tão gostosos na boca. Seu cacete que antes já estava meio endurecido antes com a visão do decote e o corpinho de sua filhinha, se endureceu completamente em sua calça moletom. Apertou um dos mamilos entre os dedos, e apenas percebeu ao ouvir uma reclamação dolorida de Harry.
- Ai papai! Não aperta forte que ainda está doendo um pouco.
Louis acordou de seu transe, engolindo em seco, tentando recuperar sua respiração falhada, e tentando ignorar seu incomodo entre as pernas. Quando tomou o mínimo de consciência, se bateu por dentro "Louis se recomponha, é sua filha caralho! É apenas um seio e um corpo bonito." - pensou ele enquanto ajeitava cropped de Harry para cobrir sua seminudez.
- Tudo bem, meu amor. Não precisa pedir desculpas para o papai. Vai colocar um filme pra gente na tv enquanto eu termino de me limpar da bagunça que eu fiz. - finalizou com um beijo casto na testa de Harry. Vendo Harry acenar para ele com um sorriso satisfeito por ver que seu papai não estava mais bravo.
Louis retornou à sua tarefa, se rebatendo por dentro por ter aqueles pensamentos com sua filha. Tentando se convencer que seu pau endurecido era apenas falta de um bom sexo. Era tão dedicado a cuidar de sua filha, que mal arranjava tempo para algum caso de uma noite.
Louis teve namoradas depois que sua que mãe de Harry faleceu. Mas nenhuma delas deram certo, seja por implicância das mulheres, que mal tinham a atenção de Louis quando sua vida era totalmente dedicada a sua filha. Ou por ciúmes de Harry, ao ver que teria que dividir a atenção de seu papai com mulheres estranhas.
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Estava os dois no sofá da sala, Louis, já superado do acontecido que abalou sua cabeça (a de cima e a de baixo), estava acariciando os cabelos de Harry, se deliciando naquele cheirinho de lavanda que suas mechas exalavam, enquanto Harry estava deitada em seu peito, assistindo o filme que Harry tinha escolhido, Diário de uma paixão, o filme favorito de Harry. Louis já perdeu as contas de quantas vezes eles já tinha assistido esse filme. Mas não reclamou, ele sempre fará de tudo para sua filhinha. Mas estranhou ao ver a filha tão quietinha.
- Carinho, o que foi? Você está tão caladinha, nem está repetindo as falas que você já sabe de cor desse filme - perguntou Louis, preocupado, mas implicando com o Harry por ter escolhido aquele filme mais uma vez. - Você ainda tá chateada com o papai por ter gritado com você? Me desculpa meu bem, prometo que não vai acontecer novamente, não quero ver mais você chorando.
- Tá tudo bem, papai. Eu pensei que você não tá mais bravo comigo. - Suspirou Harry. - Acho que eu só estou cansada, hoje tive muita prova na escola.
Louis conhecendo Harry, soube que aquilo não era convincente.
- Amor, não minta para o papai, ok? Somos melhores amigos, lembra? Eu sei que não é apenas cansaço. Papai te ama e quer o seu melhor.
- Também te amo, papai. - disse Harry, ao levantar a cabeça e deixar um beijo casto na bochecha de seu pai. - Papai, não é nada demais. Eu só estou chateada com algumas coisas bobas, mas vai passar, está tudo bem.
Louis sorriu ao ouvir aquilo, deixou um beijo na testa de Harry, e a aconchegou mais em seu peito. Não importa quanto tempo passe, sempre que ele ouve um "eu te amo" de filha, ele sente seu coração doer de tanto amor.
- Nada seu é coisa boba, carinho. Tudo bem se não quiser contar para o papai. Mas me diga o que posso fazer pra te ajudar? Quer que eu faça um brigadeiro pra te animar? Ou podemos desligar a TV e vamos dormir? Se quiser papai canta pra você até você cair no sono. - Disse Louis, não deixando de fazer carinho naquele rosto e cabelos que ele tanto amava. Ele nunca vai se acostumar ao ver que cada dia que passa sua filha ficava cada vez mais linda.
- Eu amo quando você canta pra mim, papai. - Disse Harry sorrindo, levantando seu olhar para os olhos de seu pai. - Tudo bem, não é só cansaço. Eu estou chateada com algo.
Louis acenou para ela, como gesto para que continuasse falando, sem deixar de fazer o carinho em seus cabelos e rosto.
- Hoje na escola eu estava con minhas amigas vendo elas conversarem sobre os garotos e as garotas que elas tinham beijado. Me sinto deslocada e envergonhada. Eu já tenho 18 anos anos, e nunca dei o meu primeiro beijo. E quando algum garoto se interessou por mim, não consegui por que sou muito tímida ou você o botou pra correr.
Louis se sentiu desconfortável em ciúmes de pai, ao ter a ideia de algum garoto tocando os lábios com os da sua garotinha. Mas seu lado racional se entristeceu com o possível fato de criação que deu a Harry, possa ter a privado de coisas que qualquer adolescente comum faria.
- Princesa, sinto muito que tenha se sentido deslocada com suas amigas. Mas não dê ouvido a esse tipo de insegurança, okay? Quando for a hora certa, você vai ter seu primeiro beijo. Você é meu bebê ainda, não gosto da ideia de garotos se engraçando com você agora.
- Mas papai, eu já tenho 18 anos! Todas as minhas amigas já tiveram o primeiro beijo bem mais novas que eu. - Disse Harry já com seu biquinho manhoso formado irritada ao ver que seu pai não a entendia.
- Exato, carinho! Você AINDA tem 18 aninhos, ainda é meu bebê. Não se compare com a experiência de suas amigas. Seu primeiro beijo precisa ser com alguém especial, que goste de você e você gosta da pessoa. Beijo é um ato de carinho muito profundo para se fazer com qualquer um apenas por fazer.
- Entendi, papai. Obrigada. - Disse Harry ainda chateada e conformada. Voltando a aconchegar no peito de seu pai, mas levantou sua cabeça em instantes ao ter encontrado uma solução. -Papai me dá um beijo? Você disse que precisa ser com alguém especial. Então resolvido, papai! Você me beija?
Louis se assustou com o pedido. Em um breve momento ambos ficaram em silêncio. Harry o olhando em expectativa, ansiosa para ganhar algo que ela tanto queria. Louis sem perceber direcionou seu olhar para os lábios de sua garotinha. Aqueles lábios gordinhos, parecendo ser desenhados pelas mãos de uma artista, imaginando como deve ser o gosto de Harry, ou até mesmo aquela boca envolta de seu cacete, tão duro, recebendo tão bem sua porra e..."FOCO LOUIS!" - se repreendeu, voltando o seu olhar para os olhos verdes em sua frente.
- Princesa, papai não pode te beijar. É errado. Pais e filhos não se beijam. - Louis tentou explicar para Harry, mas logo em seguida voltando o seu olhar novamente para aqueles lábios. "Porra, que boca gostosa." - pensou.
- Papai você não me ama? - perguntou Harry com os olhos começando a encher de lágrimas, e com seu biquinho manhosa, e sem perceber o olhar de seu pai direcionado aos seus lábios - Você tá muito chato hoje! Quer saber de uma coisa? Não quero mais! - fazendo birra, como sempre mimada. - Amanhã vou achar um garoto na escola e eu vou ter meu primeiro beijo já que você não quer me ajudar!
Louis acordou de seu transe ao receber aquela informação. Seu estomago se revirou de ciúmes. Com raiva ao pensar em algum garoto tocando naquilo que é seu, e sem ao menos raciocinar no que fazia, puxou o rosto de sua filha em direção ao seu. Com urgência tomando os lábios dela.
Harry gemeu manhosa ao sentir os lábios de seu pai contra os seus. Mas grunhiu irritada ao sentir o pai se afastando. Ela não queria apenas um selinho.
Imediatamente ela avançou em seu papai, com brutalidade e sede de ter mais que aquilo. Pedindo permissão com sua língua. Louis cedeu, ele mal conseguia raciocinar. Sua voz da consciência ainda tentava alertá-lo daquele ato tão imoral e incestuoso. Mas seu desejo estava tomando conta e de repente se viu viciado nos lábios de sua princesinha. Ele tomou domínio sobre aquele beijo. Sabia que talvez por ser o primeiro beijo dela, ele deveria tomar as rédeas.
Quando suas línguas se envolvendo, ambos gemeram baixo. Aumentando a profundidade e desespero no beijo. Harry sentiu a necessidade de subir no colo de seu papai, para ter maior proximidade, achando estranho ter algo duro em seu bumbum. Louis gemeu ao sentir sua filha em cima de seu colo em seu cacete endurecido.
A situação de Harry não estava tão diferente. Com o beijo cada vez mais urgente e ambos ofegantes, ela sentia um incomodo entre suas pernas e sentiu sua calcinha molhar. Em tentativa de aliviar aquela dor, ela rebolou em cima do cacete de seu papai, coberto por apenas por um moletom.
Louis grunhiu em prazer com aquele ato. Mas acordou daquele transe, assustado. "PORRA PORRA PORRA" - pensou desesperado ao se tocar do que estavam fazendo. Em um rápido movimento ele tirou Harry de seu colo. E correu em direção ao seu quarto, nem ouviu os passos da outra indo atrás dele. Entrando no cômodo, ao tentar fechar a porta foi impedido por Harry.
Harry estava confusa, sem entender o motivo do seu papai ter corrido dela. Mas antes que ela pudesse questionar qualquer coisa, Louis a impediu:
- Princesa, vai dormir. Papai está cansado. Vamos que amanhã você tem escola e já está tarde, okay? - Louis tentou parecer natural, sem demostrar o a confusão de turbilhão de pensamentos que habitavam sua mente naquele momento.
- Papai, mas você disse que poderia cantar pra mim quando eu fosse dormir. - Disse Harry com voz manhosa.
- Tudo bem, carinho. Deixa só o papai ir tomar banho que já vou, okay?
Harry acenou, vencida, e foi para o seu quarto, tirou seus shorts, ficando apenas com o cropped e calcinha. Deitou em sua cama para aguardar seu pai para vir cantar para ela até ela dormir.
Mas ela ainda sentia aquela dorzinha entre as pernas a incomodando. Uma dor tão incomoda e sem saber o que fazer, decidiu que iria pedir ajuda para seu pai, perguntar o que estava de dodói na sua florzinha.
A menina foi em direção ao quarto de seu pai, não o encontrando, lembrou que ele disse que iria tomar banho, se direcionou à suíte. Ao ver a porta entre aberta, antes de decidir entrar, se deparou com seu pai debaixo do chuveiro. Seu papai estava com o pau tão duro, grande, a cabecinha avermelhada brilhando com pré gozo. Ele estava punhetando com desespero com uma certa velocidade seu cacete.
Aquela cena, fez Harry sentir mais sua bucetinha latejar, e sentia já seu melzinho escorrer mais ainda em sua calcinha. Aquilo fez ela fechar suas pernas com o incomodo, e gemeu ao sentir a fricção.
Louis imediatamente ouviu o gemido, assustado ao perceber que Harry estava na porta do banheiro. Parou o movimento, tentando buscar a toalha para se cobrir. Mas não a encontrou.
- Harry? O que você...
Harry ignorou a olhar assustado de seu papai, não incomodado com a nudez de seu pai, entrou no banheiro.
- Papai me ajuda, por favor? Tá doendo. Eu não sei o que faço. Acho que tá dodói. - disse ainda com o biquinho em seus lábios, gemendo e com olhos lacrimejados.
Louis ao ouvir o tom de urgência de sua filhinha, e vendo lágrimas escorrendo pela bochecha, imediatamente se preocupou com o que teria acontecido com Harry. Ignorou o fato de ela estar o vendo nu e com o pau duro, a questionou:
- Onde que está doendo, princesa? - perguntou correndo seus olhos pelo corpo de sua filha procurando algum possível machucado.
Harry ainda sem responder, gemeu friccionando suas pernas procurando por alívio. Puxou a mão de seu papai para sua calcinha.
- Aqui, papai. Minha florzinha está doendo. Eu não sei o que fazer! - disse ainda sem desfazer o biquinho de seus lábios. - Papai, tá doendo e eu sinto a minha florzinha molhar. Mas eu não entendo, por que não é xixi. Olha tá doendo bem aqui. - puxou sua calcinha para o lado, expondo sua buceta e buscou novamente os dedos de seu papai.
Louis sentia que poderia gozar apenas com aquela visão. Os lábios gordinhos daquela buceta gostosa. O grelinho avermelhado durinho em tesão. Sentiu sua filha pegar sua mão arrastando por aquela bucetinha tão gostosa. Ela gemendo ao sentir os dedos de seu papai ali, trazendo um alívio momentâneo.
Louis grunhiu e gemeu arrastado ao sentir o quão molhada com seu melzinho, a buceta estava. Entendendo o motivo do desespero de sua filha.
- Porra...que gostosa. - disse com a voz grossa. Completamente hipnotizado, vendo sua menina começar a rebolar em seus dedos, quando a mesma percebeu que os dedos de seu papai estava ajudando a melhorar o incomodo.
- Papai, o que é isso? Por que minha florzinha tá assim? - a menina questionou ofegante, ainda sem parar de esfregar nos dedos de seu pai.
- Bebê, sua bucetinha está assim porque você está com tesão. - respondeu Harry, mas ao ver seu rosto com uma interrogação, percebeu que ela não entendeu tal expressão, então continuou. - É normal se sentir assim, amor, quer dizer que seu corpo está com prazer e precisa de alívio para essa sensação passar. - disse e retirou seus dedos da bucetinha de sua filha.
Harry gemeu em reclamação. Estava tão bom aquele carinho em sua florzinha.
- Papai, não para, por favor. Tá doendo. Me ajuda. - Disse com a respiração entre cortada.
Louis, ao ver o estado de sua menina. Com aquele olhar o implorando, esqueceu de qualquer regra moral naquele momento. Ele só queria dobrar Harry naquela bancada do banheiro e foder aquela buceta com tanta força. Gozar dentro dela, ou naquele rosto angelical. Fazê-la como depósito de porra do papai. Vencido, Louis decidiu que iria ajudar sua garotinha, afinal, ele faria qualquer coisa para ela se sentir bem.
- Bebê, não chora. Fica calma. Papai vai te ajudar, okay? Primeiro tira a calcinha e mostra como a sua bucetinha está. - Louis pediu.
"Porra...eu vou fazer isso mesmo?" - pensou Louis, ao ver Harry, seu próprio filho, tirando a calcinha.
Agora já não tinha mais volta, e Louis com a mente nublada em tesão, puxou Harry pela cintura, com os rostos próximos, e lábios quase se tocando.
- Princesa, papai vai te ajudar com esse tesão. Você promete pro papai que se não quiser vai pedir pra parar? - perguntou Louis, aguardando a permissão de Harry.
Quando viu a mesma acenando com a cabeça e soprando um sim baixo, não esperou mais um momento e avançou naqueles lábios que se tornaram seu maior vício, pedindo passagem com a língua. Arrastou uma mão para o seio direito, por dentro do cropped, dedilhando aquele mamilo com a jóia que o fez perder o raciocínio. Outra mão desceu para a bucetinha dela, e começou em um carinho devagar em seu grelinho duro e molhadinho.
- Papai...- gemeu arrastada em completo tesão. - Papai mais por favor. Harry pegou o cacete de seu papai em sua mão, e começou a punhetar devagarinho, se lembrando dos movimentos que viu antes seu pai fazer.
- Shiiu, não seja desesperada amor. Papai vai te dar o que você quer. - Terminou sua fala dando um tapa na bunda de Harry.
Harry deu um pulo assustada, mas não deixou de gemer em deleite ao sentir a pele arder com o tapa.
Louis levantou o cropped de Harry, a mesma levantando seu braços para ajudá-lo a retirar a peça de roupa, expondo aqueles peitos tão gostosos e cheios. Abaixou a cabeça para levar sua boca em um deles. Gemendo satisfeito ao satisfazer aquele desejo. Sentindo cada vez mais tesão ouvindo as lamúrias e gemidos de sua filhinha.
Levantou sua cabeça, levando seus lábios ao de sua menina novamente, em um beijo cada vez mais necessitado e molhado. Puxou o quadril de encontro ao seu, arrastando seu cacete duro no grelinho de sua filha.
- Vamos para o quarto. - Decretou Louis, puxando o coxas branquinhas, a incentivando a pular em seu colo. Harry obedeceu, gemendo novamente ao sentir o cacete grande de seu papai entre os lábios gordinhos, com a cabecinha encostando em seu cuzinho. Começou a rebolar devagarinho para sentir mais daquela fricção gostosa.
Apenas parou o rebolar ao sentir seu corpo bater no colchão. Se apoiou em seus cotovelos assistindo seu pai punhetar gostosinho em sua frente.
Harry abriu suas pernas expondo mais seu bucetinha. Louis gemeu ao ter a visão da grutinha de Harry, tão molhada que seu melzinho escorria para seu cuzinho que estava piscando, desesperada para ter o cacete de seu papai ali. "Porra deve ser tão apertadinha."
- Papai, foi tão gostoso sentir seu cacete esfregar aqui na minha bucetinha. Faz de novo por favor. Ainda está doendo. - disse Harry manhosa.
Louis estranhou ao ouvir sua filhinha tão inocente ter aquele vocabulário, mas ao ouvir, sentiu mais pré porra sair de seu cacete, gemeu, e sem hesitar, puxou o quadril de Harry para a beirada do colchão, ele, ainda em pé fora da cama, se pôs entre suas pernas, segurando seu cacete, esfregou a cabecinha no grelinho de sua filhinha. Ambos gemendo alto.
Louis sem conseguir desviar seu olhar da buceta de sua filha, sentiu sede com a vontade de sentir o sabor de Harry. Se ajoelhando no chão, levando sua boca desesperadamente para aquela buceta. Não demorando para chupar todo aquele mel que escorria até seu cuzinho, levando a língua até leve e subiu para o grelinho durinho de sua filha.
- Papai! - gritou Harry, extasiada com tamanho prazer, já estava tão bom os dedos e cacete se arrastando pelo seu grelinho, ao sentir a língua trabalhando tão avidamente em sua bucetinha, se sentiu no paraíso. Se desesperou ao sentir uma pressão em sua barriga. - Papai, o que...ai papai, isso, por favor não para. Tá tão gostosinho papai.
Louis gemia com os lábios na bucetinha de Harry. Cada vez mais viciado no sabor da garota. Ouvindo sua princesa gemer cada vez mais alto, e tremer debaixo de si. Sabia que ela estava próxima de seu orgasmo. Abriu mais os lábios da buceta, penetrando devagar um dedo, em direção ao seu pontinho. Não parando de chupar o grelinho.
Harry não aguentou tanto estímulo. Gozou gemendo o nome de seu papai.
Apesar de já ter gozado, Louis não parou de chupá-la, penetrando um segundo dedo, socando mais forte. Harry gritou devido a sensibilidade do orgasmo recente.
- PAPAI! Para por favor, eu já... - Em contradição ao seu pedido, ela nem percebeu seu rebolar rosto e dedos de seu papai. Já sentindo novamente o tesão substituir a alta sensibilidade, ansiando para gozar mais uma vez. Sem entender quando viu Louis parar os movimentos, se levantando do chão. Mas antes que pudesse questionar, sentiu seu papai meter o cacete forte e fundo dentro de sua grutinha.
- PAPAI! - gemeu alto, junto com Louis que gemeu ao sentir o calor e aperto em volta de seu pau. Ela sorriu, satisfeita, ao ter a sensação do cacete de seu papai dentro de sua bucetinha.
- Bebê, desculpa. Estava morrendo para sentir essa sua bucetinha tão gostosa por dentro, que não me contive. Papai vai se mexer agora, okay? Te fazer gozar mais uma vez. Se doer me fala, que papai para, sim?
- Sim papai, vai por favor, mete seu cacete na minha bucetinha. Fode sua princesinha. - implorou, Harry. Gemendo mais alto ao sentir seu pedido acatado.
Louis começou a se movimentar, forte, mas ainda devagar. Sentia como um adolescente louco para gozar naquela buceta tão apertada. Cada vez mais motivado ao ouvir os gemidos de Harry, gemendo por "papai", aumentando a velocidade cada vez mais. Respirações ofegantes. Barulho de pele contra pele. Ambos gemendo cada vez mais alto, soados. Cheiro de sexo impregnava aquele quarto.
Louis levou seu dedos para o grelinho de sua filhinha, e abaixou seu tronco para alcançar sua boca naquele peito que pulava. Mordeu o mamilo da menina. A mesma gritou "papai" novamente, extasiada com tanto estímulo, sentiu novamente aquela pressão se tornando em seu ventre, mas dessa vez mais forte. Teve a sensação que pudesse fazer xixi se gozasse naquele momento. O pensamento fez a desesperar.
- Papai...ai...eu acho que quero fazer xixi. Se você não parar, eu vou...
Louis soube que sua filha estava prestes a ter um squirt, motivado a ver sua filha gozando forte molhando todo o seu cacete, fez seu pau latejar, e aumentou a velocidade de seus dedos no grelinho, e continuou metendo forte seu cacete na bucetinha da menina.
- Amor, isso é esguichar, deixa vir. Goza pro papai, vem pra mim. - pediu Louis, sem parar seus movimentos. Levando seus lábios de encontro ao de Harry, em um beijo bagunçado gemendo na boca um do outro.
Harry não aguentou mais tanto tesão, e gozou, gemendo alto. Esguichando tanto liquido, que quase expulsou o cacete de seu papai para fora. Louis ao ver aquela cena, sua filha tremendo debaixo de si, molhando toda a sua virilha e lençóis, gemeu alto, gozou logo em seguida. Esporrando toda a porra dentro daquela bucetinha que ele tanto amava.
Ainda com o cacete dentro de da buceta, deixou seu corpo cair sobre Harry. Ambos com respirações aceleradas. Em volta daquela nuvem de prazer, se deixaram levar para mais beijos lentos, e Louis acariciando o rosto de sua princesinha.
Quando a onda de cansaço passou, Louis deslizou seu pau para fora de Harry. Sabia que se continuasse naquela posição, sentiria seu cacete endurecer novamente, e não iria para mais.
- Levanta, carinho! Papai vai te dar um banho e colocar para dormir, okay? - decretou Louis, finalizando a fala deixando um selinho nos lábios de Harry.
- Mas papai, tá tão gostosinho, gosto tanto do seu beijo e seu cacete me esquentando. - disse Harry, sorrindo para seu pai, tentando roubar um beijo. Mas sendo impedida.
- Nada disso, porquinha! Vai indo para o banheiro, enquanto vou buscar uma roupa para você vestir. Prometo que depois do banho, a gente dorme abraçadinho, okay? - finalizou Louis, tentando a convencer. Ele sabe que sua princesa ama dormir abraçada com o papai.
- Tudo bem, papai. Não esquece de trazer o Alfredo! - disse Harry sorrindo.
- Sim senhora! - respondeu Louis, dando risada, e balançando a cabeça negativamente em brincadeira. Não importa quanto tempo passasse, sua princesa, somente consegue dormir com seu coelhinho de pelúcia, apelidado como Alfredo. Louis pode dar todos os presentes caros para Harry, mas este vai ser sempre seu favorito, que o ganhou quando tinha apenas 3 anos.
Já no quarto de Harry, Louis buscou uma roupa de pijama confortável, e uma calcinha para sua menina. Se dirigindo até a porta, para poder finalizar o banho com Harry. Mas no meio do caminho se lembrou do pedido de Harry.
"Merda, o Alfredo." - pensou consigo mesmo, e retornou ao quarto, para pegar o coelhinho de pelúcia. O encontrando em cima da cama em meio aos travesseiros. Ao puxar a pelúcia, sentiu um peso. "Talvez a orelha desse bicho tenha agarrado na cabeceira" - pensou. Levantou o travesseiro que cobria parte da pelúcia, viu o diário de Harry, junto com um....
"MAS QUE PORRA?!" - pensou Louis. Era um vibrador. Sua princesa tão "inocente", tinha a porra de um vibrador! Seu olhar direcionou para o diário aberto. Vencido pela curiosidade ele tomou o diário para suas mãos, lendo o que estava escrito. Pelas próximas folhas em branco, aparentemente Harry tenha escrito naquela última página ainda hoje. Ele tem conhecimento da rotina sagrada de sua filhinha de escrever naquele caderno todos os dias.
"Querido diário...
Ontem o titio Zayn me fodeu tão gostosinho. Enquanto o titio colocava o piercing no meu mamilo, só conseguia pensar em como seria a reação do papai ao saber que a sua princesinha tão gostosa agora tem um piercing tão sexy. Eu tenho meus truques, e sei como o titio Zayn nunca resiste quando toda vez que peço pra ele me foder gostoso. Na verdade não só ele, mas qualquer homem não resiste a mim. Não é atoa que já fodi com quase todos os garotos do colégio. Basta fazer a minha carinha de "implorando por pica" que eles se rendem. Mas mal sabem eles que não importa qual o pau que eu chupe, ou o cacete em minha bucetinha ou no meu cuzinho, ou esse vibrador que está dentro agora da minha buceta, enquanto escrevo no diário, é sempre no papai que eu vou pensar. Toda vez que vejo aquele cacete marcado em seu moletom, ou imaginar aquela boca tão bonita dele chupando meu grelinho, sinto minha bucetinha latejar e meu melzinho escorrer. Eu sei que ele está louco pra foder sua filhinha. Já percebi o jeito que me olha. Então nem que eu tenha que implorar, hoje o papai vai me foder bem gostoso. Hoje colocarei meu plano em prática!"
Louis, atordoado com todas as informações e enxergando a verdadeira face de sua filhinha que ele pensava ser inocentos, sem ao menos perceber já estava retornando ao seu quarto, e indo em direção à suíte em passos largos e pisando forte, com respiração engatada e enfurecido. Encontrando Harry preparando a banheira.
Harry suspirou feliz ao ver o corpo delicioso de seu pai, ainda nu. - Oi papai, você demorou. Aí!! - gritou Harry ao sentir o pai agarrando seu cabelo pela nuca. Mal se recompondo da brutalidade de seu pai, sentiu sua bunda arder com o tapa estalado e ardido de seu pai.
- Então quer dizer que a senhorita não passa de uma cachorra que fode com qualquer pau? Disse Louis, alto, cada vez mais enfurecido a lembrar que sua filhinha fodia com seu melhor amigo, e com mais sabe quantos na escola.
- Preste bem atenção no que eu vou dizer, por que não irei repetir! - disse Louis, com voz rouca, mas baixo em seu ouvido em uma calma assustadora. - Agora eu vou fazer você vai ter seu castigo! Foder essa buceta que pertence somente ao papai, até fazer você chorar. Você vem pra mim derramando inocência, quando você não se passa de uma puta desesperada por pau. E ai de você se eu souber que mais alguém tocou na minha buceta. Fiquei claro?
Harry assustada com o tom de seu pai, abria a boca para tentar responder, mas não saía uma palavra de seus lábios.
Louis ao não receber resposta, virou Harry para sua frente e deu um tapa em sua buceta. A fazendo gemer alto.
- EU GAGUEJEI PORRA??? ME RESPONDE CACETE! EU FIQUEI CLARO?? - gritou Louis.
- S-sim papai. Ficou claro. Me perdoa. - Disse Harry retornando o biquinho manhoso com seu olhar para cima, olhando para seu pai. E não prevendo outro tapa ardido, dessa vez em seu rosto.
Louis após o tapa apertou a bochecha em seus dedos, rindo com escárnio.
- Desfaz essa cara de santa. Porque você não passa de uma putinha desesperada pelo cacete do papai. - soltou o rosto do Harry com brutalidade, agarrando-a pelos cabelos, e com a outra mão desceu para sua buceta enfiando três dedos de uma vez, ignorando o gemido de sua filha.
- Me responde quem é o dono dessa buceta.
- Sua papai. Só sua! - disse Harry com lágrimas descendo por sua bochecha, em confusão de saber se o choro era causado por ter decepcionado seu papai. Ou por tamanho tesão ao sentir os dedos socando forte em sua buceta e o tom possessivo dele.
- Melhor! - sorriu satisfeito, e deixou um beijo casto e delicado nos lábios de Harry, em contradição aos movimentos brutos de sua mão naquela buceta. - Agora já que minha princesinha gosta tanto da fazer esse biquinho para o papai, vamos dar um trabalho melhor pra essa boquinha sua.
- Ajoelha filha da puta! - mandou.
Harry imediatamente obedeceu o papai. Sentindo que poderia gozar a qualquer momento apenas com o seu papai a tratando daquela forma.
- Agora abre a boquinha que eu vou foder essa boquinha de puta. Seu castigo começou agora!
Louis riu irônico. Tinha tantos planos para acabar com sua filhinha. Se era o cacete do papai que ela queria. Então ela terá!
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Ai gente que delícia! Espero que tenham gostado.
Essa é primeira oneshot que decido publicar. Me desculpem os erros ortográficos, ainda melhorarei.
Querem parte 2?
ZAYN SINGING NIGHT CHANGES IN THE YEAR OF OUR LORD AND SAVIOUR 2022!!!!!!!!!!!!!
mta saudade dela... autora de dbg
Sydney Night 1, 7.22.22 [fxithhazel]